Área temática: Meio ambiente, mudanças climáticas e desenvolvimento social

Grupo de trabalhoEcologias políticas do Sul/Abya-Yala

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Ecologias políticas do Sul/Abya-Yala
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Raquel Neyra Soupplet
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Lucrécia Soledad Wagner
Grupo de Pesquisa STAND (Rede de Ação e Treinamento do Sul para a Descolonialidade)
Espanha
Aida Luz López Gómez
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Há várias décadas, a ecologia política vem se desenvolvendo como um campo de convergência e retroalimentação entre diferentes disciplinas, a partir de uma profunda crítica ao viés exacerbado do conhecimento científico e tecnológico como única resposta à crise ambiental, e da proposta de uma necessária integração de perspectivas para abordar seus objetos de estudo, incluindo aquelas que emergem da escuta e do apoio às lutas ambientais das comunidades. Dessa forma, a ecologia política é simultaneamente uma perspectiva interdisciplinar sobre o conhecimento acadêmico e uma prática política transformadora.

Este campo de estudo preocupa-se não apenas com os conflitos sobre a distribuição ecológica (Martínez-Alier, 2006), mas também com a exploração, a partir de novas perspectivas, das relações de poder que se entrelaçam entre os modos de vida das comunidades humanas e o mundo globalizado. Ou seja, o conflito político sobre a distribuição ecológica e as lutas sociais pela defesa dos recursos naturais em suas dimensões material e simbólica.

Hoje, testemunhamos uma crise generalizada do capitalismo global, que é simultaneamente uma crise financeira, social, econômica e ecológica. Portanto, a ecologia política exige um diálogo interdisciplinar entre diversas áreas do conhecimento para criar uma visão complexa e abrangente, com o intuito de melhor compreender a multidimensionalidade dos conflitos sociais de nossa época e construir alternativas que nos permitam reorientar nossas formas de pensar o mundo e como atuamos nele.

Nesse contexto, a ecologia política latino-americana se consolidou como um campo de pensamento distinto, com relevância internacional. Trata-se de um campo pluralista de análise, crítica e discurso, construído sobre a formação de redes acadêmicas latino-americanas que mantêm a continuidade com as tradições regionais de pensamento crítico, ambientalista, indígena, feminista, pós-colonial e anticapitalista. Adota uma perspectiva teórica interdisciplinar, construída na interseção da história ambiental e política, da economia política, da geografia crítica, dos estudos culturais, do pensamento indígena latino-americano e do pensamento ambientalista do Sul Global.

A ecologia das sociedades humanas envolve questões de apropriação e o estabelecimento de relações de poder que permitem a alguns atores o acesso a recursos e a tomada de decisões sobre seu uso, enquanto excluem outros. Essas relações de poder estão presentes na América Latina desde a era colonial e, embora tenham passado por diversas fases ao longo dos séculos, continuam a exibir formas coloniais que resultaram em genocídio físico e cultural, mecanismos de expropriação e exclusão de recursos naturais, bem como a destruição ou subjugação racista de identidades (Alimonda, 2017). Portanto, a ecologia política não deve negligenciar a análise do papel do Estado e de suas políticas como fator relevante na configuração atual das relações sociedade-natureza e nas disputas que delas emergem.

Contudo, a ecologia política latino-americana não se limita apenas ao chamado conhecimento "científico". Nos últimos anos, inúmeras vozes que atuam nessa área têm incorporado novas compreensões ao arcabouço conceitual, destacando a importância da diversidade cultural na construção de conhecimento ambiental relevante. Elas têm demonstrado que a biodiversidade do planeta está intrinsecamente ligada à sua gestão por milhares de povos e comunidades locais ao longo da história, especialmente no Sul Global (Ulloa, 2011).

A reivindicação do saber plural e a necessidade de construir racionalidades alternativas (Leff, 2019) constituem outro ponto-chave na perspectiva teórico-prática deste campo do saber. O exercício do poder dentro da lógica da acumulação e do mercado, ao fragmentar o saber científico e tecnológico e orientá-lo para as suas próprias necessidades, subjugou a vasta diversidade do saber popular sobre a natureza. O saber indígena, baseado em séculos de convivência, observação e experimentação empírica em ecossistemas locais, foi descartado desde a Conquista e ao longo de uma colonialidade que persiste até os dias de hoje. Por essa razão, a ecologia política também pressupõe uma epistemologia política que se estende para além do projeto interdisciplinar de construção do saber, abrangendo a ambientalização das lutas sociais (Ulloa, 2017).

Assim, a ecologia política latino-americana tem se desenvolvido em uma relação ativa de constante troca e retroalimentação com os diversos movimentos e lutas que estão na vanguarda dos conflitos em diferentes escalas e em várias circunstâncias, incorporando críticas aos modelos hegemônicos de desenvolvimento e delineando futuros alternativos possíveis. Nessa perspectiva, com lutas de baixo para cima, pela esquerda e pela Terra (Escobar, 2017), a ontologia política e o paradigma pesquisa-ação tornam-se ferramentas urgentes e necessárias para combater o extremismo de extrema direita e denunciar as múltiplas formas de violência geradas pela constante expansão das fronteiras do capital e da acumulação. Isso é essencial não apenas para compreender a complexidade desses processos, mas também para apoiar lutas em defesa da Vida por meios comuns e deshierárquicos, dentro de um quadro de descolonização e diálogo multiescalar.

Para atingir esses objetivos, são propostas nove linhas de trabalho:

Conflitos ambientais, violência, autoritarismo e lutas em defesa da vida.

- Capitaloceno

- Ecofeminismos e lutas de mulheres contra o extrativismo

Educação Ambiental na América Latina e no Caribe

Transição energética e injustiças climáticas na América Latina e no Caribe

- Movimentos por Justiça Ambiental e Justiça Hídrica no Sul do Caribe.

- Cosmopolítica e ecologias políticas multiespécies

- Caribe Insular

- Arte e ecologias políticas

Além disso, por meio de diversos projetos e atividades de pesquisa e divulgação, fortaleceremos os laços com outros Grupos de Trabalho com os quais já colaboramos: Territorialidades em Disputa e Resistência; Anticapitalismos e Sociedades Emergentes; Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos; Fronteiras, Regionalização e Globalização; Pensamento Geográfico Crítico Latino-Americano; Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural; Corpos, Territórios e Feminismos; e Energia e Desenvolvimento Sustentável. Também iniciaremos trabalhos conjuntos com os Grupos de Trabalho sobre Patrimônios e Perspectivas do Marxismo e Saúde Internacional.

Alimonda, Héctor (2017). Em uma chave sulista: Ecologia política latino-americana e pensamento crítico. In: Alimonda, H et al. (orgs.) Ecologia política latino-americana: pensamento crítico, diferença latino-americana e rearticulação epistêmica. CLACSO.
Escobar, Arturo (2017). De baixo, da esquerda e com a terra: A diferença de Abya Yala/Afro/Latino/América. In: Walsh, Catherine (org.) Pedagogias Decoloniais: Práticas Insurgentes de Resistência, (Re)existência e (Re)vivência, pp. 55-76. Abya Yala.
Leff, Enrique (2019). Ecologia Política. Da Desconstrução do Capital à Territorialização da Vida. Siglo XXI
Martínez-Alier, Joan (2006). O ambientalismo dos pobres. Icaria
Ulloa, Astrid (Ed.). (2011). Perspectivas culturais sobre o clima. Centro Editorial da Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Nacional da Colômbia.
Ulloa, Astrid (2017). Dinâmica ambiental e extrativista no século XXI: É a era do Antropoceno ou do Capitaloceno na América Latina? Desacatos, (54), 58-73.
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

O Grupo de Trabalho de Ecologias Políticas do Sul/Abya Yala vem, desde 2000, construindo um campo de conhecimento teórico-prático baseado no diálogo entre acadêmicos e pesquisadores de diversas disciplinas, localizados em diferentes países da América Central, Caribe e América do Sul, e em uma variedade de comunidades que defendem seus meios e modos de vida diante do avanço de projetos de mercantilização, privatização e cercamento capitalista.

A ecologia política visa compreender os complexos processos de cogestão da vida na natureza humana e não humana (Machado, 2016), partindo da premissa de que as sociedades são natureza e não podem existir fora dela. A ecologia política busca transcender as fronteiras disciplinares e estar intrinsecamente ligada aos processos de luta e resistência pela justa distribuição dos bens ecológicos (Alimonda, 2011). Nesse sentido, busca compreender as raízes, as lógicas e as dinâmicas dos conflitos socioambientais, que se multiplicaram nas últimas décadas devido à implementação de uma série de políticas e megaprojetos do capital e do Estado voltados para o controle, o acesso e a gestão de territórios e meios de subsistência.

Diante do atual desafio civilizacional, estamos comprometidos em continuar cultivando o diálogo entre os diversos sistemas de conhecimento e práticas que vêm se desenvolvendo para compreender e agir diante das complexidades de nossas realidades, e para colaborar na criação de alternativas à pilhagem, à desapropriação e à devastação socioambiental. Assim, uma tarefa essencial é construir pontes e coproduzir conhecimento com movimentos e iniciativas de resistência territorial contra o extrativismo em todo o Sul Global e em Abya Yala (as Américas).

Comemoramos o crescimento do nosso Grupo de Trabalho, tanto em número de membros quanto na diversidade de temas abordados, impulsionado pela crescente visibilidade dos problemas socioambientais e pelo compromisso de intelectuais da região em colaborar com comunidades em resistência na busca de alternativas aos modelos impostos.

Portanto, a presente proposta dá continuidade aos temas desenvolvidos em períodos anteriores e incorpora novos tópicos:

Propomos continuar a explorar o que temos vindo a conceptualizar como a Ecologia Política do Extrativismo. O extrativismo não é um fenómeno recente ou circunstancial, mas sim decorre de um problema estrutural de longa data, sendo uma forma de acumulação capitalista (Acosta, 2012) que remonta aos tempos da conquista e pilhagem de Abya Yala, mas que se intensificou claramente nas últimas décadas em todos os países da América Latina, aprofundando ainda mais a posição colonial, periférica, dependente e subordinada do continente no sistema mundial (Machado, 2016, p. 26). É importante contribuir para uma compreensão comum dos regimes extrativistas, considerando também as características específicas de cada território.

- Buscamos investigar os conflitos ambientais e dar visibilidade à luta em defesa da vida por diversos grupos sociais, em contextos rurais e urbanos, que se esforçam diariamente e de maneiras extraordinárias para garantir as condições materiais e simbólicas de sua própria (re)produção e a dos ecossistemas em que vivem.

Damos especial atenção aos movimentos de Justiça Ambiental e Justiça Hídrica. Recorremos à tradição decolonial caribenha para identificar os processos de subalternização de corpos e territórios (culturas hidráulicas) associados aos processos de colonialismo/extrativismo da natureza, a fim de redefinir os processos entre modos de percepção e experiências que determinam as relações sociais, políticas e econômicas caracterizadas pelos modos de uso e apropriação do conhecimento, dos corpos, dos territórios e da natureza.

Da mesma forma, os efeitos adversos das mudanças climáticas na região são sentidos com mais intensidade pelos territórios e comunidades marítimas locais, que travam lutas de longa data pela sobrevivência de modos de vida tradicionais mais harmoniosos com o meio ambiente. É útil apresentar as visões alternativas de justiça ambiental oferecidas pelas comunidades mais vulneráveis ​​— afrodescendentes, indígenas e raizal. A inclusão de uma linha de pesquisa focada no Caribe insular contribui para uma análise mais aprofundada desses e de outros problemas, bem como para um estudo específico do impacto nesses territórios.

Destacamos e analisamos o papel cada vez mais visível e de liderança que as mulheres desempenham na defesa de territórios ameaçados e afetados; dando voz à violência com que o extrativismo as impacta de maneiras distintas e impulsionando esforços coletivos para persistir na sustentação, defesa e cuidado da vida. Interessa-nos explorar a relação entre extrativismo e violência patriarcal, ou seja, como a lógica da violência impacta particularmente as mulheres e como elas vivenciam e confrontam esses efeitos. Defender a vida é também uma luta para cuidar, curar, recuperar e reivindicar o corpo-território, reconhecendo as marcas do colonialismo, do patriarcado e do capitalismo.

A transição energética e as injustiças climáticas na América Latina e no Caribe são analisadas sob uma perspectiva que destaca a necessidade de uma transformação socioecológica dos múltiplos processos de produção e da gestão econômica global. Reconhecemos que a neutralidade de carbono apenas permite a poluição sob pena de compensação, mas não resolve as causas da crise civilizatória, e que o capitalismo energético nos apresenta falsas soluções, como as energias renováveis ​​e a transição energética corporativa.

Desde a década de 80, um campo da Educação Ambiental vem se consolidando na América Latina, problematizando os efeitos negativos de um modelo de desenvolvimento devastador e as implicações insustentáveis ​​do conhecimento fragmentado. Propomos destacar e analisar como, em nossos territórios, a educação ambiental tem se vinculado intimamente a aspectos socioculturais e étnicos, levando à construção de um pensamento ambiental latino-americano distinto, em conjunto com a ecologia política.

A análise do Capitaloceno é incorporada como uma linha de investigação específica. Trata-se de um conceito diagnóstico (Svampa, 2019), que destaca o espaço-tempo em que o capital penetrou a esfera da produção e reorganizou o processo de trabalho segundo sua lógica — um processo que medeia, controla e regula nossa relação metabólica com a natureza. Essa relação é cada vez mais impulsionada por uma lógica expansiva e acelerada, alimentada pela própria dinâmica da acumulação capitalista. Refletimos e discutimos abordagens que buscam tornar invisíveis os sistemas de produção e consumo que causam a crise terminal em que vivemos, a partir de uma perspectiva histórica que se baseia nas memórias dos povos, situando-nos, a partir de nossa perspectiva, no Sul Global como um lócus epistêmico e político.

Acreditamos ser necessário reconhecer que vivemos em um pluriverso e, portanto, precisamos construir um mundo compartilhado ao lidar com conflitos entre visões de mundo aparentemente irreconciliáveis. É a isso que se refere a "cosmopolítica": a construção de uma relação harmoniosa em meio à heterogeneidade. Os conflitos entre mundos não ocorrem apenas entre seres humanos, mas também envolvem outras espécies, objetos, alimentos, infraestrutura e assim por diante. Portanto, a ecologia política multiespécie dedica especial atenção à forma como humanos e não humanos sofrem os impactos devastadores do capitalismo, mas também se envolvem em redes de relações que possibilitam modos alternativos de existência.

Acosta, Alberto (2012). “Extrativismo e neoextrativismo: duas faces da mesma maldição”. Ecoportal. Acesso em 8 de outubro de 2022.
Alimonda, Héctor (2011). Natureza colonizada. Ecologia política e mineração na América Latina. CLACSO, Buenos Aires.
Machado Aráoz, Horacio (2016). “Do debate sobre o “extrativismo” em direção a uma Ecologia Política do Sul. Um olhar; uma proposta” em: Navarro, L. e F. Daniele, Desapropriação capitalista e lutas comunitárias em defesa da vida no México. Chaves da Ecologia Política. Instituto de Ciências Sociais e Humanas “Alfonso Vélez Pliego” (México: Benemérita Universidad Autónoma de Puebla).
Svampa, Maristella (2019). O Antropoceno como diagnóstico e paradigma. Leituras globais do Sul. Utopia e Práxis Latinoamericana, 24 (84), https://doi.org/10.5281/zenodo.2653161
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Fortalecer a pesquisa de campo nos territórios e a ligação com as lutas dos povos.

Fortalecer o debate teórico e conceitual sobre o tema na região.
Realização de workshops e trabalho de campo com comunidades locais e organizações de direitos humanos.

Realização de workshops, seminários, conferências e reuniões virtuais internas da GT.

Reuniões virtuais entre GTs de acordo com as especificidades de cada linha.
Relatórios sobre as atividades realizadas com as comunidades locais e organizações de direitos humanos, e integração dos resultados em apresentações e publicações.

Memórias, relatórios e material educativo audiovisual de workshops, seminários, conferências e reuniões virtuais intra e inter-GT.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Formar estudantes na área de ecologia política com ênfase no pensamento latino-americano.

Produzir materiais de divulgação
Implementação do curso “Educação Ambiental e Ecologia Política na América Latina”.

Curso/Oficina: “Cosmopolítica e ecologias políticas multiespécies”

Publicação de Boletins sobre: ​​1) Defensoras dos Direitos Humanos e Violência na América Latina; 2) Transição Energética e Falsas Soluções na América Latina.

Publicação de um artigo de divulgação científica sobre Educação Ambiental e Ecopolítica (Dossiê em revista acadêmica, boletins da GT, livro, divulgação de entrevistas em diferentes formatos de divulgação).

Compilação de um volume sobre ecofeminismos

Coordenação de um livro com o Seminário sobre Ecologia Política, Sofrimento Socioambiental e Ação Política.

Compilação de um livro de artigos de autoria de Hector Alimonda: "As Ecologias Políticas da América Latina", para a coleção Legados do Clacso.
Formação de pelo menos 100 educadores ambientais.

2 Boletins publicados

1 Edição/livro monográfico

1 artigo de divulgação científica

1 volume compilado

Livro 1

Ingressos no site da GT
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Continuar e fortalecer a articulação dos membros da GT com as comunidades e organizações de defesa territorial.

Documentar, analisar e divulgar os problemas de degradação ambiental e as múltiplas formas de violência vivenciadas nos territórios.

Influenciar a tomada de decisões e as políticas públicas na região.
Oficinas com comunidades com a participação de vários membros do GT

Materiais de divulgação
Fortalecimento de vínculos e intercâmbios que serão integrados à produção de materiais de divulgação científica e atividades de treinamento.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Para dar continuidade, expandir e aprimorar os relacionamentos da CLACSO com outras instituições, em especial com os Centros Membros dos integrantes do Grupo de Trabalho.
Fortalecimento e consolidação interinstitucional das diversas universidades e centros de trabalho dos membros da GT.

Identificação de instituições governamentais, especialmente acadêmicas, com interesse nos temas da GT, a fim de divulgar os resultados de pesquisas e atividades.
Reuniões virtuais
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Consolidar os espaços de reflexão no âmbito do GT nas linhas de trabalho propostas para este período e com outros GTs, devido à afinidade.

Criar espaços de troca e reflexão a partir das diversas perspectivas do Sul.

Fortalecer a pesquisa colaborativa e as experiências em campo que abordem as linhas de trabalho do GT.

Promover o diálogo entre diferentes formas de conhecimento.
Oficinas virtuais internas sobre: ​​1) Violência, extrativismo, autoritarismo e economias ilícitas; 2) Capitaloceno; 3) Ecofeminismos de Abya Yala; 4) Cosmopolítica e ecologias políticas multiespécies; 5) Arte e ecologia política.

Reuniões presenciais de membros do GT e inter-GT durante o COLCA e o CLEP.

Reuniões virtuais entre os Grupos de Trabalho, de acordo com as especificidades de cada linha: Grupo de Trabalho sobre Territorialidades em Disputa e Resistência; Grupo de Trabalho sobre Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes; Grupo de Trabalho sobre Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos; Grupo de Trabalho sobre Fronteiras, Regionalização e Globalização; Grupo de Trabalho sobre Pensamento Geográfico Crítico Latino-Americano; Grupo de Trabalho sobre Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural; Grupo de Trabalho sobre Corpos, Territórios e Feminismos; Grupo de Trabalho sobre Legados e Perspectivas do Marxismo; Grupo de Trabalho sobre Energia e Desenvolvimento Sustentável.

Realização de um workshop com mulheres de diferentes contextos de vida em Abya Yala, África, Ásia e Europa sobre Ecofeminismos do Sul.

Coleta e análise de dados de pesquisas sobre: ​​1) A relação entre educação ambiental e conflitos ambientais na América Latina. 2) Capitalismo financeiro e estratégias de conservação.

Organização de um grupo de estudos sobre educação ambiental no Sul
Memórias das conferências internas virtuais

Participação com apresentações, grupos de trabalho e workshops no COLCA e no CLEP.

Fortalecimento do nó Ecofeminismos Abya Yala.

Pelo menos uma reunião virtual com cada GT mencionado.

Um workshop sobre ecofeminismos do Sul

Sistematização das investigações

Grupo de Estudos de Educação Ambiental do Sul

Rede de Pesquisa: Arte, Imagens e Ecologias Políticas
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgar os resultados da pesquisa e as reflexões internas do GT, bem como sua articulação com outros GTs.

Divulgar e analisar experiências de conflitos em curso, resistência e alternativas na América Latina.

Produzir materiais coletivos, como folhetos, com orientação pedagógica, que também possam ser utilizados em cursos e seminários.
Preparação de uma edição monográfica de uma revista ou livro sobre o Capitaloceno a partir da perspectiva do sul.

Preparação de duas edições do boletim informativo do Grupo de Trabalho sobre: ​​1) Educação ambiental e ecologia política. 2) Transição energética e falsas soluções.

Desenvolvimento de três folhetos para distribuição em comunidades com organizações parceiras: 1) Violência sofrida por comunidades em conflito e resistência. 2) Cuidado e autocuidado sob uma perspectiva feminista. 3) Justiça hídrica e gestão comunitária da água.

Edição de entrevistas com personalidades da educação ambiental na América Latina.

Implementação de quatro cursos/seminários sobre: ​​1) Educação Ambiental e Ecologia Política na América Latina. 2) Ecologia Política da Água na América Latina. 3) Justiça Hídrica e Gestão Comunitária da Água. 4) Arte e Ecologia Política na América Latina e no Caribe (Pensando a Ecologia Política através de Imagens).
Ingressos no site da GT

Edição monográfica de uma revista ou livro sobre o Capitaloceno a partir da perspectiva do sul.

Pelo menos duas edições do boletim informativo da GT.

Três folhetos para distribuição em comunidades e/ou com organizações parceiras.

Divulgação de entrevistas com personalidades da educação ambiental na América Latina em diferentes formatos.

Formação de pelo menos 100 educadores ambientais através dos cursos oferecidos.

Material audiovisual educativo para cursos/seminários.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Consolidar as relações que vários membros da GT mantêm com organizações sociais e territoriais.

Proponha soluções para o extrativismo.

Influenciar a formulação e implementação de políticas públicas ambientais e territoriais.

Realizar ações de defesa de políticas públicas ambientais em algumas instituições estatais.
Reunião com organizações territoriais para compartilhar e discutir informações sobre as ações de empresas em diferentes territórios da América Latina, analisar suas estratégias e colaborar com as comunidades afetadas.

Aproximar-se da Plataforma Latino-Americana e Caribenha para a Justiça Climática para trabalhar nas questões das falsas soluções e da financeirização.

Fortalecer os laços com as lutas das mulheres em defesa de seus meios de subsistência.

Estabelecer relações com ONGs ambientais que atuam na interface entre Educação Ambiental e Educação Popular, como: Instituto de Políticas Alternativas para o Cone Sul (PACS, Brasil); Fundo Social Vale do Jequitinhonha (Brasil)

Participação na oficina do Movimento pela Água e Territórios MAT (Chile) e Pibas por el Agua (Argentina).

Trocar conhecimentos e fomentar debates sobre políticas públicas de gestão ambiental e hídrica na região.

Elabore um relatório sobre políticas públicas de gestão ambiental e hídrica na América Latina.
Aumentar a conscientização sobre os problemas territoriais e dar visibilidade às mulheres que lideram a luta.

Fortalecimento das redes de trabalho com diferentes instituições e movimentos socioambientais.

Fortalecimento das relações com o Movimento pela Água e Territórios MAT (Chile), Pibas por el Agua (Argentina), entre outros.

Relatório sobre políticas públicas de gestão ambiental e hídrica na América Latina
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecer as alianças com as diversas universidades e locais de trabalho dos membros da GT.

Criar novas alianças com universidades e centros de pesquisa.

Fortalecer a colaboração com financiadores alinhados com o trabalho do GT
Colaboração com a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Universidade Andina Simón Bolívar de Quito para trabalhar na questão da financeirização.

Fortalecimento e consolidação interinstitucional das diversas universidades e centros de trabalho dos membros da GT.

Participação no Workshop Interno do Coletivo de Pesquisadores em Educação Ambiental Superior da América Latina e do Caribe (EArte-ALyC).

Fortalecimento das relações com os diversos escritórios da Fundação Rosa Luxemburgo (México, Andino, Cone Sul) com os quais já temos trabalhado e acessado recursos.

Promover uma relação transversal com outros grupos de trabalho, como os ligados a questões de racismo, feminismo, pensamento crítico caribenho, afrodescendentes e propostas anti-hegemônicas, e estabelecer uma rede com artistas sobre arte, imagens e ecologia política.
Reuniões virtuais com as instituições mencionadas.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Fortalecer os grupos de trabalho, integrando as contribuições dos novos membros do GT e as novas linhas de trabalho criadas durante este período.

Fortalecer as alianças com movimentos de diferentes territórios de vida em Abya Yala, África, Ásia e Europa.

Produzir materiais coletivos (mapas cartográficos, relatórios de oficinas, etc.) com o objetivo de influenciar debates globais.
Reuniões presenciais dos grupos de trabalho durante a conferência da CLACSO.

Reuniões virtuais entre os Grupos de Trabalho, de acordo com as especificidades de cada linha: Grupo de Trabalho sobre Territorialidades em Disputa e Resistência; Grupo de Trabalho sobre Anticapitalismos e Sociabilidades Emergentes; Grupo de Trabalho sobre Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos; Grupo de Trabalho sobre Fronteiras, Regionalização e Globalização; Grupo de Trabalho sobre Pensamento Geográfico Crítico Latino-Americano; Grupo de Trabalho sobre Estudos Críticos do Desenvolvimento Rural; Grupo de Trabalho sobre Corpos, Territórios e Feminismos; Grupo de Trabalho sobre Legados e Perspectivas do Marxismo; Grupo de Trabalho sobre Energia e Desenvolvimento Sustentável.

Organização de painéis/mesas sobre as diferentes linhas temáticas na Conferência CLACSO.

Oficina sobre sistematização de estratégias de resistência e estudos sobre violência (Linha de conflitos socioambientais).
Relatórios das reuniões realizadas durante a conferência da CLACSO para avaliar a agenda comum do Grupo de Trabalho.

Publicações monográficas/compilações/livros e outros produtos de encontros e workshops.

Publicações das linhas de trabalho: dossiê de periódicos/capítulos de livros/boletins (Capitaloceno do Sul; debates transcontinentais sobre justiça, ecofeminismos e alternativas; transição energética e falsas soluções; cosmopolítica e ecologias políticas multiespécies, JH na América Latina, entre outros).

Cursos (Educação Ambiental e Ecologia Política na América Latina).

Publicação de entrevistas com personalidades sobre diversos temas relacionados às linhas GT.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Desenvolver mecanismos para divulgar o trabalho nas diversas áreas.

Influenciar o debate sobre políticas públicas através da geração de conhecimento.

Gere conteúdo para o site.
Lançamento do livro sobre as linhas de trabalho na conferência CLACSO 2025.

Apresentação de relatórios e boletins durante a conferência da CLACSO e nos territórios das comunidades, sempre que possível.

Reuniões virtuais de diferentes grupos (por exemplo, o Núcleo de Ecofeminismos de Abya Yala) para executar um plano de trabalho de visibilidade transnacional.

Atualização do conteúdo do site.
Ingressos para o site da GT.

Livros temáticos.

Boletins informativos e relatórios breves.

Vídeos (sobre movimentos por justiça hídrica e defesa da água, entre outros).
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Realizar diversos projetos de pesquisa e trabalhos comunitários em colaboração com as comunidades do território.

Identificar as necessidades de informação e as atividades das comunidades.

Coordenar esforços entre a academia e os movimentos sociais.
Realizar pesquisas e trabalhos comunitários de interesse para as comunidades (incluindo aquelas que vêm denunciando as ameaças da transição energética como um discurso imposto de cima para baixo).

Elaboração de mapeamento cartográfico de experiências (por exemplo, a partir de uma perspectiva ecofeminista) e apresentação virtual do referido material.

Participação e facilitação de encontros de movimentos (por justiça hídrica, defesa da água, entre outros)
Fortalecimento das redes de trabalho com diferentes instituições e movimentos socioambientais.

Oficinas com movimentos e relatórios dessas reuniões.

Materiais de intervenção desenvolvidos em colaboração com as comunidades.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecimento dos laços da CLACSO com organizações e instituições da sociedade.
Fórum Inter-GTs durante a conferência CLACSO.

Fortalecimento e consolidação interinstitucional das diversas universidades e locais de trabalho dos membros.

Identificação de instituições governamentais, especialmente acadêmicas, com interesse nos temas da GT, a fim de divulgar os resultados de pesquisas e atividades.
Fórum virtual Inter GT.

Fórum presencial Inter-GT na conferência CLACSO,
desenvolvimento de uma agenda comum.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 131
Aimée Patrícia Martínez Vega
Programa de Doutorado em Ciências Humanas
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de Catamarca
Argentina
Elizabeth bravo
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Laila Sandroni
Doutorado em Ecologia Aplicada pela USP
Brasil
Aida Luz López Gómez [Coordenador]
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Marcos Leite De Matos
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Brasil
Anabel Rieiro
Departamento de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade da República (Uruguai)
Uruguai
Íñigo Arrazola Aranzabal
Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Geografia
Brasil
Beatriz Bustos
Universidade do Chile
Chile
Santiago Urrutia Reveco
Grupo de Estudos em Geopolítica e os Bens Comuns
Argentina
Marian Sola Alvarez
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Carlos Alberto Alvarado Hernández
Universidade Nacional de Agricultura
Honduras
maristela svampa
CONICET
Argentina
Ximena Osorio Osorio
Aliança Latino-Americana pelos Direitos da Mãe Terra
Colômbia
Ana Patrícia Noguera De Echeverri
Faculdade de Administração. Universidade Nacional da Colômbia, Campus de Manizales
Faculdade de Administração
Universidade Nacional da Colômbia, Campus Manizales
Colômbia
Maydi Estrada Bayona
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Cienfuegos.
Cuba
Mariano Salomão
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Felipe Cárcamo Moreno
Universidade Central do Chile
Chile
Felipe Milanez
Centro de Estudos Multidisciplinares em Cultura
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Felipe Vargas
Universidade Federal da Bahia
Brasil
Luís Carlos Montenegro Almeida

Mario Pérez Rincón
Observatório de Conflitos Ambientais Urbanos. Universidade do Vale
Universidad del Valle
Colômbia
Jonatan Andrés Núñez
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Sandra Milena Rátiva Gaona
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Eduardo Fernandes De Araújo
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Eduardo Vai Neves
Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade de São Paulo
Brasil
Mina Kleiche
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento
Brasil
Facundo Martín
CONICET
Argentina
Facundo Rojas
CONICET e Universidade Nacional de Cuyo.
Argentina
Julieta Godfrid
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Ana María De Veintimilla
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Emiliano Teran Mantovani
Centro de Estudos de Desenvolvimento
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Martina Gamba
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gustavo García López
Universidade de Porto Rico - Rio Piedras (Escola de Pós-Graduação em Planejamento)
Porto Rico
Gustavo Romeu
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional da Patagônia San Juan Bosco
Argentina
Mario José Sánchez
Instituto Interdisciplinar de Ciências Sociais
Universidade Centro-Americana - UCA
Nicarágua
Aída Julieta Quiñones Torres
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Oscar Adán Castillo Oropeza

Silvina Corbetta
Instituto de Educação
UNIVERSIDADE NACIONAL DE HURLINGHAM
Argentina
Gilberto Cabrera Trimiño
Departamento de História, Universidade de Havana
Faculdade de Filosofia e História
Universidade de Havana
Cuba
Daniel Jeziorny
Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Economia
Brasil
Daniel Pena
Universidade da República (UY)
Uruguai
Enrique Leff
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Luís Felipe Torres Espinoza
PPGAS/Museu Nacional/UFRJ
Brasil
Cláudia Guedes
Universidade de Granada
Espanha
Lúcia Linsalata
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Juan Antonio Acácio
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Maria Fragkou
Departamento de Geografia, Universidade do Chile
Chile
Pablo Cosentino
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Fabrina Furtado
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade (CPDA/UFRRJ)
Brasil
Grettel Navas Obando
Instituto de Ciência e Tecnologia Ambiental. Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Hamza Hamouchene
Instituto Transnacional
Reino Unido
Paula D'amico
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Edgardo Lander
Doutorado em Ciências Sociais
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Úrsula Hernández Rodríguez
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Luiz Marques
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
Evelyn Arriagada
Faculdade de Sociologia, Universidade Diego Portales, Chile.
Chile
Johan Ardila Espinel
Aliança Latino-Americana pelos Direitos da Mãe Terra
Colômbia
Gilca Garcia De Oliveira
Universidade Federal da Bahia, Faculdade de Economia
Brasil
Alejandro Fabián Schweitzer
CONICET-CIT Santa Cruz / UNPA
Argentina
Ana Isabel Márquez Pérez
Instituto de Estudos Caribenhos
Universidade Nacional da Colômbia, Campus Caribenho
Colômbia
Raquel Giffoni Pinto
Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Raquel Neyra Soupplet [Coordenador]
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
ONGs
Equador
Sofia Avila Calero
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Thiago Cardoso
Universidade Federal da Bahia, Programa de Pós-Graduação em Antropologia
Brasil
Raúl Romero Gallardo
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Verônica Barreda Muñoz
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Salvatore Engel-Di Mauro
Departamento de Geografia, Universidade Estadual de Nova York em New Paltz
Estados Unidos
Miriam Lang
Universidade Andina Simón Bolívar, Área de Meio Ambiente e Sustentabilidade
Equador
Mina Lorena Navarro Trujillo
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Carlos Walter Porto Gonçalves
Programa de Pós-Graduação em Geografia
Instituto de Ciências, Campus da Praia Vermelha, Departamento de Geografia
Universidade Federal Fluminense
Brasil
Joan Martinez-Alier
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Denisse Roca-Servat
Instituto de Estudos Regionais
Universidade de Antioquia
Colômbia
Sofia Márcia
Oficial de Programa Nacional em Honduras da Federação Luterana Mundial
Honduras
Paola Triviño
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Catalina Toro Pérez
Departamento de Ciência Política
Faculdade de Direito, Ciências Políticas e Ciências Sociais
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Juan Cajigas
Universidade da Floresta
Colômbia
Ernesto Tsintsuni Villalba Robles
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Mariluz Nova-Laverde
Universidade La Salle
Colômbia
Pablo Jorge Bertinat
Faculdade Regional de Rosário, Universidade Tecnológica Nacional
Argentina
Ariel Martin Slipak
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Martin Kazimierski
CONICET
Argentina
Martin Medina
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Omar Felipe Giraldo
El Colégio de la Frontera Sur
México
Marcelo José Lopes De Souza
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
John Fitzgerald Martinez Vargas
Centro de Pesquisa Sociojurídica da Faculdade de Direito da Universidade Livre
Colômbia
Bruno Fornillo
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Milson Berley Betancourt Santiago
Departamento de Ciência Política
Faculdade de Direito, Ciências Políticas e Ciências Sociais
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Maria Raquel Gutiérrez Aguilar
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Ciências Sociais e Humanas
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Gabriela Wyczykier
Pesquisador Científico e Tecnológico do CONICET e da Universidade Nacional de General Sarmiento – UNGS
Argentina
Camilo Andrés Salcedo Montero
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Lucrécia Soledad Wagner [Coordenador]
Grupo de Pesquisa STAND (Rede de Ação e Treinamento do Sul para a Descolonialidade)
Espanha
Ana Estefanía Carballo
University of Melbourne
Australia
Ricardo Teófilo Folhes
Núcleo de Estudos Superiores da Amazônia da Universidade Federal do Pará
Brasil
Julian Ignacio Ramirez Guirao
IANIGLA-CONICET / UNCUYO
Argentina
Melissa Argento
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Melissa Moreano Venegas
Programa de Estudos Latino-Americanos
Universidade Andina Simón Bolívar
Equador
Gisselle Vila Benites
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Stephanie Di Chiara Salgado
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ)
Brasil
Mauro Carvajal Guerrero
Aliança Latino-Americana pelos Direitos da Mãe Terra
Colômbia
Flor Mercedes Rodríguez Zornoza
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Elaine Santos
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Diana Alejandra Méndez Rojas
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Vanessa Empinotti
Universidade Federal do ABC - UFABC - Brasil
Brasil
Tatiana Roa Avendaño
Censat Agua Viva Cedla - Uv Amsterdã
Holanda
Maria Gabriela Merlinsky
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Isabella Alves Lamas
Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab)
Brasil
Diana Aguiar Orrico Santos
Instituto de Humanidades, Artes e Ciências, Universidade Federal da Bahia
Brasil
Diana Ojeda
Centro Interdisciplinar de Estudos de Desenvolvimento
Universidad de los Andes
Colômbia
Francisca Fernández Droguett
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Alexandre Panez
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Yusmidia Solano
Instituto de Estudos Caribenhos
Universidade Nacional da Colômbia, Campus Caribenho
Colômbia
Nazaré Castro
Instituto para o Desenvolvimento Econômico e Social / UNGS
Argentina
Robin Larsimont
CONICET
Argentina
Maria Luisa Eschenhagen
Escola de Ciências Sociais
Universidade Pontifícia Bolivariana - Campus de Medellín
Colômbia
Cecília Anigstein
Universidade Nacional General Sarmiento (ICI-UNGS)
Argentina
Orlando David Murillo Lizardo
Universidade Nacional de Agricultura
Honduras
Camila Moreno
pesquisador independente
Brasil
Letícia Saldi
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica.
Argentina
Arturo Escobar
Universidade da Carolina do Norte
Estados Unidos
José Antonio Figueredo Hernández
IANIGLA-CONICET / UNCUYO
Argentina
Edna Castro
Núcleo de Altos Estudos Amazônicos/NAEA, da Universidade Federal do Pará.
Brasil
Horacio Machado Aráoz
Programa de Doutorado em Ciências Humanas
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de Catamarca
Argentina
Leonardo Javier Rossi
IRES-CONICET
Argentina
Adriana Bravin
Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP/Brasil
Brasil
Aleida Azamar Alonso
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Imagem de espaço reservado de Alberto Acosta
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Roberto Araújo de Oliveira Santos Júnior
Museu Paraense Emílio Goeldi, Ministério da Ciência e Tecnologia
Brasil
Yolanda Wood Pujols
Cátedra de Estudos Caribenhos
Vice-Reitoria de Relações Internacionais e Estudos de Pós-Graduação
Universidade de Havana
Cuba
Salvador Schavelzon
Universidade Federal de São Paulo
Brasil
Laura Alvarez Huwiler
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Laura Gutierrez Escobar
Universidade del Rosário, Bogotá, Colômbia
Colômbia