Área temática: Políticas educacionais e o direito à educação

Grupo de trabalhoEducação popular e pedagogias críticas

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Educação popular e pedagogias críticas
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Mónica Salazar Castilla
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Maria Mercedes Palumbo
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jorge Fabian Cabaluz Ducasse
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

A América Latina enfrenta hoje enormes desafios e importantes encruzilhadas. O contexto atual é caracterizado pelo avanço do neoliberalismo e do neoconservadorismo em nosso continente, o que acarreta um retrocesso no processo de conquista de direitos alcançados por governos progressistas anteriores, além de colocar em risco nossas democracias. Assim, o papel da educação popular e das pedagogias críticas — tema que reúne este grupo de trabalho — se insere em um panorama mais amplo de disputas políticas, ideológicas e culturais, onde o pensamento crítico deve desempenhar um papel crucial.

 

Algumas das características definidoras desse contexto podem ser resumidas como a perda de confiança nos processos democráticos, a perplexidade diante da semântica oximorônica que permeia a política, o aumento exponencial da precariedade econômica, emocional e social que mina princípios e valores essenciais ao bem-estar da maioria, o aumento da pobreza, do desemprego e da desregulamentação do mercado de trabalho, e o crescente poder dos fundamentalismos religiosos. Essas questões emergentes, entre muitas outras, explicam esse processo que podemos chamar de necropolítica — ou seja, relações em que parece que alguns sujeitos têm valor enquanto outros não. Aqui, sistemas de dominação antigos e modernos convergem: o neocolonialismo, o capitalismo em sua forma neoliberal moderna, o patriarcado que fomenta e estabelece a violência de gênero e, finalmente, o modelo científico e tecnológico predominante. 

 

No campo específico da educação, testemunhamos um ataque renovado à educação pública, impulsionado pela lógica neoliberal (mercantilização, privatização, subordinação às demandas da acumulação), bem como a redução do significado da educação à aquisição de habilidades e competências funcionais à lógica do capitalismo. Na América Latina — e sob os ditames de organizações transnacionais como o FMI, o Banco Mundial e a OCDE — observamos uma onda de (contra)reformas educacionais voltadas à homogeneização dos currículos, baseadas em testes padronizados internacionais que medem habilidades em matemática, língua e ciências naturais, acompanhando processos de descrédito da educação pública. Consequentemente, outras dimensões e áreas da educação, como humanidades, estudos sociais, educação física e artes, são relegadas a um papel secundário, quando não eliminadas por completo dos currículos, consideradas “inúteis”. Novas e sutis formas de privatização e mercantilização da educação estão se desenvolvendo, envolvendo testes padronizados, interferência corporativa no desenvolvimento curricular e outras formas de internacionalização. Essas mesmas formas de mercantilização obscurecem o papel do ensino e da instrução, substituindo-os por máquinas e facilitadores, eliminando assim qualquer vestígio de resistência ou possibilidade de pensamento crítico que os professores possam promover. Essa abordagem se baseia em perspectivas pedagógicas oferecidas pela "neurociência", que equipara os alunos a cérebros que aprendem sem contexto, corpos ou culturas, e na "educação emocional", ou seja, novas maneiras de se adaptar a quaisquer condições de forma "positiva".

 

Como pesquisadores comprometidos com o nosso momento histórico, questionamo-nos: como nos posicionamos hoje diante dessa realidade latino-americana? Como podemos repensar a educação popular e as pedagogias críticas dentro dos microespaços de contenção e possibilidade? Hoje — mais do que nunca — os espaços para a formação de subjetividades, tanto dentro quanto fora da educação pública, são essenciais para a organização de iniciativas que fomentem o encontro, a reunião e a construção de projetos sociais orientados em uma direção distinta da tendência descrita de avanço do neoliberalismo e do neoconservadorismo.

 

A educação tornou-se, mais uma vez, um campo de batalha entre o projeto social hegemônico imposto pelo capitalismo globalizado e outras visões de futuro e projetos sociais alternativos. Isso ocorre nas circunstâncias atuais de maneiras mais sutis do que em outros períodos históricos. Ao mesmo tempo, a educação desempenha, ou pode desempenhar, um papel no desafio à produção de consentimento à guinada neoliberal e neoconservadora, articulada pela mídia, por certos setores das igrejas e por políticas governamentais. Em diversos contextos geográficos e sociais em todo o continente, surge resistência em torno da criação e do desenvolvimento de instituições educacionais. Por um lado, encontramos propostas educacionais alternativas, como a educação indígena, as pedagogias da terra e as pedagogias decoloniais, geralmente ligadas a vigorosos movimentos sociais. Da mesma forma, dentro das correntes já estabelecidas da educação popular e das pedagogias críticas, transformações estão ocorrendo em seus cenários, campos e formas de ação e reflexão pedagógicas. Finalmente, as pedagogias feministas estão em um momento de consolidação, em paralelo com a proeminência dos movimentos de mulheres em todo o continente.

 

Nessas áreas, uma preocupação comum ao campo da educação popular ressurge com força: a educação política. Como apontado recentemente pelo CEAAL, a educação política envolve a articulação de três processos inter-relacionados: i) o desenvolvimento da consciência crítica e a desconstrução dos discursos e significados hegemônicos atuais sobre os complexos processos históricos, políticos, econômicos e culturais pelos quais a América Latina passa neste período; ii) a mobilização de diferentes setores e das classes populares para confrontar os processos de exclusão e subordinação baseados em classe, gênero, etnia e outros fatores, bem como para defender direitos arduamente conquistados e ampliá-los ou generalizá-los; e iii) a criação de espaços de encontro e colaboração entre diferentes setores das classes populares e organizações e instituições a elas comprometidas, para fomentar a luta coletiva contra os mecanismos perversos de exclusão social e para a construção da democracia participativa e da justiça social.

 

Portanto, a educação nas escolas públicas, assim como nas propostas educativas dos movimentos populares já mencionadas, emerge como uma tarefa estratégica que implica um processo de longo prazo para a construção de uma hegemonia cultural alternativa. Implica uma abordagem que possibilite a compreensão de novas e complexas realidades com diferentes enquadramentos e abordagens interpretativas, evitando a simplificação excessiva ou o maniqueísmo, e adotando, em vez disso, uma perspectiva abrangente que transcenda visões tendenciosas e articule todas as dimensões. Isso decorre da compreensão de que a pedagogia constitui um campo de luta pelo simbólico, configurando-se, assim, como uma prática política; consequentemente, sua função adquire relevância substancial em tempos de adversidade sociocultural. E, se articularmos essa concepção de pedagogia com uma perspectiva crítica, a demanda por promover a conscientização do descontentamento e da injustiça exige uma interpretação da realidade atual que não apenas evidencie as emergências e ausências articuladas pela ordem dominante, mas também proponha alternativas viáveis ​​e inéditas. Aqui reside o papel essencial do educador popular em todos os espaços possíveis, tanto escolares quanto não escolares, governamentais e não governamentais.

-Bottinelli, L. e Pini, M. (orgs.) (2017). Seminário Internacional “Formas Antigas e Novas de Mercantilização da Educação”. Atas das apresentações e debates em painéis e grupos de trabalho. Bs. As. CLACSO - UNIPE – UNSam – IICE, Filo:UBA – Centro Cultural de la Cooperación
-CEAAL (2019). 15 pontos para promover a estratégia de formação política no CEAAL. Documento interno. Costa Rica.
-Freire, P. (2011). Política e Educação. Cidade do México: Século XXI.
-Freire, P. (1996). Pedagogia da esperança. México: Século XXI.
-Gago, V. (2014). Razão Neoliberal. Economias Barrocas e Pragmática Popular. Buenos Aires: Tinta Limón.
-Jara Holliday, O. (2018). Educação Popular Latino-Americana. História e Chaves Éticas, Políticas e Pedagógicas. San José: Alforja.
-Morán, ML (2003) Aprendizagem e espaços de cidadania para uma análise cultural das práticas sociopolíticas. Íconos, 15, 31-43.
-Puiggrós, A. (1998). Educação neoliberal e alternativas. No Santuário de Alcântara, A. et al. Educação, democracia e desenvolvimento no final do milénio. México: Século XXI.
-Quintar, E. (2018). “Juventude em situação de vulnerabilidade na América Latina. Práticas sociais a partir da ética do mal”. In Gaete, M. (coord.) Pedagogia em contextos de confinamento na América Latina. Experiências, possibilidades e resistências”. Santiago do Chile: Universidade do Chile / RIL.
-Torres Carrillo, A. (2016). Educação Popular e Movimentos Sociais na América Latina: Buenos Aires: Biblos.
-Sayac, V. (2016). Capitalismo Gore. Buenos Aires: Paidos.

3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

No contexto latino-americano e caribenho descrito, surgem duas questões problemáticas que servirão como eixos de reflexão a serem abordados na GT e que propomos a seguir.

1. Repensar as contribuições da Educação Popular nos processos de luta para defender ou radicalizar a Educação Pública na América Latina e contribuir para a garantia efetiva do direito à educação. 

Como observamos no ponto anterior, o avanço neoliberal na América Latina implica um ataque massivo à educação pública, suas instituições, seus atores e seus princípios fundamentais. A reafirmação da Escola Pública Popular, fundamentada nas contribuições da Educação Popular, surge, portanto, como um ponto de discórdia necessário e crucial que orienta nossas reflexões, práticas e produção de conhecimento.

A complexidade inerente à esfera social nos obriga a evitar posições dicotômicas. Acreditamos que a oposição entre educação popular — ligada a processos educativos fora do ensino formal — e escola pública — ligada ao controle estatal — invalida os esforços de educadores, professores críticos e pesquisadores cujas contribuições conceituais e empíricas fomentaram a possibilidade de articular ambos os termos. Essa invisibilidade, por sua vez, é altamente funcional para os poderes constituídos, que buscam bloquear o acesso a essas realidades reconstruídas e ressignificadas na esfera pública, atacando-as com campanhas difamatórias destinadas a desmantelá-las.

Longe de reforçar uma visão acusatória das escolas públicas — que as concebe como meras arenas de disciplina social — nossa perspectiva busca destacar a natureza permeável dos muros escolares. Sem negar os efeitos evidentes de exclusão, homogeneização e violência que a educação pública exerce sobre indivíduos de grupos marginalizados, ela se concentra no potencial desse espaço público para articular projetos coletivos que nutrem e fortalecem subjetividades. Dessa forma, encontramos inúmeros exemplos de escolas públicas administradas pelo Estado, coletivos de professores e programas de formação docente que servem como âncoras para a educação popular, diluindo as fronteiras entre educação popular e ensino público. Assim, o escopo, os temas, os problemas e os públicos-alvo da Educação Popular se multiplicam.

Nesse sentido, a guinada neoliberal e neoconservadora que a América Latina está vivenciando insere os debates e controvérsias sobre a relação entre Escola Pública e Educação Popular em um cenário mais amplo de disputas políticas, ideológicas e culturais, onde a educação pública permanece um pilar central na luta pela democracia, justiça e dignidade.

 

2. Investigar as contribuições da Educação Popular e das Pedagogias Críticas para a formação política, considerando os processos de construção de subjetividades críticas que ali se desenvolvem. 

A nova ofensiva neoliberal na América Latina reforça as preocupações com a formação de subjetividades críticas nesse novo contexto, considerando os esforços para produzir consentimento à guinada neoliberal e conservadora, dos quais participam a mídia, certos setores das igrejas e programas governamentais específicos. Consideramos, portanto, que o neoliberalismo opera como uma racionalidade estrutural, mas também subjetiva, que abrange até mesmo os setores populares que mais sofrem com as consequências de suas políticas governamentais.

Por meio do Grupo de Trabalho, buscamos analisar as contribuições da Educação Popular e das Pedagogias Críticas para a produção de subjetividades críticas através do desenvolvimento de processos de educação política. Almejamos também contribuir para o fortalecimento dessas contribuições. Por educação política, entendemos a aprendizagem de disposições, percepções, referenciais interpretativos e conteúdos que moldam os universos políticos dos indivíduos, orientando suas práticas e significados em relação à atividade política e à distribuição e exercício do poder.

Em toda a América Latina, há uma crescente preocupação com a educação política e sua expressão em uma variedade de abordagens pedagógicas concebidas para esse fim. Essas abordagens frequentemente se baseiam nas contribuições da Educação Popular e das Pedagogias Críticas para fundamentar suas metodologias, conteúdo e formatos. Portanto, a educação política ocorre em uma ampla gama de espaços que incluem, e simultaneamente se estendem para além da educação pública — abrangendo um espectro diverso de indivíduos — por meio de processos com diferentes graus de sistematicidade, manifestando uma intenção pedagógica explícita e deliberada. Longe de ser passiva e linear, entendemos a educação política como um processo conflituoso que desafia as lógicas de ação que estruturam as experiências sociais dos indivíduos e a confluência de influências passadas e presentes.

O domínio das subjetividades adquire uma centralidade proeminente, e a tarefa da educação política se apresenta, assim, como um imperativo para as organizações populares, movimentos, sindicatos, partidos e pesquisadores que pretendem combater não apenas os fundamentos objetivos, mas também os subjetivos do neoliberalismo.

Diante desse cenário, este Grupo de Trabalho propõe a criação — com base nessas duas questões problemáticas — de espaços para diálogo, troca e produção de conhecimento, tanto para estimular a compreensão da realidade latino-americana quanto para conhecer as ações e contribuições promovidas pelas comunidades latino-americanas. Temos particular interesse em analisar e compreender os múltiplos caminhos trilhados pela Educação Popular na América Latina dentro desses contextos complexos, avançando por espaços tradicionais da Educação Popular, da educação pública e também em áreas emergentes como o esporte. Temos também interesse, tendo explorado sua relação com as pedagogias críticas (Grupo de Trabalho 2016-2019), em analisar suas conexões com experiências concretas. Para tanto, buscaremos promover a colaboração entre diferentes setores, como universidades, educadores populares, formuladores de políticas públicas e organizações e coletivos da sociedade civil.

Cantero, G. (2015). Práticas de governança escolar como práticas de educação popular em escolas públicas. No horizonte de uma educação pública e popular. Polifonías, 4 (7).
Hillert, F. (2015). Educação democrática e popular nas escolas públicas. In Suárez, D. et al. Pedagogias críticas na América Latina. Experiências alternativas em educação popular. Buenos Aires: Noveduc.
Freire, P. (2011). Política e Educação. Cidade do México: Século XXI.
Freire P., (2004). Pedagogia da autonomia: saberes necessários para a prática educativa. São Paulo: Paz e Terra.
Freire, P. (1996). Pedagogia da esperança. México: Século XXI.
Gago, V. (2014). Razão Neoliberal. Economias Barrocas e Pragmática Popular. Buenos Aires: Tinta Limón.
Guelman, A., Cappellacci, I., Loyola, C., Palumbo, MM, Said, S. e Tarrio, L. (2018). Disciplinando o indomável e silenciando o inútil: Educação Popular e Pedagogias Críticas desafiadas. In Guelman, A., Cabaluz, F. e Salazar Castilla, M. (orgs.) Educação Popular e Pedagogias Críticas. Buenos Aires: CLACSO.
Morán, ML (2003) Aprendizagem e espaços de cidadania para uma análise cultural das práticas sociopolíticas. Íconos, 15, 31-43.
Puigrós, A. (1998). Educação neoliberal e alternativas. No Santuário de Alcântara, A. et al. Educação, democracia e desenvolvimento no final do milénio. México: Século XXI.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Mapear, registrar, sistematizar e analisar experiências educacionais.
Popularidade e Pedagogias
Críticas, para promover uma compreensão regional
das práticas
Educacional e pedagógica, com ênfase nas lutas pela educação pública e nos processos de formação política.


Recuperar e analisar as informações, experiências e debates do Fórum de Educação Popular e Pedagogias Críticas, realizado no âmbito do Primeiro Fórum Mundial de Pensamento Crítico e da 8ª Conferência da CLACSO, em Buenos Aires, em novembro de 2018.


Debater, no âmbito do Grupo de Trabalho, com base nos problemas levantados pelas experiências mapeadas, as atuais direções da Educação Popular na América Latina e no Caribe.


Promover encontros para socializar, debater, divulgar o progresso e confraternizar.

Manter uma comunicação sistemática dentro do Grupo de Trabalho; desenvolver discussões relevantes; planejar e tomar as decisões necessárias para o seu funcionamento.
Realização de pesquisa/mapeamento participativo focado nas tendências atuais da Educação Popular, com ênfase em sua relação com a educação pública e os processos de formação política (etapa 1). Revisão das experiências desenvolvidas durante o período de 2016 a 2019.


Sistematização dos fóruns, workshops e painéis realizados no âmbito do Primeiro Fórum Mundial do Pensamento Crítico e da 8ª Conferência da CLACSO, realizados em Buenos Aires, em novembro de 2018.


Dias de análise dos acontecimentos atuais: Problemas colocados pela Educação Popular e Pedagogias Críticas na América Latina hoje.


Dois encontros presenciais por ano como parte dos eventos academicamente relevantes da CLACSO…
ALAS - Lima, Peru


Uma reunião virtual mensal para coordenação interna, reflexão coletiva e debate sobre educação popular e pedagogias críticas na América Latina contemporânea.
Primeiro relatório sobre as experiências de
Educação Popular e
Pedagogias críticas dos diferentes países que fazem parte do Grupo de Trabalho (Bolívia, Colômbia, Argentina, Chile, El Salvador, Costa Rica, México, entre outros).


Relatório consolidado para apoiar a pesquisa/mapeamento.


Vídeos para a CLACSO TV


Atas - Painéis - Grupos de Trabalho - Relatórios


Ata das reuniões do grupo de trabalho.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Desenvolver estratégias para
treinamento e
acompanhamento para
processos educacionais
pós-graduação, por meio da implementação de um seminário virtual focado em debates
epistemológico,
Aspectos históricos, teóricos e metodológicos associados à Educação Popular e às Pedagogias Críticas.
Mulheres latino-americanas.


Divulgar e socializar informações sobre as experiências e debates do Fórum de Educação Popular e Pedagogias Críticas, realizado no âmbito do Primeiro Fórum Mundial de Pensamento Crítico e da 8ª Conferência da CLACSO, em Buenos Aires, em novembro de 2018.


Promover cenários para análise e reflexão.
em torno das principais conjunturas e problemas (nacionais e regionais) levantados pela Educação Popular e pelas Pedagogias Críticas.


Divulgar e socializar debates epistemológicos, teóricos, políticos e experienciais associados à Educação Popular e às Pedagogias Críticas.
Implementação de um seminário virtual (segunda versão) em relação aos debates.
epistemológico,
Aspectos históricos, teóricos e metodológicos associados à Educação Popular e às Pedagogias Críticas.
Mulheres latino-americanas.


Publicação
de um livro, relacionado com os workshops, fóruns especiais e painéis realizados pelo nosso GT no Primeiro Fórum Mundial de Pensamento Crítico, realizado em Buenos Aires, em novembro de 2018.


Produção de vídeos para a CLACSO TV com intervenções de membros do Grupo de Trabalho na análise de problemas.


Apresentação de trabalhos, painéis, conferências e grupos de trabalho em eventos científicos promovidos pela CLACSO.
Segunda versão do seminário virtual “Educação”
Popularidade e Pedagogias
Críticas
mulheres latino-americanas”,
voltado para jovens
pesquisadores,
alunos de
Mestrados, doutorados, membros de
organizações
assistentes sociais e gestores de políticas públicas.


Livro com sistematização de workshops, fóruns e painéis do Grupo de Trabalho realizados no Primeiro Fórum Mundial de Pensamento Crítico, em Buenos Aires, em novembro de 2018.


Publicar vídeos em formato de entrevista onde os membros do GT compartilham análises de questões atuais relacionadas à Educação Popular e às Pedagogias Críticas na América Latina contemporânea.


Apresentações, painéis, conferências e discussões apresentadas em eventos científicos.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Participar ativamente na luta pela ampliação do direito à educação e pelo fortalecimento da Educação Pública e Popular, com base em espaços de análise e reflexão com outros grupos de trabalho e organizações sociais e de ensino.


Expandir e fortalecer o
trabalho colaborativo entre
pesquisadores,
organizações sociais e
organizações de ensino para
nível nacional e
América Latina, por volta de
para a Educação Popular e
Pedagogias Críticas.


Colaborar com as lutas pela educação pública e popular, contribuindo para torná-las visíveis.
comunicados, declarações, pronunciamentos, manifestos
e outros tipos de documentos
aos responsáveis ​​pelo
política pública sobre o assunto
educacional em nível nacional
e à América Latina, bem como à sociedade civil como um todo.
Organização de painéis com outros Grupos de Trabalho (Políticas Educacionais e o Direito à Educação, Crianças e Jovens e Pesquisa Militante), organizações sociais e sindicatos de professores em torno das lutas pela defesa da educação pública e popular.


Articulação, articulação e trabalho conjunto com organizações e movimentos dos diferentes centros membros.


Visibilidade das lutas pela educação pública e popular, colaborando com a divulgação de comunicados, declarações, pronunciamentos, manifestos, etc.
Painéis, Eventos, Pronunciamentos.


Produtos baseados no trabalho de cada centro membro (projetos, folhetos, documentos, sistematizações, etc.)


Documentos, declarações, divulgação através das redes sociais. Criação de um website ou conta no Instagram para esse efeito.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Promover espaços de participação para pesquisadores da GT nos sistemas científicos de cada um dos países que compõem a GT.


Aumente o trabalho
colaborativo com
Conselho de Educação
Popular na América Latina
e no Caribe, o CEAAL concentrou-se particularmente na formação política.


Promover espaços de articulação, encontro e trabalho conjunto com o Instituto de Pensamento e Cultura da América Latina (IPECAL).


Promover espaços de
articulação e apoio
mútuo com o
Rede de Pesquisadores e Organizações Sociais
da América Latina,
RIOSAL e a Rede Trenzar.
Participação de pesquisadores membros em projetos de pesquisa reconhecidos nas universidades e sistemas científicos de cada um dos países dos centros membros.


Articulando os espaços de formação política oferecidos pelos 21 coletivos nacionais da CEAAL, seus órgãos de coordenação regional e seus grupos de trabalho com as atividades do Grupo de Trabalho da CLACSO. Essas atividades são organizadas em conjunto, produzindo materiais compartilhados e participando de seminários e processos de reflexão convocados por qualquer um dos dois órgãos.


Articulação do GT com o IPECAL: participação do GT no “Diploma em Pedagogias Críticas e Didática Não Paramétrica na América Latina” e produção conjunta de vídeos.


Nosso Encontro Americano sobre Educação Popular, Pedagogias Críticas e Pesquisa Militante. Organizado pela Red Trenzar (Chile), GT CLACSO e Riosal.
Projetos, relatórios, artigos, publicações.
Contribuições dos pesquisadores para as diversas atividades realizadas pelo Grupo de Trabalho.


Concepção e implementação de espaços de formação política entre o CEAAL e o GT de Educação Popular e Pedagogias Críticas.

Atividades de ensino no "Diploma em Pedagogias Críticas e Didática Não Paramétrica na América Latina". E criação e publicação de vídeos.


Realização anual do Encontro Americano de Educação Popular, Pedagogias Críticas e Pesquisa Militante.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Analisando o mapeamento e a sistematização das experiências educacionais.
Popularidade e Pedagogias
Críticas em construção, para promover uma compreensão regional.
das práticas
Educacional e pedagógica, com ênfase nas lutas pela educação pública e nos processos de formação política.


Debater, no âmbito do Grupo de Trabalho, com base na construção dos problemas suscitados pelas experiências mapeadas, os rumos atuais da Educação Popular na América Latina e no Caribe.


Promover encontros para socializar, debater, divulgar o progresso e confraternizar.


Manter uma comunicação sistemática dentro do Grupo de Trabalho; desenvolver discussões relevantes; planejar e tomar as decisões necessárias para o seu funcionamento.
Realização de pesquisa/mapeamento sobre a trajetória atual da Educação Popular, com ênfase em sua relação com a educação pública e os processos de formação política (2ª etapa). Revisão das experiências do período 2016-2019.


Dias de análise dos acontecimentos atuais: Problemas colocados pela Educação Popular e pelas pedagogias críticas na América Latina contemporânea.


Dois encontros presenciais por ano como parte dos eventos academicamente relevantes da CLACSO…


Uma reunião virtual mensal para coordenação interna, reflexão coletiva e debate sobre educação popular e pedagogias críticas na América Latina contemporânea.
Segundo relatório sobre as experiências de
Educação Popular e
Pedagogias críticas dos diferentes países que fazem parte do Grupo de Trabalho (Bolívia, Colômbia, Argentina, Chile, El Salvador, Costa Rica, México, entre outros).


Vídeos para a CLACSO TV


Atas - Painéis - Grupos de Trabalho - Relatórios


Ata das reuniões do grupo de trabalho.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Desenvolver estratégias para
treinamento e
acompanhamento para
processos educacionais
pós-graduação, por meio da implementação de um seminário virtual focado em debates
epistemológico,
Aspectos históricos, teóricos e metodológicos associados à Educação Popular e às Pedagogias Críticas.
Mulheres latino-americanas.


Promover cenários para análise e reflexão.
em torno das principais conjunturas e problemas (nacionais e regionais) levantados pela Educação Popular e pelas Pedagogias Críticas.


Divulgar e socializar debates epistemológicos, teóricos, políticos e experienciais associados à Educação Popular e às Pedagogias Críticas.


Divulgar e socializar informações sobre as experiências de Educação Popular e Pedagogias Críticas levantadas na pesquisa/mapeamento.
Implementação de um seminário virtual (terceira versão) em relação aos debates.
epistemológico,
Aspectos históricos, teóricos e metodológicos associados à Educação Popular e às Pedagogias Críticas.
Mulheres latino-americanas.


Vídeos para a CLACSO TV das intervenções dos membros do Grupo de Trabalho na análise de problemas.


Apresentação de trabalhos, painéis, conferências e grupos de trabalho em eventos científicos promovidos pela CLACSO…


Elaboração de materiais escritos (folhetos, documentos de trabalho, boletins, etc.) com informações coletadas por meio do mapeamento participativo de experiências em Educação Popular e Pedagogias Críticas.
Terceira edição do seminário virtual “Educação”
Popularidade e Pedagogias
Críticas
mulheres latino-americanas”,
voltado para jovens
pesquisadores,
alunos de
Mestrados, doutorados, membros de
organizações
assistentes sociais e gestores de políticas públicas.


Publicar vídeos em formato de entrevista onde os membros do GT compartilham análises de questões atuais relacionadas à Educação Popular e às Pedagogias Críticas na América Latina contemporânea.


Apresentações, painéis, conferências e discussões apresentadas em eventos científicos.


Publicação de materiais escritos, como folhetos, documentos de trabalho, boletins informativos e outros.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Expandir e fortalecer o
trabalho colaborativo entre o GT e o
Organizações sociais e de ensino que participaram na pesquisa/mapeamento de experiências de Educação Popular e Pedagogias Críticas.


Expandir e fortalecer o
trabalho colaborativo entre
pesquisadores,
organizações sociais e
organizações de ensino para
nível nacional e
América Latina, por volta de
para a Educação Popular e
Pedagogias Críticas.


Colaborar com as lutas pela educação pública e popular, contribuindo para torná-las visíveis.
comunicados, declarações, pronunciamentos, manifestos
e outros tipos de documentos
aos responsáveis ​​pelo
política pública sobre o assunto
educacional em nível nacional
e à América Latina, bem como à sociedade civil como um todo.
Elaboração de materiais escritos (folhetos, documentos de trabalho, boletins, etc.) com informações coletadas por meio do mapeamento participativo de experiências em Educação Popular e Pedagogias Críticas.


Articulação, articulação e trabalho conjunto com organizações e movimentos dos diferentes centros membros.


Visibilidade das lutas pela educação pública e popular, colaborando com a divulgação de comunicados, declarações, pronunciamentos, manifestos, etc.
Publicação de materiais escritos, como folhetos, documentos de trabalho, boletins informativos e outros.


Produtos baseados no trabalho de cada centro membro (projetos, folhetos, documentos, sistematizações, etc.)


Documentos, declarações, divulgação através das redes sociais. Criação de um website ou conta no Instagram para esse efeito.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Conceber e gerar condições de viabilidade para a primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública e Popular”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).


Promover espaços de participação para pesquisadores da GT nos sistemas científicos de cada um dos países que compõem a GT.


Aumente o trabalho
colaborativo com
Conselho de Educação
Popular na América Latina
e no Caribe, o CEAAL concentrou-se particularmente na formação política.


Promover espaços de articulação, encontro e trabalho conjunto com o Instituto de Pensamento e Cultura da América Latina (IPECAL).


Promover espaços de
articulação e apoio
mútuo com o
Rede de Pesquisadores e Organizações Sociais
da América Latina,
RIOSAL e a Rede Trenzar.
Desenvolver, em conjunto com o Grupo de Trabalho sobre “Políticas Educacionais e o Direito à Educação”, a primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).


Participação de pesquisadores membros em projetos de pesquisa reconhecidos nas universidades e sistemas científicos de cada um dos países dos centros membros.


Articulando os espaços de formação política oferecidos pelos 21 coletivos nacionais da CEAAL, seus órgãos de coordenação regional e seus grupos de trabalho com as atividades do Grupo de Trabalho da CLACSO. Essas atividades são organizadas em conjunto, produzindo materiais compartilhados e participando de seminários e processos de reflexão convocados por qualquer um dos dois órgãos.


Articulação do GT com o IPECAL: participação do GT no “Diploma em Pedagogias Críticas e Didática Não Paramétrica na América Latina” e produção conjunta de vídeos.


Nosso Encontro Americano sobre Educação Popular, Pedagogias Críticas e Pesquisa Militante. Organizado pela Red Trenzar (Chile), GT CLACSO e Riosal.
Projeto e programa da primeira Escola Internacional de Pós-Graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”.


Projetos, relatórios, artigos, publicações.
Contribuições dos pesquisadores para as diversas atividades realizadas pelo Grupo de Trabalho.


Concepção e implementação de espaços de formação política entre o CEAAL e o GT de Educação Popular e Pedagogias Críticas.


Atividades de ensino no "Diploma em Pedagogias Críticas e Didática Não Paramétrica na América Latina". E criação e publicação de vídeos.


Realização anual do Encontro Americano de Educação Popular, Pedagogias Críticas e Pesquisa Militante.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Desenvolver reflexões de síntese que abordem o lugar da Educação Popular na América Latina durante o período, com ênfase nas lutas pela educação pública e nos processos de formação política.


Debater, no âmbito do Grupo de Trabalho, com base na construção dos problemas suscitados pelas experiências mapeadas, os rumos atuais da Educação Popular na América Latina e no Caribe.


Promover encontros para socializar, debater, divulgar o progresso e confraternizar.


Manter uma comunicação sistemática dentro do Grupo de Trabalho; desenvolver discussões relevantes; planejar e tomar as decisões necessárias para o seu funcionamento.
Pesquisa/mapeamento sobre as trajetórias atuais da Educação Popular, com ênfase em sua relação com a educação pública e os processos de formação política (3ª etapa). Recuperação das experiências trabalhadas no período de 2016 a 2019.
Etapa 3 da pesquisa


Dias de análise dos acontecimentos atuais: Problemas colocados pela Educação Popular e pelas pedagogias críticas na América Latina contemporânea.


Dois encontros presenciais por ano como parte dos eventos academicamente relevantes da CLACSO…


Uma reunião virtual mensal para coordenação interna, reflexão coletiva e debate sobre educação popular e pedagogias críticas na América Latina contemporânea.
Publicação de um livro com os resultados da pesquisa/mapeamento.


Vídeos para a CLACSO TV


Atas - Painéis - Grupos de Trabalho - Relatórios


Ata das reuniões do grupo de trabalho.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Desenvolver estratégias para
treinamento e
acompanhamento para
processos educacionais
pós-graduado, através do
Implementação de uma Escola de Pós-Graduação Internacional.


Compartilhar reflexões de síntese que abordem o lugar da Educação Popular na América Latina durante o período, com ênfase nas lutas pela educação pública e nos processos de formação política.


Compartilhar pesquisas e reflexões dos membros do Grupo de Trabalho sobre o legado de Paulo Freire no século XXI, por ocasião da comemoração do centenário de seu nascimento.


Promover cenários para análise e reflexão.
em torno das principais conjunturas e problemas (nacionais e regionais) levantados pela Educação Popular e pelas Pedagogias Críticas.


Divulgar e socializar debates epistemológicos, teóricos, políticos e experienciais associados à Educação Popular e às Pedagogias Críticas.

Promover o intercâmbio de produções entre funcionários públicos, acadêmicos e ativistas no âmbito da primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, dentro da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
Implementação da primeira Escola Internacional de
Pós-graduação: “Educação”
Popular, Pedagogias
Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022) destinada a jovens.
pesquisadores,
alunos de
Mestrados, doutorados, membros de
organizações
assistentes sociais e gestores de políticas públicas.


Publicação de um livro com resultados de pesquisa/mapeamento sobre os caminhos da Educação Popular na atualidade, com ênfase em sua relação com a educação pública e os processos de formação política.


Coordenação, edição e publicação de um dossiê temático sobre o centenário do nascimento de Paulo Freire na revista “Paulo Freire. Journal of Critical Pedagogy” da Academia de Humanismo Cristiano University, Chile.


Vídeos para a CLACSO TV das intervenções dos membros do Grupo de Trabalho na análise de problemas.


Apresentação de trabalhos, painéis, conferências e grupos de trabalho em eventos científicos promovidos pela CLACSO.

Seleção de trabalhos a serem apresentados na primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”.

Organização de painéis e conferências com atores relevantes para a primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
Primeira Escola
Internacional
Pós-graduação: “Educação”
Popularidade e Pedagogias
Críticas
mulheres latino-americanas”,
voltado para jovens
pesquisadores,
alunos de
Mestrados, doutorados, membros de
organizações
assistentes sociais e gestores de políticas públicas.


Publicação de um livro com os resultados da pesquisa/mapeamento.


Publicação de dossiê temático em “Paulo Freire. Revista de Pedagogia Crítica” da Universidade de Humanismo Cristão, Chile.


Publicar vídeos em formato de entrevista onde os membros do GT compartilham análises de questões atuais relacionadas à Educação Popular e às Pedagogias Críticas na América Latina contemporânea.


Apresentações, painéis, conferências e discussões apresentadas em eventos científicos.

Publicação de trabalhos selecionados da primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Desenvolver múltiplas homenagens à figura de Paulo Freire para difundir seu legado, debatê-lo e recuperar sua relevância.


Promover um espaço de encontro regional em torno do legado de Paulo Freire para o século XXI.


Expandir e fortalecer o
trabalho colaborativo entre o GT e o
Organizações sociais e de ensino que participaram na pesquisa/mapeamento de experiências de Educação Popular e Pedagogias Críticas.


Expandir e fortalecer o
trabalho colaborativo entre
pesquisadores,
organizações sociais e
organizações de ensino para
nível nacional e
América Latina, por volta de
para a Educação Popular e
Pedagogias Críticas.


Colaborar com as lutas pela educação pública e popular, contribuindo para torná-las visíveis.
comunicados, declarações, pronunciamentos, manifestos
e outros tipos de documentos
aos responsáveis ​​pelo
política pública sobre o assunto
educacional em nível nacional
e à América Latina, bem como à sociedade civil como um todo.

Influenciar a agenda política e educacional por meio da formação de pós-graduados de líderes sociais, funcionários públicos e acadêmicos, com base no desenvolvimento da primeira escola internacional de pós-graduação "Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública".
Painéis nacionais sobre a relevância de Freire para o centenário de seu nascimento nas diferentes universidades às quais pertencem os membros da GT.


Fórum para comemorar o centenário do nascimento de Paulo Freire, no âmbito da Escola Internacional de Pós-Graduação.


Elaboração de materiais escritos (folhetos, boletins, etc.) e audiovisuais com informações coletadas por meio do mapeamento participativo de experiências em Educação Popular e Pedagogias Críticas.


Articulação, articulação e trabalho conjunto com organizações e movimentos dos diferentes centros membros.


Visibilidade das lutas pela educação pública e popular, colaborando com a divulgação de comunicados, declarações, pronunciamentos, manifestos, etc.

Organização de um percurso de formação relevante e pertinente no formato de uma Escola Internacional de Pós-Graduação (CLACSO)

Levantamento no âmbito da Escola Internacional de Pós-Graduação sobre as necessidades futuras de formação.
Homenagens a Paulo Freire em diversos países pelos diferentes centros membros.


Fórum em homenagem a Paulo Freire no âmbito da Escola Internacional de Pós-Graduação.


Publicação de materiais escritos, como folhetos, documentos de trabalho, boletins informativos e outros.


Produtos baseados no trabalho de cada centro membro (projetos, folhetos, documentos, sistematizações, etc.)


Documentos, declarações, divulgação através das redes sociais. Criação de um website ou conta no Instagram para esse efeito.


Formação de funcionários, acadêmicos e ativistas

Documento com recomendações para a concepção de percursos de formação de acordo com as ofertas possíveis no âmbito do CLACSO.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Promover a articulação de conhecimentos e experiências em torno do direito à educação pública e popular, com base no desenvolvimento de
Realizar a primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).


Aumente o trabalho
colaborativo com
Conselho de Educação
Popular na América Latina
e no Caribe, o CEAAL concentrou-se particularmente na formação política.



Promover espaços de articulação, encontro e trabalho conjunto com o Instituto de Pensamento e Cultura da América Latina (IPECAL).


Promover espaços de
articulação e apoio
mútuo com o
Rede de Pesquisadores e Organizações Sociais
da América Latina,
RIOSAL e a Rede Trenzar.
Organização da implementação do edital, seleção de trabalhos e implementação em conjunto com o Grupo de Trabalho de “Políticas educacionais e direito à educação”, da primeira escola de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Estudos de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).



Participação de pesquisadores membros em projetos de pesquisa reconhecidos em universidades e sistemas científicos em cada um dos países dos centros membros.


Articulando os espaços de formação política oferecidos pelos 21 coletivos nacionais da CEAAL, seus órgãos de coordenação regional e seus grupos de trabalho com as atividades do Grupo de Trabalho da CLACSO. Essas atividades são organizadas em conjunto, produzindo materiais compartilhados e participando de seminários e processos de reflexão convocados por qualquer um dos dois órgãos.


Articulação do GT com o IPECAL: participação do GT no “Diploma em Pedagogias Críticas e Didática Não Paramétrica na América Latina” e produção conjunta de vídeos.


Nosso Encontro Americano sobre Educação Popular, Pedagogias Críticas e Pesquisa Militante. Organizado pela Red Trenzar (Chile), GT CLACSO e Riosal.
Primeira Escola Internacional de Pós-Graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública e Popular”.


Projetos, relatórios, artigos, publicações.
Contribuições dos pesquisadores para as diversas atividades realizadas pelo Grupo de Trabalho.


Concepção e implementação de espaços de formação política entre o CEAAL e o GT de Educação Popular e Pedagogias Críticas.


Atividades de ensino no "Diploma em Pedagogias Críticas e Didática Não Paramétrica na América Latina". E criação e publicação de vídeos.


Realização anual do Encontro Americano de Educação Popular, Pedagogias Críticas e Pesquisa Militante.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 51
Maria Marcela Cardona Prieto
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Nydiia Gonzalez Rodriguez
CEAAL - Conselho para a Educação Popular da América Latina e do Caribe
Cuba
Diego Cabezas Bravo
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Diego García Délano
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Diana Lorena Gomez Giraldo
Emergino Corporation
Colômbia
Beatriz Areyuna Ibarra
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Santiago López Rodríguez
Escola Normal Superior de Caldas
Colômbia
María Teresa Cruz Bustamante
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Inés Cappellacci
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Piedade Cecília Ortega Valência
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Sulivan Ferreira De Souza
Faculdade de Educação - FaE/UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Alfonso Torres Carrillo
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Melby Roxana Morales Aguirre
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Oscar Jara Holliday
Conselho de Educação Popular da América Latina e do Caribe
Costa Rica
Hector Fabio Ospina
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Gerônimo Fernando Santana
CEAAL
Argentina
Camila Downar
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Ana Lea Blaustein Kappelmacher
FFyL/FSoc-UBA
Argentina
Angie Tatiana Carvajal Morales
Colaboração para Ação Coletiva. Pluriversos, Cultura e Poder.
Colômbia
Ezequiel Dario Alfieri
O Conselho Latino-Americano de Educação Popular (CEAAL), que é uma Rede Associada à CLACSO, é uma rede associada à CLACSO.
Argentina
Cláudia Loyola
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Maria Rosa Goldar
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais. Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Jessica Castaño
Universidade de Caldas - Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais
Colômbia
Jonas Waks
O Conselho Latino-Americano de Educação Popular (CEAAL), que é uma Rede Associada à CLACSO, é uma rede associada à CLACSO.
Colômbia
Pedro Pontual
CEAAL Conselho de Educação Popular da América Latina
Brasil
Stephany Hernández Mahecha

Stephany Hernández Mahecha
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Victor Adrian Diaz Esteves
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Silvya María Renée De Alarcón Chumacero
Instituto Internacional para a Integração da Organização da Convenção Andrés Bello
Bolívia
Milton Andrés Salazar Rendón
Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais, Universidade de Caldas
Colômbia
Tiago Zanquêta De Souza

Shirly Laura disse
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jorge Fabian Cabaluz Ducasse [Coordenador]
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Sebastian Guerrero Lacoste
Departamento de Sociologia - DS/UCHILE
Chile
Maria Mercedes Palumbo [Coordenador]
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Cristian David Olivares Gatica
Universidade do Chile
Chile
Jonathan Stiven Piedrahita Usuga.
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Fernando Dario Lázaro
Conselho de Educação Popular da América Latina e do Caribe (CEAAL)
Argentina
Alessio Surian
Universidade de Pádua: CIRSIM; Centro Giorgio Lago
_Outros
Valéria Vasconcelos

Danilo Streck
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
Brasil
Luis Alfredo Gallardo Cochifas

Chile
Andrés Felipe Castaño Aristizabal
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Luz Haydee González Ocampo
Instituto de Pensamento e Cultura na América Latina, Associação Civil
México
Mónica Salazar Castilla [Coordenador]
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Anahi Guelman
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Daniela Giraldo Hernandez
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Juan Carlos Hernández Morán.
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Estela Beatriz Quintar
Instituto de Pensamento e Cultura na América Latina, Associação Civil
México
Laura Tarrio
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
João Gabriel Rodrigues Telles Almeida
Instituto de Pensamento e Cultura na América Latina, Associação Civil
México




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