Campo Temático: Epistemologias do Sul e Decolonialismo
Grupo de trabalhoFilosofia Política. Humanidades Indisciplinadas: Cosmos, Corpo e Utopia
[+ Ver produções e conteúdo]Instituto de Natureza, Terra e Energia
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Para o período de trabalho de 2023-2025, o Grupo de Trabalho de Filosofia Política concebeu um projeto que aprofunda a relação entre o cosmos, o corpo e a utopia, visando uma compreensão ampla dos modos de vida e das ações emancipatórias a partir das estruturas interpretativas oferecidas pelas Humanidades na região. Propomos uma abordagem das conexões cosmos-corpo-utopia que seja atenta ao tempo presente, sem perder de vista sua formação histórica e suas conexões globais e regionais.
Esta tarefa será desenvolvida durante o próximo período de trabalho por meio de reflexão coletiva que se estende para além da esfera acadêmica. A proposta incorpora a participação de membros do Grupo de Trabalho em espaços de construção coletiva com grupos de mobilização social popular de diferentes países. O projeto gira em torno das transformações das últimas décadas no contexto latino-americano e sua relação com as ações, sentimentos e pensamentos que emergem das Humanidades dentro do atual panorama regional e global, impactado pelo desenvolvimento do capitalismo digital.
Para compreender o sentir-pensar-agir das Humanidades e como isso se manifesta nas práticas e no saber que emergem de diversos imaginários latino-americanos, propomos três eixos principais que articulam nossa proposta: utopias — como um imaginário global com potencial para criar mundos melhores; corpos — como parte indelével da biopolítica do poder-saber; e o cosmos — como eixo articulador através do qual é possível situar a formação de utopias. Nosso projeto parte da ideia de que corpos/cosmos/utopias são produzidos de diversas maneiras ao longo da história e que, a partir deles, os seres humanos produzem práticas, imaginários e reflexões a partir do horizonte das humanidades, da filosofia da práxis, como Gramsci a concebia, de outras perspectivas interpretativas, como as críticas desconstrutivistas ou outras formulações de crítica, e até mesmo de propostas marcadas pela ideologia neoliberal.
A importância de articular esses três eixos no âmbito da discussão regional e global sobre o estado/status das Humanidades no mundo atual baseia-se em algumas observações identificadas pelos membros do Grupo de Trabalho. Em um processo que ganhou impulso político com as ondas neoliberais do final do século XX e início do século XXI em nosso continente, observa-se que o pensamento-ação nas Humanidades foi continuamente desmantelado pela incorporação de princípios normativos hegemônicos do mercado nos espaços de produção e reprodução do conhecimento (Chaui, 2001).
Dos princípios “racionalistas” baseados nas ideias de eficácia, eficiência e produtividade que marcaram as reformas educacionais do final da década de 1990 e início dos anos 2000, chegamos a um ponto em que o discurso dominante é o da reforma dos sistemas nacionais de educação, buscando sua adaptação para “educar para o trabalho do futuro” (BID, 2017). Essas mudanças geraram um novo cenário retórico-político em que as ideias de digitalização, flexibilidade, eficiência e otimização de recursos dominam os processos educacionais de nossa época. Da mesma forma, observa-se que organizações multilaterais e bancos de desenvolvimento globais e regionais, como o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que financia ações voltadas para a educação na região, condicionam seus investimentos à adaptação dos currículos das instituições de ensino aos parâmetros do que denominam “mercado de habilidades”, supostamente exigido pelo sistema capitalista contemporâneo (BID, 2017, 2020).
Por todas as razões expostas acima, as Humanidades e seu modo de sentir-pensar-agir, baseado em uma integração orgânica entre o sujeito cognoscente e o espaço do saber, continuam a perder terreno de forma constante. Portanto, em vez de discutir a importância das Humanidades para a reflexão profunda sobre os dilemas de nosso tempo, as instituições de ensino e pesquisa testemunham a crescente proeminência do campo das Humanidades Digitais (HD). Partindo de questões filosóficas e políticas, o Grupo de Trabalho propõe que, antes de considerarmos a "eficácia" das HD na região, como faz Vinck (2013), devemos refletir sobre o papel fundamental das Humanidades no pensamento e na ação humana contemporâneos dentro dos processos de transformação global.
Neste momento de incerteza histórica, marcado pelo aprofundamento de ideologias extremistas, somos compelidos a repensar urgentemente os fundamentos filosóficos e políticos da nossa sociedade. A capacidade articulatória e a importância desta proposta residem na sua análise, dentro dos três eixos propostos, do âmbito das Humanidades, dos seus desafios e problemas no contexto regional e global.
Com isso, o Grupo de Trabalho de Filosofia Política busca contribuir para o aprimoramento do potencial criativo e crítico das Humanidades indisciplinadas, fundamentado na ideia de que o conhecimento é transversal, compartilhado, situado e sem fronteiras. Partindo desse objetivo geral, diversas questões desafiam o pensamento político-filosófico, as quais apresentamos aqui de forma meramente ilustrativa e programática, sem pretender ser exaustiva:
i) Qual é o papel do pensamento e da reflexão humana na formulação de projetos críticos para a mudança social?
ii) Em termos institucionais e políticos, quais são os principais desafios que os pensadores e articuladores das Humanidades têm de superar para garantir que o pensamento crítico prevaleça sobre os regimes hegemônicos que se consolidam no sistema educacional da região?
iii) Como desmistificar a falácia da incompatibilidade factual entre "agir no presente" e "pensar no futuro"? Ou seja, o desafio de considerar a utopia não como uma "miragem fantasiosa", mas como um projeto político-epistêmico baseado em imaginários sociais reais, realizados por meio da articulação do cosmos com o corpo.
iv) Como podemos aprofundar a proposta para compreender a dimensão material das estruturas culturais em que "um mundo" é produzido, onde o corpo político e o corpo biológico se articulam inegavelmente no pensamento?
v) Partindo de uma concepção feminista e não antropocêntrica da configuração do conhecimento, como as propostas contra-hegemônicas das Humanidades indisciplinadas reconfiguram os regimes de utopia, biocorpo e cosmos na região?
vi) Como reposicionar a compreensão do espiritual e das experiências transgressoras da "realidade factual"? Nesse sentido, perguntamo-nos como superar as fronteiras impostas para alcançar uma compreensão sem fronteiras do humano, do animal e do natural, partindo e, ao mesmo tempo, questionando as formas de pensar das Humanidades como as conhecemos hoje.
Para discutir essas questões, partimos do princípio de que o diálogo com outros Grupos de Trabalho da CLACSO é fundamental. Para este projeto, organizaremos atividades conjuntas com outros Grupos de Trabalho — como o grupo "Corpos, Territórios e Feminismos" e o grupo "Corpos, Territórios e Resistências" — com os quais já iniciamos contato para organizar atividades conjuntas, caso as propostas que apresentamos sejam bem-sucedidas. Acreditamos que a análise crítica e coletiva dessas questões contribuirá para uma melhor compreensão dos significados emancipatórios do pensamento indisciplinado, que é a própria fonte e natureza das Humanidades na América Latina.
Portanto, em termos concretos, além do pensamento e da ação filosófica e política que marcam a trajetória do grupo, nos conectaremos de forma ainda mais sistemática com outros coletivos que atuam fora dos espaços do saber universitário – entidades de educação popular de diferentes países.
https://clic-habilidades.iadb.org/es/noticias/los-innovadores-de-america-latina-y-el-caribe
BID (2017), Aprendendo Melhor: Políticas Públicas para o Desenvolvimento de Competências, Banco Interamericano de Desenvolvimento, disponível em:
https://publications.iadb.org/publications/spanish/document/Aprender-mejor-Pol%C3%ADticas-p%C3%BAblicas-para-el-desarrollo-de-habilidades.pdf
Chaui, Marilena (2001), “As Humanidades contra o Humanismo”, in Gisele Santos (org.) Universidade, Formação, Cidadania, São Paulo: Editora Cortez.
Gago, Verónica; Mezzadra, Sandro (2015) "Rumo a uma crítica das operações de capital extrativo. Padrão de acumulação e lutas sociais na época da financeirização", Nueva Sociedad nº255, janeiro-fevereiro. Disponível em: https://nuso.org/media/articles/downloads/4091_1.pdf
Vinck, Dominique (2013), “Culturas e Humanidades Digitais como um Novo Desafio para o Desenvolvimento da Ciência e Tecnologia na América Latina”, Universitas Humanística, (76), 51-72. Disponível em:
http://www.scielo.org.co/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0120-48072013000200004&lng=en&tlng=es.
Para iniciar o debate teórico, o primeiro aspecto que se destaca nesta reflexão é a observação de que, no discurso geral sobre as "Humanidades" no panorama acadêmico global contemporâneo, estas são definidas externamente por aquilo que não são. Uma análise cuidadosa das diretrizes acadêmicas revela que as Humanidades podem ser entendidas como tudo aquilo que não se resume à formação profissional técnica, à matemática e às ciências naturais e sociais. As Humanidades incorporam o pensamento e a ação filosófica, histórica, artística, literária e religiosa, e tudo aquilo que não pode ser alcançado por meio da tecnologia. Supõe-se que as Humanidades empreguem o método crítico e especulativo, enquanto outras formas de pensamento se baseiam no conhecimento empírico hipotético-dedutivo (Bod, 2014; Levi, 1970). Assim, as Humanidades são apresentadas como um campo fundamentalmente definido por sua oposição ao método e modus operandi técnico-científico. Ao mesmo tempo, o que Latour (2013) denominou "humanidade científica" desenvolveu-se ao longo da história, onde os métodos científicos passaram a determinar o conhecimento humano. Assim, a ideia de "utilidade", que antes separava as humanidades das ciências e de outros domínios práticos do conhecimento, tornou-se intrínseca ao mundo instrumental do capitalismo.
Contudo, pode-se afirmar que as grandes invenções e projetos que possibilitaram a emancipação política e técnica da humanidade basearam-se, em algum momento, em processos de conhecimento que transcendem a aplicação de métodos técnico-científicos (Walling, 1997). O processo de perda de espaço para o conhecimento acadêmico, ou polímata (Burke, 2019), foi acompanhado, de forma muito concreta, pelo declínio da importância das Humanidades ao longo do século XX. A vasta maioria dos trabalhos sobre este tema concentra-se no processo de perda de espaços acadêmicos no Ocidente, negligenciando os processos mais específicos em outros campos do conhecimento que compõem a geopolítica do conhecimento global.
O que observamos nesta análise do tema a partir de uma perspectiva enraizada no Sul Global é que o processo de instrumentalização do conhecimento tem sido impulsionado por causas muito mais complexas e diversas nos países da América Latina e da África (Chaui, 2001; Sone, 2018). Nesses espaços de exploração e negação do ser humano nativo, os desafios contemporâneos para as Humanidades compartilham o problema da criação de bolhas de aplicação prática do conhecimento (Derrida, 2010). Além disso, abrangem também problemas relacionados à formação de processos de concentração de conhecimento/poder dentro do sistema mundial (Quijano, 2014; Wallerstein, 2006).
Se nosso objetivo é compreender e questionar criticamente esse processo de "naturalização" que acompanhou a imposição do conhecimento técnico e científico, torna-se urgente adicionar outras variáveis. Porque, além de entender, a partir de uma perspectiva histórica e filosófica, como as humanidades perderam terreno, buscamos encontrar ferramentas de conhecimento que possam ser colocadas em prática para fortalecer as humanidades críticas emergentes do Sul Global por meio de uma forma de trabalho que transcenda os espaços acadêmicos.
Preocupa-nos o determinismo da ideia de inovação e criatividade individual que, dentro da hermenêutica hegemônica, sustenta a digitalização da vida, a qual surge como se fosse parte de um processo natural da história humana. Como Chaui (2001) demonstra acertadamente, as Humanidades desempenham um papel crucial na crítica ao humanismo disciplinado que se enraizou nas sociedades contemporâneas.
Assim, para pensar e agir sistematicamente sobre o tema, os principais eixos da proposta deste projeto são articulados da seguinte forma:
1. Eixo das Utopias: resgatar o imaginário utópico como ferramenta política que se distancia do fantástico no sentido de algo inatingível. As utopias devem ser reivindicadas globalmente como instrumento emancipatório (Martínez, 2020). Neste eixo, buscamos compreender como os seres pensantes e atuantes no mundo processam os deslocamentos espaço-temporais para problematizar a naturalização fatalista que o pensamento capitalista hegemônico tenta impor ao cenário atual (Malm, 2020). As Humanidades Indisciplinadas seriam um meio/forma de deslocamento utópico que transcende as fronteiras disciplinares e institucionais entre o "conhecimento acadêmico" e o "conhecimento popular".
2. Eixo dos Corpos: Por um lado, buscamos reivindicar o potencial biopolítico como fonte constante de conhecimento; por outro, procuramos, por meio da filosofia histórica, criticar as representações e a hierarquização dos corpos nas esferas sociopolíticas (Martínez Barrera, 2018). Este eixo parte do princípio de que tudo no mundo possui um corpo (humano, natural, espiritual, animal, tecnológico, etc. – visto que entendemos que essas experiências e mutações devem ser designadas pela teoria contemporânea), que é simultaneamente fonte e produto de como esse elemento da corporeidade se posiciona e compreende o mundo (Anzaldúa, 2016). As percepções dos sujeitos sobre os diferentes corpos e os elementos biopolíticos do mundo impactam a própria maneira como representamos, compreendemos e criamos a realidade. As Humanidades, precisamente ao dispensarem hierarquias, seriam um caminho para alcançar uma desestigmatização do corpóreo, aberto a múltiplas determinações (Cruz Hernández e Bayón, 2020).
3. Eixo do Cosmos: Este eixo possibilita a localização social da relação entre utopias e corpos nas Humanidades e como essa relação é compreendida em cada contexto. O cosmos é entendido como formado por imaginários coletivos que estruturam as posições criadas em relação ao que é cultural, político e natural dentro de cada sistema de representação. Assim, a cosmopolítica, conforme desenvolvida por Stengers (2010), transforma-se nesta proposta como aquilo que possibilita articular as diversas visões de mundo existentes na discussão sobre transdisciplinaridade e transpolítica nas Humanidades (Gago e Mezadra, 2015).
Paradoxalmente, as Humanidades cumprem o papel fundamental da educação por meio de uma forma de compreensão do cosmos na qual a humanidade não ocupa o centro. Mais do que nunca, é hora de praticar o *cogitamus* (Latour, 2013) como uma forma de conhecimento coletivo que pode substituir o *ego cogitum* cartesiano. Portanto, revisitar esse tema das Humanidades no âmbito de um projeto de filosofia política crítica faz parte de uma luta para desnaturalizar discursos hegemônicos e de uma tentativa de contribuir para um debate que ganha cada vez mais força globalmente.
Nós, que praticamos filosofia política dentro deste grupo, abraçamos a "indisciplinaridade" como uma forma de ampliar o conhecimento e avançar na busca de soluções para os problemas que afetam as sociedades contemporâneas. Portanto, o Grupo de Trabalho propõe participar deste debate sobre as Humanidades e suas possíveis compreensões dentro das três estruturas propostas, refletindo a partir de uma perspectiva filosófica latino-americana e caribenha e em conexão com outros Grupos de Trabalho da CLACSO que compartilham as mesmas preocupações sobre esta questão fundamental.
Bod, Rens (2014), Uma Nova História das Humanidades, Oxford University Press, Oxford.
Burke, Peter (2019) O Polímata: Uma História Cultural de Leonardo da Vinci a Susan Sontag,
Chaui, Marilena (2001), “As Humanidades contra o Humanismo”, in Gisele Santos (org.) Universidade, Formação, Cidadania, São Paulo: Editora Cortez.
Derrida, Jacques (2010) Universidade sem Condições, Madrid: Trotta.
Gago, Verónica; Mezzadra, Sandro (2015) "Rumo a uma crítica das operações de capital extrativo. Padrão de acumulação e lutas sociais na época da financeirização", Nueva Sociedad nº255, janeiro-fevereiro. Disponível em: https://nuso.org/media/articles/downloads/4091_1.pdf
Latour, Bruno (2013) Cogitamus: Seis Cartas sobre Humanidades Científicas, Buenos Aires: Paidos.
Levi, Albert W (1970), As Humanidades Hoje, Indiana University Press, Bloomington.
Malm, Andreas (2020) Capital Fóssil: A Ascensão do Vapor e as Raízes do Aquecimento Global, Madrid: Capitán Swing.
Martínez, Layla (2020) Utopia não é uma ilha: Catálogo de mundos melhores, Episkaia: Madrid.
Martínez Barrera, José (2018) “O corpo como uma nova superfície para a inscrição da política: Michel Foucault e a biopolítica”, Sociologia e Tecnociência, 8/1, 27-42.
Quijano, Anibal. (2014) Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina, Questões e horizontes: da dependência histórico-estrutural à colonialidade/descolonialidade do poder, Buenos Aires: CLACSO.
Sone, Enongene (2018), “Literatura Oral Africana e as Humanidades: Desafios e Perspectivas”, Humanidades, 7, 30.
Stengers, Isabelle (2010), Cosmopolítica I, Minneapolis/Londres: University of Minnesota Press.
Tassin, Etienne (2003) Un Monde Comun: Por une Cosmo-Politique des Conflicts, Paris: Seuil.
Wallerstein, Immanuel (2006), Análise de sistemas mundiais: uma introdução, Madrid: Siglo XXI.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
* Expanda sua rede de contatos para incorporar novas pessoas e perspectivas.
* Discussão com outros Grupos de Trabalho da CLACSO que possam agregar informações importantes a esta proposta.
* Reuniões virtuais do Grupo de Trabalho. Um ciclo por ano para discutir propostas de pesquisa e seu progresso;
* Reunião (virtual, mas se possível online) com os Grupos de Trabalho 'Corpos, Territórios e Feminismos' e 'Corpos, Territórios e Resistências'.
* Realizar uma conferência presencial sobre o tema.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
* Criação do programa itinerante de “escola de verão” para que o pensamento das Humanidades no meio acadêmico esteja mais conectado com a realidade dos movimentos sociais latino-americanos.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
* Cooperação com grupos de pesquisa internacionais – como a UE e o projeto GlobaLS da UOC – para buscar recursos e trocar experiências.
* Expansão das redes acadêmicas dos participantes do GT.
* Produção conjunta com outros GTs das linhas de pesquisa que serão desenvolvidas.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
* Resgatar a história do pensamento político e filosófico latino-americano no âmbito das Humanidades.
* Reuniões virtuais do Grupo de Trabalho. Um ciclo por ano para discutir propostas de pesquisa e seu progresso.
* Os membros do grupo submeterão artigos para participar em reuniões e conferências, a fim de apresentar as perspectivas desenvolvidas sobre o tema.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
* Buscar fontes de financiamento para organizar uma conferência sobre o tema;
* Continuar a publicação dos boletins informativos semestrais 'Filosofia Transitória'.
* Divulgação das atividades coletivas e individuais dos membros relacionadas ao tema das Humanidades.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
* Convocatória pública, aberta e democrática que será divulgada pelos canais institucionais da CLACSO para a incorporação de jovens no GT.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
* Participação dos membros do grupo nas atividades de outros GTs colaboradores da CLACSO.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
* Declarar o site GT "concluído" (todo o material coletado carregado e aberto ao público em geral) - todo o conteúdo resgatado já depositado no espaço virtual.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
* Continuar a publicação dos boletins informativos que serão divulgados através dos recursos digitais da CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
* Avalie se a colaboração com os outros Grupos de Trabalho da CLACSO funcionou bem e pense em como avançar expandindo as redes por toda a região.
Número total de pesquisadores admitidos: 21
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Real e Pontifícia Universidade de São Francisco Xavier de Chuquisaca
Bolívia
Escola de Ciências Humanas
Escola de Ciências Humanas
Faculdade Universitária de Nossa Senhora do Rosário
Colômbia
Instituto de Natureza, Terra e Energia
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Instituto de Natureza, Terra e Energia
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Departamento de Sociologia da UnB
Universidade de Brasília
Brasil
UNAM
México
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Centro-Americana
Nicarágua
Instituto de Pesquisa Econômica e Social
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Universidade Metropolitana de Ciências da Educação
Chile
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Centro de Pesquisa e Documentação Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais e Econômicas
Universidad del Valle
Colômbia
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de Estudos Sociais e Culturais
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Baseis
Paraguai