Área temática: Artes
Grupo de trabalhoArtes e política
[+ Ver produções e conteúdo]Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
As tentativas de definir a relação entre arte e política permanecem uma preocupação constante em vastas áreas das ciências sociais. Isso se deve principalmente ao fato de que cada um desses termos se refere a noções histórica e culturalmente instáveis e distintas — não é o mesmo falar da relação entre arte e política na cultura grega, no Império Romano, na Europa medieval, no Renascimento ou na Europa ou América Latina moderna ou contemporânea. Mas se, além disso, tentarmos responder como a arte e a política podem ser vinculadas, a primeira resposta que emerge é a inferência ao contexto político, visto que ele determina a natureza política das produções artísticas e que essas produções são expressas de forma condicional por meio do tema que a obra representa. Ou seja, se alguma obra de arte visual, performance ou canção se refere a uma razão ou circunstância política, seria um exemplo do que já foi dito. Mas se complexificarmos essa intersecção, reconhecendo que esses campos são dinâmicos e flexíveis, onde diversas e múltiplas conexões discursivas se entrelaçam, podemos afirmar que, em seus diferentes modos de operação, arte e política compartilham a vontade de influenciar e transformar as condições de existência. Essa síntese da relação entre esses dois campos, que se baseia no trabalho realizado pelo Grupo de Trabalho sobre Arte e Política em 2017 e 2019, serve como ponto de partida para uma exploração mais aprofundada das práticas artísticas e culturais como construtoras de significado e ação política. Nesta nova apresentação, o termo "arte" é modificado para "artes", incorporando a pluralidade de práticas estéticas a partir de uma perspectiva epistêmica que desafia o conceito de belas artes.
Frequentemente, enfrentamos o desafio de reformular as maneiras convencionais de compreender a relação entre arte e política, que subordinam a arte a um papel de ilustrar a letra da lei ou concebem a política como ações partidárias. Soma-se a isso a problematização da dicotomia centro-periferia e o universo atual expandido pelos avanços tecnológicos que permitem maior acesso à produção, distribuição e recepção de obras de arte, levando à constituição de novas formas e sensibilidades. Esse arcabouço nos incentiva a continuar explorando a complexa riqueza do fluxo simbólico, onde as identidades de povos, nações e territórios são mobilizadas dentro das relações hegemônicas inerentes à natureza da globalização. As tensões entre o global e o local tornam-se, no campo das artes, novas formas de representação dessas realidades, que redesenham o panorama econômico e comunicativo da sociedade e cultura latino-americanas, e também fomentam discussões em torno de novos modelos de reorganização do conhecimento capazes de analisar as transformações sociais e culturais na América Latina (Richard, 2005).
Analisar um conjunto de experiências na intersecção entre arte e política a partir de uma perspectiva latino-americana permite-nos compreender as estratégias que a arte e o ativismo têm utilizado na nossa região para tornar visíveis, desafiar ou questionar problemas sociais e situá-los de forma conflituosa na esfera pública. Para a arte latino-americana, este processo implica que o olhar internacional sobre a sua condição periférica não deve competir com o centro em artifícios discursivos ou complexidades retóricas, mas sim ilustrar o seu compromisso com a realidade, enfatizando uma maior referencialidade contextual (Richard, 2007, p. 79).
Nesse sentido, o filósofo Byung-Chul Han nos alerta para o seguinte: “Hoje não existe uma multidão cooperativa e interconectada capaz de se tornar uma massa global, revolucionária e protestante. Pelo contrário, a solidão do indivíduo autônomo, isolado e distante, constitui o modo de produção atual. A competição total leva a um enorme aumento da produtividade, mas destrói a solidariedade e o senso de comunidade. Uma massa revolucionária não se forma a partir de indivíduos exaustos, deprimidos e isolados.” Com base nisso, qual é o papel do artista? O artista deve questionar paradigmas por meio da construção de novas abordagens estéticas para interpretar a comunidade através de suas expressões artísticas. Através delas, a história fala, o presente canta em toda a sua complexidade e, através de sua arte, as contradições materiais e espirituais vivenciadas pelos seres humanos são reveladas (Byung-Chul Han, 2003, s.p.).
Nas últimas décadas, a arte latino-americana tem expressado um "chamado à ação", onde artistas, coletivos de poesia, grupos teatrais, músicos, quadrinistas, arquitetos, ativistas gráficos e movimentos de direitos humanos — com as conhecidas fotografias do "Siluetazo" (Protesto das Silhuetas) ou as primeiras marchas das Mães da Praça de Maio, que se tornaram um evento artístico ao circularem a praça com seus lenços-fraldas na cabeça, segurando faixas com fotos de seus filhos — bem como movimentos ambientalistas e organizações feministas, entre outros, contribuíram com inúmeras práticas poéticas, moldando uma estética do ser social e da existência política expressa de todas as formas para manifestar, resistir, inventar ou propor a mudança social. Nesse sentido, o artista experimental Edgardo Antonio Vigo expressou a "necessidade" (Vigo, 1976, s.p.) de fazer contato direto com as realidades para criar novas possibilidades de representação e circulação estética — com uma dose suficiente de inconformismo, subversão e relações globais e particulares? (Vigo, 1976, s.p.), para a construção de uma memória coletiva baseada no testemunho crítico das realidades sociopolíticas/econômicas? (Vigo, 1976, s.p.).
Nessa perspectiva, podemos afirmar que a América Latina compartilha uma memória comum, na qual o conjunto de representações artísticas expressou nossos conflitos e lutas sociais. O século XXI encontra estudos sobre a relação constitutiva entre arte e política diante de variáveis que apresentam o desafio de continuar a examinar criticamente a facilidade de transmissão de imagens na era da informação e das tecnologias digitais; a mobilidade produtiva dos artistas; a crescente distribuição da arte latino-americana pelo mundo e dentro do próprio continente; o papel ativo das minorias e as questões que envolvem a educação não sexista e feminista; o respeito e a não discriminação contra minorias sexuais; a justiça e a reparação para as vítimas de violações de direitos humanos; a relação entre o Estado e os povos indígenas; o centralismo; o espaço público e as comunidades; as políticas migratórias; e as vicissitudes da própria política da região, marcadas por debates entre políticas neoliberais e aquelas que promovem a recuperação do Estado como garantidor dos direitos e do bem-estar de seus cidadãos.
Nessa direção, as linguagens, técnicas, procedimentos e formas que essas relações nos convidam a compreender constroem dados sensoriais, transformando-os em objetos de cultura, política e civilização. Assim, os diferentes sistemas de integração das percepções sensoriais culminam na criação de novos objetos de natureza humana, permitindo que as sociedades desenvolvam sua própria existência dentro da paisagem cultural do continente. As artes visuais, as artes cênicas, a dança popular e contemporânea, a música em todas as suas formas, os murais urbanos, a arte digital, o cinema e as artes audiovisuais, a literatura e as artes dos povos indígenas, e as produções transdisciplinares que combinam contribuições de diferentes universos artísticos são constantemente redefinidas em oposição aos cânones estabelecidos.
BENJAMIN W. (2003) A Obra de Arte na Era da Sua Reprodutibilidade Técnica, México, Itaca. Primeira edição: 1936.
BOURDIEU, P. (2003) Crença artística e bens simbólicos. Elementos para uma sociologia da cultura. Ed. Aurelia Rivera.
BREA, JL (2003) “Net.art e a cultura por vir”, em O Terceiro Limiar. Situação das práticas artísticas na era do capitalismo cultural. Murcia. Cendeac. Disponível online em: http://www.arteuna.com/CRITICA/3umbral.pdf
BUGNONE, A.(2016) Vigo. Arte Política e de Vanguarda, La Plata, Malisia.
BUGNONE, AL e SANTAMARIA, M. (2013) “Experiência de preservação digital do arquivo Edgardo Antonio Vigo”. VI Jornada de Filologia e Lingüística, La Plata, Argentina. Na memória acadêmica. Disponível em:
http://www.memoria.fahce.unlp.edu.ar/trab_eventos/ev.4084/ev.4084.pdf
BYUNG-CHUL, H. (2003). A Sociedade do Burnout. Herbert Publishing.
GARCÍA CANCELINI, N. (1973). “Vanguardas artísticas e cultura popular”, na revista Transformações. Buenos Aires, Argentina. Centro Editorial Latino-Americano.
MARTÍN BARBERO, J. (1991) Da mídia às mediações. Comunicação, cultura e hegemonia. Barcelona. Gustavo Gili. Primeira edição: 1987.
RICHARD, N. (2007): Fraturas da memória. Arte e pensamento crítico. Ed. Siglo XXI.
VIGO, EA (1976): “Arte Postal. Uma nova etapa no processo revolucionário de criação”. Revista Buzón de Arte/Arte de Buzón, No. 2. Caracas, Venezuela
WILLIAMS, R. (2011) Televisão, tecnologia e forma cultural. Buenos Aires. Paidós. Primeira edição: 1974
Nossas questões na proposta deste grupo surgem da tensão entre considerar a complexidade das linguagens artísticas e seus significados sociais, a relação entre imagem e palavra e seus modos de significação comunicacional, sensível e social, e suas formas de narrar o mundo. Outro objetivo é explorar os processos artísticos, considerando suas diferentes escalas de produção, circulação e consumo, com foco nas especificidades e possíveis conexões com a globalização, localidades e comunidades, paisagens urbanas, arte, mobilizações e esfera pública, corpos e gênero, e "memória inacabada", entre outros. Esta proposta busca reunir e atualizar, a partir de diferentes campos do conhecimento, a produção de saberes, pesquisas e debates em torno da arte latino-americana contemporânea e suas representações estéticas.
Propomos, portanto, em consonância com o Grupo de Trabalho sobre Arte e Política 2017–2019 e 2020–2022, continuar a problematizar as convenções e os preconceitos inerentes aos discursos canônicos e homogeneizadores que compreendem o ato estético como separado de suas relações políticas e sociais, e que impedem o pleno usufruto da já mencionada propriedade epistemológica da obra de arte. “O mundo da arte é um mundo complexo e dinâmico, no qual intervêm diversos fatores. Não se trata apenas da qualidade da obra, do gênio do artista ou do olhar do colecionador, mas de muitos outros fatores que são chamados de ‘agentes’ do mundo da arte. São eles os críticos, os historiadores, a formação de revistas — efêmeras ou duradouras — e o espaço que a crítica de arte ocupa em um determinado meio” (Giunta, 2012).
Hoje, mais do que nunca, é necessário examinar em profundidade as diferentes camadas do processo cultural antes de descrever as características de uma obra e suas linhas temáticas. No caso da cultura latino-americana, entendida dentro de longos processos de emancipação e como uma constante reinterpretação desses conflitos por meio das artes ao longo de mais de dois séculos, e dentro de um multiculturalismo resultante da riqueza original de cada região e da incorporação das culturas populares europeias e africanas por meio da imigração, é necessário falar, portanto, do "residual" e do "emergente" como um mecanismo constante e real que opera na reinterpretação das identidades (Williams, 1977). Propomos os seguintes objetivos gerais para esta nova etapa do Grupo de Trabalho:
Objetivos:
Analisar criticamente a articulação entre as artes e a política como linguagens de representação vinculadas em imaginários sociais.
O objetivo deste estudo é deduzir as estratégias que as artes e o ativismo têm utilizado para expressar situações socioculturais em espaços públicos.
? Abrir uma linha interna da GT que trabalhe a criação artística como uma prática de produção de sensibilidades e conhecimento sobre subjetividades contemporâneas.
? Articular uma perspectiva sobre a natureza política da arte na América Latina com base na troca e socialização conjunta de métodos de pesquisa dos membros do GT.
Para entender a revolução digital como uma síntese do processo histórico no desenvolvimento de linguagens estéticas.
? Gerar publicações, conferências e encontros que fortaleçam o poder da arte como linguagem política.
As narrativas construídas pela cultura são aquelas que nos permitem recuperar, por meio da memória artística, testemunhos dos processos sociopolíticos de nosso tempo. Nesse sentido, cinema, literatura e jornalismo se interligam como geradores de narrativas para a compreensão e construção de mundos. Essas construções se tornam ativas nos movimentos populares, feministas, ativistas, diversos e criativos dos últimos anos, com o avanço das tecnologias coexistindo com práticas ancestrais. Dentro desse contexto, acreditamos ser importante criar uma linha específica no Grupo de Trabalho dedicada à produção teatral, visual, audiovisual, poética e literária, encenando outras linguagens a partir das quais o conhecimento é produzido.
VALLINA, C. e GOMEZ, L. (2018). “A Hora da Imagem II”. Revista Tram(p)as de Comunicação e Cultura. N° 82. Universidade Nacional de La Plata. Disponível em: https://perio.unlp.edu.ar/ojs/index.php/trampas/issue/view/182
AGUERRE, N. e GOMEZ, L. (2020). “Edgardo Antonio Vigo: A arte postal como prática estética, comunicacional e política”. Visual Discourse nº 45. Disponível em: http://www.discursovisual.net/dvweb45/
GT-Arte e Política (2018). “Arte, Política e Memória na América Latina”. Caderno de Pensamento Crítico Latino-Americano. N° 54. CLACSO virtual. Disponível em: http://biblioteca.clacso.edu.ar/clacso/se/20180315035658/CuadernoPLC_N54_SegEpoca.pdf
GT-Arte e Política (2020). “Experiências do Presente, Imagens do Futuro: Uma Reflexão Inicial sobre Arte e Tecnologias em Tempos de Pandemia”. Caderno de Pensamento Crítico Latino-Americano, nº 78. CLACSO Virtual. Disponível em: https://clacsovirtual.org/pluginfile.php/135829/mod_resource/content/1/Cuaderno-PLC-N78-septiembre_2020.pdf
DONOSO PINTO, C; FORERO HURTADO, A; GÓMEZ, L. (2020). Comunicação, Arte e Política. Revista Mediaciones Vol 16, No. 25. Disponível em: https://revistas.uniminuto.edu/index.php/med/article/view/2457
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Analisar criticamente a articulação entre as artes e a política como linguagens de representação vinculadas em imaginários sociais.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Fortalecer o campo de estudo da arte e da cultura, a partir das ciências sociais como disciplinas, suas práticas urbanas e "online" e teorias críticas.
2. Promover espaços para a criação artística como prática de produção de sensibilidades e conhecimento sobre as subjetividades contemporâneas.
3. Consolidar a rede gerada no desenvolvimento do GT em arte e política (2017-2019 e 2020-2022), para a produção de conhecimento sobre arte e política, entre os pesquisadores membros e os países de origem.
4. Continuar com o desenvolvimento de propostas acadêmicas de pós-graduação articuladas e pesquisas conjuntas.
2. Produção de encontros artísticos que articulem e conectem o trabalho com pesquisadores do GT.
3. Desenvolver seminários de treinamento interno para membros da GT
4. Compartilhe a bibliografia e o material específico.
2. Articulação e consolidação de grupos de produção artística.
2. Fortalecimento da GT em uma segunda etapa de produção e desenvolvimento de uma perspectiva crítica compartilhada sobre arte e política.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Gerar publicações, conferências e encontros que fortaleçam o poder da arte como linguagem política.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
1. Criar seminários de graduação e pós-graduação relacionados a práticas artísticas que estimulem o pensamento crítico e a ação social, em ambientes de educação a distância com professores de duas ou mais instituições participantes.
2. Participação na mídia de massa e alternativa.
2. Participar em canais de televisão e rádio públicos, comunitários e universitários (analógicos e digitais).
3. - Elabore notas críticas em suplementos gráficos e digitais.
4. Desenvolver oficinas relacionadas ao tema em bairros periféricos e centros culturais.
2. Intercâmbio de docentes e estudantes de pós-graduação
3. Divulgação dos resultados à comunidade.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Abrir uma linha interna da GT que trabalhe a criação artística como uma prática de produção de sensibilidades e conhecimento sobre subjetividades contemporâneas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Propor um trabalho colaborativo com organizações sociais, a fim de reconstruir seus modos de participação a partir de uma perspectiva estética, com vistas a criar um "banco de memória" de seus processos de defesa política.
2. Organizar oficinas com organizações sociais que visem aprimorar e aumentar a capacidade de influenciar a esfera pública e a construção da agenda, na vida política e na elaboração de políticas públicas.
3. Promover cursos e oficinas em práticas artísticas.
2. Desenvolver oficinas com organizações socioculturais.
3. Criar fóruns para discussão cidadã por meio das artes.
4. Produção de trabalho
2. Registro fotográfico.
3. Sistematização dos fóruns cidadãos à luz das leis culturais.
4. Geração de amostras, exposições e obras
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
O objetivo deste estudo é deduzir as estratégias que as artes e o ativismo têm utilizado para expressar situações socioculturais em espaços públicos.
2. Registro das atividades correspondentes
3. Diálogos entre artistas e pesquisadores na Universidade e no teatro para gerar uma articulação e conexões entre espaços, tempos e linguagens.
2. Fortalecimento do desenvolvimento do festival no continente.
3. Conectar a universidade com a comunidade por meio do cinema. 4. Fortalecer o desenvolvimento das linguagens audiovisuais.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Articular uma perspectiva sobre a natureza política da arte na América Latina com base na troca e socialização conjunta de métodos de pesquisa dos membros do GT.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
Estudar, dar visibilidade e divulgar pesquisas relacionadas às experiências históricas e contemporâneas das práticas artísticas e dos movimentos de ação política na América Latina.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
• Promover publicações, conferências e encontros que fortaleçam o poder da arte como linguagem política.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Desenvolvimento de seminários
2. Edição de Publicação
3- Produção de obras
2. Publicar um livro sobre a área específica que sintetize e sistematize o trabalho do campo da arte e da cultura em relação às práticas políticas das formas narrativas estéticas.
3. Produção de obras para intercâmbio a partir de outros idiomas
2. Publicação do livro.
3. Encenação de obras artísticas.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
• Abrir uma linha interna da GT que trabalhe a criação artística como uma prática de produção de sensibilidades e conhecimento sobre subjetividades contemporâneas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Propor ações para a criação de leis relacionadas ao desenvolvimento e à promoção da cultura nos países membros.
2. Problematizar o lugar do campo da arte e da cultura nos currículos de cursos específicos das ciências sociais e humanas.
3. Desenvolvimento da produção de trabalho
2. Criar espaços de discussão nas ciências sociais e humanas sobre o lugar da arte e da cultura nos currículos, convidando professores e alunos das instituições específicas.
2. Exposições de artistas e obras populares em universidades.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
• Deduzir, a partir deste estudo, as estratégias que as artes e o ativismo têm utilizado para expressar situações socioculturais em espaços públicos.
2. Desenvolver seminários internacionais
3. Elaborar propostas para o ativismo artístico coordenado em diferentes regiões.
2. Tornar visíveis, na universidade, o espaço e as formas lúdicas de produção de conhecimento por meio da arte.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Entender a revolução digital como uma síntese do processo histórico no desenvolvimento de linguagens estéticas.
OBJETIVO ESPECÍFICO:
1. Abordar os debates teórico-epistemológicos sobre a relação entre arte/tecnologias/política.
2. Realizando uma oficina de palestras performativas
2. Desenvolvimento de uma oficina de palestras performativas
2. Ministrar aulas performativas
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Gerar publicações, conferências e encontros que fortaleçam o poder da arte como linguagem política.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Projeto de publicação com resultados
2. Estabelecer ligações entre o meio acadêmico e o mundo da arte popular para criar oficinas fora da universidade ou espaços afins.
2. Realização de workshops
2. Relatórios e relatórios finais das atividades anuais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Abrir uma linha interna da GT que trabalhe a criação artística como uma prática de produção de sensibilidades e conhecimento sobre subjetividades contemporâneas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1. Criar uma ligação entre as universidades membros da GT e os atores da comunidade.
2. Desenvolver um projeto de oficina sobre popularização da ciência. Formas e linguagens.
2. Realizar uma oficina de divulgação científica
2. Promoção de espaços para debate interdisciplinar.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articular uma perspectiva sobre a natureza política da arte na América Latina com base na troca e socialização conjunta de métodos de pesquisa dos membros do GT.
Número total de pesquisadores admitidos: 61
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Independente
Brasil
NA
Venezuela
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Independente
Argentina
Fundação Casa Rui Barbosa
Brasil
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Argentina
Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Centro de Pesquisa em Comunicação
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Universidade de Santiago
Chile
Independente
Argentina
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Independente
Bolívia
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Instituto Nacional de Belas Artes - UDELAR
Uruguai
EHESS
Brasil
UNSAM
Argentina
Centro de Estudos Socioeconômicos para o Desenvolvimento com Equidade
Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Departamento de Linguística e Literatura, Universidade de Santiago, Chile
Chile
Núcleo de Estudos Internacionais
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
UNA - Belo Horizonte
Brasil
Fundação Vitae de Arte e Comunicação
Colômbia
CENIDIAP
México
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade das Artes
Equador
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Universidade das Artes
Argentina
Instituto Aníbal Ford - Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social - UNLP
Argentina
Universidade Autônoma do Oeste (AUO)
Colômbia
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Museu de arte de Phoenix
Estados Unidos
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
CULT – CENTRO DE ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES EM CULTURA (UFBA)
Brasil
Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
Brasil
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Centro de Pesquisa em Arte e Patrimônio (CIAP-UNSAM CONICET)
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
PROLAM -USP
Brasil
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia