Área temática: Política, subjetividades e cidadanias

Grupo de trabalhoCidadania, organizações de base e representação política.

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Cidadania, organizações de base e representação política
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Fernando Mayorga
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Nos últimos anos, a democracia tem vivenciado um novo ciclo político, cujos sinais são complexos e seu curso incerto. Além das mudanças no mapa político da América Latina, intensificou-se a desconexão entre política e sociedade, e ocorreu uma reconfiguração geopolítica com consequências para a dinâmica política da região. Entre esses sinais, destacam-se as transformações no vínculo representativo e, consequentemente, no papel dos partidos e líderes políticos; na ação coletiva, com a incursão política de setores da classe média e a presença de grupos religiosos evangélicos; e, finalmente, nos padrões de engajamento cívico, que trazem à tona demandas por igualdade e reconhecimento da diversidade, onde o movimento feminista se destaca particularmente.

O mapa político mudou claramente, assim como as interpretações dessa mudança. Há um consenso quanto ao esgotamento do ciclo político que remonta à "guinada à esquerda" iniciada no começo do século, pois, do grupo de governos rotulados como "progressistas" e/ou "populistas", restam apenas Uruguai, Bolívia e Venezuela. Os dois primeiros países realizaram eleições em outubro de 2019, e a continuidade da Frente Ampla e do Movimento para o Socialismo (MAS) no poder é incerta. Na Venezuela, a crise política encontra-se em um impasse catastrófico, pois nenhum dos lados tem chances de vitória, e as perspectivas de um acordo são muito remotas. Além disso, a força da divisão entre democracia e autoritarismo exige uma reconsideração da noção de "progressismo" no caso do governo de Nicolás Maduro. As eleições argentinas, também em outubro, determinarão se o kirchnerismo retorna — uma possibilidade impensável há quatro anos — ou se Mauricio Macri permanece no poder. A vitória de Macri em 2015 marca o início do que alguns analistas chamam de "guinada à direita", expressa mais claramente na vitória de Jair Bolsonaro no Brasil, que, em contraponto ao caso venezuelano, é mais uma manifestação do ressurgimento da dicotomia democracia/autoritarismo. O Chile, com Sebastián Piñera, e a Colômbia, com Iván Duque, também vivenciam essa "guinada". Em contraste, os casos do Equador e do Peru apresentam características únicas. No Equador, a renúncia de Kuczynski e sua substituição pelo vice-presidente diluíram a filiação ideológica do governo peruano; no Peru, a tentativa de manter o movimento "Correismo" resultou na rejeição, pelo governo de Lenin Moreno, do projeto da Alianza País, e a filiação de Moreno também é questionável.

Se somarmos a isso a retumbante vitória de Andrés Manuel López Obrador no México, à frente do MORENA em 2018, e a possibilidade de vitória da chapa Alberto Fernández e Cristina Fernández na Argentina em outubro próximo — algo também provável para Daniel Martínez no Uruguai e Evo Morales na Bolívia —, o panorama torna-se mais complexo. A isso deve-se acrescentar o fator geopolítico, pois, desde a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos, a relação entre o governo estadunidense e a América Latina mudou, não apenas promovendo forças conservadoras na região, mas também influenciando diretamente processos políticos, por exemplo, na Venezuela, ou apoiando iniciativas como o Grupo de Lima, que se opõem às anteriormente promovidas por governos "progressistas", como a UNASUL. Essa mudança exige atenção à política interna dos EUA para avaliar sua influência na região.

Este conjunto de situações nacionais coloca a questão da democracia no centro do debate, evidenciando a diversidade de concepções sobre o seu significado e as tensões ou descompassos entre o social e o institucional, entre a igualdade e a liberdade. As conquistas socioeconómicas dos governos “progressistas” foram ofuscadas pelas críticas às deficiências institucionais e à fragilidade do Estado de direito; inversamente, as ações dos governos “de direita” são questionadas pelas suas medidas de ajustamento económico que prejudicam os setores populares e beneficiam os interesses empresariais.

As limitações da política institucional no processamento de demandas sociais e disputas políticas são evidentes, não apenas porque a capacidade dos partidos e atores políticos está em questão, mas também devido às transformações na esfera pública, onde se destaca o papel das redes sociais digitais. Em diversos casos, essas redes influenciaram os processos eleitorais, problematizando ainda mais a lógica da representação política. Além disso, essa influência é acompanhada por um retorno da ideologia à disputa eleitoral, mas em seu aspecto negativo — ou seja, não como interpelação política, mas como manipulação — por meio de notícias falsas e do uso de algoritmos para definir perfis de eleitores e influenciar suas preferências eleitorais através de mensagens personalizadas.

Durante uma década, o Grupo de Trabalho sobre “Cidadania, organizações populares e representação política” tem refletido sobre essas questões a partir de uma reflexão geral sobre as mutações na democracia contemporânea, privilegiando os processos eleitorais e com base em eixos temáticos que permitem uma visão comparativa da política na região.

A política latino-americana apresenta constantemente novas características ligadas a transformações sociais, econômicas e culturais que se manifestam em eventos eleitorais e seus efeitos políticos e institucionais. O enfraquecimento de governos progressistas ou de esquerda e de forças políticas que defendem posições contrárias ao neoliberalismo e promovem um modelo centrado no Estado é uma dessas manifestações. O retorno e/ou a proeminência de partidos políticos tradicionais, com um discurso contrário à reforma do Estado e ao populismo, demonstra a diversidade de abordagens quanto ao alcance das reformas políticas e econômicas. No entanto, é crucial evitar a dicotomia entre estatismo e neoliberalismo, e também é necessário superar a aparente contradição entre populismo e social-democracia para compreender as características do processo político na região. A democracia está em constante transformação, afetando os padrões de representação política e as modalidades de participação cidadã. Isso se agrava com um previsível aumento dos conflitos sociais e a crescente influência da esfera pública, especialmente das redes sociais digitais. Em conexão com a transformação da esfera pública, novas formas de engajamento cívico estão emergindo, caracterizadas por ações coletivas que vão além da participação eleitoral na formação dos poderes públicos. Contudo, em algumas circunstâncias, essas ações são canalizadas institucionalmente devido à incorporação de instituições de democracia direta e participativa em diversos países e à lógica plebiscitária que caracteriza as consultas populares. Em outras palavras, a eficácia do voto cidadão é maior, mas a democracia não se limita à votação, pois há um rigoroso escrutínio do desempenho governamental, que por vezes se manifesta por meio de protestos sociais ou sanções eleitorais, refletindo as tensões entre a legitimidade da origem do mandato, baseada nas urnas, e a legitimidade dos governantes segundo a avaliação de seu desempenho, visto que estão sob constante escrutínio da cidadania. A existência de uma espécie de ação cidadã contingente subjaz aos protestos e conflitos, mas assume a forma de um movimento cidadão quando entram em jogo demandas ou reivindicações por maior segurança, emprego de qualidade, proteção ambiental e respeito aos direitos humanos. Essas questões ganham maior importância devido às mudanças políticas que se tornaram evidentes desde 2015, com um afastamento das orientações políticas que prevaleceram desde o início do século XXI, inaugurando uma fase de incerteza política na região.

 

Cheresky, Isidoro. 2015. A nova face da democracia. Buenos Aires: FCE.
De la Torre, Carlos, 2015. De Velasco a Correa. Insurreições, populismos e eleições no Equador, Quito: UASB.
Garretón Manuel Antonio. 2012. Neoliberalismo corrigido e progressismo limitado. Santiago do Chile: Arcis/Clacso.
Gentili, Pablo e Nicolás Trotta, 2016, compiladores, América Latina: Democracia na Encruzilhada, Buenos Aires: CLACSO, Editorial Octubre, UMET, Editorial La Página.
PNUD. 2014. Cidadania Política. Voz e Participação Cidadã na América Latina, 2014. Buenos Aires: Siglo XXI editores.
Gómez Tagle Silvia (editora). 2015. Alternativas para a Democracia na América Latina, México: Colégio de México e Instituto Nacional Eleitoral
Mayorga, Fernando (compilador). 2016. Eleições e legitimidade democrática na América Latina, La Paz: Plural editores/ CLACSO.
Quiroga, Hugo, 2017, Decisionismo Democrático, Buenos Aires: Edhasa.
Diversos autores, 2018, América Latina: Respostas populares à crise, Revista Nueva Sociedad, número 273, janeiro-fevereiro
Diversos autores, 2018, América Latina: transições turbulentas, Revista Nueva Sociedad, número 275, maio-junho
Vommaro, Gabriel, 2017, A Longa Marcha de Cambiemos. A Construção Silenciosa de um Projeto de Energia, Buenos Aires: Siglo XXI.

3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

Nos últimos anos, a democracia tem vivenciado um novo ciclo político, cujos sinais são complexos e seu curso incerto. Além das mudanças no mapa político da América Latina, intensificou-se a desconexão entre política e sociedade, e ocorreu uma reconfiguração geopolítica com consequências para a dinâmica política da região. Entre esses sinais, destacam-se as transformações no vínculo representativo e, consequentemente, no papel dos partidos e líderes políticos; na ação coletiva, com a incursão política de setores da classe média e a presença de grupos religiosos evangélicos; e, finalmente, nos padrões de engajamento cívico, que trazem à tona demandas por igualdade e reconhecimento da diversidade, onde o movimento feminista se destaca particularmente.

O mapa político mudou claramente, assim como as interpretações dessa mudança. Há um consenso quanto ao esgotamento do ciclo político que remonta à "guinada à esquerda" iniciada no começo do século, pois, do grupo de governos rotulados como "progressistas" e/ou "populistas", restam apenas Uruguai, Bolívia e Venezuela. Os dois primeiros países realizaram eleições em outubro de 2019, e a continuidade da Frente Ampla e do Movimento para o Socialismo (MAS) no poder é incerta. Na Venezuela, a crise política encontra-se em um impasse catastrófico, pois nenhum dos lados tem chances de vitória, e as perspectivas de um acordo são muito remotas. Além disso, a força da divisão entre democracia e autoritarismo exige uma reconsideração da noção de "progressismo" no caso do governo de Nicolás Maduro. As eleições argentinas, também em outubro, determinarão se o kirchnerismo retorna — uma possibilidade impensável há quatro anos — ou se Mauricio Macri permanece no poder. A vitória de Macri em 2015 marca o início do que alguns analistas chamam de "guinada à direita", expressa mais claramente na vitória de Jair Bolsonaro no Brasil, que, em contraponto ao caso venezuelano, é mais uma manifestação do ressurgimento da dicotomia democracia/autoritarismo. O Chile, com Sebastián Piñera, e a Colômbia, com Iván Duque, também vivenciam essa "guinada". Em contraste, os casos do Equador e do Peru apresentam características únicas. No Equador, a renúncia de Kuczynski e sua substituição pelo vice-presidente diluíram a filiação ideológica do governo peruano; no Peru, a tentativa de manter o movimento "Correismo" resultou na rejeição, pelo governo de Lenin Moreno, do projeto da Alianza País, e a filiação de Moreno também é questionável.

Se somarmos a isso a retumbante vitória de Andrés Manuel López Obrador no México, à frente do MORENA em 2018, e a possibilidade de vitória da chapa Alberto Fernández e Cristina Fernández na Argentina em outubro próximo — algo também provável para Daniel Martínez no Uruguai e Evo Morales na Bolívia —, o panorama torna-se mais complexo. A isso deve-se acrescentar o fator geopolítico, pois, desde a vitória de Donald Trump nos Estados Unidos, a relação entre o governo estadunidense e a América Latina mudou, não apenas promovendo forças conservadoras na região, mas também influenciando diretamente processos políticos, por exemplo, na Venezuela, ou apoiando iniciativas como o Grupo de Lima, que se opõem às anteriormente promovidas por governos "progressistas", como a UNASUL. Essa mudança exige atenção à política interna dos EUA para avaliar sua influência na região.

Este conjunto de situações nacionais coloca a questão da democracia no centro do debate, evidenciando a diversidade de concepções sobre o seu significado e as tensões ou descompassos entre o social e o institucional, entre a igualdade e a liberdade. As conquistas socioeconómicas dos governos “progressistas” foram ofuscadas pelas críticas às deficiências institucionais e à fragilidade do Estado de direito; inversamente, as ações dos governos “de direita” são questionadas pelas suas medidas de ajustamento económico que prejudicam os setores populares e beneficiam os interesses empresariais.

As limitações da política institucional no processamento de demandas sociais e disputas políticas são evidentes, não apenas porque a capacidade dos partidos e atores políticos está em questão, mas também devido às transformações na esfera pública, onde se destaca o papel das redes sociais digitais. Em diversos casos, essas redes influenciaram os processos eleitorais, problematizando ainda mais a lógica da representação política. Além disso, essa influência é acompanhada por um retorno da ideologia à disputa eleitoral, mas em seu aspecto negativo — ou seja, não como interpelação política, mas como manipulação — por meio de notícias falsas e do uso de algoritmos para definir perfis de eleitores e influenciar suas preferências eleitorais através de mensagens personalizadas.

Durante uma década, o Grupo de Trabalho sobre “Cidadania, organizações populares e representação política” tem refletido sobre essas questões a partir de uma reflexão geral sobre as mutações na democracia contemporânea, privilegiando os processos eleitorais e com base em eixos temáticos que permitem uma visão comparativa da política na região.

A política latino-americana apresenta constantemente novas características ligadas a transformações sociais, econômicas e culturais que se manifestam em eventos eleitorais e seus efeitos políticos e institucionais. O enfraquecimento de governos progressistas ou de esquerda e de forças políticas que defendem posições contrárias ao neoliberalismo e promovem um modelo centrado no Estado é uma dessas manifestações. O retorno e/ou a proeminência de partidos políticos tradicionais, com um discurso contrário à reforma do Estado e ao populismo, demonstra a diversidade de abordagens quanto ao alcance das reformas políticas e econômicas. No entanto, é crucial evitar a dicotomia entre estatismo e neoliberalismo, e também é necessário superar a aparente contradição entre populismo e social-democracia para compreender as características do processo político na região. A democracia está em constante transformação, afetando os padrões de representação política e as modalidades de participação cidadã. Isso se agrava com um previsível aumento dos conflitos sociais e a crescente influência da esfera pública, especialmente das redes sociais digitais. Em conexão com a transformação da esfera pública, novas formas de engajamento cívico estão emergindo, caracterizadas por ações coletivas que vão além da participação eleitoral na formação dos poderes públicos. Contudo, em algumas circunstâncias, essas ações são canalizadas institucionalmente devido à incorporação de instituições de democracia direta e participativa em diversos países e à lógica plebiscitária que caracteriza as consultas populares. Em outras palavras, a eficácia do voto cidadão é maior, mas a democracia não se limita à votação, pois há um rigoroso escrutínio do desempenho governamental, que por vezes se manifesta por meio de protestos sociais ou sanções eleitorais, refletindo as tensões entre a legitimidade da origem do mandato, baseada nas urnas, e a legitimidade dos governantes segundo a avaliação de seu desempenho, visto que estão sob constante escrutínio da cidadania. A existência de uma espécie de ação cidadã contingente subjaz aos protestos e conflitos, mas assume a forma de um movimento cidadão quando entram em jogo demandas ou reivindicações por maior segurança, emprego de qualidade, proteção ambiental e respeito aos direitos humanos. Essas questões ganham maior importância devido às mudanças políticas que se tornaram evidentes desde 2015, com um afastamento das orientações políticas que prevaleceram desde o início do século XXI, inaugurando uma fase de incerteza política na região.

Casullo, Esperanza, 2019, Por que o populismo funciona?, Buenos Aires: Siglo XXI.
Cavarozzi, Marcelo, 2014, “A construção política das sociedades latino-americanas e seu calcanhar de Aquiles: o regime político” Cuadernos del CIESAL Nº 13 (dezembro de 2014), Universidade Nacional de Rosário, Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais.

De la Torre, Carlos, 2015. De Velasco a Correa. Insurreições, populismos e eleições no Equador, Quito: UASB.
Garretón Manuel Antonio. 2012. Neoliberalismo corrigido e progressismo limitado. Santiago do Chile: Arcis/Clacso.
PNUD. 2014. Cidadania Política. Voz e Participação Cidadã na América Latina, 2014. Buenos Aires: Siglo XXI editores.
Gómez Tagle Silvia (editora). 2015. Alternativas para a Democracia na América Latina, México: Colégio de México e Instituto Nacional Eleitoral
Mayorga, Fernando, 2016, “Democracia na América Latina: mudanças e persistências”, in Dossiê Democracia na América Latina. Revista USP. Superintendência de Comunicação Social da Universidade de São Paulo, número 109, abril/maio/junho, São Paulo.
Plot, Martín, 2008, A Carne do Social. Um Ensaio sobre a Forma Democrático-Política, Buenos Aires: Prometeo,
Rosanvallon, Pierre. 2010. Legitimidade Democrática: Imparcialidade, Reflexividade e Proximidade. Buenos Aires: Manantial.
Santos, Boaventura de Sousa. 2015. Revoltas e Indignação e Outras Conversas, La Paz: Estigma
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Desenvolver ensaios sobre eixos temáticos e estudos sobre processos eleitorais na América Latina e nos Estados Unidos para avaliar as transformações na democracia. Enriquecer o debate teórico e metodológico sobre participação cidadã, representação política e populismo.
Troca de resultados de pesquisa em reuniões de grupo e grupos de trabalho em conferências e seminários.
Organização de um seminário internacional sobre: ​​“Mudanças e mutações políticas na democracia”, segunda quinzena de fevereiro de 2020 em Cochabamba, Bolívia.
Realização da primeira reunião geral do Grupo de Trabalho.
Participação em painéis temáticos no Congresso da LASA, maio de 2020.
Preparando um livro.
Dez ensaios elaborados, apresentados e debatidos no seminário internacional e em congressos (por exemplo, LASA).
Livro sobre “Mudanças e mutações políticas na democracia”, que reúne ensaios sobre processos eleitorais e eixos temáticos (outubro de 2020).
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgar os resultados da pesquisa em universidades públicas e meios de comunicação.
Incorporar jovens pesquisadores nas atividades do GT.
Participe de seminários, workshops, painéis e programas de televisão.
Divulgar materiais dos membros da GT e informações sobre suas atividades por meio das redes sociais.
Organização de conferências em centros universitários (por exemplo, programas de mestrado e doutorado em Cochabamba) e participação em entrevistas com a mídia.
Projeto de uma página de fãs criado por um jovem pesquisador.
Crie contas GT no Facebook e no Twitter.
Cinco palestras na universidade pública.
Uma página de fãs e contas no Facebook e no Twitter.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover o debate sobre a democracia na América Latina com atores sociais e políticos. Divulgar os resultados dos estudos para órgãos governamentais envolvidos em pesquisa.
Realização de uma série de palestras para atores sociais e políticos. Apresentação do livro em um painel de discussão. Distribuição eletrônica do livro nas redes sociais.
Duas conferências para líderes sindicais, jornalistas e representantes políticos.

Um debate na universidade pública com a presença de organizações da sociedade civil.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Troca de ideias com colegas da Universidade de Orea, Romênia, no âmbito de um projeto Erasmus.
Conversa sobre democracia entre pesquisadores romenos e membros do GT na universidade pública de Cochabamba.
Memórias da discussão
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Divulgar os resultados da pesquisa em universidades públicas e meios de comunicação.
Participe de seminários, workshops, painéis e programas de televisão.
Divulgar materiais dos membros da GT e informações sobre suas atividades por meio das redes sociais.
Organização de um seminário internacional sobre: ​​“Rupturas e continuidades na representação política e na participação social”, segunda quinzena de agosto de 2021 em Buenos Aires, Argentina.
Segunda reunião geral do Grupo de Trabalho.
Participação em grupos de trabalho temáticos no Congresso da ALACIP 2021.
Dez ensaios elaborados, apresentados e debatidos em congressos (por exemplo, ALACIP) e seminários internacionais.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgar os resultados da pesquisa em universidades públicas e organizações da sociedade civil.
Divulgar a pesquisa por meio de mesas-redondas, seminários e programas de televisão.
Divulgar materiais e informações sobre as atividades da GT por meio de uma página de fãs nas redes sociais.
Organização de palestras públicas em centros universitários e entrevistas na mídia.
Divulgação da produção intelectual dos membros e das atividades do GT em uma página de fãs e nas contas do GT no Facebook e no Twitter.
Apresentação do livro “Mudanças e mutações políticas na democracia” em centros universitários de diversas cidades, em meios de comunicação e organizações da sociedade civil.


O livro foi distribuído em uma página de fãs e nas contas do Facebook e do Twitter.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover o debate sobre a democracia na América Latina com atores sociais e políticos.
Divulgar os resultados dos estudos às agências governamentais ligadas à pesquisa.
Uma série de palestras foi realizada para atores sociais e políticos. O livro “Mudanças e Mutações Políticas na Democracia” foi apresentado em debates com líderes de organizações sociais e funcionários do governo. Posteriormente, o livro foi distribuído eletronicamente nas redes sociais.
Cinco conferências para líderes sindicais, jornalistas e representantes políticos.

Um debate na universidade pública com a presença de organizações da sociedade civil.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Estabelecer ligações entre a GT e fundações e entidades de cooperação internacional para patrocinar seminários e publicações internacionais.
Estabelecer contatos para vincular o trabalho do Grupo de Trabalho aos objetivos da OXFAM Internacional (Bolívia).
Acordo com a OXFAM Internacional
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Refletir sobre as mudanças na democracia por meio da análise dos processos eleitorais na América Latina e nos Estados Unidos. Discutir áreas temáticas relacionadas à democracia. Contribuir para o debate sobre participação cidadã, representação política e populismo.
Troca de resultados de pesquisa em reuniões de grupo e grupos de trabalho em conferências e seminários.
Participação em painéis temáticos em congressos e seminários internacionais.
Elaboração de ensaios sobre eixos temáticos e estudos sobre processos eleitorais.
Dez ensaios escritos, apresentados, debatidos e exibidos em conferências e seminários internacionais.
Um livro sobre “Rupturas e continuidades na representação política e na participação social”, que reúne ensaios sobre processos eleitorais e eixos temáticos.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Discuta estudos e ensaios em ambientes acadêmicos e na mídia para obter feedback. Inclua jovens pesquisadores como assistentes em atividades em grupo.
Divulgar os resultados da pesquisa em ambientes acadêmicos, particularmente em universidades públicas e organizações da sociedade civil.
Participe de seminários, workshops, painéis e programas de televisão.
Divulgar materiais e informações sobre as atividades através das redes sociais.
Organizar meia dúzia de palestras públicas em centros universitários e entrevistas com a mídia.
Divulgar a pesquisa por meio de mesas-redondas, seminários e programas de televisão.
Crie uma página de fãs gerenciada por um jovem pesquisador e divulgue a produção intelectual e as atividades da GT nas redes sociais.
Incorporação de jovens pesquisadores no processo de pesquisa.

Organizar palestras públicas em centros universitários e entrevistas na mídia.
Divulgar a produção intelectual dos membros e as atividades do GT em uma página de fãs e nas contas do GT no Facebook e no Twitter.
Cinco conferências para líderes sindicais e políticos em Buenos Aires.

Apresentação do livro “Rupturas e continuidades na representação política e na participação social” em centros universitários de diversas cidades, veículos de comunicação e organizações da sociedade civil.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover o debate sobre a democracia na América Latina com atores sociais e políticos. Divulgar os resultados dos estudos para órgãos governamentais envolvidos em pesquisa.
Realização de uma série de palestras para atores sociais e políticos. Apresentação do livro em debates com líderes de organizações sociais e autoridades governamentais. Distribuição eletrônica do livro nas redes sociais.
Cinco conferências para líderes sindicais, jornalistas e representantes políticos.

Um debate na universidade pública com a presença de organizações da sociedade civil.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
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5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 16
Manuel Antonio Garretón
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Ernesto Nieto
Instituto de Ciências Políticas
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Fernando Mayorga [Coordenador]
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Rocío Annunziata
Escola de Política e Governo
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Yuri Torrez
Escola Plurinacional de Gestão Pública
Bolívia
Trama de Martin
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Emmanuelle Barozet
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Silvia Gómez Tagle
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Clayton M. Cunha Filho
Laboratório de Estudos sobre Violência
Programa de Pós-Graduação em Sociologia. Departamento de Ciências Sociais. Centro de Humanidades.
Universidade Federal do Ceará
Brasil
Pablo Seman
Escola de Política e Governo
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Claudio Goncalves Couto
Departamento de Gestão Pública, Fundação Getúlio Vargas
Brasil
Claudio Fuentes
Faculdade de Ciências Políticas, Universidade Diego Portales
Chile
Anna Gretel Thomasz
Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade de Buenos Aires.
Argentina
Sérgio Villena
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Gerardo Caetano
Instituto de Ciências Políticas
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Marcelo Cavarozzi
Escola de Política e Governo
Universidade Nacional de San Martin
Argentina




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