Área temática: Democracia, Direitos Humanos e Paz

Grupo de trabalhoTerritorialidades, espiritualidades e corpos

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Territorialidades, espiritualidades e corpos
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Claudia Luz Piedrahita Echandía
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Os contextos latino-americano e global sofreram diversas transformações em decorrência das consequências da pandemia e da gama de problemas que emergiram em meio ao cenário contraditório e inquietante do presente. O surgimento de novos conflitos no cenário global, a crise energética mundial, os problemas ambientais e a evidente fragilidade da vida humana, juntamente com a natureza multidimensional das dificuldades que persistiram antes e durante a pandemia, apontam para um presente em que, além da esperança de transformação das realidades sociais latino-americanas e caribenhas, há também a necessidade de reafirmar a paz a partir desses territórios e dentro deles, de despertar uma espiritualidade que abarque novas formas de ser para além do modelo antropocêntrico e de moldar novas encarnações que configurem modos alternativos de viver, onde diversas formas de conhecimento convergem em um mundo pluralista como o nosso.

Nesse contexto, é essencial reconhecer, na interação entre territorialidades, espiritualidades e corpos, três dimensões fundamentais para a compreensão da natureza inquietante do presente: a relação entre paz e territorialização, a conexão entre o corpóreo e o molecular, e a interação entre espiritualidade e a construção de modos de vida. Isso porque, em meio à natureza multidimensional das crises que afetam a América Latina — como a insegurança alimentar, a necessidade de configurar formas alternativas de existência e a presença de diversos saberes emergindo dos territórios e das lutas travadas por vários movimentos sociais em seus esforços micropolíticos — torna-se necessário repensar como, a partir da perspectiva do corpo, da espiritualidade e das territorialidades, é possível conceber não apenas formas alternativas de resistência, mas também as complexas conexões entre pesquisa, academia, movimentos sociais e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à construção de sociedades solidárias mediadas pelo afeto e pelo pensamento crítico.

A pandemia, como ficou evidente durante o triênio 2019-2022 e documentado no projeto de macro-pesquisa *Memórias de uma Pandemia*, configurou-se tanto como uma problematização que exigiu referenciais críticos para a invenção de novos conceitos e, sobretudo, para o engajamento direto com o cotidiano dos indivíduos em suas comunidades, quanto como um evento cujos efeitos e consequências não se encerraram com o fim dos lockdowns, mas deixaram um rastro de problematizações que devem ser exploradas com maior profundidade para dar conta da natureza problemática do presente. Assim, em questões como corporeidade, o molecular e sua transposição para o universo dos dados, e a compreensão da existência em um nível informacional-algorítmico-biológico… A genética, embora permanecendo conectada ao sociocultural, tornou-se visível como parte de um panorama no qual a vida contemporânea se tece, inclusive em relações de poder, em meio a espaços microscópicos que demandam novas perspectivas, ficcionalizações metodológicas e abordagens críticas capazes de confrontar uma biopolítica entrelaçada com esquemas informacionais e a ordem das moléculas. Entretanto, no âmbito das territorialidades, a pandemia revelou a existência de novos territórios e, com o surgimento de crises energéticas e ambientais, um cenário em que novas lutas se iniciam em torno de questões como a soberania alimentar, a posse da terra e a configuração das territorializações da paz no contexto dos conflitos que emergiram durante as conjunturas do último ano. No âmbito das espiritualidades, dadas as crises pós-pandemia, a convergência de saberes e compromissos com diferentes modos de vida permitiu a configuração de diversas possibilidades de organização da vida como força criativa, um contínuo entre natureza, cultura e abertura ao afirmativo e ao poder dos afetos.

Nesse cenário, marcado, como já mencionado, por novos conflitos, mas também pela esperança de mudança refletida na crescente força de coletivos, movimentos sociais e novas consciências que emergiram em meio à pandemia, surge um elemento fundamental, tornando-se um eixo central para estabelecer as conexões necessárias na relação entre territórios, espiritualidades e corpos, a fim de engajar-se criticamente com o presente. Esse elemento é a questão do cuidado que, para além das dimensões conceituais em que tradicionalmente tem sido enquadrada, assume novas possibilidades. Ela se situa tanto no âmbito da questão do cuidado para aqueles que cuidam e do próprio ato de cuidar, quanto nas formas como o cuidado se integra a territórios, espiritualidades e corpos, permitindo-nos estabelecer relações e interseções entre três elementos que constituem a natureza contraditória do presente.

Em primeiro lugar, no que diz respeito à relação entre o corpo e o molecular, diretamente associada às corporeidades emergentes do presente e que se tornaram visíveis com a pandemia, o cuidado torna-se um elemento fundamental. Isso porque implica entrar em diálogo com questões como o "eu" e a relação com o cuidado com o outro, compreendendo que o corpo hoje não é mais considerado apenas em uma dimensão biológica e mecânica, mas sim em uma natureza molecular, em termos de código. Assim, o cuidado revela-se como o elemento que nos permite confrontar as potenciais formas de governança que surgem com uma biopolítica escrita diretamente nos códigos da vida e que, como a pandemia revelou, exigem um pensamento crítico em termos de convergência, capaz de integrar o médico, o tecnológico, o econômico, o social e, em geral, todas as dimensões em que reside o poder dos corpos e sua capacidade de ser também o ponto de partida para possíveis resistências em tempos moleculares.

Em segundo lugar, no que diz respeito à territorialidade, o presente revela um conjunto de condições que exigem a revisão das implicações do território e de conceitos como territorialização, enquanto pontos de partida para o estabelecimento de transformações sociais a partir da construção de territórios de paz. Esses territórios devem fomentar o diálogo entre diferentes formas de conhecimento e um compromisso com territorializações onde a diversidade e a micropolítica convergem. Assim, a tarefa do cuidado consiste precisamente em consolidar as condições para expandir e sustentar o valor das ideias que emergiram nas ruas, ideias que transformam o território, mesmo em sua dimensão simbólica, em um espaço de cuidado, um espaço para a defesa da terra e um espaço para a expansão da relação entre justiça, memória e paz.

Finalmente, no caso das espiritualidades, que são absolutamente necessárias para estabelecer novos modos de vida, o cuidado levanta a possibilidade de criar outras formas de existência que envolvam o questionamento de novas encarnações e definições de vida, sobre as quais é possível estabelecer as bases de políticas públicas em que o teto espiritual é precisamente a afirmação da existência e a configuração desse horizonte comum em que o conhecimento e os modos de vida convergem e se cruzam para reafirmar a existência como um campo de possibilidade em meio às crises multidimensionais da era pós-pandemia e à emergência das conjunturas que surgem no presente.

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3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

Analisar as problematizações do presente, que emergem em meio às crises atuais, torna-se um objetivo primordial do trabalho promovido pelo Grupo de Trabalho, em consonância com as perspectivas conceituais vinculadas à configuração de uma posição de convergência crítica (Piedrahita, 2021), para além das fronteiras disciplinares, onde a academia dialoga com o mundo social em um processo aberto a diversas formas de saber. Esse exercício crítico, por sua vez, possibilita a configuração de relações complexas com a esfera dos processos de gestão de políticas públicas, de modo que, em meio às transformações decorrentes das diversas lutas sociais na América Latina, se torne possível uma relação direta entre a academia e a configuração de políticas públicas, imbuída de uma espiritualidade diferenciada, novas territorializações possíveis e uma necessária perspectiva sobre a transformação de corpos e subjetividades diante das crises inerentes à pandemia.

O contexto da pandemia foi objeto de inúmeras reflexões e posicionamentos críticos ao longo de seu desenvolvimento e nas diferentes fases que se seguiram à declaração de confinamentos globais em 2020 (Agamben, Han, Zizek, 2020; De Sousa Santos, 2020). Na sequência desse cenário, que afetou todas as dimensões das esferas social, econômica, política e cultural, novos problemas emergem, juntamente com as características do que se convencionou chamar de era pós-pandemia. Esses problemas estão ligados ao conjunto de mudanças ocorridas tanto antes quanto durante a pandemia. É o caso da complexa interação entre sujeitos e tecnologias (que modifica a noção de corporeidade em uma ordem molecular e algorítmica), da reconfiguração das territorialidades (onde possíveis reterritorializações emergem da paz) e do surgimento da necessidade de consolidar diferentes modos de vida, com uma espiritualidade alternativa às governamentalidades que organizam a vida sob lógicas de mercado e não na perspectiva da existência como vida, com todo o seu poder e seu constante devir.

Neste contexto, em que surgem novas condições de biopolítica (Rose, 2012), mas também outras dimensões do político a partir da perspectiva afirmativa (Braidotti, 2018), configurando um cenário paradoxal e de crise, presente mesmo antes da pandemia e reforçado pelas consequências deixadas pelo próprio evento pandêmico, torna-se necessário, entre outras tarefas, promover os processos de diálogo e reconhecimento de diversos saberes e formas de conhecimento por meio da consolidação de processos de convergência crítica que permitam a construção de interações complexas entre diversos modos de saber, conduzindo à superação das fronteiras disciplinares e possibilitando a interação entre múltiplos campos como resposta à complexidade das problematizações contemporâneas. Tudo isso sem negligenciar o fato de que, para enfrentar esses desafios, o papel de uma questão como o cuidado é fundamental, o qual não só teve um lugar importante durante a pandemia, mas que, atualmente, implica a necessária tarefa de pensar outras dimensões do que representa o ato de cuidar e as questões que se revelam não apenas sobre quem recebe o cuidado, mas também sobre quem cuida e, por sua vez, sobre as maneiras pelas quais o cuidado pode servir como elemento de convergência para analisar os processos que ocorrem nos corpos, territórios e espiritualidades.

Ora, embora possa parecer um desenvolvimento recente, a questão do cuidado com os cuidadores é tão antiga quanto o próprio surgimento histórico do conceito. Em outras palavras, a compreensão dos problemas éticos e políticos inerentes ao cuidado inevitavelmente levou à questão do cuidado com o cuidador. Contudo, a evolução histórica da relação entre cuidar dos outros e cuidar do cuidador também envolve as diversas modificações pelas quais a ideia de "si" passou, visto que a relação entre cuidado e autocuidado, que mais tarde daria origem às preocupações obsessivas do nosso presente, só emergiu há algumas décadas. Isso significa que o cuidado com o cuidador nem sempre foi concebido como "autocuidado", porque a noção de "si", apesar de suas origens na filosofia grega antiga, adquire seu significado a partir de debates ontológicos modernos, à medida que o conceito de "ser que sou" se configura como uma unidade percebida pela consciência e como uma condição para se relacionar com o mundo e com os outros (Foucault, 2002; Ricoeur, 2003). Outra forma de dizer isso é que a questão do cuidado com os cuidadores envolve elementos ontológicos, éticos e políticos derivados do desenvolvimento histórico da noção de "sujeito", de "si mesmo", que, por sua vez, são acompanhados por preocupações específicas com o cuidado que assume a forma de higiene, controle populacional ou, em nossa época, prevenção de contágio, mas também de florescimento e realização vital. Seria então possível explicar a relação cuidado/autocuidado analisando as ações e práticas realizadas sobre si mesmos por aqueles que assumem responsabilidades de cuidar de outros.

A proposta da GT reconhece, portanto, as relações que emergem ao considerar o cuidado e o autocuidado como um conjunto de práticas que os sujeitos realizam sobre si mesmos, que entenderemos aqui como "prática reflexiva" (Foucault, 2003), seja por meio de seu próprio esforço ético ou moldadas por técnicas governamentais, que chamaremos de "governamentalidade". Esse movimento dual, reflexivo e governamental, seria passível de uma análise histórica que tornasse visível sua configuração, a fim de estabelecer as possibilidades de modificar o contexto em que operam, exercício que entenderemos nesta pesquisa como "uma crítica do imaginário do cuidado". Na medida em que um exercício crítico consiste em tornar inteligíveis o presente e o contexto em que a problematização emerge, esse modo de saber acaba sendo uma variável estratégica nas lutas subjetivas e em suas articulações com o controle de dispositivos ou modalidades governamentais: "a crítica é o movimento pelo qual o sujeito reivindica o direito de questionar a verdade sobre seus efeitos de poder e o poder sobre seus discursos de verdade" (Foucault, 2018, p. 52). Essa crítica permitiria aos cuidadores questionar suas práticas reflexivas na interação cuidado-autocuidado, o papel que desempenham nelas em termos de gestão de pessoas e populações, os limites e o alcance que foram construídos em torno do imaginário do cuidado e as possibilidades de modificação e transformação subjetivas e contextuais.

Nesse sentido, na interação entre cuidado e corporeidade, o corpo é compreendido como um espaço de possibilidade em termos de seu potencial, de modo que, em sua natureza textual e molecular, o corpo vivencia o autocuidado e o cuidado com o outro como resistência às corporeidades produzidas pelo design e programação algorítmicos. Enquanto isso, na relação entre cuidado e territorialidades, a abordagem conceitual se vincula às lutas que emergiram nos e a partir dos territórios em defesa e busca da paz, baseadas em princípios de justiça, solidariedade e outras formas de compreender a vida, de modo que o cuidado se torna o eixo de conexão e sustentabilidade na construção de territorializações da paz. E, finalmente, na interação entre cuidado e espiritualidade, em relação às novas modalidades governamentais características do presente, o cuidado emerge como uma possibilidade de construção de estruturas espirituais vinculadas à possibilidade de criação de novas formas de viver em conexão com diálogos de conhecimento, a disseminação do pensamento crítico e a configuração de uma lógica da multiplicidade que se multiplica.

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4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Consolidar a articulação entre os processos desenvolvidos no âmbito da pesquisa, nas ações de projeção social in situ e na promoção e construção de políticas públicas, tanto nos países participantes da GT quanto em nível internacional, que permitam tornar visíveis os vínculos entre a academia e a construção de políticas baseadas na incorporação do conhecimento resultante da pesquisa e seu diálogo com as comunidades e organizações sociais.
Realização de sessões de análise sobre a articulação entre cuidado, territorializações da paz e a série conceitual territorialidades – espiritualidades – corpos.
Abordagem conjunta para um projeto de pesquisa macro com ênfase no cuidado.
Elaboração de documentos reflexivos sobre as relações entre cuidado e políticas públicas no contexto das territorialidades, espiritualidades e corpos.
3 reuniões gerais do GT e 3 reuniões (sessões de reflexão) realizadas em cada centro e/ou país membro.
Formulado um macroprojeto, com a possibilidade de desenvolvimento de pelo menos um projeto proposto por país vinculado à GT e associado ao macroprojeto.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Desenvolver processos de disseminação e compartilhamento de conhecimento em diferentes mídias e formatos que possibilitem o acesso aberto à pesquisa, aos diálogos de conhecimento e aos processos realizados no âmbito da pesquisa e no trabalho com comunidades e organizações sociais, permitindo tanto o acesso aberto ao conhecimento produzido quanto a participação de diversos atores na construção dessas produções, dando origem ao uso de diferentes formatos e à apropriação do conhecimento produzido em áreas relacionadas à gestão de políticas públicas, organização social e sistemas educacionais.
Realização de um evento internacional cujo tema central é o cuidado e a territorialização da paz no âmbito da relação entre territorialidades, espiritualidades e corpos.
Realização de um seminário dedicado aos temas do cuidado, territorializações da paz, movimento social e políticas públicas.
Produção de um podcast com 20 episódios abordando o equilíbrio em relação à questão do cuidado.
Produção de uma síntese em vídeo dos elementos de conexão identificados entre cuidado, territorializações da paz e a série conceitual territorialidades – espiritualidades – corpos.
Um livro dedicado à relação entre cuidado, territorializações da paz e políticas públicas na relação territorialidades – espiritualidades – corpos.
1 evento internacional realizado.
1 seminário de 5 sessões concluído.
Um podcast com 20 episódios produzidos.
Um vídeo resumo com duração máxima de 10 minutos.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Estabelecer relações com diferentes organizações não governamentais, movimentos sociais e gestores ou responsáveis ​​por políticas públicas focadas em processos de cuidado em relação às territorialidades, corporeidade e espiritualidades.
Estabelecer contatos com organizações sociais e gestores de políticas públicas para acordar uma agenda de trabalho e conhecer os aspectos centrais em que podem ser feitas conexões com os temas do cuidado e das territorializações da paz na série conceitual territorialidades – espiritualidades – corpos.
Desenvolva um plano de trabalho e/ou cronograma de reuniões em conjunto com os contatos realizados para delinear um processo de interação com o GT.
1 diretório de contatos consolidado por país.
1 plano de trabalho e/ou cronograma de reuniões com contatos em movimentos sociais e/ou gestores de políticas públicas por país.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Consolidar e desenvolver processos de integração e construção de comunidades acadêmicas que permitam a estruturação de redes de pesquisa em níveis regional e internacional, conduzindo à consolidação de ações de projeção social e influência em políticas públicas relacionadas ao cuidado, à centralidade da vida, à consolidação de territorializações da paz e à formação de processos de diálogo do conhecimento no âmbito das relações entre cuidado e territorialidades, espiritualidades e corpos.
Estabelecer relações com redes internacionais, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas na esfera europeia.
Organização de planos de trabalho e/ou reuniões com redes internacionais, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas na esfera europeia.
1 diretório de redes internacionais, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas na esfera europeia consolidada.
1. Plano de trabalho e/ou cronograma de reuniões com redes internacionais, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas na esfera europeia.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Desenvolver processos de pesquisa e formação em nível regional e comparativo, promovendo simultaneamente a construção de novas abordagens e apostas metodológicas e críticas sobre as problematizações do presente no âmbito latino-americano, bem como a centralidade de temas como o cuidado e suas múltiplas dimensões associadas ao corpo, territorializações e espiritualidades, ampliando sua compreensão para conexões complexas com questões da ligação entre as sociedades latino-americanas e caribenhas e a agenda global sobre temas como a afirmação da vida e da paz.
Execução e desenvolvimento do macroprojeto proposto e dos processos associados.
Elaboração de artigos referentes ao progresso alcançado durante o ano do processo de pesquisa.
Desenvolvimento de um seminário de formação doutoral sobre os temas do cuidado e da construção de territorializações da paz em relação às territorialidades, espiritualidades e corpos.
Desenvolvimento de sessões GT para monitorar o desenvolvimento do macroprojeto.
1 relatório do macroprojeto e projetos associados (pelo menos 1 por país ou centro membro)
1 artigo publicável preparado em relação ao macroprojeto e a cada projeto associado.
1 seminário de formação doutoral com 8 sessões sobre os temas do cuidado e da construção de territorializações da paz em relação às territorialidades, espiritualidades e corpos.
2 sessões de reunião do GT realizadas durante o ano em diferentes países.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Desenvolver processos de disseminação e compartilhamento de conhecimento em diferentes mídias e formatos que possibilitem o acesso aberto à pesquisa, aos diálogos de conhecimento e aos processos realizados no âmbito da pesquisa e no trabalho com comunidades e organizações sociais, permitindo tanto o acesso aberto ao conhecimento produzido quanto a participação de diversos atores na construção dessas produções, dando origem ao uso de diferentes formatos e à apropriação do conhecimento produzido em áreas relacionadas à gestão de políticas públicas, organização social e sistemas educacionais.
Preparação de três livros dedicados aos avanços iniciais do macroprojeto nos eixos centrais da série conceitual em relação ao cuidado: territorialidades, espiritualidades e corpos.
Celebração de um evento internacional com o tema do cuidado e territorializações da paz como elementos do desenvolvimento do pensamento crítico.
Elaboração de um vídeo-resumo dos processos realizados no desenvolvimento da pesquisa em andamento, no âmbito do macroprojeto formulado.
Produção de um podcast com 20 episódios dedicados ao macroprojeto e seus projetos associados.
3 livros produzidos
1 evento internacional realizado
Um podcast com 20 episódios produzidos.
Um vídeo resumo com duração máxima de 10 minutos.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Estabelecer relações com diferentes organizações não governamentais, movimentos sociais e gestores ou responsáveis ​​por políticas públicas focadas em processos de cuidado em relação às territorialidades, corporeidade e espiritualidades.
Realização de sessões de trabalho com organizações não governamentais, movimentos sociais e gestores responsáveis ​​por políticas públicas.
Cada país ou centro membro realiza 3 sessões de trabalho por ano.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Consolidar e desenvolver processos de integração e construção de comunidades acadêmicas que permitam a estruturação de redes de pesquisa em níveis regional e internacional, conduzindo à consolidação de ações de projeção social e influência em políticas públicas relacionadas ao cuidado, à centralidade da vida, à consolidação de territorializações da paz e à formação de processos de diálogo do conhecimento no âmbito das relações entre cuidado e territorialidades, espiritualidades e corpos.
Realizar uma série de sessões de trabalho com redes, agências de cooperação ou instituições acadêmicas para estabelecer possíveis conexões e relações com a GT.
Foram realizadas 5 sessões conjuntas.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Produzir conhecimento no campo dos Estudos Sociais, especificamente por meio de pesquisa social crítica com ênfase no cuidado e sua relação direta com os processos de construção de territorialidades, as complexas conexões com as espiritualidades e as dimensões da exploração corporal como elementos analíticos fundamentais para abordar problemas atuais no contexto latino-americano.
Realizar o processo de balanceamento e consolidação das conclusões com base no processo realizado no âmbito do macroprojeto e projetos associados.
Desenvolver duas reuniões GT para a socialização e avaliação dos processos realizados no macroprojeto e projetos associados.
Realizar um seminário internacional dedicado aos temas abordados pelo Grupo de Trabalho e às conclusões à luz dos projetos realizados.
Sistematizar os processos de investigação e as conclusões encontradas no desenvolvimento do macroprojeto e dos projetos associados.
1. Relatório final dos processos realizados no âmbito do macroprojeto e dos projetos associados.
2 reuniões GT realizadas
Realizado 1 seminário internacional com 5 sessões.
1 artigo publicável preparado para o macroprojeto e projetos associados.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Desenvolver processos de disseminação e compartilhamento de conhecimento em diferentes mídias e formatos que possibilitem o acesso aberto à pesquisa, aos diálogos de conhecimento e aos processos realizados no âmbito da pesquisa e no trabalho com comunidades e organizações sociais, permitindo tanto o acesso aberto ao conhecimento produzido quanto a participação de diversos atores na construção dessas produções, dando origem ao uso de diferentes formatos e à apropriação do conhecimento produzido em áreas relacionadas à gestão de políticas públicas, organização social e sistemas educacionais.
Produzir 2 livros relacionados aos eixos integradores da série conceitual territorialidades – espiritualidades – corpos: cuidado e territorializações da paz
Realização de um evento internacional (III) dedicado ao tema do cuidado e territorializações da paz como elementos do desenvolvimento do pensamento crítico.
Elaboração de um vídeo que sintetize as descobertas e conclusões obtidas com o desenvolvimento da pesquisa em andamento no âmbito do macroprojeto formulado.
Produção de um podcast com 20 episódios dedicados às descobertas e conclusões do macroprojeto e seus projetos associados.
2 livros publicados
1 evento realizado
Um podcast com 20 episódios produzidos.
Um vídeo resumo com duração máxima de 10 minutos.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Estabelecer relações com diferentes organizações não governamentais, movimentos sociais e gestores ou responsáveis ​​por políticas públicas focadas em processos de cuidado em relação às territorialidades, corporeidade e espiritualidades.
Realização de um evento internacional com a participação de organizações não governamentais, movimentos sociais e gestores ou funcionários de políticas públicas.
Elaboração de propostas de possíveis aplicações de políticas públicas com base nos resultados da pesquisa macro e contato com organizações não governamentais e movimentos sociais.
1 evento internacional realizado
1 minuta de documento para aplicação em políticas públicas dos processos realizados no macroprojeto e dos grupos de trabalho formados no segundo ano, para cada país.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Consolidar e desenvolver processos de integração e construção de comunidades acadêmicas que permitam a estruturação de redes de pesquisa em níveis regional e internacional, conduzindo à consolidação de ações de projeção social e influência em políticas públicas relacionadas ao cuidado, à centralidade da vida, à consolidação de territorializações da paz e à formação de processos de diálogo do conhecimento no âmbito das relações entre cuidado e territorialidades, espiritualidades e corpos.
Realização de um evento internacional para apresentar as conexões e relações alcançadas com redes, organismos de cooperação internacional ou instituições acadêmicas na esfera europeia.
1 evento internacional realizado.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 93
Álvaro Diaz Gomez
Observatório de Políticas para a Infância e a Juventude
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Carlos Arturo Reina Rodríguez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Luís Alberto Herrera Montero
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Dana Milena Chavarro Bermeo
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Marta Cecília Lozano Ardila
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Lisandro David Hormaeche
UNTREF
Argentina
Ismael Germán Ocampo Bernasconi

Jorge Eliécer Martínez Posada
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Maria Isabel Carolina Medina Rodríguez
UNAM
México
Rafael Lorenzo Martín
Diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Holguín
Cuba
Jeison Herley Camacho Tellez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Sharon Aline Neira García
Instituto de Pesquisa sobre a Universidade e a Educação
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Marcelo David Sosa

Javiera Cubillos Almandra
Universidade Católica de Maule
Chile
Miguel Ángel Puentes Castro
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Maria Del Carmen Maldonado Mamani
Universidade de Valparaíso
Chile
Leobardo Antonio Rosas Chávez
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Mario Montoya Castillo
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Alba Elena Avila Gonzalez
NÃO REGISTRA
México
Glória Elizabeth García Hernández
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Juan Camilo Arias Mejia
Universidade distrital
Colômbia
Felipe Andrés Bernal Sandoval

Luís Fernando Bravo Leão
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Genoveva Echeverria Galvez
Universidade Católica de Maule
Chile
Katya Montserrat Olivera Rubio
UNAM
México
Ana María Vera Haro

Adrián José Perea Acevedo
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Daysi Alejandra Rodríguez Prieto
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Eduardo Ovídio Romero

Gustavo Federico Chavero
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Manuel Amador Velázquez
FES ACATLÁN - UNAM
México
Elizabeth Martinez Pineda
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Andrea Catalina Suárez Bautista
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Patricia Del Pilar Briceño Alvarado
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Andrés Camilo Nieto Ramírez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Dana Milena Chávarro Bermeo
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Fabian Andres Llano
Universidade distrital
Colômbia
Alicia Eugenia Olmos
Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Marcos De Araújo Silva
Universidade Nova de Lisboa
Brasil
Alfonso Torres Carrillo
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Javiera Cubillos Almandra
Centro de Pesquisa em Educação para a Justiça Social
Universidade Católica de Maule
Chile
Javiera Pavez Mena
Escola de Psicologia
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso
Chile
Oscar José Useche Aldana
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Hernán Javier Riveros Solórzano
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Jaquelina Noriega
Universidade Nacional de Villa Mercedes
Argentina
Antonio Marmolejo Oña
Universidade de Málaga
Espanha
Catalina Maria Sepúlveda Zapata
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade Católica do Leste
Colômbia
Marybexy Calcerrada Gutiérrez
Departamento de História, Universidade de Holguín
Universidade de Holguín
Cuba
Júlio César Murillo García
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Júlio César Murillo García
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Ariel Humberto Gómez Gómez
Pós-graduação
Universidade Autônoma Latino-Americana
Colômbia
Evelyn Azucena Elenes Díaz
UNAM
México
Claudia Luz Piedrahita Echandía [Coordenador]
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Ana Maria Calderón Jaramillo
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Evelyn Guadalupe Cazares Jimenez
Mestrado em Educação Ambiental
Universidade de Guadalajara
México
Maria Cristina Fuentes Zurita
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Maria Cristina Martinez Pineda
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Christian Giovanni Garcia González
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Luz Diana Ocampo Montoya
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Yanina Marjorie Gutiérrez Valdés
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
José Maria Garcia
Universidade de Múrcia
Colômbia
Adriana Anacona Muñoz
Universidade de Santiago de Cali
Colômbia
Elena Heritier
Universidade Nacional de Rosário, Argentina
Argentina
Rosa Martha Gutierrez Rodriguez
FACULDADE DE ESTUDOS SUPERIORES ACATLÁN - UNAM (FES ACATLÁN- UNAM)
México
Stephanie Angelica Varela Gutierrez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Luís Enrique Pérez Guevara
Mestrado em Informática Educacional e TIC
Peru
Jorge Alberto Amaya Ruiz
Centro Andino de Ação Popular
Equador
Carlos Eduardo Martínez Hincapié
Universidade Uniminuto
Colômbia
Victor German Sanchez Arias
Coordenação da Universidade Aberta e Educação a Distância (CUAED) - UNAM
México
Emilio Guacheta Gutierrez
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Wellington Pinheiro
Faculdade Osman da Costa Lins
Brasil
Hector Adolfo Bernal Sandoval
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Nuria Romo Avilés
UNIVERSIDADE DE GRANADA
Espanha
Alma Herrera Márquez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Hilda Beatriz Salmerón García

Vladimir Pita Simón
Departamento de História, Universidade de Holguín
Universidade de Holguín
Cuba
Francisco Javier Hernández Dorado
UNAM
México
Norman José Solorzano Alfaro
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Jorge Rodrigo López Romero

Juan José Sanabria López
UNAM
México
Aida Teresa Torralbas Fernández

Julieta Mónica Hernández Hernández
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Carlos Mazzola
Universidade Nacional de Villa Mercedes
Argentina
Marcelo Vitarelli
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
Martin Gonzalo Zapico
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
Emilio Guachetá Gutiérrez
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Rafael Baldomero López Lozano
Universidade Nacional de São Marcos
Peru
Angela Maria Urrego Tovar
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade Católica do Leste
Colômbia
Gina Marcela Reyes Sánchez
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Gustavo Federico Chavero
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
José Ricardo Gutiérrez Vargas
UNAM
México
Nicolás Alexander Londoño Osorio
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Andrés Fernando Castiblanco Roldan
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia