Área temática: Teoria Social e Política
Grupo de trabalhoIntelectuais, ideias e política
[+ Ver produções e conteúdo]Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC
México
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Ao longo de suas sucessivas edições, o Grupo de Trabalho tem explorado a relação entre ideias, intelectuais e transformação social na América Latina no contexto atual, levando em consideração suas recentes transformações. Para tanto, busca conectar momentos-chave na construção do pensamento social latino-americano e a profunda manifestação de mudanças sociais e políticas: primeiro, a década de 1970; segundo, o início do que se convencionou chamar de virada de época, que datamos provisoriamente de 1999; e terceiro, a ascensão do direito político e cultural ao poder na segunda década dos anos 2000. Além disso, a pandemia surge como um quarto momento de reconfiguração que deve ser considerado. Essas transformações recentes são marcadas por uma construção de hegemonia cultural produzida por meio de novos modos de produção cultural, intelectual e política que exigem análise.
Este projeto coletivo propõe uma análise sócio-histórica do estado atual das ciências sociais latino-americanas, cuja relevância se torna evidente à medida que a América Latina é revisitada e questionada no contexto da crise global que o capitalismo enfrenta. Nesse sentido, o desenvolvimento do pensamento latino-americano — que articula teoria e prática, passado e presente, e que se fundamenta na afirmação da integração regional e se fortalece pelo eixo Sul-Sul — apresenta um desafio diante das circunstâncias em transformação.
Durante o ciclo de projetos governamentais que expandiram direitos e incorporaram novos setores políticos à dinâmica econômica e estatal, as forças de direita reconfiguraram suas estratégias e se reorganizaram em torno de atores antigos e novos: os militares, as burguesias agrária e industrial, a mídia e os think tanks. Isso permitiu que o equilíbrio de poder em nível regional começasse a se inverter no final da primeira década dos anos 2000. A reconfiguração operou por diferentes caminhos e apresentou novos desdobramentos. A dinâmica do neoliberalismo atual promoveu mudanças nas práticas políticas, intelectuais e culturais. Isso nos convida a refletir sobre a complexidade dos processos de mudança e o papel dos intelectuais na região, bem como sobre as ideias que eles disseminam a respeito desses processos.
O pensamento social latino-americano e seus intelectuais parecem estar lutando para acompanhar as transformações em curso, cuja heterodoxia política tem levantado mais perguntas do que respostas nesse campo. As ciências sociais, em sua maioria, abandonaram perspectivas de grande escala, e as questões abrangentes foram substituídas por um conhecimento especializado e microscópico de seus objetos de estudo, negligenciando o papel da história na explicação da realidade social.
Nos últimos anos, as ciências sociais voltaram a se deparar com os desafios do presente, e algumas questões-chave surgiram: Como podemos explicar esses processos de mudança? Que contribuições originais o pensamento social latino-americano pode oferecer? Qual é o papel dos intelectuais? Sob quais modalidades as ideias são produzidas e difundidas?
Neste Grupo de Trabalho, buscamos explicar, no contexto mais amplo das transformações nas condições de produção das ciências sociais em geral e na América Latina em particular, como as recentes mudanças na ordem social e no sistema político têm remodelado a agenda de pesquisa em ciências sociais e a relação entre intelectuais e o mundo da política e da esfera pública. A matriz intelectual que caracteriza as sociedades latino-americanas contemporâneas, em conjunto com os processos de concentração do setor midiático e editorial, por um lado, e a circulação digital de intervenções, por outro, fomentou mudanças nos modos de discurso público que refletem uma consolidação da hegemonia cultural de direita. A "nova direita", que nos últimos anos passou a ocupar posições de poder político, apresenta novas formas na arena política e cultural, impulsionadas por atores que produzem ideias e seus intermediários: think tanks, centros de análise técnica, assessores e uma burocracia corporativa, veículos de comunicação e editoras, acadêmicos, especialistas e intelectuais.
O papel intelectual ganhou uma proeminência quase ofensiva na figura pública, com indivíduos presentes tanto na mídia tradicional quanto na emergente, não mais confinados às margens da academia. Acadêmicos, escritores, artistas e jornalistas de televisão, rádio e imprensa ganharam visibilidade ao intervir publicamente em questões políticas e culturais, inclusive a partir de uma posição que representa a sociedade civil – posição essa sustentada pela lógica midiática estudada por Bourdieu e Escalante Gonzalbo, entre outros. Embora esses atores recuperem parcialmente alguns aspectos do papel do intelectual público do século XX, seu reconhecimento provém mais de sua presença na mídia tradicional, nas publicações e na internet do que de seu engajamento acadêmico. O setor editorial é um espaço fundamental nesse sentido, marcado por sua concentração e transnacionalização desde a década de 1980. Em conjunto com grandes corporações e intelectuais, políticos, jornalistas e autores que publicam livros sobre diversos eventos locais, esse espaço constitui uma arena privilegiada para a construção de perspectivas sobre o mundo político.
O Grupo de Trabalho tem como objetivo reconstruir, problematizar e analisar esses processos de mudança e seu impacto nos modos de discurso público. A "nova direita", que emergiu e ocupou posições de poder político nos últimos anos, apresenta novas formas na esfera política e cultural, impulsionadas por atores que produzem ideias e seus intermediários: think tanks, centros de análise técnica, consultores, bem como a burocracia corporativa, os meios de comunicação e editoras, acadêmicos, especialistas e grupos intelectuais.
Em que sentido se alteraram as condições de produção e reprodução intelectual no campo? Qual o papel dos intelectuais e que explicações constroem? Que elementos de continuidade podem ser identificados? Quais são os canais de transmissão de ideias e como condicionam sua produção, circulação e recepção? Quais são os novos elementos? Quais as possíveis projeções para explicar outras realidades dentro do eixo Sul-Sul? Como os grupos de direita intervêm na produção de ideias hoje? Em que condições emergem as produções intelectuais de direita? Que função desempenham os think tanks, as editoras, os meios de comunicação e as redes na produção de ideias políticas?
O Grupo de Trabalho busca enriquecer a análise da região incorporando perspectivas de espaços de produção intelectual e de outros atores que não se conformam à definição típica/ideal do intelectual do passado. Visa revitalizar as ciências sociais críticas da região, que contribuíram de diversas maneiras: ofereceram categorias analíticas para a compreensão da realidade e demonstraram o potencial de um tipo de reflexão que articula teoria e prática, estudaram realidades nacionais em uma perspectiva regional e global, desafiaram as fronteiras disciplinares e, embora se baseando em um pensamento científico mais profissionalizado, foram capazes de refletir sobre os diversos processos de mudança social sem se aprisionarem ao cientificismo ortodoxo. Hoje, as ciências sociais enfrentam uma realidade que apresenta desafios tanto teóricos quanto práticos, os quais o Grupo de Trabalho busca abordar.
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Na América Latina, as ciências sociais se destacaram por seu foco em mudanças sociais de grande escala e na interação entre passado e presente. O CLACSO é uma das principais instituições que contribuíram para sua expansão. Fals Borda afirmou "a vontade de avançar rumo a uma ciência independente, livre do colonialismo intelectual". Para tanto, enfatizou a importância da noção de "crise" e aconselhou: "em vez de semelhanças entre situações de crise, devemos estudar as diferenças específicas" e "o conhecimento para transformar". O Grupo de Trabalho visa revitalizar essa trajetória das ciências sociais críticas e sua visão comparativa para captar a unidade e a diversidade da América Latina, fomentando a reflexão sobre o papel dos intelectuais e das ideias no atual panorama social e político da região. Nossa proposta ecoa o apelo para a inclusão de estudos sobre o estado das ciências sociais na América Latina e no Caribe e suas transformações.
O Grupo de Trabalho ocupa um espaço interdisciplinar capaz de reunir as trajetórias pessoais, os projetos institucionais e os debates que moldaram e deram conteúdo ao pensamento social latino-americano. A pesquisa individual de seus membros e o projeto coletivo se baseiam na história, na história intelectual, na história das ideias, na sociologia histórica, nos estudos culturais e nos estudos do livro e da edição, além de contribuições dos estudos da comunicação, da filosofia e da ciência política. O objetivo é fundamentar esses elementos e perspectivas nos processos de transformação social ocorridos na América Latina, utilizando referências empíricas concretas.
As redefinições elaboradas nas últimas décadas a respeito das relações entre ideias, saber, intelectuais, mídia e outros canais de circulação, tanto digitais quanto tradicionais, têm efeitos evidentes na abertura ou no fechamento de campos de possibilidade e horizontes sociais. A capacidade de pensar alternativamente nesses contextos é uma questão significativa para o futuro imediato. O Grupo de Trabalho busca compreender o lugar da produção intelectual, as explicações que ela constrói sobre a realidade latino-americana e as continuidades e rupturas existentes em termos históricos. Pretende explicar como as mudanças sociais e políticas remodelaram os modos de produção cultural e intelectual, afetando a construção de visões tanto da esquerda quanto da direita, bem como seu impacto na agenda das ciências sociais. A revitalização do pensamento social latino-americano é uma contribuição para o desenvolvimento das ciências sociais e para a reflexão sobre os processos de transformação a partir da pesquisa empírica. Para tanto, defendemos a formação de redes em âmbito latino-americano sobre um tema que ressurgiu com urgência e que é prioritário colocar em diálogo com outras "periferias" que possam se inspirar nas experiências da América Latina. A seguinte periodização pode ser identificada no desenvolvimento do pensamento crítico latino-americano: 1. 1960-1970: a crise do modelo ISI e a desvalorização da democracia política (devido a uma ênfase renovada na revolução ou no autoritarismo); 2. 1980-1999: a transição para a democracia política e a afirmação de um modelo neoliberal; 3. 1999: a recomposição do modelo de substituição de importações e a revalorização da democracia social e política; 4. 2010 em diante: a ascensão da nova direita política e cultural. Segundo Beigel (2006), o pensamento crítico latino-americano vivenciou três fases: “vida, morte e ressurreição”. Entendemos as transformações nas ciências sociais como parte integrante e produto de uma complexa rede de construção de diferentes ordens que se desenvolveu desde a década de 70 até o presente. O foco deste grupo de trabalho é estudar as fases de “vida” e “ressurreição”. O pensamento crítico latino-americano baseia-se numa leitura histórica que considera não apenas as ideias, os intelectuais e o pensamento, mas também as dimensões econômicas, sociais e políticas de cada momento histórico nacional, regional e internacional. Acreditamos que aí reside a chave para tornar comunicável em escala global algo que, de outra forma, permaneceria aprisionado numa suposta intraduzibilidade da singularidade latino-americana.
Entre as fases 3 e 4, as transformações do mapa da região são eloquentes, resultantes da ascensão da "nova" direita. O neoliberalismo demonstrou uma vitalidade e um dinamismo que não se esgotaram, mas se reforçaram como "um corpo doutrinário autoconsistente e militante, lucidamente determinado a transformar o mundo à sua própria imagem" (Anderson, 2003). Nesse sentido, há uma série de contribuições para pensar a reivindicação hegemônica da direita e da nova direita em nível global (Mouffe e Turner, 1981), regional (Falero, Quevedo e Soler, 2019; Soler, Giordano e Saferstein, 2018; Ansaldi, 2017; Giordano, 2017; Nikolajczuk e Prego, 2017; Bertonha Echt, 2016; 2016; 2017; Grassetti e Prego 2017); Acuña, 2009; Alvear, 2007; Bellettini e Carrión, 2009), meios de comunicação de massa (Goldstein, 2018; Soler e Nikolajczuk, 2017), editoras (Saferstein, 2021; Soler e Giordano, 2016), redes sociais (Slimovich, 2018) e o papel de intelectuais, acadêmicos e especialistas (Soler e Bayle 2017).
Na Argentina, o Projeto Socio-histórico do Presente (do qual vários candidatos fazem parte, sediado no IEALC) retoma uma ideia iniciada em 1991, quando Ansaldi criou a Oficina de Pesquisa em Sociologia Histórica da América Latina, um dos projetos mais ambiciosos e de longa data para institucionalizar um espaço de integração entre Ciências Sociais e História na América Latina. A proposta do Grupo de Trabalho é dar continuidade a essa trajetória, que se prosseguiu em diversas frentes: bolsas da CLACSO, projetos da UBA e financiamento da Agência Nacional de Ciência. A esses pesquisadores juntam-se outros de instituições como o IIGG (UBA), CeDInCI e CEL da UNSAM, CELA (UNAM) e CIADE, no México, entre outras, que vêm desenvolvendo pesquisas nessa área e para os quais este Grupo de Trabalho servirá como órgão coordenador.
Como tem sido desde a sua criação, o Grupo de Trabalho (GT) busca replicar e aprofundar essas experiências, consolidando uma rede capaz de disseminar conhecimento por meio de eventos organizados (reuniões gerais, publicações e debates na mídia e outros fóruns, cursos de pós-graduação, projetos colaborativos, conferências, atividades de divulgação científica e publicações). O GT aproveitará os eventos acadêmicos internacionais agendados para os próximos anos nesse sentido. Livros publicados, dossiês e outros resultados demonstram a consolidação do GT. O GT reúne pesquisadores renomados da Argentina, Brasil, Chile, Uruguai, México, Equador, Estados Unidos e Colômbia, e é guiado por objetivos em diversas frentes: fomentar a formação de pesquisadores capazes de revitalizar nosso próprio conhecimento científico e explicar a realidade de nossa região a partir dessa perspectiva; Consolidar uma rede latino-americana e hemisférica de intercâmbios interdisciplinares com outros grupos de trabalho e diversas instituições, e promover a participação de pesquisadores e seus trabalhos em espaços de debate público para contribuir com a formulação e reflexão sobre a agenda de problemas atuais, bem como com a articulação com a agenda dos Estados e a formulação de políticas públicas na elaboração de conteúdo que alimente a massa crítica do pensamento social latino-americano de ontem e de hoje, que se estenda aos debates públicos em geral, é um horizonte.
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(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Estudar os atores sociais (dominantes e/ou subordinados) e suas relações com o conhecimento e os intelectuais.
3. Identificar as novas configurações das relações entre poder, política e intelectuais a partir da conjuntura aberta em 1989 e compará-las com as décadas anteriores, identificando continuidades e rupturas.
4. Estudar as transformações no campo da produção de ideias que o crescimento da direita política e cultural acarreta na região.
5. Identifique as principais contribuições das ciências sociais latino-americanas para o estudo das mudanças sociais em curso.
Identificar as ferramentas conceituais e analíticas que contribuem de forma singular para a geração de políticas de mudança.
6. Identificar as potenciais utilizações destas ferramentas noutros contextos espaço-temporais (principalmente no eixo Sul-Sul).
2. Levantamento e sistematização da bibliografia sobre intelectuais, ideias e política nos diferentes polos de pesquisa da região.
3. Análise e sistematização de dados coletados de fontes primárias (entrevistas, documentos, páginas da internet, materiais de centros de pesquisa) e secundárias.
4. Redigir relatórios, artigos científicos e participar em diversas atividades de divulgação.
5. Preparação e organização de eventos para discussão de produções e progressos.
2. Sistematizar os dados dos atores sociais (dominantes e/ou subordinados) e suas relações com o conhecimento e os intelectuais.
3. Reconstrução das práticas de intelectuais e outros agentes (editores, divulgadores, críticos) e dos modos atuais de produção, disseminação e circulação de ideias e política, e comparação com décadas anteriores, como as décadas de 1960 e 1970. Identificação de continuidades e rupturas.
4. Identificação das principais contribuições das ciências sociais latino-americanas contemporâneas para o estudo das mudanças sociais em curso; as principais contribuições para a formulação de políticas de mudança; o potencial de utilização dessas contribuições em outros contextos espaço-temporais (fundamentalmente, no eixo Sul-Sul).
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Formar pesquisadores com uma perspectiva sobre a região, que recuperem a abordagem proposta.
3. Consolidar uma rede de intercâmbio internacional com colegas e instituições da região e de outras áreas.
Participar em debates públicos sobre diversos temas de interesse para a sociedade contemporânea.
2. Participação em duas assembleias gerais, uma virtual e outra na Cidade do México.
3. Organização de um grupo de trabalho no CIDE, Cidade do México, em janeiro de 2023, para consolidar a rede internacional e fomentar a colaboração interinstitucional. Este encontro servirá como fórum para a troca de ideias e o desenvolvimento de um diálogo entre a instituição e o Grupo de Trabalho sobre a circulação de ideias na América Latina.
4ª Conferência de Pesquisa Paraguai: Intelectuais, Ideias e Política na Faculdade de Ciências Sociais – UNA. 10 e 11 de maio de 2023 (data a confirmar).
5. Participação do GT em eventos internacionais na modalidade de candidatura para um painel sobre intelectuais, ideias e política (Conferência de Sociologia da UBA, Conferências Interescolares, Argentina e Congresso Mundial de Ciência Política da Associação Internacional de Ciência Política (IPSA), Argentina, Congresso Latino-Americano de Teoria Social, Santiago do Chile; Congresso de História Intelectual, São Paulo, Brasil)
6. Publicação de resultados parciais em revistas acadêmicas e populares e no dicionário biográfico da esquerda latino-americana (CeDInCI)
7. Organização de uma clínica de atualização bibliográfica no Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos que sistematize as leituras realizadas e produza novas contribuições.
2. Consolidação de uma rede de intercâmbio pluralista com colegas de atuação na América Latina e em todo o hemisfério.
3. Troca de ideias, articulação e criação de redes interinstitucionais em eventos específicos.
4. Participação em debates políticos atuais relevantes que contribuam para a formulação de políticas públicas e a construção de agendas nacionais e regionais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Fortalecer o intercâmbio com o Centro de Pesquisa e Ensino Econômico (CDE), a Faculdade de Estudos Latino-Americanos (UNAM) e o Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos (UNAM).
3. Consolidar os laços acadêmicos entre México, Brasil, Equador, Paraguai, Argentina, Chile, Uruguai, Espanha, Colômbia, França e Estados Unidos.
4. Articulação com o programa Bios del Sur. Dicionário Biográfico da Esquerda Latino-Americana. Movimentos Sociais e Correntes Políticas (http://diccionario.cedinci.org/) do Centro de Documentação e Pesquisa da Cultura de Esquerda.
4. Fortalecer o diálogo com os movimentos sociais.
Intensificar o diálogo Sul-Norte.
5. Contribuir para novas formas de intervenção cultural/televisiva/editorial/midiática/em podcasts.
2. Ampliar a participação em momentos críticos na América Latina.
3. Articular e promover a participação dos atores sociais.
2. Coorganizar, juntamente com o Grupo de Trabalho sobre Movimentos Estudantis na América Latina, coordenado por Nicolás Dip e Imanol Ordorika (proposta 2023-2025), um painel de discussão sobre
relação com os debates
intelectuais políticos sobre
educação na qual participam
movimentos estudantis
na atualidade.
3. Publicações conjuntas com a Revista Paraguaia de Sociologia (CPES-FLACSO), De Raíz Diversa (UNAM) e com os institutos dos membros participantes.
4. Promover a participação de atores com pensamento crítico nas estruturas estatais e civis.
5. Consolidação da rede latino-americana sobre o estudo das ideias políticas no século XX.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2- Estudar a relação entre ideias, grupos de reflexão e política (sejam partidos políticos, classes dominantes, o Estado e políticas públicas).
3- Explorar o papel das editoras na relação entre ideias, intelectuais e poder nas últimas décadas. Em particular, serão examinadas as ligações com o setor editorial, tanto da direita quanto da esquerda, onde o tema de "gênero" é um componente fundamental.
4. Analise o papel das revistas culturais, políticas e acadêmicas na relação entre ideias, intelectuais e poder nas últimas décadas.
5. Analise o papel da mídia e das redes sociais na relação entre ideias, intelectuais e poder nas últimas décadas.
6. Explorar a relação entre as ciências sociais latino-americanas, as políticas culturais e os espaços sociais mencionados nos objetivos anteriores, levando em consideração o potencial e a intervenção de forma crítica.
7. Sistematizar o progresso do GT e propor linhas de trabalho conjuntas.
2- Análise e sistematização de dados coletados de fontes primárias e secundárias.
3- Elaboração de uma matriz de dados comparativa utilizando os dados coletados.
4. Preparação de resultados e projeção de informações e fontes.
5. Colaboração com pesquisadores da região que participam do GT e colaboração com pesquisadores que não participam para a sistematização dos resultados sobre as ligações entre os centros de produção cultural e suas relações com o poder.
6. Redigir relatórios e artigos, e participar em diversos eventos de divulgação.
2. Sistematizar os dados dos atores sociais (dominantes e/ou subordinados) e suas relações com o conhecimento e os intelectuais.
3- Reconstrução da prática intelectual e da produção e circulação de ideias e política na atualidade, em comparação com décadas anteriores, como as de 1960 e 1970. Identificação de continuidades e rupturas.
4. Identificar a relação entre ideias, grupos de reflexão e política (sejam partidos políticos, classes dominantes, o Estado e políticas públicas); entre publicação e política, e entre mídia e política, como aspectos fundamentais para o estudo da mudança social em curso; as principais contribuições para a geração de políticas de mudança; o potencial de utilização dessas contribuições em outros contextos espaço-temporais (fundamentalmente, no eixo Sul-Sul).
5- Identificação da relação entre as ciências sociais latino-americanas e os espaços sociais analisados como centros de pesquisa, editoras e meios de comunicação, levando em consideração seu potencial de intervenção crítica nesses centros.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2- Consolidar uma rede de intercâmbio internacional com colegas e instituições da região e de outras áreas.
3- Participar em debates académicos e públicos sobre diversos temas de interesse para as sociedades contemporâneas.
4. Participar como Grupo de Trabalho na Conferência CLACSO 2024, tanto organizando um painel do Grupo de Trabalho quanto apresentando trabalhos dos membros do Grupo de Trabalho.
2. Participação em duas assembleias gerais, uma virtual e a outra na sede da Conferência CLACSO.
Participação e organização de painéis e grupos de trabalho em outros eventos acadêmicos nacionais e internacionais (Conferência da CLACSO, Colóquio sobre Estudos do Livro e da Publicação, México, Encontro sobre Best-sellers e Política, Buenos Aires).
3. Organização de um debate/seminário em conjunto com o Grupo de Trabalho sobre Cultura e Políticas Culturais, coordenado por Susana Dominzain, Antonio Albino Rubim e Eduardo Nivon (Proposta apresentada nesta edição)
4. Coordenação e produção de dossiês temáticos sobre intelectuais e política, editoração e política, redes sociais e política, política de direita e democracia.
5. Publicação de resultados parciais em revistas acadêmicas e de divulgação.
6. Organização de uma clínica de atualização bibliográfica no Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos, com transmissão virtual para todo o GT, que sistematize as leituras realizadas e produza novas contribuições.
2- Consolidação de uma rede de intercâmbio pluralista com colegas de atuação na América Latina e em todo o hemisfério.
3. Essa consolidação se reflete no ensino das disciplinas e na participação conjunta em eventos acadêmicos.
4. Participação em debates políticos atuais relevantes que contribuam para a formulação de políticas públicas e a construção de agendas nacionais e regionais.
5. Atualização bibliográfica dos membros do GT nos debates sobre a produção de ideias e política.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Tornar esta rede pública na Conferência CLACSO 2024, organizando um painel especial do Grupo de Trabalho.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2- Fortalecer as redes acadêmicas com a Rede de Estudos de Direita (REIDER)
Fortalecer os laços acadêmicos entre México, Brasil, Equador, Paraguai, Argentina, Chile, Uruguai, Espanha, França e Estados Unidos.
3- Fortalecer o diálogo com os movimentos sociais.
Incentivar a participação em programas de pós-graduação sobre a América Latina (MESLA) e estabelecer vínculos com outros centros de estudos latino-americanos, como o CELA-UNAM (Colégio de Estudos Latino-Americanos).
4- Intensificar o diálogo Sul-Norte.
5- Contribuir para novas formas de intervenção cultural/televisiva/editorial
2- Convênio com o programa de Seminários de Estudos Históricos Rioplatenses da Universidade Complutense de Madrid; com a Faculdade de Estudos Latino-Americanos da UNAM e outras instituições.
3- Promover a produção de dossiês em periódicos acadêmicos paraguaios.
2-Reforçar a presença na CLACSO TV e na Sociedad HD/Espoiler.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Estudar mais a fundo o papel das editoras nessa relação entre ideias, intelectuais e poder.
3. Aprofundar o estudo do papel das revistas culturais, políticas e acadêmicas na relação entre ideias, intelectuais e poder.
4. Aprofundar o estudo do papel da mídia na relação entre ideias, intelectuais e poder.
5. Sistematizar o progresso alcançado ao longo do projeto para pensar de forma transversal sobre as relações entre ideias e política na América Latina durante as últimas décadas.
2- Preparação de resultados e projeção de informações e fontes. Redação de relatórios, artigos e participação em diferentes instâncias de divulgação.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Participar em debates públicos sobre diversos temas de interesse para as sociedades contemporâneas.
2- Promover o diálogo entre produções Sul-Sul interessadas em estudos sobre a circulação de ideias.
2- Organização e participação em um seminário internacional em Assunção que promove a troca de conhecimentos entre acadêmicos e líderes sociais locais e regionais.
3- Participação em evento internacional (Fórum de Pesquisa FACSO-UNA)
Divulgação do Seminário Argentino-Chileno do Centro de Estudos Transandinos e Latino-Americanos (CETyLA) da Faculdade de Ciências Políticas e Sociais da UNCUYO.
4- Publicação dos resultados em revistas acadêmicas e de divulgação científica
5- Participação em três assembleias gerais, uma virtual, uma em Buenos Aires e uma em Assunção.
6- Participação em outros eventos internacionais (LASA/ISA/Interescolares)
2- Consolidação de uma rede de intercâmbio pluralista com colegas de atuação na América Latina e em todo o hemisfério.
3- Fortalecer a rede de pesquisadores, acadêmicos e especialistas no Paraguai.
4- Publicação de um dossiê que sistematize os temas atuais relevantes das Ciências Sociais no Paraguai.
5- Preparar uma produção audiovisual com base no progresso do GT
6- Elaboração de um livro coletivo que compile a produção de três anos do GT.
7- Participação em debates políticos atuais relevantes que contribuam para a formulação de políticas públicas e a construção de agendas nacionais e regionais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Consolidar os laços acadêmicos entre México, Brasil, Equador, Paraguai, Argentina, Chile, Uruguai, Espanha, França e Estados Unidos.
2- Fortalecer o diálogo com organizações sociais, partidos políticos, agentes de comunicação...
3- Intensificar o diálogo Sul-Norte.
4- Contribuir para novas formas de intervenção cultural/televisiva/editorial/audiovisual.
5- Sistematize os resultados do GT
2- Criar um ciclo em acordo com o Centro Internacional de Altos Estudos em Comunicação para a América Latina – CIESPAL (Equador).
4- Produzir uma intervenção cultural de tipo audiovisual e em formato de podcast, em linha com o que foi feito durante a fase anterior do GT.
5- Sistematizar artigos de pesquisadores para a preparação e publicação de um livro em conjunto com a CLACSO e a editora EL Colectivo.
2- Publicação de artigos em revistas conjuntas de intervenção preparatória
3- Publicação de um produto audiovisual/podcast
Número total de pesquisadores admitidos: 48
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade de Granada
Espanha
Universidade do Vale do Rio dos Sinos/CNPq
Brasil
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Análise e Divulgação da Economia Paraguaia
Paraguai
Centro de Estudos Latino-Americanos
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Instituto de Educação
UNIVERSIDADE NACIONAL DE HURLINGHAM
Argentina
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política
-UNIVERSIDADE FEDERAL DE INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Brasil
Centro de Documentação e Estudos
Paraguai
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Associação Paraguaia de Sociologia
Paraguai
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade Federal de Pelotas
Brasil
FLACSO Paraguai
Paraguai
Universidade de Antioquia
Colômbia
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Análise e Divulgação da Economia Paraguaia
Paraguai
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Pontificia Universidad Católica de Chile
Chile
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Laboratório de Pensamento Político da Universidade Estadual de Campinas (PEPOL-Unicamp)
Brasil
UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE - UFF, NITERÓI-RIO DE JANEIRO
Brasil
Instituto de Ciências Sociais
Paraguai
Coordenação de Pesquisa da Faculdade de Filosofia e Letras
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Universidade de Paris
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Elon University
Estados Unidos
Freie Universität Berlin
Alemanha
Centro de Pesquisa e Ensino Econômico AC
México
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Ciências da Educação - Universidade de Granada
Espanha
Instituto de Ciências Sociais
Paraguai