Área temática: Ruralidades
Grupo de trabalhoTrabalho agrícola, desigualdades e vida rural
[+ Ver produções e conteúdo]Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Neste século, as áreas rurais continuam a ser caracterizadas por extrema pobreza e desigualdades gritantes baseadas em classe, etnia, raça, gênero e gerações. Um estudo aprofundado das múltiplas causas dessa situação é fundamental para as preocupações e a agenda contemporânea das ciências sociais e das organizações internacionais (CEPAL, FAO e IICA 2021).
A crise econômica e sanitária desencadeada pela pandemia do coronavírus apenas exacerbou a escassez e os obstáculos ao acesso a bens e serviços, levando analistas a desenvolver pesquisas adequadas às diferentes áreas rurais da América Latina, que evidenciam as circunstâncias particulares enfrentadas por sua população.
As desigualdades estão se multiplicando e assumindo novas formas como resultado do desenvolvimento acelerado do capitalismo na agricultura, impulsionado pela reestruturação global da produção de commodities agrícolas. Isso se expressa, entre outros fenômenos, em mudanças no mundo do trabalho, nas formas de emprego e na estrutura dos mercados de trabalho, que reforçam e consolidam a dinâmica da desigualdade presente nas sociedades rurais (Kay, 2020). Um novo regime agroalimentar global e corporativo está emergindo, caracterizado por uma nova e mais injusta divisão internacional do trabalho, mudanças nos marcos institucionais e uma profunda reconfiguração das relações de poder (McMichael, 2015; Friedman, 2005; Niederle e Wesz, 2018). Esses processos estão produzindo uma crescente concentração de recursos produtivos e bens comuns nas mãos de grandes empresas agroalimentares (Bendini, 2014; Gras e Hernández, 2021), moldando, assim, ruralidades fragmentadas. Isso decorre das múltiplas maneiras pelas quais essas tendências globais são territorializadas (Gras, 2019). Os Estados-nação estão sendo deslocados, produzindo uma crescente subordinação das economias agrárias em escala global, aprofundando a insegurança alimentar para a população mundial (McMichael, 2004; Barbosa Cavalcanti, 2015), concomitantemente com uma forte superexploração dos recursos naturais e da mão de obra (Gudynas, 2017; Svampa, 2019).
Mesmo antes da pandemia, uma das consequências das transformações ocorridas é o aumento do trabalho assalariado de grandes setores de pequenos produtores familiares, camponeses e populações rurais sem terra, que engrossam as fileiras dos pobres rurais em todo o continente (Reinecke e Faiguenbaum, 2016). Essa situação é exacerbada por novas formas de intermediação laboral, que geralmente levam a uma maior mobilidade da população trabalhadora, intensificando ainda mais as condições de sua superexploração (Lara e Sánchez, 2015). Esses padrões de mobilidade são fortemente influenciados por classe, etnia e gênero (D'Aubeterre, 2019; Sampedro, 2022). Há também mudanças profundas nas famílias rurais, que modificam seus modos de vida, emprego e estratégias de sobrevivência, causando, entre outros processos de desagrarianização, o aumento do emprego não agrícola e a crescente mobilidade territorial da população em busca de oportunidades de trabalho (C. de Grammont, 2021; Quaranta, 2016; Contreras, 2017).
Nesse sentido, um tema que tem atraído atenção é o estudo das remessas, analisadas como uma alternativa aos processos de desenvolvimento rural. Contudo, a complexidade das estratégias de mobilidade empregadas pelas populações rurais atualmente, particularmente mulheres e jovens, tem sido insuficientemente estudada. Esses padrões de mobilidade integram mercados agrícolas e não agrícolas, destinos rurais e urbanos, e migração nacional, intrarregional e internacional de longa distância. Essa questão é especialmente prevalente nos países andinos, no México e na América Central, onde também ocorre o retorno às áreas rurais de migrantes que se estabeleceram nos Estados Unidos ou na Espanha, gerando mudanças significativas em algumas comunidades rurais.
Estudos realizados no âmbito de teorias da evolução anteriores mostram como a combinação do emprego assalariado com o notável avanço da tecnologia e das inovações produziu apenas uma pequena percentagem de empregos qualificados, mas não conseguiu melhorar as condições de trabalho ou a remuneração da maioria dos trabalhadores, entre os quais existem grupos de extrema vulnerabilidade com base no seu género, etnia ou raça (Lara e Sánchez, 2015; de Moraes e Vasconcellos, 2020).
Esta nova fase de desenvolvimento do capitalismo na agricultura baseou-se na depredação dos recursos naturais e no deslocamento das comunidades e povos indígenas das suas terras, bem como na exploração dos trabalhadores que criaram a riqueza acumulada pelas grandes empresas agrícolas transnacionais (Riella e Mascheroni, 2015, Salas, 2022).
Isso levou a um aumento drástico na precariedade do trabalho rural (Kay, 2016) e resultou na invisibilidade política e social dos trabalhadores em relação ao restante da população (Riella e Mascheroni, 2015). A frágil estrutura institucional da região não oferece garantias sociais aos trabalhadores e se torna um fator significativo na natureza cada vez mais assimétrica e injusta das relações de trabalho (Lara e Sánchez, 2015; Marinakis, 2014).
Como alertou a CEPAL (2020), a pandemia da COVID-19 não só revelou a gravidade das repercussões da crise econômica e sanitária em sociedades profundamente desiguais, como também demonstrou que a fragilidade dos sistemas de proteção social e os efeitos do desemprego afetarão desproporcionalmente a classe trabalhadora, gerando novas assimetrias e reconfigurando as desigualdades existentes. Nesse sentido, estudos recentes têm se concentrado na importância de analisar as relações determinantes entre o emprego e a distribuição desigual de cuidados para populações dependentes em áreas rurais. Esses arranjos de cuidado têm múltiplas consequências para a vida das mulheres, uma vez que promovem empregos mais precários e instáveis, que limitam sua autonomia (Artacker et al., 2020; Nobre, 2021).
No mundo rural, para compreender as desigualdades existentes, é crucial considerar a condição de etnia, raça, gênero e/ou geração, uma vez que a origem social da população muitas vezes atua como mediadora dos vetores de desigualdade presentes, como o acesso à terra, ao trabalho, à infraestrutura, à conectividade ou aos serviços (CEPAL, 2018; FAO, 2018).
A pesquisa realizada pela GT permitiu discutir como os mercados de trabalho rurais em nosso continente constituem um dos principais motores da reprodução das vulnerabilidades sociais e um espaço de fragilidades, injustiças e discriminação, no qual as diferenças de classe, gênero, raça e etnia se aprofundam e se multiplicam, afetando todas as nossas sociedades.
Este contexto apresenta desafios urgentes para a investigação académica e a ação coletiva, tornando necessário aprofundar a complexidade da sociedade rural contemporânea e as recentes mudanças sociais nestas áreas. O grupo de trabalho proposto visa refletir, a partir de diversas perspetivas e territórios, sobre:
a. os perfis de vulnerabilidade e a cadeia de desigualdades sociais apresentados pelos trabalhadores agrícolas e suas famílias;
b. as formas que assumem os processos de transformação dos mercados de trabalho rurais na América Latina, com ênfase na heterogeneidade do trabalho, na mobilidade e na precariedade das condições de trabalho;
c. as interfaces entre o trabalho agrícola e a organização social do cuidado como uma das principais fontes de desigualdade;
d. os conflitos e as respostas que surgiram das políticas públicas e da ação coletiva das organizações sociais rurais.
Bendini, M. (2014). Expansão das fronteiras agrícolas na Argentina: inter-relações entre capital concentrado e produção familiar. ALASRU Journal, 10.
C. de Grammont, H. (2021) Os efeitos da globalização nas migrações laborais da população rural mexicana. In: Interdisciplina vol. 9, no. 25.
CEPAL (2018). Panorama Social da América Latina 2017, Santiago, Chile.
CEPAL (2020) América Latina e Caribe diante da pandemia de COVID-19: efeitos econômicos e sociais. https://repositorio.cepal.org/handle/11362/45337
CEPAL, FAO e IICA (2021) Perspectivas sobre Agricultura e Desenvolvimento Rural nas Américas: um olhar para a América Latina e o Caribe 2021-2022 / CEPAL, FAO e IICA. – San José, CR: IICA.
D'Aubeterre Buznego, María Eugenia (2019) Gênero, classe e migração: mulheres trabalhadoras Pahuatec no Novo Sul Espacio abierto vol.28 nº1 (janeiro-março de 2019): 87-103
De Moraes Silva, Maria Aparecida; Lúcio Vasconcellos de Verçoza. (Org) (2020) Vidas tecidas no verso da história. Estudos sobre o trabalho nos canaviais e floriculturas do Brasil. CLACSO.
Friedmann, H. (2000). O que é o sistema mundial moderno? Obtenção de alimentos e território na era moderna e além. Journal of World System Research, XI (2), pp. 480-515.
FAO (2018), Panorama da pobreza rural na América Latina e no Caribe, Santiago do Chile.
Gras, C. (2019), Ruralidades fragmentadas: processos e questões do caso da Argentina, Revista Latino-Americana de Estudos Rurais, 4 (7).
Gras, C. e Hernández, V. (2021) Agronegócio (América do Sul, 1990-2015). In: Muzlera, J. e Salomón, A. (eds.) (2021). Dicionário de Agricultura Ibero-Americana. Buenos Aires: TeseoPress.
Gudynas, Eduardo (2017) Neoextrativismo e crise civilizacional. In: (Guillermo Ortega, coord) América Latina: caminhando para a construção de alternativas. BASE IS, Assunção.
Kay, C. (2016). A transformação neoliberal do mundo rural: processos de concentração de terras e capital e intensificação do trabalho precário. Revista Latino-Americana de Estudos Rurais (ReLaER), ALASRU, Buenos Aires.
Kay, C. (2020) Processos de concentração de terras e capital e a precarização do trabalho na era da globalização neoliberal. In Concentração Econômica e Poder Político na América Latina. http://hdl.handle.net/1765/130135
Lara, S. e Sánchez, K. (2015), “Em busca do controle: recrutamento e a indústria da migração em uma área produtora de uvas de mesa no México”, em Riella, A. e Mascheroni, P. (Org.), Trabalhadores rurais assalariados na América Latina, CLACSO – Departamento de Sociologia, Faculdade de Ciências Sociais, Universidade da República, Montevidéu.
Niederle, Paulo André [e] Valdemar João Wesz Junior. Como novos pedidos de alimentos / – Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2018.
Nobre, Miriam (Coord.) (2021). Um tempo preparando outro tempo: cuidado, produção de alimentos e organização de mulheres agroecológicas na pandemia. São Paulo: Sempreviva Organização Feminista.
Quaranta, G. (2016), “Estratégias de trabalho e padrões de migração de trabalhadores agrícolas de famílias rurais em Santiago del Estero”, Desenvolvimento Econômico, Vol. 57, No. 221, pp. 119-146.
Reinecke, G. e Faiguenbaum, S. (2016). Emprego rural na América Latina: progressos e desafios. In: Nova Sociedade. Janeiro de 2016.
Riella, Alberto e Mascheroni, Paola (2015), Trabalhadores rurais assalariados na América Latina, CLACSO – Departamento de Sociologia, Faculdade de Ciências Sociais, Universidade da República, Montevidéu.
Rubio, Blanca (2018), Transformações rurais na transição capitalista, IIS, UNAM, México.
Sampedro Gallego, Rosario (2022) Gênero e repovoamento rural. Mulheres indígenas e imigrantes no interior de Espanha Local: Mediterráneo económico, ISSN 1698-3726, No.
Svampa, M. (2019) As fronteiras de
Os estudos rurais na América Latina têm uma longa história de preocupação e interesse com relação ao trabalho agrícola e às desigualdades sociais nesse ambiente. Um fórum acadêmico fundamental para esses debates é a Associação Latino-Americana de Sociologia Rural (ALASRU), à qual pertence a grande maioria dos membros do Grupo de Trabalho.
Na década de 1990, a implementação de princípios neoliberais na agricultura aprofundou a pobreza e as condições precárias de trabalho no setor agrícola, evidenciando que as desigualdades sociais na América Latina estão ligadas à falta de oportunidades nas áreas rurais, à precariedade da infraestrutura e dos serviços sociais, à conectividade limitada e, em particular, à dificuldade de acesso ao mercado de trabalho. A intensa migração de populações rurais para as cidades não conseguiu atenuar essas tendências e gerou novas desigualdades na sociedade rural, em parte devido à natureza seletiva desses padrões migratórios. Para compreender esses processos, uma série de estudos se concentra nas características específicas do trabalho em áreas rurais, destacando, entre outros fenômenos, a predominância do trabalho temporário e do trabalho diário, a importância da intermediação laboral, os sistemas de remuneração por peça ou por produtividade associados a baixos níveis de renda, as dificuldades de organização sindical e ação coletiva, a incorporação das mulheres no trabalho assalariado, as demandas por qualidade e seus efeitos sobre o emprego, a pluriatividade e a multiocupação das famílias rurais, e a mobilidade laboral, migrações e deslocamentos (Bonanno e Barbosa, 2011; Sánchez e Lara, 2015; Sánchez, 2019; Villulla, 2020; Neiman e Alberti, 2021; Neiman, 2022; Mott et al, 2022).
Com o início do século XXI, o interesse em aprofundar esses temas foi renovado, com base em uma nova fase de penetração capitalista na agricultura, que, no âmbito dos processos generalizados desencadeados pela globalização, provoca transformações substanciais na organização da produção, no trabalho agrícola e na vida laboral da população rural em geral (Kay, 2009; Akram-Lodhi e Kay, 2012).
As características do mercado de trabalho rural explicam em grande parte a pobreza vivenciada pela população que vive e trabalha nessas áreas (Soto e Klein, 2012), a qual está associada a múltiplas fragilidades na concepção e implementação de políticas públicas relacionadas ao mercado de trabalho, como legislação trabalhista, sindicalização e discriminação com base em gênero ou etnia. Superar essas desvantagens trabalhistas por meio de políticas concebidas e implementadas para atender às suas necessidades específicas é um caminho com alto potencial para reduzir os elevados níveis de pobreza rural (Klein, 2012).
Em contrapartida, nas últimas décadas, diversas regiões têm vivenciado uma mudança significativa nas fontes de renda das famílias rurais, relacionada às transferências governamentais, que se tornam "renda não proveniente do trabalho", direcionadas especialmente às famílias pobres. Poucos estudos consideram os efeitos dessas transferências sobre a dinâmica do mercado de trabalho, visto que elas efetivamente subsidiam o processo de reprodução da força de trabalho das famílias que as recebem (Quaranta, 2021).
Paralelamente, nesse contexto, a produção acadêmica tem se concentrado na importância do trabalho não agrícola em áreas rurais como um elemento emergente da ruralidade contemporânea. O crescimento da proporção de empregos e renda não agrícolas entre os residentes rurais é um fenômeno que expressa processos globais de mudança social, ao mesmo tempo que reflete uma ampla heterogeneidade resultante das diferenças existentes na ruralidade (C. de Garammont, 2017; Camarero, 2017).
Esta linha de pesquisa busca compreender a dinâmica do trabalho rural no contexto das novas formas que a divisão social do trabalho assume em decorrência da crescente integração entre áreas rurais e urbanas. Nessas condições sociais, a integração da população e das famílias no mercado de trabalho combina cada vez mais o trabalho agrícola e não agrícola, bem como formas de trabalho autônomo e assalariado. Dependendo das condições territoriais vigentes, essas integrações podem refletir tanto oportunidades de emprego para melhorar a acumulação de capital das famílias quanto estratégias de diversificação voltadas para a garantia da sobrevivência familiar (Riella e Mascheroni, 2018).
Essas reflexões, relacionadas aos estudos da "nova ruralidade" em nosso continente, estão ligadas aos debates sobre os processos de estranhamento, descamponesamento e desagrarização presentes na literatura produzida em contextos anglo-saxões e europeus, referentes às experiências tanto do capitalismo de países capitalistas avançados quanto de países da África, Ásia e Oceania (Camarero e Oliva, 2016).
A interligação entre as transformações agrárias e os processos de mudança rural redefine as desigualdades emergentes nas áreas rurais e apresenta novos desafios para acadêmicos, governos e membros de movimentos sociais. Nosso Grupo de Trabalho visa dar continuidade e aprofundar suas linhas de pesquisa sobre as vulnerabilidades sociais e trabalhistas do mundo rural, abordando as desigualdades que operam por meio das condições predominantes do mercado de trabalho, de acordo com as características específicas desses territórios, como cenários marcados pela reprimarização, desfamiliarização ou desagrarização.
A hipótese que norteia nossa pesquisa é que o trabalho agrícola e rural reproduz, reconfigura e reforça as desigualdades existentes na ordem social. Portanto, é importante estudar e elucidar os processos atuais do mercado de trabalho para compreender a vida rural contemporânea e as desigualdades que ela gera. Compreender esses fenômenos e como eles se interconectam nos permite identificar mecanismos de intervenção nesses territórios com políticas públicas e ações coletivas que promovam um desenvolvimento rural mais equitativo e inclusivo.
Os processos descritos se desenrolam em ritmos diferentes e com fundamentos distintos em cada país, gerando consequências e reconfigurações específicas que vão além de suas características comuns, as quais estão ligadas à globalização e à transnacionalização dos mercados. Portanto, é fundamental estudar como as tendências globais operam em nível local em cada país e contexto específico para levar em conta as diversas matrizes sociais, econômico-produtivas, institucionais, políticas e conflituosas presentes nesses territórios.
Para abordar esses problemas, como mencionado na seção anterior, propomos trabalhar em quatro eixos temáticos. O primeiro está ligado ao trabalho agrícola e aos mercados de trabalho; o segundo, às interfaces entre o trabalho agrícola e a organização social do cuidado; o terceiro, às famílias rurais, às vulnerabilidades e à desigualdade; e, finalmente, o quarto, às políticas públicas e à ação coletiva. Esses quatro eixos propõem uma perspectiva interseccional que nos permite considerar como diferentes desigualdades de classe, gênero, território, etnia e geração se entrelaçam.
Assim, o objetivo é contribuir para a análise das desigualdades rurais emergentes, em grande parte baseadas nos mercados de trabalho rural e agrícola, enfatizando uma perspectiva comparativa que aborde as características territoriais específicas presentes em toda a América Latina. A experiência acumulada de trabalho colaborativo e pesquisa entre os membros do Grupo de Trabalho garante uma contribuição substancial para a busca de formas mais eficazes de combater a pobreza nas áreas rurais.
Bendini, M. e Lara Flores, S. (2007), “Espaços de produção e trabalho no México e na Argentina. Um estudo comparativo em regiões de exportação de frutas e vegetais”, Revista Interdisciplinar de Estudos Agrários, nº 26 e 27.
Bonanno, A. e Cavalcanti, S. (2011), “Globalização, qualidade dos alimentos e trabalho: o caso da produção de uvas no Nordeste do Brasil”, Revista Internacional de Sociologia da Agricultura e Alimentação, Vol. 19, nº 1.
Camarero, L. (2017), “Trabalhadores rurais e famílias da terra. Instantâneos da desagrarização”, AGER, nº 23.
Camarero, L. e Oliva, J. (2016), “Compreendendo a mudança rural: mobilidades, diversidades e hibridizações”, Sociální Studia / Social Studies, 2/2016.
Kay, C. (2009). Estudos rurais na América Latina no período da globalização neoliberal: uma nova ruralidade?, Revista Mexicana de Sociologia, vol.71 no.4.
Klein, E. (2012) Determinantes laborais da pobreza rural na América Latina. In: Soto Baquero, F. e Klein, E. (coord.) Políticas do mercado de trabalho e pobreza rural na América Latina. CEPAL. OIT. FAO. Roma.
Neiman, G. (2022). Além dos empreiteiros. Os outros trabalhadores da agropecuária dos Pampas no início do século XXI. Anuário do Instituto Argentino de História, 22(1), e158.
Neiman, G., & Alberti, AV (2021). Trabalhando no campo, vivendo na cidade. Revista De Ciencias Sociales, 34(49), 63-88. https://doi.org/10.26489/rvs.v34i49.3
Quaranta, G. (2021). População, domicílios e ocupações rurais diante da mudança social. Santiago del Estero, Argentina. INTERdisciplina, 9(25), 19-49. doi:http://dx.doi.org/10.22201/ceiich.24485705e.2021.25.79964
Riella, A. e Mascheroni, P. (2018), “Debatendo os processos de desagrarianização no Uruguai no século XXI”, em AA.VV, Uruguai de Sociologia 16, Departamento de Sociologia, Faculdade de Ciências Sociais, Universidade da República, Montevidéu, pp. 207-220.
Riella, Alberto e Mascheroni, Paola (2015), Trabalhadores rurais assalariados na América Latina, CLACSO – Departamento de Sociologia, Faculdade de Ciências Sociais, Universidade da República, Montevidéu.
Sánchez Gómez, M. e Lara Flores, S. (2015), Programas de trabalhadores agrícolas temporários: Uma solução para os desafios da migração na globalização?, IIS. – UNAM, México, pp. 368.
Sánchez Saldaña, K. (2019), “Ascensão e expansão dos sistemas de intermediação de trabalho na reestruturação das cadeias agroalimentares”, Revista Latino-Americana de Estudos Rurais (ReLaER), ALASRU, Buenos Aires, 4 (8), 1-23.
Villulla, JM (2020). Os trabalhadores agrícolas dos Pampas no início do século XXI. Situação, características e tensões de uma maioria social invisível. Estudos Rurais. Centro de Estudos Rurais da Argentina, 10(19)
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Conhecer e comparar novas formas de mobilidade da força de trabalho, sua relação com os setores produtivos, os espaços geográficos e os diversos territórios (intrafronteiriços e transfronteiriços).
Seminários presenciais e virtuais para promover o intercâmbio acadêmico, o debate e o desenvolvimento de pesquisas pelos membros do grupo.
Em conjunto com o Grupo de Trabalho: Crítica Jurídica e Conflitos Sociopolíticos. Seminário exploratório: Trabalho agrário e instituições jurídicas para a desapropriação na América Latina.
Um livro que reúne as principais conclusões e reflexões sobre os temas centrais em diferentes países do grupo de trabalho.
Seminário conjunto com a GT: Crítica Jurídica e Conflitos Sociopolíticos.
2 painéis organizados em conferências internacionais
1ª reunião do Grupo de Trabalho para a coordenação e atuação no âmbito de um congresso internacional
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Contribuir para a formação de jovens pesquisadores nessas áreas, fortalecendo os programas de pós-graduação nos quais participam os membros do grupo de trabalho.
Promover a tutoria ou orientação conjunta de teses de pós-graduação da GT.
Divulgue esta questão através dos sites das instituições que fazem parte da GT.
Promover a colaboração com meios de comunicação especializados para divulgar os resultados da pesquisa.
2 intercâmbios de ensino em programas de pós-graduação nos centros dos membros da GT
Orientação conjunta de teses de alunos da GT.
Publicações que divulgam os resultados de pesquisas realizadas nos diferentes países da rede em revistas especializadas.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover o intercâmbio entre pesquisadores e movimentos sindicais ou organizações comunitárias com órgãos governamentais que desenvolvem políticas públicas relacionadas ao emprego e ao bem-estar em sociedades rurais.
Seminário com organizações, movimentos locais e instituições.
entidades públicas que implementam políticas de desenvolvimento social
Entrevistas e reuniões em cada país com autoridades, organizações da população trabalhadora e comunidades rurais para trocar ideias e refletir sobre os temas abordados pela GT.
Promover encontros entre organizações rurais, gestores de políticas públicas e organizações internacionais que atuam na área, como a OIT, a FAO e a ONU.
1 seminário com organizações rurais, gestores de políticas públicas e organizações internacionais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
ALASRU: GT 07 Mercados de trabalho assalariado e trabalho rural;
IRSA-RC40; Congresso Ibero-Americano de Estudos Rurais;
ALAST: GT 18. Trabalho rural e emprego na América Latina;
LASA - Seção de Estudos sobre Alimentos, Agricultura e Meio Rural; ALAS - GT07. Questão Agrária e Reorganização Territorial.
Apresentação de publicações em revistas especializadas de associações e instituições latino-americanas, caribenhas e internacionais.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2 painéis organizados em conferências internacionais
1. Reunião de coordenação no âmbito de um congresso internacional.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Contribuir para a formação de jovens pesquisadores nessas áreas, fortalecendo os programas de pós-graduação nos quais participam os membros do grupo de trabalho.
Em conjunto com a GT, Crítica Jurídica e Conflito Sociopolítico: Seminário de Discussão Pública: M
todas as relações de exploração do trabalho agrícola com
Instituições jurídicas para a desapropriação na América Latina
Promover comissões de tutoria ou orientadores de teses de pós-graduação que incluam membros do GT (Graduate Teachers).
Divulgue esta questão através dos sites das instituições que fazem parte da GT.
Promover a colaboração com meios de comunicação especializados para divulgar os resultados da pesquisa.
Seminário conjunto com a GT Critique Juridical and Sociopolitical Conflicts (GT 1710), sobre Direito do Trabalho, Mobilidade e Direitos Humanos.
2 intercâmbios de ensino em programas de pós-graduação nos centros dos membros da GT
Orientação conjunta de teses de alunos da GT.
Publicações que divulgam os resultados de pesquisas realizadas nos diferentes países da rede em revistas especializadas.
2 painéis organizados por pesquisadores em conferências internacionais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover o intercâmbio entre pesquisadores e movimentos sindicais ou organizações comunitárias com órgãos governamentais que desenvolvem políticas públicas relacionadas ao emprego e ao bem-estar em sociedades rurais.
Seminário com organizações, movimentos locais e instituições públicas que implementam políticas de desenvolvimento rural.
Entrevistas e reuniões em cada país com organizações de trabalhadores rurais para trocar experiências e refletir sobre os problemas da GT.
Promover encontros entre organizações rurais, gestores de políticas públicas e organizações internacionais que atuam na área, como a OIT, a FAO e a ONU.
Organizações rurais, gestores de políticas públicas e organizações internacionais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
ALASRU: GT 07 Mercados de trabalho assalariado e trabalho rural;
IRSA-RC40; Congresso Ibero-Americano de Estudos Rurais;
ALAST: GT 18. Trabalho rural e emprego na América Latina;
LASA - Seção de Estudos Alimentares, Agrícolas e Rurais;
ALAS- GT07. Questões Agrárias e Reorganização Territorial
Apresentação de publicações em revistas especializadas de associações e instituições latino-americanas, caribenhas e internacionais.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Organizado em congressos internacionais: 1 reunião de coordenação no âmbito de um congresso internacional.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Contribuir para a formação de jovens pesquisadores nessas áreas, fortalecendo os programas de pós-graduação nos quais participam os membros do grupo de trabalho.
Divulgue esta questão através dos sites das instituições que fazem parte da GT.
Promover a divulgação dos avanços e produtos da pesquisa do GT em mídias impressas e digitais relevantes.
GT: Crítica Jurídica e Conflitos Sociopolíticos. Publicação: Modes
e as relações de exploração do trabalho agrícola com as instituições legais de desapropriação na América Latina.
2 intercâmbios de ensino em programas de pós-graduação nos centros dos membros da GT
Publicações que divulgam na imprensa especializada os resultados das investigações nos diferentes países da rede.
2 painéis organizados por pesquisadores em conferências internacionais.
Publicação: Modos e relações de exploração do trabalho agrícola com as instituições jurídicas de desapropriação na América Latina. Produção conjunta com GT Legal Critique e Sociopolitical Conflicts.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover o intercâmbio entre pesquisadores e movimentos sindicais com órgãos governamentais que desenvolvem políticas públicas relacionadas ao emprego rural e políticas públicas para o bem-estar da população rural.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
ALASRU: GT 07 Mercados de trabalho assalariado e trabalho rural;
IRSA-RC40; Congresso Ibero-Americano de Estudos Rurais;
ALAST: GT 18. Trabalho rural e emprego na América Latina;
LASA - Seção de Estudos Alimentares, Agrícolas e Rurais;
ALAS- GT07. Questão Agrária e Reorganização Territorial.
Apresentação de publicações em revistas especializadas de associações e instituições latino-americanas, caribenhas e internacionais.
Número total de pesquisadores admitidos: 87
Instituto de Pesquisa Antropológica
UNIVERSIDADE NACIONAL AUTÔNOMA DO MÉXICO
México
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Guatemala
Guatemala
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Baiano
Brasil
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Universidade Autônoma Meritória de Puebla. Instituto de Ciências Sociais e Humanas "Alfonso Vélez Pliego". Mestrado em Antropologia Sociocultural.
México
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade de Múrcia
Espanha
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
CICSER, UAEM
México
Faculdade de Ciências Humanas e Comunicação - Universidade Centro-Americana
Nicarágua
Universidade de Guantánamo
Cuba
Departamento de Ciências Econômicas - Universidade Federal de São João Del Rei
Brasil
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Universidad Austral de Chile
Universidade Autônoma do Estado de Morelos
México
Universidade de Valladolid
Espanha
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Faculdade de Spelman
Estados Unidos
Centro de Estudos sobre Trabalho e Desenvolvimento Agrícola
Bolívia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal de São Carlos
Brasil
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências
Universidade Estadual Paulista
Brasil
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANIDADES UNIVERSIDADE AUTÔNOMA BENEMÉRITA DE PUEBLA
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Universidade Cooperativa da Colômbia
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Instituto de Pesquisa Antropológica
UNIVERSIDADE NACIONAL AUTÔNOMA DO MÉXICO
México
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Departamento de Sociologia. Faculdade de Economia e Administração. Universidade de Murcia.
Espanha
Universidade Federal do ABC
Brasil
Escola de Psicologia
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia, Universidade Nacional de Educação a Distância (UNED)
Espanha
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana
-Faculdade de Filosofia e História.
-Universidade de Havana
Cuba
Centro de Estudos em Cooperação Internacional e Gestão Pública AC (CECIG)
México
Universidade Nacional do Chaco Austral
Argentina
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Departamento de Sociologia. Faculdade de Economia e Administração. Universidade de Murcia.
Espanha
Universidade Surcolombiana
Colômbia
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Universidade do Texas em Arlington
Estados Unidos
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal de São Carlos
Brasil
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Universidade de Múrcia
Espanha
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal de São Carlos
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Ciências, Tecnologias e Artes
Universidade Nacional de Pilar
Paraguai
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Instituto de História e Ciências Sociais, Universidade Austral do Chile
Chile
Programa de Pós-Graduação em Educação
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Universidade de Almería. Departamento de Geografia, História e Ciências Humanas.
Espanha
Instituto de Ciências Sociais e Humanas / Universidade Autônoma Meritória de Puebla
México
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal de São Carlos
Brasil
Escola de Ciências Humanas
Escola de Ciências Humanas
Faculdade Universitária de Nossa Senhora do Rosário
Colômbia
Universidade Autônoma do Estado de Morelos (UAEM)
México
Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Federal de São Carlos
Universidade Federal de São Carlos
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais, Centro de Ciências Humanas, Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Universidade Nacional do Chaco Austral
Argentina
Universidade de Granada
Espanha