Área temática: Movimentos sociais

Grupo de trabalhoCorpos, territórios, resistências

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Corpos, territórios, resistências
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Xochitl Leyva Solano
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

O Grupo de Trabalho “Corpos, Territórios, Resistências” (GT CUTER) está intimamente ligado ao momento que vivemos, não apenas como habitantes da América Latina e do Caribe, mas como habitantes do planeta Terra, como enfatizam membros de diversos movimentos anti e alternativos. Essa nova consciência planetária que emerge nos mais diversos lugares não é acidental; é fruto do que tem sido chamado de várias maneiras: “a crise global do capitalismo”, “a crise da civilização capitalista heteropatriarcal ocidental” e “a crise do padrão civilizacional hegemônico”. Todas essas conceitualizações enfatizam diferentes aspectos do fenômeno, mas concordam que a crise atual é global, sistêmica e vai além de ser meramente uma crise econômica ou financeira. Trata-se, antes, de uma crise multifacetada, simultaneamente ambiental, energética, alimentar, migratória, bélica e política, em uma tríplice dimensão: uma crise da hegemonia do imperialismo, da legitimidade do Estado moderno e da democracia liberal representativa, bem como uma crise cultural e ética em termos de valores, projetos de vida e formas dominantes de identidade e subjetividade. Outros enfatizam especialmente a crise das estruturas e das formas dominantes de conhecimento (1). É aqui que este Grupo de Trabalho pergunta: Como estamos vivenciando essas múltiplas crises na América Latina e no Caribe? Em particular, neste Grupo de Trabalho, refletimos sobre crises e guerras sentidas e pensadas a partir de: a) a resistência de corpos racializados e plurais; b) a defesa de territórios indígenas e negros; e c) a resistência midiática por meio da criação de mídias independentes e/ou autônomas. Nesta 2ª... Durante o período em que solicitamos a renovação do GT, refletiremos a partir de/sobre 4 países da América Central (Guatemala, Honduras, Nicarágua, Costa Rica), uma ilha caribenha (Cuba), 8 países da América do Sul (Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Chile, Brasil, Argentina e Uruguai) e 1 da América do Norte (México).

A América Latina, a região mais violenta e desigual do mundo, é considerada por muitos um berço de esperança, dignidade, rebeldia e resistência, uma inspiração para a atual “globalização contra-hegemônica” (2). Esses berços nos lembram de “outras geografias” e “outros calendários” — como dizem os zapatistas — de ciclos de longo prazo, da ferida colonial e das rebeliões indígenas, das comunidades quilombolas e dos palenques de pessoas negras escravizadas, das revoltas camponesas, bem como das revoluções haitiana, mexicana e cubana. Mas concentremo-nos nas últimas décadas do século XX, quando as lutas de resistência contra as reformas estruturais neoliberais se entrelaçaram tanto com o questionamento dos Estados-nação monoculturais quanto com o movimento de descolonização da contra-celebração do chamado “Quinto Centenário da Descoberta da América”. Assim, em outubro de 1989, em Bogotá, 30 organizações de 17 países latino-americanos se reuniram em um encontro que culminaria no lançamento da “Campanha Continental: 500 Anos de Resistência Indígena, Negra e Popular”. Naquele mesmo ano, protestos populares irromperam em Guarenas e Caracas, rejeitando, entre outras coisas, as medidas do FMI implementadas pelo governo venezuelano. Um ano depois, em 1990, a CONAIE organizou bloqueios no Equador para divulgar seu “Mandato para a Defesa da Vida e dos Direitos das Nacionalidades Indígenas”. Também em 1990, os povos das terras baixas bolivianas marcharam até a capital para defender seus territórios, exigir maior controle sobre seus recursos e o meio ambiente, e buscar o reconhecimento de suas formas internas de governança. Em 1994, os maias do EZLN declararam guerra ao governo e ao exército mexicanos no mesmo dia em que o NAFTA com os EUA e o Canadá entrou em vigor, e exigiram para todos trabalho, terra, abrigo, comida, saúde, educação, independência, liberdade, democracia, justiça e paz.

Hoje (2019) testemunhamos a reabertura de novos ciclos de resistência. Resistências que continuam a emergir e, pelo contrário, se intensificam diante da crescente mercantilização patriarcal de todas as esferas da vida. Essa resistência é combatida por mulheres, diversos grupos e comunidades com perspectivas e práticas anticapitalistas, antirracistas e antipatriarcais, que surgem em áreas rurais e urbanas, no Norte e no Sul globais, e que se opõem à privatização de bens comuns, à exploração irracional da Mãe Terra, à poluição ambiental e à destruição por meio de... fracking, mineração a céu aberto, monoculturas transgênicas, projetos de produção de energia renovável via megaprojetos hidrelétricos, termoelétricos, eólicos, bem como megaprojetos de infraestrutura para a extração de bens comuns (3) de povos, nações e tribos, como muitos indígenas, camponeses e negros organizados e em luta se denominam.

Nos primeiros três anos do Grupo de Trabalho, demos grande ênfase ao estudo e à análise das rebeliões e resistências de mulheres e de outros povos racializados, bem como de povos em resistência, num contexto de violência, guerras e mortes (4). Rebeliões e resistências que surgem por si mesmas em todos os cantos do mundo conhecido, de diversas maneiras, mas com horizontes que hoje, para muitos dos mulheres que lutam (5) se expressa em uma interseção única de vidas que simultaneamente desafiam e confrontam o capitalismo, o sexismo, o patriarcado e o racismo. Lutas cujo principal potencial, e ao mesmo tempo desafio, é a diversidade, a pluriversidade que as caracteriza.

Como sabemos, na América Latina, mulheres indígenas, negras e camponesas, assim como moradoras urbanas — em sua maioria pobres e racializadas — estão literalmente arriscando suas vidas, e até mesmo morrendo, em um confronto direto com as muitas faces daquilo que os zapatistas chamam de Hidra Capitalista (6) e que algumas feministas denominam ofensiva globalizante do capital como uma guerra contra as mulheres (7), produto de um dano cognitivo milenar: o patriarcado (8). É claro que mulheres e jovens não são os únicos afetados: o tráfico de crianças, os assassinatos de jovens e os homicídios de líderes indígenas e negros, jornalistas e comunicadores comunitários ultrapassaram todos os limites imagináveis. Os números são assustadores. Vejamos.

Colômbia. Os assassinatos de líderes sociais e defensores dos direitos humanos aumentaram drasticamente desde o início do processo de paz em dezembro de 2016. A própria Defensoria Pública — uma instituição estatal — publicou números que confirmam o horror de um país ainda mergulhado em violência e derramamento de sangue. O site da Defensoria Pública inicia com a contagem de 462 líderes sociais e defensores dos direitos humanos assassinados entre 1º de janeiro de 2016 e 28 de fevereiro de 2019 (9). Em 29 de julho de 2019, o número havia subido para 743 (10).

México. Até o momento (agosto de 2019), há uma média de 10 mulheres assassinadas por dia, 252.538 mortes violentas desde 2006, 40.000 pessoas desaparecidas, 26.000 corpos não identificados em serviços forenses, centenas de valas clandestinas descobertas por familiares das vítimas e corpos desmembrados pendurados em pontes.

América Central. Quatorze dos 25 países do mundo com as maiores taxas de feminicídio estão localizados na América Latina e no Caribe, e em apenas 2 em cada 100 casos os perpetradores são processados ​​(CEPAL, citado em García, 2018: s.p.). Em 2012, El Salvador e Honduras apresentavam as maiores taxas de feminicídio, com 14 e 11 mulheres assassinadas, respectivamente, por 100,000 mulheres (11). E em 2016, ano em que pistoleiros assassinaram a líder Lenca Berta Cáceres em sua casa, Honduras tinha a maior taxa per capita de assassinatos de defensores da terra e do meio ambiente do mundo (12).

Sabemos que os números nunca serão capazes de refletir plenamente o sofrimento, a dor e a violência vivenciados; certamente nos aproximam da realidade, mas precisamos de um trabalho rigoroso e aprofundado — como aquele ao qual o GT se compromete — não apenas para contribuir com conhecimento que transforme a situação atual, mas, principalmente, para ajudar a criar possíveis alternativas que transcendam os atuais sistemas de morte.

1. Leyva Solano, Xochitl, Jorge Alonso, Rosalva Aída Hernández, Arturo Escobar, Axel Köhler e outros. 2018 2015. Outras práticas de conhecimento(s). Entre crises, entre guerras. Buenos Aires e México, CLACSO, Cooperativa Editorial RETOS, Taller Editorial La Casa del Mago, 3 volumes.

2. Santos, Boaventura de Sousa (coord.). 2004. Democratizando a democracia. Os caminhos da democracia participativa. México, FCE.

3. Composto, Claudia e Mina Lorena Navarro (orgs.) 2014. Territórios em Disputa. Desapropriação Capitalista, Lutas em Defesa dos Bens Naturais Comuns e Alternativas Emancipatórias para a América Latina. México, Bajo Tierra Ediciones e JRA.

4. Leyva, Xochitl e Rosalba Icaza (eds.). 2019. Em tempos de morte: corpos, rebeliões, resistências. Buenos Aires e México, CLACSO, Cooperativa Editorial RETOS, ISS/EUR. Volume IV.

5. Termo cunhado pelas mulheres zapatistas em 2017. Online: http://enlacezapatista.ezln.org.mx/2017/12/29/convocatoria-al-primer-encuentro-internacional-politico-artisti-co-deportivo-y-cultural-de-mujeres-que-luchan/.

6. EZLN. 2015. Pensamento crítico diante da hidra capitalista. I. Participação da Sexta Comissão do EZLN. México, EZLN.

7. Federici, Silvia. 2013. A Revolução Feminista Inacabada: Mulheres, Reprodução Social e a Luta pelos Bens Comuns. México: Escuela Calpulli.

8. Spivak, Gayatrik. 2011. “Intervenção na Feira Internacional do Livro”. Guadalajara, áudio.

9. Retirado de: http://www.defensoria.gov.co/.

10. Retirado de: https://www.contralinea.com.mx/archivo-revista/2019/07/29/colombia-743-asesinatos-de-lideres-sociales-desde-2016-incluidos-miembros-de-las-farc/.

11. García, 2018, on-line: https://www.eleconomista.com.mx/politica/14-de-los-25-paises-con-mas-feminicidios-se-ubican-en-America-Latina--20181120-0048.html.

12. Global Witness, citado em Amnesty International, online: https://www.amnesty.org/download/Documents/AMR0145622016SPANISH.PDF.
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

A relevância teórica deste Grupo de Trabalho reside no que hoje se denomina, no discurso acadêmico e político, “defesa do pluriverso” (1), que tem sido ativada epistemicamente, ontologicamente, espiritualmente e teoricamente a partir de diferentes locais de enunciação e sujeitos em movimento na América Latina, no Caribe e no planeta Terra. Nela, “o que está em jogo não são [apenas] diferentes perspectivas culturais sobre o mundo, mas a própria pressuposição de que este mundo de uma só natureza e várias culturas […] é a realidade última” (2). A razão indolente característica do pensamento abissal da ciência ocidental moderna (3) reproduz ativamente a não existência, a invisibilidade daquilo que, de uma perspectiva colonial, se denomina “o outro”, do seu ser, saber, gênero e sexualidade, como parte da monocultura racional que a caracteriza.

Explicarei brevemente a relação disso com o tema e os eixos do nosso Grupo de Trabalho. Por exemplo, para abordar a relevância teórica da desapropriação, muitos acadêmicos podem considerar suficiente recorrer aos textos de outros cientistas sociais. Isso é insuficiente de uma perspectiva pluriversal descolonizadora, que exige não apenas tornar visível e valorizar o conhecimento dos sujeitos em resistência, mas também compreendê-los e concebê-los como geradores de conhecimento por direito próprio. Ou seja, eles produzem não apenas “ideias”, “testemunhos”, “histórias” e “narrativas”, mas também, a partir de sua práxis cognitiva em evolução, criam conceitualizações e teorizações que, diferentemente das cartesianas, são concretas, corporativizadas, situadas, parciais, experimentais (4) e expressas em seus próprios termos. Termos que, em muitos casos, desafiam e descentralizam múltiplos poderes instituidores e instituídos.

Partindo desse ponto, a análise acadêmica do geógrafo britânico David Harvey é contrastada, por exemplo, com a teoria política zapatista. Harvey falava de “acumulação por despossessão”, referindo-se a outros meios de acumulação e desvalorização baseados na predação, na fraude e na violência. Em 2003, afirmou que, na ausência de uma forte revitalização da acumulação sustentada por meio da reprodução ampliada — isto é, do crescimento —, a acumulação por despossessão tornou-se a marca registrada do novo imperialismo (5). Por sua vez, os zapatistas, em 2006, cunharam sua própria perspectiva teórico-política, em meio ao que chamaram de “Quarta Guerra Mundial” e “as quatro rodas do capitalismo”, referindo-se à exploração, à despossessão, ao desprezo e à repressão (6). Esses elementos foram concebidos como pilares e processos que permitiram ao capitalismo “afirmar-se, crescer, funcionar e manter-se, apesar de sua natureza essencialmente absurda e irracional, que sacrifica o homem às coisas-mercadorias” (7).

Temos um problema teórico, epistêmico e político fundamental que estrutura o trabalho deste Grupo de Trabalho. Os conceitos operacionais que iremos entrelaçar — corpo, território e resistência (no singular) — nasceram e fazem parte de uma geopolítica do saber ancorada em línguas coloniais/imperiais (inglês, espanhol, francês, etc.) e no “Ocidente” e na modernidade (hetero)patriarcal. Portanto, é relevante prosseguir no caminho da descolonização e da despatriarcalização da desconstrução e, assim, por exemplo, abordar não apenas o amplo e controverso debate acadêmico existente sobre o conceito de território, entendido como “espaço”, como “lugar”, como condição de possibilidade ou utopia, mas também ir além e aprofundar os conceitos de povos em resistência, co-teorizando com as mulheres e jovens dessas comunidades que já estão engajadas neste trabalho. Elas têm línguas maternas nas quais a palavra “território”, como tal, sequer existe. Por isso, exige-se não apenas um exercício de tradução linguística, cultural ou epistêmica, mas também a conquista — lado a lado — de perspectivas situadas, teorias corporificadas que, de dentro e de fora, permitam um diálogo crítico com as ciências sociais, mas também com suas próprias culturas, com o que a feminista nigeriana Oyěwùmí chamou de senso de mundo (8) Processos coletivos e comunitários como os mencionados estão em curso nas Américas desde a década de 80 entre os Guambiano, Arhuaco, Aymara, Nasa, mulheres lésbicas feministas de cor da América do Norte e mulheres racializadas da América Latina. E mais recentemente entre os Mapuche, os Maias da Guatemala e do México, as feministas decoloniais e as lésbicas trans*feministas racializadas.

As teorias feministas nos fornecem ferramentas para analisar o papel do corpo em condições históricas e atuais de desapropriação, conquista e guerra. Elas nos lembram que a criação e a reprodução da vida não devem ser confundidas com a simples reprodução do capital, nem reduzidas a ela (9). Essas teorias concebem o “corpo” como um campo de batalha, um espaço de tensão, uma teia de significados complexos, uma construção mediada por relações de poder, uma construção histórica e socialmente delineada e um objeto de controle e regulação. loci de conflito e ordem. Essas teorias mostraram em detalhes como historicamente o corpo, particularmente o corpo feminino, tem sido e é o loci de poder onde as relações de dominação, subordinação e hierarquia são explicitadas, exercidas por Estados, nações, instituições (família, Igrejas), colonialismo, capitalismo, patriarcado.

Os movimentos feministas e LGBTQ+ nos convocaram a compreender o corpo como território, isto é, como portador de direitos com capacidade de decisão, convidando-nos a superar o vício moderno de pensar um “eu” separado do corpo, uma razão separada da subjetividade e da emoção (10). Mas as mulheres indígenas foram além, desafiando o dualismo cartesiano mente/corpo por meio de categorias como território-corpo terra (11). Por sua vez, as mulheres indígenas zapatistas em resistência com suas práticas autônomas de fato Questionam a própria autoridade do Estado, desafiam a noção de direitos individuais e, por meio de sua prática política, defendem os direitos coletivos e transformam tradições que violam não apenas as mulheres, mas a comunidade como um todo. Da mesma perspectiva desconstrutivista, os intelectuais maias kaqchikel da Guatemala (12) — baseando-se em sua língua e cultura — explicam que o corpo é um todo com partes interconectadas e interdependentes, não apenas internamente, mas que cada parte expressa relações e tensões com o cosmos e com todos os seres que nos cercam (animados e inanimados). Eles nos convidam a ir além do que chamamos de “epistêmico” e “ontológico”.

A última linha teórica que exploramos neste Grupo de Trabalho diz respeito às mídias alternativas construídas a partir de movimentos de resistência indígena e afro-mestiça de base. Basta observar as produções dos membros da Coordenação Latino-Americana de Cinema e Comunicação dos Povos Indígenas (CLACPI) para perceber o poder contra-hegemônico que a comunicação e o cinema comunitários, o vídeo indígena, a comunicação indígena e as Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) detêm hoje nas mãos desses povos que lutam e resistem. Consideremos o que está acontecendo na Amazônia equatoriana (13) ou na Selva Lacandona (14), para citar apenas dois exemplos, onde os povos indígenas utilizam o vídeo e as TICs não apenas como meios de comunicação, mas principalmente como armas de luta para confrontar a extração de petróleo em um caso e para construir autonomias de fato para além do Estado no outro. Isso nos leva de volta ao debate controverso sobre o uso da tecnologia como meio de progresso e libertação nas sociedades modernas. Mas, para irmos além, precisamos analisar como, em diferentes partes da América Latina, a autorrepresentação em vídeo e o controle das TIC estão se tornando parte da construção da autonomia por direito e de alternativas anticapitalistas e antissistêmicas. Analisar isso de dentro, lado a lado com os próprios sujeitos da resistência, é um dos pontos fortes deste Grupo de Trabalho, pois um terço de seus membros são estudantes universitários, profissionais ou intelectuais orgânicos de comunidades indígenas e afro-mestiças em resistência.

1. Ashish Kothari, Ariel Salleh, Arturo Escobar, Federico Demaria e Alberto Acosta (orgs.). Pluriverso. Um dicionário pós-desenvolvimento. Nova Delhi, Tulika Books, Autores.

2. Blaser, Mario. 2008. “A ontologia política de um programa de caça sustentável.” Disponível online em: http://www.ram-wan.net/documents/05_e_Journal/journal-4/3.%20mario%20blaser.pdf

3. Santos, Boaventura de Sousa. 2009. Uma Epistemologia do Sul. A Reinvenção do Conhecimento e a Emancipação Social. México, Clacso, Século XXI.

4. Casas, María Isabel, Michal Osterweil e Dana Powell. 2008. “Blurring Boundaries: Recognizing Knowledge-Practices in the Study of Social Movements.” Anthropological Quarterly, vol. 81, no. 1, winter. Washington, IFER, George Washington University, pp. 17-58.

5. Harvey, David. 2003. O Novo Imperialismo. Oxford, Oxford University Press.

6. EZLN 2006. Sexta Declaração da Selva Lacandona. Chiapas, México. Disponível online em: http://enlacezapatista.ezln.org.mx/sdsl-es/.

7. Aguirre Rojas, Carlos. 2014. “A nova etapa do neozapatismo mexicano”. Revista Encrucijada Americana, ano 6, no. 2, México, pp. 25-45.

8. Oyěwùmí, Oyèrónkẹ́. 2017 [1997]. A Invenção da Mulher: Uma Perspectiva Africana sobre os Discursos Ocidentais de Gênero. México: GLEFAS, en la frontera.

9. Federici, Sylvia. 2013. A Revolução Feminista Inacabada: Mulheres, Produção Social e a Luta pelos Bens Comuns. Cidade do México: Escuela Calpulli.

10. Raphael Hoetmer, Virginia Vargas e Mar Daza (orgs.). 2011. Crise e movimentos sociais em nossa América: corpos, territórios e imaginários em disputa. Lima, PDTG e Coordenação Interuniversitária de Pesquisa sobre Movimentos Sociais e Mudanças Político-Culturais.

11. Cabnal, Lorena (2010). “Uma abordagem à construção do pensamento epistêmico das mulheres indígenas feministas da comunidade de Abya Yala”. Feminismos diversos: feminismo comunitário. Madrid, Acsur, pp. 10-25.

12. Chirix, Emma. 2010. Ru rayb'al ri qach'akul. Os desejos do nosso corpo. Antígua, Guatemala, Edições Pensativo.

13. Fajardo Camacho, Andrea. 2016. Sarayaku e as TIC: uma luta pela autodeterminação territorial. Quito, Departamento de Antropologia, História e Humanidades. Dissertação de Mestrado em Antropologia Visual e Documentário Antropológico, Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Sede no Equador.

14. Köhler, Axel e Xochitl Leyva Solano. 2016. "Guerras e mídia indígena em movimento(s)." Em María Paz Bajas e Margarita Alvarado (eds.). Dentro e fora do quadro. Santiago, Chile: Centro Interdisciplinar de Estudos Interculturais e Indígenas (ICIIS), Instituto de Estética, Faculdade de Filosofia e Pehuén Editores, pp. (ISBN: 978-956-16-0650-0).
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Intercâmbio teórico-político-metodológico entre os membros do GT.

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2. Planejar as atividades do ano e as publicações conjuntas.

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3. Produzir livros coletivos que reflitam os temas comparativos que abordamos e o progresso em nossa articulação e perspectiva global e local.
1. Realizar o Seminário permanente intra-GT mensalmente, na última sexta-feira de cada mês. Como já fizemos na primeira fase do GT, entre 2016 e 2019.

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2. Realizar o seminário permanente intra-GT na última sexta-feira de cada mês.

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3. Criar espaços para discussão dessas propostas coletivas de livros do GT.
1.1. Conhecimento acadêmico do trabalho das pessoas que compõem o GT.

1.2. Identificação de convergências e tensões nos métodos de pesquisa e na vida, nas teorias e nos projetos.

1.3. Preparar o plano de atividades anual e as publicações conjuntas.

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2. Fortalecimento do trabalho coordenado dentro do GT em geral e por regiões ou subtemas.

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3. Publicação em formato digital do Volume VI da nossa Coleção “Conhecimento e Práticas Políticas”, que propusemos para coedição com a CLACSO e a CLACPI através da Cooperativa Retos. A obra está concluída, mas necessita de apoio para a sua impressão digital acelerada.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Continuar o trabalho de capacitação e desenvolvimento de habilidades de mulheres indígenas, negras e camponesas na América Central e no sul do México, em coordenação com outras organizações e redes. Em particular, com a nossa Rede Transnacional Outros Saberes, fundada em 2008 e epicentro deste Grupo de Trabalho CUTER.

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2. Fortalecer nosso canal do GT no YouTube, criando uma rede interna do GT e trabalhando com os movimentos com os quais colaboramos.

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3. Aproveite a vasta experiência acumulada de vários membros do GT – que são pesquisadores mais experientes – que podem ministrar seminários virtuais.

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4. Participação como GT CUTER no Congresso LASA 2020 a ser realizado em Guadalajara.


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5. Reforçar a presença da CLACSO GT CUTER a nível internacional através dos seus membros.
1. Para atingir esse objetivo, vamos iniciar uma Escola que chamaremos de: Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas, como um espaço permanente para formação, capacitação e articulação entre mulheres e pessoas diversas que vivem em territórios indígenas e negros na América Central, Sul do México, Cauca, Pacífico Colombiano, Puelmapu, Bio Bio, Brasil e Sul Global (parte do ISS-Holanda).

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2. Elaborar um plano anual de tarefas a serem assumidas pelos membros do GT para realizar registros nos territórios com base nos temas de pesquisa que temos em comum.

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3. Organizar um seminário virtual proposto pelo GT CUTER, cruzando seus 3 eixos temáticos de trabalho, a fim de enriquecer os programas de pós-graduação vinculados ao CLACSO, como nossa Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas.

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4.1. Organizar um simpósio como o GT CUTER com 10 pessoas do GT e alguns convidados.

4.2. Prepare uma apresentação dos nossos volumes publicados em conjunto com a CLACSO.

4.3. Realizar nossa reunião anual presencial, aproveitando o fato de que vários membros do GT estarão presentes.

4.4. Realizar reuniões com outros GTs com os quais já trabalhamos durante a primeira fase de vida do GT.

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5.1. Participação dos membros da GT na Conferência do Milênio, Londres, outubro de 2019.

5.2. Participação dos membros da GT na ALAS Peru, tanto em mesas e painéis quanto na apresentação do volume IV de nossa coleção em coedição com a CLACSO.
1. Lançamento da nossa Pluriversidade Itinerante como uma forma organizacional autogerida que surge das necessidades mais prementes de mulheres e pessoas diversas em territórios de resistência. Que ela seja o ponto de convergência entre comunidades, estudantes universitários, profissionais das ciências sociais, das artes e humanidades, feministas e ativistas antiglobalização.

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2. Ativação coletiva do canal do GT no YouTube, que poderia alimentar regularmente a CLACSO TV na seção dedicada aos produtos do GT.

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3. Empoderamento interno por meio do trabalho colaborativo nos seminários virtuais que organizamos.

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4.1. Divulgação de nossas publicações, do trabalho de nossos parceiros comunitários e do fortalecimento do trabalho intra-GT e com outros GTs.

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5.1. Reforçar a presença da CLACSO a nível internacional.

5.2. Divulgação dos resultados do trabalho publicado pelo GT CUTER e feedback coletivo.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Nosso trabalho se concentra em nossas conexões com comunidades, coletivos, movimentos e redes na Guatemala, Honduras, México, Colômbia, Brasil, Argentina, Chile, Peru e Bolívia. Buscamos fortalecer ainda mais esses laços por meio de nosso trabalho ativista e de pesquisas comparativas rigorosas.
1. Em cada país e região, as pessoas que fazem parte deste Grupo de Trabalho já possuem uma agenda de trabalho concreta para os próximos três anos, sejam elas estudantes de pós-graduação, professores ou pesquisadores. A ideia é conhecer essas agendas, conectá-las e fortalecer o diálogo em nível regional. As regiões precisariam ser discutidas, mas poderiam incluir: o sul do México e a América Central; o Caribe cubano, venezuelano e colombiano; e ambos os lados dos Andes em território Mapuche. A atividade envolveria a discussão entre nós sobre a melhor forma de integrar nossas agendas de ativismo para a intervenção social.
1. Um plano de trabalho anual por região e tema para implementar a intervenção social.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Fortalecer nossos laços existentes com o Instituto de Estudos Sociais da Universidade de Rotterdam, Holanda; o Departamento de Geografia da Universidade de Hamburgo, Alemanha; o Departamento de Antropologia da Universidade de Bonn, Alemanha; e o Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade Livre de Berlim, Alemanha. O objetivo é dar continuidade à construção de relações Sul-Sul e Norte-Sul, visto que muitos de seus alunos são oriundos do Sul Global e participam deste Grupo de Trabalho desde nossa visita de 2019.

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2. Fortalecer o vínculo que já temos com a Coordenadoria Latino-Americana de Cinema e Comunicação dos Povos Indígenas (CLACPI), que é a mais importante e maior da América Latina desde 1985 e está nas mãos de comunicadores de comunidades indígenas e nativas.

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3. Para fortalecer nossos laços com a Universidade da Terra em Manizales e no sudoeste da Colômbia, o grupo GAIDEPAC, a campanha Outro Pacífico é Possível na Colômbia e com um número significativo de movimentos, processos e coletivos naquele país.

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4. Fortalecer a relação de trabalho existente com as 40 mulheres dos movimentos de resistência no sul do México e na América Central.

5. Fortalecer as relações de trabalho com a Escola Secundária Autônoma José Martí, no Istmo de Tehuantepec, Oaxaca, México. Essas relações já existem por meio de um de nossos membros durante o primeiro período do Grupo de Trabalho CUTER.
1. Reuniões mensais presenciais e virtuais do Grupo GT CUTER com o Grupo "Renovando a Vida Comum" (Cuidando Uns dos Outros) do ISS-EUR.

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2.1. Fortalecer o vínculo com a CLACPI por meio da publicação conjunta do Relatório sobre a situação dos direitos de comunicação na América Latina.

2.2. Divulgando os resultados desse relatório nos meios de comunicação da CLACSO.

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3. Planejamos fortalecer esses laços universitários unindo forças com os GTs com os quais já coeditamos o livro Generational Movements e Generations in Motion (2019), publicado com a CLACSO.

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4. Fortalecer esse relacionamento por meio do espaço de Treinamento, Capacitação e Networking que chamaremos de "Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas".

5. Apoiar o curso de Diploma que já foi planejado para o Ensino Médio, intitulado “Educação para a Ação e Participação da Juventude na Comunidade”.
1.1. Socialização das propostas conceituais, metodológicas e teóricas produzidas por coletivos de mulheres e outros grupos em luta pela defesa e regeneração da vida na América Latina e no Caribe, por meio de traduções colaborativas do espanhol para o inglês.

1.2. Conexão de estudantes de pós-graduação não brancas da América Latina com estudantes do Paquistão, África do Sul, Indonésia, Holanda, Espanha, Alemanha, Noruega e Bélgica.

1.3. Um curso de pós-graduação virtual coordenado pelo Grupo de Trabalho sobre Políticas de Desenvolvimento Moderno: Perspectivas Feministas Anticoloniais, Pós-coloniais e Descoloniais.

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2.1. Fortalecer o trabalho de comunicadores indígenas, camponeses e negros que estão enfrentando a atual ofensiva neoliberal global, bem como sua organização continental, a CLACPI.

2.2. Impacto nas políticas públicas em países onde ocorrem situações graves de violações dos direitos humanos e das comunicações.

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3. Coesão do espaço de Formação, Capacitação e Articulação que denominaremos: Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas.

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4. Com o apoio da CLACSO, consolidação de uma iniciativa autogerida de longo prazo, dirigida por mulheres de resistência com o apoio de universidades, feminismos, organizações internacionais e centros de pesquisa.

5.1. Fornecimento de ferramentas e apoio teórico e metodológico àqueles que acompanham os jovens indígenas em seu processo de formação.

5.2. Reforçar os espaços de participação dos jovens nos seus próprios contextos comunitários onde vivem e estudam.

5.3. Fortalecer o sentimento de pertencimento e a identidade cultural dos jovens em seu próprio território assolado pelo crime organizado.

5.4. Fortalecimento das práticas autônomas e da organização juvenil em uma região que luta contra a imposição de megaprojetos eólicos e de um corredor transístmico.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Dar continuidade ao intercâmbio teórico-político-metodológico entre os membros do GT.

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2. Planejar as atividades do ano e as publicações conjuntas.

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3. Produzir um livro coletivo que reflita os temas comparativos que abordamos e o progresso em nossa articulação e perspectiva global e local.
1. Realizar o seminário interno contínuo do GT na última sexta-feira de cada mês, como fizemos na primeira etapa do GT.

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2. Realizar o seminário permanente intra-GT na última sexta-feira de cada mês.

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3. Criar espaços para discussão dessas propostas coletivas de livros do GT.
1.1. Alcançar a rede benéfica das 43 pessoas que compõem o GT.

1.2. Trabalhar nas convergências e tensões entre métodos, teorias, projetos de pesquisa e de vida.

1.3. Planejamento das atividades do ano e publicações conjuntas.

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2. Reforçar o trabalho coordenado dentro do GT em geral e por regiões ou subtemas.

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3.1. Planejamos concluir a compilação e a publicação digital em coedição com o volume VII da CLACSO sobre Desapropriação, Resistência e Alternativas na América Latina e no Sul Global.

3.2. Compilar e publicar com a CLACSO uma antologia de um colega emérito, membro do GT, cujo trabalho tenha sido uma contribuição relevante para os movimentos na América Latina.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Continuar o trabalho de capacitação e desenvolvimento de habilidades de mulheres indígenas, negras e camponesas na América Central e no sul do México, em coordenação com outras organizações e redes. Em particular, com a nossa Rede Transnacional Outros Saberes, fundada em 2008 e epicentro deste Grupo de Trabalho CUTER.

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2. Continuar a fortalecer o nosso canal do GT no YouTube através de uma rede interna do GT e com os movimentos com os quais trabalhamos.

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3. Aproveite a vasta experiência acumulada de vários membros do GT que são pesquisadores mais experientes e que podem ministrar aulas por meio de seminários virtuais.

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4. Participação do Grupo de Trabalho CUTER no Congresso LASA 2020, a ser realizado em Guadalajara. Com base nos três pilares do nosso Grupo de Trabalho: Corpos, Territórios e Resistência.

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5. Participação como Grupo de Trabalho sobre CUTER na Conferência de 2020: Solidariedade, Paz e Justiça Social, organizada pela Associação Europeia de Institutos de Investigação e Formação para o Desenvolvimento (EADI) e pelo ISS. A realizar-se de [data a definir].
De 29 de junho a 2 de julho, em Haia.
1. Daremos continuidade à nossa Escola, que chamaremos de “Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas”, como um espaço permanente de formação, capacitação e conexão entre mulheres e pessoas diversas que vivem em territórios indígenas e negros na América Central, sul do México, Cauca, Pacífico colombiano, Puelmapu, Biobío, Brasil e Sul Global (parte do ISS-Holanda).

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2. Elaborar um plano anual de tarefas a serem assumidas pelos membros do GT para realizar registros nos territórios com base nos temas de pesquisa que temos em comum.

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3. Organizar um seminário virtual proposto pelo GT CUTER, cruzando os 3 eixos temáticos de trabalho, a fim de enriquecer os programas de pós-graduação vinculados ao CLACSO, como a nossa Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas.

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4.1. Organizar um simpósio como o GT CUTER com 10 pessoas do GT e alguns convidados.

4.2. Prepare uma apresentação dos nossos volumes publicados em conjunto com a CLACSO.

4.3. Realizar nossa reunião anual presencial, aproveitando o fato de que vários membros do GT estarão presentes.

4.4 Realizar reuniões com outros GTs com os quais já trabalhamos durante a primeira fase de vida do GT.

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5.1. Organizar um simpósio como o GT CUTER com pessoas do GT e alguns convidados.
1. Manter viva a Pluriversidade Itinerante como uma forma organizacional autogerida que surge das necessidades mais prementes de mulheres e pessoas diversas em territórios de resistência. Que ela seja o ponto de convergência entre comunidades, estudantes universitários, profissionais das ciências sociais, das artes e humanidades, feministas e ativistas antiglobalização.

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2. Mantenha o canal do GT no YouTube ativo, que também pode alimentar a CLACSO TV na seção dedicada aos produtos da GT.

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3. Fortalecer-nos internamente através do trabalho colaborativo nos seminários virtuais que organizamos.

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4.1. Divulgar nossas publicações, o trabalho de nossos parceiros comunitários e fortalecer o trabalho interno da GT e com outras GTs.

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5.1. Divulgar internacionalmente na Europa as nossas publicações, o trabalho dos nossos parceiros comunitários e o trabalho da CLACSO.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Nosso trabalho se concentra em nossas conexões com comunidades, coletivos, movimentos e redes na Guatemala, Honduras, México, Colômbia, Brasil, Argentina, Chile, Peru e Bolívia. Buscamos fortalecer ainda mais esses laços por meio de nosso trabalho ativista e de pesquisas comparativas rigorosas.
1. Em cada país e região, as pessoas que fazem parte deste Grupo de Trabalho já possuem uma agenda de trabalho concreta para os três anos de sua existência, sejam elas estudantes de pós-graduação, professores ou pesquisadores. A ideia é conhecer essas agendas, conectá-las e fortalecer os diálogos em nível regional. As regiões precisariam ser discutidas, mas poderiam incluir: o sul do México e a América Central; o Caribe cubano, venezuelano e colombiano; e ambos os lados dos Andes em território Mapuche. A atividade envolveria a discussão entre nós sobre a melhor forma de integrar as agendas ativistas para a intervenção social.
1. Um plano de trabalho anual por região e tema para implementar a intervenção social.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Para continuar fortalecendo nossos laços existentes com o Instituto de Estudos Sociais da Universidade de Rotterdam, Holanda; o Departamento de Geografia da Universidade de Hamburgo, Alemanha; o Departamento de Antropologia da Universidade de Bonn, Alemanha; e o Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade Livre de Berlim, Alemanha. Isso visa desenvolver ainda mais as relações Sul-Sul e Norte-Sul, visto que muitos de seus alunos vêm do Sul Global e estão envolvidos com este Grupo de Trabalho desde nossa visita de 2019.

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2. Continuar fortalecendo o vínculo com a CLACPI, a mais importante e maior coordenadora de comunicação original que existe na América Latina desde 1985 e que está nas mãos de comunicadores comunitários originais e indígenas.

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3. Para continuar fortalecendo nossos laços com a Universidade da Terra em Manizales e no sudoeste da Colômbia, o grupo GAIDEPAC, a campanha Outro Pacífico é Possível na Colômbia e com um número significativo de movimentos, processos e coletivos naquele país.

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4. Continuar a fortalecer a relação de trabalho existente com as 40 mulheres dos movimentos de resistência no sul do México e na América Central.

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5. Continuar a fortalecer as relações de trabalho acadêmicas que existem há uma década por meio dos encontros sobre Paradigmas Emancipatórios realizados em Havana, Cuba, e organizados pelo Grupo GALFISA. Já coorganizamos esses encontros em algumas ocasiões com a rede RETOS e o Grupo de Trabalho CUTER.
1. Reuniões mensais presenciais e virtuais do Grupo GT CUTER com o Grupo "Renovando a Vida Comum" (Cuidando Uns dos Outros) do ISS-EUR.

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2.1. Através da divulgação de informações sobre o Festival CLACPI de 2021 em Quito, Equador, pelo canal de TV CLACSO, produzindo uma série especial ad hoc.

2.2. Divulgando informações sobre o Congresso de Comunicação Indígena que será realizado na Guatemala em 2020. Isso será feito através do canal de TV CLACSO, com a produção de uma série especial para esse fim.

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3. Unir forças com a GT, com quem já coeditamos o livro Generational Movements e Generations in Motion (2019), publicado com a CLACSO.

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4. Através do espaço de Treinamento, Capacitação e Networking que chamaremos de “Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas”.

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5. Participar com a GT CUTER nas diversas mesas-redondas e divulgar as discussões através dos nossos meios de comunicação e redes. Em particular, utilizar o canal da GT no YouTube e a CLACSO TV, criando programas específicos.
1.1. Socializar propostas conceituais, metodológicas e teóricas produzidas por coletivos de mulheres e outros grupos em luta pela defesa e regeneração da vida na América Latina e no Caribe por meio de traduções colaborativas do espanhol para o inglês.

1.2. Conectar estudantes de pós-graduação não brancas da América Latina com estudantes do Paquistão, África do Sul, Indonésia, Holanda, Espanha, Alemanha, Noruega e Bélgica.

1.3. Criar para a CLACSO um curso virtual de pós-graduação sobre Autonomia Alimentar e Midiática.

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2.1. Contribuir para o fortalecimento do trabalho de comunicadores indígenas, camponeses e negros que estão enfrentando a atual ofensiva neoliberal global, bem como de suas próprias organizações continentais.

2.2. Impactar as políticas públicas por meio de nossos estudos realizados em colaboração com o CLACPI, em países onde ocorrem situações graves de violações dos direitos humanos e da comunicação.

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3. Fortalecer o espaço de formação, capacitação e criação de redes que chamaremos de “Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas”.

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4. Com o apoio da CLACSO, manter viva e forte uma iniciativa que, a longo prazo, seja autogerida, dirigida por mulheres de resistência com o apoio de universidades, feminismos, organizações internacionais e centros de pesquisa.

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5. Fortalecer os esforços cubanos para manter um debate global anti-imperialista, anticapitalista e antipatriarcal.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Intercâmbio teórico-político-metodológico entre os membros do GT.

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2. Planejar as atividades do ano e as publicações conjuntas.

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3. Produzir livros coletivos que reflitam os temas comparativos que abordamos e o progresso em nossa articulação e perspectiva global e local.
1. Continuar realizando o seminário interno do GT na última sexta-feira de cada mês, como fizemos na primeira etapa do GT.

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2. Realizar o seminário permanente intra-GT na última sexta-feira de cada mês.

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3. Criar espaços para discussão dessas propostas coletivas de livros do GT.
1.1. Conseguir uma conexão profunda entre as pessoas que compõem o GT.

1.2. Identificar e trabalhar as convergências e tensões nos métodos, teorias, projetos de pesquisa e de vida.

1.3. Planejamento das atividades do ano e publicações conjuntas.

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2. Fortalecimento do trabalho coordenado dentro do GT em geral e por regiões ou subtemas.

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3. Publicação, em formato digital e em coedição com a CLACSO, pelo Grupo de Trabalho, do volume VIII sobre “Comunicação própria em defesa da vida e do território”.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Continuar o trabalho de capacitação e desenvolvimento de habilidades de mulheres indígenas, negras e camponesas na América Central e no sul do México, em coordenação com outras organizações e redes. Em particular, com a nossa Rede Transnacional Outros Saberes, fundada em 2008 e epicentro deste Grupo de Trabalho CUTER.

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2. Continuar a fortalecer o nosso canal do GT no YouTube através da rede interna do GT e com os movimentos com os quais trabalhamos.

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3. Continue a aproveitar a vasta experiência acumulada de vários membros do GT que são pesquisadores mais experientes e que podem ministrar aulas por meio de seminários virtuais.

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4. Participação como GT CUTER no Congresso LASA 2022.
1. Dar continuidade à Escola “Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas” como um espaço permanente de formação, capacitação e articulação entre mulheres e pessoas diversas que vivem em territórios indígenas e negros na América Central, sul do México, Cauca, Pacífico colombiano, Puelmapu, Biobío, Brasil e Sul Global (parte do ISS-Holanda).

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2. Elaborar um plano anual de tarefas a serem assumidas pelos membros do GT para realizar registros nos territórios com base nos temas de pesquisa que temos em comum.

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3. Organizar um seminário virtual proposto pelo Grupo de Trabalho CUTER, escolhendo uma das três áreas de atuação abordadas pelo Grupo. Isso enriquecerá os programas de pós-graduação vinculados à CLACSO, como a nossa Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas.

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4.1. Organizar um simpósio como o GT CUTER com 10 pessoas do GT e alguns convidados.

4.2. Prepare uma apresentação dos nossos volumes publicados em conjunto com a CLACSO.

4.3. Realizar nossa reunião anual presencial, aproveitando o fato de que vários membros do GT estarão presentes.

4.4. Realizar reuniões com outros GTs com os quais já trabalhamos durante a primeira fase de vida do GT.
1. Manter a Pluriversidade Itinerante viva e bem-sucedida como uma forma organizacional autogerida que surge das necessidades mais prementes de mulheres e pessoas diversas em territórios de resistência. Que ela seja o ponto de convergência entre comunidades, estudantes universitários, profissionais das ciências sociais, profissionais das artes e humanidades, feministas e ativistas antiglobalização.

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2. Manter o canal da GT no YouTube ativo, que também pode contribuir para a CLACSO TV na seção dedicada aos produtos da GT.

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3. Fortalecimento interno do GT por meio do trabalho conjunto nos seminários virtuais que organizamos neste último ano.

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4.1. Divulgação de nossas publicações, do trabalho de nossos parceiros comunitários e fortalecimento do trabalho interno do GT e com outros GTs da CLACSO.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Nosso trabalho se concentra em nossas conexões com comunidades, coletivos, movimentos e redes na Guatemala, Honduras, México, Colômbia, Brasil, Argentina, Chile, Peru e Bolívia. Buscamos fortalecer ainda mais esses laços por meio de nosso trabalho ativista e de pesquisas comparativas rigorosas.
1. Em cada país e região, as pessoas que fazem parte deste Grupo de Trabalho já possuem uma agenda de trabalho concreta para os três anos de existência do Grupo, sejam elas estudantes de pós-graduação, professores ou pesquisadores. Assim, a ideia é conhecer essas agendas, conectá-las e fortalecer os diálogos regionais. As regiões precisariam ser discutidas, mas poderiam incluir: o sul do México e a América Central; o Caribe cubano, venezuelano e colombiano; e ambos os lados dos Andes em território Mapuche. A atividade envolveria discutir entre nós a melhor forma de integrar as agendas ativistas para a intervenção social.
1. Dar continuidade ao plano de trabalho anual por região e tema para implementar a intervenção social.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Para continuar fortalecendo nossos laços existentes com o Instituto de Estudos Sociais da Universidade de Rotterdam, Holanda; o Departamento de Geografia da Universidade de Hamburgo, Alemanha; o Departamento de Antropologia da Universidade de Bonn, Alemanha; e o Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade Livre de Berlim, Alemanha. Isso visa desenvolver ainda mais as relações Sul-Sul e Norte-Sul, visto que muitos de seus alunos vêm do Sul Global e estão envolvidos com este Grupo de Trabalho desde nossa visita de 2019.

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2. Continuar fortalecendo o vínculo com a CLACPI, a mais importante e maior coordenadora de comunicação original que existe na América Latina desde 1985 e que está nas mãos de comunicadores comunitários originais e indígenas.

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3. Para continuar fortalecendo nossos laços com a Universidade da Terra em Manizales e no sudoeste da Colômbia, o grupo GAIDEPAC, a campanha Outro Pacífico é Possível na Colômbia e com um número significativo de movimentos, processos e coletivos naquele país.

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4. Fortalecer a relação de trabalho existente com as 40 mulheres dos movimentos de resistência no sul do México e na América Central.
1. Reuniões mensais presenciais e virtuais do Grupo GT CUTER com o Grupo "Renovando a Vida Comum" (Cuidando Uns dos Outros) do ISS-EUR.

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2.1. Fortalecimento do vínculo com a CLACPI por meio da co-publicação digital do livro “Media at Whom’s Service?” de Jesús González Pazos (Mugarik Gabe, País Basco). Disponibilização gratuita do livro na Livraria Virtual da América Latina e do Caribe.

2.2. Através da divulgação, nos meios de comunicação da CLACSO, dos materiais audiovisuais indicados pelas comunidades ou organizações.

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3. Isso será feito unindo esforços com os GTs com os quais já coeditamos o livro Generational Movements e Generations in Motion (2019), publicado com a CLACSO.

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4. Através do espaço de Formação, Capacitação e Networking “Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas”.
1.1. Socialização de propostas conceituais, metodológicas e teóricas, produzidas por coletivos de mulheres e outros em luta pela defesa e regeneração da vida na América Latina e no Caribe, por meio de traduções colaborativas do espanhol para o inglês.

1.2. Conexão entre estudantes de pós-graduação não brancas da América Latina e do Paquistão, África do Sul, Indonésia, Holanda, Espanha, Alemanha, Noruega e Bélgica.

1.3. Elaborou para a CLACSO um curso virtual sobre a vida e as contribuições teóricas das mulheres e as lutas afro-diaspóricas.

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2.1. Fortalecer o trabalho de comunicadores indígenas, camponeses e negros que estão enfrentando a atual ofensiva neoliberal global, bem como suas próprias organizações continentais.

2.2. Impacto nas políticas públicas em países onde ocorrem situações graves de violações dos direitos humanos e das comunicações.

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3. Fortalecimento do espaço para formação, capacitação e articulação “Pluriversidade Itinerante de Mulheres e Pessoas Diversas”.

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4. Com o apoio da CLACSO, consolidar uma iniciativa que, a longo prazo, seja autogerida, dirigida por mulheres de resistência com o apoio de universidades, feminismos, organizações internacionais e centros de pesquisa.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 45
Maria Patrícia Pérez Moreno
Programa de Pós-Graduação em Estudos Mesoamericanos, UNAM, México
México
Rosalba Adriana Icaza Garza
Instituto de Estudos Sociais, Universidade Erasmus de Roterdã
Holanda
Inés Durán Matute
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Brenda Salguero Echevarria
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Miguel Ángel Romero Cruz
Não pertenço a nenhuma instituição.
México
Ana María Acosta Buenaño
Comunicação El Churo
Equador
Daniel Sebastián Granda Henao
Doutorado em Relações Internacionais IRI/PUC-Rio 2019
Brasil
Ximena Angélica Cuadra Montoya
Rede de Estudos Latino-Americanos de Montreal
Canadá
Eufemio Felipe Jiménez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Gilberto Valdés Gutiérrez
Instituto de Filosofia
Ministério da Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente
Cuba
Valentin Val
El Colégio de la Frontera Sur
México
Virginia Vargas Valente
Conselho de Educação Popular da América Latina e do Caribe
Costa Rica
Lola Cubells Aguilar
revista digital
Espanha
Patrícia Botero Gómez
Centro de estudos independente Color Tierra, em colaboração com a Universidade da Terra, Caldas e sudoeste da Colômbia. (Rede de coletivos, cidades, comunidades e processos das biorregiões de Kumanday, Valle del Cauca e Pacífico colombiano)
Colômbia
Patrícia Schor
Faculdade Universitária de Amsterdã
Holanda
Xochitl Leyva Solano [Coordenador]
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Jorge Alonso Sánchez
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Júlio César González Oviedo
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Aline De Moura Rodrigues
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Patricia Victoria Viera Bravo
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Blanca Rocío Martínez Moreno
Centro Comunitário Mezcala
México
Junia Marúsia Lima Trigueiro
Universidade Federal de Campina Grande.
Brasil
Diana M. Coryat
Universidade das Américas (UDLA) Equador
Equador
Urpi Saco Chung
Instituto de Altos Estudos Internacionais e de Desenvolvimento de Genebra
Suíça
Yuchen Li
Coletivo de Artistas da Fundação Thami Mnyele - Tecendo Realidades
Holanda
Julián Andrés Amado Becerra
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade de Caldas
Colômbia
Gisela Arandia Covarrubias
Rede de Mulheres Afro-Latino-Americanas, Afro-Caribenhas e da Diáspora
Cuba
Axel Michael Köhler
Centro de Estudos Superiores do México e da América Central
Universidade de Ciências e Artes de Chiapas
México
Maudilla López Cardona
Defensores pastorais da Mãe Terra
Guatemala
Pablo Uc
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Lina Yajaira Peláez Celada
Oficina Busy House
Colômbia
Valeria Eberle Arcila
Coletivo Barullo
Colômbia
Amanda Gonzales Cordova
Coletivo Maizal
Equador
Edgar Ricardo Naranjo Peña
Rede Transnacional de Outros Saberes (RETOS) Nó - Colômbia
Colômbia
Andrea Fajardo Camacho
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Emma Delfina Chirix García
IDEI - Instituto de Estudos Interétnicos
Guatemala
Leandro Bonecini De Almeida
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade
Instituto de Ciências Humanas e Sociais
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Brasil
Ana Margarita Ramos
Instituto de Pesquisa sobre Diversidade Cultural e Processos de Mudança
Universidade Nacional do Rio Negro
Argentina
Alberto Carlos Velázquez Solís
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Arturo Escobar
Doutor em Ciências Ambientais pela Universidade de Valle, Professor Emérito.
Colômbia
Johan Sebastián Giraldo Serna
Oficina Coletiva Barullo
Colômbia
Marielle Alves Salles
Licenciatura em Relações Internacionais pela Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Federal de Goiás.
Brasil
Sonia Gau Angelo
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
José Osbaldo García Muñoz
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México
Mariel Verónica Bleger
Instituto de Pesquisa sobre Diversidade Cultural e Processos de Mudança
Universidade Nacional do Rio Negro
Argentina




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