Área temática: Democracia, Direitos Humanos e Paz
Grupo de trabalhoTerritorialidades, espiritualidades e corpos
[+ Ver produções e conteúdo]Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Os contextos latino-americano e global sofreram diversas transformações em decorrência das consequências da pandemia e da gama de problemas que emergiram em meio ao cenário contraditório e inquietante do presente. O surgimento de novos conflitos no cenário global, a crise energética mundial, os problemas ambientais e a evidente fragilidade da vida humana, juntamente com a natureza multidimensional das dificuldades que persistiram antes e durante a pandemia, apontam para um presente em que, além da esperança de transformação das realidades sociais latino-americanas e caribenhas, há também a necessidade de reafirmar a paz a partir desses territórios e dentro deles, de despertar uma espiritualidade que abarque novas formas de ser para além do modelo antropocêntrico e de moldar novas encarnações que configurem modos alternativos de viver, onde diversas formas de conhecimento convergem em um mundo pluralista como o nosso.
Nesse contexto, é essencial reconhecer, na interação entre territorialidades, espiritualidades e corpos, três dimensões fundamentais para a compreensão da natureza inquietante do presente: a relação entre paz e territorialização, a conexão entre o corpóreo e o molecular, e a interação entre espiritualidade e a construção de modos de vida. Isso porque, em meio à natureza multidimensional das crises que afetam a América Latina — como a insegurança alimentar, a necessidade de configurar formas alternativas de existência e a presença de diversos saberes emergindo dos territórios e das lutas travadas por vários movimentos sociais em seus esforços micropolíticos — torna-se necessário repensar como, a partir da perspectiva do corpo, da espiritualidade e das territorialidades, é possível conceber não apenas formas alternativas de resistência, mas também as complexas conexões entre pesquisa, academia, movimentos sociais e o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à construção de sociedades solidárias mediadas pelo afeto e pelo pensamento crítico.
A pandemia, como ficou evidente durante o triênio 2019-2022 e documentado no projeto de macro-pesquisa *Memórias de uma Pandemia*, configurou-se tanto como uma problematização que exigiu referenciais críticos para a invenção de novos conceitos e, sobretudo, para o engajamento direto com o cotidiano dos indivíduos em suas comunidades, quanto como um evento cujos efeitos e consequências não se encerraram com o fim dos lockdowns, mas deixaram um rastro de problematizações que devem ser exploradas com maior profundidade para dar conta da natureza problemática do presente. Assim, em questões como corporeidade, o molecular e sua transposição para o universo dos dados, e a compreensão da existência em um nível informacional-algorítmico-biológico… A genética, embora permanecendo conectada ao sociocultural, tornou-se visível como parte de um panorama no qual a vida contemporânea se tece, inclusive em relações de poder, em meio a espaços microscópicos que demandam novas perspectivas, ficcionalizações metodológicas e abordagens críticas capazes de confrontar uma biopolítica entrelaçada com esquemas informacionais e a ordem das moléculas. Entretanto, no âmbito das territorialidades, a pandemia revelou a existência de novos territórios e, com o surgimento de crises energéticas e ambientais, um cenário em que novas lutas se iniciam em torno de questões como a soberania alimentar, a posse da terra e a configuração das territorializações da paz no contexto dos conflitos que emergiram durante as conjunturas do último ano. No âmbito das espiritualidades, dadas as crises pós-pandemia, a convergência de saberes e compromissos com diferentes modos de vida permitiu a configuração de diversas possibilidades de organização da vida como força criativa, um contínuo entre natureza, cultura e abertura ao afirmativo e ao poder dos afetos.
Nesse cenário, marcado, como já mencionado, por novos conflitos, mas também pela esperança de mudança refletida na crescente força de coletivos, movimentos sociais e novas consciências que emergiram em meio à pandemia, surge um elemento fundamental, tornando-se um eixo central para estabelecer as conexões necessárias na relação entre territórios, espiritualidades e corpos, a fim de engajar-se criticamente com o presente. Esse elemento é a questão do cuidado que, para além das dimensões conceituais em que tradicionalmente tem sido enquadrada, assume novas possibilidades. Ela se situa tanto no âmbito da questão do cuidado para aqueles que cuidam e do próprio ato de cuidar, quanto nas formas como o cuidado se integra a territórios, espiritualidades e corpos, permitindo-nos estabelecer relações e interseções entre três elementos que constituem a natureza contraditória do presente.
Em primeiro lugar, no que diz respeito à relação entre o corpo e o molecular, diretamente associada às corporeidades emergentes do presente e que se tornaram visíveis com a pandemia, o cuidado torna-se um elemento fundamental. Isso porque implica entrar em diálogo com questões como o "eu" e a relação com o cuidado com o outro, compreendendo que o corpo hoje não é mais considerado apenas em uma dimensão biológica e mecânica, mas sim em uma natureza molecular, em termos de código. Assim, o cuidado revela-se como o elemento que nos permite confrontar as potenciais formas de governança que surgem com uma biopolítica escrita diretamente nos códigos da vida e que, como a pandemia revelou, exigem um pensamento crítico em termos de convergência, capaz de integrar o médico, o tecnológico, o econômico, o social e, em geral, todas as dimensões em que reside o poder dos corpos e sua capacidade de ser também o ponto de partida para possíveis resistências em tempos moleculares.
Em segundo lugar, no que diz respeito à territorialidade, o presente revela um conjunto de condições que exigem a revisão das implicações do território e de conceitos como territorialização, enquanto pontos de partida para o estabelecimento de transformações sociais a partir da construção de territórios de paz. Esses territórios devem fomentar o diálogo entre diferentes formas de conhecimento e um compromisso com territorializações onde a diversidade e a micropolítica convergem. Assim, a tarefa do cuidado consiste precisamente em consolidar as condições para expandir e sustentar o valor das ideias que emergiram nas ruas, ideias que transformam o território, mesmo em sua dimensão simbólica, em um espaço de cuidado, um espaço para a defesa da terra e um espaço para a expansão da relação entre justiça, memória e paz.
Finalmente, no caso das espiritualidades, que são absolutamente necessárias para estabelecer novos modos de vida, o cuidado levanta a possibilidade de criar outras formas de existência que envolvam o questionamento de novas encarnações e definições de vida, sobre as quais é possível estabelecer as bases de políticas públicas em que o teto espiritual é precisamente a afirmação da existência e a configuração desse horizonte comum em que o conhecimento e os modos de vida convergem e se cruzam para reafirmar a existência como um campo de possibilidade em meio às crises multidimensionais da era pós-pandemia e à emergência das conjunturas que surgem no presente.
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Analisar as problematizações do presente, que emergem em meio às crises atuais, torna-se um objetivo primordial do trabalho promovido pelo Grupo de Trabalho, em consonância com as perspectivas conceituais vinculadas à configuração de uma posição de convergência crítica (Piedrahita, 2021), para além das fronteiras disciplinares, onde a academia dialoga com o mundo social em um processo aberto a diversas formas de saber. Esse exercício crítico, por sua vez, possibilita a configuração de relações complexas com a esfera dos processos de gestão de políticas públicas, de modo que, em meio às transformações decorrentes das diversas lutas sociais na América Latina, se torne possível uma relação direta entre a academia e a configuração de políticas públicas, imbuída de uma espiritualidade diferenciada, novas territorializações possíveis e uma necessária perspectiva sobre a transformação de corpos e subjetividades diante das crises inerentes à pandemia.
O contexto da pandemia foi objeto de inúmeras reflexões e posicionamentos críticos ao longo de seu desenvolvimento e nas diferentes fases que se seguiram à declaração de confinamentos globais em 2020 (Agamben, Han, Zizek, 2020; De Sousa Santos, 2020). Na sequência desse cenário, que afetou todas as dimensões das esferas social, econômica, política e cultural, novos problemas emergem, juntamente com as características do que se convencionou chamar de era pós-pandemia. Esses problemas estão ligados ao conjunto de mudanças ocorridas tanto antes quanto durante a pandemia. É o caso da complexa interação entre sujeitos e tecnologias (que modifica a noção de corporeidade em uma ordem molecular e algorítmica), da reconfiguração das territorialidades (onde possíveis reterritorializações emergem da paz) e do surgimento da necessidade de consolidar diferentes modos de vida, com uma espiritualidade alternativa às governamentalidades que organizam a vida sob lógicas de mercado e não na perspectiva da existência como vida, com todo o seu poder e seu constante devir.
Neste contexto, em que surgem novas condições de biopolítica (Rose, 2012), mas também outras dimensões do político a partir da perspectiva afirmativa (Braidotti, 2018), configurando um cenário paradoxal e de crise, presente mesmo antes da pandemia e reforçado pelas consequências deixadas pelo próprio evento pandêmico, torna-se necessário, entre outras tarefas, promover os processos de diálogo e reconhecimento de diversos saberes e formas de conhecimento por meio da consolidação de processos de convergência crítica que permitam a construção de interações complexas entre diversos modos de saber, conduzindo à superação das fronteiras disciplinares e possibilitando a interação entre múltiplos campos como resposta à complexidade das problematizações contemporâneas. Tudo isso sem negligenciar o fato de que, para enfrentar esses desafios, o papel de uma questão como o cuidado é fundamental, o qual não só teve um lugar importante durante a pandemia, mas que, atualmente, implica a necessária tarefa de pensar outras dimensões do que representa o ato de cuidar e as questões que se revelam não apenas sobre quem recebe o cuidado, mas também sobre quem cuida e, por sua vez, sobre as maneiras pelas quais o cuidado pode servir como elemento de convergência para analisar os processos que ocorrem nos corpos, territórios e espiritualidades.
Ora, embora possa parecer um desenvolvimento recente, a questão do cuidado com os cuidadores é tão antiga quanto o próprio surgimento histórico do conceito. Em outras palavras, a compreensão dos problemas éticos e políticos inerentes ao cuidado inevitavelmente levou à questão do cuidado com o cuidador. Contudo, a evolução histórica da relação entre cuidar dos outros e cuidar do cuidador também envolve as diversas modificações pelas quais a ideia de "si" passou, visto que a relação entre cuidado e autocuidado, que mais tarde daria origem às preocupações obsessivas do nosso presente, só emergiu há algumas décadas. Isso significa que o cuidado com o cuidador nem sempre foi concebido como "autocuidado", porque a noção de "si", apesar de suas origens na filosofia grega antiga, adquire seu significado a partir de debates ontológicos modernos, à medida que o conceito de "ser que sou" se configura como uma unidade percebida pela consciência e como uma condição para se relacionar com o mundo e com os outros (Foucault, 2002; Ricoeur, 2003). Outra forma de dizer isso é que a questão do cuidado com os cuidadores envolve elementos ontológicos, éticos e políticos derivados do desenvolvimento histórico da noção de "sujeito", de "si mesmo", que, por sua vez, são acompanhados por preocupações específicas com o cuidado que assume a forma de higiene, controle populacional ou, em nossa época, prevenção de contágio, mas também de florescimento e realização vital. Seria então possível explicar a relação cuidado/autocuidado analisando as ações e práticas realizadas sobre si mesmos por aqueles que assumem responsabilidades de cuidar de outros.
A proposta da GT reconhece, portanto, as relações que emergem ao considerar o cuidado e o autocuidado como um conjunto de práticas que os sujeitos realizam sobre si mesmos, que entenderemos aqui como "prática reflexiva" (Foucault, 2003), seja por meio de seu próprio esforço ético ou moldadas por técnicas governamentais, que chamaremos de "governamentalidade". Esse movimento dual, reflexivo e governamental, seria passível de uma análise histórica que tornasse visível sua configuração, a fim de estabelecer as possibilidades de modificar o contexto em que operam, exercício que entenderemos nesta pesquisa como "uma crítica do imaginário do cuidado". Na medida em que um exercício crítico consiste em tornar inteligíveis o presente e o contexto em que a problematização emerge, esse modo de saber acaba sendo uma variável estratégica nas lutas subjetivas e em suas articulações com o controle de dispositivos ou modalidades governamentais: "a crítica é o movimento pelo qual o sujeito reivindica o direito de questionar a verdade sobre seus efeitos de poder e o poder sobre seus discursos de verdade" (Foucault, 2018, p. 52). Essa crítica permitiria aos cuidadores questionar suas práticas reflexivas na interação cuidado-autocuidado, o papel que desempenham nelas em termos de gestão de pessoas e populações, os limites e o alcance que foram construídos em torno do imaginário do cuidado e as possibilidades de modificação e transformação subjetivas e contextuais.
Nesse sentido, na interação entre cuidado e corporeidade, o corpo é compreendido como um espaço de possibilidade em termos de seu potencial, de modo que, em sua natureza textual e molecular, o corpo vivencia o autocuidado e o cuidado com o outro como resistência às corporeidades produzidas pelo design e programação algorítmicos. Enquanto isso, na relação entre cuidado e territorialidades, a abordagem conceitual se vincula às lutas que emergiram nos e a partir dos territórios em defesa e busca da paz, baseadas em princípios de justiça, solidariedade e outras formas de compreender a vida, de modo que o cuidado se torna o eixo de conexão e sustentabilidade na construção de territorializações da paz. E, finalmente, na interação entre cuidado e espiritualidade, em relação às novas modalidades governamentais características do presente, o cuidado emerge como uma possibilidade de construção de estruturas espirituais vinculadas à possibilidade de criação de novas formas de viver em conexão com diálogos de conhecimento, a disseminação do pensamento crítico e a configuração de uma lógica da multiplicidade que se multiplica.
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(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Abordagem conjunta para um projeto de pesquisa macro com ênfase no cuidado.
Elaboração de documentos reflexivos sobre as relações entre cuidado e políticas públicas no contexto das territorialidades, espiritualidades e corpos.
Formulado um macroprojeto, com a possibilidade de desenvolvimento de pelo menos um projeto proposto por país vinculado à GT e associado ao macroprojeto.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Realização de um seminário dedicado aos temas do cuidado, territorializações da paz, movimento social e políticas públicas.
Produção de um podcast com 20 episódios abordando o equilíbrio em relação à questão do cuidado.
Produção de uma síntese em vídeo dos elementos de conexão identificados entre cuidado, territorializações da paz e a série conceitual territorialidades – espiritualidades – corpos.
1 evento internacional realizado.
1 seminário de 5 sessões concluído.
Um podcast com 20 episódios produzidos.
Um vídeo resumo com duração máxima de 10 minutos.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Desenvolva um plano de trabalho e/ou cronograma de reuniões em conjunto com os contatos realizados para delinear um processo de interação com o GT.
1 plano de trabalho e/ou cronograma de reuniões com contatos em movimentos sociais e/ou gestores de políticas públicas por país.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Organização de planos de trabalho e/ou reuniões com redes internacionais, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas na esfera europeia.
1. Plano de trabalho e/ou cronograma de reuniões com redes internacionais, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas na esfera europeia.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Elaboração de artigos referentes ao progresso alcançado durante o ano do processo de pesquisa.
Desenvolvimento de um seminário de formação doutoral sobre os temas do cuidado e da construção de territorializações da paz em relação às territorialidades, espiritualidades e corpos.
Desenvolvimento de sessões GT para monitorar o desenvolvimento do macroprojeto.
1 artigo publicável preparado em relação ao macroprojeto e a cada projeto associado.
1 seminário de formação doutoral com 8 sessões sobre os temas do cuidado e da construção de territorializações da paz em relação às territorialidades, espiritualidades e corpos.
2 sessões de reunião do GT realizadas durante o ano em diferentes países.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Celebração de um evento internacional com o tema do cuidado e territorializações da paz como elementos do desenvolvimento do pensamento crítico.
Elaboração de um vídeo-resumo dos processos realizados no desenvolvimento da pesquisa em andamento, no âmbito do macroprojeto formulado.
Produção de um podcast com 20 episódios dedicados ao macroprojeto e seus projetos associados.
1 evento internacional realizado
Um podcast com 20 episódios produzidos.
Um vídeo resumo com duração máxima de 10 minutos.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Desenvolver duas reuniões GT para a socialização e avaliação dos processos realizados no macroprojeto e projetos associados.
Realizar um seminário internacional dedicado aos temas abordados pelo Grupo de Trabalho e às conclusões à luz dos projetos realizados.
Sistematizar os processos de investigação e as conclusões encontradas no desenvolvimento do macroprojeto e dos projetos associados.
2 reuniões GT realizadas
Realizado 1 seminário internacional com 5 sessões.
1 artigo publicável preparado para o macroprojeto e projetos associados.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Realização de um evento internacional (III) dedicado ao tema do cuidado e territorializações da paz como elementos do desenvolvimento do pensamento crítico.
Elaboração de um vídeo que sintetize as descobertas e conclusões obtidas com o desenvolvimento da pesquisa em andamento no âmbito do macroprojeto formulado.
Produção de um podcast com 20 episódios dedicados às descobertas e conclusões do macroprojeto e seus projetos associados.
1 evento realizado
Um podcast com 20 episódios produzidos.
Um vídeo resumo com duração máxima de 10 minutos.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Elaboração de propostas de possíveis aplicações de políticas públicas com base nos resultados da pesquisa macro e contato com organizações não governamentais e movimentos sociais.
1 minuta de documento para aplicação em políticas públicas dos processos realizados no macroprojeto e dos grupos de trabalho formados no segundo ano, para cada país.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Número total de pesquisadores admitidos: 93
Observatório de Políticas para a Infância e a Juventude
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
UNTREF
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Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
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Diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Holguín
Cuba
Doutorado em Estudos Sociais
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Universidade Nacional Autônoma do México
México
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Doutorado em Estudos Sociais
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Universidade Francisco Jose de Calda
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NÃO REGISTRA
México
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Universidade distrital
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Faculdade de Ciências Sociais
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FES ACATLÁN - UNAM
México
Departamento de Ciências Sociais
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Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
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Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
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Universidade Francisco Jose de Calda
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Universidade distrital
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Secretaria de Ciência, Arte e Tecnologia
Universidade Provincial de Córdoba
Universidade Provincial de Córdoba
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Centro de Pesquisa em Educação para a Justiça Social
Universidade Católica de Maule
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Escola de Psicologia
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso
Chile
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
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Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
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Universidade Nacional de Villa Mercedes
Argentina
Universidade de Málaga
Espanha
Faculdade de Ciências da Educação
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Universidade de Holguín
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Universidade Tecnológica de Pereira
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Universidade Tecnológica de Pereira
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Pós-graduação
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Doutorado em Estudos Sociais
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Universidade Tecnológica de Pereira
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Mestrado em Educação Ambiental
Universidade de Guadalajara
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Divisão de Ciências Sociais e Humanas
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México
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Divisão de Ciências Sociais e Humanas
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Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
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FACULDADE DE ESTUDOS SUPERIORES ACATLÁN - UNAM (FES ACATLÁN- UNAM)
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Mestrado em Informática Educacional e TIC
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Doutorado em Estudos Sociais
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Costa Rica
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México
Universidade Nacional de Villa Mercedes
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Departamento de Educação e Formação de Professores
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Argentina
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
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Universidade Pedagógica Nacional
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Universidade Nacional de São Marcos
Peru
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade Católica do Leste
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Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
UNAM
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Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
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Doutorado em Estudos Sociais
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