Área temática: Migração e mobilidade humana

Grupo de trabalhoMigração e fronteiras Sul-Sul

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Migração e fronteiras Sul-Sul
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Denise Zenklusen
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina
Margarida Margarida
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Handerson Joseph
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

As migrações internacionais devem ser compreendidas no contexto de um sistema capitalista, patriarcal e colonial de produção e reprodução da vida humana. O vínculo indissociável entre esses três eixos tem sido geralmente ignorado nos estudos migratórios, particularmente nas perspectivas produzidas pelo Norte Global (geográficas, metodológicas e epistemológicas), que tendem a encarar a mobilidade transfronteiriça como uma anomalia, um problema social em si, em vez de um fenômeno enraizado em histórias de dominação e exploração de diversas naturezas.

Até meados do século XX, a América Latina e o Caribe eram regiões que recebiam intensos fluxos migratórios da Europa. As estruturas sociais que se formaram correspondiam, em grande parte, a relações étnicas e raciais baseadas na dominação das metrópoles europeias. Com a inversão do sentido da migração, as pontes entre o passado, o presente e o futuro das migrações circulares transatlânticas foram rompidas, dando lugar a discursos e quadros interpretativos que reduziam a figura do migrante latino-americano e caribenho a uma ameaça ao bem-estar e ao desenvolvimento da população do Norte Global (Papadopoulos & Speroni, 2022). Recuperar e recontar essa história é uma necessidade ética, política e analítica.

Desde a década de 1970, a emigração da maioria dos países da América Latina e do Caribe tem aumentado de forma constante, inicialmente para os Estados Unidos e, posteriormente, para o sul da Europa. No entanto, nas últimas duas décadas, diversos fenômenos globais impactaram a migração e os migrantes em nossa região: crises econômicas persistentes, instabilidade política, ressurgimento da extrema direita, aumento do discurso de ódio contra migrantes, intensificação das mudanças climáticas e, mais recentemente, a pandemia de SARS-CoV-2, que evidenciou e agravou as desigualdades e a falta de proteção social (Culebro, González e Román, 2021). Consequentemente, nos últimos anos, a dinâmica da migração intrarregional aumentou consideravelmente, criando novos corredores migratórios que geram novas territorialidades, espacialidades e experiências migratórias.

Assim, a dinâmica de racialização e dominação entre os países da região se combina com vulnerabilidades decorrentes da condição migratória, as quais são exacerbadas em suas interseções com formas de dominação derivadas do classismo, sexismo, LGBTQ+fobia, capacitismo, racismo, anti-indigenismo e etarismo (Diez e Novaro, 2020; Moreira, Palomino e da Silva, 2018; Pávez e Galaz, 2018; Feldman-Bianco et al., 2017). Compreender essas interfaces a partir de uma perspectiva crítica, sistêmica, engajada e situada do Sul Global é uma tarefa urgente e pendente.

Diante dessas profundas transformações políticas, econômicas, culturais, sociais e territoriais, bem como de suas implicações para os diferentes sistemas e regimes migratórios dentro e a partir do Sul Global, países como Argentina, Brasil, Chile, Equador, Peru, Colômbia, México e Costa Rica se consolidaram ou se transformaram em destinos para novos fluxos populacionais. Essas dinâmicas migratórias recentes redefiniram as geografias da (im)mobilidade e geraram rotas e corredores migratórios cada vez mais complexos, muitos deles organizados por redes de tráfico de pessoas e contrabando, e repletos de múltiplos riscos e formas de violência. Esses novos fluxos não se originaram apenas de deslocamentos populacionais intrarregionais (como os da Bolívia, Paraguai, Colômbia, Venezuela, Cuba e Haiti), mas também de alguns países da Europa, África e Oriente Médio. O chamado “êxodo venezuelano” tornou essa situação ainda mais complexa, com pessoas de todas as idades empreendendo sua jornada terrestre rumo ao sul, arriscando sua segurança ao cruzar fronteiras que se tornaram perigosas e refletem a percepção das vidas migrantes como descartáveis, evidenciando a necropolítica da soberania estatal (Álvarez Velasco, Pedone, Miranda, 2021; Gómez Martín e Malo, 2020; Cavalcanti e Faria de Oliveira, 2020; Araujo e Santi, 2019; Joseph e Miranda, 2021). Nesse sentido, o mapeamento e a compreensão dos fluxos migratórios na (e a partir da) América Latina e do Caribe e a gestão de fronteiras (Sul-Sul e Sul-Norte) são ações necessárias para a elaboração de políticas migratórias mais abrangentes e justas.

Nas últimas duas décadas, houve mudanças na legislação migratória, com uma abordagem de direitos humanos permeando diversas novas leis migratórias na América do Sul, como as do Equador, Argentina, México e Brasil, em contraste com a persistente abordagem de controle e restrição na Europa e nos Estados Unidos. Desde meados da década de 2010, a ascensão da direita ao poder em diversos países reinstaurou políticas neoliberais, que foram acompanhadas por restrições à livre circulação de pessoas e mudanças punitivas em leis, regulamentos e políticas migratórias. Nesse contexto, as manifestações de xenofobia e racismo se multiplicaram. Portanto, acreditamos que o Grupo de Trabalho deve se comprometer a colaborar na inclusão das questões migratórias nas agendas progressistas da região.

Nesse contexto, nos últimos anos, os membros dos Grupos de Trabalho "Migração Sul-Sul" e "Fronteiras: Mobilidades, Identidades e Comércio" têm analisado as novas dinâmicas migratórias da região, que refletem transformações populacionais, socioeconômicas, culturais, políticas e territoriais, bem como a "gestão" da mobilidade e a regulação migratória nas áreas de fronteira das Américas — aspectos que buscamos continuar e ampliar com esta proposta de fusão e renovação. No novo triênio, o Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul e Fronteiras apresentará atividades que fomentem a colaboração acadêmica entre todos os participantes, bem como o diálogo coletivo e a reflexão sobre o estudo da migração e das fronteiras. Isso possibilitará o desenvolvimento da produção e disseminação do conhecimento científico e a formação de pesquisadores por meio de plataformas como a revista Periplos e os boletins informativos "Movimentos Migratórios Sul-Sul: Fronteiras, Trajetórias e Desigualdades" e "(Trans)Fronteira". Mas esta proposta também reflete uma ambição renovada de considerar os processos migratórios e fronteiriços a partir de epistemologias do "Sul", do "com" e do "No" Sul. Nesse sentido, estamos interessados ​​em abordar certos desafios epistemológicos que são fundamentais para o propósito deste Grupo de Trabalho: O que é o Sul? O que são migrações Sul-Sul? Como podemos pensar as fronteiras do Sul a partir de uma perspectiva Sulista? Que metodologias essa perspectiva crítica exige?

Esta proposta de renovação é fruto do trabalho conjunto do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul e do Grupo de Trabalho sobre Fronteiras: Mobilidades, Identidades e Comércio. A colaboração contínua entre esses Grupos de Trabalho nos últimos anos culminou na decisão de fundi-los para o período de 2023-2025, criando assim uma rede de pesquisadores que abrange a América Latina e o Caribe e que aborda as dinâmicas migratórias e as fronteiras de maneira holística, integrada, comparativa e crítica. A colaboração entre esses dois Grupos de Trabalho possibilitará a produção de pesquisas, a disseminação e as atividades de intervenção que incluem pesquisadores e ativistas de toda a região. Por fim, essa colaboração tem implicações teóricas e metodológicas significativas, pois facilitará um debate valioso e inovador sobre as categorias heurísticas subjacentes aos estudos migratórios e às análises de fronteiras, contribuindo, assim, para o desenvolvimento de marcos conceituais e metodológicos críticos construídos a partir de uma perspectiva do Sul.

Álvarez Velasco, S., Pedone, C., & Miranda, B. . (2021). Mobilidade, controle e disputa espacial. A formação e transformação dos corredores migratórios nas Américas. Périplos: Revista De Estudos sobre Migrações, 5(1). Obtido em https://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/37116
Araújo, SG, & Santi, S. (2019). O governo migratório na América do Sul: regimes, controles e fronteiras. Périplos: Revista De Estudos sobre Migrações, 3(1). Obtido em https://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/27279
Cavalcanti, L., & Faria de Oliveira, W. (2020). Os efeitos da pandemia de COVID-19 na imigração e refúgio no Brasil: uma primeira aproximação baseada em dois registros administrativos. Périplos: Revista De Estudos sobre Migrações, 4(2), 11–34. Obtido em https://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/35907
Culebro, Jorge E.; González, Carlos A.; Román, Zoila. (2021). Migração, gestão de crises e o papel dos governos subnacionais diante da COVID-19: os casos de Baja California e Chiapas, México. Diários del Terruño. Segundo período, número 12, julho-dezembro de 2021, pp.
Diez, ML e Novaro, G. (2020). Migrações e juventude. Experiências educativas e de trabalho em contextos de mobilidade territorial na América Latina. Périplos: Revista De Estudos sobre Migrações, 4(1). Obtido em https://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/34644
Feldman-Bianco, B., Cavalcanti, L., Araujo, D., & Brasil, E. (2017). Imigração Haitiana no Brasil. Périplos: Revista De Estudos sobre Migrações, 1(1), 5–6. Obtido em https://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/5865
Gómez Martín, C. e Malo, G. (2020). Uma literatura sobre refúgio e deslocamento forçado na América Latina e no Caribe. Principais abordagens e novos estudos críticos. Périplos: Revista De Estudos sobre Migrações, 3(2). Obtido em https://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/30016
Joseph, Handerson & Miranda, Bruno (Eds.). (2021). (Trans)Fronteira: Mobilidades e Diásporas Negras nas Américas. 1ª ed., Cidade Autônoma de Buenos Aires: CLACSO. https://www.academia.edu/53170824/Movilidades_y_di%C3%A1sporas_negras_en_las_Americas
Moreira, E., Palomino, CL, & da Silva, CT (2018). Fronteiras internacionais e migração indígena na América do Sul: estudos de caso e questões compartilhadas: apresentação. Périplos: Revista De Estudos sobre Migrações, 2(2), 02–05. Obtido em https://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/25454
Papadopoulos, Yannis GS e Speroni, Thales (2022). As pontes interdisciplinares entre o passado, o presente e o futuro das circularidades entre a América do Sul e a Europa. PERIPLOS, Revista de Pesquisa sobre Migração, 6(1), 06-16.
Pávez, I. e Galaz, C. (2018) Filhas e filhos de migrantes no Chile: direitos sob a perspectiva da inclusão social. Diálogo Andino. N° 57, 69-82
Pedone, C. e Alfaro, Y. (2018) Migração qualificada na América Latina: uma revisão das abordagens teóricas e metodológicas e seus desafios, PERIPLOS. Revista de Pesquisa sobre Migração, Vol. 2, pp. 3-18, Universidade de Brasília - GT CLACSO Migração Sul-Sul. http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/21223 Pedone, C.; Echeverri, MM; Gil Araujo, S. (2014) “Entre duas margens. Mudanças nas formas de organização das famílias migrantes latino-americanas na Espanha em tempos de crise global” (109-138). Em Zavala Castelo, ME e Rosee, V. (orgs.) Gênero em movimento. Famílias e Migrações. México: Colegio de México.
Sassen, S. (2003) Contra-geografias da globalização. Gênero e cidadania em circuitos transfronteiriços, Madrid
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

A vida social tornou-se transnacional. Apesar dos esforços contínuos dos Estados-nação para fortalecer suas fronteiras e controlar os fluxos humanos através delas, mulheres e homens estão construindo novos mapas e questionando a ideia de que os limites de um Estado-nação sejam os limites de uma sociedade. Nesse sentido, a análise das migrações contemporâneas deve partir de uma perspectiva transnacional, reconhecendo a existência de diversas relações sociais que cruzam fronteiras, conectam contextos de origem e destino e constroem campos sociais transnacionais (Levitt e Glick Schiller 2004). Contudo, a complexidade do fenômeno migratório exige uma abordagem capaz de considerar dinâmicas regionais específicas. No contexto particular em que a reconfiguração das dinâmicas migratórias ocorre na América Latina e no Caribe, noções dicotômicas, como mobilidade-imobilidade, origem-destino, forçado-voluntário e legal-ilegal, que têm povoado os estudos clássicos sobre migração, mostram-se insuficientes. As trajetórias das pessoas em movimento na região demonstram a emergência de novas territorialidades e a simultaneidade de processos, estratégias e práticas multiespaciais e interseccionais.

Pensar sobre migração na América Latina exige uma perspectiva “a partir de”, “no” e “com” o Sul (De Sousa Santos e Meneses, 2014), uma perspectiva analítica e politicamente engajada com os problemas da região e sua história de colonialidade. As relações entre os processos de integração regional, os significados e funções atribuídos às fronteiras nacionais e as mudanças nas políticas voltadas à regulação da migração revelam a ineficácia da estrutura de governança da mobilidade migratória, que opera à custa de violações de direitos humanos. Portanto, é importante explorar as premissas e os objetivos teóricos que informam as atuais formas de ver (e dividir) fronteiras e migração na América Latina e no Caribe. Isso implica considerar as políticas públicas, e especialmente as políticas migratórias, como instrumentos de classificação e subjugação de populações. Para tanto, a adoção de uma perspectiva interseccional (Magliano, 2015) é uma necessidade heurística, pois abre a análise para a rede de marcadores de diferença (nacionalidade, gênero, etnia/raça, classe, orientação sexual, idade e deficiência) que estão intrinsecamente ligados à produção de desigualdades e dominação em níveis macro, meso e micro. Mas a interseccionalidade também dá origem à resistência coletiva e a articulações que conferem sentido às lutas migratórias que atravessam os países da região.

Esses três eixos teórico-metodológicos (transnacionalidade, epistemologia do Sul e interseccionalidade) orientaram o início das discussões, pesquisas e colaborações entre os grupos de trabalho "Migração Sul-Sul" e "Fronteiras: mobilidades, identidades e comércios" (doravante GT Fronteiras), a partir de uma lógica interdisciplinar, sobre as recentes transformações das migrações na América Latina e no Caribe.

Em seus estágios iniciais, o Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul concentrou-se no lançamento da revista Periplos, com o objetivo principal de criar um espaço para reflexão e debate na esfera regional no campo dos estudos migratórios. Em sua curta existência, essa revista tornou-se uma referência internacional para os estudos regionais sobre migração. Enquanto isso, o Grupo de Trabalho sobre Fronteiras organizou o boletim informativo (Trans)fronteriza, que rapidamente se tornou um recurso fundamental para o diálogo e a cooperação necessários entre os diversos atores envolvidos em questões migratórias, incluindo acadêmicos e a sociedade civil. Nesse sentido, ao fomentar a colaboração entre os dois Grupos de Trabalho, gera-se uma sinergia potencial para os principais resultados de cada grupo. Além de uma melhoria significativa na capacidade de disseminação e na qualidade das publicações resultantes, o Grupo de Trabalho aumenta exponencialmente o impacto potencial na reflexão teórica, política e metodológica.

Nesse sentido, esta proposta conjunta representa um compromisso de continuar a realizar os avanços teóricos e metodológicos necessários para a análise das migrações e das fronteiras Sul-Sul, o que significa desenvolver produtos e atividades no próximo período em torno dos seguintes temas:

a. Diálogos interdisciplinares, como a história, a sociologia e a antropologia das migrações e das fronteiras;

b. Políticas públicas sobre migração, controle de fronteiras, educação, saúde e proteção social, com ênfase na questão do trabalho e da infância no contexto da integração regional e nos debates, práticas e regulamentações referentes às políticas migratórias e ao controle populacional nos séculos XX e XXI;

c. Os diversos tipos de mobilidade migratória na região, bem como as características dos diferentes grupos: mulheres, crianças e adolescentes, pessoas que necessitam de proteção internacional, populações LGBTIQ+ e populações indígenas.

d. As múltiplas dimensões e intersecções das desigualdades que afetam os migrantes, tais como as que decorrem de diferentes qualificações e ocupações profissionais, gerações, dissidência sexual, género, xenofobia e racismo;

e. A situação, as condições e as implicações dos movimentos migratórios emergentes, como os dos venezuelanos, haitianos, senegaleses, hondurenhos, guatemaltecos e salvadorenhos;

f. O surgimento de novos corredores migratórios e sua ligação com o surgimento de novas territorialidades e formas de controle de fronteiras pelos Estados;

g. As trajetórias de trabalho das pessoas que migram na região e sua conexão com a persistente estratificação interseccional do mundo do trabalho regional;

h. Os processos de constituição de fronteiras sul-sul (como no Chile, Bolívia e Peru, ou Brasil e Venezuela ou América Central e México) e fronteiras sul-norte (como entre o México e os Estados Unidos);

i. O efeito da mobilidade transnacional e das políticas migratórias no cotidiano dos migrantes e de suas famílias;

j. A análise da relevância e da experiência do cuidado em populações migrantes (particularmente mulheres) da região e dentro dela;

k. A relação com o território, o espaço e o meio ambiente das populações migrantes na América Latina e no Caribe;

l. As lutas e a resistência dos migrantes que saem, atravessam ou chegam à América Latina e ao Caribe.

Essas linhas de pesquisa destacarão como as estruturas de desigualdade, as visões e ações governamentais e as lógicas de mercado influenciam os padrões migratórios e as vidas, o trabalho e os direitos das populações migrantes, impulsionando e, simultaneamente, dificultando estratégias e horizontes de resistência e organização coletiva.

Levitt, P. e Glick Schiller, N. (2004) “Perspectivas internacionais sobre migração: conceitualizando a simultaneidade”, Migrações e Desenvolvimento 3.
Magliano, MJ (2015). “Interseccionalidade e migrações: potencialidades e desafios”, Revista Estudos Feministas, Brasil, Vol. 23, No. 3, 691-712.
De Sousa Santos, B., & Meneses, MP (2014). Epistemologias do Sul. Akal Editions.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/02/2023 al 31/12/2023)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
A partir de uma perspectiva interdisciplinar, busca-se gerar conhecimento crítico sobre as causas da migração, os efeitos das políticas migratórias e a reconfiguração da mobilidade na América Latina e no Caribe, bem como em suas fronteiras.

Produzir análises comparativas sobre os processos migratórios regionais a partir de uma perspectiva interseccional.

Refletir, a partir de uma perspectiva decolonial, sobre os significados do Sul como um espaço de produção de conhecimento sobre migrações, mobilidades e fronteiras.

Promover a pesquisa sobre migração e fronteiras em países considerados prioritários pela CLACSO.

Promover pesquisas sobre a situação de crianças e jovens migrantes na América Latina e no Caribe.

Promover pesquisas sobre a situação de migrantes pertencentes a grupos LGBTBIQ+ e subjetividades de gênero não normativas na América Latina e no Caribe.

Promover pesquisas sobre a situação de outros grupos vulneráveis ​​que transitam pelos principais corredores migratórios da América Latina e do Caribe.
Reuniões virtuais do GT durante os meses de março e outubro de 2023.

Desenvolvimento de projetos de pesquisa conjunta em torno dos eixos temáticos detalhados no ponto 5 da apresentação.

Primeiro encontro de Reflexões sobre o Sul: epistemologias, perspectivas teóricas e metodologias.

Primeiro encontro do Seminário Migrações, Mobilidades e Fronteiras: perspectivas e debates da América Latina.

Realização de um encontro para análise comparativa entre a fronteira norte do Chile e o noroeste da Argentina, voltado para acadêmicos e ativistas.

Reunião de pesquisadores de fronteira.

Atividades de diálogo em coordenação com o Observatório Saúde e Migração e com redes de migrantes em São Paulo e Buenos Aires sobre gêneros e sexualidades.

Seminários de pesquisa e divulgação científica no Paraguai e na Bolívia.

Participação no projeto Pré-ALAS 2023, GT Migrações, Refugiados e outras Mobilidades.

Seminário internacional sobre crianças migrantes.

Mesa redonda sobre famílias transnacionais e cuidados, em conjunto com o Grupo de Trabalho "Maternidades Críticas" da CLACSO.
Articulação e articulação dos participantes do GT e suas instituições por meio de diversas atividades que promovam o diálogo horizontal e a reflexão coletiva e crítica sobre o estudo das migrações e fronteiras na América Latina e no Caribe.

Consolidação das linhas de trabalho intraGT com a designação de coordenadores gerais para o acompanhamento dos diversos temas de pesquisa e intervenção nas diferentes regiões da América Latina e do Caribe.

Avanços nas reflexões epistemológicas, teóricas e metodológicas sobre o Sul e sua relação com as migrações e as fronteiras.

Consolidação de grupos de pesquisa transnacionais com uma perspectiva comparativa, com ênfase especial na participação de países prioritários para o CLACSO.

Avanços na compreensão da dinâmica transfronteiriça e das migrações em trânsito nas fronteiras, comparando as abordagens estatais e a participação das organizações da sociedade civil nos Estados-nação.

Progresso em um debate internacional entre colegas pertencentes ao GT e outras instituições latino-americanas, caribenhas e europeias sobre o tema de crianças e jovens migrantes, cuidados e maternidade de migrantes, migrações e subjetividades não normativas de sexo e gênero.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Comunicar as atividades e os eixos temáticos do GT a um público amplo, por meio dos centros de pesquisa de onde provêm seus membros, bem como por meio das redes sociais e do site do GT.

Divulgar os resultados das pesquisas realizadas pelos membros do GT, em diversos tipos de registros/discursos e formatos: revistas científicas, boletins informativos, podcasts, seminários, palestras, exposições, etc.

Continuar a desenvolver oportunidades de formação interna para jovens investigadores no GT, estendendo-as também a estudantes externos de licenciatura e pós-graduação.

Posicionar a revista Periplos no sistema científico regional e global.

Ampliar e aprofundar o conhecimento dos membros do GT e de pesquisadores externos sobre questões e perspectivas emergentes no estudo das migrações e das fronteiras Sul-Sul.
Criação de uma coordenação geral das publicações e produtos da GT e desenvolvimento de uma agenda articulada para essas produções (revista, boletins informativos, podcasts).

Desenvolvimento de um plano de comunicação para o GT.

Criação de logotipo, website e comunicação sistemática em redes sociais.

Solicitação de indexação da revista Periplos no Latindex.

Preparação e distribuição das edições semestrais da revista Periplos.

Preparação e divulgação dos Boletins "Movimentos Migratórios Sul-Sul. Fronteiras, trajetórias e desigualdades" e "(Trans)fronteira".

Debates sobre "Migração e fronteiras".

Seminários anuais (2) organizados e dirigidos a jovens investigadores e abertos a investigadores externos ao GT.

Produção e divulgação de novos episódios do Ciclo de Podcasts GT. Três séries periódicas: “Temas Atuais”, “Divulgação de Publicações” e “Discussões Teórico-Metodológicas”.

Evento internacional aberto ao público para gerar debate sobre alguns dos temas abordados na revista Periplos nos últimos cinco anos, com a presença dos coordenadores e autores das edições temáticas (local: Universidade de Brasília).

Exposição de fotografias tiradas por jovens migrantes e filhos de migrantes sobre seus processos de identificação (Santiago, Chile).

Um debate entre os editores da revista Periplos e dos Boletins GT sobre campos emergentes na migração e desafios na comunicação do conhecimento. Um convite aos editores da revista Diarios del Terruño (formato virtual).

Organização da Escola de Inverno "Problemas e perspectivas emergentes no estudo das migrações e das fronteiras Sul-Sul" (modalidade híbrida, GI SEMMI UAM-Cuajimalpa, México; IAP UNVM, Argentina).

Desenvolvimento de uma estrutura para uma proposta de publicação sobre "Trânsitos Migratórios Sul-Sul", como parte dos resultados da Escola de Inverno.

Conectar estudantes de pós-graduação da GT a cursos internacionais relacionados à migração e ao refúgio, ministrados por universidades participantes do projeto "Abrigo Urbano, Solidariedade Migratória e Hospitalidade em Perspectiva Global".

Apoio dos membros da GT para a preparação e divulgação das edições da revista Diarios del Terruño.
Criação de um site da GT com seu novo logotipo.

Publicação semestral da revista Periplos. Monografias planejadas: Migrações transfronteiriças: memórias, gênero, sexualidades e/ou trajetórias de pessoas LGBTI+ (coordenada por Caterine Galaz, Fernanda Stang e Antonia Lara); Migrações e saúde (coordenada por Eugenia Brage).

Consolidação da presença científica da revista Periplos na região, como contribuição para a análise, reflexão e debate em torno das migrações e fronteiras.

Indexação da revista Periplos no Latindex.

Apoio à publicação das edições anuais da revista Diarios del Terruño.

Produção e distribuição da série de podcasts GT.

Publicações periódicas dos boletins informativos "(Trans)border" e "Movimentos Migratórios Sul-Sul. Fronteiras, trajetórias e desigualdades" (edições planejadas: Migrações Ambientais, coordenada por Thales Speroni, Clara Piqueras e Érika Pires Ramos, e Maternidades Transnacionais, coordenada por Caterine Galaz e o Grupo de Trabalho "Maternidades Críticas").

Estruturação de uma proposta de publicação sobre "Trânsitos Migratórios Sul-Sul".

Consolidação do seminário anual de formação como um espaço de debate entre doutorandos, mestrandos e doutorandos recentes, sobre os resultados de suas pesquisas, bem como os desafios teóricos, metodológicos e epistemológicos.

Fortalecimento do espaço de formação pós-doutoral do GT.

Divulgação de trabalhos de pesquisa sobre migração, fronteiras e questões de mobilidade internacional no sul.

Divulgação de informações sobre migração e questões fronteiriças, bem como outros problemas sociais associados, utilizando diferentes registos e línguas, e reunindo diversos atores, como a academia, a administração pública responsável pela migração, organizações da sociedade civil, organizações internacionais, defensores dos direitos humanos, entre outros.

Problematização e reflexão sobre os desafios da disseminação do conhecimento.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Criar um espaço de diálogo entre os membros do Grupo de Trabalho com vistas a propor mecanismos e recomendações para políticas públicas regionais, com uma perspectiva crítica e abrangente, sobre questões de migração e fronteiras.

Construindo e fortalecendo laços agora
Redes acadêmicas, organizações sociais, agências e instituições existentes responsáveis ​​pela concepção e implementação de políticas públicas nos níveis local, nacional e internacional, a fim de influenciá-las a partir de uma perspectiva crítica e interseccional, com base no conhecimento gerado pelos membros do GT.

Promover a participação de acadêmicos e membros de organizações sociais no debate e na construção de políticas migratórias abrangentes, com uma abordagem baseada em direitos e uma perspectiva regional, na América Latina e no Caribe.

Criar um espaço para a visibilidade e articulação de organizações de migrantes em diferentes países da região, com foco territorial.

Estabelecer vínculos com organizações da sociedade civil que apoiam migrantes em diversas rotas na América Latina e no Caribe, bem como com organizações internacionais e outros atores relacionados ao tema, a fim de contribuir para a geração de conhecimento que apoie a defesa dos direitos humanos dos migrantes.
Participação de membros da GT na Comissão para o Esclarecimento da Verdade no Exílio, na Colômbia.

Desenvolvimento do curso "A luta do exílio colombiano pela verdade" (4 encontros na plataforma CLACSO com líderes colombianos exilados em diferentes países da região).

Sistematização do trabalho das organizações de exilados colombianos e desenvolvimento de ações para fomentar uma aliança entre a GT e as organizações de vítimas no exílio, tornando visíveis suas lutas pela verdade e pelo retorno seguro e garantido (na Argentina com a MECOPA, no Chile com a OCORCH, no Equador com a CERSE, no Brasil com a COMEPAZ).

Realização de um fórum aberto com a participação dos setores social, comunitário, institucional e acadêmico ligados à migração colombiana.

Elaboração de um documento com base no Fórum mencionado, que inclua propostas e iniciativas para a construção de uma política migratória na Colômbia com projeção regional.

Realização de um seminário internacional para comparar resultados, reunindo organizações relevantes do Fórum Social das Américas sobre Migração (2020) e do Fórum Social Europeu sobre Migração (2021), já realizados, e do Fórum Social Africano sobre Migração (2023), que está em processo de organização.

Realização de uma série de palestras virtuais sobre experiências territoriais de organizações migrantes, resistências e lutas na América Latina.

A GT colabora com o Laboratório de Análise Institucional (LAIO) da UAM-Cuajimalpa com o objetivo de desenvolver documentos de recomendação, análise e crítica de políticas públicas sobre migração em nível regional.

Coordenação do Observatório de Migração de Brasília.

Implementação de atividades coordenadas com o Movimento de Ação Migratória (MAM) no Chile.
Estabelecer vínculos com organizações que trabalham com e para migrantes e refugiados de diferentes países da América Latina e do Caribe, com o objetivo de promover a garantia de seus direitos humanos.

Progressos na coordenação de ações com diversos atores públicos (nos níveis nacional, regional e local), movimentos sociais e ONGs, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre a migração interna, internacional e transnacional e, em particular, de defender e organizar os migrantes.

Geração de conhecimento mútuo e vínculos de colaboração entre organizações de migrantes da América Latina e do Caribe e o meio acadêmico da região.

Avanços no conhecimento com o objetivo de formular recomendações bem fundamentadas sobre políticas migratórias e de fronteiras na América Latina e no Caribe.

Reforçar a ligação entre as diferentes instituições académicas vinculadas ao GT e outros atores importantes no apoio aos migrantes e às organizações da sociedade civil.

Progresso e aprofundamento dos vínculos entre os pesquisadores do GT, bem como entre os diferentes grupos de trabalho a eles relacionados e as instituições participantes.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Criar uma rede de ligações entre o GT e diferentes universidades, centros de pesquisa e projetos nos quais os membros do GT estão inscritos.

Coordenar ações com redes acadêmicas e sociais ligadas à mobilidade, migração e fronteiras na América Latina e no Caribe, bem como com outros espaços no Sul Global.

Avançar na construção de redes que permitam a troca de conhecimentos, experiências e realidades do fenômeno migratório nos diversos continentes.

Avançar no estabelecimento de vínculos com outros Grupos de Trabalho da CLACSO que tratam de questões relacionadas às abordadas pelo Grupo de Trabalho.
Articulação com o Grupo de Trabalho da CLACSO “Transdisciplinaridade, transculturalidade, transmedialidade e bens comuns” e com o Grupo de Trabalho da CLACSO “Maternidades Críticas”.

Articulação com o Observatório de Migração OBMICA, República Dominicana.

Articulação com Laboratoire Caribéen de Sciences Sociales da Université des Antilles, Martinica.

Articulação com Laboratório LAngages DIscours REprésentations (LADIREP), l'Université d'Etat d`Haiti.

Articulação com Comitê de Deslocamentos e Migrações da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Brasil.

Articulação com a Rede de Pesquisa sobre Migrações Contemporâneas na Argentina (IAMIC).

Articulação com a GT LASA sobre a migração Sul-Sul.

Articulação com a MIGRARE, Rede Temática sobre Migração e Mobilidade, IIJ-UNAM, México.

Articulação com o Grupo de Pesquisa do Seminário em Estudos Multidisciplinares sobre Migração Internacional (GISEMMI), UAM-Cuajimalpa, México.

Articulação com o Laboratório de Análise Institucional (LAIO), DCSH, UAM-Cuajimalpa, México.

Articulação com o Projeto de Pesquisa "Novos Debates Metodológicos em torno do campo multidisciplinar dos estudos migratórios na Argentina", IAP-UNVM, Argentina.

Articulação com a Rede Latino-Americana de Mobilidades e Migrações Qualificadas (RMMCAL), Universidade de Morelos, Pontifícia Universidade Javeriana, UBA e FLACSO-Equador.

Articulação com a Área de Gênero e Migração do IIEGE, UBA, Argentina.

Articulação com o Grupo de Estudos sobre Migração, Política e Resistência (MiPRes), UBA.

Debate internacional realizado no âmbito do projeto "Abrigo Urbano, Solidariedade Migratória e Hospitalidade em Perspectiva Global", que reúne universidades das Américas, Europa, África e Oceania.

Condução de uma Conversa sobre “Crises Migratórias nas Américas” (GI SEMMI UAM-Cuajimalpa, México / UTPL, Equador, UNER-Conicet, Argentina).

Apresentação do GT e divulgação de suas atividades na Universidade de Rojava (Curdistão).

Apresentação do GT e divulgação de suas atividades no Centro de Planejamento e Gestão (CEPLAG) da UMSS da Bolívia.

Apresentação do GT e divulgação de suas atividades na Divisão de Ciências Sociais e Humanas da UAM-Cuajimalpa, México.

Apresentação do GT e divulgação de suas atividades no Instituto de Ciências Sociais e Administração da Universidade Nacional Jauretche, Argentina.

Apresentação do GT e divulgação de suas atividades na Universidade da Guiana Francesa.
Estabelecer ligações entre os investigadores da GT e outros centros e universidades a nível internacional.

Desenvolvimento de atividades conjuntas com outras redes e grupos de trabalho da CLACSO e apoio na divulgação das atividades por país.

Expansão das redes da GT e de seus membros para outros continentes e seus respectivos "sules".

Implementação de atividades conjuntas entre diversas instituições para estabelecer e formalizar redes com programas acadêmicos que abordem a questão da migração, mobilidade e fronteiras a partir de uma perspectiva do Sul.

Fortalecimento e visibilidade do trabalho de cada país membro e instituição de origem dos membros do GT, com ênfase especial nos países considerados prioritários pela CLACSO.

Criação de redes regionais acadêmicas e da sociedade civil sobre migração e fronteiras.

Estabelecer ligações e planear atividades com outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/01/2024 al 31/12/2024)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Desenvolver uma perspectiva comparativa e regional sobre o acesso dos migrantes aos direitos e ao território, bem como sobre as mudanças nas dinâmicas transfronteiriças regionais e seu impacto na situação atual.

Sistematizar reflexões, a partir de uma perspectiva decolonial, sobre os significados do Sul como um espaço de produção de conhecimento sobre migrações, mobilidades e fronteiras.

Promover a pesquisa sobre migração e fronteiras em países considerados prioritários pela CLACSO.

Contribuir para o conhecimento sobre jovens migrantes e "filhos da migração" na região.

Promover pesquisas sobre a situação de grupos vulneráveis ​​que transitam pelos principais corredores migratórios da América Latina e do Caribe.

Promover a pesquisa regional sobre famílias transnacionais e cuidados.
Reuniões virtuais do Grupo de Trabalho em março e outubro de 2024 para dar continuidade ao desenvolvimento das linhas de trabalho.

Primeiro encontro presencial do GT no âmbito da Conferência CLACSO 2024.

Acompanhamento de projetos conjuntos de pesquisa comparativa em torno dos eixos temáticos detalhados no ponto 5 da apresentação.

Segundo encontro de Reflexões sobre o Sul: epistemologias, perspectivas teóricas e metodologias.

Segundo encontro do Seminário Migrações, Mobilidades e Fronteiras: perspectivas e debates da América Latina.

Congresso Internacional no Chile sobre experiências e desafios em migração e políticas públicas na América Latina e no Caribe.

Workshop virtual interno do Grupo de Trabalho sobre o acesso à habitação e ao território para populações migrantes em diferentes regiões.

Workshop virtual interno em conjunto com o Grupo de Trabalho "Maternidades Críticas" para o desenvolvimento de um panorama conjunto sobre famílias transnacionais e cuidados.

Workshop virtual com membros do Grupo de Trabalho sobre "Crise: migração e controle de fronteiras nas Américas".

Sessão do Seminário de Análise Institucional UAM-Cuajimalpa: "Crise, Migração e Proteção Social nas Américas".

Seminário acadêmico internacional sobre processos de identificação de jovens migrantes e filhos de migrantes.
Consolidação de grupos de pesquisa transnacionais com uma perspectiva comparativa.

Divulgação de trabalhos de pesquisa sobre migração, fronteiras e questões de mobilidade internacional no sul.

Disseminação de conhecimento sobre migração e políticas públicas por meio de espaços de cooperação entre acadêmicos de diferentes universidades da América Latina e do Caribe.

Divulgação de resultados sobre os processos de identificação de jovens migrantes e filhos de migrantes, bem como sobre famílias transnacionais e cuidados.

Desenvolvimento e divulgação de recomendações sobre políticas públicas relativas à migração, por meio da colaboração com o Laboratório de Análise Institucional da UAM-Cuajimalpa.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Comunicar as atividades e áreas temáticas da GT a um público amplo.

Divulgar os resultados da pesquisa realizada pelos membros do GT por meio de diferentes formatos e idiomas.

Criar espaços de formação para jovens investigadores do GT, alargando-se também a estudantes externos de licenciatura e pós-graduação.

Explorar e expandir as formas de disseminação e divulgação dos Boletins "Movimentos Migratórios Sul-Sul: Fronteiras, trajetórias e desigualdades" e "(Trans)fronteira".

Criar canais de reflexão e debate sobre os desafios da comunicação científica na atualidade.
Reunião de coordenação da produção da GT para 2024.

Implementação do plano de comunicação do GT.

Reunião do comitê editorial do Periplos.

Atividades para indexar a revista Periplos no Scielo.

Atividades de preparação, edição e divulgação das edições da Revista Periplos para 2024 (dossiê sobre migração e espaço urbano, coordenado por Denise Zenklusen; dossiê sobre migração e mudanças climáticas, coordenado por Carmen Gómez).

Apoio dos membros da GT para as atividades de preparação, edição e divulgação das edições da revista Diarios del Terruño (nº 18: Dossiê “Migrações, mobilidades e fronteiras Sul-Sul”, coordenação: Handerson Joseph e Frida Calderón Bony).

Atividades de preparação, edição e divulgação das edições periódicas dos Boletins "Movimentos Migratórios Sul-Sul. Fronteiras, trajetórias e desigualdades" (edição planejada sobre ativismo e abrigos para migrantes) e "(Trans)fronteira".

Seminários de formação interna (2) organizados e dirigidos a jovens investigadores do GT e abertos a investigadores externos.

Seminário online sobre famílias transnacionais e cuidados, em conjunto com o Grupo de Trabalho sobre Maternidade Crítica.

Seminário virtual sobre "Os desafios da produção e divulgação científica em questões de migração e fronteira", organizado pela Periplos, em colaboração com a equipe do Diarios del Terruño.

Seminário virtual sobre "Os desafios da transnacionalidade e da transculturalidade", organizado em conjunto com o Grupo de Trabalho da CLACSO sobre Transdisciplinaridade, Transculturalidade, Transmedialidade e Bens Comuns.

Produção e divulgação de novos episódios da série de podcasts GT (dedicada aos processos de identificação de jovens migrantes e filhos de migrantes através da música).

Apresentação do painel GT na Conferência CLACSO 2024.

Realização de painéis inter-GT na conferência CLACSO 2024.

Apresentação de trabalhos individuais na conferência CLACSO 2024.

Organização da Escola de Verão “Mobilidades, fronteiras e diásporas negras nas Américas”, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM).

Apresentação de uma proposta de publicação sobre "Trânsitos Migratórios Sul-Sul", resultante da Escola de Inverno.
Divulgação regional e extrarregional das linhas de trabalho do GT e daquelas derivadas de articulações com outros grupos e organizações.

Publicação semestral da Revista Periplos.

Produção e distribuição de podcasts.

Publicação de várias edições temáticas mensais do Boletim "(Trans)fronteira".

Publicação semestral do Boletim "Movimentos Migratórios Sul-Sul. Fronteiras, trajetórias e desigualdades".

Publicação do dossiê sobre “Migrações, Mobilidades e Fronteiras Sul-Sul”, coordenado por membros da GT, na revista Diarios del Terruño.

Divulgação dos resultados de pesquisas individuais e coletivas sobre a Teoria Fundamentada na Conferência da CLACSO.

Progresso na indexação da revista Periplos na base de dados SciELO, como parte do seu processo de consolidação como referência regional e internacional em questões de migração, mobilidade e fronteiras na América Latina e no Caribe.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Construir e fortalecer os vínculos existentes com redes, organizações e instituições responsáveis ​​pela concepção e implementação de políticas públicas, bem como com organizações sociais.

Promover o diálogo entre organizações sociais, organismos internacionais, decisores políticos e especialistas em crianças migrantes na América Latina.

Criar um espaço de diálogo e troca de ideias que reúna diferentes atores sociais, políticos e acadêmicos em torno do problema do acesso à moradia e à cidade em geral por parte das populações migrantes no contexto latino-americano dos últimos anos.

Promover alianças estratégicas entre organizações sociais, de direitos humanos e de defesa da população migrante com o setor público institucional e a academia, para fomentar mudanças no cuidado e na proteção da população em movimento na América Latina e no Caribe.
Estabelecer vínculos institucionais com organizações que trabalham com migrantes e
Refugiados pela garantia dos direitos humanos da população migrante na região.

Realizar um workshop internacional para discutir os resultados da pesquisa sobre crianças migrantes com aqueles que elaboram e implementam políticas públicas e/ou gerenciam essa questão na região.

Formação de grupos de trabalho em Córdoba e Buenos Aires, na Argentina, Santiago, no Chile, Quito, no Equador, e São Paulo, no Brasil, com atores sociais (especialmente migrantes organizados) e agentes estatais ligados às questões do habitat popular urbano migrante.

Realização de um fórum social sobre migração com migrantes organizados e não organizados da região, no âmbito da Conferência CLACSO 2024.

Organização de um painel virtual sobre "Políticas públicas para a migração em contextos de crise", com especialistas acadêmicos, organizações da sociedade civil e organizações internacionais.

Participação na Comissão para o Esclarecimento da Verdade no Exílio, Colômbia.

Coordenação do Observatório de Migração de Brasília.

Atividades coordenadas com o Movimento de Ação Migratória (MAM) no Chile.
Desenvolvimento de atividades entre diversos atores públicos (nos níveis nacional, regional e local), movimentos sociais e ONGs, com o objetivo de aumentar a conscientização sobre questões de migração interna, internacional e transnacional.

Elaboração de propostas de subsídios para a concepção e implementação de políticas relativas a crianças migrantes na região.

Dar visibilidade à situação da população migrante e às suas necessidades de proteção, bem como ao seu poder de ação para ajudar a transformar a sua situação.

Desenvolvimento de propostas para programas e políticas públicas destinadas a responder às demandas espaciais e habitacionais das populações migrantes em cidades latino-americanas.

Incentivar o envolvimento e a conexão da GT com diversos atores da sociedade civil que apoiam pessoas em situação de mobilidade migratória em várias regiões das Américas e do Caribe.

Promover o trabalho colaborativo para influenciar a concepção e o desenvolvimento de propostas de ações concretas de políticas públicas no tratamento de pessoas em situação de mobilidade migratória nos níveis subnacional, nacional, regional e transnacional.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Criar novas ligações acadêmicas e fortalecer e consolidar as já existentes.

Estabelecer contato com redes acadêmicas e sociais relacionadas à mobilidade, migração e fronteiras.

Criar vínculos com redes e instituições de outras espacialidades abrangidas pela noção de sul.
Colaboração com o Observatório de Migração OBMICA, República Dominicana.

Articulação com Laboratoire Caribéen de Sciences Sociales da Université des Antilles, Martinica.

Articulação com Laboratório LAngages DIscours REprésentations (LADIREP), l'Université d'Etat d`Haiti.

Articulação com Comitê de Deslocamentos e Migrações da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Brasil.

Articulação com a Rede de Pesquisa sobre Migrações Contemporâneas na Argentina (IAMIC).

Articulação com a GT LASA sobre a migração Sul-Sul.

Articulação com a MIGRARE, Rede Temática sobre Migração e Mobilidade, do Instituto de Pesquisa Jurídica da UNAM, México.

Articulação com a Rede Latino-Americana de Mobilidades e Migrações Qualificadas (RMMCAL), Universidade de Morelos, Pontifícia Universidade Javeriana, Universidade de Buenos Aires e FLACSO-Equador.

Articulação com a Área de Gênero e Migração do IIEGE, Universidade de Buenos Aires, Argentina.

Articulação com o Grupo de Estudos sobre Migrações, Políticas e Resistências (MiPRes) da Universidade de Buenos Aires, Argentina.

Articulação com o Grupo de Pesquisa do Seminário em Estudos Multidisciplinares sobre Migração Internacional (GISEMMI), UAM-Cuajimalpa, México.

Articulação com o Laboratório de Análise Institucional (LAIO), DCSH, UAM-Cuajimalpa, México.

Articulação com o Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Humanas da UAM-C, México.

Articulação com o Projeto de Pesquisa "Novos debates metodológicos em torno do campo multidisciplinar dos estudos migratórios na Argentina", IAP, Universidade de Villa María, Argentina.

Articulação com o Centro Maria Sibylla Merian (CALAS), México, UDG.

Articulação com o projeto de (im)mobilidades.

Seminário virtual "Migrações Sul-Sul em um mundo turbulento", organizado em conjunto com a Universidade de Rojava (Curdistão) e a Universidade Mohamed I (Marrocos).

Colaboração com universidades e centros de estudo africanos com base na plataforma do projeto "Refúgio Urbano, Solidariedade Migratória e Hospitalidade em Perspectiva Global".

Apresentação do GT e divulgação de suas atividades na Faculdade de Etnologia da Universidade Estadual do Haiti.

Apresentação do GT e suas atividades em um centro da CLACSO no Paraguai (a ser definido).
Desenvolvimento de atividades conjuntas com outras redes acadêmicas e apoio na divulgação dessas atividades por país.

Publicação em formato de livro em conjunto com a Rede Latino-Americana de Mobilidades e Migrações Qualificadas (RMMCAL).

Obtenção de financiamento para promover a institucionalização de uma rede entre universidades e centros dos membros da GT.

Ampliar os vínculos do GT com instituições acadêmicas e redes científicas em outras regiões do sul.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/01/2025 al 31/12/2025)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Consolidar as linhas de trabalho intraGT com coordenação geral para a produção de conhecimento sobre os diferentes temas de pesquisa e intervenção abordados.

Consolidar grupos de pesquisa transnacionais com uma perspectiva comparativa.

Consolidar o trabalho editorial dos boletins de divulgação "Movimentos migratórios Sul-Sul. Fronteiras, trajetórias e desigualdades" e "(Trans)transfronteiriço".

Divulgar pesquisas sobre migração, fronteiras e mobilidade internacional no Sul.

Contribuir com conhecimento para as discussões teóricas, metodológicas e epistemológicas em torno da problematização da noção de Sul em relação às migrações, mobilidades e fronteiras.

Promover a geração de conhecimento sobre migração e diversidade sexual na região.
Reuniões virtuais do GT em março e novembro de 2025.

Reunião das diferentes linhas de trabalho para sistematizar o progresso alcançado no período.

Elaboração de conclusões a partir de projetos conjuntos de pesquisa comparativa em torno dos eixos temáticos detalhados no ponto 5 da apresentação.

Preparação e publicação de um livro sobre migração e diversidade sexual no Chile, baseado em produções narrativas coescritas por membros da GT e migrantes LGBTIQ+.

Sessão do Seminário Migrações, Mobilidades e Fronteiras: perspectivas e discussões da América Latina" ​​GISEMMI UAM-CUAJIMALPA, México IAP CS UNVM, Argentina. Virtual.

Sistematização das discussões realizadas no âmbito dos encontros Reflexões sobre o Sul: epistemologias, perspectivas teóricas e metodologias, e elaboração de uma publicação com os resultados.

Desenvolvimento, concepção e publicação de um livro sobre famílias transnacionais e cuidados, em colaboração com o Grupo de Trabalho sobre Maternidades Críticas.
Análise sistemática para a avaliação do último ano de trabalho do GT Migrações e Fronteiras Sul-Sul.

Análise sistemática para avaliação da continuidade e de novos projetos do GT.

Consolidação dos resultados temáticos e comparativos nas diferentes linhas de trabalho do GT.

Desenvolvimento final da pesquisa nas diferentes linhas de trabalho do GT.

Divulgação dos resultados de pesquisas sobre migração e diversidade sexual na América do Sul.

Divulgação dos resultados das recomendações de políticas públicas sobre migração em nível regional, resultantes dos trabalhos da Escola de Inverno "Problemas e perspectivas emergentes no estudo das migrações e das fronteiras Sul-Sul" e da Escola de Verão "Mobilidades, fronteiras e diásporas negras nas Américas".

Publicação sobre reflexões sobre o sul: epistemologias, perspectivas teóricas e metodologias, na coleção de livros CLACSO GTs.

Publicação de um livro sobre famílias transnacionais e cuidados na coleção de livros CLACSO GTs.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Comunicar as atividades e áreas temáticas da GT a um público amplo.

Divulgar os resultados da pesquisa realizada pelos membros do GT por meio de diversos formatos e idiomas.

Criar oportunidades de formação para jovens investigadores, tanto do GT como investigadores externos.

Consolidar o trabalho editorial das Revistas Periplos e seu posicionamento em bases de dados e índices internacionais de acesso aberto.
Avaliação do funcionamento do plano de comunicação do GT.

Elaboração de uma agenda de publicações e produções para o ano de 2025, com o objetivo de articular e valorizar os diferentes produtos do GT.

Seminários de formação interna (2) organizados e dirigidos a jovens investigadores do GT e abertos a investigadores externos e estudantes.

Preparação e divulgação das edições semestrais da revista Periplos. Monografias planejadas para 2025: Dinâmicas migratórias de venezuelanos no contexto Sul-Sul (coordenada por Antonella Delmonte).

Preparação e divulgação das edições dos boletins informativos "Movimentos Migratórios Sul-Sul: Fronteiras, trajetórias e desigualdades" e "(Trans)Fronteira".

Produção e distribuição de novos episódios do GT Podcast Cycle.

Coordenação e desenvolvimento de uma edição especial da revista Diarios del Terruño, coordenada por membros da GT.

Reunião para revisão da proposta do livro "Trânsitos Migratórios Sul-Sul" com a editora UAM-Cuajimalpa.

Debate virtual "Redes de contatos. Ciência, conhecimento e colaboração no campo dos estudos migratórios e de fronteiras."

Série de seminários online sobre migração e desigualdades interseccionais, em conjunto com o projeto UNDETERRED.

Realizar atividades internacionais para divulgar os principais resultados das linhas de trabalho consolidadas no âmbito do GT.

Seminário virtual "O que as diásporas dizem sobre o mundo contemporâneo?", organizado em conjunto com a Universidade de Rojava (Curdistão).

Seminário virtual "Mobilidades entre o sul do sul e o sul do norte: Novas perspectivas sobre circularidades transgeracionais entre a América do Sul e o sul da Europa" (CER-Migrações, Universidade Autônoma de Barcelona).
Divulgação regional e internacional das linhas de trabalho do GT e das atividades delas derivadas.

Publicação semestral da revista Periplos.

Produção e distribuição de podcasts.

Publicação de vários números mensais do Boletim (Trans)fronteiriço.

Publicação semestral do Boletim "Movimentos Migratórios Sul-Sul. Fronteiras, trajetórias e desigualdades".

Publicação e divulgação de uma edição da revista Diarios del Terruño, com a coordenação de membros da GT.

Publicação do livro "Trânsitos Migratórios Sul-Sul" pela editora UAM-Cuajimalpa.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Construir e fortalecer os vínculos existentes com redes, organizações e instituições responsáveis ​​pela concepção e implementação de políticas públicas na região.

Fortalecer os laços com organizações sociais de e para migrantes, oferecendo apoio através da transferência de conhecimento e da realização de atividades conjuntas.
Realização de atividades colaborativas com diversos atores públicos (nacionais, regionais e locais), representantes de movimentos sociais e ONGs em questões de migração, mobilidade e fronteiras.

Organização de um workshop-seminário com atores da sociedade civil que acompanham migrantes para discutir os resultados do documento de recomendações de políticas públicas sobre migração.
(LAIO / SAIN / GISEMMI UAM-Cuajimalpa).

Articulando o trabalho sobre políticas públicas em migração em diversos contextos migratórios por meio do Laboratório de Análise Institucional LAIO e da GI SEMMI UAM-Cuajimalpa, México.

Organização de uma série de palestras virtuais para compartilhar experiências de integração da população migrante desenvolvidas por governos locais de diferentes continentes.
Articulação de vínculos institucionais com organizações que trabalham com migrantes e refugiados na busca pela garantia dos direitos humanos da população migrante.

Elaboração e discussão de recomendações de políticas públicas sobre migração e fronteiras com atores da sociedade civil.

Criar oportunidades para partilhar, debater e refletir sobre políticas locais para a integração de populações migrantes em diferentes contextos migratórios, com ênfase nas localizadas no sul.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articular o trabalho do GT com novas redes e organizações acadêmicas ligadas às questões de migração, mobilidade e fronteiras.

Consolidar e promover a institucionalização dos vínculos acadêmicos construídos durante os dois anos anteriores de trabalho do GT.
Série de mesas-redondas virtuais sobre regulamentações, políticas e fronteiras migratórias na América Latina, organizadas em conjunto com a Rede de Universidades para a Migração (RUM), Chile.

Colaboração com o Observatório de Migração OBMICA, República Dominicana.

Articulação com Laboratoire Caribéen de Sciences Sociales da Université des Antilles, Martinica.

Articulação com Laboratório LAngages DIscours REprésentations (LADIREP), l'Université d'Etat d`Haiti.

Articulação com Comitê de Deslocamentos e Migrações da Associação Brasileira de Antropologia (ABA), Brasil.

Atividades coordenadas com a Rede de Pesquisa sobre Migrações Contemporâneas na Argentina (IAMIC).

Atividades em coordenação com a GT LASA sobre migração Sul-Sul.

Atividades coordenadas com a MIGRARE, Rede Temática sobre Migração e Mobilidade, Instituto de Pesquisa Jurídica, UNAM.

Atividades coordenadas com o Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e Humanas da UAM-C, México.

Atividades coordenadas com o Grupo de Pesquisa SEMMI (GI SEMMI) da UAM-Cuajimalpa.

Atividades coordenadas com a equipe editorial da Revista Diarios del Terruño. UAM-Cuajimalpa, México.

Atividades coordenadas com o Projeto de Pesquisa Novos debates metodológicos em torno do campo multidisciplinar dos estudos migratórios na Argentina, IAP, UNVM, Argentina.

Atividades coordenadas com o Centro Maria Sibylla Merian (CALAS), México, UDG.

Atividades coordenadas com a Rede Latino-Americana de Mobilidades e Migrações Qualificadas (RMMCAL), Universidade de Morelos, Pontifícia Universidade Javeriana, Universidade de Buenos Aires e FLACSO-Equador.

Atividades coordenadas com a Área de Gênero e Migração do IIEGE, Universidade de Buenos Aires, Argentina.

Atividades coordenadas com o Grupo de Estudos sobre Migrações, Política e Resistência (MiPRes) da Universidade de Buenos Aires, Argentina.

Atividades coordenadas com a Universidade de Rojava (Curdistão) e a Universidade Mohamed I (Marrocos).

Apresentação do GT e suas atividades em conferências de pesquisa na Universidade Silva Henríquez, Chile.

Articulação com o Mestrado em Estudos de Fronteira da Universidade Federal do Amapá (Unifap), Amazônia brasileira.
Desenvolvimento de atividades conjuntas com as redes com as quais foi estabelecido um vínculo durante o período de trabalho e apoio na divulgação das atividades pelos países membros da GT.

Contribuição para o conhecimento crítico e comparativo sobre migração e políticas de fronteira em diversos países da América Latina e do Caribe por meio do desenvolvimento de atividades coordenadas com outras redes acadêmicas.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 79
Angélica Alvites Baiadera
Instituto Acadêmico Pedagógico de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Villa Maria
Argentina
Marcela Ceballos
Instituto PENSAR de Estudos Sociais e Culturais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Ana Inés Mallimaci
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Verónica Jaramillo Fonnegra
Instituto de Justiça e Direitos Humanos
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Denise Zenklusen [Coordenador]
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina
Márcio Sérgio Batista Silveira De Oliveira
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Departamento de Sociologia
Universidade Federal do Paraná
Brasil
Lourdes Basualdo

Ana Sofia Lifszyc

Hector Parra Garcia
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Bernarda Zubrzycki

Maria Del Carmen Ledo García
Centro de Planejamento e Gestão
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Abbdel Camargo Martínez
El Colégio de la Frontera Sur
México
Yerko Castro Neira
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Carlos Alberto González Zepeda
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Senhora Brigitte Galvez Sierra
Universidad del Valle
Colômbia
Handerson Joseph [Coordenador]
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Nanette Libéria
Universidade de Tarapacá
Chile
Mariela Paula Díaz
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Miguel Ángel Canaza Canaviri
Estudos de pós-graduação em Ciências do Desenvolvimento
Universidade de San Andres
Bolívia
Cédric Audebert

Stéphanie Borios

Leonardo Cavalcanti
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Leonardo Díaz Abraão
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Amarela Varela-Huerta
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Maria Margarita Echeverry Buriticá
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Pascual García Macías

Clara Irazábal-Zurita
Universidade do Missouri
Estados Unidos
Clara Piqueras
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Lucía Cristina Ortiz Domínguez

Fernanda Stang
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Silvana Estefânia Santi Pereyra
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Cláudia Pedone
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jean Segata
Programa de Pós-Graduação em História
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Ireri Ceja
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Brasil
Brasil
Juan Antonio Del Monte Madrigal
Colégio da Fronteira Norte
México
Caterine Joanna Galaz Valderrama
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Lorena Pereda Cordova
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Janeth Clavijo
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Janeth Hernandez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Patrícia Gainza

Itzel Eguiluz
Instituto de Pesquisa Econômica
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Neida Josefina Colmenares Mejías
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Chile
Chile
Cécile Blouin
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Catarina Burguesa

Laura Cristina Yufra
Centro de Estudos Socioeconômicos para o Desenvolvimento com Equidade
Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Maria Eugenia Anguiano Tellez
Colégio da Fronteira Norte
México
Delia Dutra
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Maria José Magliano
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Silvia Escobar
Centro de Estudos sobre Trabalho e Desenvolvimento Agrícola
Bolívia
Gisela P. Zapata
CEDEPLAR/Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Iskra Leyla Pavez Soto
Universidade Bernardo O'Higgins
Chile
Alejandra Beatriz Del Carmen Díaz De León Cárdenas
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Pablo Mardones
Instituto de Estudos Internacionais
Universidade Arturo Prat
Chile
Jean Sergo Luís

Karin De Pecsi E Fusaro
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Frida Calderón Bony
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Eugenia Brage
Centro de Estudos da Metrópole, USP, Cebrap
Brasil
Bruno Miranda
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Manuel Andrés Pereira

Sandra Montiel
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Nacional de Misiones
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais.
Universidade Nacional de Missiones
Argentina
Bridget Wooding
Centro de Observação e Desenvolvimento da Migração no Caribe
República Dominicana
Antonia Lara
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Gabriela Pinillos
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
Vanessa gonzalez
Observatório de Ecologia Política da Venezuela
Venezuela
Jorge Enrique Culebro Moreno
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
José Lindomar Coelho Albuquerque

Cecília Melella
Instituto para o Desenvolvimento Econômico e Social
Argentina
Thales Speroni Pereira Da Cruz
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Maria Fernanda Barrera Rodríguez
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Delphine Prunier
Instituto de Pesquisa Social
Coordenação de Ciências Humanas
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Carmen Gómez Martín
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Carolina Aguilar Román
Centro de Pesquisa e Estudos de Gênero
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Carolina Rosas
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Adriana González Gil
Instituto de Estudos Políticos
Universidade de Antioquia
Colômbia
Matías Fouillioux
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Maria Victoria Martínez Espíndola
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Yolanda Alfaro
Centro de Estudos Universitários Superiores
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Margarida Margarida [Coordenador]
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Antonella Delmonte Allasia
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina