Área temática: Juventude e Infância

Grupo de trabalhoInfância e juventude

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Infância e juventude
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
João Romero
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Melina Vázquez
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
María Camila Ospina Alvarado
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Desde a segunda metade do século XX, na América Latina e no Caribe, a juventude se configurou como um ator distinto na arena política e pública, apesar do que as desigualdades sociais que afetam crianças e jovens não foram reduzidas, consolidando a naturalização histórica das múltiplas formas de violência contra eles.

Crianças e jovens têm sido estigmatizados e mal interpretados como sujeitos sem poder de ação, no caso das crianças, e criminalizados e vítimas de juvenilicídio e de um genocídio gradual, no caso dos jovens. As hegemonias culturais e políticas, e as múltiplas formas de violência delas decorrentes, violaram sua dignidade, exacerbaram sua discriminação e exclusão e se manifestaram de diversas maneiras em toda a América Latina e Caribe.

Dentro dessa realidade social, narrativas hegemônicas sobre a infância e a juventude, e seus agentes de socialização, foram construídas, legitimadas e reproduzidas a partir da perspectiva de violações de direitos, que geralmente os posiciona como passivos. Essas narrativas desconsideraram as experiências, o conhecimento, as necessidades e as expectativas de atores sociais considerados dependentes e imaturos: as crianças, bem como daqueles considerados perigosos, apáticos e rebeldes: os jovens.

De um modo geral, a presença da violência levou ao silenciamento das vozes de crianças e jovens, seja para sua própria proteção ou para a proteção de seus entes queridos. Isso resultou no esquecimento de suas experiências vividas — seus corpos, suas vozes, suas formas de ser e de se expressar. A verdade tem sido considerada uma única verdade monolítica, e não é percebida como presente naquelas crianças e jovens considerados dependentes, imaturos ou perigosos. Consequentemente, suas memórias foram marginalizadas na história do nosso continente.

Nesse sentido, o eixo de pesquisa “Infância e juventude: hegemonias, violência e práticas culturais e políticas de resistência e coexistência”, que integra o Grupo de Trabalho, propõe tornar visíveis essas realidades por meio de uma contribuição ao Observatório da infância e da juventude, com ênfase nas questões de hegemonias, violência e práticas políticas e culturais de resistência e coexistência, como as narrativas comunicativas das próprias crianças e jovens, exercícios de memória, expressões estéticas e afetivas, exercícios de cidadania inclusiva, socialização política e construção da paz.

Por outro lado, após várias décadas em que se proclamava a existência de uma aparente apatia dos jovens em relação à política, o século XXI nos encontra com um renovado processo de visibilidade juvenil, impulsionado por um amplo espectro de causas, grupos e modos de participação. No caso latino-americano, isso adquire particular relevância à luz dos ciclos ligados a governos progressistas que, embora com diferenças substanciais entre os países, levam a uma reconceitualização do Estado e à gestão de políticas públicas voltadas para a juventude.

diversos grupos mobilizados, a ponto de começarem a ser vistos como áreas a serem contestadas ou em relação às quais contribuir para a construção de causas militantes.

Isso, por sua vez, nos convida a repensar o papel do Estado e as diferentes formas como os jovens, em geral, e os ativistas, em particular, estão conectados. Uma compreensão contextualizada de como os assuntos públicos são geridos é um aspecto essencial para o estudo de uma gama de posições que vão do apoio ao questionamento da política institucional, a qual, longe de ser interpretada como apatia, pode ser vista como parte de uma luta pelos significados legítimos do que é a política e como ela é conduzida (tanto dentro quanto fora do Estado).

Em relação a este último ponto, o foco de pesquisa deste Grupo de Trabalho, “Ação Coletiva, Novas Causas Militantes, Estado e Políticas Públicas”, interessa-se por explorar a emergência de debates e modos de produção socioestatal relativos à juventude e à infância à luz de modelos de gestão progressistas, bem como a emergência da chamada nova direita na América Latina e no Caribe. Interessa-nos compreender o cenário contemporâneo latino-americano e caribenho à luz da emergência e persistência de paradigmas de gestão de políticas públicas (Rodríguez, 2018), bem como os mecanismos de produção e reprodução das desigualdades por meio de programas e políticas para a juventude e a infância, e por meio de ações estatais não formalizadas como políticas, mas com efeitos igualmente significativos.

Por fim, a América Latina e o Caribe continuam a apresentar desigualdades sociais que não estão relacionadas apenas aos níveis de renda e que afetam populações em condições particularmente críticas. Isso é especialmente evidente na situação das mulheres — cujos padrões de vida estão melhorando, mas em menor grau do que os dos homens —, dos jovens — que estão melhorando menos do que os adultos — e de diversos grupos étnicos (indígenas e afrodescendentes ou negros, em particular) (PNUD, 2010; CEPAL, 2014; Vommaro, 2016). Os estudos analisados ​​continuam a revelar um conjunto complexo e preocupante de paradoxos e contrastes, juntamente com uma profunda inquietação social, evidente no surgimento de movimentos juvenis que, até recentemente, permaneceram em grande parte invisíveis na esfera pública. Nos últimos anos, esses movimentos ocuparam ruas e praças para lutar por diversas causas, nem sempre consideradas especificamente relacionadas à juventude, como as poderosas mobilizações feministas, pelos direitos das mulheres, como o direito ao aborto e contra a violência de gênero, e por uma educação pública gratuita, democrática e de qualidade. (Valdivieso, M. 2016).

Nesse contexto, o eixo "Desigualdades sociais e abordagem geracional" visa contribuir para a compreensão das múltiplas desigualdades sociais em relação aos direitos humanos de crianças e jovens.

O objetivo geral do GT proposto seria contribuir com conhecimento crítico sobre a infância e a juventude da América Latina e do Caribe, dentro da estrutura de novos processos sociais que reposicionem a América Latina e o Caribe em diálogo com a agenda global.

Comissão Econômica para a América Latina (CEPAL). 2014. Panorama Social da América Latina 2014, Santiago, Chile.
Fraser, Nancy. 2008. Justiça social na era da política identitária: redistribuição, reconhecimento e participação. In Revista de Trabajo, ano 4, número 6, agosto - dezembro de 2008, pp. 83-99.

Fraser, Nancy com Kate Bedford. 2008. Direitos sociais e justiça de gênero no momento neoliberal. Uma conversa sobre bem-estar social e política transnacional. Teoria Feminista 2008 9: 225.

Organização Ibero-Americana da Juventude (OIJ), CEPAL e UNFPA 2009. Jovens indígenas e afrodescendentes na América Latina: desigualdades sociodemográficas e desafios políticos. Madri: Organização Ibero-Americana da Juventude.

Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). 2010. Relatório de Desenvolvimento Humano para o Mercosul 2009-2010. Inovando para Incluir: Juventude e Desenvolvimento Humano, Buenos Aires: Libros del Zorzal.

Macdonald, Laura e Anne Ruckert. 2009. Pós-neoliberalismo nas Américas. Rutgers U. Press.

Valdivieso, M. (Coord.) 2016. Movimentos de mulheres e luta feminista na América Latina e no Caribe. Coleção de Bolsas de Pesquisa. ISBN 978-987-722-191-6. CLACSO. Buenos Aires.

Vommaro, P. 2016. Juventude e Política na Argentina e na América Latina: Tendências, Conflitos e Desafios, Coletânea de Grupos de Trabalho. ISBN 978-987-1309-16-0
Grupo de Publicações Universitárias. CLASSO. Buenos Aires.

3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

As condições atuais em que a maioria das crianças e jovens vive na América Latina e no Caribe constituem o principal ponto de partida para a continuidade da tarefa de produção de conhecimento que busque compreender sua realidade. O Grupo de Trabalho sobre Infância e Juventude: Hegemonias, Violência, Desigualdades e Mobilizações propõe leituras, análises e transformações do contexto descrito a partir de perspectivas que alternam entre diversificação e especialização. Essas perspectivas demonstram, em termos conceituais e teóricos, o estudo sistemático de crianças e jovens como sujeitos sociais, culturais, históricos e políticos. De fato, a dinâmica dual de diversificação e especialização teórica pressupõe e implica sua expansão e aprofundamento, como expressão da crescente complexidade inerente às dinâmicas sociais.

Nesse sentido, o Grupo de Trabalho adota posições críticas enraizadas no Sul Global, contribuindo para a promoção de práticas decoloniais e contra-hegemônicas, para a mobilização e para a redução das desigualdades. O grupo concentra-se em processos situados no contexto latino-americano e caribenho, que devem dialogar com o conhecimento desenvolvido em outras regiões e períodos históricos. Essas abordagens críticas voltadas para a transformação envolvem processos de pesquisa que examinam tanto o contexto latino-americano e caribenho quanto as relações de subordinação de crianças e jovens em relação aos adultos, a partir de uma perspectiva geracional.

A GT articula seus horizontes teóricos em três temas centrais relacionados a crianças e jovens, que possuem grande relação e articulação entre si: hegemonias, violência e práticas culturais e políticas de resistência e coexistência; desigualdades sociais e abordagem geracional; e ação coletiva, novas causas militantes, Estado e políticas públicas.

No que diz respeito às hegemonias e à violência, o Grupo concentra-se em ações que contribuem para processos transformadores na prática pedagógica a partir das perspectivas das pedagogias críticas e da educação popular; que contribuem para processos psicossociais transformadores a partir da perspectiva da psicologia social latino-americana; que contribuem para transformações relacionais e sociais a partir das perspectivas da socialização política e de perspectivas alternativas sobre o desenvolvimento humano; bem como que contribuem para práticas contra-hegemônicas a partir das perspectivas da cultura e da comunicação. Adota uma perspectiva baseada em direitos, a partir da qual propõe uma análise crítica das políticas públicas, da violência e da mobilidade social como formas de criminalização de crianças e jovens, por meio de ações realizadas, entre outras entidades, pelo sistema penal. É importante incorporar perspectivas de gênero, geracionais, étnico-raciais e de classe, e reconhecer que a violência e as formas de construção de subjetividades e identidades em crianças e jovens são diferenciadas. Além disso, propomos abordagens baseadas em perspectivas generativas, dialógicas, narrativas e colaborativas que consideram a psicologia social crítica ou o construcionismo social (pensamento situado e a partir de um posicionamento ético e político claro), teorias críticas da comunicação e da cultura com abertura a perspectivas estéticas e filosofia para crianças e jovens.

Em segundo lugar, a desigualdade é concebida como um conceito que nos permite refletir sobre processos relacionais, especialmente em dois sentidos. Por um lado, há casos em que grupos juvenis enfatizam o direito à diferença ou justificam quando a diferença se torna desigualdade. Por outro lado, há a dinâmica geracional da produção e reprodução das desigualdades e a construção de igualdades a partir da diferença. Acreditamos que esses são dois dos aspectos mais significativos dos processos atuais de mudança social na região, com nuances geracionais (Vommaro, 2017). Além disso, ao aprofundar o estudo das desigualdades sociais a partir das intersecções geracionais e outras relacionadas a gênero, migração, etnia, cultura, educação, trabalho, território e outros fatores, podemos afirmar que elas são multidimensionais.

Por fim, no que diz respeito à ação coletiva e às novas causas militantes, em pouco mais de duas décadas, o campo da participação política juvenil deslocou-se para áreas específicas de estudo (ação coletiva juvenil, formas de organização e mobilização, militância e ativismo juvenil) que se configuraram não tanto como extensões das abordagens clássicas dessas categorias, mas como produções teóricas com um estatuto conceitual específico, em consequência de uma compreensão mais ampla e profunda da condição juvenil e de suas diferenças socioculturais e políticas. O Estado, a sociedade, a política, a economia e a cultura, em suas diversas escalas, na medida em que são problematizados a partir das práticas daquilo que a sociedade designa como juventude, são inevitavelmente objeto de pesquisa com um quadro reconhecível de autonomia conceitual e, portanto, considerados a partir dessas condições e perspectivas. Nesse desafio, a explicação situada das desigualdades e dos múltiplos processos de luta, resistência e vitórias empreendidos pelas novas gerações significa desenvolver teoria e construir entendimentos a partir dos quais se possa contribuir para a transformação da sociedade. É precisamente o tratamento rigoroso dos conceitos centrais do campo da participação política, vistos a partir da perspectiva e em relação às práticas organizacionais de crianças e jovens em suas diversas formas, que nos permitirá produzir um conhecimento mais refinado e situado sobre o que está acontecendo no continente latino-americano.

Acreditamos que as apostas teóricas descritas constituem um ponto de partida, em relação aos diálogos propostos no âmbito do GT, sendo o desenvolvimento do próprio trabalho no próximo período que nos permitirá expandir a discussão dos temas propostos.

Vommaro, P. 2017 “Territórios e resistências: configurações geracionais e processos de politização na Argentina sob uma perspectiva latino-americana” em Iztapalapa. Revista de Ciências Sociais e Humanas (México: UAM-I).

Vommaro, P. 2017a “Em direção a abordagens geracionais e intergeracionais: tensões e perspectivas nas políticas públicas para a juventude na América Latina” em Latin American Journal of Family Studies (Manizales: U. de Caldas).
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Realizar pesquisas comparativas e relevantes em cada um dos eixos do Grupo:
1.1. Hegemonias, violência e práticas culturais e políticas de resistência e coexistência
1.2. Ação coletiva da juventude, novas causas militantes, o Estado e as políticas públicas
1.3. Desigualdades sociais e abordagem geracional


2. Estabelecer as bases e as principais diretrizes para o desenvolvimento do Observatório Latino-Americano e Caribenho da Infância e da Juventude.

3. Posicionar o GT como um grupo legítimo em questões da infância, bem como em questões da juventude, como ocorreu em versões anteriores do mesmo grupo.
1. Promover a organização do trabalho em torno de três eixos temáticos iniciais, definidos com base no trabalho realizado na última etapa do GT (2016-2019) e nas novas articulações no âmbito da presente candidatura.

2. Elaboração de um projeto de pesquisa comparativa a partir de cada eixo do grupo



3. Realizar um levantamento dos observatórios da infância e da juventude existentes na região com os quais diferentes membros do GT estejam vinculados.

4. Organização de dossiês temáticos organizados em torno de cada um dos três eixos temáticos propostos.
1. Documento de fundamentação teórica para cada eixo temático, a fim de articular os itens da agenda em cada uma das subáreas.

2. Projetos de pesquisa submetidos a diversos centros membros ou organizações de ciência e tecnologia para financiamento.


3. Desenvolvimento de um modelo inicial de Observatório
Conselho Latino-Americano e Caribenho para Crianças e Jovens (OLCIJ)

4. Publicação de 1 dossiê temático.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Divulgar os resultados da produção do Grupo em congressos e encontros científicos, publicações em revistas acadêmicas e livros.


2. Divulgar e socializar os resultados do trabalho colaborativo no âmbito do Grupo de Trabalho sobre especialização internacional em infância e juventude, através de seminários e cursos de graduação, pós-graduação e pós-doutorado.

3. Promover a produção do grupo nas redes sociais utilizando diferentes estratégias como forma de democratizar o conhecimento.

4. Apresentação de painéis dos eixos na IV Bienal da Infância e da Juventude e participação do GT no comitê científico

5. Promover a formação de jovens pesquisadores no âmbito da rede da América Latina e do Caribe.
1. Criar uma coleção de livros sobre infância e juventude na América Latina e no Caribe.

2. Participação e realização da reunião GT no âmbito dos Congressos da ALAS (Lima, 2019) e da LASA (Guadalajara, 2020).
3. Promover a participação nas revistas de divulgação ligadas ao CLACSO e aos vários centros membros que participam do GT.

4. Produção de boletins de divulgação com dados preliminares do OLCIJ

5. Participação dos membros do Grupo de Trabalho na Especialização e no Curso Internacional sobre Infância e Juventude, bem como nos seminários virtuais da CLACSO.
a) “Narrativas e hegemonias culturais/comunicacionais”; b) “Infância e juventude: violência, conflitos, memórias, cidadania e processos de construção da paz”; c) “Perspectivas teóricas e metodológicas para a pesquisa sobre infância e juventude na América Latina”; d) Estudos e políticas sobre infância e juventude na América Latina; e) Mobilização social, ativismo e ação coletiva da juventude na Ibero-América e no Caribe; f) Desigualdades sociais.

7. Realizar entrevistas com membros do Gt em formato de podcast.

8. Atividades de trabalho direto com crianças e jovens na co-construção de peças de comunicação.

1. Geração de um site com uma coleção de livros sobre infância e juventude.

2. Realizar pelo menos 2 reuniões internacionais no âmbito da ALAS e da LASA.


3. Publicação de um livro em colaboração com pesquisadores do GT e da Rede Europeia, publicado pela editora Brill, com coordenação de Jorge Benedicto, Maritza Urteaga e Dolores Rocca Rivarola.

4. Divulgação, socialização e comparação de resultados com pares não acadêmicos, organizações da sociedade civil e grupos de crianças e jovens.

5. Produção de 3 boletins temáticos publicados no âmbito do trabalho do OLCIJ

6. Produção de 4 podcasts

7. Participação de membros do GT no Programa de Pós-Doutorado e integração de estudantes do Programa de Pós-Doutorado em ações do GT relacionadas à realização do OLCIJ.

8. Peças de comunicação produzidas com crianças e jovens.

9. Apresentação de 6 mesas na Bienal
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Fortalecer a construção de vínculos duradouros com redes internacionais de profissionais ligados ao trabalho e à intervenção em questões da infância e da juventude, movimentos sociais e coletivos relacionados à infância e à juventude e órgãos governamentais.

2. Incentivar intencionalmente a participação de autoridades de políticas públicas e organizações sociais desde a fase de concepção da Bienal.
1. Reuniões de trabalho nacionais e internacionais com profissionais, gestores de políticas públicas, crianças e jovens ligados a programas estatais e não estatais para a infância e a juventude.

2. Participação em debates com organizações de ciência e tecnologia.
3. Coordenação com o observatório para a defesa de políticas públicas

4. Estratégias de colaboração com organizações não governamentais, sindicatos e movimentos sociais na IV Bienal.
1. Manifesto do grupo sobre o posicionamento ético e político em relação à infância e à juventude.

2. Cenário para articulação com organizações não governamentais, sindicatos e movimentos sociais na IV Bienal.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Buscar vínculos com o grupo de entidades internacionais cujo foco são crianças e jovens (IYO, UNICEF, TECHO, entre outras).

2. A construção do Observatório Latino-Americano e Caribenho como um compromisso com a articulação entre redes científicas, agências de cooperação internacional e instituições acadêmicas.


3. Fortalecer as conexões com redes de pesquisa, como o Grupo de Trabalho sobre Educação Popular e Pedagogia Crítica e Ciências Sociais: Tendências, Perspectivas e Desafios, organizações da sociedade civil, agências governamentais e movimentos de jovens e crianças. Isso envolve integrá-los às atividades do Grupo de Trabalho e fomentar a colaboração entre o Grupo de Trabalho e as iniciativas específicas de cada um desses grupos.

4. Fortalecer e coordenar as redes de pesquisa, formação e transferência de conhecimento entre pesquisadores, alunos de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, conforme promovido pela rede RedINJU, que favorece a construção do conhecimento.
1. Planejar e organizar uma reunião de trabalho e a coordenação com a Rede Europeia de Estudos da Juventude.

2. Apresentar o grupo e a proposta do observatório a diferentes entidades internacionais, buscando seu envolvimento na GT.


3. Realizar uma reunião ou programa de intercâmbio com organizações da sociedade civil e entidades governamentais.
1. Vincular pelo menos 2 entidades de cooperação ao grupo de trabalho.

2. Construção conjunta de indicadores e diretrizes do observatório com outras redes e agências de cooperação internacional.

3. Publicação de 1 livro em conjunto com o eixo de ação coletiva do projeto "Participação cidadã em espaços cívicos: visões da juventude latino-americana", financiado pela TECHO e CLACSO, ou publicação de 1 livro de um dos outros eixos.
4. Colaboração com outros grupos de trabalho, como o Grupo de Trabalho de Educação e Pedagogia, o Grupo de Trabalho de Ciências Sociais, o Grupo de Trabalho de Práticas Emancipatórias e Metodologias de Descolonização e o Grupo de Trabalho de Corpos, Territórios e Resistência CUTER. Espera-se que esse tipo de colaboração seja mantido ao longo dos três anos.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Desenvolvimento da pesquisa comparativa a partir do trabalho coletivo dentro dos eixos


2. Realizar testes-piloto do Observatório Latino-Americano e Caribenho da Infância e da Juventude.

3. Posicionar o GT como um grupo legítimo em questões da infância, bem como em questões da juventude, como ocorreu em versões anteriores do mesmo grupo.

1. Avaliar o desempenho interpretativo do trabalho em torno dos três eixos definidos por meio do desenvolvimento das primeiras ações de pesquisa, produção, análise e disseminação dos dados.

2. Elaboração do documento de justificativa do observatório
da infância e juventude
1. Organização de um índice preliminar para a publicação de um livro com os resultados da produção dos eixos.

2. Fundamentos teóricos, epistemológicos e metodológicos do observatório
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Divulgar os resultados da produção do Grupo em congressos e encontros científicos, publicações em revistas acadêmicas e livros.


2. Divulgar e socializar os resultados do trabalho colaborativo no âmbito do Grupo de Trabalho sobre especialização internacional em infância e juventude, através de seminários e cursos de graduação, pós-graduação e pós-doutorado.

3. Promover a produção do grupo nas redes sociais utilizando diferentes estratégias como forma de democratizar o conhecimento.

4. Apresentação de painéis dos eixos na IV Bienal da Infância e da Juventude e participação do GT no comitê científico

5. Promover a formação de jovens pesquisadores no âmbito da rede da América Latina e do Caribe.

1. Participação na organização da IV Bienal sobre Primeira Infância, Infância e Juventude (Manizales, 2020)

2. Organização de mesas temáticas e fóruns no âmbito da IV Bienal sobre Primeira Infância, Infância e Juventude (Manizales, 2020)

3. Organização de oficinas, cursos e fóruns no âmbito da Pré-Bienal sobre Primeira Infância, Infância e Juventude (Manizales, 2020)

4. Participação dos membros do Grupo de Trabalho na Especialização e no Curso Internacional sobre Infância e Juventude, bem como nos seminários virtuais da CLACSO conduzidos pelo Grupo de Trabalho.
a) “Narrativas e hegemonias culturais/comunicacionais”; b) “Infância e juventude: violência, conflitos, memórias, cidadania e processos de construção da paz”; c) “Perspectivas teóricas e metodológicas para a pesquisa sobre infância e juventude na América Latina”; d) Estudos e políticas sobre infância e juventude na América Latina; e) Mobilização social, ativismo e ação coletiva da juventude na Ibero-América e no Caribe

5. Coordenação das ações realizadas pelo Grupo de Trabalho com o Programa de Pesquisa Pós-Doutoral em Ciências Sociais, Infância e Juventude

6. Coordenação das ações realizadas pelo GT com a INJU NETWORK, enquanto Escola Internacional de Estudos de Pós-Graduação em Infância e Juventude.
1. Publicação dos anais da IV Bienal sobre Primeira Infância, Infância e Juventude (Manizales, 2020)

2. Publicação de um manifesto da IV Bienal sobre Primeira Infância, Infâncias e Juventude (Manizales, 2020)

3. Publicação de um dossiê temático da Escola de Pós-Graduação da Rede INJU (Manizales, 2020)


4. Cursos virtuais (7) da CLACSO ministrados pelo grupo

5. Livros publicados no âmbito da coleção Infância e Juventude Latino-Americana




PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Realizar intervenções públicas por meio de diferentes mídias audiovisuais e escritas que destaquem questões atuais relacionadas a crianças e jovens na América Latina e no Caribe.

2. Consolidar diálogos e mecanismos de articulação sistemática com as áreas estatais ligadas à gestão de políticas públicas, ONGs, coletivos e movimentos de crianças e jovens dos diferentes países da região.

1. Reuniões de trabalho nacionais e internacionais com profissionais, gestores de políticas públicas, crianças e jovens ligados a programas estatais e não estatais para a infância e a juventude.

2. Participação em debates com organizações de ciência e tecnologia.

3. Coordenação com o observatório para a defesa de políticas públicas

4. Estratégias de colaboração com organizações não governamentais, sindicatos e movimentos sociais na IV Bienal.
1. Manifesto do grupo sobre o posicionamento ético e político em relação à infância e à juventude.

2. Cenário para articulação com organizações não governamentais, sindicatos e movimentos sociais na IV Bienal.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Buscar vínculos com o grupo de entidades internacionais cujo foco são crianças e jovens (IYP, UNICEF, TECHO, OXFAM, entre outras).

2. O confronto do Observatório Latino-Americano e Caribenho como um compromisso com a articulação entre redes científicas, organizações de cooperação internacional e instituições acadêmicas.


3. Fortalecer as conexões com redes de pesquisa, como o Grupo de Trabalho sobre Educação Popular e Pedagogia Crítica e Ciências Sociais: Tendências, Perspectivas e Desafios, organizações da sociedade civil, agências governamentais e movimentos de jovens e crianças. Isso envolve integrá-los às atividades do Grupo de Trabalho e fomentar a colaboração entre o Grupo de Trabalho e as iniciativas específicas de cada um desses grupos.

4. Fortalecer e coordenar as redes de pesquisa, formação e transferência de conhecimento entre pesquisadores, alunos de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, conforme promovido pela rede RedINJU, que favorece a construção do conhecimento.
1. Realizar uma reunião de trabalho e coordenar ações com a Rede Europeia de Estudos da Juventude.

2. Participação do GT na organização e realização da X Escola Internacional de Pós-Graduação da Rede INJU (Manizales, 2020)

3. Encontros no âmbito da Escola com outras redes científicas e com entidades internacionais.
1. Organização de um dossiê em revista científica com o trabalho dos alunos da X Escola Internacional de Pós-Graduação da Rede INJU

2. Estabelecer ligações entre funcionários de agências de cooperação internacional e o grupo.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1. Sistematizar e analisar os resultados da pesquisa conjunta e identificar temas emergentes tendo em vista a próxima chamada de propostas.


2. Lançamento do Observatório Latino-Americano e Caribenho da Infância e da Juventude

3. Posicionar o GT como um grupo legítimo em questões da infância, bem como em questões da juventude, como ocorreu em versões anteriores do mesmo grupo.
1. Relatório final de trabalho por eixo


21. Formalização da OLCIJ e seu desenvolvimento por meio de trabalhos em áreas-chave.


2. Produção dos indicadores que compõem o observatório
da infância e juventude

1. Construção final do OLCIJ

2. Relatório final de trabalho por eixo

3. Relatório final do trabalho do grupo

4. Publicação dos resultados da pesquisa comparativa.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1. Comunicação de resultados em conferências e encontros científicos, publicações em revistas acadêmicas e livros.


2. Divulgação e socialização dos resultados do trabalho colaborativo no âmbito do GT em seminários e cursos de graduação, pós-graduação e pós-doutorado.
1. Alimentar regularmente o OLCIJ por meio da coleta, sistematização e interpretação de dados.

2. Participação e organização de mesas-redondas em congressos acadêmicos e conferências nacionais, regionais e internacionais: Mesa-redonda e painel na Conferência Internacional em Cuba (2021). Mesa-redonda e painel na Assembleia da CLACSO (2021).

3. Participação dos membros do Grupo de Trabalho na Especialização e no Curso Internacional sobre Infância e Juventude, bem como nos seminários virtuais da CLACSO conduzidos pelo Grupo de Trabalho.
a) “Narrativas e hegemonias culturais/comunicacionais”; b) “Infância e juventude: violência, conflitos, memórias, cidadania e processos de construção da paz”; c) “Perspectivas teóricas e metodológicas para a pesquisa sobre infância e juventude na América Latina”; d) Estudos e políticas sobre infância e juventude na América Latina; e) Mobilização social, ativismo e ação coletiva da juventude na Ibero-América e no Caribe

4. Coordenação das ações realizadas pelo Grupo de Trabalho com o Programa de Pesquisa Pós-Doutoral em Ciências Sociais, Infância e Juventude
1. Cursos virtuais (7) da CLACSO ministrados pelo grupo

2. Apresentação de trabalhos e painéis na assembleia da CLACSO e na conferência internacional em Cuba.

3. Lançamento do observatório
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
1. Realizar intervenções públicas por meio de diferentes mídias audiovisuais e escritas que destaquem questões atuais relacionadas a crianças e jovens na América Latina e no Caribe.

2. Consolidar diálogos e mecanismos de articulação sistemática com as áreas estatais ligadas à gestão de políticas públicas, ONGs, coletivos e movimentos de crianças e jovens dos diferentes países da região.
1. Reuniões de trabalho nacionais e internacionais com profissionais, gestores de políticas públicas, crianças e jovens ligados a programas estatais e não estatais para a infância e a juventude.

2. Participação em debates com organizações de ciência e tecnologia.

3. Coordenação com o observatório para a defesa de políticas públicas

1. Manifesto do grupo sobre o posicionamento ético e político em relação à infância e à juventude.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
1. Buscar vínculos com o grupo de entidades internacionais cujo foco são crianças e jovens (IYP, UNICEF, TECHO, OXFAM, entre outras).

2. O confronto do Observatório Latino-Americano e Caribenho como um compromisso com a articulação entre redes científicas, organizações de cooperação internacional e instituições acadêmicas.

3. Fortalecer as conexões com redes de pesquisa, como o Grupo de Trabalho sobre Educação Popular e Pedagogia Crítica e Ciências Sociais: Tendências, Perspectivas e Desafios, organizações da sociedade civil, agências governamentais e movimentos de jovens e crianças. Isso envolve integrá-los às atividades do Grupo de Trabalho e fomentar a colaboração entre o Grupo de Trabalho e as iniciativas específicas de cada um desses grupos.

4. Fortalecer e coordenar as redes de pesquisa, formação e transferência de conhecimento entre pesquisadores, alunos de graduação, mestrado, doutorado e pós-doutorado, conforme promovido pela rede RedINJU, que favorece a construção do conhecimento.
1. Apresentar o grupo e a proposta do observatório a diferentes entidades internacionais, buscando seu envolvimento na GT.


2. Realizar uma reunião ou programa de intercâmbio com organizações da sociedade civil e entidades governamentais.


1. Estabelecer ligações entre funcionários de agências de cooperação internacional e o grupo.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 161
Carla Daniela Rosales
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Elizabeth Borelli
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Jhoana Patiño
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Francine Nunes
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Lina Marcela Cardona Salazar
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Álvaro Diaz Gomez
Observatório de Políticas para a Infância e a Juventude
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Diego Beretta
Secretaria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Faculdade de Ciência Política e Relações Internacionais
UNR - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Nilza González Peña
Estúdios de Animação ICAIC
Cuba
Paola Andrea Carmona Toro
Universidade Católica Luis Amigó
Colômbia
José Manuel Valenzuela Arce
Colégio da Fronteira Norte
México
Maria Isabel Domínguez García
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Elisa Guarana De Castro
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais - PPGCS - UFRRJ
Brasil
Idania Rego Espinosa
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Gabriel Silva Vilches
NA
Chile
Edwin Jaime Ruiz
Centro de Pesquisa Louis Joseph Lebret OP para Economia e Humanismo
Universidade de Santo Tomás
Colômbia
Carlos Roberto Melara Ramírez
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Rossana María Mendoza Zapata
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Melina Vázquez [Coordenador]
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
N. Angélica Rico Montoya
Unidade Lerma
-Universidade Autônoma Metropolitana
México
Ariane Aboboreira
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Paula Helena Mateos
Instituto de Pesquisa Socioeconômica
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Merarit Viera Alcazar
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Oscar Aguilera Ruiz
NA
Chile
Keyla Rosa Estévez García
Centro de Estudos da Juventude
Cuba
Robert González García
*
México
Diego Andrés Diaz Jaramillo
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Mariano Llusá
Hospital Infantil Dr. Ricardo Gutiérrez
Argentina
Hilda Mar Rodríguez Gómez
Faculdade de Educação
Faculdade de Educação
Universidade de Antioquia
Colômbia
Manuel Villavicencio
NA
Equador
Germán Muñoz González
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Marcela C Velurtas
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Alicia Itatí Palermo
Centro de Estudos Sociais e Pesquisa da Associação Argentina de Sociologia
Argentina
Sandra Milena González Díaz
Corporação Regional
Colômbia
Karina Andrea Rubiano Ospina
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Eduardo Langer
Centro de Estudos Latino-Americanos
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
Débora Gerbaudo Suárez
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Julian David Castañeda Muñoz
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Kevin Alberto Cruz Cerrato
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Matías Pascual Penhos
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Maria Florencia Gentile
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Ninoska Alfaro
Direção da Infância, Adolescência e Família DINAF
Honduras
Silvia Helena Simões Borelli
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Federico Martin Falk
Departamento Acadêmico de Ciências Sociais, Jurídicas e Econômicas
Universidade Nacional da Rioja
Argentina
Angela María Guarín Aristizábal
Universidade dos Andes, Faculdade de Governo
Colômbia
María Cecilia Touris
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Daniel Gustavo Llanos Erazo
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Adrian Rozengardt
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Mariana Chaves
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Mariana Liguori
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Silvina Rivas
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Victor Andrés Rojas
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Cláudia Calquin Donoso
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Cláudia Castilla García
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Cynthia Carolina Ramacciotti
Faculdade de Serviço Social
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Juan Antonio Gutiérrez Slon
Centro de Pesquisa em Cultura e Desenvolvimento
Vice-Reitoria de Pesquisa
State Distance University
Costa Rica
Juan Antonio Taguenca Belmonte
NA
México
Simón Velásquez Matijasevic
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Lorena Zapata Cid
Secretaria Ministerial Regional de Educação, Departamento Provincial de Educação, Região de Aysén, Coyhaique
Chile
Liliana Mayer
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais. Universidade Nacional de Misiones
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais.
Universidade Nacional de Missiones
Argentina
Myriam Salazar Henao
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Guadalupe Alarcó Estévez
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Olivia Cristina Perez
Centro de Pesquisa sobre Crianças, Adolescentes e Jovens - Universidade Federal do Piauí
Universidade Federal do Piauí
Brasil
Milton Marino Mora Grijalva
Universidade Técnica do Norte
Equador
Lúcia Helena V. Rangel
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
María Camila Ospina Alvarado [Coordenador]
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Portal Lázaro Enrique Ramos
Centro de pesquisa
Universidade de Havana
Cuba
Angélica Maria Ocampo Talero
Faculdade de Estudos Ambientais e Rurais
Departamento de Desenvolvimento Rural e Regional
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Hector Fabio Ospina Serna
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Ana Isabel Peña Leiva
Centro de Estudos da Juventude
Cuba
Mariana Clara Heredia
Universidade Nacional de Lanús - Doutorado em Saúde Mental Comunitária
Argentina
René Unda Lara
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Marcela Alejandra Parra
Universidade Nacional del Comahue
Argentina
Eduardo Javier Pereyra
Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais
Faculdade de Ciências Políticas e Relações Internacionais
Universidade Católica de Córdoba
Argentina
Pedro Nuñez
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO)
Maurício Padrón Innamorato
Instituto de Pesquisa Jurídica - UNAM
México
Julián Andrés Loaiza De La Pava
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Milton Ariel Brenes Rodríguez
NA
Costa Rica
Marina Larrondo
Centro de Pesquisa Social IDES CONICET
Argentina
Marina Tomasini
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Sara Victoria Alvarado Salgado
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Gustavo Adolfo Normanns Morles
Faculdade de História, Universidade de San Carlos da Guatemala
Guatemala
Cássio Viana
Instituto Camará Calunga
Brasil
Jorge Bendito
Na
Espanha
Silvia Guemureman
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
José Eduardo Machain
OMEP América Latina
Argentina
Miriam Abramovay
Departamento de Direito
Prêmio Camargo para o corpo docente
Universidade de Ribeirão Preto
Brasil
Silvina Malca Lagos Gorsky
O Colégio da América
Centro de Estudos Avançados para a América Latina e o Caribe
Universidade Pablo de Olavide
Espanha
Alejandra Barcala
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Alejandra Grandon
Fundação Integra
Chile
Paola Viera Cordova
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Saul Vasquez
Na
Equador
John Edier Jaramillo Ferro
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Juan Fernández Labbé
Centro Latino-Americano para o Desenvolvimento Rural - Rimisp
Chile
João Romero [Coordenador]
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Fátima Lucília Vidal Rodrigues
Universidade de Brasília
Brasil
Rosana Soares
Universidade de São Paulo
Brasil
Elena Jerves
NA
Equador
Clarissa Nuñez
Programa de Pós-Graduação Latino-Americano em Serviço Social
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Humberto Abaunza
Consultor Freelance
Nicarágua
Vitória Kandel
Instituto de Justiça e Direitos Humanos
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Pablo Vommaro
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Karin De Pecsi E Fusaro
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Mario Hernán López Becerra
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Universidade de Caldas
Colômbia
Delmer Roberto Marcía Hernández
na
Honduras
Eugenia Bianchi
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Claudia Luz Piedrahita Echandía
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Alejandro Germán Cozachcow
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Bruno Colombari
UNIVERSIDADE NACIONAL DA TIERRA DEL FUEGO
Argentina
Marisa Feffermann
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Brasil
Brasil
Sandra Poliszuk
Universidade Nacional de Comahue/Universidade Nacional de Río Negro - Centro Interdisciplinar de Estudos, Direitos, Inclusão e Sociedade (CIEDIS)
Argentina
Amanda Vargas Prieto
Universidade Madalena
Colômbia
María Raquel Macri
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Claudia María Rodríguez Castrillón
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Carles Feixa
Universidade Pompeu Fabra
Espanha
Andrea Bonvillani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Andrea Szulc
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gabriela Roizen
Centro de Pesquisa Social (CIS/Conicet)
Argentina
Bernardo Augusto Ruiz Hernández
Corporação Universitária Minuto de Dios UNIMINUTO
Colômbia
Ellen Van Damme
Instituto de Criminologia de Leuven, KU Leuven, Bélgica
Bélgica
Rita De Cassia Alves Oliveira
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Melissa Villegas
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Tamara Segura Herrera
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Mariana Jesica Lerchundi
INSTITUTO DE PESQUISA SOCIAL, TERRITORIAL E EDUCACIONAL (ISTE), DA UNIVERSIDADE NACIONAL DO RIO CUARTO E DO CONICET
Argentina
Zulema Ortega
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Elaine Morales Chuco
Instituto Cubano de Pesquisa Cultural
Ministério da Cultura
Cuba
Diana Alejandra Aguilar Rosero
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Vila Dolman Rubio
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Analía Verónica García
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Mario sandoval
Universidade de Los Lagos
Chile
Mario Zúñiga Núñez
NA
Costa Rica
Agostinho Barna
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Rosa Rocha
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Brasil
Denise Laura Fridman
Secretaria de Pesquisa
UNIPE
Argentina
Maria Virgínia Nessi
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Wanda Perozzo Ramírez
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Raida Semanat Trutie
Centro de Estudos da Juventude
Cuba
Mateo Ortiz Giraldo
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Candida Irene Chávez Reinoza
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Margoth Teresa Gallardo Cerón
NA
Colômbia
Luís Alberto Caputo
Base de Pesquisa Social
Paraguai
Camila Ponce Lara
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Simone Luci Pereira
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Carla Villalta
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
María De Los Angeles Pesado Ricacrdi
ESCRITÓRIO DE DEFESA GERAL LOMAS DE ZAMORA - MINISTÉRIO PÚBLICO - PODER JUDICIAL PROVÍNCIA DE BUENOS AIRES
Argentina
Yumara Santana Ortego
Ministério da Saúde Pública
Cuba
Daniela León
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Carolina Balparda
Secretaria de Cultura e Educação - Município de Rosário
Argentina
Carolina Ciordia
Instituto de Ciências Antropológicas, Faculdade de Filosofia e Letras da Universidade de Buenos Aires
Argentina
Carolina García Salas
Centro de Pesquisa Psicológica e Sociológica
Cuba
Adriana Arroyo Ortega
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Adriana García Espejel
Instituto da Juventude de Chihuahua
México
Ana Claudia Cifali
NA
Brasil
Rayenari Torres Chacón
Arte Coletiva, Comunidade e Equidade AC
México
Daiana Bruzzone
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Emília Nora Arpini
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Blanca Nelly Gallardo Cerón
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Maria Luz Marín Posada
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Laura Alvarado Pinzón
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Laura Santillan
Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jorge Eliécer Martínez Posada
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Jaime Alberto Saldarriaga Vélez
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia




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