Área temática: Trabalho e relações laborais
Grupo de trabalhoTrabalho, modelos de produção e atores sociais
[+ Ver produções e conteúdo]Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
O Grupo de Trabalho que submete sua proposta à 9ª Chamada de Grupos de Trabalho da CLACSO intitula-se “Trabalho, Modelos de Produção e Atores Sociais” e dá continuidade ao grupo “Trabalho, Heterogeneidades Sociopolíticas e Atores”, coordenado por Cecilia Senén González e Antonio Aravena Carrasco. Cabe ressaltar que o grupo se baseia em uma rica trajetória de pesquisa e publicação no campo dos estudos do trabalho na América Latina, expressa em diversos documentos, seminários e redes de estudo formais e informais. Alguns dos antecedentes dessas preocupações podem ser encontrados desde cedo na Comissão de Movimentos Trabalhistas da CLACSO, que posteriormente se tornou o Grupo de Estudos “Trabalho, Sujeitos e Organizações Trabalhistas” (um ponto de referência direto para o nosso grupo). Ao mesmo tempo, os pesquisadores que compõem o GT têm participado ativamente na promoção de associações de estudos do trabalho em diversos países e no desenvolvimento de redes científicas e periódicos acadêmicos, como é o caso, por exemplo, da Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho e sua Revista Latino-Americana de Estudos do Trabalho, RELET (De la Garza, 1999).
Em diversos países da nossa região, foram alcançados progressos significativos na pesquisa sobre o trabalho, acompanhados por debates relacionados aos fundamentos dos estudos trabalhistas, à situação dos movimentos sindicais e à sua conexão com as políticas públicas. As contribuições de Enrique de la Garza, Julio César Neffa e Marcia Leite, entre outros autores, foram inestimáveis nas esferas teórica, metodológica e empírica (De la Garza, 2018; Neffa, 2003; Leite, 2006; Araujo, 2016). O mesmo se aplica aos estudos sobre flexibilidade laboral e reestruturação da produção, processos de precarização, redes empresariais, organização do trabalho, empresas transnacionais, relações trabalhistas e sindicalismo, diálogo social, identidade e subjetividade no trabalho, terceirização, mudanças tecnológicas, qualificações e competências profissionais, saúde e segurança ocupacional, experiências de integração econômica, trabalho decente, entre outros. Neste sentido, vale a pena recordar o trabalho de muitos membros do nosso Grupo de Trabalho, como Jorge Carrillo, Marcos Supervielle, Héctor Lucena, Adalberto Cardoso, Andrea del Bono, Marcela Hernández, Consuelo Iranzo, Nadya Araujo, Francisco Pucci, Mariela Quiñones, José Ricardo Ramalho, Cecilia Senén, Edgard Belmont, Juan Carlos Celis, Fernando Urrea, Jorge Walter, Javier Pineda, Magdalena Echeverría, Antonio Aravena e Octavio Maza, entre outros. Uma tendência semelhante é observada na relação entre os estudos do trabalho e seu foco nas organizações, gênero, migração e juventude, onde são evidentes conexões cada vez mais fortes e temas transversais (Quiñones & Supervielle, 2005; Supervielle & Stolovich, 2000; CEPAL et al., 2013; Herrera & Pries, 2006).
A vitalidade dos estudos trabalhistas manifesta-se de diversas maneiras. Por um lado, observa-se a alta participação em painéis sobre trabalho em conferências organizadas por associações acadêmicas, como a Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS), a Associação Latino-Americana de Estudos (LASA) e a Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (ALAST). Por outro lado, há a publicação contínua de diversos periódicos sobre questões trabalhistas, como a Revista Latino-Americana de Estudos do Trabalho (RELET) e a revista Trabajo, publicada no México com o apoio da OIT. Cabe destacar também a pesquisa realizada em nível de graduação e pós-graduação em todo o continente. Além disso, pesquisadores da área trabalhista têm demonstrado capacidade de colaboração e são figuras-chave nesse campo. Eles também têm vinculado seus estudos a processos políticos, econômicos e socioculturais mais amplos, bem como ao modelo de desenvolvimento, ao mesmo tempo em que continuam a examinar as políticas trabalhistas e a representação dos trabalhadores (Leite, Iranzo, Senén, 2015; Bensusán, 2006; Del Bono, 2007). Essa jornada não foi isenta de desafios, é claro, como as diferenças no desenvolvimento institucional entre os países, a flexibilidade contratual no trabalho acadêmico, os requisitos para publicação em periódicos indexados e as dificuldades de acesso a apoio material e financeiro. A esse respeito, existem publicações nas quais membros do Grupo de Trabalho apresentaram avaliações do estado atual dos estudos trabalhistas na região (De la Garza, 2016).
As perspectivas para o desenvolvimento dos estudos do trabalho na América Latina são interessantes e apresentam desafios em diversas áreas. Por um lado, o contexto político da região é marcado pela ascensão ao poder de coalizões de direita que reinstauraram critérios e políticas neoliberais no campo do trabalho e da previdência social. Assim, diferentemente do que ocorreu na década de 2000, com o surgimento dos chamados “governos progressistas”, hoje os trabalhadores e os setores populares enfrentam regimes que mantêm políticas econômicas que os colocam em contextos de pobreza e insegurança constante, precariedade e endividamento, sem um arcabouço institucional que lhes permita defender efetivamente seus direitos e reivindicações (Castro, Paredes e Aillón, 2012; Senén González e D'Urso, 2018; Senén e Haidar, 2014; Ramalho, 2018; Aravena, 2018). Por outro lado, os chamados novos estudos do trabalho estão em pleno desenvolvimento, têm uma trajetória magnífica, mas ainda não demonstraram todo o seu potencial. Nesse sentido, é necessário compreender e apoiar o desenvolvimento da pesquisa nos países da América Central, promover estudos e publicações de novos pesquisadores, fortalecer o arcabouço institucional para os estudos do trabalho e, assim, considerar as novas configurações e dinâmicas do trabalho em níveis local e global (Lemus, 2015). Em terceiro lugar, as transformações no mundo do trabalho estão intimamente ligadas às mudanças que ocorrem em outras áreas da realidade social, como educação, raça, gênero, juventude e migração. Portanto, é essencial repensar as categorias teóricas e as estratégias metodológicas que utilizamos para ampliar o pensamento crítico e a capacidade de formulação de propostas políticas (Pineda, 2011).
À luz do exposto, é crucial dar continuidade e incentivar o trabalho colaborativo entre pesquisadores do trabalho na América Latina. Embora existam processos políticos, econômicos e sociais semelhantes na região, diferenças também decorrem das histórias específicas e das características institucionais de cada país. Essas discrepâncias se expressam claramente no campo do trabalho, na situação dos trabalhadores, nas políticas públicas e nas agendas de pesquisa promovidas por diferentes centros e programas. Portanto, conforme indicado no plano de trabalho, o Grupo de Trabalho implementará iniciativas relacionadas à produção e disseminação do conhecimento, bem como à colaboração com organizações sociais e políticas. Isso significa que serão realizadas reuniões entre seus membros, seminários, publicações e diversas atividades de divulgação e engajamento. Nesse contexto, esperamos fortalecer nossas conexões com as áreas e grupos de trabalho da CLACSO, avaliar a possibilidade de realizar um seminário virtual sobre as transformações do trabalho na América Latina, incorporar pesquisadores da América Central e de outros países prioritários em nossas atividades, incluir jovens pesquisadores e criar espaços para que desempenhem um papel significativo, fortalecer nossas conexões com associações científicas e organizações trabalhistas, publicar os boletins de nossos grupos de trabalho e organizar um concurso para coletar narrativas relacionadas ao trabalho de trabalhadores latino-americanos, entre outras iniciativas. Da mesma forma, nesta nova e ambiciosa fase de trabalho, propomos a adição de um terceiro coordenador (Francisco Pucci, da Universidade da República do Uruguai), acreditando que isso contribuirá para o aprimoramento de nossas iniciativas. Assim que soubermos os resultados deste concurso, Francisco assumirá formalmente essa função. Esperamos, acima de tudo, que o grupo de trabalho continue a ocupar um lugar central na reflexão sobre o trabalho em nossa região.
2. Aravena, Antonio (2018): A evolução do trabalho no Chile: capitalismo neoliberal e flexibilidade laboral, Revista Trabajo – OIT, Cidade do México
3. Bensusán, Graciela (coordenadora) (2006): Desenho legal e desempenho real: instituições trabalhistas na América Latina, Câmara dos Deputados-UAM-Porrua.
4. Belmont, Edgard (2014): Os paradoxos da competitividade. Subcontratação e terceirização na Reforma Trabalhista no México, em Celis (comp.)
5. Carrillo, Jorge (2014), De que maquila você está falando? Reflexões sobre as complexidades da indústria maquiladora no México. Frontera Norte, vol. 26, edição especial 3
6. Castro, Luis Fernando; Peredo, Samuel e Aillon, Tania (2012): “A luta do MAS pela hegemonia dentro da COB na Bolívia”. Trabalho apresentado no Seminário CLACSO, 2 a 4 de maio. La Paz
7. Cardoso, Adalberto (2013): Ensaios de Sociologia do Mercado de Trabalho. Rio de Janeiro: Editorial, FGV, ISBN: 978-85-225-1297-3 1.
8. Celis, Juan Carlos (2014): Reconfiguração das relações trabalhistas entre Estado, sindicatos e partidos na América Latina, editado pela CLACSO e Escola Nacional de Sindicatos, Colômbia
9. CEPAL, FAO, ONU Mulheres, PNUD, OIT (2013): Trabalho decente e igualdade de gênero. Políticas para melhorar o acesso e a qualidade do emprego das mulheres na América Latina e no Caribe.
10. Del Bono, Andrea (2007): Experiências de trabalho e significados do trabalho: agentes telefônicos de call centers para serviços de exportação, CEIL-CONICET.
11. De la Garza, Enrique (2018): A metodologia configuracionista para pesquisa, Gedisa/UAM-I, México.
12. De la Garza, Enrique (2016): Estudos trabalhistas na América Latina: origens, desenvolvimento e perspectivas, Editora Anthropos, UAM, Barcelona, México.
13. De la Garza, Enrique (1999): Os desafios teóricos dos estudos do trabalho rumo ao século XXI, CLACSO, Argentina.
14. García, Armida e Maza, Octavio (2019): A evolução do setor têxtil na região centro-oeste do México: “Da oficina de costura aos tianguis”. Revista Trabalho e Sociedade. Nº 32, verão de 2019. Págs. 413-429.
15. Herrera, Fernando e Ludger Pries (2006): “Trabalho, migrações e produção sociológica recente na América Latina: uma visão geral não exaustiva”, em Teorias Sociais e Novas Abordagens, UAM-I.
16. Lemus, Leslie (2015): Emergência e desenvolvimento da questão da juventude na Guatemala: elementos para discussão. Série de Documentos de Trabalho da Rede de Pós-Graduação, nº 53, CLACSO.
17. Leite, Marcia, Iranzo, Consuelo e Senén González, Cecilia (2015): A título de introdução. Políticas trabalhistas na América do Sul no século XXI, Cuadernos del CENDES, vol.32, No.89, maio-agosto, Venezuela.
18. Lucena, Héctor (2018): Legado da Revolução Bolivariana para o Mundo do Trabalho e seu Futuro que se Recusa a Morrer, Revista Trabajo, OIT. México
19. Neffa, Julio César (2003): Trabalho humano. Contribuições para o estudo de um valor que permanece, CEIL-PIETTE/CONICET.
20. Pineda, Javier (2011): “Qualidade do trabalho: abordagens teóricas e estimativa de um índice composto”, Ensaios sobre Política Econômica, Vol. 29, No. 65, pp. 60-105.
21. Quiñones, Mariela, Marcos Supervielle (2005): Gestão da cultura organizacional e práticas de recursos humanos na banca multinacional espanhola, na Revista Galena de Economía, vol.14, Nº1 e 2.
22. Ramalho, José Ricardo; Véras de Oliveria, Roberto (2015): Desenvolvimento, territórios produtivos, trabalho e conflito social In Revista Pós-Ciências Sociais. , v.12, 11
23. Senén González, Cecilia e D'Urso, Lucila (2018): Relações laborais na Argentina logo após o kirchnerismo (2003-2015): entre a participação e o retrocesso union, Revista Tempo Social, USP, Brasil, vol. 30, não. 1
24. Walter, Jorge e Pucci, Francisco (2007): Gestão de riscos e crises: pessoas, culturas organizacionais. Ed. El Ateneo
O Grupo de Trabalho apresentado intitula-se “Trabalho, Modelos de Produção e Atores Sociais” e, como indicado no ponto 2 da proposta, dá continuidade ao grupo “Trabalho, Heterogeneidades Sociopolíticas e Atores”. Nesse sentido, a proposta se baseia em diversos elementos epistemológicos, teóricos e metodológicos. As mudanças no modelo econômico durante as décadas de 1970 e 1980 estimularam debates sobre o papel do Estado, as reestruturações da produção, as mudanças nas formas de organização do trabalho e o papel dos sindicatos. Além disso, esse período contribuiu para o desenvolvimento de novos estudos do trabalho. Em outras palavras, “Essa grande transformação fundamentou o surgimento dos atuais estudos do trabalho na região, que não se limitam ao campo da sociologia. Relações industriais, administração, direito, antropologia, psicologia, medicina e economia desempenham um papel importante. Trata-se de uma abordagem que envolve o reconhecimento de atores específicos nessas transformações, atores dotados de cultura, relações de poder e interações” (De la Garza, 1999). Como explica o autor, um campo de estudo estava se consolidando, baseado em antecedentes tanto nos estudos sobre movimentos operários quanto nos estudos do trabalho em geral, bem como nas pesquisas realizadas na década de 1960 por autores como Di Tella e Touraine (que posteriormente levaram às controvérsias associadas à teoria da dependência e aos regimes militares impostos na região). Isso ajuda a compreender o desenvolvimento de uma perspectiva de pesquisa ampla, onde se observa a presença da teoria da regulação francesa, da teoria da dependência, do toyotismo, da especialização flexível e das cadeias produtivas, entre outras.
Outras discussões que posteriormente se tornaram relevantes dizem respeito à ideia de diversas formas de capitalismo e, portanto, à crítica da ideia de convergência. Também é relevante o debate em torno das teorias do fim do trabalho. Por um lado, essa discussão se refere à relevância do trabalho como categoria explicativa na sociedade contemporânea, mas também ao lugar da classe trabalhadora e dos sujeitos sociais na sociedade, particularmente seu potencial emancipatório. Os debates abrangeram aspectos sociológicos, filosóficos, econômicos e históricos, relacionando a discussão a outros processos mais gerais. Do capitalismo industrial nascente do século XIX às suas expressões mais recentes no final do século XX e início do século XXI, o trabalho tem sido objeto de reflexão. Nesse sentido, pesquisadores do trabalho têm se engajado com as teses apresentadas, sob diferentes perspectivas, por autores como Habermas, Offe, Gorz, Rifkin, Beck, Sennett e Castel, para citar apenas alguns (De la Garza, 2010; Neffa, 2003). Mais recentemente, a discussão em torno da teoria configuracional moldou o debate epistemológico, fundamentado em uma rigorosa revisão teórica que culmina em uma proposta analítica para explicar a articulação de estruturas e sujeitos. Essa proposta visa compreender a realidade por meio de diferentes níveis de análise (De la Garza, 2018a). Vale ressaltar que essa abordagem de pesquisa vem sendo desenvolvida há vários anos e já foi aplicada empiricamente, por exemplo, no estudo de De la Garza e Hernández (2018) relacionado à indústria automobilística. Também foi aplicada em estudos de empresas multinacionais conduzidos por pesquisadores desse grupo, particularmente no que diz respeito aos tipos de relações de trabalho que as caracterizam (De la Garza e Hernández, Iranzo, Celis, Ramalho e Santos, Senén e Haidar, 2017).
Os debates teóricos abrangem uma ampla gama de áreas complexas e diversas. Por exemplo, destacam-se as contribuições de Marcia de Paula Lete e Consuelo Iranzo para o estudo da terceirização de mão de obra na América Latina. Segundo essas pesquisadoras, a terceirização tem sido estudada sob diversas perspectivas teóricas, mas elas enfatizam que “…atualmente, ela está adquirindo um caráter único e importante, fortalecendo-se em paralelo ao surgimento de novas modalidades, que gradualmente substituem a relação de emprego tradicional baseada na terceirização direta” (Leite, Iranzo, 2006). A análise dessas novas configurações de trabalho, como fazem as autoras, é um tema recorrente em outros projetos de pesquisa. Os estudos sobre sindicalismo têm uma longa tradição e foram desenvolvidos de inúmeras maneiras. Tem havido reflexão sobre seu papel no contexto das ditaduras militares e das lutas pela democracia na América Latina, sua situação como ator sociopolítico no final do século XX e os desafios que enfrenta no século XXI (em termos de estratégias, discursos, revitalização sindical, etc.) em um cenário de fragmentação, despolitização, flexibilização do trabalho e preeminência de valores culturais associados ao individualismo e ao consumo, que impõem limitações às suas ações (Abramo, Montero, 2000; Schiavi, Fornilo, 2013; Senén González e Haidar, 2009; Aravena, 2012). Ao mesmo tempo, a situação dos atores sociais é compreendida no âmbito das mudanças vivenciadas no campo das relações trabalhistas (antigamente relações industriais), que estão geralmente ligadas a políticas que promovem a flexibilização no mercado de trabalho (Castillo, Baca, Todaro, 2016; Urrea, 1999).
A diversidade de temas e abordagens teóricas e metodológicas também pode ser encontrada em relação aos estudos sobre negócios e empreendedores, o que levou Basave e Hernández (2007) a reconhecer a história dos negócios no México, a teoria da pesquisa sobre empreendedores, grupos econômicos, entre outras coisas, levantando a necessidade de ampliar a visão desse ator sem fechar a análise apenas à sua consideração como um ator racional; estudos sobre trabalho de cuidado, que têm especificidades analíticas, mas estão intimamente ligados aos estudos do trabalho, levaram a examinar, a partir de diferentes disciplinas (sociologia, história, economia, etc.), as tendências na organização social do trabalho, reprodução doméstica, as políticas promovidas na América Latina, para citar apenas alguns tópicos (Batthyany, 2015; Pineda, 2014); Teorias do processo de trabalho (De la Garza, 2011), aquelas relacionadas à construção social da ocupação (De la Garza, Gallosso, Pogliaghi (2014); etc.) e, mais recentemente, um tema que abriu o último congresso da ALAST, relacionado à questão do futuro do trabalho e à automação dos processos laborais. É muito provável que esse tema esteja presente em encontros e atividades de uma ampla gama de instituições nos próximos anos.
Os problemas que delineamos brevemente não limitam, de forma alguma, o âmbito dos interesses e atividades do nosso grupo. Representam apenas uma amostra da ampla e diversificada gama de tópicos que discutimos nas seções 2 e 3 do formulário de inscrição. Nesse sentido, esperamos dar continuidade a essas discussões e incentivar debates construtivos sobre os referenciais epistemológicos, teóricos e práticos que as fundamentam.
2. Abramo, Lais; Cecilia Montero (2000): Origem e evolução da sociologia do trabalho na América Latina”, In Enrique de la Garza (coordenador): Tratado Latino-Americano de sociologia do trabalho, El Colegio de México, UAM, FCE, FLACSO.
3. Basave, Jorge e Marcela Hernández (2007): Estudos de empreendedores e empresas. Uma perspectiva internacional, Plaza y Valdés Editores, UAM-I.
4. Batthyany, Karina (2015): Políticas e cuidados na América Latina: uma análise das experiências regionais, Nações Unidas.
5. Castillo, Dídimo, Norma Baca, Rosalba Todaro (coordenadores) (2016): Trabalho global e desigualdades no mercado de trabalho, CLACSO, Universidade Autônoma do Estado do México, CEM.
6. De la Garza, Enrique (2018a): Configurações produtivas e de trabalho na terceira geração da indústria automotiva terminal no México, Miguel Ángel Porrúa/UAM-i, México.
7. De la Garza, Enrique (2018b): A metodologia configuracionista para pesquisa, Gedisa/UAM-I, México.
8. De la Garza, Enrique; José Luis Gallosso, Leticia Pogliaghi (2014): “Construção social da ocupação, identidade e ação coletiva”, em Marcela Hernández (coordenadora): Os novos estudos do trabalho no México. Perspectivas atuais, UAM-I, CONACYT, MAPorrúa.
9. De la Garza, Enrique (2011): A revitalização do debate sobre o processo de trabalho, Revista Latino-Americana de Estudos do Trabalho
10. De la Garza, Enrique (1999): Os desafios teóricos dos estudos do trabalho rumo ao século XXI, CLACSO, Argentina.
11. De la Garza, Enrique e Hernández Romo, Marcela (2017): Configurações Produtivas e Relações de Trabalho em Empresas Multinacionais na América Latina, coordenado por Ed GEDISA e UAM I, México, ISBN 978-607-28-1057-
12. Fornilo, Bruno, Marcos Schiavi (2013): Réalités et défis du syndicalisme en Amerique Latine, Histoire&Memoire, 26, França.
13. Leite, Marcia, Consuelo Iranzo (2006): “Terceirização de mão de obra na América Latina”, em Teorias Sociais e Novas Abordagens, UAM-I.
14. Pineda, Javier (2014): Trabalho de cuidado para idosos em uma sociedade em envelhecimento, em A maçã da discórdia, janeiro-junho, vol.9.
15. Senén Gonzalez, Cecilia e Haidar, Julieta 2009: “Os debates sobre a “revitalização sindical” e sua aplicação na análise setorial na Argentina”, Revista Latino-Americana de Estudos do Trabalho, Ano 14, Número 22, ISSN 1856-8378, pp. 5-31, Caracas, Venezuela.
16. Urrea, Fernando (1999): “Um modelo de flexibilidade laboral sob o terror do mercado”, em Enrique de la Garza (coordenador): Os desafios teóricos dos estudos laborais rumo ao século XXI, CLACSO, Argentina.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Será feito um esforço para reconhecer semelhanças e diferenças nas agendas de pesquisa em diferentes regiões e instituições da América Latina.
Objetivo 2. Produzir artigos sobre o primeiro tema de publicação definido coletivamente.
Proposta preliminar para o primeiro texto: “Reformas trabalhistas na América Latina”.
A reflexão será estruturada numa perspectiva comparativa e relevante para o contexto latino-americano.
1.2. Será agendada uma reunião com os coordenadores dos Grupos de Trabalho e áreas de atuação da CLACSO para compartilhar o plano do grupo e os ajustes realizados a fim de consolidar as estratégias de desenvolvimento definidas para o período. Inicialmente, esta reunião será realizada virtualmente.
1.3. Será realizada uma reunião do Grupo de Trabalho no âmbito do Congresso da Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS), que ocorrerá entre 01 e 06 de dezembro de 2019 em Lima, Peru.
2.1. Serão formados grupos de trabalho para organizar esta primeira publicação.
2.2. Será realizada uma reunião virtual entre os coordenadores do GT e os autores para organizar o trabalho e verificar o progresso.
2.3. Um encontro internacional sobre reformas trabalhistas na América Latina será realizado em 2020.
2.4. Será realizada uma reunião do Grupo de Trabalho no âmbito do Congresso da Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA), que ocorrerá entre 13 e 16 de maio de 2020 em Guadalajara, México.
1.2. Serão definidas as condições para a realização da reunião GT em 2020 para partilha de agendas de investigação (virtual).
1.3. Realizar uma reunião virtual (à qual nos referimos no ponto 1.2) sobre as agendas de pesquisa trabalhista na região.
1.4. Fortalecimento das redes de estudos do trabalho para a produção de conhecimento de interesse para a GT.
1.5 Geração de um documento de trabalho que sintetizará as agendas de pesquisa sobre trabalho na região (digital).
1.6. Realização do encontro GT na ALAS Peru, dezembro de 2019.
2.1 Construção coletiva de uma análise comparativa dos estudos apresentados por país e sistematizados em um relatório.
2.2 Realização de um encontro internacional em 2020 para apresentação dos resultados em um país a ser definido. A natureza deste encontro (regional, sub-regional, etc.) dependerá dos recursos materiais e financeiros disponíveis.
2.3 Contribuição para o fortalecimento do debate dentro do grupo e promoção de pesquisas sobre o tema para encontros futuros.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Serão utilizados os recursos disponibilizados pela CLACSO, pela GT e pelos espaços web dos membros do grupo.
1.2. A mesma reunião que será realizada com os coordenadores da GT e das áreas de trabalho da CLACSO (indicadas no ponto “Produção de Conhecimento”) servirá para definir outras ações de capacitação, visibilidade e comunicação da produção da GT.
1.3. Candidatura como GT para realizar uma competição de formação virtual na área dos estudos laborais.
1.4. Coordenação da primeira publicação do GT (associada ao primeiro encontro internacional).
1.2 Será publicado um livro contendo os trabalhos apresentados no encontro internacional sobre Reformas Trabalhistas na América Latina (tema a ser confirmado).
1.3. Publicação do Boletim GT, que permitirá a apresentação de informações relativas às agendas de pesquisa trabalhista e aos resultados das reuniões e pesquisas.
1.4. Aplicação aos cursos de formação virtuais realizados.
1.5 Divulgação da agenda GT através dos meios de comunicação da CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1.2. O Grupo de Trabalho avançará na criação de um cadastro de organizações de ciência e tecnologia, governamentais, sindicais e outras entidades ligadas a setores políticos e sociais da região com as quais o Grupo de Trabalho possa se relacionar.
Este cadastro incluirá ONGs, sindicatos, rádios comunitárias e outras mídias alternativas relacionadas ao mundo social ou sindical.
1.3. Serão feitos contatos preliminares com algumas dessas organizações para avaliar possíveis ações que visem à articulação com o GT.
1.4. Os pesquisadores do Grupo de Trabalho serão incentivados a produzir relatórios voltados para o mundo da ciência e tecnologia, governo, sindicatos e outros setores políticos e sociais relacionados.
1.2 Os temas ou problemas de interesse das organizações serão incluídos nas ações do GT (fóruns, boletins informativos, etc.).
1.3 Notas e material de trabalho de interesse para as organizações serão divulgados pelos meios disponibilizados pela GT ou CLACSO (boletins, sites, etc.).
1.3 Alguns pesquisadores do GT estarão presentes em atividades promovidas por organizações científicas e tecnológicas, sociais ou sindicais.
1.4 Como GT, participaremos em diversas iniciativas promovidas por sindicatos ou organizações sociais (seminários, fóruns, etc.).
1.5 Elaboração de um documento de trabalho que sintetize as linhas de ação que o GT promoverá em relação a essas diferentes organizações (estratégia de intervenção social)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Objetivo 2: Fortalecer a colaboração do GT com redes e instituições acadêmicas na região e no mundo. Para tanto, serão utilizadas as redes nas quais os membros do GT já participam.
1.2. Validar a proposta de trabalho com os pesquisadores da GT.
1.3 Avançar em um cadastro como o GT das instituições, programas de pós-graduação e centros de estudo da região.
2.1. Definir um âmbito de ação comum com a Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (ALAST).
2.2. Identificação de redes científicas e organismos de cooperação internacional para divulgar entre os membros do GT, com o objetivo de fortalecer a colaboração e os laços de pesquisa.
5. A participação dos membros do GT será informada e promovida em diferentes reuniões de associações internacionais: LASA (2020, 2021, 2022), ALAS (2019, 2021), ALAST (2022), ILERA (2020).
1.2 Elaboração de um documento de trabalho que sintetize as linhas de ação que o GT promoverá em relação a essas organizações de cooperação acadêmica e internacional (estratégia de articulação).
2.1 Contribuir com ideias para políticas públicas focadas em questões trabalhistas.
2.2 Sistematização de informações que podem ser divulgadas publicamente.
2.3 Participação de pesquisadores da GT em diversos tipos de iniciativas com organizações acadêmicas (seminários, fóruns, etc.).
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Objetivo 2. Produzir artigos sobre o segundo tópico de publicação definido coletivamente.
Proposta preliminar para o segundo texto: “O futuro do trabalho na América Latina: principais debates e tendências”.
Uma perspectiva comparativa será incentivada.
2.1. Serão formados grupos de trabalho para organizar os trabalhos desta segunda publicação.
2.2. Será realizada uma reunião virtual entre os coordenadores do GT e os autores para organizar o trabalho e verificar o progresso.
2.3. Em 2021, será realizado um encontro internacional sobre “O futuro do trabalho na América Latina: principais debates e tendências”.
2.4. Será realizada uma reunião do Grupo de Trabalho no âmbito do Congresso da Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA), a ser realizado em maio de 2021 (local a ser definido).
1.2. Realização de uma reunião entre os coordenadores do GT (virtual).
1.5 Elaboração de um documento de trabalho que resuma o trabalho a ser realizado no segundo ano.
2.1 Construção coletiva de uma análise comparativa dos estudos apresentados por país e sistematizados em um relatório.
2.2 Realização de um encontro internacional em 2021 para apresentação dos resultados em um país a ser definido. A natureza deste encontro (regional, sub-regional, etc.) dependerá dos recursos materiais e financeiros disponíveis.
2.3 Contribuir para o fortalecimento do debate dentro do grupo e incentivar a pesquisa sobre o tema para reuniões futuras.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Serão utilizados os recursos disponibilizados pela CLACSO, pela GT e pelos espaços web dos membros do grupo.
1.1. O Boletim GT será utilizado para divulgar as atividades e pesquisas dos membros do grupo.
1.2. Caso seja aprovada, será realizada uma competição virtual de formação na área de estudos laborais, na qualidade de GT (Grupo de Trabalho).
1.3. Coordenação da segunda publicação do GT (associada ao segundo encontro internacional).
1.2. Publicação do Boletim GT, que permitirá a apresentação de reuniões e pesquisas realizadas pelos membros do grupo.
1.3. Implementação de um curso de treinamento virtual (caso o curso seja aprovado).
1.4 Divulgação da agenda GT através dos meios de comunicação da CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1.2. Os contatos iniciados no primeiro ano de implementação do plano de trabalho com algumas dessas organizações serão ampliados para avaliar possíveis ações que visem à articulação com a GT.
1.3. Os investigadores do GT continuarão a ser incentivados a produzir relatórios dirigidos ao mundo da ciência e tecnologia, ao governo, aos sindicatos e a outros setores políticos e sociais ligados a essa área.
1.2 Notas e material de trabalho de interesse para as organizações serão divulgados pelos meios disponibilizados pela GT ou CLACSO (boletins, sites, etc.).
1.3 Alguns pesquisadores do GT estarão presentes em atividades organizadas por organizações científicas e tecnológicas, governamentais, sociais ou sindicais.
1.4 Como GT, participaremos em diversas iniciativas promovidas por sindicatos ou organizações sociais (seminários, fóruns, etc.).
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1.2. Serão iniciadas ações conjuntas com a Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (ALAST): preliminarmente, um concurso com o objetivo de coletar relatos sobre as experiências de trabalho de trabalhadores e estudantes na América Latina.
1.3. Espera-se que ações semelhantes às indicadas no ponto 2 sejam iniciadas em outras instituições acadêmicas.
1.4. Será realizada uma atividade conjunta com outro GT da CLACSO que seja semelhante aos objetivos do nosso GT.
1.5. A participação dos membros do GT será informada e promovida em diferentes reuniões de associações internacionais: LASA (2021, 2022), ALAS (2021), ALAST (2022), ILERA (2020).
1.2 Sistematização de informações que podem ser divulgadas publicamente.
1.3 Participação de pesquisadores da GT em diversos tipos de iniciativas com organizações acadêmicas (seminários, fóruns, etc.).
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Objetivo 2. Produzir artigos sobre o terceiro tópico de publicação definido coletivamente.
Proposta preliminar para o primeiro texto: “Desafios teóricos e metodológicos dos estudos do trabalho na América Latina”.
Uma perspectiva comparativa será incentivada.
2.1. Serão formados grupos de trabalho para organizar os trabalhos desta terceira publicação.
2.2. Será realizada uma reunião virtual entre os coordenadores do GT e os autores para organizar o trabalho e verificar o progresso.
2.3. Em 2022, será realizado um encontro internacional sobre “Desafios teóricos e metodológicos dos estudos do trabalho na América Latina”.
2.4. Será realizada uma reunião do Grupo de Trabalho no âmbito do Congresso da Associação Latino-Americana de Sociologia (ALAS), a ser realizado em dezembro de 2021 (local a ser definido).
2.5. Será realizada uma reunião do Grupo de Trabalho no âmbito do Congresso da Associação de Estudos Latino-Americanos (LASA), a ser realizado em maio de 2022 (local a ser definido).
2.6. Uma reunião será realizada como Grupo de Trabalho no âmbito do Congresso da Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (ALAST), a ser realizado em julho ou agosto de 2022 no Chile.
1.2. Realização de uma reunião entre os coordenadores do GT.
1.3 Elaboração de um documento de trabalho que sintetize o trabalho a ser realizado no terceiro ano. Este documento incluirá uma avaliação geral das demais dimensões do plano de trabalho.
2.1 Construção coletiva de uma análise comparativa dos estudos apresentados por país e sistematizados em um relatório.
2.2 Realização de um encontro internacional em 2022 para apresentação dos resultados em um país a ser definido. A natureza deste encontro (regional, sub-regional, etc.) dependerá dos recursos materiais e financeiros disponíveis.
2.3 Contribuir para o fortalecimento do debate dentro do grupo e incentivar a pesquisa sobre o tema para reuniões futuras.
2.1 Construção coletiva de uma análise comparativa dos estudos apresentados por país e sistematizados em um relatório.
2.2 Realização de um encontro internacional em 2022 para apresentação dos resultados em um país a ser definido. A natureza deste encontro (regional, sub-regional, etc.) dependerá dos recursos materiais e financeiros disponíveis.
2.3 Contribuir para o fortalecimento do debate dentro do grupo e incentivar a pesquisa sobre o tema para reuniões futuras.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Serão utilizados os recursos disponibilizados pela CLACSO, pela GT e pelos espaços web dos membros do grupo.
1.2. Coordenação da terceira publicação do GT (associada ao terceiro encontro internacional).
1.3. Produzir material audiovisual que mostre o trabalho do grupo e os resultados de alguma pesquisa.
1.2. Algumas edições do Boletim GT serão dedicadas à apresentação de resultados de pesquisa.
1.3. O material audiovisual do GT estará disponível.
1.4 Divulgação da agenda GT através dos meios de comunicação da CLACSO.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1.2. Os investigadores do GT continuarão a ser incentivados a produzir relatórios dirigidos ao mundo da ciência e tecnologia, ao governo, aos sindicatos e a outros setores políticos e sociais ligados a essa área.
1.2 Notas e material de trabalho de interesse para as organizações serão divulgados pelos meios disponibilizados pela GT ou CLACSO (boletins, sites, etc.).
1.3 Alguns pesquisadores do GT estarão presentes em atividades organizadas por organizações científicas e tecnológicas, governamentais, sociais ou sindicais.
1.4 Como GT, participaremos em diversas iniciativas promovidas por sindicatos ou organizações sociais (seminários, fóruns, etc.).
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1.2. As ações serão redefinidas em conjunto com a Associação Latino-Americana de Estudos do Trabalho (ALAST) e outras instituições acadêmicas.
1.3. Será realizada uma atividade conjunta com outro GT da CLACSO que seja semelhante aos objetivos do nosso GT.
1.4. A participação dos membros do GT será informada e promovida em diferentes reuniões de associações internacionais: LASA (2022), ALAST (2022).
1.2 Apoio com uma sistematização de informações que possam ser divulgadas publicamente.
1.3 Participar em iniciativas de diferentes tipos com organizações académicas (seminários, fóruns, etc.).
Número total de pesquisadores admitidos: 60
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Associação para o Avanço das Ciências Sociais
Guatemala
Universidade Central do Equador
Equador
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Divisão de Ciências Sociais, Universidade de Sonora
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Filosofia e Ciências
Universidade Estadual Paulista
Brasil
Doutorado em Ciências Sociais
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Departamento de Sociologia e Ciência Política. Universidade Católica de Temuco.
Departamento de Sociologia e Ciência Política.
Universidade Católica de Temuco.
Chile
Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Centro Interdisciplinar de Estudos de Desenvolvimento
Universidad de los Andes
Colômbia
Uncuyo
Argentina
Faculdade de Educação. Universidade Estadual de Campinas /UNICAMP
Faculdade de Educação
Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP
Brasil
Universidade Nacional de Catamarca
Argentina
Instituto de Estudos Internacionais
Universidade Arturo Prat
Chile
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Universidade Autônoma de Querétaro
México
Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Escola Nacional de Sindicatos
Colômbia
Centro Germinal de Estudos e Educação Popular
Paraguai
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Colégio da Fronteira Norte
México
Universidade de Santo André
Argentina
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Faculdade de Psicologia, Universidade Alberto Hurtado
Chile
Unidade de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Peru
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Extership universitário da Colômbia
Colômbia
Centro de Inovação dos Trabalhadores
CONICET e UMET (Universidade Metropolitana de Educação e Trabalho)
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais, Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
Instituto de Estudos Sociais e Políticos
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Centro de Análise Sociocultural (Nicarágua)
Nicarágua
Centro de Estudos de Desenvolvimento
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Universidade do Pacífico
Peru
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
CEHIS UNMDP CONICET
Argentina
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Departamento de Sociologia, Universidade de Oviedo, Espanha,
Espanha
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal da Paraíba
Brasil
Instituto de Filosofia e Ciências Sociais - UFRJ
Brasil
PPGS/UFPB (seu centro acaba de enviar uma solicitação de adesão à CLACSO)
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas e Econômicas
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Centro de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma de Aguascalientes
México
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