Área temática: Epistemologias do Sul
Grupo de trabalhoEpistemologias do Sul
[+ Ver produções e conteúdo]Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
As EPISTEMOLOGIAS DO SUL, enquanto expressão de lutas epistemológicas e ontológicas, refletem os debates que compõem um conjunto de textos de diversos autores integrantes do Grupo de Trabalho Epistemologias do Sul (2016-2019), que participam há vários anos de um dos espaços virtuais de aprendizagem e formação coorganizados pelo Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES) e pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO), intitulado Justiça entre os saberes: epistemologias do sul e o saber nascido da luta. Especificamente, este volume, coordenado por Maria Paula Meneses e Karina Bidaseca, foi fruto do Grupo de Trabalho de Estudos Epistemológicos do CLACSO (2018). O livro chama a atenção para a imensa experiência de saberes criados e testados em lutas, num espaço tão vasto quanto o Sul Global. A raiz desse desafio reside nas preocupações de Boaventura de Sousa Santos, que, em consonância com muitos outros intelectuais, se incomoda com o crescente esgotamento do modelo analítico racional moderno e, assim, propõe o desafio de ir ao Sul e trabalhar com o Sul (1995: 508).
O pensamento hegemônico da ciência moderna é responsável por uma tradição de dominação política e cultural que subjugou a diversidade do conhecimento no mundo, o sentido da vida, as práticas sociais, os corpos e as identidades, a partir de uma perspectiva colonial, patriarcal e eurocêntrica que persiste até hoje em um mundo completamente racista e conservador, com características neofascistas que ameaçam essa diversidade. Embora reconheça as experiências que testemunham a enorme diversidade histórica do mundo, a Europa não consegue refletir de forma produtiva e construtiva sobre essa diversidade, utilizando-a para encontrar soluções para seus próprios problemas. A raiz dessa incapacidade reside na persistência de preconceitos coloniais profundamente enraizados na esfera epistemológica, que se estendem para além do fim de muitas situações de colonialismo histórico. São esses preconceitos que comprometem a busca por soluções para as crises atuais (políticas, culturais, econômicas, financeiras, de direitos humanos, etc.), soluções inspiradas por aquelas desenvolvidas em outros contextos.
Assim, “Este Sul revela um vasto pluriverso de saberes, servindo como metáfora para encontros, confrontos e a polinização do saber. Num momento caracterizado por perguntas fortes e respostas fracas, o encontro com a diversidade sulista suscita múltiplas questões que os textos deste volume procuram responder: Por que, nos últimos séculos, a epistemologia dominante eliminou o contexto cultural e político da reflexão epistemológica, da produção e reprodução do saber? A diversidade da ciência é resultado do pluralismo epistemológico? Ou a razão para essa diversidade tem origens ontológicas, uma diversidade resultante da heterogeneidade do mundo? Como podemos reconhecer outras epistemologias e gerar diálogos entre elas? Qual é o papel das universidades públicas na produção de saberes comprometidos com a transformação social?” (p. 5).
Na perspectiva dos estudos subalternos, "provincializar o mundo", como enfatiza Dipesh Chakrabarty (2000), significa desmantelar, desconstruir e descolonizar as epistemologias do Norte Global. Assim, assumindo a pesquisa e a produção de conhecimento como processos éticos e políticos comprometidos com a luta, a própria pesquisa deve ser conduzida de forma diferente — com as pessoas, e não pelas pessoas — em um desafio aberto à pesquisa extrativista (Santos, 2018). A pesquisa realizada com e a partir do Sul Global exige mudanças políticas e epistêmicas significativas: os problemas iniciais são baseados no diálogo, as prioridades são organizadas de acordo com os interesses e prioridades do Sul Global, e os problemas são definidos de forma que os sujeitos do Sul Global participem como agentes, e não como objetos, produzindo conhecimento dentro dessas lutas.
Seja por meio do ativismo, do trabalho acadêmico, dos movimentos feministas ou dos estudos de gênero, os movimentos feministas abriram um novo espaço para o debate, abrangendo diversas áreas, da história à filosofia, do direito a vários campos da ciência, como a medicina e a biologia. Ao longo desse caminho, surgiram diversos desafios, como a complexidade inerente ao conhecimento gerado pelas lutas sociais e a dificuldade de traduzir esse conhecimento para ampliar sua diversidade, evitando reduções e representações ambíguas. Um profundo compromisso com a renovação democrática em diferentes níveis busca um novo sentido de ser e de conhecer — ou seja, um desafio ontológico e epistemológico responsável.
Meneses, M. Paula e Bidaseca, Karina (coord.) e AAVV Epistemologías do Sul (CLACSO/CES, Bs As, 2018).
Vivemos tempos turbulentos e complexos. O legado da ideologia colonial, intimamente associado à dominação capitalista e patriarcal, é tão pesado que, no Sul Global, grupos oprimidos e subordinados são privados do direito de se expressarem, de compartilharem seus conhecimentos e de falarem sobre suas realidades e experiências. Ou, se o fazem, esse conhecimento permanece confinado a contextos locais, dotado de um valor particular, útil apenas dentro do contexto que o produz. Como consequência da repressão e marginalização do conhecimento que se desvia da racionalidade científica, gera-se a "ignorância autorizada" (Spivak, 1985: 6), possível apenas em um contexto social onde aqueles que se beneficiam de uma visão de mundo hegemônica protegem esses privilégios e as estruturas de conhecimento e poder que os sancionam, rejeitando e desqualificando outras visões de mundo (ou epistemes). Esses ataques ocorrem individual ou institucionalmente, passiva ou ativamente. No caso passivo, há uma recusa em reconhecer, aprender e compreender as epistemes marginalizadas; no caso ativo, há uma negação ativa do conhecimento sobre esses estudos. Desafiando essas posições epistêmicas e políticas, as epistemologias do Sul baseiam-se no princípio de uma ecologia dos saberes e, portanto, não concedem privilégios epistemológicos a nenhuma forma de conhecimento. Visam gerar as condições essenciais para superar a hegemonia epistemológica do Norte Global. Para tanto, é imperativo ir ao Sul e aprender com o Sul — não com o Sul imperial (que reproduz a lógica do Norte, tomada como universal), mas com o Sul anti-imperial, metáfora do sofrimento humano sistemático e injusto causado pelo capitalismo global e pela resistência a ele (Santos, 2014: 42). Nesse contexto, é fundamental caracterizar as exclusões abissais em suas múltiplas metamorfoses para identificar e aprimorar as epistemologias do Sul.
As Epistemologias do Sul, propostas por Boaventura de Sousa Santos, defendem a expansão da imaginação política para além da exaustão intelectual e política do Norte Global. Essa exaustão se traduz em uma incapacidade de enfrentar os desafios deste século e em ameaças à democracia, ao direito e à dignidade humana. O Sul serve como metáfora para o sofrimento humano causado pelas principais formas de opressão — capitalismo, colonialismo e patriarcado — e pelas diversas formas de luta e resistência contra essas opressões. Nesse sentido, as Epistemologias do Sul buscam ampliar as possibilidades de repensar o mundo a partir do saber e das práticas do Sul Global, desafiando as tentativas de epistemicídio ou subalternização epistêmica. Dentro dessa estrutura, elas fornecem ferramentas teóricas e metodológicas que permitem o desenvolvimento de um diagnóstico crítico do presente, cujo elemento constitutivo é a possibilidade de reconstruir, formular e legitimar alternativas para uma sociedade mais justa e livre.
Esta GT, quando foi proposta à CLACSO há 3 anos, tinha dois objetivos centrais:
a) constituir um grupo flexível, que inclua colegas que, com base em suas reflexões teóricas e trabalho prático em e com movimentos sociais, busquem dar coerência a uma proposta analítica para a caracterização e compreensão do Sul Global;
b) Este grupo teve como objetivo identificar temas e grupos reflexivos que têm estado menos presentes nas reflexões sobre o Sul, especialmente indo além das reflexões continentais (América Latina / África / Ásia), a fim de produzir outra leitura geopolítica, epistêmica e ontológica do mundo contemporâneo.
O curso online sobre epistemologias do Sul, juntamente com publicações, rodas de conversa e encontros regulares (cujo curso ocorreu em Buenos Aires durante a VIII Conferência da CLACSO em 2018), demonstrou que os objetivos foram alcançados.
Seja pelo interesse dos alunos no curso Epistemologias do Sul ou pelas respostas à participação na reconstituição deste Grupo de Trabalho, o interesse em pensar e reconstruir o Sul Global como uma alternativa à monocultura colonial-capitalista e heteropatriarcal é evidente. Com base nesse interesse, estamos avançando com uma proposta para um Grupo de Trabalho mais amplo e consolidado, integrando colegas de diversas áreas geográficas e temáticas, cumprindo assim o desafio da CLACSO de expandir a cooperação Sul-Sul a partir de lutas, experiências e contextos específicos.
A importância das reflexões e práticas epistêmicas e políticas desta GT refletiu-se, como já mencionamos, numa publicação conjunta coordenada por Karina Bidaeca e Maria Paula Meneses, que obteve grande sucesso junto do público.
Agora, é importante avançar no debate cada vez mais profundo sobre as condições para a descolonização, decodificação e transformação radical do patriarcado que marca nossas lutas e ainda governa muitas de nossas sociedades. A descolonização, como processo de aprofundamento da democracia, exige, como enfatiza Boaventura de Sousa Santos, o direito à igualdade quando nossa diferença nos torna inferiores; e o direito à diferença quando nossa igualdade nos distorce. Daí a necessidade de uma igualdade que reconheça as diferenças e de uma diferença que não produza, alimente ou reproduza desigualdades. Ou seja, a partir do direito à diversidade de saberes, contextualmente legitimados, no plural, criados por sujeitos com voz, condição fundamental para a compreensão do Sul Global a partir de dentro do próprio Sul Global. Conhecer a partir do Sul e com o Sul é aprender com outras experiências, aprender a escutar atentamente outras vozes, reaprender a importância da arte, da música, do afeto e do cuidado. Reeducar-nos será o cerne do desafio deste Grupo de Trabalho.
O Grupo de Trabalho será estruturado em torno destes eixos fundamentais das Epistemologias do Sul, vinculados a estas premissas de trabalho:
1. Que a interpretação do mundo transcende a interpretação eurocêntrica dele;
2. Que a justiça social global não é possível sem justiça cognitiva global;
3. Que o conhecimento emancipatório é produzido a partir das experiências dos sujeitos do mundo, e não da experimentação em objetos;
4. Que as transformações emancipatórias produzidas no mundo não podem ser confinadas a gramáticas e roteiros desenvolvidos pela teoria crítica centrada no Norte Global; pelo contrário, as epistemologias do Sul reivindicam uma diversidade que é possível (re)conhecer e valorizar.
Propomos também articular nosso trabalho com outros grupos de trabalho, como Afrodescendencias y propuestas contra-hegemónicas (Afrodescendentes e Propostas Contra-Hegemônicas), com os quais compartilhamos a possibilidade de refletir sobre “raça” e racismo, os conceitos de “Negritude” (Fanon) e processos de pensamento situados específicos do Caribe e das Antilhas, conectando-os à obra de Frantz Fanon e Aimé Césaire, bem como a pensadores africanos como Valentin Mudimbe, que concebe a colonialidade do saber em termos do que ele chama de “biblioteca colonial”. Descolonizar as universidades torna-se um gesto performativo fundamental em nossos desafios como grupo.
Este novo período será dedicado à consolidação da promoção de diálogos interdisciplinares Sul-Sul que buscam documentar e interpretar a resistência ao colonialismo, ao capitalismo e ao patriarcado em nossas sociedades e propor políticas contra-hegemônicas. Seu horizonte é o estudo do Sul Global em toda a sua diversidade – um Sul que expressa metaforicamente um amplo campo de inovação econômica, social, cultural e política de crescente diversidade, no qual os diálogos entre diferentes formas de conhecimento refletem as condições da pluriversalidade.
Arte feminista decolonial (Buenos Aires: Prometeo).
Bidaseca, K. 2018 A Amnésia do Império, os Muros do Apartheid e
A mais ampla das estrelas (Buenos Aires: SB).
Chakrabarty, D. 2000 Provincializando a Europa. Pensamento Pós-Colonial
e Diferença Histórica (Princeton: Princeton University Press).
Connell, R. 2018 “Descolonizando a Sociologia” em Contemporary
Sociologia, nº 47(4), pp. 339-407.
Connor, P. e Krogstad, JM 2016 “Fatos essenciais sobre o mundo
Refugiados 2016” em acesso 2
Outubro de 2018.
Escobar, A. 2018 Projetos para o Pluriverso: Interdependência radical,
autonomia e a criação de mundos (Durham, NC: Duke)
Jornal universitário).
Fanon, F. 1961 Les Damnés de la Terre (Paris: Maspero).
Gilbert, H. e Tompkins, J. 2002 “Política do Corpo” no Drama Pós-Colonial.
Teoria, prática, política (Londres: Routledge) pp. 203-255.
Masolo, DA 2014 “Filosofia e Conhecimento Indígena: Uma
Perspectiva africana” in Santos, B. de Sousa e Meneses, MP
(org.) Epistemologias do Sul (perspectivas) (Madrid: Akal) pp.
517-537.
Meneses, MP 2009 “Justiça Cognitiva” in Cattani, A. et al. (ed.)
Dicionário Internacional de Economia Estrangeira (Coimbra:
Almedina) pp. 231-236.
Meneses, MP 2016 “Como Ciências Sociais no Contexto de Ensino”
Superior em Moçambique: Dilemas e possibilidades de
descolonização” in Perspectiva, Nº 34(2), pp.
Mudimbe, VY 1988 A Invenção da África. Gnose, Filosofia e
a Ordem do Conhecimento (Bloomington, IN: Universidade de Indiana)
Imprensa).
Oxfam 2017 Uma Economia para os 99% (Londres: Oxfam). Disponível em
em acesso
2 de outubro de 2018.
Santos, B. de Sousa 1987 Um Discurso sobre as Ciências (Porto:
Confronto).
Santos, B. de Sousa 1995 Em direção a um novo senso comum: Direito,
ciência e política na transição paradigmática (Nova Iorque:
Routledge).
Santos, B. de Sousa 2014 Epistemologias do Sul. Justiça contra
Epistemicídio (Abingdon: Routledge).
Santos, B. de Sousa 2017a Descolonizando a Universidade: O desafio
de justiça cognitiva profunda (Cambridge: Cambridge Scholars).
Santos, B. de Sousa 2017b “A resiliência das exclusões abissais em
Nossas Sociedades: Rumo a um direito pós-abissal”, na Revista de Direito de Tilburg.
N° 22, pp. 237-258.
Santos, B. de Sousa 2018 O Fim do Império Cognitivo: O
A chegada da maturidade das epistemologias do Sul (Durham, NC: Duke)
Jornal universitário).
Santos, B. de Sousa; Meneses, MP e Nunes, JA 2004 “Introdução.
Para expandir o cânone da ciência: A diversidade epistêmica de
mundo” in Santos, B. de Sousa (ed.) Semear Outras Soluções: Os
rotas de biodiversidade e dois reconhecimentos fluviais (Porto:
Confrontação) pp. 19-101.
Spivak, G.C. 1985 “Estudos Subalternos: Desconstruindo a Historiografia”
em Guha, R. e Spivak, GC (ed.) Estudos Subalternos Selecionados (Nova
(Nova Iorque: Oxford University Press) pp. 3-32.
Spivak, G. C. 1988 Em Outros Mundos. Ensaios em política cultural (Nova
Norte: Methuen).
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Condição fundamental para um pensamento pós-abissal.
Para alcançar e promover a justiça cognitiva.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Ecologia do conhecimento, reconhecendo que qualquer tipo de conhecimento é incompleto, é possível elevar e expandir a consciência.
O inverso dessa incompletude (em vez de completude).
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Inovações em andamento no Sul Global.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Rede de Estudos Pós-coloniais
Rede de estudos sobre feminismos decoloniais
Desafio ou paradigma racional que predomina não no Norte
global e que reconstitui apenas uma forma de conhecimento rigoroso,
ciência
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Condição fundamental para um pensamento pós-abissal.
Escola de verão (Cabo Verde)
Promover a escola de verão, abrir oportunidades de formação e o entendimento mútuo.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
-alcançar e promover a justiça cognitiva.
Publicação de livro.
Publicação de artigos.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Inovações em andamento no Sul Global.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
CLACSO/CES e universidades da América Latina e do Caribe, África e Ásia.
Rede de Estudos Pós-coloniais
Rede de estudos sobre feminismos decoloniais
Inovações em andamento no Sul Global.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Condição fundamental para um pensamento pós-abissal.
Escola de verão (Sevilha)
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
-alcançar e promover a justiça cognitiva.
Publicar 1 livro
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
CLACSO/CES
e universidades na América Latina e no Caribe. África, Ásia
Em conjunto com outras redes e instituições, os convites podem ser estendidos ao Instituto Joaquín Herrera Flores da Universidade Pablo de Olavide, ao Instituto de Estudos Latino-Americanos da Universidade de Sevilha, à Escola de Estudos Hispano-Americanos do CSIC-US-UPO e à Universidade Internacional da Andaluzia (UNIA).
Inovações em andamento no Sul Global.
Número total de pesquisadores admitidos: 38
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Universidade da África do Sul
África do Sul
Universidade Brown
Estados Unidos
Secretaria Acadêmica
Universidade Nacional de Três de Fevereiro
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Direitos Humanos e Cidadania
Centro de Estudos Multidisciplinares Avançados da Universidade de Brasília - CEAM/UnB
Universidade de Brasília
Brasil
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Faculdade de Educação
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Universidade Ixil
Guatemala
Reitor da Universidade de Tifariti
_Outros
Grupo de Pesquisa STAND (Rede de Ação e Treinamento do Sul para a Descolonialidade)
Espanha
Programa de Estudos Universitários sobre Democracia, Justiça e Sociedade (Universidade Nacional Autônoma do México)
México
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Kenyon College
Estados Unidos
Centro de Estudos Sociais Amílcar Cabral
Guiné-Bissau
Grupo de Pesquisa STAND (Rede de Ação e Treinamento do Sul para a Descolonialidade)
Espanha
Grupo de Pesquisa Antigona da Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Conselho de Educação Popular da América Latina e do Caribe
Costa Rica
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Programa de Doutorado em Ciências Humanas
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de Catamarca
Argentina
Universidade de Cabo Verde
_Outros
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Universidade de Sevilha
Espanha
Universidade de Sevilha
Espanha
Centro de Estudos das Sociedades em Desenvolvimento
_Outros
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Universidade Autónoma de Madrid
Espanha
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
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