Área temática: Políticas educacionais e o direito à educação

Grupo de trabalhoEducação e interculturalidade

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Educação e interculturalidade
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Mariana García Palacios
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gabriela Czarny
Universidade Pedagógica Nacional de Hidalgo
Universidade Pedagógica Nacional
México
Patrícia Ames
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

A América Latina é caracterizada por uma enorme diversidade socioétnica e linguística. Ao mesmo tempo, existem fluxos migratórios significativos entre os países da região. No contexto educacional, essa diversidade populacional é frequentemente abordada por meio da classificação dos alunos como indígenas ou migrantes.

Isso se deve, em grande parte, ao fato de que, historicamente, os Estados-nação construíram esses “outros” como representantes da diversidade populacional, com os quais mantinham relações distintas. Particularmente no ambiente escolar, essa ligação se expressava e continua se expressando de maneira específica: ali, indivíduos de diferentes comunidades convergem, todos tratados pelo Estado como “diferentes”. Como mencionado, isso parece descrever especialmente o tratamento dado às populações indígenas e migrantes de países latino-americanos. Nesse sentido, é importante destacar o papel que a escola, historicamente, desempenhou, como instituição estatal, na consolidação de narrativas sobre identidade nacional e nas formas de classificar a população incluída e excluída daquilo que é considerado comum. Aqui, vale ressaltar a maneira crucial como a dinâmica populacional, o desenrolar de um projeto nacional e a forma hegemônica como os indivíduos são nomeados e categorizados se articulam em políticas identitárias que tanto possibilitam quanto restringem direitos. Povos indígenas e populações migrantes têm sido alvos de políticas sucessivas, caracterizadas tanto por sua invisibilidade quanto por sua discriminação, pela negação ou supervalorização da diferença. Parafraseando Bhabha (2010), em referência aos processos culturais em Estados-nação pós-coloniais, a nação se expressa como uma laboratório de diferenças culturaisque é sempre instável e ambivalente. Em todo caso, a formação de sistemas educacionais liderados por elites políticas gerou propostas em nível regional nas quais as línguas, o conhecimento, as historiografias e os modelos de interpretação da realidade das elites hegemonizaram o discurso e construíram modelos nacionais.

Mais recentemente, e como contraponto a essa perspectiva, constatamos que, além do reconhecimento da presença de populações indígenas e migrantes nos contextos urbanos e rurais de diferentes países da América Latina, a interculturalidade se posicionou como um conceito-chave nas discussões e intervenções de especialistas, gestores de políticas educacionais e líderes de organizações indígenas e migrantes. A interculturalidade emerge, portanto, como parte de uma resposta contínua aos modelos homogeneizadores tradicionais. Nas últimas décadas, ela se configurou como uma perspectiva política e social diante de um cenário que historicamente foi abordado por meio de noções como extermínio, invisibilidade, aculturação e/ou assimilação. Ou seja, apresenta-se como o conceito e a abordagem-chave para interpretar e gerir as relações entre grupos sociais categorizados por sua “alteridade”.

 

Assim, a interculturalidade em geral, e a educação bilíngue intercultural em particular, não é apenas uma proposta pedagógica, mas também metodológica e política. Contudo, seu desenvolvimento ainda não foi plenamente concretizado e permanece um desafio significativo. Povos indígenas e populações migrantes encontram-se em contextos de subordinação e subalternidade, o que significa que o desenvolvimento pedagógico da interculturalidade por vezes esbarra nas armadilhas desse contexto. As experiências educativas frequentemente resultam em ações que não vão além da assimilação cultural ou do mero folclore e, em outros casos, representam uma recuperação do intracultural, apegando-se ao que é considerado cultura "tradicional/ancestral", sem diálogo com suas próprias variações ou com outras culturas. Embora isso represente um progresso significativo em termos de direitos, muitos outros passos são necessários para alcançar a verdadeira interculturalidade e para que essa educação contribua para o desenvolvimento dessas identidades tão debatidas. Uma sociedade que se considera intercultural desenvolveria intervenções gerais voltadas à disseminação das culturas que a compõem, analisando suas intersecções e relações mútuas — frequentemente desiguais — em vez de programas específicos focados em determinados setores que considera portadores de marcadores étnicos. Nesse sentido, a interculturalidade permanece um horizonte a ser alcançado para as Américas.

Contudo, esse trabalho não foi em vão, pois houve avanços pedagógicos e curriculares significativos na formação de professores e na reflexão sobre as implicações pedagógicas e políticas da interculturalidade. Nas últimas duas décadas, a pesquisa sobre Educação Bilíngue Intercultural nas Américas pode ser enquadrada em diferentes tendências. Por um lado, houve um aumento nas publicações que alertam para os processos de substituição e perda de línguas indígenas americanas em favor de outras línguas mais dominantes, dentro dos contextos político e econômico atuais. Por outro lado, os benefícios e oportunidades educacionais disponíveis para crianças e jovens indígenas e migrantes nos últimos anos, bem como a qualidade dos programas educacionais bilíngues e interculturais, continuam sendo questionados. Também proliferaram os debates sobre as implicações de modelos escolares baseados em abordagens decoloniais para a educação na América Latina. Finalmente, muitos estudos exploram a complexa interação entre as experiências educacionais formais e informais de crianças, jovens e adultos indígenas e migrantes. Os avanços na compreensão do papel dos ambientes doméstico, religioso e recreativo, entre outros, na formação do conhecimento e da compreensão intercultural — definidos como experiências formativas — permitem uma gama mais ampla de questões sobre a relação entre as instituições estatais, as famílias e a comunidade.

Nesse sentido, professores, acadêmicos, especialistas e líderes de movimentos indígenas e migrantes têm trabalhado intensamente para alcançar os avanços obtidos até o momento na educação bilíngue e intercultural. Justamente para fomentar o diálogo interdisciplinar e internacional, este Grupo de Trabalho reúne pesquisadores de diversos países (Argentina, Austrália, Bélgica, Bolívia, Brasil, Chile, Costa Rica, Cuba, Equador, México, França, Alemanha, Inglaterra, Peru, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos) que têm explorado o alcance e as limitações dessa questão, estudando diversas experiências educacionais em contextos interculturais. A maioria desses pesquisadores possui formação em ciências sociais e já realiza pesquisas há tempos nas áreas da infância, crianças indígenas e migrantes, escolarização e educação em contextos de diversidade e desigualdade na América Latina. Na edição de 2016-2019 do nosso grupo de trabalho, avançamos no compartilhamento de nossas pesquisas, construindo um corpo substancial de informações e conhecimento sobre o tema. Nosso foco permanecerá nas diversas experiências formativas de crianças e jovens indígenas e migrantes: experiências de participação política, práticas religiosas e produção socioeconômica, em contextos de socialização linguística e transmissão intergeracional de conhecimento, entre outros. Será essencial conectar essas situações formativas familiares e comunitárias com os contextos escolares, analisando, por sua vez, os aspectos compartilhados regional e globalmente, bem como as especificidades das formações nacionais de alteridade. Em outras palavras, neste novo ciclo, buscamos especificamente avançar no desenvolvimento de uma perspectiva sistematicamente comparativa.

Aliata, MS (2017) Reflexões sobre a figura do professor em contextos interculturais em Chaco. In: Educação, Língua e Sociedade, v. 14, n. 14.

Alonso, G. e R. Díaz. (2004) A educação intercultural é uma modificação do status quo? Díaz, Raúl e Graciela Alonso (Comp.) Construção de espaços interculturais. Buenos Aires: Editorial Miño y Dávila, pp.75-96.

Ames, P. e A. Gomes (2017) Abordagens contrastantes da educação de povos indígenas no Peru e no Brasil: processos de integração ou diferenciação na escolarização. In: Rockwell, E, & K. Anderson-Levitt, Comparando etnografias: estudos locais de educação nas Américas. Washington DC: AERA.

Borton, A., N. Enriz, M. García Palacios e AC Hecht (2010) Capítulo 8. Uma abordagem às representações escolares da criança indígena como sujeito de aprendizagem. Silvia Hirsch e Adriana Serrudo (orgs.) Educação Bilíngue Intercultural na Argentina. Identidades, línguas e protagonistas. Buenos Aires: Novedades Educativas, pp. 197-222.

Czarny, Gabriela (2016) “Juventude indígena e histórias sobre escolaridade na Universidade Pedagógica Nacional”. In: Cisen Journal Tramas/Maepova, 4 (1), 137-151.

Dietz, G. (2012) Multiculturalismo, interculturalidade e diversidade na educação. Uma abordagem antropológica. Cidade do México, México: Fondo de Cultura.

Enriz, N., García Palacios, M., e Hecht, AC 2017. Levando a Palavra. Uma análise da relação entre igrejas e a escolarização de crianças indígenas Toba/Qom e Mbya-Guaraní na Argentina. Universidades Humanísticas (83): 187-212.

García Palacios, M; Hecht, AC e Enriz, N. (2015) “Povos indígenas e escolarização: os usos do conceito de interculturalidade no debate educacional contemporâneo”. In: Revista Educação, Língua e Sociedade 12 (12) pp. 53-77. Universidade Nacional de La Pampa.

Hecht, AC; García Palacios, M.; Enriz, N. e Diez, ML (2015) “Interculturalidade e educação na Argentina: reflexões sobre um conceito polissêmico”. In: Novaro, G.; Padawer, A. e Hecht, AC (orgs.) Educação, povos indígenas e migrantes. Avanços do México, Brasil, Bolívia, Argentina e Espanha, pp. 43-64.

Loncon, E. e Hecht, AC (orgs.) (2011) Educação Bilíngue Intercultural na América Latina e no Caribe: Equilíbrios, Desafios e Perspectivas. Santiago do Chile: Programa de Doutorado em Ciências da Educação com Menção Intercultural da Universidade de Santiago do Chile e da Fundação Equitas.

Novaro, G; Padawer, A. e Hecht, AC (orgs.) (2015) Educação, povos indígenas e migrantes. Avanços do México, Brasil, Bolívia, Argentina e Espanha. Editorial Biblos: Buenos Aires.

Novaro, G; Padawer, A. e A. Borton (2017) Interculturalidade e educação na Argentina desde uma perspectiva comparada. In: Educação e Realidade; Local: Rio Grande do Sul; vol. 42 pág. 939 – 958.

Ossola, María Macarena (2015) Entre permissões e exemplos. Reconfigurações familiares entre jovens estudantes universitários Wichí no noroeste da Argentina. Cuicuilco 62 (1): 75-90.

Rockwell, E. (2009): A experiência etnográfica, História e cultura dos processos educativos, Editorial Paidós, Buenos Aires.

Rockwell, E. (2018) Vivendo entre escolas: histórias e presenças. Coletânea Antologias do Pensamento Social Latino-Americano e Caribenho. Buenos Aires: CLACSO.
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

O (re)surgimento dos movimentos identitários na América Latina é um tema de grande relevância. É evidente que as populações indígenas e migrantes estão vivenciando um processo de crescente visibilidade e expansão. O modelo hegemônico, no qual os sistemas educacionais se desenvolvem sem levar em conta as particularidades socioculturais da sociedade, está em retrocesso, ou pelo menos seus princípios básicos estão sendo debatidos. De diversas maneiras, nas Américas, as últimas décadas foram marcadas por processos, mais ou menos bem-sucedidos, de incorporação das línguas, conhecimentos e ideologias das populações indígenas e migrantes nos âmbitos da educação formal. Esse ímpeto permite que tudo o que foi produzido, reinterpretado e reinventado no desenvolvimento de inúmeras experiências educativas interculturais nos contextos domésticos e cotidianos de crianças e adultos comece a ganhar visibilidade. Assim, vozes indígenas, juntamente com homens e mulheres indígenas, estão entrando nas escolas interculturais a partir de seus lares.

 

Nesse contexto, diversas questões relativas ao tratamento da diversidade étnica e linguística têm sido debatidas há décadas com o objetivo de promover relações equitativas e igualitárias entre os diferentes grupos.

 

Os fatores socioculturais, com atenção aos processos de reconhecimento e redistribuição, visam superar problemas relacionados à discriminação e à exclusão social, econômica, cultural e política. Nesses debates, os modelos de escolarização de populações indígenas, migrantes indígenas e migrantes têm sido foco central de discussão. Contudo, trata-se de um tema controverso e de implementação recente, que varia de acordo com o contexto nacional. Nesse sentido, embora desde a década de 1980 dezessete países latino-americanos (Guatemala, Honduras, Suriname, Nicarágua, Costa Rica, Panamá, Guiana, Brasil, Paraguai, Venezuela, Chile, Bolívia, Peru, Colômbia, México, Equador e Argentina) venham desenvolvendo experiências em Educação Bilíngue Intercultural, muitos problemas permanecem sem solução nesse campo. Dentre esses desafios, destacam-se: como incluir línguas indígenas no currículo, como integrar diferentes formas de conhecimento, como conceber modelos interculturais que sejam sensíveis à diversidade e busquem reverter as condições tradicionais de desigualdade, como produzir conteúdo básico diversificado, como considerar a complexidade das experiências educacionais de comunidades indígenas e migrantes em contextos contemporâneos e como fortalecer políticas inclusivas no âmbito dos Estados-nação da América Latina e da América Central, entre muitos outros dilemas e desafios. Além disso, as populações multilíngues, especialmente aquelas cuja primeira língua é uma língua indígena, são as mais desfavorecidas em suas interações com as diversas instituições estatais, em todos os países da região.

É importante ressaltar que a existência da Educação Bilíngue Intercultural é um fato relevante em cada um dos países mencionados, mas sua mera proclamação não tem sido suficiente para atender às demandas desses grupos sociais. Trata-se, antes, de um primeiro passo importante que estabeleceu uma nova base comum de direitos e acordos. Populações indígenas e migrantes, assim como pesquisadores dessas áreas, têm debatido e refletido sobre o potencial e os riscos desses modelos escolares. Pesquisas sistemáticas e comparativas sobre esses processos, como a que pretendemos realizar neste Grupo de Trabalho, podem contribuir para o aprimoramento de programas que abordem essas questões em diversas áreas de atuação.

 

Os diversos projetos de pesquisa realizados, muitas vezes de forma independente, em cada um dos países da região, permitiram uma abordagem teórica e conceitual de uma ampla gama de experiências educacionais interculturais: linguísticas, religiosas, recreativas, relacionadas à produção e subsistência, escolares, entre outras. Acreditamos que os resultados dessas investigações individuais, quando discutidos, comparados e analisados ​​diacronicamente, enriquecerão o campo da interculturalidade. Por exemplo, conseguimos constatar que o discurso da interculturalidade, assim como outras políticas de reconhecimento da diversidade, têm uma história relativamente longa, algumas abrangendo várias décadas, em países como México, Peru, Equador, Brasil e Bolívia. Em contrapartida, em outros casos, como na Argentina, a interculturalidade foi integrada às leis e diretrizes de políticas educacionais relativamente tarde — com o retorno da democracia e a incorporação de novos paradigmas sobre pluralidade cultural. Em todos os casos, a institucionalização de espaços interculturais implica uma articulação bem estruturada entre comunidades, famílias e instituições, o que era e continua sendo necessário estudar.

 

Em outras palavras, o conjunto de ferramentas e abordagens teóricas e metodológicas, e os dados empíricos compilados para cada área, justificam uma sistematização regional, bem como uma revisão e atualização de seus postulados. Através do progresso em diferentes temas e com diversas populações, estamos interessados ​​em explorar os múltiplos usos da interculturalidade e seu significado associado tanto às manipulações e métodos de legitimação de novas formas de desigualdade, quanto à reivindicação e luta de sujeitos historicamente segregados, silenciados e invisíveis, como é o caso das populações indígenas e migrantes nas Américas.

 

Embora numerosos estudos abordem vários aspectos da relação desses grupos com a sociedade nacional, o processo de transmissão intergeracional de conhecimento (e, como parte dele, as experiências formativas de crianças e jovens indígenas e migrantes) permanece menos explorado. Acreditamos que caracterizar esse processo é de grande importância para analisar a formação da identidade na sociedade contemporânea, bem como para discutir os fundamentos das políticas públicas voltadas para crianças e jovens. Por fim, acreditamos que trabalhar para valorizar e reconhecer suas trajetórias educacionais, juntamente com uma abordagem estruturada e respeitosa de seus idiomas, facilitará a criação de espaços interconectados, porém autônomos, para a produção e reinvenção do conhecimento.

Aliata, MS (2017) Reflexões sobre a figura do professor em contextos interculturais em Chaco. In: Educação, Língua e Sociedade, v. 14, n. 14.

Alonso, G. e R. Díaz. (2004) A educação intercultural é uma modificação do status quo? Díaz, Raúl e Graciela Alonso (Comp.) Construção de espaços interculturais. Buenos Aires: Editorial Miño y Dávila, pp.75-96.

Ames, P. e A. Gomes (2017) Abordagens contrastantes da educação de povos indígenas no Peru e no Brasil: processos de integração ou diferenciação na escolarização. In: Rockwell, E, & K. Anderson-Levitt, Comparando etnografias: estudos locais de educação nas Américas. Washington DC: AERA.

Borton, A., N. Enriz, M. García Palacios e AC Hecht (2010) Capítulo 8. Uma abordagem às representações escolares da criança indígena como sujeito de aprendizagem. Silvia Hirsch e Adriana Serrudo (orgs.) Educação Bilíngue Intercultural na Argentina. Identidades, línguas e protagonistas. Buenos Aires: Novedades Educativas, pp. 197-222.

Czarny, Gabriela (2016) “Juventude indígena e histórias sobre escolaridade na Universidade Pedagógica Nacional”. In: Cisen Journal Tramas/Maepova, 4 (1), 137-151.

Dietz, G. (2012) Multiculturalismo, interculturalidade e diversidade na educação. Uma abordagem antropológica. Cidade do México, México: Fondo de Cultura.

Enriz, N., García Palacios, M., e Hecht, AC 2017. Levando a Palavra. Uma análise da relação entre igrejas e a escolarização de crianças indígenas Toba/Qom e Mbya-Guaraní na Argentina. Universidades Humanísticas (83): 187-212.

García Palacios, M; Hecht, AC e Enriz, N. (2015) “Povos indígenas e escolarização: os usos do conceito de interculturalidade no debate educacional contemporâneo”. In: Revista Educação, Língua e Sociedade 12 (12) pp. 53-77. Universidade Nacional de La Pampa.

Hecht, AC; García Palacios, M.; Enriz, N. e Diez, ML (2015) “Interculturalidade e educação na Argentina: reflexões sobre um conceito polissêmico”. In: Novaro, G.; Padawer, A. e Hecht, AC (orgs.) Educação, povos indígenas e migrantes. Avanços do México, Brasil, Bolívia, Argentina e Espanha, pp. 43-64.

Loncon, E. e Hecht, AC (orgs.) (2011) Educação Bilíngue Intercultural na América Latina e no Caribe: Equilíbrios, Desafios e Perspectivas. Santiago do Chile: Programa de Doutorado em Ciências da Educação com Menção Intercultural da Universidade de Santiago do Chile e da Fundação Equitas.

Novaro, G; Padawer, A. e Hecht, AC (orgs.) (2015) Educação, povos indígenas e migrantes. Avanços do México, Brasil, Bolívia, Argentina e Espanha. Editorial Biblos: Buenos Aires.

Novaro, G; Padawer, A. e A. Borton (2017) Interculturalidade e educação na Argentina desde uma perspectiva comparada. In: Educação e Realidade; Local: Rio Grande do Sul; vol. 42 pág. 939 – 958.

Ossola, María Macarena (2015) Entre permissões e exemplos. Reconfigurações familiares entre jovens estudantes universitários Wichí no noroeste da Argentina. Cuicuilco 62 (1): 75-90.

Rockwell, E. (2009): A experiência etnográfica, História e cultura dos processos educativos, Editorial Paidós, Buenos Aires.

Rockwell, E. (2018) Vivendo entre escolas: histórias e presenças. Coletânea Antologias do Pensamento Social Latino-Americano e Caribenho. Buenos Aires: CLACSO.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1) Promover a elaboração de uma agenda comum com uma abordagem comparativa dos problemas estudados em escala regional e internacional.
2) Promover um diálogo mais amplo entre o meio acadêmico e as organizações sociais a respeito do problema do GT.
1) Reuniões (virtuais e/ou presenciais) dos membros do GT para apresentar o progresso de nossa pesquisa e articular objetivos individuais em uma agenda compartilhada.
2) Reuniões com organizações indígenas e funcionários/gestores estatais onde os resultados da pesquisa possam ser discutidos.
1) Publicações conjuntas (compilações de livros, dossiês e edições temáticas em revistas) onde são desenvolvidos os resultados da pesquisa realizada.
2) Intercâmbios de formação acadêmica e ensino entre membros do GT de diferentes países e que se encontram em diferentes estágios de formação.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1) Divulgar os resultados nos meios acadêmicos e sociocomunitários.
2) Desenvolver estratégias para atender às demandas das organizações indígenas em relação à escolarização.
3) Desenvolver atividades de treinamento para diferentes agentes sociais (pesquisadores, funcionários públicos e membros de comunidades indígenas).
1) Coordenação conjunta em eventos acadêmicos relevantes para a região, com base na apresentação de propostas para simpósios, grupos e grupos de trabalho.
2) Criação de espaços de encontro (presenciais e/ou virtuais) onde o diálogo e o debate sobre problemas prementes relacionados com o tema das GT possam ser fomentados.
3) Elaboração de cursos de formação e seminários.
4) Participação nos espaços de ensino de colegas do GT, com o objetivo de disseminar conhecimento em comunidades educativas.
5) Criação e manutenção de redes virtuais (Facebook, Twitter, etc.).
1) Participação em eventos regionais e internacionais para estabelecer a relevância do problema da Teoria Fundamentada.
2) Realização de seminários virtuais para a formação de recursos humanos sobre este tema.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Trocar ideias e debater com gestores e responsáveis ​​por políticas públicas e/ou com representantes de organizações e comunidades indígenas.
1) Organizar reuniões (virtuais e/ou presenciais) para facilitar a troca de informações.
2) Palestras e cursos com organizações indígenas para atender às demandas dessas organizações.
1) Elaborar materiais de divulgação para as populações-alvo do projeto.
2) Projeto de uma plataforma digital para a circulação da bolsa.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Discuta a produção acadêmica considerando a perspectiva Sul-Norte, visto que a GT não é composta apenas por profissionais da América Latina (Bolívia, Paraguai, México, Argentina, Peru e Brasil), mas também da América do Norte (Estados Unidos), Europa (França, Espanha e Inglaterra) e Oceania (Austrália).
Criação de uma base de dados bibliográfica virtual de acesso livre para pesquisadores.
2) Encontro de pesquisadores em congressos, simpósios e/ou seminários para debate, troca de ideias e discussão acadêmica.
3) Estágios de formação para pesquisadores da GT.
Produção de publicações conjuntas que articulem as diferentes perspectivas analíticas dos pesquisadores.
2) Estabelecer diálogos com redes de pessoas com ideias semelhantes no contexto internacional.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1) Promover a elaboração de uma agenda comum com uma abordagem comparativa dos problemas estudados em escala regional e internacional.
2) Promover um diálogo mais amplo entre o meio acadêmico e as organizações sociais a respeito do problema do GT.
1) Reuniões (virtuais e/ou presenciais) dos membros do GT para apresentar o progresso de nossa pesquisa e articular objetivos individuais em uma agenda compartilhada.
2) Reuniões com organizações indígenas e funcionários/gestores estatais onde os resultados da pesquisa possam ser discutidos.
1) Publicações conjuntas (compilações de livros, dossiês e edições temáticas em revistas) onde são desenvolvidos os resultados da pesquisa realizada.
2) Intercâmbios de formação acadêmica e ensino entre membros do GT de diferentes países e que se encontram em diferentes estágios de formação.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1) Divulgar os resultados nos meios acadêmicos e sociocomunitários.
2) Desenvolver estratégias para atender às demandas das organizações indígenas em relação à escolarização.
3) Desenvolver atividades de treinamento para diferentes agentes sociais (pesquisadores, funcionários públicos e membros de comunidades indígenas).
1) Coordenação conjunta em eventos acadêmicos relevantes para a região, com base na apresentação de propostas para simpósios, grupos e grupos de trabalho.
2) Criação de espaços de encontro (presenciais e/ou virtuais) onde o diálogo e o debate sobre problemas prementes relacionados com o tema das GT possam ser fomentados.
3) Elaboração de cursos de formação e seminários.
4) Participação nos espaços de ensino de colegas do GT, com o objetivo de disseminar conhecimento em comunidades educativas.
5) Criação e manutenção de redes virtuais (Facebook, Twitter, etc.).
1) Participação em eventos regionais e internacionais para estabelecer a relevância do problema da Teoria Fundamentada.
2) Realização de seminários virtuais para a formação de recursos humanos sobre este tema.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Trocar ideias e debater com gestores e responsáveis ​​por políticas públicas e/ou com representantes de organizações e comunidades indígenas.
1) Organizar reuniões (virtuais e/ou presenciais) para facilitar a troca de informações.
2) Palestras e cursos com organizações indígenas para atender às demandas dessas organizações.
1) Elaborar materiais de divulgação para as populações-alvo do projeto.
2) Projeto de uma plataforma digital para a circulação da bolsa.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Discuta a produção acadêmica considerando a perspectiva Sul-Norte, visto que a GT não é composta apenas por profissionais da América Latina (Bolívia, Paraguai, México, Argentina, Peru e Brasil), mas também da América do Norte (Estados Unidos), Europa (França, Espanha e Inglaterra) e Oceania (Austrália).
Criação de uma base de dados bibliográfica virtual de acesso livre para pesquisadores.
2) Encontro de pesquisadores em congressos, simpósios e/ou seminários para debate, troca de ideias e discussão acadêmica.
3) Estágios de formação para pesquisadores da GT.
Produção de publicações conjuntas que articulem as diferentes perspectivas analíticas dos pesquisadores.
2) Estabelecer diálogos com redes de pessoas com ideias semelhantes no contexto internacional.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
1) Sistematizar as conquistas da agenda de trabalho comum.
2) Avaliar o alcance do diálogo entre o meio acadêmico e as organizações sociais por meio de diversas estratégias.
1) Revisão e sistematização das reuniões realizadas.
2) Reuniões com organizações indígenas e funcionários/gestores estatais onde os resultados da pesquisa possam ser discutidos.
1) Apresentações globais de publicações conjuntas (compilações de livros, dossiês e edições temáticas em revistas) em que a articulação é priorizada.
2) Assembleia geral dos membros do GT.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
1) Sistematizar os resultados gerais no âmbito acadêmico e sociocomunitário.
2) Promover ações de visibilidade que tendam a favorecer a atenção dos agentes públicos para as demandas identificadas em relação à escolarização.
1) Sistematização de ações conjuntas em eventos acadêmicos.
2) Reforçar os espaços de encontro (presenciais e/ou virtuais) e questões transversais específicas relacionadas ao tema das Grandes Tecnologias.
3) Sistematização de cursos e seminários de formação académica e comunitária.
4) Sistematização das ações nas redes sociais.
Promover debates com funcionários públicos e responsáveis ​​por políticas públicas e/ou com representantes de organizações e comunidades indígenas.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover debates com funcionários públicos e responsáveis ​​por políticas públicas e/ou com representantes de organizações e comunidades indígenas.
1) Organizar reuniões (virtuais e/ou presenciais) para facilitar a troca de informações.
2) Palestras e cursos com organizações indígenas para atender às demandas dessas organizações.
1) Elaborar materiais de divulgação para as populações-alvo do projeto.
2) Projeto de uma plataforma digital para a circulação da bolsa.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Avalie as ações de desenvolvimento da produção acadêmica considerando a perspectiva Sul-Norte.
Reforçar a continuidade da base de dados bibliográfica virtual de acesso gratuito para investigadores.
2) Sistematizar as reuniões de pesquisadores e os estágios de formação entre os pesquisadores do GT.
Tornar visíveis as publicações conjuntas produzidas onde se articulam as diferentes perspectivas analíticas dos investigadores da GT.
2) Promover apresentações de produções que também incentivem o diálogo com pesquisadores e membros de redes afins no contexto internacional.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 57
Laura Selene Mateos Cortés
Universidad Veracruzana
México
Lourdes De León Pasquel
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Maria Elizabeth Rehnfeldt Espanha
Centro de Estudos Antropológicos da Universidade Católica
-Universidade Católica "Nossa Senhora da Assunção"
Paraguai
Alondra De Jesús Méndez Abarca

Stefano Claudio Sartorello
Instituto de Pesquisa para o Desenvolvimento Educacional
UNIVERSIDADE IBEOAMERICANA
México
Alice Sophie Sarcinelli
Laboratoire d'Anthropologie Sociale et Culturelle (Ax Anthropologie de l'enfance et des enfants), Facultué des Sciences Sociales, Université de Liège, Bélgica
Bélgica
Rainer Enrique Hamel
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Maria Macarena Ossola
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Rosario Haddad
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Julieta Briseño
Departamento de Pesquisa Educacional
Centro de Investigação
Instituto Politécnico Nacional
México
Erik disse Lara Coro
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Martin
Argentina
José Luis García García
Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade Autônoma de Guerrero.
México
José Luis Ramos Ramírez
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Maria Laura Diez
Secretaria de Pesquisa
UNIPE
Argentina
Guely Julieta Zurita Cavero
Instituto de Estudos Sociais e Econômicos
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Alfonsina Cantore
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Mariana García Palacios [Coordenador]
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Daniel Hernández Rosete
Departamento de Pesquisa Educacional
Centro de Investigação
Instituto Politécnico Nacional
México
Adela María Franzé Mudanó
Faculdade de Ciências Políticas, UCM
Espanha
Indira Grande
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Afua Twum-Danso Imoh
A, universidade, de, sheffield
Reino Unido
Teresa Valiente Catter
Lateinamerika-Institut (Instituto de Estudos Latino-Americanos) da Freie Universität Berlin (Universidade Livre de Berlim) Alemanha
Alemanha
Patrícia Ames [Coordenador]
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Gunther Dietz
Universidad Veracruzana
México
Maria Florencia Amigó
Faculdade de Artes e Educação
Universidade Deakin
Australia
Elsie Rockwell Richmond
Departamento de Pesquisa Educacional
Centro de Investigação
Instituto Politécnico Nacional
México
Maria Eugenia Taruselli
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Alma Patricia Soto Sánchez
Centro de Pesquisa Econômica, Administrativa e Social do Instituto Politécnico Nacional
México
Ana Carolina Hecht
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Silvia Hirsch
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Erica Elena Gonzalez Apodaca
CENTRO DE PESQUISA E ESTUDOS SUPERIORES EM ANTROPOLOGIA SOCIAL
México
Elisa Del Carmen Loncon Antileo
Universidade do Chile
Chile
Juan Páez Cárdenas
Universidade Autônoma da Baja California, Campus de Ensenada
México
Paladina Mariana
-
_Outros
Valéria Rebolledo
Comissão Nacional para o Aperfeiçoamento da Educação
México
Paula Nurit Shabel
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gabriela Czarny [Coordenador]
Universidade Pedagógica Nacional de Hidalgo
Universidade Pedagógica Nacional
México
Gabriela Novaro
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Valentina Pagani
DIPARTIMENTO DI SCIENZE UMANE PER LA FORMAZIONE "RICCARDO MASSA"
Itália
Ana Padawer
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Maria Soledad Aliata
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Eneicy Morejón Ramos
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana
-Faculdade de Filosofia e História.
-Universidade de Havana
Cuba
Barbara Göbel
Instituto Ibero-Amerikanisches (IAI) Stiftung Preußischer Kulturbesitz Potsdamer Str. 37
Alemanha
Susana Ayala Reyes
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Virgínia Guadalupe Reyes De La Cruz
Instituto de Pesquisa Sociológica
Benito Juarez Universidade Autônoma de Oaxaca
México
Rocío Paloma Aveleyra
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Maria Aparecida Bergamaschi
-
Brasil
Noelia Enriz
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Wendy Letícia Hernández López
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México
Diana Yaneth Avila Camargo
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais, Humanidades e Educação
Área de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Politécnica Salesiana
Equador
Yamila Irupé Nuñez
...
Argentina
Nahuel Nicolas Martinez
Instituto de Ciências Antropológicas (UBA)
Argentina
Carlos Sánchez Avendaño
Universidade da Costa Rica (Faculdade de Letras)
Costa Rica
Amílcar Forno
Centro de Estudos de Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas
Universidade de Los Lagos
Chile
Daniela María Ingaramo
Universidade Nacional de Rosário UNR
Argentina
Mónica Marisel Medina
[IIGHI] INSTITUTO DE PESQUISA GEOHISTÓRICA
Argentina
Jazmin Nallely Arguelles Santiago
Centro de Pesquisa e Estudos Superiores em Antropologia Social
Membro do Sistema de Centros Públicos de Pesquisa do CONACyT
México




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