Área temática: Racismo e afro-latinidades
Grupo de trabalhoCrise civilizacional, reconfigurações do racismo, movimentos sociais afro-latino-americanos
[+ Ver produções e conteúdo]Centro de Estudos Interdisciplinares Jurídicos e Sociais
Faculdade de Direito e Ciências Sociais
Universidade ICESI
Colômbia
Doutorado em Ciências Sociais com especialização em Estudos Culturais
Faculdade de Ciências da Saúde
Universidade de Carabobo
Venezuela
A crise no sistema capitalista moderno/colonial que começou a amadurecer em meados da década de 1970 culminou no lançamento do projeto neoliberal na década de 1980 como uma verdadeira contrarrevolução em resposta à onda de movimentos antissistêmicos das décadas de 1960 e 1970. A chamada década perdida de 1980 marcou um novo momento na organização dos afrodescendentes nas Américas ao sul do Rio Grande. Primeiro Congresso de Culturas Negras nas Américas Realizada em Cali, Colômbia, em agosto de 1977, a conferência revelou uma longa história de associação afrodescendente em toda a região, ao mesmo tempo que marcou um processo emergente de formação de redes transnacionais, cujos frutos foram vistos no papel de liderança afro-latino-americana no cenário internacional. Terceira Conferência Mundial contra o Racismo e Formas Correlatas de Discriminação realizada em Durban, África do Sul, em 2001.
O fortalecimento das organizações em níveis local e nacional que possibilitou a formação de redes transnacionais na década de 1990 deve ser historicamente situado no contexto das lutas por território, cidadania, ecologia, democracia substancial, redistribuição de riqueza e poder, representação e reconhecimento das diversidades (étnico-racial, de gênero, sexual e geracional) que emergiram com força no calor do que ficou conhecido como Consenso de WashingtonTrês marcos principais na ação coletiva foram: Campanha Continental de 500 Anos de Resistência Indígena, Negra e Popular Em 1992, as lutas contra os Acordos de Livre Comércio e os processos de organização e definição de uma agenda política levaram à Conferência de Santiago, no Chile, em 2000, como preparação para o encontro de Durban em 2001. Em parte como resultado dessas lutas, ocorreram uma série de mudanças constitucionais — começando pela Nicarágua em 1987, Brasil em 1988 e Colômbia em 1991 — que romperam com a visão monolítica da relação entre etnia, raça e nação na região, declarando os Estados multiétnicos, interculturais e, posteriormente, nos casos do Equador e da Bolívia, plurinacionais. Nesse contexto, emergiu um movimento interconectado de afrodescendentes em toda a região, no qual se destacam duas organizações de movimentos sociais: a Rede de Mulheres Afro-Latino-Americanas, Caribenhas e da Diáspora, fundada na República Dominicana em 1992, e a Aliança Estratégica de Afrodescendentes na América LatinaConcebida no Equador em 1998 e consolidada em Santiago do Chile em 2000.
A ascensão dos afrodescendentes como atores políticos em toda a região teve uma série de resultados positivos que transformaram a política racial e a cultura política. O fato de todos os países latino-americanos terem assinado a Declaração e o Programa de Ação de Durban, reconhecendo a escravidão como um crime contra a humanidade e o racismo estrutural como um problema endêmico, permanece uma conquista simbólica significativa no âmbito do discurso governamental. O ativismo contínuo da sociedade civil afrodescendente nos níveis nacional e regional resultou em uma série de políticas públicas contra o racismo, em prol da igualdade racial e da representação política dos cidadãos negros.
Um exemplo primordial é a criação, durante o primeiro mandato de Lula, da Secretaria para a Equidade Racial no Brasil (SEPPIR), um órgão governamental único no mundo. O estabelecimento de diversas iniciativas explicitamente contra o racismo, pela equidade racial e pela representação de afrodescendentes nas estruturas estatais foi implementado de forma diferenciada e com diferentes níveis de comprometimento e eficácia prática em toda a região. A emergência do que se convencionou chamar de campo político afrodescendente na América Latina e no Caribe também influenciou as políticas de instituições transnacionais como as Nações Unidas, o Banco Mundial, o Banco Interamericano de Desenvolvimento e a Fundação Interamericana; de órgãos do Estado imperialista estadunidense, como a Agência dos Estados Unidos para o Desenvolvimento Internacional (USAID); e de ONGs como a Global Rights. Essas instituições realizaram estudos, formularam políticas, alocaram recursos e elaboraram programas para afrodescendentes na América Latina e no Caribe. Uma das tarefas coletivas de pesquisa é mapear as políticas públicas, tanto estatais quanto de instituições transnacionais, analisar suas diretrizes teóricas e epistêmicas (explícitas ou implícitas), bem como sua vocação e caráter político, e avaliar seus efeitos.
As duas primeiras décadas do século XXI têm sido um palco histórico para o que o filósofo africano Achille Mbembe classificou como uma a virada sombria do mundo Isso implica, por um lado, a generalização da teia de violência — econômica, ecológica, imperial, geopolítica, territorial, sexual e racial — que deu substância ao racismo anti-negro; e, por outro lado, a proeminência da centralidade dos sujeitos africanos nas lutas pela descolonização, democracia, justiça, igualdade e harmonia ecológica — em suma, pela libertação e bem-estar do planeta. Diante de um conjunto particularmente perverso de problemas profundos que combina o aumento crônico do desemprego, a marginalização, a fome, as migrações em massa, as intervenções imperiais, a acumulação por desapropriação, a erosão das democracias liberais acompanhada pela ascensão do poder despótico e burguês, a intensificação dos desastres ecológicos e a falta de perspectivas de futuro no senso comum de milhões, a atual condição global se caracteriza como uma crise civilizacional.
Um dos principais sintomas da crise civilizacional é o que denominamos reconfiguração do racismo, categoria utilizada para explicar e analisar as formas, práticas e dinâmicas da racialização e da dominação racial na era da globalização neoliberal. Uma das áreas de pesquisa deste Grupo de Trabalho deve ser precisamente a identificação e análise das formações raciais, dos regimes racistas e das políticas étnico-raciais na era da globalização neoliberal e suas crises.
O papel de liderança dos movimentos sociais afro-latino-americanos tende a passar despercebido ou ser relegado a um segundo plano na maioria das análises de lutas e ações coletivas na região. Além disso, considerando o argumento apresentado por Aníbal Quijano e elaborado por muitos outros, de que a classificação étnico-racial e o racismo como regime de dominação são componentes-chave da matriz de poder moderna/colonial que moldou a modernidade capitalista desde o surgimento de seu processo de globalização no longo século XVI até os dias atuais, torna-se imperativo estabelecer um grupo de trabalho desse tipo para analisar a crise civilizacional que vivenciamos, seus sintomas e as alternativas formuladas de cima para baixo, sob a perspectiva da agência histórica afrodescendente.
Neste GT, investigaremos a relação entre Crise Civilizacional, Reconfigurações do Racismo e Movimentos Sociais Afro-Latino-AmericanosEste estudo será conduzido em três fases (cada uma com duração aproximada de uma década) e estruturado em torno de quatro eixos temáticos: 1) Afroepistemologia, 2) Movimentos Sociais Afro-Latino-Americanos, 3) Feminismos Negros e Interseccionalidade e 4) Estados Raciais e Políticas Étnico-Raciais. Manteremos uma perspectiva histórica de longo prazo que nos permitirá compreender os fenômenos e processos estudados dentro de um contexto temporal mais amplo, possibilitando a identificação de continuidades e rupturas, padrões gerais e particularidades no tempo e no espaço.
O primeiro período a ser investigado terá início no começo da década de 1990, quando as redes de movimentos sociais afro-latino-americanos começaram a se consolidar e, consequentemente, a questão étnico-racial e a relevância política da cidadania negra atraíram a atenção tanto dos Estados quanto das instituições transnacionais. Foi um período de efervescência de protestos e ações coletivas, dando origem a novas arenas de luta e formações de movimentos sociais, notadamente os movimentos indígenas, ambientalistas, feministas, estudantis, camponeses e urbanos. Os movimentos negros que emergiram nesse contexto fazem parte dessa constelação política, mas não receberam o reconhecimento que merecem, o que, por si só, constitui uma questão de pesquisa. Pesquisas sobre esse tema têm sido realizadas na América Latina, Europa e Estados Unidos, portanto, parte da tarefa consiste em realizar uma revisão da literatura atual (em comunidades acadêmicas, espaços governamentais, instituições transnacionais e conhecimento produzido em contextos de movimentos sociais) sobre movimentos negros e políticas étnico-raciais em relação à cidadania afrodescendente durante esse período na região. Um dos resultados dessa era de lutas foi a eleição de uma série de governos progressistas e de nova esquerda, que receberam diferentes nomes, incluindo Onda Vermelho-Rosa e Socialismo do Século XXI, e que constituem o elemento distintivo do início do novo milênio.
A segunda fase corresponde à primeira década do século XXI. Nesse contexto, um dos objetivos do Grupo de Trabalho será mapear as formas de organização afrodescendente, as políticas étnicas e raciais dos Estados e seus impactos nas condições de vida e nas culturas políticas das comunidades e cidadãos negros. Um dos projetos seria criar esse mapeamento sob governos progressistas, em paralelo a uma iniciativa de pesquisa correlata que os compararia com administrações de direita, como a de Uribe na Colômbia, que também desenvolveu seu próprio repertório de políticas étnicas e raciais relacionadas à população afro-colombiana. A Colômbia é um dos países que mais requerem atenção, não apenas por ser o território de língua espanhola com a maior população afrodescendente, mas também por ter uma longa história de produção intelectual e política afrodescendente, um histórico singular de legislação em defesa dos direitos dos negros (a muito estudada Lei 70 de 1993) e uma das esferas públicas negras mais vibrantes. A primeira parte do século XXI também marca o auge da Agenda de Durban contra o racismo, que é importante analisar em termos de seu impacto na organização e nas culturas políticas das comunidades negras na região, bem como nos discursos e práticas de Estados, ONGs e instituições transnacionais. Este período também abrange a crise financeira de 2008, que representou um ponto de virada na crise global. Para os propósitos deste Grupo de Trabalho, isso implica investigar as relações entre esse mal-estar econômico e político, as reconfigurações do racismo e o surgimento da ação coletiva.
O terceiro período histórico que estudaremos será de 2010 a 2022 — a data final desta proposta. 2011, como Ano Internacional dos Afrodescendentes, trouxe à tona um conjunto significativo de diferenças e debates nas arenas políticas afro-latino-americanas, que se expressaram com particular clareza na luta política e ideológica entre os Cúpula Mundial de Afrodescendentes realizada em Honduras e Quarto Encontro de Afrodescendentes por Transformações Revolucionárias na América Latina que ocorreu na Venezuela. Um de nossos objetivos será mapear o campo político afrodescendente na região, o que envolve identificar, caracterizar e diferenciar atores, espaços, discursos, práticas, políticas e projetos. Em termos teóricos e metodológicos, uma das características distintivas deste Grupo de Trabalho é promover uma análise transdisciplinar onde o político, o cultural e o epistêmico se entrelaçam fluidamente. Por essa razão, o Grupo de Trabalho reúne intelectuais de diversas formações, desde cientistas sociais a críticos e criadores culturais, acadêmicos e ativistas. Os quatro eixos temáticos nos permitirão analisar a crise civilizacional, as reconfigurações do racismo e as alternativas que emergem tanto das políticas estatais quanto das comunidades e movimentos, a partir de diferentes perspectivas.
2011 também é conhecido como um ano de resistência e insurgências, como a Primavera Árabe (que também foi uma Primavera Africana), o movimento Occupy nos Estados Unidos, a revolta civil na Grécia e os Indignados na Espanha. Uma questão fundamental em nossa pesquisa é como situar os movimentos sociais afro-latino-americanos nesse contexto. Observa-se que estudos e publicações sobre as rebeliões de 2011 tendem a não situá-las em relação à América Latina. Além disso, argumentamos aqui que os movimentos sociais negros na América Latina tendem a ser invisíveis tanto na literatura acadêmica quanto na literatura de esquerda no que diz respeito às análises da Onda Vermelha-Rosa e do chamado Socialismo do Século XXI. Nesse sentido, o caso de Cuba, onde emergiu um movimento antirracista com notável liderança afro-cubana, é fundamental tanto para analisar os pontos fortes e as limitações das políticas universais de justiça social e compreender as contradições raciais das sociedades pós-capitalistas, quanto para explorar os significados do Socialismo do Século XXI.
A relativa mudança no atual clima de progressismo, marcada pela ascensão de governos autoritários com ideologias abertamente neoconservadoras na Argentina, no Brasil e na Colômbia, exige uma investigação aprofundada tanto do apoio dos setores afrodescendentes a essas formas políticas quanto dos efeitos que suas práticas de governança terão sobre a reconfiguração do racismo, dos modos de associação, das estruturas comunitárias e das subjetividades políticas. No caso do Brasil, a virtual eliminação da Secretaria de Equidade Racial, os ataques à integridade territorial das comunidades quilombolas, a violência fundamentalista cristã contra os terreiros de candomblé e os assassinatos de líderes negros como Marielle Franco pintam um quadro de necropolítica que está catalisando forte resistência entre ativistas afro-brasileiros. Em contraste com a necropolítica, nas comunidades afro-brasileiras, nos terreiros de Candomblé, nos espaços dos movimentos sociais e em lugares críticos do mundo acadêmico, cultivam-se propostas de afroepistemologia como princípio de libertação, onde a categoria Ubuntu é elaborada como significante político e epistêmico de decolonialidade e libertação na chave da africanidade.
O trabalho que desenvolveremos neste Grupo de Trabalho possui relevância teórica, metodológica e política em relação a diversos campos de pesquisa e análise. As principais áreas para as quais nosso trabalho contribuirá são: Teoria Crítica Latino-Americana e Caribenha, Crítica Decolonial, Crítica Feminista, Estudos Étnicos e Raciais, Teoria Política, Movimentos Sociais, Estado e Políticas Públicas, e Estudos Culturais. Faremos isso por meio dos seguintes quatro eixos temáticos.
AfroepistemologiaPensamento Negro, Tradições Religiosas de Base Africana como Filosofias de Libertação, Literaturas Afro-Americanas como Discursos Descoloniais, Expressões Culturais Negras (Arte-Literatura, Música, Dança) como Práticas de Resistência.
Movimentos sociais afro-latino-americanosAções coletivas, repertórios de ação, culturas políticas, formas de organização, redes de movimentos, relações com os Estados e instituições transnacionais. Resistência e resiliência. Subjetividades políticas.
Feminismos negros e interseccionalidadeCartografias dos feminismos negros, lutas de gênero e sexualidade no campo político afrodescendente. Interseccionalidade, metodologia e política. Desigualdades interligadas.
Estados Raciais e Políticas Étnico-RaciaisCrise global, divisão étnico-racial do trabalho e reconfigurações do racismo; Nova direita e neorracismos; Políticas de equidade racial e seus impactos políticos e sociais; Afroreparações, projetos históricos e horizontes para o futuro.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1-2 Agrupar os participantes em equipes interdisciplinares locais por país e sub-região para apresentar projetos de pesquisa que incorporem diversas perspectivas político-epistêmicas e diálogos conceituais e políticos. Fortalecer a coordenação com os países vizinhos em três regiões de atuação: Caribe, região andina e Cone Sul.
1 a 3 reuniões virtuais das equipes formadas por país e sub-região, para sua formação inicial, planejamento e execução de projetos conjuntos. Um coordenador será selecionado em cada país e em cada sub-região.
Cooperação com a Casa de las Américas e seu Programa de Estudos sobre Afro-América no Workshop Internacional "Diversidade Afro-Americana: Estratégias Educacionais, Culturais e Comunicacionais". 15 a 19 de junho de 2020.
Organizar o Primeiro Seminário Internacional sobre Políticas Públicas e Comunidades Afrodescendentes. Criar um espaço de debate entre diversos atores: acadêmicos, ativistas da sociedade civil e funcionários públicos sobre o tema. Buenos Aires, Argentina. Segundo semestre de 2020.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Consolidação do intercâmbio com a Articulação Regional de Afrodescendentes das Américas e do Caribe, como plataforma que expressa a diversidade de organizações e movimentos sociais do continente.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Colóquio Internacional Afro-Americano de 2020, organizado pelo Seminário Permanente sobre Afro-Indo-América da UNAM e pelo Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe (CIALC). Cidade do México, México. Patrocinador e colaborador do evento como grupo de trabalho.
Participação no Congresso Anual da Associação Internacional de Estudos Latino-Americanos –LASA– em 2020
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2-2 Convidar novos pesquisadores para atuarem como assistentes nos diferentes projetos de pesquisa e incentivar sua incorporação aos temas com participação ativa em cada uma das propostas temáticas.
Primeiro Seminário Internacional sobre Feminismos Negros e Movimentos Sociais Afro-Latino-Americanos. Primeiro semestre de 2021. Coordenado pelo grupo de trabalho, FLACSO, GLEFAS e os Programas de Gênero da Universidade INTEC. Santo Domingo, República Dominicana.
Primeiro Seminário Internacional sobre Afrodescendentes, Descolonização e Reparações, em conjunto com o Instituto Nacional de Descolonização da Venezuela e a Fundação Afro-América. Caracas, Venezuela. Segundo semestre de 2021. Organizado em conjunto com o Capítulo Venezuela da Araac.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Publicação na revista Estudios Culturales, Universidade de Carabobo, Venezuela, pertencente ao Doutorado em Ciências Sociais, menção Estudos Culturais, primeiro semestre (janeiro-junho) de 2021. Artigos sobre os diversos temas trabalhados no grupo.
Publicação de um livro sobre Afroepistemologia. Segundo semestre de 2021. Artigo de participantes do grupo de trabalho e colaboradores convidados.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Consolidação do intercâmbio com a Articulação Regional de Afrodescendentes das Américas e do Caribe, como plataforma que expressa a diversidade de organizações e movimentos sociais do continente.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
II Colóquio Internacional de Estudos Afro-Americanos. Organizado pela Casa de las Américas e seu Programa de Estudos Afro-Americanos. Patrocinador e colaborador do evento como grupo de trabalho. Junho de 2021.
Participação no Congresso Anual da Associação Internacional de Estudos Latino-Americanos –LASA– em 2021
Submissão à Chamada de Propostas da Associação de Pesquisadores Negros do Brasil 2021
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
4- Publicar os resultados dos diferentes níveis de produção de conhecimento, disseminação de pesquisas, teses de pós-graduação concluídas ou avanços em artigos científicos de suas investigações de campo e confrontos conceituais.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Publicação de um livro de encerramento do plano intitulado Crise Civilizacional, Reconfigurações do Racismo, Movimentos Afro-Latinos. Segundo semestre de 2022.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Consolidação do intercâmbio com a Articulação Regional de Afrodescendentes das Américas e do Caribe, como plataforma que expressa a diversidade de organizações e movimentos sociais do continente.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Participação no Congresso Anual da Associação Internacional de Estudos Latino-Americanos –LASA– 2022
Submissão à Chamada de Propostas da Associação de Pesquisadores Negros do Brasil 2022
Consolidar uma rede de pesquisadores sobre questões afrodescendentes na região. Isso significa conectar um grupo significativo de intelectuais de diversas origens (acadêmicos, ativistas, diferentes gerações, diversidade sexual, perspectivas intelectuais) com produção intelectual para disseminar, discutir e consolidar.
Número total de pesquisadores admitidos: 44
O Centro de Estudos Latino-Americanos, Caribenhos e Latinos (CLACLS) da Universidade de Massachusetts, em Amherst, iniciou o processo de inclusão do CLACLS no CLACSO.
Estados Unidos
Processo das Comunidades Negras na Colômbia (PCN)
Colômbia
Universidade da República
Uruguai
Rede de Mulheres Negras, Caribenhas e da Diáspora
Bolívia
Diáspora Africana da Argentina
Argentina
Corporación Pinones se Integra-COPI
Porto Rico
Universidade de Porto Rico em Cayey
Porto Rico
Departamento de Estudos Culturais. Universidade Javeriana. Bogotá
Colômbia
Centro de Estudos Interdisciplinares Jurídicos e Sociais
Faculdade de Direito e Ciências Sociais
Universidade ICESI
Colômbia
Procuradoria Nacional da Colômbia
Colômbia
Casa da África e Universidade do Oriente, Santiago de Cuba
Cuba
Rede de Bairros Afrodescendentes de Cuba
Cuba
República do Uruguai
Uruguai
Mestrado em Gestão e Administração Cultural
Programa de Estudos Interdisciplinares, Faculdade de Ciências Humanas, Campus de Río Piedras
Universidade de Porto Rico
Porto Rico
Biblioteca Nacional José Martí
Cuba
Doutorado em Ciências Sociais com especialização em Estudos Culturais
Faculdade de Ciências da Saúde
Universidade de Carabobo
Venezuela
Instituto de Filosofia
Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente
Cuba
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana
-Faculdade de Filosofia e História.
-Universidade de Havana
Cuba
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Centro de Estudos Interdisciplinares Jurídicos e Sociais
Faculdade de Direito e Ciências Sociais
Universidade ICESI
Colômbia
Centro de Pesquisa Social, Porto Rico
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Porto Rico
Porto Rico
Casa das Américas
Cuba
Fundação Cultural Caribe-Macondo
Colômbia
República do Uruguai
Uruguai
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade
Instituto de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Universidade Federal Fulminense
Brasil
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
Brasil
Universidade de Brasília
Brasil
Centro Cultural de Cooperação FLOREAL GORINI
Argentina
Associação de Estudos Americanos do Principado das Astúrias
Espanha
Centro de Estudos Interdisciplinares Jurídicos e Sociais
Faculdade de Direito e Ciências Sociais
Universidade ICESI
Colômbia
Centro de Estudos Interdisciplinares da Universidade de Porto Rico em Cayey,
Porto Rico
Universidade Estadual de Norfolk
Estados Unidos
Coletivo Cultural Aguasturbia do Movimento Social Afro-Colombiano
Colômbia
Instituto de Altos Estudos Nacionais
Universidade Estadual de Pós-Graduação
Equador
Universidade Central do Equador
Equador
Centro de Conhecimento Africano, Americano e Caribenho
Venezuela
Fundação Afro-americana
Venezuela
Universidade do Texas em Austin
Estados Unidos
Casa das Américas
Cuba
Ministério das Relações Exteriores e da Mobilidade Humana
Equador
Universidade de Massachusetts em Amherst - Centro de Estudos Latino-Americanos, Caribenhos e Latinx
Estados Unidos
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