Área temática: Direito à educação

Grupo de trabalhoCapitalismo digital, política educacional e pedagogia crítica

1. Nome do Grupo de Trabalho.
Capitalismo digital, política educacional e pedagogia crítica
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Geo Saura
Instituto da Fundação para a República e a Democracia.
Espanha
Marisa Bolaña
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Luís Bonilla-Molina
Centro Internacional de Pesquisa "Outras Vozes na Educação"
Observatório de Reformas Educacionais e Políticas Docentes (OIREPOD) do IESALC UNESCO
Venezuela

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Os avanços do capitalismo na era digital estão gerando mudanças significativas nas políticas educacionais globais, transformando os sistemas de educação pública na América Latina, América Central e Caribe. É urgente analisar essas transformações globais precisamente dentro e a partir desse contexto do Sul Global. Uma vez analisadas, é necessário — e igualmente urgente — que os principais processos de resistência ao desenvolvimento do capitalismo na era digital na educação emerjam da América Latina. E para que essas respostas aos avanços do capitalismo emerjam, nada é mais oportuno e necessário do que atualizar a importante tradição das pedagogias críticas, a fim de articular, juntamente com os movimentos sociais e populares, processos globais de resistência em defesa inabalável da educação pública.

Embora a atual crise capitalista global, exacerbada pela pandemia de Covid-19, tenha intensificado os avanços do desenvolvimento capitalista na era digital na educação na América Latina (Bonilla-Molina, 2020), os primórdios desses processos transformadores têm uma trajetória mais ampla e global. Com a crise capitalista global de 2008, as transformações globais começaram a ser vivenciadas por meio do solucionismo tecnológico (Morozov, 2013) em resposta ao processo cíclico. Dessa crise cíclica da década anterior emergiu um vasto corpo de literatura acadêmica focado em examinar as mudanças nos modos de operação do capitalismo por meio de noções como "economia capitalista digital" (Fuchs, 2019), "capitalismo de plataforma" (Srnicek, 2016), "capitalismo tecnocientífico" (Birch, 2019) e "capitalismo de vigilância" (Zuboff, 2019), entre muitas outras. Embora essas análises sejam realizadas sob diferentes perspectivas, por vezes sob posições teóricas e analíticas conflitantes, todas elas sustentam que as formas de produção e os modos de acumulação de capital após a crise econômica global se desenvolvem por meio da intensificação da digitalização dentro das lógicas do capital.

À medida que os processos de mudança no capitalismo tomavam forma em sua era digital, após a crise econômica global, diversas dinâmicas e formas de privatização analógica dos sistemas públicos de educação se intensificaram na América Latina, América Central e Caribe. A tendência de privatização dos sistemas públicos de educação no Sul Global faz parte da proliferação de agendas globais de educação que vêm neoliberalizando os sistemas educacionais (Rizvi & Lingard, 2010), materializada pelo que se convencionou chamar de Movimento Global de Reforma da Educação (GERM) (Sahlberg, 2011). Ou, dito de outra forma, um movimento global de reforma da educação baseado em diversos mecanismos de privatização endógenos e exógenos (Ball, 2012) que intensificou a privatização da educação na América Latina e no Caribe, um processo que vem se expandindo desde o início do século XXI.

De uma perspectiva mais analítica, podemos diferenciar entre a expansão da dinâmica de exoprivatização na educação, que se desenrola por meio da privatização estrutural dos sistemas educacionais, e a dinâmica de endoprivatização, que se baseia na privatização implícita inerente às operações e atividades diárias das escolas. Especificamente nesse contexto, pesquisas focadas na análise de Parcerias Público-Privadas e nos processos de liberalização de serviços educacionais públicos que passam para mãos privadas têm se destacado (Adrião, Garcia, Borghi & Arelaro, 2012; Gentili, Frigotto, Leher & Stubrin, 2009). Outra forma de exoprivatização é o envolvimento de atores políticos privados na definição de agendas educacionais globais que estão transformando os sistemas de educação pública. Isso inclui atores políticos globais e organizações internacionais como o Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico e a Organização Mundial do Comércio. Dentro dos processos estruturais de exoprivatização, o neoliberalismo também desempenha um papel, desenvolvendo-se nas agendas globais por meio da influência de redes de atores políticos privados que lideram importantes think tanks neoliberais (Viseu & Carvalho, 2018; Saura, 2015) e exercem forte influência sobre as reformas no continente (Jarquin, 2021). Mais recentemente, os contextos da América Latina, América Central e Caribe também se tornaram importantes centros de experimentação neoliberal por meio de redes políticas de governança filantrópica (Martins & Krawczyk, 2018), que constituem outra forma de exoprivatização educacional.

Por outro lado, a privatização interna relaciona-se às formas como o neoliberalismo deixa de ser estrutural e passa a permear as subjetividades por meio da escolha e da competição, das práticas de controle docente e do funcionamento cotidiano das escolas. Especificamente, nesse sentido, podemos identificar algumas das muitas análises na América Latina que se concentraram em demonstrar a lógica do quase-mercado na educação, baseada, em linhas gerais, na escolha e na competição entre famílias e escolas. Além disso, outra forma pela qual a privatização interna penetra as escolas é por meio da dinâmica da Nova Gestão Pública, que implantou lógicas gerenciais que privilegiam a hierarquia em detrimento de processos decisórios mais democráticos nas escolas (Lima, 2018). E, por fim, a ênfase em avaliações padronizadas (Parcerisa e Falabella, 2019), que caminham lado a lado com sistemas de incentivos econômicos e a cultura da performatividade, visto que as mudanças nas políticas educacionais são regidas pelos discursos de eficácia, eficiência e efetividade como meio de modificar constantemente o trabalho e a identidade dos professores.

Sem dúvida, a América Latina, a América Central e o Caribe têm sido espaços proeminentes de resistência a todas essas lógicas pró-privatização das últimas décadas. A ampla e heterogênea corrente da Pedagogia Crítica (McLaren, 2012), que nesse contexto do Sul Global tomou Paulo Freire como ponto de partida para articular a resistência, produziu um importante legado. Além da extensa literatura acadêmica produzida pela Pedagogia Crítica no continente, emergiram espaços globais de resistência, como o Fórum Social Mundial, que tem enfatizado esses processos de privatização da educação na última década, e o Centro Internacional de Pesquisa Outras Vozes na Educação. É necessário aprofundar a resistência ao capitalismo digital na educação, visto que, como destaca a análise do Centro Internacional de Pesquisa Outras Vozes na Educação (Ortega, Jarquín, Palomino e Bonilla-Molina, 2021), a pandemia resultou em um lucro de 3.2 trilhões de dólares para as 11 maiores empresas de tecnologia do mundo durante o ano de 2020, em meio a uma queda de 4.5 trilhões de dólares no PIB mundial. Portanto, e seguindo análises pedagógicas críticas, o movimento da Pedagogia Crítica (Peters, Jandrić e McLaren, 2022) deve se atualizar e aprofundar propostas de resistência a esses avanços do capitalismo na era digital na educação, a fim de defender a educação pública. O grupo de trabalho interdisciplinar aqui proposto, "Capitalismo Digital, Política Educacional e Pedagogia Crítica", é formado com o objetivo de situar criticamente essas complexidades na América Latina, América Central e Caribe, relacionando-as às dinâmicas globais a fim de propor respostas que defendam firmemente a educação pública.

Adrião, T., Garcia, T., Borghi, R. & Arelaro, L. (2012). As parcerias entre as prefeituras de São Paulo e o setor privado na política educacional: expressão de simbiose? Educação & Sociedade, 33(119), 533-549. https://doi.org/10.1590/s0101-73302012000200011

Ball, S. J. (2012). Global Education Inc.: Novas redes de políticas públicas e o imaginário neoliberal. Nova York: Routledge.

Bonilla-Molina, L. (2020). Covid-19 na rota da Quarta Revolução Industrial. Postdigital Science and Education 2, 562–568. https://doi.org/10.1007/s42438-020-00179-4.

Birch, K. (2019). Renda tecnocientífica: rumo a uma teoria da propriedade para o capitalismo tecnocientífico. Ciência, Tecnologia e Valores Humanos, 45(1), 3-33. https://doi.org/10.1177/0162243919829567

Fuchs, C. (2019). Karl Marx na era do capitalismo de Big Data. In Objetos Digitais, Sujeitos Digitais: Perspectivas Interdisciplinares sobre Capitalismo, Trabalho e Política na Era do Big Data (D. Chandler & C. Fuchs, pp. 53–71). Londres: University of Westminster Press.

Gentili, P., Frigotto, G., Leher, R. e Stubrin, F. 2009. Políticas de privatização, espaço público e educação na América Latina. Rosário: CLACSO - Homo Sapiens.

Jarquín, M. (2021). A pedagogia do capital. Empreendedores, o novo direito e a reforma educacional no México. Akal.

Lima, LC (2018). Privatização lato sensu e impregnação empresarial na gestão da educação pública. Currículo sem Fronteiras, 18(1) 129–144.

McLaren, P. (2012). Pedagogia crítica revolucionária. Socialismo e desafios atuais. Ferramenta.

Martins, E.M. & Krawczyk, N.R. (2018). Estratégias empresariais e impacto na política educacional brasileira atual: O caso do movimento 'Todos pela Educação'. Revista Portuguesa de Educação, 31(1), 4. https://doi.org/10.21814/rpe.12674

Morozov, E. (2013). Para salvar tudo: a loucura do solucionismo tecnológico. Public Affairs.

Ortega, N.; Jarquín, M.; Palomino, L.; & Bonilla-Molina, L. (Eds.). (2021). Grupo Banco Mundial (BM), Instituto da UNESCO para o Ensino Superior na América Latina e no Caribe (IESALC), Fundação Gates e Facebook Corporation. Outras vozes na educação.

Peters, M.A.; Jandrić, P. & McLaren, P. (2022) Modernidade viral? Epidemias, infodemias e o paradigma 'bioinformacional', Filosofia e Teoria da Educação, 54:6, 675-697, DOI: 10.1080/00131857.2020.1744226.

Parcerisa, L., & Falabella, A. (2017). A consolidação do estado avaliativo por meio de políticas de responsabilização: trajetória, produção e tensões no sistema educacional chileno. Education Policy Analysis Archives, 25(89). https://doi.org/10.14507/epaa.25.3177.

Rizvi, F. & Lingard, B. (2010). Globalizando a política educacional. Routledge.

Saura, G. (2015). Think tanks and education. FAES's neoliberalism in the LOMCE. Education policy analysis archives, 23, 107, 1-16. https://doi.org/10.14507/epaa.v23.2106.

Viseu, S., & Carvalho, L.M. (2018). Think tanks, policy networks and educational governance: the rising of new intra-national spaces of policy in Portugal. Education Policy Analysis Archives, 26, 108, 1-26.

Srnicek, N. (2016). Capitalismo de plataforma. Polity Press.

Zuboff, S. (2019). A era do capitalismo de vigilância: A luta por um futuro humano na nova fronteira do poder. PublicAffairs.
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

Os novos processos de privatização da educação que se desenrolam globalmente na sequência da pandemia de Covid-19 demonstram que a privatização da educação não é mais exclusivamente analógica. Isso se deve principalmente ao impacto significativo dos avanços digitais do capitalismo contemporâneo sobre novas formas de privatização dos sistemas educacionais em todo o mundo. Contudo, isso não significa que as formas analógicas de privatização da educação tenham desaparecido por completo. Pelo contrário, uma série de formas digitais de privatização da educação estão emergindo e se tornando hegemônicas globalmente. Como demonstram as pesquisas mais relevantes e recentes realizadas na sequência da pandemia de Covid-19, quatro grandes dinâmicas de privatização digital da educação estão emergindo e moldarão o futuro dos sistemas públicos de educação. Essas quatro formas de privatização digital da educação podem, em certo sentido, ser consideradas parte do que o Sul Global denominou a "Quarta Revolução Industrial na Educação" (Bonilla-Molina, Jarquín e Lázaro, 2021).

Por um lado, podemos apontar para as redes políticas da governança digital (Saura, Cancela & Adell, 2022). Definimos as redes políticas da governança digital como conjuntos de atores políticos humanos (corporações de tecnologia, entidades bancárias, organizações internacionais, grupos de reflexão, fundações filantrópicas, lobbies, empreendedores, startups, empresas educacionais?) e atores políticos não humanos (softwares, aplicativos, plataformas digitais e inúmeras ferramentas tecnológicas baseadas em Big Data, Inteligência Artificial, realidade virtual, o metaverso...) que se unificam e operam em conjunto para pensar, decidir, configurar e implementar as políticas educacionais que estão transformando as escolas por dentro.

Uma segunda dinâmica da privatização digital da educação relaciona-se com os novos mercados de tecnologia educacional. Análises que abordam a plataformização digital na educação estão proliferando nesse campo (Perrota, Gulson, Williamson, Witzenberger, 2021; Saura, Díez-Gutiérrez & Rivera, 2021) por meio da interoperabilidade e intraoperabilidade. Ao mesmo tempo, análises que especificam a comercialização da extração e do processamento de dados também estão se tornando parte dessa tendência (Sadowski, 2020). Paralelamente, análises sobre a asetização da educação também estão se expandindo (Birch, Chiappetta & Artyushina, 2020), as quais, na política educacional, estão direcionando a atenção para a acumulação de capital por novos rentistas (Komljenovic, 2021).

Outra tendência emergente na privatização digital da educação envolve a privatização do trabalho docente, o surgimento de quase-mercados para escolas e a governança escolar por meio de dados e plataformas que permeiam o cotidiano escolar. Plataformas digitais hegemônicas estão gerando novas formas de governança digital, ao mesmo tempo que promovem mudanças pedagógicas cada vez mais tecnocráticas e exacerbam a desprofissionalização dos professores (Saura, Díez-Gutiérrez & Rivera, 2021; Williamson & Hogan, 2020). Há também novos processos de responsabilização por meio de infraestruturas de dados que intensificam a governança antecipatória, novas formas de automação e mudanças na determinação do valor em formas de conhecimento, essencialmente devido à conversão do conhecimento em informação digital.

Outra nova forma de privatização digital da educação é o imaginário tecnoeducacional (Saura, Cancela & Adell, 2022), que atualiza o imaginário econômico de Jessop (2010). Aqui, podemos diferenciar, por um lado, os imaginários programáticos, que são as estratégias de desenvolvimento tecnológico, educacional, econômico e geopolítico de estados, continentes, organizações internacionais etc., implementadas nos sistemas educacionais de territórios muito específicos. Por outro lado, o imaginário tecnoeducacional da indústria EdTech refere-se às imagens econômicas e políticas projetadas por atores políticos privados na indústria de tecnologia educacional (grandes corporações de tecnologia, unicórnios tecnológicos, empresas locais de educação etc.). Seu objetivo é tornar os novos mercados tecnológicos que criam cada vez mais atraentes, projetando o sucesso futurista da educação enquanto, simultaneamente, moldam o futuro da humanidade e das máquinas. Algumas das primeiras análises globais que se concentraram nesses novos processos de privatização no continente mostram a hegemonia que vários atores políticos privados, como o Banco Mundial, o IESALC UNESCO, a Fundação Gates e o Facebook, estão gerando na articulação de novos imaginários tecnoeducacionais para a América Latina (Ortega, Jarquín, Palomino e Bonilla-Molina, 2021).

Enquanto isso acontece, as políticas nacionais de educação mostram-se muito frágeis no enfrentamento da ofensiva do capitalismo digital contra a educação pública presencial. Isso ficou evidente durante a pandemia de COVID-19, que revelou um retrocesso significativo no direito à educação. O novo modelo de privatização implementado em 2020 (Bonilla-Molina, 2021) transferiu a responsabilidade de garantir condições mínimas de aprendizagem para os cidadãos e estudantes, que passaram a arcar com os custos de planos de dados, acesso a equipamentos de conexão remota e plataformas de comunicação. Isso gerou estratificações odiosas e excludentes entre aqueles que tinham acesso a conexões digitais-virtuais, em comparação com aqueles que só podiam manter contato educacional por meio de rádio ou televisão, e ainda mais em comparação com aqueles que não tinham qualquer contato educacional.

Essa fragilidade nas políticas educacionais vai muito além da natureza dependente e neocolonial das economias estatais latino-americanas, e está mais apropriadamente ligada à lacuna epistêmica (Bonilla-Molina, 2022) na formulação de planos e programas pedagógicos, uma vez que a epistemologia da análise tende a desconsiderar o profundo impacto dos ciclos da revolução industrial sobre as demandas do sistema capitalista mundial nos sistemas escolares, na educação universitária e na formação profissional.

Dessa perspectiva, as pedagogias críticas, com sua posição de enunciação da resistência nas margens do sistema, podem dar contribuições significativas para repensar a educação na terceira década do século XXI, a partir de uma perspectiva humanista, emancipadora e libertadora que vincula o trabalho pedagógico a projetos nacionais e regionais de soberania, justiça social, redistribuição de renda e inclusão, com uma visão feminista, ecológica, decolonial e antirracista.

Bonilla-Molina, L.; Jarquin, M. & Lázaro, F. (2021) Quarta Revolução Industrial e Educação na América Latina. Laboratório Educacional.

Birch, K., Chiappetta, M., & Artyushina, A. (2020). O problema da inovação no capitalismo tecnológico: rentismo de dados e as implicações políticas da transformação de dados digitais pessoais em um ativo privado. Policy Studies, 41(5), 468–487. https://doi.org/10.1080/01442872.2020.1748264.

Jessop. B. (2010) ‘Economia Política Cultural e Estudos Críticos de Políticas Públicas’, Critical Policy Studies 3(3), 336–56.

Komljenovic, J. (2021). A ascensão dos rentistas da educação: plataformas digitais, dados digitais e rendas. Aprendizagem, Mídia e Tecnologia, 46(3), 320–332. https://doi.org/10.1080/17439884.2021.1891422.

Ortega, N.; Jarquín, M.; Palomino, L.; & Bonilla-Molina, L. (Eds.). (2021). Grupo Banco Mundial (BM), Instituto da UNESCO para o Ensino Superior na América Latina e no Caribe (IESALC), Fundação Gates e Facebook Corporation. Outras vozes na educação.

Perrotta, C., Gulson, K.N., Williamson, B., & Witzenberger, K. (2020). Automação, APIs e o trabalho distribuído de pedagogias de plataforma no Google Classroom. Critical Studies in Education, 62(1), 97–113. https://doi.org/10.1080/17508487.2020.1855597.

Sadowski, J. (2020). Inteligente demais: como o capitalismo digital está extraindo dados, controlando nossas vidas e dominando o mundo. The MIT Press.

Saura, G., Cancela, E., & Adell, J. (2022). Novo Keynesianismo ou austeridade inteligente? Tecnologias digitais e privatização educacional pós COVID-19. Education Policy Analysis Archives, 30, (116). https://doi.org/10.14507/epaa.30.6926.

Saura, G., Díez-Gutiérrez, EJ, & Rivera-Vargas, P. (2021). Inovação tecnoeducacional “Google”. Plataformas digitais, dados e formação de professores. REICE. Revista Ibero-Americana de Qualidade, Eficácia e Mudança na Educação, 19(4), 111–124. https://doi.org/10.15366/reice2021.19.4.007.

Williamson, B., & Hogan, A. (2020). Comercialização e privatização na/da educação no contexto da Covid-19. Education International Press.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Objetivo geral: Desenvolver pesquisa comparativa internacional que gere conhecimento sobre capitalismo digital, políticas educacionais e a perspectiva das pedagogias críticas a esse respeito.

Objetivo específico 1: aprofundar o conhecimento sobre o capitalismo digital na terceira década do século XXI.

Objetivo específico 2: especificar as políticas públicas nacionais sobre a transformação digital da educação, bem como suas semelhanças e diferenças continentais e internacionais.

Objetivo 3: Compreender a perspectiva dos principais atores e sujeitos sociais nos territórios dos membros da GT sobre a transformação digital na educação.

Objetivo 4: Determinar as principais perspectivas das pedagogias críticas sobre a transformação digital em geral e as questões investigadas pela GT em particular.
Fevereiro:
- Evento virtual para apresentar o GT através do canal do YouTube da Otras Voces en educación e das redes sociais das outras entidades associadas.
-Seminário Internacional "Balanço das políticas educacionais atuais" (Virtual) (com apresentações dos participantes do Grupo de Trabalho)
-Elaboração do questionário online para professores em exercício sobre transformação digital (a ser lançado em maio)
- Desenho da pesquisa internacional sobre políticas de transformação educacional nos sistemas escolares da Ibero-América" ​​Envolve
Março:
-Lançamento do projeto internacional de pesquisa sobre políticas de transformação educacional nos sistemas escolares ibero-americanos (março-julho). Dois membros do Grupo de Trabalho de cada país, além de convidados nacionais dos países onde o projeto será realizado. O Grupo de Trabalho completo (Estudos de Caso).
-I Seminário Internacional sobre Capitalismo Digital, organizado pela Universidade de Barcelona, ​​Catalunha/Espanha.
Abril:
-Reunião virtual de membros do GT + especialistas convidados para refletir sobre a Taxonomia Alternativa de pedagogias críticas para a programação de plataformas educacionais.
-Elaboração da pesquisa virtual para jovens sobre transformação digital (a ser lançada em setembro)
Maio:
-Lançamento e aplicação do questionário virtual para professores em exercício sobre transformação digital (Duração: um mês)
Junho:
- Formulação das bases para a publicação de artigos em um livro com revisão por pares sobre "Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas".
-Aberta a convocação de membros para o Grupo de Trabalho. Os artigos serão aceitos em novembro de 2023.
Julho:
-Elaboração de diretrizes para a convocatória do 1º Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, a ser realizado em dezembro de 2023 em Tolima, Colômbia (Híbrido)
Agosto:
- Ativação das redes sociais da GT
Setembro:
-Lançamento da pesquisa para jovens sobre a transformação digital na educação
Outubro:
-Preparativos para o Primeiro Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, em dezembro de 2023, na Colômbia (Híbrido)
Novembro:
-Preparativos para o Primeiro Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, em dezembro de 2023, em Tolima, Colômbia (Híbrido)
- Receber propostas de artigos para livros com revisão por pares. - Enviar artigos para revisão.
Dezembro:
-1º Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, em dezembro de 2023
- Conectar, convergir e construir um horizonte de trabalho compartilhado (pesquisa, educação, comunicação e organização acadêmica) dos e entre os membros do GT
-Formar pelo menos cinco equipes de pesquisa que trabalhem em subtemas do quadro geral de trabalho (capitalismo digital / políticas educacionais no século XXI / disputas sobre o conhecimento pedagógico / pedagogias críticas e mundo virtual-digital / privatização, mercantilização e desterritorialização da educação).
- Produzir pelo menos um projeto de pesquisa por ano por equipe de pesquisa. Integração reflexiva dos resultados.
- Realizar coleta de dados empíricos que permitam desafiar a teoria e produzir novos conhecimentos.
-Elaborar uma investigação anual cujo processo, implementação, processamento, análise e elaboração de conclusões envolvam todos os membros do GT (isto em adição às investigações parciais mencionadas no parágrafo anterior).
- Incentivar múltiplas formas de reflexão que contribuam para os processos de pesquisa realizados.
Conferências, seminários e fóruns devem servir para aprender sobre outros processos de pesquisa e dialogar com eles, a fim de fortalecer a própria pesquisa.
-Apresentar uma primeira versão de um quadro teórico-conceitual para a formulação de uma taxonomia de pedagogias críticas.
-Produção de pelo menos um livro por ano com os resultados de pesquisas em andamento.
-Produzir colaborativamente uma narrativa que explique de forma abrangente as características fundamentais do capitalismo digital na educação e sua expressão na última geração de políticas educacionais.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Objetivo geral: comunicar de forma permanente e sistemática os processos e resultados da pesquisa para sua validação acadêmico-social e promoção de novas pesquisas sobre capitalismo digital, políticas públicas na educação e pedagogias críticas.

Objetivo específico 1: desenvolver ferramentas editoriais, comunicação digital e presencial, fóruns, congressos e eventos para a troca de informações com pares sobre processos e resultados de pesquisa.

Objetivo específico 2: organizar processos de formação que permitam a divulgação dos resultados da investigação e motivem o desenvolvimento de investigação complementar.

Objetivo específico 3: comunicar os resultados da pesquisa em atividades coorganizadas com atores educacionais para fortalecer políticas públicas emancipatórias associadas à transformação digital.

Objetivo específico 4: construir mecanismos permanentes para o encontro com a academia e os sujeitos dos sistemas escolares.
Fevereiro:
-Lançamento do fórum virtual para debates quinzenais sobre "capitalismo, políticas educacionais e transformação digital" (através do canal Outras Vozes na Educação).
-Participação no curso de Pedagogia 2023. Havana, Cuba
Março:
-Lançamento dos Documentos de Trabalho (DT) mensais do Grupo de Trabalho (GT) (digitais), com artigos de cinco páginas escritos por membros e convidados do Grupo de Trabalho. Quatro artigos por DT.
Abril:
-Participação da GT como coorganizadora do Segundo Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação, a ser realizado no Panamá, com a participação de uma centena de sindicatos e associações de professores da região (presencial e virtual).
Maio:
-Realização da "Mesa Redonda Mundial sobre Taxonomia Crítica para Programação e Design de Plataformas Virtuais" com vinte especialistas no assunto de diferentes regiões do mundo.
Junho:
Curso Internacional sobre Think Tanks e Capitalismo Digital (Virtual) do México
Apresentação dos resultados da pesquisa virtual com professores em exercício sobre transformação digital.
Julho:
Seminário de treinamento sobre políticas educacionais neocoloniais do Banco Mundial, G20 e BID (Virtual) - Do Panamá
Agosto:
Diploma Internacional "Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas" (Híbrido) da Venezuela. Facilitado por membros do GT.
Setembro:
Participação como coorganizadores do Encontro Pedagógico Latino-Americano (Medellín, Colômbia) - Presencial
Outubro:
-Realização do Fórum Latino-Americano sobre Crianças, Jovens e o Mundo Digital-Virtual (Virtual) no Equador
Novembro:
-Implementação do "I Seminário Internacional Feminismos e problemas da transição digital" (Híbrido da Argentina)
Apresentação dos resultados da pesquisa com jovens sobre a transformação digital na educação.
Dezembro:
-Realização do 1º Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas 2023 em Tolima, Colômbia (Híbrido)
Realização do Fórum Intercontinental para avaliação do primeiro ano de atividades do Grupo de Trabalho. Evento virtual aberto ao público.
- Desenvolver fóruns, seminários, debates, encontros, conferências e publicações que contribuam para destacar os diversos temas de pesquisa associados à transformação digital dos sistemas escolares e universitários (2023-2030).

Nesse sentido, propõe-se o seguinte:
1. Desenvolver vinte fóruns virtuais sobre "capitalismo, políticas educacionais e transformação digital" que permitam disseminar o estado da arte sobre o tema.
- Publicar 11 documentos de trabalho da GT
- Garantir que pelo menos 10 membros do Grupo de Trabalho participem do segundo Congresso Mundial contra o neoliberalismo, apresentando seus estudos sobre transformação digital a partir de uma perspectiva crítica.
- Compilar um inventário de propostas de taxonomia alternativa relacionadas à transformação digital.
- Capacitar 20 pessoas em mecanismos de monitoramento e rastreamento para centros de pesquisa educacional.
- Realizar pesquisas que permitam uma avaliação empírica das percepções de professores em exercício, crianças e jovens em relação à transformação digital na educação.
- Atualização para 20 acadêmicos da região sobre as políticas educacionais do Banco Mundial, G20 e BID.
- Capacitar 25 estudantes de pós-graduação e pesquisadores da área da educação sobre os referenciais do capitalismo digital em políticas públicas educacionais.
- Ter uma presença ativa nos fóruns educacionais mais importantes que ocorrerão em 2023.
- Capacitar 25 ativistas sociais em perspectivas feministas sobre transformação digital.
- Criar uma plataforma anual de intercâmbio sobre pesquisas realizadas em diferentes locais relacionadas à transformação digital.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Objetivo geral: promover uma cultura de pesquisa como requisito para a formulação de políticas públicas educacionais libertadoras sobre transformação digital.

Objetivo específico 1: desenvolver uma ligação com organismos nacionais de ciência e tecnologia que elaborem agendas de pesquisa associadas a políticas públicas na área da educação, através de processos e resultados de pesquisa de interesse comum.

Objetivo específico 2: contribuir para o fortalecimento da cultura organizacional dos sindicatos de professores no que diz respeito à pesquisa como base para a formulação de políticas educacionais alternativas e contra-hegemônicas.

Objetivo específico 3: estabelecer canais de comunicação com as experiências de ciência comunitária para promover a incorporação de suas perspectivas na epistemologia da pesquisa a ser realizada e na responsabilidade social interterritorial.
Fevereiro - Junho:
-Solicitação e realização de reuniões de trabalho com o CONACYT (México), CONICET (Argentina), MINCIENCIAS (Colômbia), MPPCYT-FONACIT (Venezuela) e SENACYT (Panamá) para apresentação e coordenação do trabalho do GT.
Abril-Junho:
Reuniões com sindicatos de professores na América Latina e na Europa para estabelecer canais permanentes de comunicação de resultados e para consultas bilaterais. Esse esforço decorre do Grupo de Contato Internacional (GCI) organizado pela Other Voices in Education, que reúne cerca de cem sindicatos de professores e organizações profissionais.
-Elaboração de projetos relacionados à programação para obtenção de financiamento de órgãos nacionais de ciência e tecnologia, bem como de outras fontes internacionais.
Julho-dezembro:
-Submeter projetos de financiamento de 2024 a organismos científicos nacionais.
-Mapeamento de experiências de ciência cidadã na América Latina, nos países onde os membros do GT têm vida acadêmica.
- Formação de comissões de trabalho para cada uma dessas atividades

- Um encontro semestral com agências governamentais de ciência e pesquisa, bem como organizações não governamentais, sindicatos e instituições públicas, para destacar a responsabilidade social em questões de transformação social inclusiva e crítica.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Objetivo geral: desenvolver a complementaridade e a sinergia dos esforços de pesquisa, formação e comunicação realizados pelo GT com os realizados por outras redes científicas e instâncias de cooperação internacional.


Objetivo específico 1: garantir que a academia, as redes científicas e as agências de cooperação internacional estejam cientes do trabalho realizado pelo GT e estabeleçam canais de comunicação com ele.

Objetivo específico 1: Promover a colaboração com outras redes científicas e acadêmicas.


Objetivo específico 2: divulgar e vincular o trabalho do GT à pesquisa e aos trabalhos de pós-graduação realizados nas universidades dos membros do GT.

Objetivo específico 3: articular o trabalho do GT com as dinâmicas complementares desenvolvidas pelas agências de cooperação internacional.
Todo o ano:
Apresentação formal por carta do GT às autoridades universitárias, departamentos de pesquisa e pós-graduação das instituições às quais os membros do GT pertencem.
-Reunião e acordo de colaboração com a Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE).
-Estabelecer vínculo por meio de uma proposta de trabalho conjunta com a Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS).
Agosto - Dezembro:
- Reuniões introdutórias para explorar possibilidades de trabalho colaborativo com os escritórios nacionais das redes acadêmicas nos países membros do GT, bem como com agências do sistema das Nações Unidas, especialmente UNRISD, PNUD, UNESCO e UNICEF.
Formação de comissões de trabalho para cada uma dessas atividades.

- Estabelecer pelo menos dois projetos anuais cofinanciados e/ou promovidos por agências de cooperação internacional que estejam ligados a outras redes científicas.
- Partilhar a produção de conhecimento do GT com outras redes científicas regionais e globais.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Objetivo geral: Desenvolver pesquisa comparativa internacional que gere conhecimento sobre capitalismo digital, políticas educacionais e a perspectiva das pedagogias críticas a esse respeito.

Objetivo específico 1: aprofundar o conhecimento sobre o capitalismo digital na terceira década do século XXI.

Objetivo específico 2: especificar as políticas públicas nacionais sobre a transformação digital da educação, bem como suas semelhanças e diferenças continentais e internacionais.

Objetivo 3: Compreender a perspectiva dos principais atores e sujeitos sociais nos territórios dos membros da GT sobre a transformação digital na educação.

Objetivo 4: Determinar as principais perspectivas das pedagogias críticas sobre a transformação digital em geral e as questões investigadas pela GT em particular.
Janeiro:
Correção e edição de estilo de livros revisados ​​por pares.
-Compilação de artigos gratuitos
-Definir os tópicos de pesquisa para as 5 equipes do GT
Fevereiro:
- Realização do II Seminário Internacional "Balanço das políticas educacionais atuais" (Virtual) com apresentações de cada um dos membros do GT
-Elaboração do questionário virtual sobre formação de professores para o uso de ferramentas digitais (a ser lançado em maio)
Março:
-Lançamento do projeto internacional de pesquisa sobre as expectativas dos jovens na América Latina e a educação para a transformação digital (março-julho). Dois membros do Grupo de Trabalho de cada país, além de convidados nacionais. Participação de todo o Grupo de Trabalho.
- Realização do 2º Seminário Internacional sobre Capitalismo Digital. Do Chile.
Abril:
-Reunião para refletir e apresentar estudos sobre "Neurociência e virtualidade na perspectiva das pedagogias críticas"
- Elaboração do questionário virtual para a população afrodescendente e transformação digital (com lançamento previsto para setembro)
Maio:
-Lançamento da pesquisa virtual sobre formação de professores para o uso de ferramentas digitais (Duração de um mês)
Junho:
- Formulação de diretrizes para a publicação de artigos em um livro com revisão por pares sobre "Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas" (Volume II). - Chamada para membros do Grupo de Trabalho. Prazo para submissão de artigos: novembro de 2024.
Julho:
-Elaboração de diretrizes para a convocatória do II Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, a ser realizado em dezembro de 2024 na Cidade do Panamá, Panamá. (Híbrido)
Agosto:
- Reunião de balanço patrimonial e revisão do cronograma do GT. Ponto intermediário do GT.
Setembro:
-Lançamento da pesquisa sobre a população afrodescendente e a transformação digital.
Outubro:
-Preparativos para o Segundo Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital,
Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas" para dezembro de 2024 em Medellín, Colômbia (Híbrido). ---Elaboração de termos de referência para apresentação dos resultados da pesquisa
Novembro:
-Preparativos para o II Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, em dezembro de 2024, na Cidade do Panamá, Panamá (Híbrido)
-Receber propostas de artigos para o Volume II do livro com revisão por pares. Enviar artigos para revisão.
Dezembro: II Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, em dezembro de 2024, em Medellín, Colômbia (Híbrido)
- Conectar, convergir e construir um horizonte de trabalho compartilhado (pesquisa, educação, comunicação e organização acadêmica) dos e entre os membros do GT
- Produzir doze artigos revisados ​​por pares que relatem o estado da arte em relação ao capitalismo digital e às políticas educacionais.
-Compilar os melhores artigos dos membros do GT, antes de sua formação.
-Manter cinco equipes de pesquisa trabalhando em subtemas do quadro geral de trabalho do GT (capitalismo digital / políticas educacionais no século XXI / disputas sobre o conhecimento pedagógico / pedagogias críticas e mundo virtual-digital / privatização, mercantilização e desterritorialização da educação).
- Produzir pelo menos um projeto de pesquisa por ano por equipe de pesquisa. Integração reflexiva dos resultados.
- Realizar coleta de dados empíricos (duas pesquisas internacionais) que permitam desafiar a teoria e produzir novos conhecimentos.
-Elaborar uma investigação anual sobre políticas educacionais internacionais, em cujo processo, implementação, processamento, análise e geração de conclusões todos os membros do GT estejam envolvidos (isto em adição às investigações parciais mencionadas no parágrafo anterior).
- Desenvolver quatro espaços internacionais de reflexão que contribuam para os processos de pesquisa realizados.
Conferências, seminários e fóruns devem servir para aprender sobre outros processos de pesquisa e dialogar com eles, a fim de fortalecer a própria pesquisa.
-Apresentar uma primeira versão de um quadro teórico-conceitual para a formulação de uma taxonomia de pedagogias críticas resultante da sistematização da atividade de 2023.
-Produção de pelo menos um livro por ano com os resultados da pesquisa das 5 equipes de subtemas.
-Produzir colaborativamente uma narrativa que explique de forma abrangente as características fundamentais do capitalismo digital na educação e sua expressão na última geração de políticas educacionais.
-Elaborar um documento sobre as expectativas dos jovens na América Latina em relação à transformação digital.
-Elaborar um documento sobre neurociência e virtualidade educacional.
-Elaborar um documento sobre a população afrodescendente e a transformação digital.
- Compilar e publicar os artigos do 1º Congresso Mundial sobre capitalismo digital, políticas educacionais e pedagogias críticas.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Objetivo geral: comunicar de forma permanente e sistemática os processos e resultados da pesquisa para sua validação acadêmico-social e promoção de novas pesquisas sobre capitalismo digital, políticas públicas na educação e pedagogias críticas.

Objetivo específico 1: desenvolver ferramentas editoriais, comunicação digital e presencial, fóruns, congressos e eventos para a troca de informações com pares sobre processos e resultados de pesquisa.

Objetivo específico 2: organizar processos de formação que permitam a divulgação dos resultados da investigação e motivem o desenvolvimento de investigação complementar.

Objetivo específico 3: comunicar os resultados da pesquisa em atividades coorganizadas com atores educacionais para fortalecer políticas públicas emancipatórias associadas à transformação digital.

Objetivo específico 4: construir mecanismos permanentes para o encontro com a academia e os sujeitos dos sistemas escolares.
Fevereiro: Lançamento da segunda temporada do fórum de debates quinzenal sobre políticas educacionais e transformação digital (através do canal Other Voices in Education).
Participação na Universidade de Pedagogia 2024. Havana, Cuba
Março: Lançamento da segunda temporada dos "Documentos de Trabalho Mensais do GT" (digital), com artigos de membros e convidados.
Publicação do Volume I do Livro com Revisão por Pares
Abril: Co-organizadores do Terceiro Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação, a ser realizado em Ibagué, Tolima, Colômbia, com a participação de cem sindicatos e associações de professores da região. Presencial
Maio: Mesa Redonda Mundial sobre "Cérebro, Aprendizagem e Plataformas Virtuais" (Virtual)
Junho: Curso Internacional sobre Multilateralismo Educacional e Capitalismo Digital (Virtual) da Espanha
Apresentação dos resultados da pesquisa virtual sobre formação de professores e transformação digital - Julho: II Seminário de formação sobre políticas educacionais neocoloniais do Banco Mundial, G20 e BID (Virtual) - Do Panamá
Agosto: II Curso de Diploma Internacional "Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas" (Híbrido) da Venezuela
Setembro: Acampamento presencial de poesia e arte digital em Buenos Aires
Outubro: II Fórum Latino-Americano sobre Crianças, Jovens e o Mundo Digital-Virtual (Virtual) do Equador
Novembro: II Seminário Internacional "Feminismos e problemas da transição digital" (Híbrido, do Brasil)
Apresentação dos resultados da pesquisa com jovens sobre a transformação digital na educação.
Dezembro: Realização do 2º Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas em dezembro de 2024 (Híbrido) Fórum Intercontinental de
Desenvolver fóruns, seminários, debates, reuniões, conferências e publicações que contribuam para destacar os diversos temas de pesquisa associados à transformação digital dos sistemas escolares e universitários (2023-2030).

Nesse sentido, propõe-se o seguinte:
1. Desenvolver vinte fóruns virtuais sobre "capitalismo, políticas educacionais e transformação digital" que permitam disseminar o estado da arte sobre o tema.
-Publicar um livro com revisão por pares
- Publicar duas coletâneas com obras gratuitas dos membros da GT
- Publicar 11 documentos de trabalho da GT
- Garantir que pelo menos 10 membros do Grupo de Trabalho participem do segundo Congresso Mundial contra o neoliberalismo, apresentando seus estudos sobre transformação digital a partir de uma perspectiva crítica.
- Compilar um inventário de propostas de taxonomia alternativa relacionadas à transformação digital.
- Capacitar 20 pessoas em mecanismos de monitoramento e rastreamento para centros de pesquisa educacional.
- Divulgar os resultados de pesquisas que permitam uma avaliação empírica das percepções de professores em exercício, crianças e jovens em relação à transformação digital na educação.
- Atualização para 20 acadêmicos da região sobre as políticas educacionais do Banco Mundial, G20 e BID.
- Capacitar 25 estudantes de pós-graduação e pesquisadores da área da educação sobre os referenciais do capitalismo digital em políticas públicas educacionais.
- Ter uma presença ativa nos fóruns educacionais mais importantes que ocorrerão em 2023.
- Capacitar 25 ativistas sociais em perspectivas feministas sobre transformação digital.
- Criar uma plataforma anual de intercâmbio sobre pesquisas realizadas em diferentes locais relacionadas à transformação digital.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Objetivo geral: promover uma cultura de pesquisa como requisito para a formulação de políticas públicas educacionais libertadoras sobre transformação digital.

Objetivo específico 1: desenvolver uma ligação com organismos nacionais de ciência e tecnologia que elaborem agendas de pesquisa associadas a políticas públicas na área da educação, através de processos e resultados de pesquisa de interesse comum.

Objetivo específico 2: contribuir para o fortalecimento da cultura organizacional dos sindicatos de professores no que diz respeito à pesquisa como base para a formulação de políticas educacionais alternativas e contra-hegemônicas.

Objetivo específico 3: estabelecer canais de comunicação com as experiências de ciência comunitária para promover a incorporação de suas perspectivas na epistemologia da pesquisa a ser realizada e na responsabilidade social interterritorial.
Fevereiro - Março: Programação de um evento latino-americano e caribenho sobre Educação Digital e Formação de Professores com o patrocínio de algumas das organizações nacionais de Ciência e Tecnologia: CONICET (México), SENACYT (Argentina), COLCIENCIAS (Colômbia), MPPCYT-FONACIT (Venezuela), SENACYT (Panamá)
Abril-junho: Fórum com sindicatos de professores da América Latina e da Europa sobre transformação digital e condições de trabalho docente. Iniciativa fruto do Grupo de Contato Internacional (GCI) organizado pela Other Voices in Education, que reúne uma centena de sindicatos de professores e organizações profissionais.
Apresentação de projetos de pesquisa bienais relacionados à programação para obtenção de financiamento de órgãos nacionais de ciência e tecnologia, bem como de outras fontes internacionais.
Julho-dezembro: Encontro de experiências de ciência cidadã da América Latina sobre "Territórios e Virtualidade"
- Formação de comissões de trabalho para cada uma dessas atividades

- Um encontro semestral com agências governamentais de ciência e pesquisa, bem como organizações não governamentais, sindicatos e instituições públicas, para destacar a responsabilidade social em questões de transformação social inclusiva e crítica.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Objetivo geral: desenvolver a complementaridade e a sinergia dos esforços de pesquisa, formação e comunicação realizados pelo GT


Objetivo específico 1: garantir que a academia, as redes científicas e as agências de cooperação internacional estejam cientes do trabalho realizado pelo GT e estabeleçam canais de comunicação com ele.

Objetivo específico 1: Promover a colaboração com outras redes científicas e acadêmicas.


Objetivo específico 2: divulgar e vincular o trabalho do GT à pesquisa e aos trabalhos de pós-graduação realizados nas universidades dos membros do GT.

Objetivo específico 3: articular o trabalho do GT com as dinâmicas complementares desenvolvidas pelas agências de cooperação internacional.
Ao longo do ano: Articular o trabalho com a Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE) para coordenar esforços.
Estabelecer parcerias com a Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS), o Comitê Mundial para a Abolição da Dívida do Terceiro Mundo (CADTM) e o Instituto Internacional de Pesquisa Educacional (IIRE) da Holanda, para articular esforços e iniciativas.
Agosto a dezembro: Apresentação de propostas para trabalho conjunto com agências do sistema das Nações Unidas, especialmente UNRISD, PNUD, UNESCO e UNICEF.
Formação de comissões de trabalho para cada uma dessas atividades.

- Estabelecer pelo menos dois projetos anuais cofinanciados e/ou promovidos por agências de cooperação internacional que estejam ligados a outras redes científicas.
- Partilhar a produção de conhecimento do GT com outras redes científicas regionais e globais.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Objetivo geral: Desenvolver pesquisa comparativa internacional que gere conhecimento sobre capitalismo digital, políticas educacionais e a perspectiva das pedagogias críticas a esse respeito.

Objetivo específico 1: aprofundar o conhecimento sobre o capitalismo digital na terceira década do século XXI.

Objetivo específico 2: especificar as políticas públicas nacionais sobre a transformação digital da educação, bem como suas semelhanças e diferenças continentais e internacionais.

Objetivo 3: Compreender a perspectiva dos principais atores e sujeitos sociais nos territórios dos membros da GT sobre a transformação digital na educação.

Objetivo 4: Determinar as principais perspectivas das pedagogias críticas sobre a transformação digital em geral e as questões investigadas pela GT em particular.
Janeiro: Correção de estilo e edição do livro II, que passou por revisão por pares.
Fevereiro: III Seminário Internacional "Balanço das políticas educacionais atuais" (Virtual)
Desenho da pesquisa virtual sobre a percepção social da transformação digital na educação (a ser lançada em maio)
Março: Lançamento do projeto de pesquisa internacional sobre as expectativas das crianças na América Latina em relação à transformação digital (março-julho). Dois membros do Grupo de Trabalho de cada país, além de convidados.
Eles ficarão responsáveis ​​pelo trabalho em nível nacional.
III Seminário Internacional sobre Capitalismo Digital.
Abril: Encontro para refletir sobre currículo aberto em contextos de integração presencial-virtual sob a perspectiva das pedagogias críticas.
Elaboração do questionário online sobre transformação digital para professores aposentados (com lançamento previsto para setembro).
Maio: Lançamento da pesquisa online sobre formação de professores para o uso de ferramentas digitais (Duração de um mês)
Junho: Formulação de diretrizes para a publicação de artigos em um livro com revisão por pares sobre "Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas" (Volume II). Chamada para membros do Grupo de Trabalho. Prazo para submissão de artigos: novembro de 2024.
Julho: Elaboração de diretrizes para a convocatória do II Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, a ser realizado em dezembro de 2024 na Cidade do Panamá, Panamá. (Híbrido)
Agosto:
Setembro: Lançamento da pesquisa sobre a perspectiva de professores aposentados em relação à transformação digital da educação.
Outubro: Preparativos para o III Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, que acontecerá em dezembro de 2024 em Caracas, Venezuela (formato híbrido).
Novembro: Preparativos para o III Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, em dezembro de 2024, em Caracas, Venezuela (Híbrido)
Aceitação de propostas de artigos para o Volume III do livro com revisão por pares. Submissão de artigos para revisão.
Dezembro: III Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas, em dezembro de 2024, em Caracas, Venezuela (Híbrido)
- Correção de estilo, edição e envio do volume III do livro revisado por pares para publicação.
- Conectar, convergir e construir um horizonte de trabalho compartilhado (pesquisa, educação, comunicação e organização acadêmica) dos e entre os membros do GT
-Revisar, ajustar e revitalizar as cinco equipes de pesquisa que trabalham nos subtemas do quadro geral de trabalho (capitalismo digital / políticas educacionais no século XXI / disputas sobre o conhecimento pedagógico / pedagogias críticas e mundo virtual-digital / privatização, mercantilização e desterritorialização da educação).
- Produzir pelo menos um projeto de pesquisa por ano por equipe de pesquisa. Integração reflexiva dos resultados.
- Realizar coleta de dados empíricos para desafiar as teorias existentes e gerar novos conhecimentos. Serão realizadas duas pesquisas internacionais.
-Elaborar uma investigação anual cujo processo, implementação, processamento, análise e elaboração de conclusões envolvam todos os membros do GT (isto em adição às investigações parciais mencionadas no parágrafo anterior).
- Incentivar múltiplas formas de reflexão que contribuam para os processos de pesquisa realizados.
Conferências, seminários e fóruns devem servir para aprender sobre outros processos de pesquisa e dialogar com eles, a fim de fortalecer a própria pesquisa.
-Apresentar um documento de trabalho sobre as expectativas de crianças e adolescentes em relação à transformação digital.
Apresentar um documento de trabalho sobre formação de professores e transformação digital da educação.
- Elaborar um documento sobre currículo aberto e transformação digital.
-Produção de pelo menos um livro por ano com os resultados de pesquisas em andamento.
-Apresentar o documento trienal sobre narrativas que expliquem de forma abrangente as características fundamentais do capitalismo digital na educação e sua expressão na última geração de políticas educacionais.
- Compilar os artigos e resultados de pesquisa apresentados no III Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Objetivo geral: comunicar de forma permanente e sistemática os processos e resultados da pesquisa para sua validação acadêmico-social e promoção de novas pesquisas sobre capitalismo digital, políticas públicas na educação e pedagogias críticas.

Objetivo específico 1: desenvolver ferramentas editoriais, comunicação digital e presencial, fóruns, congressos e eventos para a troca de informações com pares sobre processos e resultados de pesquisa.

Objetivo específico 2: organizar processos de formação que permitam a divulgação dos resultados da investigação e motivem o desenvolvimento de investigação complementar.

Objetivo específico 3: comunicar os resultados da pesquisa em atividades coorganizadas com atores educacionais para fortalecer políticas públicas emancipatórias associadas à transformação digital.

Objetivo específico 4: construir mecanismos permanentes para o encontro com a academia e os sujeitos dos sistemas escolares.
Fevereiro: Lançamento da terceira temporada do fórum de debates quinzenal sobre políticas educacionais e transformação digital (através do canal Other Voices in Education).
Participação na Universidade 2025. Havana, Cuba
Março: Lançamento da terceira temporada dos "Documentos de Trabalho Mensais do GT" (digital), com artigos de membros e convidados.
Publicação do Volume II do Livro com Revisão por Pares
Abril: Co-organizadores do Quarto Congresso Mundial contra o Neoliberalismo na Educação, a ser realizado em Oaxaca, México, com a participação de cem sindicatos e associações de professores da região. Presencial
Maio: Mesa Redonda Mundial sobre "Libertação da Avaliação, Aprendizagem Digital e Plataformas Virtuais" (Virtual)
Junho: Curso Internacional sobre Reformas e Políticas Educacionais de Última Geração (Virtual) do Equador
Apresentação dos resultados da pesquisa virtual sobre a percepção social em relação à transformação digital, julho: III Seminário de capacitação sobre políticas educacionais neocoloniais do Banco Mundial, G20 e BID (Virtual), do Uruguai
Agosto: III Curso Internacional de Diploma "Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas" (Híbrido) do Chile
Setembro: Acampamento presencial e virtual sobre grafite e imaginários digitais em Assunção, Paraguai.
Outubro: III Fórum Latino-Americano sobre Crianças, Jovens e o Mundo Digital-Virtual (Virtual) De Barcelona, ​​Espanha
Novembro: III Seminário Internacional "Feminismos e problemas da transição digital" (Híbrido, de Michoacán, México)
Apresentação dos resultados da pesquisa com jovens sobre a transformação digital na educação.
Dezembro: Realização do III Congresso Mundial sobre Capitalismo Digital, Políticas Educacionais e Pedagogias Críticas em dezembro de 2025 (Híbrido); Fórum Intercontinental sobre Capitalismo Digital e revisão das atividades da GT.
- Desenvolver fóruns, seminários, debates, encontros, conferências e publicações que contribuam para destacar os diversos temas de pesquisa associados à transformação digital dos sistemas escolares e universitários (2023-2030).

Nesse sentido, propõe-se o seguinte:
1. Desenvolver vinte fóruns virtuais sobre "capitalismo, políticas educacionais e transformação digital" que permitam disseminar o estado da arte sobre o tema.
- Publicar 11 documentos de trabalho da GT
- Garantir que pelo menos 10 membros do Grupo de Trabalho participem do segundo Congresso Mundial contra o neoliberalismo, apresentando seus estudos sobre transformação digital a partir de uma perspectiva crítica.
- Compilar um inventário de propostas de taxonomia alternativa relacionadas à transformação digital.
- Capacitar 20 pessoas em mecanismos de monitoramento e rastreamento para centros de pesquisa educacional.
- Realizar pesquisas que permitam uma avaliação empírica das percepções de professores em exercício, crianças e jovens em relação à transformação digital na educação.
- Atualização para 20 acadêmicos da região sobre as políticas educacionais do Banco Mundial, G20 e BID.
- Capacitar 25 estudantes de pós-graduação e pesquisadores da área da educação sobre os referenciais do capitalismo digital em políticas públicas educacionais.
- Ter uma presença ativa nos fóruns educacionais mais importantes que ocorrerão em 2023.
- Capacitar 25 ativistas sociais em perspectivas feministas sobre transformação digital.
- Criar uma plataforma anual de intercâmbio sobre pesquisas realizadas em diferentes locais relacionadas à transformação digital.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Objetivo geral: promover uma cultura de pesquisa como requisito para a formulação de políticas públicas educacionais libertadoras sobre transformação digital.

Objetivo específico 1: desenvolver uma ligação com organismos nacionais de ciência e tecnologia que elaborem agendas de pesquisa associadas a políticas públicas na área da educação, através de processos e resultados de pesquisa de interesse comum.

Objetivo específico 2: contribuir para o fortalecimento da cultura organizacional dos sindicatos de professores no que diz respeito à pesquisa como base para a formulação de políticas educacionais alternativas e contra-hegemônicas.

Objetivo específico 3: estabelecer canais de comunicação com as experiências de ciência comunitária para promover a incorporação de suas perspectivas na epistemologia da pesquisa a ser realizada e na responsabilidade social interterritorial.
Fevereiro - Março: Programação de um evento latino-americano e caribenho sobre Educação Digital e Formação de Professores com o patrocínio de algumas das organizações nacionais de Ciência e Tecnologia: CONICET (México), SENACYT (Argentina), COLCIENCIAS (Colômbia), MPPCYT-FONACIT (Venezuela), SENACYT (Panamá)
Abril-junho: Fórum com sindicatos de professores da América Latina e da Europa sobre transformação digital e condições de trabalho docente. Iniciativa fruto do Grupo de Contato Internacional (GCI) organizado pela Other Voices in Education, que reúne uma centena de sindicatos de professores e organizações profissionais.
Apresentação de projetos de pesquisa bienais relacionados à programação para obtenção de financiamento de órgãos nacionais de ciência e tecnologia, bem como de outras fontes internacionais.
Julho-dezembro: Encontro de experiências de ciência cidadã da América Latina sobre "Territórios e Virtualidade"
- Formação de comissões de trabalho para cada uma dessas atividades

- Um encontro semestral com agências governamentais de ciência e pesquisa, bem como organizações não governamentais, sindicatos e instituições públicas, para destacar a responsabilidade social em questões de transformação social inclusiva e crítica.

- Criar uma mesa-redonda internacional permanente sobre responsabilidade social ibero-americana, composta por organizações científicas, redes acadêmicas, movimentos sociais, equipes de pesquisa, coletivos de ciência comunitária e representantes de estudantes, professores e famílias.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Objetivo geral: desenvolver a complementaridade e a sinergia dos esforços de pesquisa, formação e comunicação realizados pelo GT


Objetivo específico 1: garantir que a academia, as redes científicas e as agências de cooperação internacional estejam cientes do trabalho realizado pelo GT e estabeleçam canais de comunicação com ele.

Objetivo específico 1: Promover a colaboração com outras redes científicas e acadêmicas.


Objetivo específico 2: divulgar e vincular o trabalho do GT à pesquisa e aos trabalhos de pós-graduação realizados nas universidades dos membros do GT.

Objetivo específico 3: articular o trabalho do GT com as dinâmicas complementares desenvolvidas pelas agências de cooperação internacional.
Fevereiro - Março: O evento Latino-Americano e Caribenho sobre Educação Digital e Formação de Professores foi realizado, patrocinado por algumas das organizações nacionais de Ciência e Tecnologia CONICET (México), SENACYT (Argentina), COLCIENCIAS (Colômbia), MPPCYT-FONACIT (Venezuela), SENACYT (Panamá), e com a participação de redes científicas, instituições acadêmicas e organizações de cooperação internacional.
Abril-junho: II Fórum com sindicatos de professores da América Latina e da Europa sobre transformação digital e condições de trabalho docente. Uma iniciativa baseada no Grupo de Contato Internacional (GCI) organizado pela Other Voices in Education, que reúne uma centena de sindicatos de professores e organizações profissionais.
Desenvolvimento de projetos de pesquisa cofinanciados com a participação de outras redes científicas.
Julho-dezembro: Encontro de redes científicas sobre transformação educacional e capitalismo digital.
Formação de comissões de trabalho para cada uma dessas atividades.

- Estabelecer pelo menos dois projetos anuais cofinanciados e/ou promovidos por agências de cooperação internacional que estejam ligados a outras redes científicas.
- Partilhar a produção de conhecimento do GT com outras redes científicas regionais e globais.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 72
Marcela Browne
Campanha Argentina pelo Direito à Educação
Argentina
Maria De Los Ángeles Ferreira Ferreiro
Universidade Católica de Nossa Senhora da Assunção
Paraguai
Viviane Martins Vital Ferraz
Universidade Federal de Santa Maria,
Brasil
Rosane Carneiro Sarturi
Universidade Federal de Santa Maria
Brasil
Cádia Carolina Morosetti Ferreira
Universidade Federal de Santa Maria
Brasil
Luis Enrique Rodríguez Velazco
Vice-Reitoria para a Criação Intelectual e o Envolvimento Social
Universidade Nacional Experimental de Segurança
Venezuela
Maria Teresa Hernández Herrera
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Miguel Erasmo Zaldívar Carrillo
Centro de Estudos de Formação de Professores para a Autonomia Educacional Emancipatória e Baseada na Comunidade
México
Marinella B. Vargas Navarro
Centro de Estudos de Comunicação Social e Tecnologias Livres
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Maria De Lourdes Figueredo Burgos
Centro de Estudos Sociais e Culturais
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Alfonso Insuasty Rodríguez
Kavilando
Colômbia
Jordi Garcia
Universidade de Barcelona
Espanha
Maria Del Carmen Lopez Vasquez
Centro de Estudos de Formação de Professores para a Autonomia Educacional Emancipatória e Baseada na Comunidade
México
Rosa María Massón Cruz
Centro de Estudos para o Aperfeiçoamento do Ensino Superior
Universidade de Havana
Cuba
Licínio C. Lima
Universidade do Minho
Portugal
Antônio Carlos Minussi Righes
Universidade Federal de Santa Maria
Selene Kareli Zepeda Pioquinto
Comissão Nacional para o Aperfeiçoamento Contínuo da Educação (Mejoredu)
México
Noelia Vanina Verdún
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Azael Carrera
Centro de Estudos Latino-Americanos "Justo Arosemena"
Panamá
Silvina Cuello
ENDyEP - IES N° 1
Argentina
Rose Mary Hernandez
Centro Internacional de Pesquisa "Outras Vozes na Educação"
Observatório de Reformas Educacionais e Políticas Docentes (OIREPOD) do IESALC UNESCO
Venezuela
Daniel Llanos Erazo
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Enrique Elorza
Faculdade de Ciências Econômicas, Jurídicas e Sociais. Universidade Nacional de San Luis
Argentina
Estefani Baptistella
Universidade Federal de Santa Maria
Brasil
Luz Palomino Mayorga
Centro Internacional de Pesquisa "Outras Vozes na Educação"
Observatório de Reformas Educacionais e Políticas Docentes (OIREPOD) do IESALC UNESCO
Venezuela
Fermín Carreño Meléndez
Centro Internacional de Pesquisa "Outras Vozes na Educação"
Observatório de Reformas Educacionais e Políticas Docentes (OIREPOD) do IESALC UNESCO
Venezuela
Franklin Américo Canaza Choque
Universidade Nacional de San Agustín de Arequipa [UNSA]
Peru
Maria De La Luz Arriaga Lemus
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Ekaitz Cancela
Instituto da Fundação para a República e a Democracia.
Espanha
Lluís Parcerisa
Universidade de Barcelona
Espanha
Brumo Baronnet
Instituto de Pesquisa Histórica e Social
Universidad Veracruzana
México
María José Rodríguez Rejas
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Peter McLaren
Universidade Chapman
Estados Unidos
Daniel Alberto Libreros Caicedo
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Silvia Redon
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso – PUCV
Chile
Pedro Manuel Rodríguez Rojas
Universidade Central do Chile
Chile
Sofia Viseu
Universidade de lisboa
Portugal
Lev Moujahid Velázquez Barriga
Centro Internacional de Pensamiento Crítico Eduardo del Rio (Rius) - Unidad 162, Zamora
Universidade Pedagógica Nacional
México
Lev Moujahid Velázquez Barriga
Centro Internacional de Pensamiento Crítico Eduardo del Rio (Rius) - Unidad 162, Zamora
Universidade Pedagógica Nacional
México
Pablo Martinis López
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Luís Bonilla-Molina [Coordenador]
Centro Internacional de Pesquisa "Outras Vozes na Educação"
Observatório de Reformas Educacionais e Políticas Docentes (OIREPOD) do IESALC UNESCO
Venezuela
Estela Gramajo Olivera
Centro Regional de Formação de Professores do Sul
Uruguai
Ketlin Elis Perske
Universidade Federal de Santa Maria
Brasil
Marisa Bolaña [Coordenador]
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Francis Rivas Roa
Instituto de Estudos Científicos e Tecnológicos
Universidade Nacional Experimental Simón Rodríguez
Venezuela
Geo Saura [Coordenador]
Instituto da Fundação para a República e a Democracia.
Espanha
Enric Prats
Universidade de Barcelona
Espanha
Mauro Rafael Jarquín Ramírez
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Marcos Raúl Mejía Jiménez
Fundação Planeta Paz / Equipe Pedagógica "De Baixo" / Expedição Pedagógica
Colômbia
Aquiles José Medina Marin
Centro de Estudos em Educação Emancipatória e Pedagogia Crítica de Sucre
UNIVERSIDADE BOLIVARIANA DA VENEZUELA
Venezuela
Teresa Adrião
Faculdade de Educação. Universidade Estadual de Campinas /UNICAMP
Faculdade de Educação
Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP
Brasil
Eduardo Augusto López Ramírez
Vice-Reitoria de Ensino, Universidade de Tolima
Colômbia
Arlete Ramos Dos Santos
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
Brasil
Lourdes Catalina Velásquez De Urbáez
Centro Internacional de Pesquisa "Outras Vozes na Educação"
Observatório de Reformas Educacionais e Políticas Docentes (OIREPOD) do IESALC UNESCO
Venezuela
César José Valdovinos Reyes
Centro Internacional de Pensamiento Crítico Eduardo del Rio (Rius) - Unidad 162, Zamora
Universidade Pedagógica Nacional
México
Edison Eduardo Villa
Kavilando
Colômbia
Lezymagyoly Vargas Flores
Centro de Estudos de Economia Política
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Aileen Azucena Salazar Jasso
Universidade Autônoma de Tamaulipas
México
Carla Fardella
Universidade Andrés Bello.
Chile
Eréndira Romero García
Centro de Estudos de Formação de Professores para a Autonomia Educacional Emancipatória e Baseada na Comunidade
México
Maria Ester Basualdo
ENDyEP
Argentina
Abdiel Rodríguez Reyes
Centro de Estudos Latino-Americanos "Justo Arosemena"
Panamá
Leandra Bôer Possa
Universidade Federal de Santa Maria
Brasil
Rubén Reinoso Ratjes
Centro UNEXCA para Pesquisa e Estudos Avançados
Universidade Experimental Nacional da Grande Caracas
Venezuela
Sofia Guadalupe Corral Soto
Universidade Autônoma de Ciudad Juárez
México
Maruja Romero Yépez
Fórum Venezuelano pelo Direito à Educação
Venezuela
Edwin Vicente Carvajal Franco
Centro Internacional de Pesquisa "Outras Vozes na Educação"
Observatório de Reformas Educacionais e Políticas Docentes (OIREPOD) do IESALC UNESCO
Venezuela
Enrique-Javier Díez-Gutiérrez
Instituto da Fundação para a República e a Democracia.
Espanha
Ana Lucia Da Luz Mazzardo
Universidade Federal de Santa Maria
Brasil
Cecília Erostegui
Centro de Pesquisa Social da Vice-Presidência
Bolívia
Laura García Tuñón
ENDyEP
Argentina
Juliana Vaz Paiva
Universidade Federal de Santa Maria
Brasil