Campo Temático: Epistemologias do Sul e Decolonialismo
Grupo de trabalhoProcessos e metodologias participativas
[+ Ver produções e conteúdo]Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Nosso Grupo de Trabalho propõe como campo de estudo, reflexão e intervenção uma área composta por duas dimensões relevantes para o trabalho de pesquisadores sociais latino-americanos: por um lado, trabalharemos os processos de participação (institucional e instituída), buscando aprimorar nossa compreensão de suas trajetórias de mudança, seus desafios e as condições para seu funcionamento neste continente e em outras regiões; por outro lado, o campo das metodologias participativas que acompanham os processos de ação-reflexão-ação como uma abordagem que apoia a implementação de intervenções.
PROCESSOS PARTICIPATIVOS
Seguindo Cunill (1997), quatro formas de participação podem ser identificadas: social, comunitária, política e cívica. Todas envolvem maneiras de intervir na esfera pública, às vezes a convite do Estado e outras vezes por iniciativa dos próprios cidadãos, buscando diferentes objetivos e com diferentes interlocutores, dependendo do tipo de participação (Villarreal, 2009; Ziccardi, 1998). Entre essas, a criação e a disseminação de múltiplos instrumentos de participação cívica institucionalizada constituem um dos fenômenos mais inovadores das democracias do final do século XX. Exemplos incluem conselhos de bairro, orçamento participativo, assembleias municipais, planos estratégicos participativos, conselhos consultivos sociais, processos participativos de planejamento urbano e consultas prévias a comunidades indígenas, entre outros. Nesse sentido, a América Latina tem sido pioneira, por exemplo, com o surgimento do orçamento participativo em Porto Alegre em 1989, que desde então se espalhou pelo mundo. Portanto, o interesse pelos processos gerados nesses mecanismos nos convida a analisar criticamente sua evolução e avaliar sua contribuição para a qualidade das democracias.
Por outro lado, estamos interessados na ação coletiva de organizações e movimentos sociais latino-americanos, por exemplo, as formas autônomas de organização territorial de comunidades indígenas no México e no Peru, ou formas de pesquisa militante como as universidades populares em diversos países, os processos seguidos pelo MST ou pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia no Brasil, ações de massa como #NiUnaMenos, #OcupaWallStreet ou #ConMisHijosNoTeMetas, ou o movimento inorgânico de protestos por melhores condições sociais e pela promoção de uma nova constituição no Chile, entre outros.
Pode-se argumentar que, na América Latina, as demandas por participação impactaram as constituições nacionais e locais, levando a uma expansão da democracia direta, participativa e comunitária, que deve ser analisada criticamente à luz de sua aplicação prática. Ao aumento dos mecanismos institucionalizados de participação (Welp, 2015), devemos somar o aumento e a diversificação das práticas participativas (mobilizações de protesto no Chile, Equador e outros países, bem como outras práticas de movimentos e organizações sociais, comunitárias e autogeridas, como aquelas voltadas para a educação popular ou a organização comunitária). Nesse sentido, Calderón (2016) aponta que essas práticas têm apresentado diferentes direções e intensidades. Por um lado, encontramos demandas voltadas para a melhoria dos níveis básicos de acesso e da qualidade dos serviços públicos e, por outro, demandas mais orientadas para as dinâmicas interculturais. Por um lado, surgiram novos atores em cena (como os Mapuche, os Aymara, o povo Nasa e outras populações indígenas) e, por outro lado, emergiram novas questões (casamento igualitário, legalização da maconha, reivindicações de estudantes e jovens, entre outras).
Assim, essas diferentes formas de participação estão ganhando importância na América Latina, coincidindo com uma democracia representativa que vem sendo questionada nos círculos políticos e acadêmicos. Mas também há a ascensão de movimentos nacionalistas, neoliberais e populistas de direita, com crescente apoio militante de igrejas evangélicas, que desafiam muitos dos direitos conquistados por meio de lutas sociais. Um dos desafios atuais para as democracias superarem suas deficiências é avançar em termos de "qualidade", ou seja, "democratizar a democracia" por meio da participação cidadã não apenas em eleições livres, justas e frequentes, mas também na tomada de decisões políticas e na exigência de prestação de contas daqueles que detêm o poder (Levine e Molina, 2007; O'Donnell, 2004).
METODOLOGIAS PARTICIPATIVAS
Esta dimensão é ao mesmo tempo independente e complementar à anterior, na medida em que os processos de pesquisa participativa contribuem para aumentar as chances de sucesso dos processos participativos. A América Latina tem sido palco do surgimento e desenvolvimento de diversas metodologias de pesquisa participativa (educação popular, comunicação para a mudança social, pesquisa-ação em psicologia social, pesquisa temática, pesquisa-ação participativa, sistematização de experiências, recuperação coletiva da memória e da história, pesquisa militante), que buscam contribuir para o empoderamento de setores populares da população que se mobilizam em torno de demandas e direitos coletivos, formando organizações e movimentos sociais que se apresentam como alternativa aos modelos dominantes do Estado e da economia.
De fato, com a pesquisa temática incorporada por Paulo Freire em sua proposta educacional na década de 1960, e especialmente com a pesquisa-ação participativa desenvolvida por Orlando Fals Borda e sua equipe de pesquisadores no início da década seguinte (Gajardo, 1985), as ciências sociais latino-americanas comprometidas com processos emancipatórios ganharam uma alternativa metodológica ao positivismo predominante. Após o Congresso Mundial em Cartagena (1977), essas metodologias emergentes geraram espaços de debate, interação e projeção, tornando-se uma corrente de pesquisa dinâmica que transcendeu o campo das ciências sociais, impactando outras áreas como planejamento, educação e serviço social.
O Congresso Mundial sobre Convergência (Cartagena, 1997) demonstrou que essa metodologia rebelde alcançou projeção global e continuou a expandir seu alcance. A publicação de antologias e livros colaborativos sobre o tema (Brandao, 1987; Fals Borda e Anisur, 1991; Brandao e Streck, 2006), a criação do International Journal of Action Research (IJAR) em 2008 e os simpósios sobre metodologias participativas realizados em Porto Alegre (2011), Copenhague (2013), Bogotá (2015), Cartagena (2017) e Rosário (2018) confirmam a contínua relevância e vitalidade dessa metodologia crítica.
As metodologias participativas têm sido uma importante contribuição das ciências sociais latino-americanas para o conhecimento global e, nos últimos tempos, tem havido um renovado interesse por essas metodologias entre as novas gerações, que também estão atualizando seus conteúdos e propostas no caminho para a construção de democracias participativas verdadeiramente sustentáveis. É por isso que hoje, na América Latina, a pesquisa participativa, em suas diferentes expressões, contextos e envolvendo diversos atores, é um campo essencial de pesquisa e prática política para a compreensão da atual reconfiguração das ciências sociais e dos vínculos cada vez mais estreitos entre elas e os processos políticos e movimentos sociais que promovem a participação.
Por fim, vale destacar que 2025 marca o centenário do nascimento de Orlando Fals Borda, figura fundamental nas metodologias participativas em pesquisa social e nas democracias participativas de base; portanto, durante este período do Grupo de Trabalho, estaremos criando condições e iniciativas para que este ano seja reconhecido como o ANO ORLANDO FALS BORDA DA PARTICIPAÇÃO.
- Brandão, Carlos (1987). Repensando a pesquisa participante. São Paulo, editora brasileira.
- Brandão, Carlos e Streck, Danilo (2006). Pesquisa participante. Ou conheça a partilha. Aparecida, Ideias e letras.
- Calderón, Fernando (2016). Dez teses sobre conflitos sociais na América Latina. Revista CEPAL, 107 (agosto).
- Cunill Grau, Nuria (1997). Repensando o público através da sociedade. Novas formas de gestão pública e representação social. Venezuela: CLAD e Nueva Sociedad.
- Espinosa, Yuderkys; Gómez, Daiana e Ochoa, Karina (2014). “Introdução”. In: Yuderkys Espinosa et al. (orgs.), Tecendo de Outra Forma. Feminismo, Epistemologia e Apostas Decoloniais em Abya-Yala. Popayán: Editorial Universidad del Cauca. Anais do Encontro Anual da GLEFAS, Oaxaca, México, 16 a 18 de julho de 2015. Walsh, Catherine (org.). (2013). Pedagogias Decoloniais. Práticas Insurgentes de Resistência, (Re)existência e (Re)vivência. Volume I. Quito: Abya-Yala.
- Fals Borda, Orlando e Anisur, Rahman (1991). Ação e conhecimento. Bogotá: CINEP.
- Gajardo, Marcela (1985). Pesquisa participativa na América Latina. In: Working Paper # 261. Santiago. FLACSO.
- Levine, Daniel e Molina, José (2007). A qualidade da democracia na América Latina: uma visão comparativa. In América Latina Hoje, nº 45: 17-46.
Lissidini, A. e Blasina, E. (2013). Uruguai na nova agenda pós-materialista: rumo a uma maior autonomia e ao prazer da vida? Recuperado de
http://www.condistintosacentos.com/uruguay¬en¬la¬nueva
Agenda pós-materialista rumo a maior autonomia e prazer de vida/
- Lissidini, Alicia; Welp, Yanina e Zovatto, Daniel (2014). Política em movimento. In Alicia Lissidini, Yanina Welp e Daniel Zovatto (orgs.) Mecanismos de democracia direta e participativa na América Latina. México: ISBN 978-607-02-5407-9.
- NOBOA, Alejandro; Bísio, Natália; Suárez, Mariano e Robaina, Natalie (2013). Participação Cidadã: A Gestão Pública dos Orçamentos Participativos vista a partir de seus protagonistas. Salto: UdelaR.
- O'Donnell, Guillermo (2004). Democracia, Direitos Humanos, Desenvolvimento Humano. Em A Qualidade da Democracia: Teoria e Aplicações. G. O'Donnell, O. Iazzetta e J. Vargas Cullell. Notre Dame, University of Notre Dame Press: 7-120.
- Quijano, Aníbal (1992). “Colonialidade e modernidade-racionalidade”. In: Heraclio Bonilla (org.), Os conquistados: 1492 e a população indígena das Américas. Quito: FLACSO-Libri Mundi.
- Rodríguez-Villasante, Tomás (2015) 'Ação-reflexão-ação para o século XXI'. Bogotá: In: III Simpósio Internacional Pesquisa-Ação Participativa Homenagem a Orlando Fals Borda. Bogotá: Universidade Pedagógica Nacional, p. 15.
- Rodríguez-Villasante, Tomás (2006). Transbordamentos criativos. Estilos e estratégias de transformação social. Madri: Catarata.
- Streck, Danilo; Sobokka, Emil e Eggert, Edla (2014). Conhecer e transformar. Curitiba: Editora CRV.
- Torres, Alfonso. (2016) 'A recuperação coletiva da história e da memória como prática educacional popular', Decisio, 43–44 (janeiro-agosto), pp. 16–22.
- Villarreal, María (2009). Participação cidadã e políticas públicas. Décimo Concurso de Ensaios Políticos. México: Comissão Eleitoral do Estado de Nuevo León. Disponível online. Recuperado de http://www.ceenl.org.mx/educacion/certamen_ensayo/decimo/MariaTeresaVillarrealMartinez.pdf
- Walsh, Catherine (org.). (2013). Pedagogias decoloniais: práticas insurgentes de resistência, (re)existência e (re)vivência. Volume I. Quito: Abya-Yala
- Welp, Yanina (2015). Participação cidadã, poder e democracia: notas para um debate. In Revista da Rede Argentina de Orçamento Participativo.
-Ziccardi, Alicia (1998). Governança e participação cidadã na capital. México: UNAM e Miguel Ángel Porrúa.
Seguindo a ideia das duas dimensões que compõem nosso campo de trabalho como GT, podemos afirmar que, além do reconhecimento genérico das virtudes dos mecanismos e processos participativos como potenciais geradores de transformações, as reflexões sobre esses fenômenos, que são amplamente aperfeiçoáveis, precisam ser alimentadas pela prática, pesquisa e crítica.
Como argumentam Ford e Carné (2009), apesar da proliferação de políticas públicas participativas, a participação nesses mecanismos não se mostrou capaz de gerar, inerentemente, propostas criativas para a resolução de problemas sociais. O mesmo pode ser dito de muitos processos não institucionalizados. Para abordar esse contexto, realizamos pesquisas e nos envolvemos com processos participativos para aprofundar nossa análise de sua relevância teórica. Por meio do nosso Grupo de Trabalho, em colaboração com redes regionais e internacionais e outros grupos de trabalho, focamos em agendas de pesquisa, ação e formação que contribuam para o fortalecimento do conhecimento e das práticas relacionadas à qualidade dos processos e metodologias de participação cidadã e social. Assim, buscamos orientar nossas contribuições para a cogeração de conhecimento situado, baseado na reflexão crítica de universidades, organizações públicas e organizações da sociedade civil.
Por sua vez, as diversas formas de participação desafiam algumas das contradições que precisam ser abordadas (econômicas, políticas, ambientais, alimentares, trabalhistas e culturais) associadas ao modelo capitalista de produção e consumo de bens e à exploração de pessoas e do meio ambiente. Nesse sentido, reconhecemos a participação de organizações e movimentos decoloniais focados em gênero, diversidade e cuidado, bem como de comunidades indígenas, afrodescendentes e camponesas, que reivindicam práticas alternativas de conhecimento e poder, desafiando a cultura patriarcal e colonial da América Latina. Promover o compartilhamento das experiências de luta construídas a partir da resistência é um dos nossos objetivos como grupo. Buscamos tornar visíveis novos processos participativos que nos permitam construir novas transformações.
Outro foco fundamental do Grupo de Trabalho será dar continuidade às discussões sobre contribuições metodológicas e promover metodologias de pesquisa-ação participativa. Essas metodologias fomentam a cocriação de conhecimento, partindo do reconhecimento, da compreensão e da valorização de trajetórias transformadoras e experiências vividas em realidades complexas. Isso se concretiza pela conexão de diversas perspectivas e modos de conhecer e existir (jurídico, econômico, técnico, espiritual, cultural, ambiental, entre outros). O conhecimento de metodologias participativas fortalece as práticas de cidadãos, organizações e pesquisadores, facilitando o aprimoramento dos processos políticos e sociais. Assim, a resolução de ciclos viciosos na construção do conhecimento envolve o reconhecimento e a valorização de trajetórias de mudança enraizadas na memória social e coletiva (Torres, 2016; Barragán e Torres, 2017; Santandreu e Betancourt, 2019) e a intervenção no processo, considerando soluções internas e priorizando a criatividade social desenvolvida com os indivíduos envolvidos (Villasante, 2011; Rodríguez-Villasante, 2006). A aplicação dessas ferramentas, que envolvem diferentes abordagens de trabalho com as partes interessadas, permite a coconstrução de conhecimento fundamentado nas trajetórias de transformação de organizações, comunidades e indivíduos. Isso deve ser triangulado com outros instrumentos (entrevistas, pesquisas, ARS ou outros), gerando novos conhecimentos sobre as práticas de pessoas, organizações e territórios.
A pesquisa participativa (como paradigma em desenvolvimento) se baseia em metodologias participativas (inicialmente a Pesquisa-Ação Participativa, entre outras) porque seu propósito é a emancipação, a transformação ou a mudança. Nesse sentido, ela compreende a realidade social latino-americana como um mundo complexo caracterizado por diversas contradições, incluindo aquelas entre natureza e humanidade, classe, gênero, etnia e idade, todas abordadas a partir da ontologia, epistemologia, teoria e metodologias específicas da América Latina. A pesquisa participativa é um diálogo contínuo e emergente de saberes, que está sendo construído como uma teoria contra-hegemônica que empodera as comunidades a construírem sua própria história e se tornarem uma fonte de poder.
Contudo, uma certa naturalização e instrumentalização excessiva das metodologias participativas pode levar-nos ao paradoxo de termos metodologias participativas que não subvertem os processos em que intervêm (Santandreu, 2019). A reflexão crítica sobre a nossa prática e o desenvolvimento teórico com que esta se engaja deve, portanto, ser um aspeto central e permanente do Grupo de Trabalho.
Os déficits democráticos em nossa realidade sociopolítica, vinculados aos seus sistemas estruturais de desigualdade, exigem abordagens que promovam a construção coletiva do saber, a articulação entre saber e ação e uma ecologia de saberes que proponha visões pós-coloniais, pós-desenvolvimentistas e pós-capitalistas (Torres, 2014; Sousa Santos, 2010; Mignolo, 2005) abertamente orientadas para a busca de alternativas locais criativas. O avanço das metodologias participativas está abertamente orientado para essas visões e, por meio de sua combinação de reflexão-ação-reflexão (Rodríguez-Villasante, 2015), já apresenta processos significativos de coconstrução do saber por e para as comunidades. Além disso, é necessário contribuir, por meio de metodologias participativas, para tornar visíveis, sob uma perspectiva política, os grupos desfavorecidos (por gênero, etnia, condição econômica, entre outros) e para combater essas desigualdades a partir de um terreno comum que permita analisar como compreender as diferenças. Desnaturalizar a discriminação e combater a opressão de gênero, além do fato de que as desigualdades de oportunidades das mulheres podem estar relacionadas a problemas de outras minorias ou a questões sociopolíticas mais amplas, implica, sem dúvida, tornar visíveis as relações de poder entre homens e mulheres (Fernández, 2009).
Em resumo, podemos dizer que as metodologias participativas proporcionam formas inovadoras de compreender fenómenos complexos como a ação coletiva e a participação social e política, permitindo-nos ampliar o nosso conhecimento das experiências que têm vindo a desenvolver nos países da região e, por sua vez, devido à sua própria vocação de aprender em conjunto com os sujeitos (Villasante, 2011), permitem-nos melhorar as experiências ao mesmo tempo que aprendemos.
Abordar esses componentes permitirá que a GT avance rumo a uma melhor compreensão dos problemas, construindo "visões de mundo comuns" sobre as divergências e convergências dos processos e metodologias participativas na América Latina e na Espanha, tecendo redes para ação coletiva.
- Ford, Alberto e Carné, Martín (2009). Desafios da participação na implementação de políticas públicas. In AA.VV., Construindo confiança. Rumo a um novo vínculo entre Estado e Sociedade Civil. Volume II. Buenos Aires: Subsecretaria de Reforma Institucional e Fortalecimento da Democracia (Chefe de Gabinete de Ministros, Presidência da Nação Argentina), CIPPEC.
- Mignolo, Walter (2010). A ideia da América Latina. A ferida colonial e a opção decolonial. Barcelona: Editorial Gedisa SA
- Paño Yáñez, Pablo, Rébola, Romina, Suárez Elías, Mariano (2019) Processos e Metodologias Participativas. Reflexões e experiências para a transformação social. CLACSO UDELAR.
- Santandreu, Alain (2019). 'Entre subversão, subsídio e a tentação de Procusto. A pesquisa militante como pedra de toque da PAR indolente', em Paño, P., Rébola, Romina., e Suárez, Mariano. (orgs.) Processos e Metodologias Participativas: Reflexões e experiências para a transformação social. Primeira edição. Salto: CLACSO, UDELAR, pp. 42–56.
- Santandreu, Alain e Betancourt, Oscar. (2019) Trajetórias de Mudança. Gestão do conhecimento para o
Aprendizagem e mudança na prática. Primeiro. Quito: Abya Yala, CoPEH-LAC, IDRC e ECOSAD.
- Sousa Santos, Boaventura. (2010). Descolonizando o conhecimento. Reinventando o poder. Montevidéu: Trilce.
- Torres, Afonso. (2014). Fazendo história desde baixo e desde o Sul. Bogotá: Edições Desde Abajo.
- Villasante, Tomás. (2011). Estilos e epistemologia em metodologias participativas. In Pablo Paño e Andrés Falck (orgs.), Democracia Participativa e Orçamento Participativo: Uma Abordagem e Aprofundamento do Debate Atual. Málaga: CEDMA
- Suárez, Mariano, Signorelli, Gisela, Mérida, Juan, Del Prado, Leonel [Coordenadores] (2022) Experiências Participativas no Sul Global: Outras Democracias Possíveis? Coleção Grupos de Trabalho: CLACSO. Universidade Nacional de Rosário. Buenos Aires. https://www.clacso.org.ar/libreria-latinoamericana/libro_por_programa_detalle.php?campo=programa&texto=5&id_libro=2485
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Para contribuir significativamente para o
produção de
conhecimento sobre
processos e
metodologias
participativo, articulando redes de trabalho latino-americanas sobre o tema.
Objetivos específicos:
1. Promover a produção de conhecimento por meio de pesquisa conjunta entre os membros do GT, incluindo alunos de graduação e pós-graduação em seus projetos de pesquisa.
2. Promover a interação entre as equipes de pesquisa do GT e outros grupos de trabalho.
1.b. Realizar um projeto de pesquisa internacional que busque analisar comparativamente o estado atual da participação institucional na América Latina a partir de uma perspectiva local. Neste primeiro ano, a tarefa será mapear experiências e analisar tendências nos diferentes países.
2 - Retomar os encontros com a GT EP, Pedagogias Críticas e CEAAL sobre SISTEMATIZAÇÃO DE EXPERIÊNCIAS, desenvolvidos durante 2021. Novas reflexões para a produção coletiva.
1.b. Elabore um mapa que mostre a situação dos países ibero-americanos selecionados em relação às experiências institucionalizadas de participação em nível local.
2. Até 3 reuniões virtuais por ano. 1 produção compartilhada.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Disseminar conhecimento e experiências sobre o assunto e criar
coletivamente novas propostas de treinamento
Objetivos específicos:
1. Promover um espaço de divulgação nas redes sociais para o GT
2. Promover a identificação com o GT.
3. Fortalecer o Boletim Sentipensante como ferramenta de divulgação da GT.
4. Projetar um espaço de formação de pós-graduação em metodologias participativas.
5. Promover espaços de formação em metodologias participativas entre estudantes de graduação das universidades vinculadas ao GT.
6. Promover oportunidades de mobilidade acadêmica e estágios entre os membros do GT.
7. Publicar livros editados por membros do GT entre 2021 e 2022.
8. Promover a publicação conjunta de um segundo livro com o Grupo de Trabalho sobre Educação Popular e Pedagogias Críticas.
9. Melhorar a comunicação entre os membros do GT, no que diz respeito aos perfis profissionais e à experiência relacionada com processos e metodologias participativas.
10. Participar em espaços de debate e disseminação de conhecimento sobre processos e metodologias participativas.
2. Desenhe um logotipo para a identificação da GT em suas atividades e produções.
3.a. Divulgar as atividades através do link da Newsletter Sentipensante:
https://sites.google.com/view/red-sentipensante/
3.b. Maior participação dos membros do grupo no Boletim e incentivo aos membros de outros grupos de trabalho relacionados para que publiquem.
3.c. Gestão e publicação do ISSN na coleção editorial dos Grupos de Trabalho da CLACSO.
4. Apresentação de um Diploma Superior Virtual na convocatória de 2023 da Rede de Pós-Graduação da CLACSO.
5. Elaboração de um curso de formação em metodologias participativas destinado a estudantes de graduação, com a participação dos membros do GT.
6. Organização de visitas e estágios para membros nas universidades participantes do Grupo de Trabalho. Para tanto, será elaborada uma lista de grupos e centros acadêmicos dentro do Grupo de Trabalho que possam acolher e organizar atividades de intercâmbio, e será buscado apoio para que estudantes de pós-graduação e pesquisadores em formação realizem atividades de mobilidade acadêmica.
7.a. Publicação de dois livros pelo Grupo de Trabalho. Primeiro livro: Experiências e Metodologias Participativas. Segundo livro: Epistemologias Participativas e a Pandemia. Publicação conjunta com a Coleção de Grupos de Trabalho da CLACSO. Distribuição digital.
7.b. Impressão de cópias em formato de papel.
8. Edição conjunta com o Grupo de Trabalho de Educação Popular e Pedagogias Críticas do segundo livro Reinventando-nos a nós mesmos com Paulo Freire.
9. Mapeamento das ações dos membros da Rede para facilitar as trocas: programas de pesquisa, ensino e ações de articulação com a comunidade.
10.a. “Jornadas Internacionais de Investigação-Ação e Desenvolvimento Comunitário”, a realizar em Bilbau, nos dias 26, 27 e 28 de abril de 2023. Neste evento, organizado pela Parte Hartuz (UPV/EHU), participaremos como Grupo de Trabalho da coordenação, articulando a tarefa com um grupo que se candidata a Grupo de Trabalho CLACSO no âmbito do concurso em curso intitulado “Agenda Urbana e Participação”.
local"
10. b. Dossiê sobre Processos de Participação, Estado e Território, resultado do seminário internacional realizado nos dias 23 e 24 de maio de 2022 no México. O dossiê será publicado na revista Contraste Regional, no México, pertencente ao Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Desenvolvimento Regional, um Centro CLACSO vinculado ao CONACYT no México.
2. Logotipo do Grupo de Trabalho. Identificação aprimorada do grupo.
3.a. Até 3 publicações anuais do Boletim Sentipensante.
3.b. Melhoria na divulgação das atividades e publicações dos GTs, tanto dos membros quanto de outros GTs convidados.
3.c. ISBN e entrada na Coleção de Grupos de Trabalho da CLACSO
4. Diploma de Ensino Superior Virtual na Rede de Pós-Graduação da CLACSO
5. Curso de formação para estudantes de graduação.
6. Pelo menos duas ocorrências de mobilidade acadêmica por ano, entre membros do GT.
7.a. Dois livros sobre GT publicados. Disseminação digital na Coleção GT da CLACSO.
7.b. Impressão de pelo menos 100 cópias em formato impresso.
8. Publicação do segundo livro, coeditado com o Grupo de Trabalho sobre Educação Popular e Pedagogias Críticas.
9. Mapa dos membros do GT para melhorar as trocas dentro do grupo.
10.a Apresentações e debates no evento organizado pela Parte Hartuz em abril de 2023.
10.b. Reforçar os laços com grupos e redes ligados à participação.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover espaços de diálogo e reflexão com os atores envolvidos: governos locais, organizações sociais e comunitárias e movimentos sociais.
Objetivos específicos:
1. Recuperar espaços de intercâmbio entre Territórios e Universidades, uma experiência iniciada em 2021 por este Grupo de Trabalho.
2. Fortalecer as ferramentas de divulgação nas redes sociais.
3. Planejar ações para estabelecer contato com atores sociais e grupos territoriais.
4. Apoiar os governos locais em questões de participação.
2. Desenvolvimento de podcasts com temas atuais relacionados às temáticas do GT, para serem compartilhados pela Rádio Regional CENUR Litoral Norte, redes sociais digitais e Instagram/Facebook do GT, Boletim Sentipensante, Observatório da Rede DETE, canais do Instituto Praxis no YouTube, entre outros espaços de divulgação.
3. Formação de um projeto de extensão entre os membros da GT, através da SPU - UNNE, com a incorporação de atores sociais e coletivos territoriais.
4. Ações colaborativas relativas a processos de capacitação para participação efetiva em políticas públicas, em conjunto com a Escola de Participação do Instituto Distrital de Participação e Ação Comunitária (IDPAC) de Bogotá. Os temas centrais que a escola abordará, e nos quais podemos prestar apoio, são: processos de capacitação na área de orçamento participativo e participação na política do sistema de economia do cuidado.
2. Publicar pelo menos 3 podcasts por ano.
3. Projeto de extensão da SPU UNNE. Submissão ao concurso com as linhas vinculadas ao GT, com endossos institucionais e coletivos.
4. Realização de duas oficinas como parte das atividades de colaboração com a Escola de Participação (Bogotá)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Aprofundar os laços com outras organizações e redes em nível latino-americano e em outros espaços internacionais que abordam processos e metodologias participativas.
Objetivos específicos:
1. Participar em espaços promovidos por outras redes e organizações.
2. Planejar atividades de divulgação com outras redes e organizações às quais os membros do GT estão vinculados.
2.a. Atividades de divulgação em conjunto com o CEPED (Centre Population et Développement - Universidade de Paris) e o Instituto Francês de Pesquisa para o Desenvolvimento (Institut Reserche pour le Développement), para a troca de experiências em pesquisa participativa e sua análise. Atividades em conjunto com a Faculdade de Ciências Humanas e o CES (ambos da UNNE).
2.b. Colaboração na organização de um evento sobre participação em conjunto com o grupo requerente "Agenda Urbana e Participação"
local" (Veja no espaço de disseminação do conhecimento)
2.a. Pelo menos uma atividade para 2023.
2.b. Fortalecimento dos vínculos entre redes ligadas à participação de pesquisadores da América Latina e da Europa.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Para contribuir significativamente para o
produção de
conhecimento sobre
processos e
metodologias
participativo, articulando redes de trabalho latino-americanas sobre o tema.
Objetivos específicos:
1. Analise a situação da participação institucionalizada na América Latina.
2. Promover publicações acadêmicas de estudantes de graduação e pós-graduação, bem como de jovens pesquisadores, em suas teses de conclusão de curso.
3. Incentivar a interação entre as equipes de pesquisa do GT para a definição de um glossário sobre participação.
4. Co-gerar produções entre diversos conhecimentos (acadêmicos e não acadêmicos)
5. Convide os membros a contribuírem para um novo livro do Grupo de Trabalho.
2. Publicações de teses de alunos de graduação e pós-graduação e de pesquisadores
Revistas científicas de universidades membros da GT, bem como no Boletim Sentipensante.
3. a. Emissão de um edital de propostas e elaboração de um dicionário/glossário de termos de participação.
3.b. 3. Construção de uma Rede de Pesquisa no território: Educação e Trabalho.
4. Escrita coletiva entre outros atores acadêmicos e não acadêmicos para a promoção de outras narrativas, em revistas universitárias e no boletim sentipensante.
5. Chamada para submissão de trabalhos e processo de escrita para o novo livro da GT sobre Epistemologia e Experiências, a ser publicado em 2025.
2. Pelo menos duas publicações de alunos de tese em revistas científicas e no boletim Sentipensante.
3. a. Elaboração de um glossário sobre participação.
3.b. Formação de uma Rede de Pesquisa.
4. Pelo menos uma publicação coletiva que integre conhecimento acadêmico e não acadêmico.
5. Chamada para membros do GT para novo livro.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Disseminar conhecimento e experiências sobre o assunto e criar
coletivamente novas propostas de treinamento
Objetivos específicos:
1. Manter o Boletim Sentipensante como um espaço para divulgar as informações do Grupo de Trabalho.
2. Projetar um espaço de formação de pós-graduação em metodologias participativas.
3. Promover oportunidades acadêmicas, estágios e intercâmbios de professores entre os membros dos grupos de trabalho.
4. Promover a reflexão sobre questões atuais relacionadas a processos e metodologias participativas.
5. Promover a reflexão crítica sobre a articulação entre participação e educação para gerar práticas inclusivas e transformadoras.
6. Reforçar os laços entre os dois Grupos de Trabalho.
2. Apresentação de um Diploma Superior Virtual na convocatória de 2023 da Rede de Pós-Graduação da CLACSO.
3.a. A organização de visitas e estágios para membros nas Universidades participantes do GT continuará, priorizando a participação dos membros em treinamentos.
3.b. Intercâmbios de ensino em espaços presenciais e virtuais de cursos de graduação e pós-graduação desenvolvidos por membros do GT.
3.c. Implementação da Escola de Verão
4. a. Publicação de um livro coletivo do GT. Epistemologia e Experiências.
4.b. Publicação do Dicionário/Glossário de Termos de Participação.
4.c. Reunião Híbrida (presencial-virtual) do Grupo de Trabalho. Esta será uma reunião de pesquisa e planejamento no âmbito de um evento acadêmico organizado pela Parte Hartuz (membros do Grupo de Trabalho) na Universidade do País Basco (Bilbao). Serão disponibilizados mecanismos de participação virtual para os membros que não puderem comparecer presencialmente. Os participantes terão a oportunidade de publicar em uma monografia sobre participação, Pesquisa-Ação Participativa (PAP) e desenvolvimento comunitário, com publicação garantida pela revista de acesso aberto Prisma Social (indexada no Scopus - Q3).
4.d. Publicação de um artigo conjunto de membros do GT em uma revista de divulgação científica (possivelmente a Revista Latino-Americana de Humanidades Ambientais e Estudos Territoriais).
revisado por pares, no Latindex)
5 e 6. Encontro coorganizado pelos Grupos de Trabalho de Educação Popular e Pedagogias Críticas e Processos e Metodologias Participativas, intitulado: “Educação e Participação: Reflexões sobre os processos de transformação e construção do conhecimento”. O evento será realizado presencialmente no Campus Maldonado da CURE (Universidade da República, Uruguai).
2. Concluir o diploma no âmbito da Rede de Pós-Graduação CLASCO.
3.a. Ter concluído pelo menos dois intercâmbios de estágio.
3.b. Pelo menos três intercâmbios de ensino em cursos de graduação e pós-graduação.
3.c. Participar de pelo menos um curso de verão em 2024-2025.
4.a. Publicação de um livro coletivo do GT sobre Epistemologia e Experiências.
4.b. Um dicionário/glossário publicado de termos de participação.
5 e 6. Geração de diferentes espaços de troca em vários formatos (oficinas, mesas redondas, painéis, etc.)
5 e 6. Espera-se que os participantes de ambos os GTs fortaleçam sua perspectiva crítica e criatividade em relação aos processos trabalhados.
5 e 6. Reforço dos laços e dos planos de trabalho conjuntos entre os dois GTs.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover espaços de diálogo e reflexão com os atores envolvidos: governos locais, organizações sociais e comunitárias e movimentos sociais.
Objetivos específicos:
1. Manter espaços de intercâmbio entre Territórios e Universidades.
2. Fortalecer as ferramentas de divulgação nas redes sociais.
3. Planejar ações para estabelecer contato com atores sociais e grupos territoriais.
2 e 3. Continuidade das atividades iniciadas em 2023
3. a. Participação de atores ligados a processos de engajamento comunitário no encontro coorganizado pelos Grupos de Trabalho de Educação Popular e Pedagogias Críticas e de Processos e Metodologias Participativas, intitulado: “Educação e Participação: Pensando os processos de transformação e construção do conhecimento”. O encontro será realizado presencialmente no Campus Maldonado da CURE (Universidade da República, Uruguai).
3.b. Ações coletivas de escrita ou outras formas de comunicação de experiências (audiovisuais) entre outros atores acadêmicos e não acadêmicos para a promoção de outras narrativas.
3.c. Lançar projetos-piloto em conjunto com o Conselho Provincial de Gipuzkoa para trabalhar em diferentes municípios do território com os agentes envolvidos e desenvolver estratégias para aproveitar a inserção do desenvolvimento comunitário no currículo da educação básica.
2. e 3. Sustentabilidade das ações iniciadas em 2023, durante todo o período de três anos.
3.a. Participação de pelo menos um ator político/social ou coletivo territorial no Encontro Presencial.
3.b. Pelo menos uma publicação/audiovisual de reflexão coletiva até 2024.
3.c. Implementar processos de participação e ação comunitária associados ao campo educacional nesses territórios.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Aprofundar os laços com outras organizações e redes em nível latino-americano e em outros espaços internacionais que abordam processos e metodologias participativas.
Objetivos específicos:
1. Participar em espaços promovidos por outras redes e organizações.
2. Coorganizar com outras redes e com o Grupo de Trabalho sobre Educação Popular e Pedagogias Críticas os Dias de Extensão Crítica.
1. b. Pelo menos 2 participações anuais em espaços organizados por outras redes. (Rede DETE, Rede de Universidades Argentinas em Desenvolvimento Territorial, CEAAL, CIMAS? Eu acrescentaria aqui espaços onde temos conexões e podemos aprofundar o tema)
2. Organizar um encontro em Maldonado sobre participação e educação, em conjunto com a Educação Popular e Pedagogias Críticas, articulando, por sua vez, outras redes e instituições como CURE e GEPADE UDELAR, Instituto de Práxis da UTN Rafaela, RED DETE e Rede de Universidades Argentinas em Desenvolvimento Territorial (ver em Difusão do Conhecimento).
1.b. Pelo menos 2 participações anuais em espaços organizados por outras redes.
2. Reunião presencial coorganizada em Maldonado (Uruguai)
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Para contribuir significativamente para o
produção de
conhecimento sobre
processos e
metodologias
participativo, articulando redes de trabalho latino-americanas sobre o tema.
Objetivos específicos:
1. Desenvolver a segunda fase da pesquisa comparativa internacional sobre participação institucional na América Latina a partir de uma perspectiva local.
2. Publicar novo livro do Grupo de Trabalho sobre Epistemologias e Experiências.
2. Conclusão e publicação do novo livro da GT sobre Epistemologia e Experiências.
2. Publicação do novo livro GT: Epistemologias e Experiências.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Disseminar conhecimento e experiências sobre o assunto e criar
coletivamente novas propostas de treinamento
Objetivos específicos:
1. Organizar um encontro para a divulgação de trabalhos de conclusão de curso de graduação relacionados a temas de participação.
2. Organizar uma reunião presencial do Grupo de Trabalho no âmbito da Conferência CLACSO.
3. Participar das sessões presenciais da Conferência CLACSO.
4. Promover oportunidades de mobilidade acadêmica entre os membros do GT.
2. Reunião presencial do Grupo de Trabalho no âmbito da Conferência CLACSO
3.a. Painel do Grupo de Trabalho na Conferência CLACSO
3.b. Workshop/Painel InterGT para a Conferência CLACSO
4. Organização de visitas e estágios para membros nas universidades participantes do GT, priorizando a participação dos membros em treinamentos.
2. Reunião presencial do Grupo de Trabalho no âmbito da Conferência CLACSO.
3.a. e b. 2 Painéis/Workshops no âmbito da Conferência CLACSO 2025.
4. Pelo menos uma troca por ano.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover espaços de diálogo e reflexão com os atores envolvidos: governos locais, organizações sociais e comunitárias e movimentos sociais.
Objetivos específicos:
Aprofundar a troca de experiências e reflexões com atores políticos e sociais.
1. Organizar novos espaços de diálogo com as partes interessadas.
2. Criar em conjunto uma publicação coletiva que sistematize as trocas de ideias dos três anos, no âmbito do GT.
1.b. Curso de formação para a ação: destinado a atores sociais e políticos sobre técnicas, ferramentas e processos participativos.
2. Publicação coletiva sobre a sistematização dos espaços de intercâmbio desenvolvidos nos três anos do GT.
1.b. Concepção e implementação de um curso de formação para a ação de atores sociais e políticos.
2. Uma publicação de sistematização coletiva de espaços de troca
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Aprofundar os laços com outras organizações e redes em nível latino-americano e em outros espaços internacionais que abordam processos e metodologias participativas.
Objetivos específicos:
1. Participar em atividades de divulgação ligadas a outras redes e organizações.
1.b. Participação anual em espaços organizados por outras redes. (Rede DETE, Rede de Universidades Argentinas em Desenvolvimento Territorial, CEAAL, Rede CIMAS, Associação Internacional para a Participação Pública, entre outras)
1.b. Pelo menos duas participações por ano.
Número total de pesquisadores admitidos: 117
Centro de Pesquisa Social e Humanística
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Antioquia
Colômbia
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de agronomia
Universidade da República
Uruguai
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
CURA-UDELAR
Uruguai
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Universidade de La Laguna Departamento de Geografia e História Faculdade de Ciências Humanas Campus Guajara
Espanha
Mestranda em Desenvolvimento Territorial pela FRRA UTN e membro da Equipe Regional Interdisciplinar Rafaela do Ministério da Educação da Província de Santa Fé.
Argentina
CURE-UdelaR
Uruguai
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Universidade de Cuenca
Equador
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
SD
Chile
Centro de Pesquisa Social e Humanística
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Antioquia
Colômbia
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Centro de Estudos em Gestão do Desenvolvimento Local
Universidade de Holguín
Cuba
Direção-Geral de Produção e Recreação do Conhecimento
Universidade Nacional Experimental das Artes
Venezuela
Universidade do País Basco
_Outros
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Centro de Estudos Sociais
Reitoria da UNNE
Universidade Northeastern
Argentina
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Universidade do País Basco
Espanha
Universidade Tecnológica Nacional, Faculdade Regional de Rafaela, Argentina.
Argentina
Instituto CENCA de Desenvolvimento Urbano - Universidade Nacional de San Marcos
Peru
Universidade de Nariño, Colômbia
Colômbia
Universidade de Valladolid
Espanha
Centro de Estudos Sociais
Reitoria da UNNE
Universidade Northeastern
Argentina
Instituto de Estudos Políticos
Universidade de Antioquia
Colômbia
Centro de Estudos sobre Conflito e Coesão Social
Universidade do Chile
Chile
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Instituto de Estudos Políticos
Universidade de Antioquia
Colômbia
Centro de Estudos em Gestão do Desenvolvimento Local
Universidade de Holguín
Cuba
Instituto Praxis FRRA UTN e Faculdade de Estudos Profissionais da UNRaf
Argentina
Universidade São Francisco Xavier de Chuquisaca
Bolívia
Cidade Alternativa
Chile
Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais - UNR
Argentina
Fundação Creasvi
Espanha
Consórcio ECOSA para Saúde, Meio Ambiente e Desenvolvimento
Peru
ORKESTRA Instituto de Competitividade Territorial da Universidade de Deusto (País Basco)
Espanha
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Universidade Mariana - Unimar
Colômbia
Universidade Mariana - Unimar
Colômbia
Universidade Tecnológica Nacional, Faculdade Regional de Rafaela, Argentina.
Argentina
Universidade do País Basco
Espanha
Centro de Estudos de Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas
Universidade de Los Lagos
Chile
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Departamento de Sociologia, 524 West 59th Street, Nova Iorque, NY, 10019
SD
Bolívia
UTN Rafaela
Argentina
Instituto para a Cooperação e o Autodesenvolvimento (ICADE)
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade Católica do Leste
Colômbia
Universidade do Vale
Colômbia
Rede de Pesquisadores e Organizações Sociais da América Latina
Argentina
Instituto Acadêmico Pedagógico de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Villa Maria
Argentina
Cooperativa l'ARADA
Espanha
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
UNIVERSIDADE NACIONAL DE RAFAELA
Argentina
Universidade do País Basco/Euskal Herriko Unibertsitatea. Faculdade de Ciências Sociais e Comunicação. Departamento de Ciência Política e Administração Pública.
Espanha
Universidade do País Basco/Euskal Herriko Unibertsitatea. Faculdade de Ciências Sociais e Comunicação. Departamento de Ciência Política e Administração Pública.
Espanha
Universidade Metropolitana de Ciências da Educação
Chile
Faculdade de Estudos Superiores de Iztacala, Universidade Nacional Autônoma do México.
México
Universidade do Chile
Chile
Universidade Tecnológica Nacional, Faculdade Regional de Rafaela, Argentina.
Argentina
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Universidad Complutense de Madrid
Espanha
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Universidade do País Basco
Espanha
Rede de Pesquisadores e Organizações Sociais da América Latina
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Cooperativa l'ARADA
Espanha
Centro de Estudos em Gestão do Desenvolvimento Local
Universidade de Holguín
Cuba
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
South in Action, uma organização não governamental de desenvolvimento
Honduras
CURE-UdelaR
Uruguai
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, México
México
Centro de Pesquisa Social e Humanística
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Antioquia
Colômbia
UNIVERSIDADE DE GRANADA
Espanha
Associação de Cidades Alternativas
República Dominicana
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Universidade de Ciudad Juárez
México
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Instituto Universitário para a Democracia, Paz e Segurança da Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
COLHEITA
Honduras
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
Centro de Estudos Interculturais e Indígenas, CIIR
Chile
Universidade do País Basco
Espanha
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de Entre Rios
Argentina
Universidade do Chile
Chile
Congresso Nacional do Chile
Chile
Centro de Pesquisa Louis Joseph Lebret OP para Economia e Humanismo
Universidade de Santo Tomás
Colômbia
Universidade da República
Uruguai
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Professor Associado III do Departamento de Fundamentos da Educação, do Centro Educacional da Universidade Federal de Santa María (UFSM).
Brasil
Universidade de Cuenca
Equador
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Centro de Pesquisa Social e Humanística
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Antioquia
Colômbia
Observatório de Participação Social e Território
Universidade de Playa Ancha
Chile
ORKESTRA Instituto de Competitividade Territorial da Universidade de Deusto (País Basco)
Espanha
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
CURA-UDELAR
Uruguai
Centro de Estudos Sociais
Reitoria da UNNE
Universidade Northeastern
Argentina
CLASSO
Argentina
Universidade de Antioquia
Colômbia
Rede de Pesquisadores e Organizações Sociais da América Latina
Argentina
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANIDADES DA UNIVERSIDADE DE ANTIOQUIA
Colômbia
Universidad Veracruzana
México