Área temática: Economia e Políticas de Desenvolvimento
Grupo de trabalhoFronteiras, regionalização e globalização
[+ Ver produções e conteúdo]Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Em abril de 2016, o projeto coletivo “Espaços Globais para a Expansão do Capital Transnacional no Continente Americano”, composto por pesquisadores acadêmicos de diversas instituições e membros de organizações sociais de vários países da América Latina, bem como dos Estados Unidos e da União Europeia, que vinha desenvolvendo pesquisas sobre integração regional, fronteiras e globalização no continente americano desde a década de 1980, e com maior ênfase a partir da década de 1990, decidiu participar da VIII Chamada do Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) para a apresentação de propostas com o objetivo de criar um Grupo de Trabalho para o período 2016-2019.
Ao longo de três anos de trabalho, as dimensões do Grupo de Trabalho CLACSO "Fronteiras, Regionalização e Globalização" (atualmente com mais de 200 membros, contra 130 no início) e sua presença em 17 países (5 deles europeus) e americanos, permitiram que, apesar das dificuldades, fossem estabelecidos mecanismos de trabalho coletivo fluido, conseguindo manter e desenvolver a perspectiva teórico-metodológica do projeto coletivo, disseminando os resultados das análises e discussões coletivas entre a maioria dos membros do GT, debatendo respeitosamente com outros que possuem perspectivas teórico-metodológicas diferentes.
Os mecanismos de trabalho mais eficazes têm sido as Oficinas de Análise e Discussão, tanto teórico-metodológicas quanto focadas em eventos atuais, realizadas com organizações e movimentos sociais. Outra abordagem bem-sucedida é a participação de membros do Grupo de Trabalho em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais, culminando em sessões plenárias finais para discussão e construção de consenso. Considerando os desafios que nosso continente enfrenta, as orientações do Grupo de Trabalho e seu objetivo de engajamento com movimentos sociais, foram assinadas Cartas de Intenção entre o Grupo de Trabalho e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de questões que impactam seus territórios, recursos comuns, vida comunitária e organização. Alguns membros do nosso Grupo de Trabalho também são membros de organizações sociais, o que facilita a colaboração entre ambas as partes. A maioria dos membros do nosso Grupo de Trabalho são acadêmicos críticos comprometidos com problemas sociais e não possuem apoio institucional; portanto, nossas atividades de pesquisa, principalmente aquelas que desenvolvemos com organizações sociais, são realizadas com recursos próprios dos pesquisadores e, às vezes, com o apoio das organizações e comunidades com as quais nos integramos e colaboramos. Também frutificaram iniciativas para a mobilidade e o intercâmbio de pesquisadores e pós-doutorandos, como as entre Brasil e México ou entre Brasil e Colômbia com Argentina, e a formação de equipes de pesquisa sobre temas e/ou regiões específicas, bem como redes temáticas interconectadas por meio de diversas formas e temas transversais, algumas das quais presentes desde os primeiros congressos internacionais sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização nas Américas, na década de 1990. O congresso, que realizará sua décima sétima edição em outubro de 2019 em Foz do Iguaçu, organizado localmente pela Universidade Federal de Integração Latino-Americana (UNILA), abordou os seguintes temas: 1. Acordos de livre comércio, planos geoestratégicos e megaprojetos; 2. Processos de integração regional diante da crise global; 3. Movimentos sociais e experiências organizacionais; 4. Migração, deslocamento forçado e desapropriação; 5. Fronteiras versus integração regional; e 6. Interculturalidade e subjetividades transfronteiriças.
O principal objetivo do GT é analisar como as regiões da fronteira Estados Unidos-México; do Projeto de Desenvolvimento e Integração da Mesoamérica (Projeto Mesoamérica); da Amazônia; e da região Andino-Patagônica Meridional, assim como outros espaços, estão sendo produzidos como novos Espaços Globais para a expansão do capital, em sua fase de acumulação transnacional, a partir da reestruturação capitalista ocorrida durante as décadas de 1970 e 1980, subordinando ou submetendo à supremacia territorial de entidades transnacionais as fronteiras e soberanias territoriais dos Estados-nação integrados a essa expansão. Da mesma forma, busca analisar como, diante dessas instâncias e do capital transnacional, que tentam impor sua hegemonia ou dominação, emergem o protesto social e a mobilização de povos e comunidades, que, como formas de luta, antagonizam e resistem a projetos de grande escala que impactam suas terras e territórios de diversas maneiras, incorporando estratégias de escalada territorial e inserção em redes globais de resistência e movimentos alternativos.
Os seguintes objetivos específicos são propostos:
a) Analise como os Espaços Globais mencionados no objetivo geral, as fronteiras dos Estados Unidos-México; México-Guatemala; o Trifão (Guatemala-Honduras-El Salvador); Nicarágua-Costa Rica; Colômbia-Venezuela; Brasil-Guiana Francesa; a Tríplice Fronteira do Iguaçu (Brasil-Paraguai-Argentina); Argentina-Chile, estão sendo reconfigurados sob a perspectiva neoliberal globalizante, por meio de mecanismos da hegemonia-subordinação/dominação-coerção binômia, como ocorre com os acordos de livre comércio, a cooperação transfronteiriça, bem como a securitização e a militarização que eles exigem para seu desenvolvimento e proteção.
b) Investigar como, nesses Espaços Globais, particularmente nas fronteiras, os processos de integração regional, os planos geoestratégicos e os megaprojetos são implementados em benefício do capital transnacional e em detrimento das populações locais. Além disso, analisar como zonas específicas de intensa acumulação estão sendo formadas nesses espaços globais como resultado da escalada de capital, materializada em megaprojetos, e como esses projetos promovem e garantem condições para a crescente mercantilização da natureza.
c) Analisar os deslocamentos e migrações forçadas realizadas no âmbito de acordos e planos geoestratégicos e planos de segurança regional em áreas consideradas de maior importância para o desenvolvimento de megaprojetos, ou como consequência destes. O estudo examinará também como os mecanismos de desapropriação e capitalização de recursos naturais impactam a deterioração dos ecossistemas e ambientes locais, causando também migrações forçadas.
d) Como objetivo organizacional/metodológico, será promovido o fortalecimento das experiências desenvolvidas, em particular das redes temáticas e iniciativas transversais aos eixos e equipes que compõem a GT.
O desenvolvimento teórico e metodológico do projeto coletivo tem sido substancial, e grande parte dos objetivos estabelecidos na proposta original de 2016 foram alcançados. Esse progresso é evidenciado no seminário virtual de pós-graduação (2019) realizado por membros do nosso Grupo de Trabalho entre agosto e outubro, como parte dos seminários virtuais da CLACSO de 2019. Este seminário demonstrou como a reestruturação capitalista global das décadas de 1970 e 1980 implicou a reestruturação de muitas regiões do mundo para atender às necessidades de continuar e expandir a acumulação de capital transnacional. Para tanto, os agentes desse capital promoveram a criação de Espaços Globais para sua expansão mais intensiva pelo globo. O conceito de espaço global foi desenvolvido por William I. Robinson em sua perspectiva teórica sobre o capitalismo global, argumentando que, na fase atual do desenvolvimento capitalista, certas zonas estratégicas estão sendo subordinadas à supremacia territorial de entidades que estão formando um Estado transnacional incipiente, bem como uma classe capitalista transnacional. Esses são novos espaços produzidos por meio de políticas globais que orientam as decisões de investimento em atividades produtivas específicas e dinâmicas (indústrias aeroespacial, eletrônica, automotiva e de TI) ao longo da fronteira México-EUA, estendendo-se a complexos industriais e de processamento para exportação nas costas atlântica e pacífica da América Central e do Sul e do Caribe. A esses, somam-se corredores e infraestruturas de transporte, energia e telecomunicações que garantem tanto a circulação de bens e informações quanto o acesso a espaços para a apropriação/capitalização da natureza (energia, minerais, alimentos e mão de obra barata), bem como mecanismos de controle e militarização. Além disso, esses espaços dão origem ao desenvolvimento da resistência, à criminalização do protesto social e à repressão de povos e comunidades.
Esses espaços globais nas Américas abrangeriam a fronteira entre os Estados Unidos e o México, a área do Projeto Mesoamérica, a Amazônia e a região sul dos Andes-Patagônia. Discutimos a formação de outros espaços globais potenciais, particularmente a Grande Bacia do Caribe e a Bacia do Rio da Prata, bem como a história desses tipos de incorporações subordinadas em processos globais, presentes em alguns desses espaços desde o final do século XIX, como no caso da Patagônia Meridional e da Mesoamérica (Canal do Panamá). Atualmente, todos esses espaços são atravessados por planos geoestratégicos como a Iniciativa para a Integração de Infraestruturas Regionais na América do Sul (IIRSA), o Projeto Mesoamérica e a Amazônia. A exploração desses recursos energéticos, minerais e alimentares ocorre em Espaços Específicos de Intensa Acumulação (ZEIA), por meio da implementação de megaprojetos no âmbito de regimes extrativistas. Essa não é uma estratégia exclusiva de nenhum Estado; capitais norte-americanas, europeias, chinesas e de outros países também estão envolvidas. Dessa forma, os processos de expansão geográfica se expressam como um desenvolvimento geográfico desigual (Smith; Harvey) e dão origem a uma nova ecologia política.
Para analisar a emergência e o desenvolvimento dos Espaços Globais mencionados para a expansão do capital transnacional nas Américas, o Grupo de Trabalho CLACSO vem desenvolvendo um método para analisar o Projeto Coletivo homônimo a partir da perspectiva da crítica da economia política, do materialismo histórico e de seu método dialético, estabelecendo um quadro categórico e conceitual que se move do geral para o particular e do abstrato para o concreto. Assim, partimos da categoria de espaço e sua produção no capitalismo, conforme desenvolvida por Henri Lefebvre; prosseguimos com a análise da globalização da produção e dos circuitos financeiros a partir dos quais se realiza a expansão do capital transnacional (David Harvey) para a apropriação e capitalização da natureza (Jason Moore 2003) e sua configuração como Espaços Globais e Zonas Específicas de Intensa Acumulação (Juan Manuel Sandoval). Esse processo ocorre em paralelo à centralização do comando e controle da economia global no capital transnacional (William I. Robinson), e a concentração desse capital (para sua gestão, acumulação e valorização) requer outros espaços globais ou desnacionalizados — Cidades Globais (Saskia Sassen) ou zonas econômicas especiais. Damos continuidade à análise do desenvolvimento geográfico desigual (Neil Smith, David Harvey, Claudia Villegas) para mostrar como o capital transnacional se localiza e se expande dentro dos espaços globais, onde se materializa na forma de megaprojetos e planos geoestratégicos.
O quadro geral no qual essas questões conceituais se situam é a perspectiva teórica de William Robinson sobre o capitalismo global. Robinson (2013) aponta que a globalização, que iniciou uma nova e dramática expansão do capital no final do século XX — mais intensiva do que extensiva — e na qual as relações de troca capitalistas invadem e mercantilizam todas as esferas públicas e privadas que antes permaneciam fora de seu alcance, constitui um novo estágio na evolução do capitalismo. Este estágio é marcado por uma série de mudanças qualitativas no sistema capitalista e por novas articulações do poder social: 1) O surgimento de um capital verdadeiramente transnacional e de um novo sistema de produção e finanças globais; 2) O surgimento do Classe Capitalista Transnacional (CCT); 3) O surgimento de um Estado Transnacional (ETN); 4) Novas relações de desigualdade, dominação e exploração na sociedade global.
Na perspectiva do Grupo de Trabalho da CLACSO sobre "Fronteiras, Regionalização e Globalização", a realidade socioeconômica e política da América Latina e do Caribe não pode ser vista separadamente da realidade da América do Norte. Portanto, focamos na análise de como o capital transnacional busca se expandir por todo o continente e em nível global. Para alcançar esse objetivo, busca subordinar os espaços nacionais aos transnacionais por meio de Espaços Globais criados em diversas regiões do hemisfério e promove políticas consensuais e coercitivas que garantam a expansão do capital. Assim, a "securitização" e a militarização, bem como a criminalização do protesto social, acompanham os acordos de livre comércio e outras estratégias (Projeto Mesoamérica, IIRSA, etc.) para assegurar essa expansão. A análise socioeconômica não deve ser separada da análise política, uma vez que as políticas neofascistas de Trump nos Estados Unidos e as de Bolsonaro no Brasil não são distintas, apesar dos milhares de quilômetros que separam os dois países. Enquanto isso, outras políticas reformistas, social-democratas ou abertamente neoliberais conduzem outros países pelo mesmo caminho. Robinson argumenta que é importante analisar a crise de legitimidade do Estado como pano de fundo para compreender a ascensão do trumpismo nos Estados Unidos e a guinada à extrema direita em todo o mundo. Além disso, é importante analisar a nova onda de penetração e expansão do capital transnacional na América Latina e as maneiras pelas quais essa expansão se entrelaça com a dinâmica política da região, incluindo o ressurgimento da direita.
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Harvey, David, 2001. Espaços do Capital. Rumo a uma Geografia Crítica. Routledge; Nova Iorque.
Moore, Jason W. 2003 “Natureza e a transição do feudalismo para o capitalismo”. Review 26(2), 97-172.
O'Connor, James 2001. Ensaios sobre o marxismo ecológico. Siglo XXI, México.
Robinson, William I., 2013. Uma Teoria do Capitalismo Global: Produção, Classe e o Estado em um Mundo Transnacional. Siglo XXI Editores, México.
Sandoval, Juan Manuel, 2018. “O Eixo Mineração-Energia do Istmo de Tehuantepec (México) como Zona Específica de Intensa Acumulação (ZEIA) no Espaço Global para a Expansão do Capital Transnacional na Área do Projeto de Desenvolvimento e Integração da Mesoamérica (Projeto Mesoamérica)”. Artigo apresentado no II Pré-Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização nas Américas. Campus da Universidade Nacional da Patagônia Austral, Río Gallegos, Argentina. 27 de novembro a 1 de dezembro.
Santos, Milton (1978) Por uma nova geografia. Hucitec, São Paulo.
Santos, Milton e Silveira, María Laura (2001) O Brasil. Território e sociedade no início do século XXI. Saraiva, São Paulo.
Sassen, Saskia, 2001 (Segunda Edição). A Cidade Global: Nova Iorque, Londres, Tóquio. Princeton University Press; Nova Jersey.
Sassen, Saskia, 2003. Os Espectros da Globalização. Fundo de Cultura Económica; México.
Smith, Neil, 2008 (Terceira Edição). Desenvolvimento Desigual. Natureza, Capital e a Produção do Espaço. The University of Georgia Press; Atenas e Londres.
Villegas Delgado, Claudia, 2018. “A produção do espaço e a teoria do capitalismo global: notas para uma discussão teórico-metodológica”. Conferência Inaugural, II Pré-Congresso Internacional sobre Integração Regional, Fronteiras e Globalização no Continente Americano, Campus da Universidade Nacional da Patagônia Austral, Río Gallegos, Argentina. 27 de novembro a 1 de dezembro.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
• Analisar o desenvolvimento de megaprojetos industriais produtivos e/ou extrativos localizados nas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) a partir da perspectiva teórica da expansão intensiva e extensiva do capital transnacional nos Espaços Globais de Expansão do Capital Transnacional (Fronteira México-Estados Unidos; Projeto Mesoamérica; Amazônia; e Região Andino-Patagônica Meridional).
• Analisar os deslocamentos, os processos organizacionais e as migrações forçadas realizadas no âmbito de acordos e planos estratégicos, bem como de planos de segurança regionais, nas áreas consideradas mais importantes para o desenvolvimento de megaprojetos ou como consequência deles.
• Analisar as causas e os efeitos do surgimento de movimentos sociais e comunitários para confrontar megaprojetos que afetam seus territórios, bem como as formas de luta que adotam para esse fim, e como incorporam estratégias de escalonamento territorial e se inserem em redes regionais ou globais de resistência e movimentos alternativos que surgem nesses contextos.
• Analisar os mecanismos de “securitização” e militarização que acompanham o desenvolvimento e a proteção dos Espaços Globais, bem como as políticas de controle/cooperação migratória, principalmente em regiões fronteiriças, e criminalizar o protesto social de comunidades e povos que lutam e resistem à imposição de planos geoestratégicos e megaprojetos que afetam seus territórios.
• Promover o estudo e a reflexão crítica sobre o conceito de fronteiras e analisar o problema das fronteiras nos Espaços Globais para a expansão do capital transnacional nas Américas.
• Promover a reflexão crítica coletiva, metodologias inter/transdisciplinares e o trabalho colaborativo sobre os temas a serem abordados; e capacitar recursos humanos nessa perspectiva. Além disso, apoiar, por meio do conhecimento produzido no processo de pesquisa e análise, as demandas e lutas de organizações e movimentos sociais; e, quando possível, apoiar políticas públicas que beneficiem a população.
• Aproximar os processos de pesquisa acadêmica dos processos de resistência na busca por alternativas e fortalecer o vínculo.
• Seminários temáticos relacionados ao projeto coletivo do Grupo de Trabalho CLACSO. E seminários presenciais nos quais membros do Grupo de Trabalho CLACSO participam com membros de Povos e Comunidades Tradicionais sobre “Projetos de Desenvolvimento”.
• Oficinas de análise e discussão e seminários virtuais na plataforma digital dos Grupos de Trabalho da CLACSO.
• Organização de eventos acadêmicos internacionais cujos eixos temáticos sejam os do projeto coletivo.
• Participação de membros da GT em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais.
• Intercâmbio acadêmico de estudantes de pós-graduação e pesquisadores membros da CLACSO GT entre instituições e/ou centros da CLACSO para estágios de doutorado, pós-doutorado, ano sabático e pesquisa.
• Assinatura de Cartas de Intenção entre os centros da CLACSO que possuem membros da CLACSO GT para promover a colaboração conjunta em diversas áreas (cursos, estágios, publicações, etc.).
• Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
• Promoção e fortalecimento de equipes de pesquisa sobre tópicos e/ou regiões específicas e redes temáticas dentro do Grupo de Trabalho e com outros Grupos de Trabalho da CLACSO. Essas duas abordagens não são mutuamente exclusivas, visto que as equipes de pesquisa são formadas dentro das redes.
• Apoio à formação e pesquisa de pós-graduação para estudantes e jovens pesquisadores.
• Criação de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do Grupo de Trabalho CLACSO, organizadas em laboratórios e outras formas de trabalho.
• Criação de um Observatório de Fronteiras em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no continente americano, com equipes CLACSO GT em diferentes regiões, seguindo o exemplo do ObsFron (Observatório das fronteiras do planalto das Guianas) no Amapá (fronteira Brasil-Guiana Francesa) (https://www2.unifap.br/obfron/), onde há membros da CLACSO GT.
• Desenvolvimento de mapas sociais em apoio a comunidades e organizações sociais.
• Organização conjunta de eventos acadêmicos (seminários, workshops e outros) entre o Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, Regionalização e Globalização nas Américas” e outros Grupos de Trabalho da CLACSO. A organização conjunta do SEMINÁRIO INTERNACIONAL SOBRE MEGAPROJETOS: GEOPOLÍTICA DA ECOLOGIA NO CARIBE está atualmente em discussão entre o Grupo de Trabalho da CLACSO “Ecologia Política” e o nosso Grupo de Trabalho da CLACSO, com local e data a serem confirmados.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
• Produção de publicações coletivas (livros, dossiês, artigos para revistas, etc.) em coedição com a CLACSO.
• Desenvolvimento de materiais de divulgação e educação popular (cadernos, brochuras, panfletos, programas de rádio, documentários em vídeo, etc.).
• Seminários presenciais e/ou virtuais com estudantes e pesquisadores de diferentes instituições e países.
• Treinamento e consultoria para membros de organizações sociais, comunitárias e outras.
• Desenvolvimento de mapas sociais que mostrem os diversos problemas da expansão do capital transnacional e os diferentes impactos dos megaprojetos que esse capital provoca.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
• Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitárias.
• Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com a Rede Mexicana de Ação contra o Livre Comércio (RMALC) sobre os mecanismos do livre comércio para facilitar a expansão do capital transnacional.
• Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com organizações indígenas, socioambientais, sindicais e outras sobre os problemas que as afetam.
• Implementação de Tribunais Populares em defesa de territórios e bens comuns, organizados conjuntamente pelo Grupo de Trabalho da CLACSO com movimentos sociais e organizações populares.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Participação na organização do 57º Congresso Internacional de Americanistas (ICA), a ser realizado em Foz do Iguaçu, Brasil, organizado pela Universidade Estadual do Centro do Estado do Paraná (UNICENTRO). Para este congresso, Alejandro Schweitzer, um dos três coordenadores do Grupo de Trabalho “Fronteiras, Regionalização e Globalização” da CLACSO, foi nomeado coordenador do tema fronteiras, como membro efetivo do comitê científico. Este e outros temas incluem a organização de simpósios por membros do Grupo de Trabalho da CLACSO (no 56º ICA, o Grupo de Trabalho da CLACSO organizou um simpósio sobre o projeto coletivo, e outros cinco membros organizaram simpósios sobre temas relacionados ao projeto coletivo). Datas: 19 a 23 de julho de 2021.
• Criação de um Observatório de Fronteiras em Espaços Globais para a Expansão do Capital Transnacional nas Américas, com equipes de pesquisadores membros do Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, Regionalização e Globalização nas Américas”. O modelo seria o ObsFron (Observatório das Fronteiras do Escudo das Guianas: Estado do Amapá, Departamento da Guiana Francesa, com os estados de Roraima, Suriname, Guiana e Venezuela) (https://www2.unifap.br/obfron/), do qual participa o Dr. Jadson Porto, da Universidade Federal do Amapá, membro do Grupo de Trabalho da CLACSO. Um projeto para um Observatório de Fronteiras do Espaço Global Andino-Patagônico está sendo desenvolvido entre grupos de pesquisa membros do Grupo de Trabalho da CLACSO no Chile e no oeste da Argentina.
• Criação de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do CLACSO GT “Fronteiras, regionalização e globalização na América”, organizadas em laboratórios e outras formas de trabalho em diferentes países.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
• Analisar o desenvolvimento de megaprojetos industriais produtivos e/ou extrativos localizados nas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) a partir da perspectiva teórica da expansão intensiva e extensiva do capital transnacional nos Espaços Globais de Expansão do Capital Transnacional (Fronteira México-Estados Unidos; Projeto Mesoamérica; Amazônia; e Região Andino-Patagônica Meridional).
• Analisar os deslocamentos, os processos organizacionais e as migrações forçadas realizadas no âmbito de acordos e planos estratégicos, bem como de planos de segurança regionais, nas áreas consideradas mais importantes para o desenvolvimento de megaprojetos ou como consequência deles.
• Analisar as causas e os efeitos do surgimento de movimentos sociais e comunitários para confrontar megaprojetos que afetam seus territórios, bem como as formas de luta que adotam para esse fim, e como incorporam estratégias de escalonamento territorial e se inserem em redes regionais ou globais de resistência e movimentos alternativos que surgem nesses contextos.
• Analisar os mecanismos de “securitização” e militarização que acompanham o desenvolvimento e a proteção dos Espaços Globais, bem como as políticas de controle/cooperação migratória, principalmente em regiões fronteiriças, e criminalizar o protesto social de comunidades e povos que lutam e resistem à imposição de planos geoestratégicos e megaprojetos que afetam seus territórios.
• Promover o estudo e a reflexão crítica sobre o conceito de fronteiras e analisar o problema das fronteiras nos Espaços Globais para a expansão do capital transnacional nas Américas.
• Promover a reflexão crítica coletiva, metodologias inter/transdisciplinares e o trabalho colaborativo sobre os temas a serem abordados; e capacitar recursos humanos nessa perspectiva. Além disso, apoiar, por meio do conhecimento produzido no processo de pesquisa e análise, as demandas e lutas de organizações e movimentos sociais; e, quando possível, apoiar políticas públicas que beneficiem a população.
• Aproximar os processos de pesquisa acadêmica dos processos de resistência na busca por alternativas, bem como fortalecer o vínculo em
• Seminários temáticos relacionados ao projeto coletivo do Grupo de Trabalho CLACSO. E seminários presenciais nos quais membros do Grupo de Trabalho CLACSO participam com membros de Povos e Comunidades Tradicionais sobre “Projetos de Desenvolvimento”.
• Oficinas de análise e discussão e seminários virtuais na plataforma digital dos Grupos de Trabalho da CLACSO.
• Organização de eventos acadêmicos internacionais cujos eixos temáticos sejam os do projeto coletivo.
• Participação de membros da GT em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais.
• Intercâmbio acadêmico de estudantes de pós-graduação e pesquisadores membros da CLACSO GT entre instituições e/ou centros da CLACSO para estágios de doutorado, pós-doutorado, ano sabático e pesquisa.
• Assinatura de Cartas de Intenção entre os centros da CLACSO que possuem membros da CLACSO GT para promover a colaboração conjunta em diversas áreas (cursos, estágios, publicações, etc.).
• Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
• Promoção e fortalecimento de equipes de pesquisa sobre tópicos e/ou regiões específicas e redes temáticas dentro do Grupo de Trabalho e com outros Grupos de Trabalho da CLACSO. Essas duas abordagens não são mutuamente exclusivas, visto que as equipes de pesquisa são formadas dentro das redes.
• Apoio à formação e pesquisa de pós-graduação para estudantes e jovens pesquisadores.
• Criação de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do Grupo de Trabalho CLACSO, organizadas em laboratórios e outras formas de trabalho.
• Criação de um Observatório de Fronteiras em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no continente americano, com equipes CLACSO GT em diferentes regiões, seguindo o exemplo do ObsFron (Observatório das fronteiras do planalto das Guianas) no Amapá (fronteira Brasil-Guiana Francesa) (https://www2.unifap.br/obfron/), onde há membros da CLACSO GT.
• Desenvolvimento de mapas sociais em apoio a comunidades e organizações sociais.
• Organização de eventos acadêmicos (seminários, workshops e outros) em conjunto pelo Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, regionalização e globalização na América” e outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
• Produção de publicações coletivas (livros, dossiês, artigos para revistas, etc.) em coedição com a CLACSO.
• Desenvolvimento de materiais de divulgação e educação popular (cadernos, brochuras, panfletos, programas de rádio, documentários em vídeo, etc.).
• Seminários presenciais e/ou virtuais com estudantes e pesquisadores de diferentes instituições e países.
• Treinamento e consultoria para membros de organizações sociais, comunitárias e outras.
• Desenvolvimento de mapas sociais que mostrem os diversos problemas da expansão do capital transnacional e os diferentes impactos dos megaprojetos que esse capital provoca.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
• Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitárias.
• Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com a Rede Mexicana de Ação contra o Livre Comércio (RMALC) sobre os mecanismos do livre comércio para facilitar a expansão do capital transnacional.
• Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com organizações indígenas, socioambientais, sindicais e outras sobre os problemas que as afetam.
• Implementação de Tribunais Populares em defesa de territórios e bens comuns, organizados conjuntamente pelo Grupo de Trabalho da CLACSO com movimentos sociais e organizações populares.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Participação na organização do 57º Congresso Internacional de Americanistas (ICA), a ser realizado em Foz do Iguaçu, Brasil, organizado pela Universidade Estadual do Centro do Estado do Paraná (UNICENTRO). Para este congresso, Alejandro Schweitzer, um dos três coordenadores do Grupo de Trabalho “Fronteiras, Regionalização e Globalização” da CLACSO, foi nomeado coordenador do tema fronteiras, como membro efetivo do comitê científico. Este e outros temas incluem a organização de simpósios por membros do Grupo de Trabalho da CLACSO (no 56º ICA, o Grupo de Trabalho da CLACSO organizou um simpósio sobre o projeto coletivo, e outros cinco membros organizaram simpósios sobre temas relacionados ao projeto coletivo). Datas: 19 a 23 de julho de 2021.
• Criação de um Observatório de Fronteiras em Espaços Globais para a Expansão do Capital Transnacional nas Américas, com equipes de pesquisadores membros do Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, Regionalização e Globalização nas Américas”. O modelo seria o ObsFron (Observatório das Fronteiras do Escudo das Guianas: Estado do Amapá, Departamento da Guiana Francesa, com os estados de Roraima, Suriname, Guiana e Venezuela) (https://www2.unifap.br/obfron/), do qual participa o Dr. Jadson Porto, da Universidade Federal do Amapá, membro do Grupo de Trabalho da CLACSO. Um projeto para um Observatório de Fronteiras do Espaço Global Andino-Patagônico está sendo desenvolvido entre grupos de pesquisa membros do Grupo de Trabalho da CLACSO no Chile e no oeste da Argentina.
• Criação de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do CLACSO GT “Fronteiras, regionalização e globalização na América”, organizadas em laboratórios e outras formas de trabalho em diferentes países.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
• Analisar o desenvolvimento de megaprojetos industriais produtivos e/ou extrativos localizados nas Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) a partir da perspectiva teórica da expansão intensiva e extensiva do capital transnacional nos Espaços Globais de Expansão do Capital Transnacional (Fronteira México-Estados Unidos; Projeto Mesoamérica; Amazônia; e Região Andino-Patagônica Meridional).
• Analisar os deslocamentos, os processos organizacionais e as migrações forçadas realizadas no âmbito de acordos e planos estratégicos, bem como de planos de segurança regionais, nas áreas consideradas mais importantes para o desenvolvimento de megaprojetos ou como consequência deles.
• Analisar as causas e os efeitos do surgimento de movimentos sociais e comunitários para confrontar megaprojetos que afetam seus territórios, bem como as formas de luta que adotam para esse fim, e como incorporam estratégias de escalonamento territorial e se inserem em redes regionais ou globais de resistência e movimentos alternativos que surgem nesses contextos.
• Analisar os mecanismos de “securitização” e militarização que acompanham o desenvolvimento e a proteção dos Espaços Globais, bem como as políticas de controle/cooperação migratória, principalmente em regiões fronteiriças, e criminalizar o protesto social de comunidades e povos que lutam e resistem à imposição de planos geoestratégicos e megaprojetos que afetam seus territórios.
• Promover o estudo e a reflexão crítica sobre o conceito de fronteiras e analisar o problema das fronteiras nos Espaços Globais para a expansão do capital transnacional nas Américas.
• Promover a reflexão crítica coletiva, metodologias inter/transdisciplinares e o trabalho colaborativo sobre os temas a serem abordados; e capacitar recursos humanos nessa perspectiva. Além disso, apoiar, por meio do conhecimento produzido no processo de pesquisa e análise, as demandas e lutas de organizações e movimentos sociais; e, quando possível, apoiar políticas públicas que beneficiem a população.
• Aproximar os processos de pesquisa acadêmica dos processos de resistência na busca por alternativas, bem como fortalecer o vínculo em
• Seminários temáticos relacionados ao projeto coletivo do Grupo de Trabalho CLACSO. E seminários presenciais nos quais membros do Grupo de Trabalho CLACSO participam com membros de Povos e Comunidades Tradicionais sobre “Projetos de Desenvolvimento”.
• Oficinas de análise e discussão e seminários virtuais na plataforma digital dos Grupos de Trabalho da CLACSO.
• Organização de eventos acadêmicos internacionais cujos eixos temáticos sejam os do projeto coletivo.
• Participação de membros da GT em painéis, simpósios, mesas-redondas e fóruns em congressos internacionais.
• Intercâmbio acadêmico de estudantes de pós-graduação e pesquisadores membros da CLACSO GT entre instituições e/ou centros da CLACSO para estágios de doutorado, pós-doutorado, ano sabático e pesquisa.
• Assinatura de Cartas de Intenção entre os centros da CLACSO que possuem membros da CLACSO GT para promover a colaboração conjunta em diversas áreas (cursos, estágios, publicações, etc.).
• Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitária.
• Promoção e fortalecimento de equipes de pesquisa sobre tópicos e/ou regiões específicas e redes temáticas dentro do Grupo de Trabalho e com outros Grupos de Trabalho da CLACSO. Essas duas abordagens não são mutuamente exclusivas, visto que as equipes de pesquisa são formadas dentro das redes.
• Apoio à formação e pesquisa de pós-graduação para estudantes e jovens pesquisadores.
• Criação de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do Grupo de Trabalho CLACSO, organizadas em laboratórios e outras formas de trabalho.
• Criação de um Observatório de Fronteiras em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no continente americano, com equipes CLACSO GT em diferentes regiões, seguindo o exemplo do ObsFron (Observatório das fronteiras do planalto das Guianas) no Amapá (fronteira Brasil-Guiana Francesa) (https://www2.unifap.br/obfron/), onde há membros da CLACSO GT.
• Desenvolvimento de mapas sociais em apoio a comunidades e organizações sociais.
• Organização de eventos acadêmicos (seminários, workshops e outros) em conjunto pelo Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, regionalização e globalização na América” e outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
• Produção de publicações coletivas (livros, dossiês, artigos para revistas, etc.) em coedição com a CLACSO.
• Desenvolvimento de materiais de divulgação e educação popular (cadernos, brochuras, panfletos, programas de rádio, documentários em vídeo, etc.).
• Seminários presenciais e/ou virtuais com estudantes e pesquisadores de diferentes instituições e países.
• Treinamento e consultoria para membros de organizações sociais, comunitárias e outras.
• Desenvolvimento de mapas sociais que mostrem os diversos problemas da expansão do capital transnacional e os diferentes impactos dos megaprojetos que esse capital provoca.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
• Assinatura de Cartas de Intenções entre o Grupo de Trabalho da CLACSO e organizações sociais para colaboração conjunta e participativa na análise de problemas que afetam seus territórios, bens comuns e sua vida e organização comunitárias.
• Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com a Rede Mexicana de Ação contra o Livre Comércio (RMALC) sobre os mecanismos do livre comércio para facilitar a expansão do capital transnacional.
• Desenvolvimento de análises e eventos conjuntos do Grupo de Trabalho da CLACSO com organizações indígenas, socioambientais, sindicais e outras sobre os problemas que as afetam.
• Implementação de Tribunais Populares em defesa de territórios e bens comuns, organizados conjuntamente pelo Grupo de Trabalho da CLACSO com movimentos sociais e organizações populares.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Criação de um Observatório de Fronteiras em Espaços Globais para a Expansão do Capital Transnacional nas Américas, com equipes de pesquisadores membros do Grupo de Trabalho da CLACSO “Fronteiras, Regionalização e Globalização nas Américas”. O modelo seria o ObsFron (Observatório das Fronteiras do Escudo das Guianas: Estado do Amapá, Departamento da Guiana Francesa, com os estados de Roraima, Suriname, Guiana e Venezuela) (https://www2.unifap.br/obfron/), do qual participa o Dr. Jadson Porto, da Universidade Federal do Amapá e membro do Grupo de Trabalho da CLACSO. Um projeto para um Observatório de Fronteiras do Espaço Global Andino-Patagônico está sendo desenvolvido entre grupos de pesquisa membros do Grupo de Trabalho da CLACSO no Chile e no oeste da Argentina.
• Criação de uma Rede de Cartografia Social de Zonas Específicas de Intensa Acumulação (ZEIA) em Espaços Globais para a expansão do capital transnacional no Continente Americano, com equipes de pesquisadores, membros do CLACSO GT “Fronteiras, regionalização e globalização na América”, organizadas em laboratórios e outras formas de trabalho em diferentes países.
Número total de pesquisadores admitidos: 246
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Universidade Intercultural do Estado de Puebla
México
Universidade do Mar
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Colégio da Fronteira Norte
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade Federal de Amapá
Brasil
El Colégio de la Frontera Sur
México
Cátedras CONACYT. Instituto Tecnológico de Oaxaca
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro de Pesquisa Habitat e Municipal; Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo; Universidade de Buenos Aires
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
UNIOESTE
Brasil
Centro de pesquisa em meio ambiente e desenvolvimento
Universidade de Manizales
Colômbia
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
(1)CONICET - (2) Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Faculdade de Economia, Universidade Nacional Autônoma do México
México
UNILA
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
O Colégio de Saint Louis AC
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Instituto Arnold Bergstraesser
Alemanha
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
não
Colômbia
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Instituto Amazônico de Pesquisa
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Instituto Amazônico de Pesquisa
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Universidade de Varsóvia
Polónia
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Universidade Bolivariana da Venezuela
Venezuela
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
CONICET-Universidade de Buenos Aires, Faculdade de Arquitetura, Design e Urbanismo
Argentina
Instituto de Cultura, Sociedade e Estado
Universidade Nacional da Terra do Fogo, Antártica e Ilhas do Atlântico Sul
Argentina
UNIOESTE
Brasil
Faculdade de Direito da Universidade Autônoma Tomás Frías (UATF)
Bolívia
Centro de Estudos Superiores do México e da América Central
Universidade de Ciências e Artes de Chiapas
México
Universidade de Valparaíso
Chile
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Economia, UNAM
México
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Instituto de Humanidades. UNC-CONICET
Argentina
Universidade Metropolitana Autônoma
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade do Golfo do México, campus de Huatulco
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento
Brasil
Faculdade de Economia, Universidade Nacional Autônoma do México, UNAM
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
CONICET através do CIT Santa Cruz
Argentina
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade do Mar
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade El Bosque
Colômbia
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Movimento Amplo pela Dignidade e Justiça (MADJ)
Honduras
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Coordenação Geral de Estudos de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Sociais
-Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Secretaria de Gestão Integrada de Riscos e Proteção Civil do Governo da Cidade do México
México
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Geocomunas
México
CENTRO DE ESTUDOS SOBRE CONHECIMENTO E CULTURA NA AMÉRICA LATINA
Universidade de Manizales
Colômbia
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Autônoma de Chiapas (UNACH)
México
Universidad de Los Andes
Venezuela
Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá - IFAP
Brasil
Universidade da Corunha
Espanha
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade de Ciências e Artes de Chiapas
México
Centro Universitário Regional Ocidental CUROC-UNAH
Honduras
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Centro de Pesquisa e Transferência Conicet Catamarca
Argentina
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
UNIOESTE
Brasil
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Departamento de Ciência Política
Faculdade de Direito, Ciências Políticas e Ciências Sociais
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Intercultural de Chiapas
Universidade Intercultural de Chiapas
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade do Mar
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
IADIZA CONICET
Argentina
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade de Magalhães
Chile
UNIOESTE
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Nacional da Patagônia Austral
Argentina
Universidade Federal do Amapá
Brasil
Universidade Federal da Paraíba
Brasil
Universidade Central do Equador
Equador
Instituto de História e Patrimônio - FAU - UNT
Argentina
Universidade Federal do Amapá
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade de Anahuac
México
Universidade Federal do Tocantins
Brasil
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Divisão de Ciências Sociais
Universidade de Sonora
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Universidade do Mar
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
El Colégio de la Frontera Sur
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
O Colégio de Saint Louis AC
México
Centro Tecnológico Universitário
Honduras
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade de Varsóvia, Polônia / Universidade Nacional da Costa Rica /
Costa Rica
Universidade da Califórnia, Santa Barbara
Estados Unidos
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas e Econômicas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade de Guadalajara
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade do Atacama
Chile
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Faculdade de Economia, Universidade Nacional Autônoma do México (UNAM)
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de Estudos Rurais Interdisciplinares
Paraguai
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
El Colégio de la Frontera Sur
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
GEDMMA/UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO
Brasil
Universidade Tecnológica de San Miguel de Allende
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Instituto Tecnológico de Oaxaca
México
Instituto Latino-Americano de Economia, Sociedade e Política
-UNIVERSIDADE FEDERAL DE INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA
Brasil
Universidad Austral de Chile
Chile
Universidade Nacional da Patagônia Austral - UNPA / Unidade Acadêmica Río Gallegos
Argentina
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Instituto de Estudos Regionais
Universidade de Antioquia
Colômbia
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Grupo de Estudos: Desenvolvimento, Modernidade e Meio Ambiente
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
Centro de Pesquisa Interdisciplinar sobre Desenvolvimento Regional
Mestrado em Análise Regional
Universidade Autônoma de Tlaxcala (UATx)
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Centro Regional de Yucatán do Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Seminário Permanente de Estudos Chicanos e de Fronteira, Diretoria de Etnologia e Antropologia Social, Instituto Nacional de Antropologia e História
México
Universidade Federal do Amapá
Brasil
Universidade Nacional Autônoma do México
México
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