Área temática: Teoria Social e Política
Grupo de trabalhoEstudos Latino-Americanos: Perspectivas Nacionais, Regionais e Transnacionais
[+ Ver produções e conteúdo]Instituto de Cultura, Sociedade e Estado
Universidade Nacional da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul
Argentina
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
O Colégio de Michoacán
México
A principal questão deste Grupo de Trabalho (GT) – Estudos Latino-Americanos: Perspectivas Nacionais, Regionais e Transnacionais – pode ser expressa da seguinte forma: Qual é o passado, o presente e o futuro do campo dos Estudos Latino-Americanos (ELA) nos países da América Latina e do Caribe (ALC) em relação aos contextos regionais e globais e às mudanças e principais debates nas ciências sociais e humanas desde o início do século XX até o presente? Uma breve análise dos programas de ELA em universidades revela um interesse marcante nessa área temática, uma vez que ela abrange temas, áreas e períodos para a formação de historiadores, estudiosos da literatura e toda a gama de disciplinas que compõem as ciências sociais, tanto na graduação quanto na pós-graduação. Portanto, não apenas sua existência, mas também seu funcionamento são relevantes para a formação de profissionais nessas áreas. Trata-se de um campo disciplinar relevante para as diferentes estruturas universitárias na ALC e em outras regiões.
Para situar criticamente o tema de estudo no contexto latino-americano e caribenho e em relação às dinâmicas globais, propomos considerá-lo em quatro eixos possíveis.
1. As mudanças no contexto político global e regional no início do século XX, com a emergência da hegemonia norte-americana no Caribe e na América Central, e sua subsequente globalização após a Segunda Guerra Mundial durante a Guerra Fria, são fundamentais para a compreensão dos diversos contextos pelos quais a América Latina passou. O atual período pós-Guerra Fria representa a fase mais recente, na qual essa hegemonia está sendo contestada. Em nível global, a reorganização do campo acadêmico durante a era da globalização capitalista neoliberal e seu impacto na reorganização das humanidades e ciências sociais em termos de financiamento, agendas e condições de trabalho são significativos. No contexto regional, as crises causadas pela aplicação do modelo neoliberal e sua contrapartida de lutas sociais, políticas e intelectuais têm sido palco para um renovado interesse acadêmico e político em compreender e analisar as histórias e os problemas nacionais dos países latino-americanos e caribenhos dentro do contexto regional e global com o qual interagem e estão conectados. No início do século XXI, a América Latina, como região, ganhou relevância na política internacional por meio de iniciativas de integração regional sem precedentes, semelhantes às que se viam desde o início do processo de independência do século XIX. Contudo, o novo cenário político, marcado por uma "guinada à direita" na região, abre novos desafios para a compreensão da configuração das relações entre conhecimento e política (Falero, Charles, Soler, 2016).
2. O segundo eixo é a necessidade de criar redes de colaboração acadêmica em níveis nacional, regional e transnacional para compreender o passado, o presente e o futuro da agenda de problemas e objetos de estudo dentro do campo interdisciplinar do conhecimento que constitui os Estudos Econômicos e Sociais (EES). Ainda carecemos de pesquisas que analisem sistematicamente o passado e o presente do campo dos EES nos países da América Latina e do Caribe — isto é, as mudanças, rupturas e continuidades em seus objetos de estudo, suas questões, suas metodologias e suas múltiplas temporalidades e escalas de análise. De uma perspectiva histórica de longo prazo, o desenvolvimento do campo dos EES nos países da América Latina e do Caribe se apresenta como um processo de múltiplas operações intelectuais que, desde o século XIX, levou primeiro à construção da comunidade imaginada (Anderson, 1989) "América Latina" (Feres Junior, 2004; Rouquié, 1998) e, posteriormente, à formação de uma comunidade disciplinar em meados do século XX. Esse processo pode ser rastreado nas iniciativas de intelectuais latino-americanos e caribenhos que construíram diferentes genealogias de pensamento, a partir de interesses, subjetividades e memórias situadas em suas próprias histórias locais (Mignolo, 2007), em escalas nacionais e regionais, sempre em diálogo com outras regiões do mundo.
Nas primeiras décadas do século XX, diante da crescente interferência dos EUA na América Central, no Caribe e no norte da América do Sul (Zinn, 2006; Gaztambide, 2003), essas tradições intelectuais regionais adotaram a busca pela proximidade e integração regional como uma missão específica. A etapa ou geração seguinte testemunhou a formação de uma comunidade acadêmica derivada dessa tradição intelectual e cultural específica dos países latino-americanos. Essa comunidade passou a ser vista como uma área de estudo que abrangia as humanidades, principalmente os estudos literários, a filosofia e a história, bem como as ciências sociais. A partir da década de 1940, pode-se falar do início da profissionalização disciplinar inserida nas instituições de ensino superior, principalmente universidades e institutos de pesquisa. Foi nesse âmbito que a comunidade disciplinar conhecida como Estudos Latino-Americanos (ELA) se desenvolveu ao longo das décadas seguintes, variando conforme o país, no contexto da Guerra Fria global e interamericana. A partir de então, podem-se distinguir duas tradições e diversas tensões em torno da articulação dos ELA. As duas tradições têm divergido quanto aos objetivos e métodos que as definem como um campo temático interdisciplinar. De um lado, há o legado de uma história intelectual baseada na comunidade imaginada, que foi capaz de construir uma das tradições nesse campo, como a história das ideias que se expandiu a partir do México e criou a primeira rede desses estudos. Daí deriva a escola da Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM), que alcançou forte institucionalização nas décadas de 1960 e 1970. A outra tradição é a dos estudos de área, criada no auge da Guerra Fria nos Estados Unidos, na Europa Ocidental e nos países do bloco socialista, com um objetivo prático e utilitário: gerar conhecimento especializado para a tomada de decisões em política externa. No caso dos Estados Unidos, desde então, os estudos de área têm sido influenciados pelas urgências políticas da região e por sua relação com o contexto geopolítico específico da Guerra Fria interamericana, particularmente após a Revolução Cubana.
3. O terceiro aspecto fundamental para a compreensão deste tema é a necessidade de um debate sobre a relação entre os Estudos de Área e a evolução e as mudanças nos paradigmas que sustentam as ciências sociais e humanas, e como essas mudanças impactaram a interdisciplinaridade, fundamento dos Estudos de Área em geral. Nessa perspectiva, as condições históricas do contexto global, latino-americano e caribenho em transformação nos obrigam a considerar novos cenários e questões a respeito dos Estudos de Área na região. Portanto, é urgente iniciar a sistematização de estudos que nos ajudem a compreender o propósito da comunidade interdisciplinar à luz dessas mudanças nas expectativas históricas de toda a região, que afetam a forma como os Estudos de Área, e especificamente os Estudos de Área, são atualmente construídos e articulados.
4. O quarto eixo de análise para situar o tema da pesquisa é a questão dos níveis de institucionalização das Entidades Acadêmicas Locais (EALs), sua coordenação regional e internacional e suas agendas. Nas últimas décadas, observou-se um significativo desenvolvimento institucional das EALs em alguns países da América Latina e do Caribe, com indicadores-chave sendo a evolução quantitativa e qualitativa das linhas de pesquisa, publicações e programas de pós-graduação. Isso foi resultado de um movimento internacional de iniciativas para a institucionalização acadêmica das EALs desde o início do século XXI. Tal fato se evidencia na proliferação de centros e institutos de pesquisa, universidades temáticas (como a Universidade de...)
Ayala, Mário et. para o. (2015) “Os Estudos Latino-Americanos no Cone Sul: novos objetos, novas dimensões, novas temporalidades”, em: Da Silveira, Diego Omar; Leite, Isabel, Ayala, Mario (Organizadores) Questões de América Latina Contemporânea: Novos Objetos, Novas Dimensões, Novas Temporalidades, Universidade do Estado Amazonas-Editorial Fino Trazo, Belo Horizonte.
Falero Cirigliano, Alfredo; Quevedo, Charles; Soler, Lorena (2016) Grupo de Trabalho CLACSO: Intelectuais e Política (2016-2019). Buenos Aires: Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais.
Feres Junior, João (2004) Uma História do conceito latino-americano nos Estados Unidos. São Paulo: ANPOCS. EDUSC.
Gaztambide, Antonio (2003) “A invenção do Caribe a partir de 1898”. Tierra Firme, Caracas, Ano 21 - Volume XXI, No. 82. Abril-Junho.
Halperin Donghi, Tulio (2014). Testemunho de um observador participante. Meio século de Estudos Latino-Americanos em um mundo em transformação, Buenos Aires, Prometeo Libros.
Harmer, Tanya (2013) O governo Allende e a Guerra Fria Interamericana, Santiago do Chile: Ediciones Universidad Diego Portales.
Mignolo, Walter. 2007. A ideia de América Latina. Barcelona, Gedisa.
Novion, Jacques; Costilla, Oliver; Ayala, Mário (2014). “Pensamento, Teoria e Estudos Latino-Americanos”, in Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, Vol. 8, N° 2, CEPPAC-Universitària de Brasília.
Plano de Estudos para o Bacharelado em Estudos Latino-Americanos. Faculdade de Filosofia e Letras. UNAM, México. 2004.
Rouquié, Alain (1998) O Extremo Ocidente. Introdução à América Latina. São Paulo EDUSP.
Sosa Álvarez, Ignacio (2007). “Da memória à história. Estudos Latino-Americanos como disciplina e como comunidade”, in: Journal of Higher Education, Vol. XXXVI (4), outubro-dezembro, pp. 57-85.
Zinn, Howard (2006) Uma História Popular dos Estados Unidos. México: Siglo XXI Editores.
Os Estudos Ecológicos e Sociais (EES) podem ser definidos como um campo composto pelo conjunto de disciplinas sociais e humanísticas que trabalham interdisciplinarmente no estudo de problemas específicos da região em seu contexto contemporâneo (Sosa Álvarez, 2007). Em contraste com os campos disciplinares que formam comunidades densas de especialistas, os EES formam comunidades de especialistas de diversas disciplinas com uma ampla gama de temas e problemas, abordagens analíticas e metodologias. Apoiados por uma perspectiva sócio-histórica dos diferentes países e realidades que compõem a região, propõem-se a compreender criticamente a história do continente a partir de sua própria perspectiva; a reunir diferentes disciplinas com temas e objetos convergentes ou similares; e a articular diferentes realidades sociais e contextos nacionais em torno de problemas comuns (Novion, Oliver, Ayala, 2014).
A evolução da comunidade disciplinar de Estudos Latino-Americanos (ELA) na América Latina e no Caribe (ALC) teve início no contexto da crescente internacionalização das ciências sociais e humanas durante a Guerra Fria (1945-1991). Isso torna necessário estudar seus desenvolvimentos nacionais e regionais a partir de perspectivas que abordem o processo considerando suas interações transnacionais e globais. Nesse sentido, será importante explorar os diálogos e interações entre os diferentes desenvolvimentos dos ELA no contexto da Guerra Fria Global, levando-se em conta também os debates que acompanharam os estudos de área e comparativos desde o seu término (Basedau e Köllner, 2007). Por essas razões, a pesquisa realizada no âmbito do Grupo de Trabalho considerará o contexto global em que os Estudos Latino-Americanos emergiram como área de estudo nos Estados Unidos e na Europa Ocidental, bem como nos países do bloco socialista.
Atualmente, existem estudos críticos sobre como os Estudos Latino-Americanos se desenvolveram em países como os Estados Unidos (Chicote, 2018), Grã-Bretanha (Miller, 2018), Alemanha (Puhle, 2018), Holanda (Baud, 2018), URSS (Bartley, 2018) e China (Xianglin e Huiye, 2018). Esses trabalhos concordam que os estudos latino-americanos e caribenhos receberam um impulso decisivo durante a Guerra Fria. Nas instituições acadêmicas dos Estados Unidos, da Europa e do bloco socialista, esses programas foram criados pelos imperativos políticos das duas superpotências rivais, o que teve consequências para as agendas de pesquisa. Nos Estados Unidos e na Europa, seus primórdios como campo de estudo estiveram fortemente ligados à tríade universidades, governos e fundações, até a década de 1960, quando uma nova geração de latino-americanistas foi influenciada pelos processos políticos e sociais na América Latina (Chicote, 2018). Em contrapartida, para os países da América Latina e do Caribe, ainda carecemos de pesquisas sistemáticas sobre as origens e o desenvolvimento dos Estudos Latino-Americanos (ELA). Contudo, observamos progressos desiguais dependendo da disciplina e do país — por exemplo, no Brasil (Beired, 2005), no México (Sosa Álvarez, 2007) e na Argentina (Águila, 2011, 2012; Bohoslavsky, Geoghegan e González, 2011; Ayala, 2018) — e esforços para articular uma visão regional abrangente — por exemplo, Acosta, Ansaldi, Giordano e Soler, 2015; Colóquio sobre Estudos Latino-Americanos no Século XXI, 2018 —, que servirão de base para a discussão das linhas de trabalho do Grupo de Trabalho.
Em diálogo com esses estudos, nosso interesse como Grupo de Trabalho será analisar a dinâmica dialética do desenvolvimento dos Assuntos Econômicos e Sociais Locais (AEL) na América Latina e no Caribe (ALC), considerando, por um lado, os desenvolvimentos nacionais e regionais que podem oferecer perspectivas alternativas e, por outro, as perspectivas construídas (e muitas vezes impostas) por centros globais, cujas agendas geralmente não se alinham às dos países da ALC. Ao mesmo tempo, ainda não existe uma rede internacional capaz de articular um projeto de pesquisa sistemático, regional, comparativo e transnacional sobre esse tema. Tudo isso ocorre em um contexto acadêmico internacional que coloca as ciências sociais e humanas latino-americanas diante do desafio das mudanças transnacionais e globais nos modos de análise e interpretação histórica.
Tendo em conta o contexto, os debates e as lacunas de conhecimento e articulação académica acima mencionados, este Grupo de Trabalho propõe centrar o seu plano trienal em quatro linhas de trabalho relacionadas com o campo do conhecimento dos Estudos Latino-Americanos na América Latina e nas Caraíbas:
1. Estudo e análise da emergência e desenvolvimento das ELAs na ALyC. De uma perspectiva sócio-histórica, esta linha de trabalho se concentrará na comparação histórica da ideia de América Latina desde o último terço do século XIX até o início do século XX, com a intenção de destacar as operações históricas que levaram à construção da comunidade imaginada "América Latina" a partir dos diferentes países e regiões.
2. Reconstrução e análise da situação atual dos Estudos Econômicos e Sociais (EES) nas ciências sociais e humanas dos países da América Latina e do Caribe, a partir de perspectivas históricas nacionais, comparativas, regionais e transnacionais, desde o início do século XX até o presente. Os resultados proporcionarão uma interpretação transnacional das diversas escalas e circulações de produção de conhecimento sobre a América Latina e o Caribe como unidades de análise.
3. Teoria e metodologia em Estudos da Linguagem Aplicada. Este eixo propõe analisar o campo dos Estudos da Linguagem Aplicada a partir de uma proposta metodológica centrada em cinco questões: a) as perspectivas socio-históricas de análise; b) o trabalho interdisciplinar; c) os estudos comparativos; d) as escalas transnacionais e globais de análise; e e) a busca pela produção de conhecimento crítico sobre problemas da macrorregião que contribuam para a transformação de suas realidades.
4. Construir uma rede de colaboração acadêmica, atuando internacionalmente com base em três linhas de ação: a) desenvolver e implementar um projeto de pesquisa sistemático, regional, comparativo e transnacional sobre ELA; b) aumentar a cooperação e a coordenação interinstitucional entre seus diferentes núcleos nas áreas de pesquisa, ensino (graduação e pós-graduação), extensão, transferência de conhecimento, publicações, formação profissional e assessoria em políticas públicas; c) buscar maior coordenação e intercâmbio com o trabalho de outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
Com base em suas diretrizes de trabalho, este Grupo de Trabalho visa fomentar o diálogo e a troca de experiências entre especialistas na área de Ambientes Autônomos Locais (AAL) na América Latina e no Caribe. Isso será alcançado por meio de diversos encontros presenciais e virtuais de seus membros para discutir pesquisas e avanços, contribuindo para uma compreensão compartilhada dos AAL a partir de perspectivas nacionais, regionais e transnacionais. Nesse processo, o diálogo entre pesquisadores consolidados e emergentes contribuirá para o desenvolvimento de recursos humanos nessa área.
Águila, Gabriela (2011) “O ensino da história contemporânea da América Latina e perspectivas comparativas. Algumas breves reflexões”, em Bohoslavsky, Ernesto; Geoghegan, Emilce; González, María Paula (Organizadores), Oficina de reflexão sobre a América Latina. Os desafios da pesquisa, do ensino e da disseminação sobre a América Latina, Los Polvorines, UNGS, 2011.
Águila, Gabriela (2012) “O que é ser um latino-americanista? Os caminhos da história latino-americana contemporânea na Argentina”, em Anuário nº 24, Escola de História, Revista Digital, Faculdade de Ciências Humanas e Artes da UNR 2011-2012.
Bartley, R. H. (2018). A Guerra Fria e os Estudos de Área da América Latina na antiga URSS: Reflexões e Reminiscências. Perspectivas Latino-Americanas, 45(4), 115–140. https://doi.org/10.1177/0094582X18773729
Basedau, Matthias e Patrick Köllner (2007) “Estudos de área, estudos comparativos de área e o estudo da política: contexto, substância e desafios metodológicos”. Zeitschrift für Vergleichende Politikwissenschaft 1.1: 105-124.
Baud, M. (2018). Entre a academia e a sociedade civil: as origens dos estudos latino-americanos nos Países Baixos. Perspectivas Latino-Americanas, 45(4), 98–114. https://doi.org/10.1177/0094582X18773731
Beired, José Luis Bendicho (2005) “Uma pesquisa sobre a História da América: sua trajetória nas universidades paulistas (1942-2004)”, na Revista de História, no 153.
Chilcote, R. H. (2018). “A Guerra Fria e a transformação dos estudos latino-americanos nos Estados Unidos”. Perspectivas Latino-Americanas, 45(4), 6–41. https://doi.org/10.1177/0094582X18779017
Mario Ayala (2018) “A produção da História Latino-Americana na Argentina pós-ditatorial e seus diálogos com os estudos latino-americanos”, artigo apresentado no Colóquio de Estudos Latino-Americanos no Século XXI, INHA-CIALC-UNAM -COLMICH, Cidade do México, 22-24 de setembro.
Miller, R. M. (2018). “Empreendedores acadêmicos, políticas públicas e o crescimento dos estudos latino-americanos na Grã-Bretanha durante a Guerra Fria”. Latin American Perspectives, 45(4), 46–68. https://doi.org/10.1177/0094582X18775461
Novion, Jacques; Costilla, Oliver; Ayala, Mário (2014). “Pensamento, Teoria e Estudos Latino-Americanos”, in Revista de Estudos e Pesquisas sobre as Américas, Vol. 8, N° 2, CEPPAC-Universitària de Brasília.
Puhle, H.-J. (2018). Entre a academia e a política: estudos latino-americanos na Alemanha durante a Guerra Fria. Latin American Perspectives, 45(4), 69–97. https://doi.org/10.1177/0094582X18773732
Sosa Álvarez, Ignacio (2007) “Da memória à história. Estudos Latino-Americanos como disciplina e como comunidade”, em Rev. educ. sup, vol.36 no.144 México out./dez.
Xianglin, M., & Huiye, S. (2018). Estudos latino-americanos na China durante a Guerra Fria. Perspectivas Latino-Americanas, 45(4), 141–147. https://doi.org/10.1177/0094582X18776331
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
desenvolvimento de ELA em ALyC em
comparativo, regional e chave
transnacional.
Reconstrução e análise do
situação atual da ELA no
Ciências sociais e humanas dos países da América Latina e do Caribe.
Estudar as relações entre teoria e metodologia em Língua Inglesa e Literatura.
A proposta da GT e o Plano de Trabalho para alcançar um
consenso de trabalho coletivo de três anos.
Criar um Seminário Permanente sobre Estudos Latino-Americanos que conecte os núcleos temáticos da rede.
Discutir o progresso da pesquisa em reuniões,
por meio de estágios de pesquisa, seminários e colóquios temáticos.
Construindo estruturas teórico-metodológicas para análise.
e levantamento empírico.
Elabore um documento básico para cada nó de trabalho e defina em conjunto as linhas específicas a serem desenvolvidas.
Reuniões trimestrais, virtuais e presenciais, para discutir o progresso da pesquisa.
Primeiro relatório preliminar sobre o mapa das Artes Liberais na América Latina e no Caribe em termos de agenda de pesquisa, publicações, ensino, níveis de institucionalização, redes acadêmicas e políticas públicas.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Recursos humanos na área da ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).
Desenvolver um plano de publicação para o progresso alcançado, sob a forma de artigos, capítulos de livros, livros, dossiês em revistas acadêmicas e
comunicação científica.
Elabore um plano de três anos de
participação em eventos acadêmicos
Fóruns nacionais e internacionais para apresentar avanços na pesquisa e fomentar o debate.
sobre a ELA.
Pública, com sede a ser definida.
Preparação de um boletim informativo semestral
do GT e de artigos de divulgação científica.
Elaboração de propostas e dossiês de livros.
Preparação dos resultados iniciais da pesquisa e apresentação em forma de artigos.
em eventos nacionais e internacionais.
pesquisa crítica, coordenação acadêmica e interinstitucional e comunicação
Compartilhar publicamente as atualizações de produção.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
troca e trabalho entre os GT
e vários atores estatais e não estatais
Estado.
do GT em relação a esses atores e promover o
intervenções conjuntas.
Oferecer serviços de consultoria e assessoria para
organizações estatais e não governamentais
e movimentos sociais.
espaço para reflexão, produção de
conhecimento, conselhos e
Consulta para diversos atores estatais e não estatais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Acadêmico que trabalha internacionalmente na área de ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica) na América Latina e no Caribe.
Profissional ALyC.
Aumentar a cooperação e a coordenação acadêmica e
colaboração interinstitucional entre os diferentes núcleos do GT nas áreas de pesquisa, ensino (graduação e pós-graduação),
divulgação, transferência, publicações, treinamento
aconselhamento profissional e de políticas públicas
Assinatura de acordos de cooperação institucional entre unidades acadêmicas.
Buscar maior coordenação e intercâmbio com
outras redes que funcionam em torno da ELA e com outros GTs da CLACSO.
interinstitucional entre os participantes do GT.
Consolidação e expansão das redes
entre membros e suas instituições com outras novas.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Análise comparativa, regional e transnacional.
Reconstrução e análise da situação atual da ELA nas ciências sociais e
Recursos humanos de países da América Latina e do Caribe.
Estudar as relações entre teoria e metodologia em Língua Inglesa e Literatura.
Preparar apresentações e artigos.
Avanços na construção de estruturas de
Análise teórico-metodológica e de levantamento
empírico.
Publicação de artigos e capítulos de livros.
reuniões trimestrais virtuais e
Reuniões presenciais para discutir o progresso da pesquisa.
Segundo Relatório Preliminar sobre o
Mapa das Áreas de Aprendizagem em Línguas Estrangeiras (ELAs) em países da América Latina e do Caribe em termos de agenda de pesquisa.
Publicações, ensino, níveis de institucionalização, redes acadêmicas, políticas públicas.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Elabore um plano de publicação para o progresso alcançado, sob a forma de artigos, capítulos de livros, livros e dossiês em revistas acadêmicas e científicas.
Elabore um plano de três anos para participação em eventos.
Acadêmicos nacionais e internacionais apresentarão avanços na pesquisa e promoverão o debate sobre a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).
Preparação de um Boletim GT semestral e de
artigos de divulgação científica
Submissão de proposta de livro e dossiês.
Apresentação do progresso da pesquisa em forma de artigos em eventos nacionais e internacionais.
Coordenação acadêmica e interinstitucional e comunicação pública do progresso da produção.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Oferecemos serviços de consultoria e assessoria para organizações.
Estado, organizações não governamentais e movimentos
social.
Reflexão, produção de conhecimento, assessoria e consultoria para diversos atores estatais e não estatais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Colaboração acadêmica, atuando internacionalmente na área de ELA na América Latina e no Caribe.
Aumentar a cooperação e a coordenação académica e interinstitucional entre os vários núcleos do GT nas áreas da investigação, ensino (licenciatura e pós-graduação), extensão, transferência de conhecimentos, publicações, formação profissional e
Assessoria em políticas públicas.
Assinatura de acordos de cooperação institucional entre unidades acadêmicas.
Buscar maior coordenação e intercâmbio com outras redes que trabalham com ELA e com outros GTs da CLACSO.
Assinatura de acordos de cooperação, coordenação de
Programas de graduação e pós-graduação, projetos de pesquisa com instituições da região e de fora da região.
Consolidação e expansão do trabalho em rede entre os membros e suas instituições com outras redes.
organizações científicas, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Reconstrução e análise da situação atual da ELA nas ciências sociais e humanas dos países
de ALyC.
Estudar as relações entre teoria e metodologia em Língua Inglesa e Literatura.
Preparar apresentações e artigos.
Avanços na construção de estruturas de
análises teórico-metodológicas e
de levantamento empírico.
Reunião geral do seminário interno da GT e elaboração de uma proposta de renovação.
GT
Reuniões trimestrais virtuais e presenciais para discutir o progresso em
pesquisa.
Relatório final sobre o mapa das Entidades Autônomas Locais nos países da América Latina e do Caribe em termos de agenda de pesquisa, publicações,
ensino, níveis de institucionalização,
redes acadêmicas, políticas públicas.
Proposta de renovação do GT para a próxima chamada.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Finalizar o plano para publicação dos relatórios de progresso.
produzidos na forma de artigos, capítulos de livros, livros, dossiês em periódicos acadêmicos e
comunicação científica.
Desenvolver um plano de participação de três anos em
eventos acadêmicos nacionais e internacionais
Apresentar os avanços da pesquisa e incentivar o debate sobre a ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica).
tais como apresentações em eventos nacionais e
International
Organizar painéis temáticos no âmbito de eventos internacionais e da Conferência.
da CLACSO.
Publicação de um livro GT e três dossiês temáticos
Preparação de um boletim informativo semestral
do GT e de artigos de divulgação científica.
Realizar um colóquio temático público (local a ser definido), filmá-lo e publicá-lo em um canal do YouTube.
Os GT abordam, fomentam a reflexão e
pesquisa crítica, coordenação
acadêmico e interinstitucional e comunicativo
Compartilhar publicamente as atualizações de produção.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
troca e trabalho entre os GT
e diversos atores estatais e não estatais.
Oferecemos serviços de consultoria e assessoria a organizações governamentais e não governamentais.
e movimentos sociais.
atores estatais e não estatais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Indivíduos e/ou grupos cuja prática profissional seja ALyC.
Aumentar a cooperação e a coordenação académica e interinstitucional entre as várias instituições.
Nós GT nas áreas de pesquisa, ensino (de
pós-graduação), extensão, transferência, publicações, formação profissional e
assessoria em políticas públicas
Assinatura de acordos de cooperação
Institucional entre unidades acadêmicas.
Para buscar a maior coordenação e
Intercâmbios com outras redes que trabalham em ELA e com outros GTs da CLACSO.
interinstitucional entre os participantes do GT.
Assinatura de acordos de cooperação, coordenação de programas de graduação e pós-graduação, projetos de pesquisa com instituições da região e de fora da região.
Consolidação e expansão das redes
entre membros e suas instituições com
outras redes científicas, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas.
Número total de pesquisadores admitidos: 41
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O Colégio de Michoacán
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