Área temática: Povos Indígenas
Grupo de trabalhoPovos indígenas, autonomias e direitos coletivos
[+ Ver produções e conteúdo]Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Como temos destacado no Grupo de Trabalho, a luta pela autonomia ocupou um lugar central no debate internacional sobre os direitos coletivos dos povos indígenas nos últimos 30 anos, com maior visibilidade na América Latina após diversos momentos-chave e marcos históricos. Entre eles, destacam-se a grande mobilização indígena de 1992, uma demonstração de rejeição e resistência à “celebração” do 500º aniversário da conquista colonial; a revolta zapatista em Chiapas, a partir de janeiro de 1994; a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas, em 1997; e as mobilizações indígenas e os processos constitutivos que, desde 2000, têm sido liderados por atores indígenas na Bolívia e no Equador, resultando na incorporação do conceito de autonomia indígena e no reconhecimento de Estados plurinacionais nas constituições de ambos os países, em 2009 e 2008, respectivamente. Esses são alguns dos muitos fatos, processos e formas pelas quais as autonomias indígenas têm sido reivindicadas, demandadas, contestadas, construídas e defendidas em toda a América Latina.
Em diversas regiões da América Latina, diante da repressão governamental, os processos autônomos representam um mecanismo para o desenvolvimento de estratégias de resistência, como ocorre na Guatemala, Chile, Peru, Brasil, Argentina, Paraguai e Colômbia; formas de construção social em rebelião, de fato, como no caso dos zapatistas no México; ou a partir da transformação do Estado, como no caso do movimento indígena no Equador e na Bolívia, que, apesar do reconhecimento constitucional formal das autonomias indígenas, continuam a contestar direitos políticos e territoriais e autonomia "real", o que ajudaria a visualizar as limitações das novas formulações estatais.
Nesse contexto, a questão da autonomia indígena ganhou relevância, seja no âmbito das demandas gerais, seja nas demandas e propostas específicas dos movimentos e organizações indígenas, seja nos debates e processos relacionados à reforma e/ou “refundação do Estado na América Latina” (Santos, 2010). Com base na diversidade de experiências existentes, constatamos que, por meio da organização coletiva e da resistência cotidiana, os processos de autonomia indígena representam uma estratégia de enfrentamento às ideologias dominantes e aos marcos hegemônicos que legitimam, naturalizam e perpetuam as relações de dominação, subordinação e exclusão dos povos indígenas. Mesmo as populações indígenas que migraram para as cidades, que podem manter vínculos com suas comunidades de origem ou que recriam certos aspectos de seu modo de vida nos espaços urbanos, abrem possibilidades para o exercício da autonomia por meio da luta pela autodeterminação e pela defesa de seus direitos culturais. Assim, a ideia de autonomia foi renovada e assumida não apenas como discurso, mas como prática diária e construção de ação e organização política e territorial, de identidade sociocultural, de senso crítico, de potencial alternativa social ou como modalidade de resistência socioterritorial e defesa de direitos coletivos enquanto povos.
Pode-se argumentar que a própria existência de cada povo indígena hoje constitui um ato de rebeldia; que estar aqui, hoje, após 500 anos de colonialismo, incorpora a vontade de um povo que luta para existir e perdurar. Paralelamente a essa resistência, emergem formas organizacionais que reivindicam o pensamento indígena e as práticas comunitárias, possibilitando o desenvolvimento de alternativas inovadoras que redefinem as relações sociopolíticas e econômicas em todos os níveis (da família e da comunidade ao nível regional, e até mesmo em suas interações com os Estados e outros atores sociais). Isso, por sua vez, fomenta a criação de oportunidades que tornam a emancipação e a descolonização possíveis em condições de equidade, liberdade e dignidade em seus próprios territórios.
As lutas pela autodeterminação e os processos autônomos em toda a América Latina assumem importância vital, pois constituem, por sua vez, resistências territoriais e r-existências (Porto Gonçalves, 2010) contra o avanço, em todo o continente, de modelos de desenvolvimento em que prevalecem lógicas extrativistas ou neoextrativistas, no âmbito do que Maristella Svampa (2013) denomina “consenso das mercadorias”, caracterizado pelo aprofundamento de uma dinâmica de desapropriação territorial e da natureza (bens comuns) por meio da exploração de hidrocarbonetos, da megamineração ou da expansão da fronteira agroflorestal através do agronegócio, que afetam principalmente os territórios tradicionalmente ocupados por comunidades camponesas e indígenas. Constatamos que o modelo de desenvolvimento extrativista atualiza não apenas as dinâmicas de desapropriação capitalista, mas também as relações de colonialidade, negando a especificidade dos territórios e das populações e seus modos de vida, recriando relações de subordinação e exploração.
É importante ressaltar que as lutas em defesa dos direitos indígenas são travadas principalmente nos territórios que eles habitam ancestralmente e que possuem grande significado para eles. Essa dimensão é central para a natureza das disputas que predominam neste século. Os territórios dos povos indígenas — geralmente reservatórios de biodiversidade e numerosos recursos naturais — tornam-se cobiçados pelo capital que busca explorá-los e mercantilizá-los, desconsiderando a existência de vastas populações e outros modos de vida que coexistiram e se relacionaram harmoniosamente com a natureza ao longo dos séculos. Essas operações só podem gerar maior pressão sobre as comunidades e seus territórios, além de aumentar a marginalização e a ameaça da perda definitiva de suas identidades e modos de vida.
As condições apresentadas pelo chamado “capitalismo predatório” nos países latino-americanos, ao custo de danos irreversíveis à natureza e da desapropriação de populações de seus territórios, violando seus direitos, estão em constante conflito com a possibilidade de desenvolver uma vida digna ou “bem viver” como visões alternativas que emanam de cosmovisões comunitárias. Essas cosmovisões abrangem o conhecimento ancestral e formas alternativas de compreender a relação com a natureza, o cosmos, a vida e a existência compartilhada. Nesse sentido, os movimentos indígenas contemporâneos lutam contra “projetos de morte” que ameaçam a vida, o planeta e a Mãe Terra como nosso lar comum, a fim de abrir novas possibilidades epistêmicas, intelectuais e sociais. Portanto, é uma escolha crítica e intelectual explorar as propostas e os processos derivados de movimentos que lutam por autonomia, os quais, por meio de suas práticas cotidianas, podem estar produzindo alternativas para a descolonização social e socioambiental.
Essas propostas e processos revelam, entre outros aspectos, conflitos contínuos entre o Estado e os povos indígenas (e movimentos indígenas), nos quais o respeito ou a concretização dos direitos territoriais coletivos e históricos, bem como a defesa da identidade coletiva e de sua própria cultura, parecem estar em jogo. Esses aspectos estão sujeitos a tensos processos de negociação, pressão e/ou assédio envolvendo fatores externos dependentes de governos, partidos políticos, forças militares, empresas transnacionais extrativistas, ONGs e outros atores, mas também fenômenos endógenos, que por vezes representam contradições e limitações dentro dos próprios movimentos indígenas. Assim, a luta dos povos indígenas por seu direito à autogovernança política e à autodeterminação territorial — e até mesmo à autodeterminação ontológica e epistêmica — enfrenta múltiplos obstáculos, limitações e resistência, embora em alguns casos tenham alcançado o reconhecimento do Estado e/ou a incorporação e a integração de seus direitos coletivos.
García Guerreiro, L. e Pavel C. López Flores (Coord.) (2016) Povos indígenas em luta por autonomias: Experiências e desafios na América Latina, Buenos Aires, CLACSO-CIDES-El Colectivo.
García Guerreiro, L. e Pavel C. López Flores (Coord.) (2018) Movimentos e autonomias indígenas na América Latina: cenários disputados e horizontes de possibilidade, Buenos Aires, CLACSO- El Colectivo.
Harvey, David (2004). Novo imperialismo e acumulação por desapropriação. Madrid: AKAL.
Lander, Edgardo (2012) Crise Civilizacional e Geopolítica do Conhecimento. San Cristóbal de las Casas: CIDECI/UnitierraChiapas.
Porto Gonçalves, Carlos Walter 2010 Territorialidades e luta por
Território na América Latina: Geografia dos movimentos sociais
na América Latina (Caracas: IVIC).
Santos, Boaventura de Sousa (2010). Refundando o Estado na América Latina, Perspectivas de uma Epistemologia do Sul. Lima, Peru: IIDS/PDTG.
Svampa, Maristella (2013). “Commodity Consensus” e linguagens de avaliação na América Latina. Em Nueva Sociedad, nº 244. Buenos Aires.
Tola, Florence. "A 'virada ontológica' e a relação Natureza/Cultura. Reflexões do Gran Chaco." In CECYP Research Notes, 2016, (27):128-139.
No prólogo do livro mais recente do Grupo de Trabalho, Araceli Burguete argumenta que, à medida que a segunda década do século XXI se aproxima do fim, uma característica distintiva das lutas por autonomia dos povos indígenas em Abya Yala (América Latina) é a luta para definir o conceito de autonomia. Essa luta surge da expressão criativa de sujeitos indígenas que utilizam suas lutas para interpretá-la dentro de uma estrutura de gramática autônoma, em meio a uma diversidade de processos em todo o continente. Essa abertura, que levou a uma polifonia de conceitualização, ocorreu em uma conjuntura particular, quando a “autonomia” deixou de ser uma noção meramente jurídica e passou a ser situada no âmbito dos movimentos sociais (Burguete, 2018). Como é sabido, esse conceito emergiu na década de 1980 e começou a ser discutido no campo do direito, abrangendo direitos humanos, direito internacional e direito interno. Posteriormente, foi amplamente estudado no campo dos movimentos sociais e, mais recentemente, nas perspectivas dos “movimentos societais” (Tapia, 2008).
O debate em torno das autonomias políticas e territoriais abriu, assim, particularmente na América Latina, um campo fértil de discussão teórica e política sobre alternativas sociais, políticas, territoriais e produtivas que emergem de inúmeras experiências locais a partir do “subsolo da política” (Tapia, 2008). Esses processos autônomos parecem desafiar, primordialmente, o capitalismo como forma de organização humana e os próprios Estados-nação como modos de organização da vida política da sociedade (Zibechi, 2008). Diante das emergências multissituadas da autonomia, propõe-se reformular a abordagem unívoca e, em vez de considerar analiticamente a “autonomia” no singular, refletir sobre as “autonomias” no plural, uma vez que uma característica destas é a forma diferenciada como são construídas, de acordo com o contexto de cada realidade e os sujeitos que as defendem e lideram.
Assim, a autonomia indígena emerge de múltiplas fontes, com diversas manifestações. Cada uma reflete o contexto cultural específico de onde surge, sendo sua natureza multifacetada e polimórfica algumas das principais características das autonomias indígenas contemporâneas. A expansão e a consolidação da abordagem da autonomia são parte constitutiva da maioria das lutas indígenas na América Latina, devido ao papel unificador que desempenha em suas duas manifestações: autonomia como fim e autonomia como processo nas lutas indígenas contemporâneas (Burguete, 2010). Os processos políticos de construção da autonomia desenvolvidos pelos povos indígenas hoje implicam uma concepção de mundo, de vida em sociedade, de natureza e da relação sociedade/natureza que difere daquela proposta pelo capitalismo. Esses processos também acarretam uma diferença substancial em termos de organização dos modos de vida e, por essa razão, tornam-se, em muitos casos, uma ameaça ao sistema (Ceceña, 2008). A autonomia não é mera declaração, nem representa um objetivo ideológico; antes, está intrinsecamente ligada à diferença. Os povos indígenas precisam de autonomia para proteger sua cultura, sua visão de mundo e seu mundo, distinguindo-os do mundo hegemônico (Zibechi, 2008). Nesse sentido, o controle territorial é o fundamento primordial sobre o qual se constrói a autonomia. Isso porque a autonomia não é uma concessão do Estado, mas uma conquista dos atores sociais indígenas, que precisam proteger e fortalecer sua singularidade para continuar existindo como povo. Sob essa perspectiva, a autonomia se torna uma espécie de trilogia composta por território, autogoverno e autodeterminação (Zibechi, 2008), aspectos inseparáveis.
O Grupo de Trabalho “Povos Indígenas na Luta pela Autonomia” (posteriormente renomeado Grupo de Trabalho “Povos Indígenas e Processos de Autonomia”), que vem atuando e trocando ideias coletivamente desde 2013 com o apoio da CLACSO, surgiu da necessidade de refletir sobre a importância das lutas indígenas por autonomia na América Latina. Dando continuidade a essa linha de trabalho coletivo e aos processos de pesquisa, reflexão, discussão e troca entre diferentes pesquisadores em um diálogo interdisciplinar e intergeracional, este Grupo de Trabalho, que agora denominamos “Povos Indígenas, Autonomia e Direitos Coletivos”, busca renovar e atualizar as questões levantadas a fim de analisar mais a fundo o papel dos processos de autonomia indígena e sua influência em processos sociais e políticos mais amplos. Essa influência decorre de seu papel como inspiração para outras lutas sociais ou como um desafio à persistência de certas relações sociopolíticas e territoriais de exclusão e/ou negação, bem como às estruturas de poder e práticas de dominação que as sustentam. Da mesma forma, o grupo pretende continuar investigando e apoiando os processos autônomos dos povos indígenas, bem como as reivindicações de reconhecimento e exercício de seus direitos coletivos pelos Estados, seja por meio de sua reestruturação ou refundação, a fim de compreender as possibilidades e os caminhos pelos quais os povos indígenas e suas lutas por autonomia podem ser uma semente para a construção de sistemas sociais alternativos à ordem dominante e hegemônica.
Complementar à abordagem da dimensão autônoma, a análise dos níveis, dimensões e limites do exercício dos direitos coletivos pelos povos indígenas, bem como das capacidades e recursos disponíveis às organizações indígenas, permite uma compreensão mais precisa das possibilidades de geração de políticas próprias nas áreas de produção de bens e serviços, soberania alimentar, justiça, saúde, educação, habitat, comunicação, cultura e relação com a natureza.
Além disso, a reflexão sobre os processos atuais de defesa dos direitos coletivos destaca a necessidade de considerar as ações dos Estados-nação como atores-chave na luta pelo reconhecimento dos povos indígenas. As políticas públicas orientadas nessa direção apresentam um panorama variado e complexo em toda a América Latina, embora persistam lacunas na caracterização das necessidades e deficiências na implementação. Diante da contradição explícita inerente à escolha dos governos latino-americanos de manter um modelo econômico extrativista e à consequente violação dos direitos das populações indígenas que habitam territórios disputados, consideramos necessário realizar uma análise comparativa e aprofundada do alcance dos marcos jurídicos nacionais e internacionais e sua implementação concreta nos países da região, bem como dos planos, projetos e linhas de trabalho estatais voltados para essas comunidades.
Nesse sentido, observamos que um dos principais mecanismos consagrados nas constituições e legislações latino-americanas como meio de reconhecimento dos direitos indígenas — a saber, a implementação de consultas prévias, livres e informadas sobre projetos que afetam territórios comunitários — tornou-se, em alguns casos, uma validação espúria de projetos com alto impacto negativo sobre populações e territórios; uma “permissão” para a pilhagem. Visualizar essas situações e compreender esses mecanismos é crucial para que possamos enfrentar os desafios atuais que os povos indígenas enfrentam na busca de suas principais reivindicações.
Em suma, o Grupo de Trabalho “Povos Indígenas, Autonomias e Direitos Coletivos” visa, enquanto coletivo acadêmico pluralista, estudar, contribuir e apoiar, a partir de perspectivas críticas de pensamento e ação, as práticas de luta pela autonomia indígena, bem como suas realidades cotidianas e horizontes de possibilidade, em diferentes contextos nacionais e sob uma perspectiva latino-americana. Busca também identificar e refletir sobre os desafios para as ciências sociais na compreensão do lugar que os povos indígenas e os movimentos indígenas ocupam hoje dentro dos movimentos antissistêmicos que surgiram com o sistema mundial moderno/colonial/patriarcal e o capitalismo como ordem civilizacional dominante.
Burguete Cal y Mayor, Araceli (2010). “Autonomia: a emergência de um novo paradigma nas lutas pela descolonização na América Latina”. In Autonomia em debate: autogoverno indígena e o Estado plurinacional na América Latina. Quito: FLACSO/CIESAS/UNICH, p. 6394.
Ceceña, Ana Esther (2008). Derivas do mundo em que todos os mundos cabem. México, CLACSO Siglo XXI Editores.
Díaz Polanco, Héctor e Sánchez, Consuelo (2002). México diversificado. O debate pela autonomia. México: Século XXI.
Esteva, Gustavo (2011). “Outra autonomia, outra democracia”. Em Pensando autonomias, alternativas para a emancipação do capital e do Estado”. México: Sísifo Ediciones / Bajo Tierra.
González, Miguel (2010). “Autonomias territoriais indígenas e regimes autônomos (em relação ao Estado) na América Latina”. In Autonomia em debate: autogoverno indígena e o Estado plurinacional na América Latina. Quito: FLACSO/CIESAS–UNICH, p. 3562.
López Bárcenas, Francisco (2008). Autonomias Indígenas na América Latina. México: Centro de Orientação e Assessoria aos Povos Indígenas AC/MC Editores.
López e Rivas, Gilberto (2011). “Autonomias Indígenas, Poder e Transformações Sociais no México.” Em Pensando as Autonomias: Alternativas para a Emancipação do Capital e do Estado. México: Sísifo Edições/Bajo Tierra. pág. 103-115.
Tapia, Luis 2008 Política Selvagem (La Paz: CLACSO/Comuna/Muela
(do Diabo).
Zibechi, Raúl (2008). Autonomias e emancipações. América Latina em movimento. México: Bajo Tierra Ediciones & Sísifo Ediciones.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
-Estudar e apoiar, a partir de perspectivas de pensamento crítico e ação crítica, as práticas de luta pelo reconhecimento dos direitos coletivos indígenas e pelo exercício da autodeterminação territorial em diferentes contextos nacionais e sob uma perspectiva latino-americana.
- Identificar e refletir sobre os desafios das ciências sociais, a fim de compreender o lugar que os povos nativos e os movimentos indígenas ocupam hoje dentro dos movimentos antissistêmicos.
- Promover a discussão e a reflexão teórica, epistemológica e metodológica sobre os direitos coletivos e a construção das autonomias indígenas na América Latina.
- Aprender, analisar e trocar conhecimentos sobre as experiências e os processos de construção de autonomias e defesa dos direitos coletivos dos povos indígenas na América Latina, juntamente com os povos e comunidades indígenas.
- Analisar, em termos comparativos, as lutas em defesa dos direitos coletivos dos povos indígenas da América Latina, identificando e refletindo sobre seus sucessos, suas contradições e seus projetos futuros.
- Analisar, de forma comparativa e interdisciplinar, a concepção de políticas públicas estatais, bem como sua implementação e consequências, em relação aos povos e comunidades indígenas e seus territórios.
- Analisar e problematizar o exercício dos direitos coletivos, bem como as capacidades e os recursos disponíveis aos povos indígenas para gerar suas próprias políticas em áreas como produção, justiça, saúde, educação, meio ambiente, etc.
- Analisar as tensões e os conflitos existentes nos territórios indígenas, identificando os principais atores e os territórios em disputa.
- Criar espaços para debate e reflexão teórica (tanto presencial quanto virtual) sobre o tema das autonomias, com outros acadêmicos da América Latina.
- Realizar uma reunião presencial do GT como um espaço para socialização de experiências, troca de ideias, discussão, avaliação e planejamento do plano de trabalho e da dinâmica do GT.
- Organizar espaços de intercâmbio (encontros, oficinas, fóruns, colóquios, etc.) com sujeitos sociais que são protagonistas dos processos autônomos e da luta pela defesa dos direitos coletivos indígenas em diversos territórios da América Latina.
- Sistematizar os debates, reflexões e diálogos resultantes dos espaços de intercâmbio com sujeitos sociais, atores acadêmicos e membros da GT.
- Um seminário internacional sobre perspectivas teóricas e epistemológicas relativas aos povos indígenas e aos direitos coletivos.
- Um livro com contribuições teóricas dos membros do GT e a sistematização das trocas em torno das lutas territoriais e dos processos de autonomia indígena na América Latina.
- Realizar uma reunião com organizações territoriais indígenas no âmbito da reunião da GT, principalmente em território indígena.
- Produção de artigos e dossiês em revistas científicas especializadas em ciências sociais e no tema dos povos indígenas e direitos coletivos.
- Elaboração de um documento memorando com a sistematização dos diálogos, reflexões e propostas dos sujeitos indígenas em relação à defesa de seus direitos coletivos.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
- Participar ativamente na rede académica do CLACSO, através da divulgação da produção científica do GT e da organização de espaços de socialização, formação e troca de conhecimentos.
- Participação ativa da GT em espaços acadêmicos internacionais dentro e fora da América Latina.
- Criar instrumentos e espaços para disseminar o conhecimento produzido pela GT, por meio de modalidades presenciais, virtuais e por meio de publicações.
- Desenvolver estratégias para disseminar e discutir o trabalho do GT em espaços acadêmicos de debate e formação no âmbito da rede de pós-graduação da CLACSO.
- Desenvolver um curso virtual sobre o tema abordado pelo GT, dentro do espaço de treinamento virtual da CLACSO.
- Desenvolver, produzir e divulgar publicações sobre o tema pesquisado e debatido neste GT, predominantemente através dos instrumentos e espaços de divulgação do CLACSO e dos centros membros que participam no GT.
- Elaborar propostas para participar em espaços académicos internacionais onde sejam debatidos temas relacionados com povos indígenas e direitos coletivos a nível latino-americano, regional e global.
- Conclusão de um curso virtual sobre o tema GT na plataforma virtual CLACSO.
- Um dossiê especial sobre o tema dos povos indígenas e autonomias na Revista Latino-Americana de Pesquisa Crítica (I+C) da CLACSO.
- Participação em diversos espaços internacionais (encontros) onde o tema do GT possa ser divulgado e debatido, tais como, entre outros:
- ALAS 2019 (Lima, Peru)
- Congresso Internacional dos Povos Indígenas da América Latina (CIPIAL).
- LASA 2020 (Guadalajara, México).
- Associação de Estudos Nativos Americanos e Indígenas (NAISA), 2020 (Toronto, Canadá).
- Publicação de informações e produções relacionadas à situação dos povos indígenas e à luta por seus direitos coletivos nos meios de comunicação de massa e redes virtuais.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
- Promover encontros sobre políticas públicas relacionadas aos povos indígenas e às autonomias, com a participação de atores sociais das comunidades indígenas e, se possível, com alguns representantes do Estado sobre o tema.
- Fortalecer, por meio de intercâmbios e espaços de capacitação, as diferentes organizações e movimentos indígenas com os quais a GT trabalha na América Latina.
- Promover espaços de encontro com sujeitos indígenas e organizações territoriais indígenas em luta pela defesa dos direitos coletivos:
* Assembleia do Povo Guarani do Chaco (Bolívia).
* Organizações Indígenas de Cauca (Colômbia).
* Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE).
*Organizações de Povos Indígenas do Gran Chaco e da Região Leste (no Paraguai: CLIBCH, UCINY, FAPI, Federação Guarani).
* União dos Povos da Nação Diaguita (Argentina)
* Organizações Mapuche da Argentina e do Chile.
* Coordenador Nacional da Autonomia Indígena e Camponesa (CONAIOC).
* Conselho Nacional de Ayllus e Markas de Qollasuyu, Bolívia (CONAMAQ),
* Confederação Nacional de Mulheres Indígenas da Bolívia (CNAMIB)
* Subcentral Indígena de Sécure, Bolívia (TIPNIS).
* Organização Nacional Indígena da Colômbia e Reservas Indígenas.
* Experiências autônomas do Congresso Nacional Indígena no México e expressões organizacionais da Sexta Declaração da Selva Lacandona no México e na Argentina
* Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)
* entre outros.
-Convidar autoridades governamentais e/ou agentes estatais para eventos organizados pela GT a fim de discutir e trocar ideias sobre o alcance e os efeitos das políticas públicas relacionadas aos problemas dos povos indígenas.
- Declarações e pronunciamentos do Grupo de Trabalho sobre a situação dos povos indígenas e a luta em defesa de seus direitos coletivos em diversos contextos dos países da América Latina.
- Elaboração de propostas e/ou recomendações relacionadas a políticas públicas sobre povos indígenas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
- Criar espaços de intercâmbio com coletivos, redes e programas acadêmicos dentro e fora da América Latina em relação ao tema abordado por este Grupo de Trabalho.
- Participar ativamente em espaços e redes internacionais, posicionando o tema abordado pelo GT.
- Criar vínculos com ONGs e agências de cooperação internacional para obter apoio financeiro para o desenvolvimento do plano de trabalho do GT.
- Participar, a partir do GT, em espaços acadêmicos (dentro e fora da AL) onde o tema dos povos indígenas e seus processos de defesa territorial e construção autônoma sejam abordados, ou estejam relacionados a eles.
- Participação e envolvimento regulares do GT (e/ou de seus representantes) em reuniões internacionais de redes e programas dentro e fora da América Latina, relacionados ao tema do GT.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
-Estudar e apoiar, a partir de perspectivas de pensamento crítico e ação crítica, as práticas de luta pelo reconhecimento dos direitos coletivos indígenas e pelo exercício da autodeterminação territorial em diferentes contextos nacionais e sob uma perspectiva latino-americana.
- Identificar e refletir sobre os desafios das ciências sociais, a fim de compreender o lugar que os povos nativos e os movimentos indígenas ocupam hoje dentro dos movimentos antissistêmicos.
- Promover a discussão e a reflexão teórica, epistemológica e metodológica sobre os direitos coletivos e a construção das autonomias indígenas na América Latina.
- Aprender, analisar e trocar conhecimentos sobre as experiências e os processos de construção de autonomias e defesa dos direitos coletivos dos povos indígenas na América Latina, juntamente com os povos e comunidades indígenas.
- Analisar, em termos comparativos, as lutas em defesa dos direitos coletivos dos povos indígenas da América Latina, identificando e refletindo sobre seus sucessos, suas contradições e seus projetos futuros.
- Analisar, de forma comparativa e interdisciplinar, a concepção de políticas públicas estatais, bem como sua implementação e consequências, em relação aos povos e comunidades indígenas e seus territórios.
- Analisar e problematizar o exercício dos direitos coletivos, bem como as capacidades e os recursos disponíveis aos povos indígenas para gerar suas próprias políticas em áreas como produção, justiça, saúde, educação, meio ambiente, etc.
- Analisar as tensões e os conflitos existentes nos territórios indígenas, identificando os principais atores e os territórios em disputa.
- Criar espaços para debate e reflexão teórica (tanto presencial quanto virtual) sobre o tema das autonomias, com outros acadêmicos da América Latina.
- Realizar uma reunião presencial do GT como um espaço para socialização de experiências, troca de ideias, discussão, avaliação e planejamento do plano de trabalho e da dinâmica do GT.
- Organizar espaços de intercâmbio (encontros, oficinas, fóruns, colóquios, etc.) com sujeitos sociais que são protagonistas dos processos autônomos e da luta pela defesa dos direitos coletivos indígenas em diversos territórios da América Latina.
- Sistematizar os debates, reflexões e diálogos resultantes dos espaços de intercâmbio com sujeitos sociais, atores acadêmicos e membros da GT.
- Um seminário internacional sobre povos indígenas e direitos coletivos.
- Realizar uma reunião com organizações territoriais indígenas no âmbito da reunião da GT, principalmente em território indígena.
- Produção de artigos e dossiês em revistas científicas especializadas em ciências sociais e no tema dos povos indígenas e direitos coletivos.
- Elaboração de um documento memorando com a sistematização dos diálogos, reflexões e propostas dos sujeitos indígenas em relação à defesa de seus direitos coletivos.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
- Criar instrumentos e espaços para disseminar o conhecimento produzido pela GT, por meio de modalidades presenciais, virtuais e por meio de publicações.
- Desenvolver estratégias para disseminar e discutir o trabalho do GT em espaços acadêmicos de debate e formação no âmbito da rede de pós-graduação da CLACSO.
- Desenvolver um curso virtual sobre o tema abordado pelo GT, dentro do espaço de treinamento virtual da CLACSO.
- Desenvolver, produzir e divulgar publicações sobre o tema pesquisado e debatido neste GT, predominantemente através dos instrumentos e espaços de divulgação do CLACSO e dos centros membros que participam no GT.
- Elaborar propostas para participar em espaços académicos internacionais onde sejam debatidos temas relacionados com povos indígenas e direitos coletivos a nível latino-americano, regional e global.
- Conclusão de um curso virtual sobre o tema GT na plataforma virtual CLACSO.
- Participação em diversos espaços internacionais (encontros) onde o tema do GT possa ser divulgado e debatido.
-Apresentação e divulgação dos livros e produções da GT.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
- Promover encontros sobre políticas públicas relacionadas aos povos indígenas e às autonomias, com a participação de atores sociais das comunidades indígenas e, se possível, com alguns representantes do Estado sobre o tema.
- Fortalecer, por meio de intercâmbios e espaços de capacitação, as diferentes organizações e movimentos indígenas com os quais a GT trabalha na América Latina.
- Promover espaços de encontro com sujeitos indígenas e organizações territoriais indígenas em luta pela defesa dos direitos coletivos:
* Assembleia do Povo Guarani do Chaco (Bolívia).
* Organizações Indígenas de Cauca (Colômbia).
* Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE).
*Organizações de Povos Indígenas do Gran Chaco e da Região Leste (no Paraguai: CLIBCH, UCINY, FAPI, Federação Guarani).
* União dos Povos da Nação Diaguita (Argentina)
* Organizações Mapuche da Argentina e do Chile.
* Coordenador Nacional da Autonomia Indígena e Camponesa (CONAIOC).
* Conselho Nacional de Ayllus e Markas de Qollasuyu, Bolívia (CONAMAQ),
* Confederação Nacional de Mulheres Indígenas da Bolívia (CNAMIB)
* Subcentral Indígena de Sécure, Bolívia (TIPNIS).
* Organização Nacional Indígena da Colômbia e Reservas Indígenas.
* Experiências autônomas do Congresso Nacional Indígena no México e expressões organizacionais da Sexta Declaração da Selva Lacandona no México e na Argentina
* Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)
* entre outros.
-Convidar autoridades governamentais e/ou agentes estatais para eventos organizados pela GT a fim de discutir e trocar ideias sobre o alcance e os efeitos das políticas públicas relacionadas aos problemas dos povos indígenas.
- Declarações e pronunciamentos do Grupo de Trabalho sobre a situação dos povos indígenas e a luta em defesa de seus direitos coletivos em diversos contextos dos países da América Latina.
- Elaboração de propostas e/ou recomendações relacionadas a políticas públicas sobre povos indígenas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
- Criar espaços de intercâmbio com coletivos, redes e programas acadêmicos dentro e fora da América Latina em relação ao tema abordado por este Grupo de Trabalho.
- Participar ativamente em espaços e redes internacionais, posicionando o tema abordado pelo GT.
- Criar vínculos com ONGs e agências de cooperação internacional para obter apoio financeiro para o desenvolvimento do plano de trabalho do GT.
- Participar, a partir do GT, em espaços acadêmicos (dentro e fora da AL) onde o tema dos povos indígenas e seus processos de defesa territorial e construção autônoma sejam abordados, ou estejam relacionados a eles.
- Participação e envolvimento regulares do GT (e/ou de seus representantes) em reuniões internacionais de redes e programas dentro e fora da América Latina, relacionados ao tema do GT.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
-Estudar e apoiar, a partir de perspectivas de pensamento crítico e ação crítica, as práticas de luta pelo reconhecimento dos direitos coletivos indígenas e pelo exercício da autodeterminação territorial em diferentes contextos nacionais e sob uma perspectiva latino-americana.
- Identificar e refletir sobre os desafios das ciências sociais, a fim de compreender o lugar que os povos nativos e os movimentos indígenas ocupam hoje dentro dos movimentos antissistêmicos.
- Promover a discussão e a reflexão teórica, epistemológica e metodológica sobre os direitos coletivos e a construção das autonomias indígenas na América Latina.
- Aprender, analisar e trocar conhecimentos sobre as experiências e os processos de construção de autonomias e defesa dos direitos coletivos dos povos indígenas na América Latina, juntamente com os povos e comunidades indígenas.
- Analisar, em termos comparativos, as lutas em defesa dos direitos coletivos dos povos indígenas da América Latina, identificando e refletindo sobre seus sucessos, suas contradições e seus projetos futuros.
- Analisar, de forma comparativa e interdisciplinar, a concepção de políticas públicas estatais, bem como sua implementação e consequências, em relação aos povos e comunidades indígenas e seus territórios.
- Analisar e problematizar o exercício dos direitos coletivos, bem como as capacidades e os recursos disponíveis aos povos indígenas para gerar suas próprias políticas em áreas como produção, justiça, saúde, educação, meio ambiente, etc.
- Analisar as tensões e os conflitos existentes nos territórios indígenas, identificando os principais atores e os territórios em disputa.
- Criar espaços para debate e reflexão teórica (tanto presencial quanto virtual) sobre o tema das autonomias, com outros acadêmicos da América Latina.
- Realizar uma reunião presencial do GT como um espaço para socialização de experiências, troca de ideias, discussão, avaliação e planejamento do plano de trabalho e da dinâmica do GT.
- Organizar espaços de intercâmbio (encontros, oficinas, fóruns, colóquios, etc.) com sujeitos sociais que são protagonistas dos processos autônomos e da luta pela defesa dos direitos coletivos indígenas em diversos territórios da América Latina.
- Sistematizar os debates, reflexões e diálogos resultantes dos espaços de intercâmbio com sujeitos sociais, atores acadêmicos e membros da GT.
- Um seminário internacional sobre perspectivas teóricas e epistemológicas relativas aos povos indígenas e aos direitos coletivos.
- Um livro com contribuições teóricas dos membros do GT e a sistematização das trocas em torno das lutas territoriais e dos processos de autonomia indígena na América Latina.
- Realizar uma reunião com organizações territoriais indígenas no âmbito da reunião da GT, principalmente em território indígena.
- Produção de artigos e dossiês em revistas científicas especializadas em ciências sociais e no tema dos povos indígenas e direitos coletivos.
- Elaboração de um documento memorando com a sistematização dos diálogos, reflexões e propostas dos sujeitos indígenas em relação à defesa de seus direitos coletivos.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
- Criar instrumentos e espaços para disseminar o conhecimento produzido pela GT, por meio de modalidades presenciais, virtuais e por meio de publicações.
- Desenvolver estratégias para disseminar e discutir o trabalho do GT em espaços acadêmicos de debate e formação no âmbito da rede de pós-graduação da CLACSO.
- Desenvolver um curso virtual sobre o tema abordado pelo GT, dentro do espaço de treinamento virtual da CLACSO.
- Desenvolver, produzir e divulgar publicações sobre o tema pesquisado e debatido neste GT, predominantemente através dos instrumentos e espaços de divulgação do CLACSO e dos centros membros que participam no GT.
- Elaborar propostas para participar em espaços académicos internacionais onde sejam debatidos temas relacionados com povos indígenas e direitos coletivos a nível latino-americano, regional e global.
- Conclusão de um curso virtual sobre o tema GT na plataforma virtual CLACSO.
- Um dossiê especial sobre o tema dos povos indígenas, autonomias e direitos coletivos em uma revista internacional.
- Participação em diversos espaços internacionais (encontros) onde o tema do GT possa ser divulgado e debatido.
- Um livro com contribuições teóricas dos membros do GT e a sistematização de intercâmbios sobre lutas territoriais, direitos coletivos e processos de autonomia indígena na América Latina.
-Apresentação e divulgação dos livros e produções da GT.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
- Promover encontros sobre políticas públicas relacionadas aos povos indígenas e às autonomias, com a participação de atores sociais das comunidades indígenas e, se possível, com alguns representantes do Estado sobre o tema.
- Fortalecer, por meio de intercâmbios e espaços de capacitação, as diferentes organizações e movimentos indígenas com os quais a GT trabalha na América Latina.
- Promover espaços de encontro com sujeitos indígenas e organizações territoriais indígenas em luta pela defesa dos direitos coletivos:
* Assembleia do Povo Guarani do Chaco (Bolívia).
* Organizações Indígenas de Cauca (Colômbia).
* Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE).
*Organizações de Povos Indígenas do Gran Chaco e da Região Leste (no Paraguai: CLIBCH, UCINY, FAPI, Federação Guarani).
* União dos Povos da Nação Diaguita (Argentina)
* Organizações Mapuche da Argentina e do Chile.
* Coordenador Nacional da Autonomia Indígena e Camponesa (CONAIOC).
* Conselho Nacional de Ayllus e Markas de Qollasuyu, Bolívia (CONAMAQ),
* Confederação Nacional de Mulheres Indígenas da Bolívia (CNAMIB)
* Subcentral Indígena de Sécure, Bolívia (TIPNIS).
* Organização Nacional Indígena da Colômbia e Reservas Indígenas.
* Experiências autônomas do Congresso Nacional Indígena no México e expressões organizacionais da Sexta Declaração da Selva Lacandona no México e na Argentina
* Coordenação das Organizações Indígenas da Amazônia Brasileira (COIAB), Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (APIB)
* entre outros.
-Convidar autoridades governamentais e/ou agentes estatais para eventos organizados pela GT a fim de discutir e trocar ideias sobre o alcance e os efeitos das políticas públicas relacionadas aos problemas dos povos indígenas.
- Declarações e pronunciamentos do Grupo de Trabalho sobre a situação dos povos indígenas e a luta em defesa de seus direitos coletivos em diversos contextos dos países da América Latina.
- Elaboração de propostas e/ou recomendações relacionadas a políticas públicas sobre povos indígenas.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
- Criar espaços de intercâmbio com coletivos, redes e programas acadêmicos dentro e fora da América Latina em relação ao tema abordado por este Grupo de Trabalho.
- Participar ativamente em espaços e redes internacionais, posicionando o tema abordado pelo GT.
- Criar vínculos com ONGs e agências de cooperação internacional para obter apoio financeiro para o desenvolvimento do plano de trabalho do GT.
- Participar, a partir do GT, em espaços acadêmicos (dentro e fora da AL) onde o tema dos povos indígenas e seus processos de defesa territorial e construção autônoma sejam abordados, ou estejam relacionados a eles.
- Participação e envolvimento regulares do GT (e/ou de seus representantes) em reuniões internacionais de redes e programas dentro e fora da América Latina, relacionados ao tema do GT.
Número total de pesquisadores admitidos: 32
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Universidade Autónoma de Chiapas
México
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Faculdade de Ciências Humanas e Educação. Universidade de Zulia
Venezuela
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Tierraviva aos povos indígenas do Chaco
Paraguai
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
SENAGUA
Equador
Departamento de Geografia
Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas
Universidade de São Paulo
Brasil
Universidade de São Paulo - PROLAM/USP
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Atualmente, ele é professor pesquisador na Escola Nacional de Estudos Superiores – Morelia da Universidade Nacional Autônoma do México.
México
Centro de Estudos Jurídicos e Pesquisa Social
Bolívia
-
Bolívia
Instituto de Pesquisa Nórdico
Canadá
Instituto de Altos Estudos Nacionais
Universidade Estadual de Pós-Graduação
Equador
Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
Brasil
Centro de Estudos Jurídicos e Pesquisa Social
Bolívia
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro Brasileiro de Análise e Planejamento
Brasil
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
-
Argentina
Instituto Tecnológico da Costa Rica
Costa Rica
Instituto de Estudos Equatorianos
Equador
Centro de Planejamento e Gestão
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Departamento de Ciências Humanas da Universidade Nacional do Sul
Universidade Nacional del Sur
Argentina
Universidade Nacional de Querétaro
México
Universidade Federal de São Paulo
Brasil
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