Área temática: Reconfigurações do trabalho no mundo atual: sujeitos, organizações e processos

Grupo de trabalhoQue emprego para que futuro?

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Que emprego para que futuro?
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Nora Goren
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Adoração Guaman Hernandez
Observatório dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
Espanha

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

O tema deste Grupo de Trabalho, o trabalho e suas transformações, é um problema presente na tradição das ciências sociais desde suas origens. A reflexão sobre o trabalho e a preocupação com sua configuração, modos de organização, condições, representação e regulação são constitutivas do pensamento social e ocupam um lugar central no debate acadêmico e político, demonstrando que a prática política (no sentido mais amplo) nas sociedades contemporâneas gira em torno do trabalho, com um terreno comum para debate e ação. No contexto latino-americano, caribenho e europeu, a problematização do trabalho e suas transformações, embora heterogênea, apresenta debates e abordagens semelhantes em diferentes países e regiões. De fato, o atual momento de globalização demonstra como esses problemas e transformações se manifestam de maneiras similares em realidades tão diversas quanto as existentes nas regiões mencionadas.

Nesse contexto, este Grupo de Trabalho visa analisar, rever e problematizar as mudanças e os possíveis futuros do trabalho, partindo de duas premissas principais e propondo três objetivos centrais. A primeira premissa que motiva a escolha do tema refere-se à transformação acelerada que o trabalho sofreu nas últimas décadas, tornando-se um dos principais motores da desigualdade no mundo.

Essa transformação decorre de múltiplos fatores: mudanças tecnológicas, particularmente a digitalização e a automação, a reconfiguração da produção global, os processos de descentralização e deslocalização, e a crescente tendência à concentração de capital. Uma das consequências mais visíveis desses processos é a crise das relações de trabalho tradicionais, observada no aumento do emprego informal, na problematização do trabalho de cuidado como elemento central da desigualdade de gênero, na precariedade em suas diversas formas, na tendência à desvalorização salarial, com particular atenção ao papel das TIC em sua implementação (o exemplo paradigmático sendo as plataformas digitais e a expansão do teletrabalho), e na crise ecológica. Soma-se a isso a heterogeneidade inerente à região latino-americana, onde os níveis salariais variaram consideravelmente entre os países ao longo do século XX, com alguns países privilegiando o trabalho autônomo, o trabalho familiar ou o trabalho comunitário, entre outros. Nesse contexto, aumentou o número de pessoas engajadas em atividades fora do contrato formal de trabalho, gerando valor em condições de trabalho precárias, com altos riscos à vida e rendimentos insuficientes para as necessidades básicas. Além disso, uma parcela substancial daqueles que permanecem no emprego formal é cada vez mais afetada por diversas formas de insegurança laboral. Essa desigualdade na distribuição de renda se traduz em baixos salários e remuneração para a força de trabalho, um problema que se estende não apenas à América Latina e ao Caribe, mas também aos sistemas trabalhistas em todo o mundo.

Além disso, pensar sobre o trabalho hoje exige analisar tudo o que foi mencionado acima juntamente com a renovada "grande ameaça" que, segundo algumas publicações, paira sobre o trabalho assalariado, profetizando seu desaparecimento; estamos nos referindo, obviamente, à automação ou robotização generalizada e seu impacto diferenciado de acordo com classe e gênero.

Nesse contexto, a segunda razão para a escolha do escopo de atuação do novo Grupo de Trabalho é a necessidade de abordar esses fenômenos no atual cenário político da América Latina e do Caribe. A realidade política reflete a chegada de uma nova onda de governos progressistas que precisam lidar com essa evolução do cenário trabalhista, propondo políticas públicas e reformas regulatórias que melhorem amplamente as condições materiais de vida dos setores populares. Isso exige uma análise aprofundada, não apenas do presente, mas também do futuro do trabalho que queremos construir. Diante dessa realidade, é essencial analisar, debater e oferecer programas intelectuais e políticos desenvolvidos coletivamente por meio do diálogo entre a academia, o movimento sindical, as organizações sociais, os movimentos feministas e ambientalistas e as instituições públicas, especialmente no atual contexto político latino-americano e caribenho. Nesse sentido, a utilização de metodologias comparativas baseadas em modelos europeus, particularmente os modelos espanhol e português, pode gerar resultados significativos.

Essas duas razões fundamentam os três principais objetivos deste novo Grupo de Trabalho, que são:

1. Desenvolver um espaço para análise crítica situada e coletiva das mudanças observadas em diversos países da América Latina e do Caribe e da Europa (com ênfase especial em Espanha e Portugal), composto pelos diversos atores envolvidos no mundo do trabalho, como sindicatos e movimentos sociais e de base. Para tanto, propõe-se a criação de um “Observatório do Trabalho” em colaboração com redes já existentes. Nesse sentido, o primeiro objetivo deste Grupo de Trabalho é fomentar o debate sobre os desenvolvimentos no campo da pesquisa acadêmica sobre o trabalho, abordando-os a partir de uma perspectiva que amplie o foco para incluir as atividades laborais vinculadas às mudanças pelas quais as sociedades passam e suas consequências, em constante relação com os sujeitos coletivos “tradicionais” do trabalho e com novos ou ampliados sujeitos do trabalho.

2. Estudar comparativamente as respostas institucionais a esses problemas entre os diferentes países da América Latina e da Europa — particularmente Espanha e Portugal. Será dada especial atenção às regulamentações e políticas existentes ou em desenvolvimento, a fim de analisá-las criticamente e gerar subsídios que possam ser debatidos e contribuir para a formulação de políticas públicas nos diversos países que compõem o Grupo de Trabalho. Para tanto, propõe-se a criação de fóruns transversais de debate e discussão entre a academia, os movimentos sociais, as instituições e os órgãos governamentais, bem como o fortalecimento dos já existentes.

3. Atuar como ponto de interseção e coordenação para todos os Grupos de Trabalho da CLACSO que abordam e analisam o mundo do trabalho. Para tanto, os coordenadores dos grupos existentes, bem como alguns de seus membros, foram convidados a integrar este novo Grupo de Trabalho, a fim de dar continuidade ao impulso iniciado no Fórum do Trabalho organizado durante a Conferência da CLACSO, realizada em junho de 2022. A criação de sinergias e espaços permanentes de colaboração entre os diversos Grupos de Trabalho contribuirá para posicionar o debate sobre o trabalho como um foco central da CLACSO, algo essencial neste momento pelas razões já mencionadas. Além disso, o Grupo de Trabalho busca adotar uma perspectiva ampla e demonstrar como as transformações no trabalho seguem padrões comuns, em termos de degradação das condições de trabalho, na América Latina e na Europa.

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3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

Revisitar um conceito tão complexo e heterogêneo como o trabalho, nos termos descritos acima, representa um desafio, especialmente em um contexto tão heterogêneo quanto o da América Latina, Caribe e Europa. A heterogeneidade que molda a realidade do mundo do trabalho na América Latina e no Caribe se expressa nas diferentes dinâmicas que convergem dentro dele, com suas correlações, por exemplo, nos níveis de precariedade/dessalário da força de trabalho; na extensão das economias comunitárias de subsistência e do emprego informal; na presença ou ausência de investimento público em treinamento e na integração de novas tecnologias à produção; na inclusão do trabalho de cuidado na agenda pública como base para as desigualdades de gênero; na integração das demandas de combate às mudanças climáticas às estruturas produtivas; no desenvolvimento e institucionalização dos marcos normativos e regulatórios do trabalho; na relação com o acesso à tecnologia; e na participação em cadeias globais de valor.

Na esfera política e institucional, a força do consenso neoliberal colocou a crescente liberalização da circulação de capitais, bens e serviços, e a maximização das facilidades do comércio internacional, no centro dos objetivos políticos. Simultaneamente, a desregulamentação e a sofisticação do sistema financeiro levaram a uma maior instabilidade no sistema econômico global. Por fim, a crescente importância das instituições supranacionais na regulação das economias nacionais teve implicações para os sistemas estatais de negociação coletiva e para a influência dos sindicatos e da negociação coletiva, dada a transferência da tomada de decisões para o nível internacional. Na esfera empresarial, as mudanças foram associadas a diversos fenômenos: por um lado, o desmantelamento de grandes estruturas corporativas integradas e sua substituição por modelos de organização empresarial em rede, que se disseminaram na forma de grandes cadeias de valor globais; por outro lado, a busca por sistemas de produção mais flexíveis, capazes de se adaptar rapidamente às demandas do mercado, torna os contratos temporários mais atrativos e também promove maior flexibilidade nas condições de trabalho para os empregadores. Em terceiro lugar, são incentivados modelos de gestão que promovem uma relação mais individualizada com o trabalhador e uma abordagem mais centrada na empresa, enfraquecendo gradualmente a negociação coletiva e, em particular, os acordos coletivos setoriais; em quarto lugar, e mais notavelmente, a digitalização, a automação e a chamada "economia de plataformas" estão a provocar uma mudança acelerada nas práticas empresariais relativas à contratação e à gestão da força de trabalho, gerando também um discurso que questiona a própria continuidade do trabalho assalariado.

Além disso, e de fundamental importância, há outras mudanças transversais, como o questionamento gradual dos papéis masculinos e femininos no trabalho e as diversas desigualdades e disparidades presentes nos mercados de trabalho entre homens, mulheres e diversos grupos, e as fortes controvérsias baseadas na importância do cuidado como eixo explicativo, com o movimento feminista na vanguarda das transformações; paralelamente, a aceitação da realidade da crise ecológica, com a entrada em jogo dos riscos ambientais como parâmetro na gestão empresarial e a pressão permanente do movimento ambientalista, fornece argumentos para um modelo que precisa ser transformado.

Em resumo, tudo o que foi mencionado acima deu origem a diversas linhas de mutação, que vão desde o que alguns na literatura chamam de "conceito expandido de trabalho" (De la Garza, 2010) até o que outros preferem chamar de "dessalarização" (Etzexarreta, 2020). Isso evidencia as novas formas de trabalho que se estendem à produção de bens e serviços e que agora chegam a prever um possível "fim do trabalho" ligado à robotização (García, Montáñez e Neut, 2018). Simultaneamente, observamos o surgimento de novos centros proletarizados resultantes da relocalização da produção, tipicamente do Norte para o Sul. A conexão entre esses centros e a indústria maquiladora e as zonas francas é particularmente grave na América Central e na América Latina. Nesse sentido, a OIT estimou que mais de 453 milhões de pessoas em todo o mundo, representando 20,6% do emprego global, são empregadas por uma das empresas que compõem a longa cadeia produtiva de uma corporação transnacional (OIT, 2016). Nessas cadeias encontramos degradação ambiental, exploração brutal e escravidão moderna.

Claramente, toda essa dinâmica permite que o capital se liberte das restrições regulatórias e do controle sindical, gerando uma desigualdade crescente na distribuição da renda gerada pelo trabalho, que está se tornando um dos fatores fundamentais no aumento acelerado da desigualdade global (OIT, 2021).

O estudo desses fenômenos, do trabalho forçado às formas de proletarização derivadas das ações de empresas transnacionais na América Latina, será uma das linhas de trabalho da nova GT que propomos aqui.

Para além da reconfiguração e do reposicionamento da condição proletária em nível global, é necessário analisar as linhas comuns de transformação do trabalho na região. O fenômeno popularizado como "precarização", que vem se expandindo desde a década de 1970 e agora se combina com a erosão salarial direta, é comum a todos os países da América Latina e do Caribe, mas também à realidade da Europa e de outras economias centrais.

Outros temas ainda em análise e centrais para o trabalho do novo Grupo de Trabalho incluem: plataformas digitais; teletrabalho; informalidade; trabalho na economia informal; tendências salariais; a expansão dos chamados "empregos verdes"; automação e robotização; e previsões sobre o fim do trabalho. O Grupo de Trabalho analisará, em todas as áreas e de forma contínua, as diversas abordagens da academia, da prática feminista e do sindicalismo que abordaram as diferenças de gênero. Um dos debates fundamentais que preocupa o grupo é o foco crescente no trabalho doméstico e de cuidado, relegando a consideração do(s) mercado(s) de trabalho a um papel secundário.

O Grupo de Trabalho, adotando o título da Revista CLACSO, concebe-se como uma rede de fios e redes. Nesse sentido, as palavras que definem a revista, e que poderiam igualmente caracterizar a dinâmica esperada do Grupo de Trabalho, são: “Somos FIOS”, que, como fios em uma tapeçaria, conectam a produção acadêmica aos processos de luta e transformação que buscam uma sociedade mais justa para a América Latina e o Caribe. E “Somos REDES”, porque promovemos a convergência de estudos sobre diferentes temas abordados a partir de diversas perspectivas para manter um debate contínuo sobre as inúmeras ameaças e os complexos problemas que afligem nossas sociedades. Esses FIOS e REDES criam as condições para o diálogo entre acadêmicos, formuladores de políticas e atores em movimentos e processos sociais, para construir horizontes alternativos.

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4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Desenvolver um espaço para análise crítica, situada e coletiva das mutações do trabalho que ocorreram nos diferentes países da América Latina e do Caribe e da Europa (com ênfase especial em Espanha e Portugal), composto pelos diferentes atores envolvidos no mundo do trabalho, como sindicatos e movimentos sociais e populares, com foco especial no ecologismo e no feminismo.





Debater os desenvolvimentos no campo da pesquisa acadêmica sobre o trabalho, abordando-os a partir de uma perspectiva que amplie o olhar para as atividades laborais vinculadas às mudanças ocorridas e suas consequências, em relação permanente aos sujeitos coletivos "tradicionais" do trabalho, bem como aos novos sujeitos do trabalho ou sujeitos e coletivos do trabalho.










Estudar as respostas dos Estados aos problemas abordados pelo Grupo de Trabalho, comparando os diferentes países da América Latina e da Europa — em particular, Espanha e Portugal. Será dada especial atenção às regulamentações e políticas existentes, bem como àquelas em desenvolvimento.
Desenvolver e discutir os referenciais teóricos e conceituais da pesquisa.






Projetar linhas de pesquisa nos eixos propostos pela GT que abordem de forma comparativa o problema das transformações do trabalho entre regiões, sub-regiões e/ou países.

Criar espaços de diálogo para que os membros do Grupo de Trabalho possam compartilhar, discutir e articular seus progressos e/ou resultados de pesquisa.
Realizar videoconferências a cada dois meses para promover a apresentação de estudos de caso e abordar tópicos de pesquisa específicos.


Participar em grupo em concursos de investigação a nível nacional e internacional para financiar atividades académicas ou relatórios relevantes dentro das linhas propostas.
Estabelecer redes de trabalho entre os membros do GT, focadas nas linhas de abordagem propostas.






Preparar publicações em conjunto com os membros do Grupo de Trabalho que levem em conta as heterogeneidades do trabalho e seus processos de transformação na região, em colaboração com as diversas redes e movimentos sociais.

Publicação de uma monografia e de pelo menos cinco artigos em revistas indexadas, individuais ou coletivos.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Projetar a construção de um Observatório Regional do Trabalho, integrando também Espanha e Portugal.





Divulgar as pesquisas, os resultados e as discussões do grupo ao público mais amplo possível, tanto dentro quanto fora da academia. Isso inclui, em particular, redes estabelecidas para a produção de conhecimento, movimentos sociais, grupos de defesa de direitos, sindicatos, organizações camponesas, grupos de mulheres e assim por diante.








Apoiar coletivamente o ensino sobre os temas de pesquisa do Grupo de Trabalho, tanto fora como dentro da CLACSO.








Participar em escolas, cursos e espaços de interação com ONGs e movimentos sociais.






Promover e apoiar a formação dos investigadores mais jovens do grupo, criando espaços específicos para o debate das suas teses e para o feedback construtivo coletivo.
Consolidar grupos de trabalho dentro do GT para coordenar o projeto do Observatório, definindo temas de abordagem, formatos, etc.



Desenvolver e implementar um website para o grupo onde serão disponibilizadas publicações coletivas e individuais, bem como as atividades de cada área, as gerais e aquelas que possam ser de interesse para o tema do grupo.

Promover permanentemente a produção do grupo nas redes sociais.




Coordenar ações com instituições de formação nos seus diversos níveis (graduação, pós-graduação, escolas de formação sindical, etc.) a fim de apoiar e promover o debate e a reflexão sobre os temas abordados pelo Grupo de Trabalho.





Desenvolver materiais educativos/informativos para divulgação pública e, em particular, para uso por movimentos e redes sociais com os quais serão estabelecidas ligações entre investigação, ação e participação.



Apresentar um curso virtual da CLACSO relacionado ao tema geral de pesquisa.




Desenvolver mecanismos para compartilhar materiais didáticos entre os membros do grupo, que possam ser publicados e divulgados.

Promover eventos de debate público entre acadêmicos, movimentos sociais e a sociedade civil.
Projeto do Observatório, bem como a delimitação das áreas de atuação e dos responsáveis ​​pela sua implementação.




Elaboração de um boletim informativo semestral com os principais avanços dos membros do GT (em colaboração com a equipe técnica do CLACSO) e apresentação formal nos programas de pós-graduação relacionados ao tema em cada uma das organizações membros do GT.

Preparação de materiais específicos de divulgação: Boletins informativos, relatórios de situação, vídeos, brochuras e outros materiais de disseminação.


Implementação e promoção da personalidade virtual do grupo nas redes sociais.







Participação em conferências e seminários sobre os temas do grupo.





Apresentar trabalhos, participar em painéis de discussão, seminários e colóquios públicos para debater os resultados da pesquisa de cada subgrupo.



Concepção e desenvolvimento de materiais didáticos

Inclusão de problemas e resultados de pesquisa em cursos de pós-graduação dirigidos por membros do grupo ou nos quais estes participam.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Realizar trabalho educativo em contextos não universitários, apoiando a atuação de coletivos e movimentos, e explicando os efeitos das transformações laborais. Desenvolver atividades específicas com o movimento sindical. Especificamente, neste primeiro ano, o foco será o fortalecimento dos laços com a CSA e a CCOO.





Promoção de cursos de formação extra-acadêmica, com a participação de movimentos sociais, redes e atores.






Participe do debate público publicando artigos na mídia sobre as pesquisas do grupo.




Promover a colaboração do grupo com outras redes, sindicatos e movimentos sociais existentes, a fim de estabelecer vínculos estáveis ​​de pesquisa e interação. Estabelecer uma agenda de questões comuns a serem abordadas.
Realizar reuniões de discussão regulares com a sociedade civil.







Elaborar e assinar acordos com organizações não governamentais e associações para apoio em investigações, preparação de relatórios, desenvolvimento de argumentos e coleta de dados para a defesa das vítimas de violações de direitos humanos cometidas pela ETN.


Celebrar acordos com órgãos governamentais para a execução de estudos ou pesquisas.




Oferecer cursos e reuniões com ONGs, sindicatos, movimentos sociais e organizações de ciência e tecnologia.
Elaboração de relatórios sobre os temas do grupo, a pedido das organizações com as quais trabalhamos e com base nos dados e casos coletados durante a investigação.




Elaboração e realização de seminários e cursos de formação.






Assinatura de acordos com organizações não governamentais e governamentais.




Oferecer aos movimentos sociais e à sociedade civil ferramentas de análise socioeconômica e sociojurídica para apoiar suas lutas.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Colaboração com os seguintes grupos e centros de pesquisa: Observatório DESC; Transform Europe; FES, Rede Internacional de Estudos Sindicais (REDES); Grupo de Pesquisa sobre Poder Constituinte e Novo Constitucionalismo - DEM+; IPET - Universidade Nacional do Litoral; Centro do Trabalho, IESCODE, Universidade Nacional José C. Paz; Centro Europeu e Latino-Americano de Diálogo Social (CELDS); Instituto Lavoro; Centro Maria Sibylla Merian de Estudos Latino-Americanos Avançados em Ciências Humanas e Sociais (CALAS); Programa de Mestrado em Políticas Públicas e Feminismos, UNPAZ; CEDyT, Universidade Nacional de San Martín; Centro de Direitos Econômicos e Sociais do Equador (CEDS).

Colaboração com a Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas e com a CCOO da Espanha, entre outros sindicatos.


Coordenar com outros grupos de trabalho da CLACSO que desenvolvem pesquisas relacionadas.
Participe do diálogo em outros eventos da Clacso GT.

Participar em redes da sociedade civil a nível nacional, regional e internacional relacionadas com os temas da GT.






Participar em redes de ciências sociais e realizar atividades de divulgação, intercâmbio e cooperação. Estabelecer acordos de colaboração científica com programas e centros de pesquisa afins para cooperação conjunta e divulgação dos resultados dos trabalhos.
Realizar eventos acadêmicos públicos e eventos com a sociedade civil.

Promover seminários para divulgar e debater as atividades do grupo nas universidades de seus membros.





Promover a assinatura de acordos interinstitucionais com universidades, programas de pós-graduação, centros ou institutos de pesquisa.

Organizar e ministrar aulas, seminários ou eventos de divulgação científica em centros ou institutos de pesquisa. Organizar atividades, seminários e publicações com grupos de pesquisa relacionados.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Estabelecer um Observatório Regional do Trabalho






Consolidar a ligação do grupo com as redes existentes e os movimentos sociais relevantes.






Para aprofundar as linhas de pesquisa abordadas no primeiro ano







Realizar um seminário de discussão teórico-metodológica sobre os problemas de abordagem da GT
Fortalecer os nós de trabalho dentro da GT






Promover e apoiar a formação dos investigadores mais jovens do grupo, criando espaços específicos para o debate das suas teses e para o feedback construtivo coletivo.






Participar em concursos de investigação nacionais e internacionais para financiar atividades académicas ou relatórios relevantes dentro das linhas de investigação do grupo.
Criar um site para a divulgação do observatório, com atualizações constantes.





Realizar videoconferências a cada dois meses para promover a apresentação de estudos de caso e abordar tópicos de pesquisa específicos.




Realizar reuniões mensais dos grupos de trabalho que compõem o GT






Apresentar trabalhos, participar em painéis de discussão, seminários e colóquios públicos para debater os resultados da pesquisa de cada subgrupo.





Inclua os problemas e resultados da pesquisa em cursos de pós-graduação dirigidos por membros do grupo ou nos quais eles participem.





Participar de forma contínua em movimentos e redes (acadêmicas, da sociedade civil) para compartilhar dados, análises, debates e publicações.
Ter um site para divulgar o Observatório do Trabalho e publicar os primeiros avanços do Grupo de Trabalho no desenvolvimento do seu conteúdo.





Consolidação de redes estáveis ​​de pesquisa e debate entre os membros do grupo. Fortalecimento das conexões do grupo com outras redes e movimentos sociais existentes para estabelecer vínculos estáveis ​​de pesquisa e interação.



Realização de um seminário virtual regional







Publicação de uma monografia e de pelo menos cinco artigos em revistas indexadas, individuais ou coletivos.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgar as pesquisas, os resultados e os debates do grupo, alcançando o público mais amplo possível, tanto dentro quanto fora do meio acadêmico.





Desenvolver trabalho pedagógico no âmbito não universitário, apoiando a atuação de coletivos e movimentos, e explicando os efeitos dos processos estudados.






Apoiar coletivamente o ensino sobre os temas de pesquisa do Grupo de Trabalho, tanto fora como dentro da CLACSO.






Promover cursos de formação extra-acadêmica, em parceria com movimentos sociais, redes e atores engajados.
Manter e promover o conteúdo do site do grupo.






Promover debates públicos entre acadêmicos, movimentos sociais e sociedade civil como meio de produção de conhecimento.





Desenvolver materiais educativos/informativos para divulgação pública e, em particular, para uso por movimentos e redes sociais com os quais serão estabelecidas ligações entre investigação, ação e participação.




Apresentar publicamente os resultados da pesquisa, sejam livros ou brochuras temáticas.

Participar em conferências e seminários que abordem os temas do Grupo de Trabalho.

Manter o boletim informativo semestral com os principais avanços dos membros do GT (em colaboração com a equipe técnica da CLACSO).
Manutenção e promoção do site.






Preparação de materiais específicos de divulgação: brochuras, vídeos, artigos, relatórios de situação, boletins informativos, etc.






Diálogos contínuos com a sociedade civil, organizados pelo grupo ou com a participação de membros do grupo nas reuniões.





Participação dos membros da GT nos meios de comunicação e divulgação de informações.

Participar em conferências e seminários que abordem os temas do Grupo de Trabalho.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Consolidar canais de colaboração para desenvolver estratégias de pesquisa, ação e participação com movimentos sociais, organizações, associações e sindicatos contatados no primeiro ano.






Colaborar com as estratégias de luta e resistência dentro dos temas do grupo, desenvolvidas pelos movimentos e organizações com os quais trabalhamos.





Promover e apoiar a apresentação de relatórios a organismos regionais e internacionais de proteção dos direitos humanos.





Participar em escolas, cursos e espaços de interação com ONGs e movimentos sociais.






Promover espaços e fóruns de diálogo com agentes estatais responsáveis ​​pela concepção e implementação de políticas públicas.




Prestar assessoria ao setor público relacionada aos problemas da GT
Executar as atividades previstas nos acordos firmados com organizações não governamentais para apoio em pesquisa, elaboração de relatórios e preparação de argumentos.




Coleta de dados para a defesa das vítimas da escravidão moderna.

Promover os acordos firmados com órgãos governamentais para a execução de estudos ou pesquisas.

Oferecer cursos e promover encontros com ONGs, movimentos sociais e organizações de ciência e tecnologia.
Elaboração de relatórios a pedido das organizações com as quais trabalhamos, no âmbito do tema do GT e de acordo com os dados e casos recolhidos durante a investigação.




Fortalecer as articulações com o setor público.






Acordos com órgãos governamentais.






Oferecer aos movimentos sociais e à sociedade civil ferramentas de análise econômica e alternativas sociojurídicas para apoiar suas lutas.




Recomendações de concepção para ações estatais visando a redução da desigualdade
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Consolidar a colaboração com os seguintes grupos e institutos de pesquisa:
Observatório DESC; Transform Europe; FES, Rede Internacional de Estudos Sindicais (REDES); Grupo de Pesquisa sobre Poder Constituinte e Novo Constitucionalismo - DEM+; IPET - Universidade Nacional do Litoral; Centro do Trabalho, IESCODE, Universidade Nacional José C. Paz, Centro Europeu e Latino-Americano de Diálogo Social (CELDS); Instituto Lavoro; Centro Maria Sibylla Merian de Estudos Latino-Americanos Avançados em Ciências Humanas e Sociais (CALAS); Programa de Mestrado em Políticas Públicas e Feminismos da UNPAZ; CEDyT - Universidade Nacional de San Martín; Centro de Direitos Econômicos e Sociais do Equador (CEDS)
Consolidar o trabalho com a Confederação Sindical dos Trabalhadores das Américas e com a CCOO da Espanha e ampliar o leque de sindicatos e organizações de trabalhadores.
Manter relações de trabalho com outros Grupos de Trabalho da CLACSO que desenvolvem pesquisas relacionadas.
Participe do diálogo em outros eventos da Clacso GT.




Participar em redes da sociedade civil a nível nacional, regional e internacional relacionadas com os temas da GT.

Participar em redes de Ciências Sociais e realizar atividades de divulgação, intercâmbio e cooperação.

Desenvolver acordos de colaboração científica com programas e centros de pesquisa relacionados para cooperação conjunta e divulgação dos resultados do trabalho.
Eventos acadêmicos públicos e eventos com a sociedade civil. Oficinas.




Acordos interinstitucionais com universidades, programas de pós-graduação, centros ou institutos de pesquisa.




Aulas, seminários ou eventos de divulgação em centros ou institutos de pesquisa.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Consolidação e atualização contínua do Observatório do Trabalho






Elaboração de propostas de ação em conjunto com movimentos sociais e campanhas cidadãs que atuam na área.




Analise os resultados das pesquisas de anos anteriores e elabore recomendações com base nas conclusões obtidas.




Promover e apoiar a formação dos investigadores mais jovens do grupo, criando espaços específicos para o debate das suas teses e para o feedback construtivo coletivo.
Três reuniões gerais do grupo de trabalho, focadas no desenvolvimento de alternativas. Videoconferências bimestrais para revisar e discutir as propostas.




Inclusão de problemas e resultados de pesquisa em cursos de pós-graduação dirigidos por membros do grupo ou nos quais estes participam.




Apresentar trabalhos, participar em painéis de discussão, seminários e colóquios públicos para debater os resultados da pesquisa de cada subgrupo.




Apresentação de um curso virtual da CLACSO relacionado ao tema geral de pesquisa.

Engajamento contínuo com movimentos e redes (acadêmicas, da sociedade civil) para compartilhar dados, análises, debates e publicações.
Preparação de um novo grupo de trabalho com base nos resultados deste e fusão de grupos relacionados, sempre que possível.





Preparação de uma publicação em formato de livro com a participação de todos os membros do grupo, com o objetivo de registrar as alternativas.




Publicação de trabalhos conjuntos do grupo em revistas acadêmicas, bem como artigos individuais que desenvolvam as alternativas propostas.



Promoção, divulgação e manutenção do Observatório do Trabalho.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgar os resultados da pesquisa dos dois primeiros anos e as alternativas propostas pelo grupo, alcançando o público mais amplo possível, tanto dentro quanto fora do meio acadêmico.


Desenvolver trabalho educativo no âmbito não universitário, apoiando a atuação de coletivos e movimentos.




Apoiar coletivamente o ensino sobre os temas de pesquisa do Grupo de Trabalho, tanto fora como dentro da CLACSO.




Manter e promover vínculos com movimentos sociais, movimentos de pessoas afetadas, sindicatos, organizações camponesas, organizações de mulheres, etc.




Participe do debate público publicando artigos na mídia sobre as pesquisas do grupo.
Manter e promover o conteúdo do site do grupo.




Divulgar as alternativas propostas por meio das atividades do grupo, tanto em contextos acadêmicos quanto não acadêmicos.




Promover debates públicos entre acadêmicos, movimentos sociais e sociedade civil como meio de produção de conhecimento.




Apresentar publicamente os resultados da pesquisa, sejam livros ou brochuras temáticas.




Promover permanentemente a produção do grupo nas redes sociais.

Participar em conferências e seminários sobre os temas do grupo.
Atualização e aprimoramento do site da GT.




Preparação de materiais de divulgação específicos: brochuras, vídeos, artigos, boletins informativos, etc.




Diálogos contínuos com a sociedade civil, organizados pelo grupo ou com a participação de membros do grupo nas reuniões.



Implementação da personalidade do grupo nas redes sociais e sua promoção.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Discuta os resultados da pesquisa dos dois primeiros anos com os movimentos, organizações e sindicatos que fazem parte do GT.





Colaborar com órgãos e instituições públicas e propor as alternativas que surgiram do trabalho do grupo.




Promover e apoiar a apresentação de relatórios a organismos regionais e internacionais para a proteção dos Direitos Humanos em geral e dos direitos laborais em particular.




Participar em grupo em concursos de pesquisa a nível nacional ou internacional para financiar atividades acadêmicas ou relatórios relevantes dentro das áreas de atuação do grupo.




Participar em escolas, cursos e espaços de interação com ONGs e movimentos sociais.
Desenvolver acordos com organizações não governamentais para apoio em investigações, elaboração de relatórios e desenvolvimento de argumentos e coleta de dados sobre violações de direitos trabalhistas.




Desenvolver acordos com órgãos governamentais para a execução de estudos ou pesquisas.




Ministrar cursos de formação e promover encontros com ONGs, movimentos sociais, organizações de ciência e tecnologia e outras instituições.
Elaboração de um relatório sobre as alternativas propostas pelos membros do Grupo de Trabalho.





Ministrar seminários e cursos de formação.





Elaboração de acordos com órgãos governamentais e organizações não governamentais.




Oferecer aos movimentos sociais e à sociedade civil instrumentos sociojurídicos para apoiar suas lutas.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Manter o trabalho colaborativo com os grupos de pesquisa mencionados nos anos anteriores (Observatório DESC; Transform Europe; FES; Rede Internacional de Estudos Sindicais (REDES); Grupo de Pesquisa sobre Poder Constituinte e Novo Constitucionalismo - DEM+; IPET - Universidade Nacional do Litoral; Centro do Trabalho, IESCODE, Universidade Nacional José C. Paz; Centro Europeu e Latino-Americano de Diálogo Social (CELDS); Instituto Lavoro; Centro Maria Sibylla Merian de Estudos Latino-Americanos Avançados em Ciências Humanas e Sociais (CALAS); Mestrado em Políticas Públicas e Feminismos da UNPAZ; CEDyT - Universidade Nacional de San Martín; Centro de Direitos Econômicos e Sociais do Equador (CEDS)).
Estabelecer alianças com os Grupos de Trabalho designados pela CLACSO e planejar linhas de trabalho que permitam sua fusão para pesquisas futuras.
Participe do diálogo em outros eventos da Clacso GT.




Participar em redes da sociedade civil a nível nacional, regional e internacional relacionadas com os temas da GT.




Participar em redes de Ciências Sociais e realizar atividades de divulgação, intercâmbio e cooperação.




Organizar seminários conjuntos com outras redes e grupos de trabalho da CLACSO para propor linhas de trabalho comuns e consolidar pesquisas.
Eventos acadêmicos públicos e eventos com a sociedade civil. Oficinas.




Acordos interinstitucionais com universidades, programas de pós-graduação, centros ou institutos de pesquisa.









Aulas, seminários ou eventos de divulgação em centros ou institutos de pesquisa.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 109
Mora Vinokur
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Maria Amália Gracia
El Colégio de la Frontera Sur
México
Mery Laura Perdomo Ospina
Rede de Advogados Internacionais que Auxiliam Trabalhadores (ILAW Network)
Estados Unidos
Carlos Alfonso Tomada

Julian Dasten
Instituto de Ciências da Educação
-Universidade Australiana do Chile
Chile
Jessica Pla
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Sara Romanò

Itália
Beatriz Paz Escrivá
Paz e Solidariedade no País Basco
Espanha
Beatriz Plaza Escrivà

Elisa Lanas Medina
Universidade Andina Simón Bolívar, Equador Campus
Equador
Gisel Leone
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Marga Ferré
Transforme a Europa
Áustria
Carola Íñiguez
Universidade de Valência
Lívia De Tommasi
UFABC
Brasil
Adoração Guaman Hernandez [Coordenador]
Observatório dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
Espanha
Francisco Nicolás Favieri
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Hector Seco
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
David Casassas
Observatório dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
Espanha
David Trajtenberg
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Ailynn Torres
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Gaspar Herrero
Centro de População, Emprego e Desenvolvimento
Instituto de Pesquisa Econômica, Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Graciela Inma Bensusán Areus
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Miguel Ángel Garrido
UCM
Espanha
Johanna Maldovan Bonelli
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Francisco José Trillo Parraga
Universidade de Castela-La Mancha
Espanha
Karen Yamila Figueroa
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Rosa María Cañete Alonso
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Maria Florencia Rey
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade Nacional do Litoral
Argentina
Julieta Lobato
Faculdade de Direito, Universidade de Buenos Aires
Argentina
Ana Maria Ana Maria
Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Cayetano Núñez González
Faculdade de Direito. Universidade de Valência
Espanha
Juana Verónica Rangel
Instituto Universitário de Criatividade e Inovações Educacionais
Universidade de Valência
Espanha
Daniel Cruz Fuentes
COO
Espanha
Cláudia Cerda Becker
Universidad Austral de Chile
Chile
Jorge Alberto Pérez Cruz
UNIVERSIDADE AUTÔNOMA DE TAMAULIPAS
México
José Miguel Sánchez Ocaña
Observatório dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
Espanha
Soledad Stoessel
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Paula Varela
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Tania rodriguez
Faculdade de Ciências Sociais da Universidade de Buenos Aires
Argentina
Nora Goren [Coordenador]
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Regiana Cunha
Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais
Brasil
Anamary Maqueira Linares
Centro de Estudos Latino-Americanos, Caribenhos e Latinos
Universidade de Massachusetts-Amherst
Estados Unidos
Jaime Aja Valle
Universidade de Córdoba
Espanha
María Antonia Muñoz
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Antônio Baylos
Universidade de Castilla La Mancha
Espanha
Antônio Fernando Megale Lopes
Instituto Lavoro
Brasil
Antônio Loffredo
Universidade de Siena
Itália
Silvio Feldman
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Maria Eugenia Goicoechea
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Mariela Cambiasso
Centro de Estudos e Pesquisa do Trabalho CEIL-CONICET
Argentina
Guido Weksler
Centro de População, Emprego e Desenvolvimento
Instituto de Pesquisa Econômica, Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Lilian Soto
Centro de Documentação e Estudos
Paraguai
Lúcia Bachoer
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Maria Belén Cardona
Instituto Universitário de Direitos Humanos. Universidade de Valência
Espanha
Ana Esther Ceceña Martorella
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Raúl Márquez
Observatório dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
Espanha
Patrícia Schetini
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Agustín Arakaki
Centro de População, Emprego e Desenvolvimento
Instituto de Pesquisa Econômica, Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Maria Rosaria Ourives Connelly
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Wilson Ramos Filho
Instituto Defesa da Classe Trabalhadora - DECLATRA
Brasil
Franz Christian Elbert
Organização Internacional do Trabalho
Suíça
Juan Manuel Ottaviano
CETYD idas UNSAM
Argentina
Juan Escribano Gutiérrez
Universidade de Córdoba
Espanha
Maria Andrea Delbino
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
José Loguercio
INSTITUTO LAVORO
Brasil
Marco Aparício Wilhelmi
Observatório dos Direitos Econômicos, Sociais e Culturais
Espanha
Estela Diaz
Ministério da Mulher, Políticas de Gênero e Diversidade Sexual PBA
Argentina
Blanca Estela Melgarito Rocha
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Sandra Guiménez
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Irene Rojas Miño
Universidade de Talca (Campus Santiago)
Chile
Amparo Merino
Universidade de Castilla La Mancha
Espanha
Adrian Cannellotto
Secretaria de Pesquisa
UNIPE
Argentina
Júlia Lenzi Silva
Faculdade de Reito da Universidade de São Paulo (FDUSP)
Brasil
Júlia Sanchis Sánchez
Universidade de Valência
Espanha
Yamile Socolovsky
Instituto de Estudos e Formação
Federação Nacional de Professores Universitários
Argentina
Cristina Faciaben
Comissões de Trabalhadores (CCOO)
Espanha
Flávio Roberto Batista
Universidade de São Paulo
Brasil
Adolfo Rogelio Cogco Calderón
Universidade Autônoma de Tamaulipas
México
Cynthia Astrid Benzion
Associação de Advogados Trabalhistas
Argentina
Juan Martín Graña
Centro de População, Emprego e Desenvolvimento
Instituto de Pesquisa Econômica, Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Dayma Echevarría León
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Cassandra Paula Hojman
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Ricardo Nunes De Mendonça
INSTITUTO DECLATRA BRASIL
Brasil
J. Guadalupe J. Guadalupe
Divisão de Ciências Sociais
Universidade de Sonora
México
Nicolau Dzembrowski
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Maya Neyrot Bernal
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Maria Emília Trabucco
Instituto de Estudos e Formação
Federação Nacional de Professores Universitários
Argentina
Tatiana Sachs
UNIVERSIDADE DE PARIS NANTERRE
Brasil
Mário Gambacorta
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Thelma Fratarelli
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Argentina
Raúl Lorente Campos
Faculdade de Ciências Sociais. Universidade de Valência
Espanha
Pablo José Iturralde
Centro para os Direitos Econômicos e Sociais
Equador
Mónica Sladogna
Fundação Friedrich Ebert
Argentina
Pamela Caro
Universidade de Santo Tomás
Chile
Cecília Anigstein
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Cecília Senen González
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Marc Aparisi Martí
Universidade de Valência
Espanha
Luis Alberto Reygadas Robles Gil
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Florença Corradi
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Florença Medici
Centro de Estudos em Economia Política e Desenvolvimento, UNM/CONICET
Argentina
Florença Partenio
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Arturo Gutiérrez Lozano
Universidade Pedagógica Nacional do Estado de Chihuahua
México
Maria Fernanda Hughes
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Juan Carlos Aguilo
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Natalia Carrau
Universidade da República - Faculdade de Ciências Sociais
Uruguai
Natalia Magnética
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Matías Cremonte
Associação Latino-Americana de Advogados Trabalhistas - ALAL
Argentina
Matías Maito
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Roberto Veras De Oliveira
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal da Paraíba
Brasil