Área temática: Desigualdades e pobreza

Grupo de trabalhoSensibilidades, subjetividades e pobreza

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Sensibilidades, subjetividades e pobreza
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Edwin Catacora
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional do Altiplano
Peru
Angélica De Sena
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jeanie Maritza Herrera Nájera
Instituto de Pesquisa Política e Social
Faculdade de Ciências Políticas
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

O estado atual do capitalismo em escala global é caracterizado por uma vasta máquina predatória que consome água, ar, terra e, sobretudo, energia corporal. Na América Latina e no Caribe, os problemas relacionados à produção e reprodução das sociedades têm levado a estratégias para lidar com conflitos e construir consenso social. Assim, a questão social assumiu diversas manifestações nas primeiras décadas do século XXI, sendo a pobreza um aspecto incontornável. Em 2017, o número de pessoas vivendo em situação de pobreza atingiu 184 milhões, aproximadamente 30,2% da população da região, das quais 62 milhões viviam em extrema pobreza – 10,2% da população –, o maior percentual desde 2008 (CEPAL, 2019). Consequentemente, as estratégias que os Estados desenvolveram para enfrentar esse problema fizeram com que, em média, os gastos públicos com assistência social atingissem 11,2% do PIB em 2016, o maior nível registrado desde 2000 (CEPAL, 2009). Nessa linha, na área de políticas de combate à pobreza, a década de 1990 testemunhou o desenvolvimento de programas de transferência de renda, em consonância com a abordagem do trabalho assistencial e a primeira onda de intervenções direcionadas. No início dos anos 2000, foram implementadas intervenções baseadas em teorias de capital humano, na abordagem das capacidades e na escalabilidade em massa, coincidindo com o pós-Consenso de Washington e a segunda onda de focalização (Martinez Franzoni, 2005; Lo Vuolo e Barbeito, 1993; Grassi, 2003; Andrenacci e Soldano, 2006; Perelmiter, 2011). Nesse contexto, os Programas de Transferência Condicionada de Renda emergiram como programas emblemáticos para o combate à pobreza na América Latina (Barrientos e De Jong, 2004 e 2006; Tabor, 2002; De Sena, 2016), financiados e promovidos por Organizações Multilaterais de Crédito (Álvarez Leguizamón, 2005; Murillo, 2008; Aguilar, 2010).

Desde o início do século XXI, os processos de estruturação social têm sido caracterizados por mudanças no conteúdo, escopo e alcance das políticas sociais como mecanismos de mitigação de conflitos. Esse tipo de política de transferência de renda emergiu na América Latina no início do século XXI, durante um período de plena recuperação e crescimento econômico — com alguns precedentes que remontam ao início da década de 1990. Hoje, representa a consolidação (em sua versão do século XXI) do paradigma para o enfrentamento da “questão social” ligada à pobreza por excelência na região. Portanto, é possível constatar que, desde 1996, o número de programas de combate à pobreza tem aumentado constantemente, tanto em quantidade quanto em abrangência, atingindo atualmente 131 milhões de beneficiários (Cecchini e Atuesta, 2017).

Nesse contexto, observa-se o amplo desenvolvimento das conexões entre consumo compensatório, consumo mimético e a massificação da "financeirização" dos setores populares, voltada para a gratificação imediata. Simultaneamente, evidencia-se o aumento contínuo da coexistência de trabalho precário, informalidade, novas tecnologias e mudanças na gestão do trabalho, juntamente com a constante intensificação das conexões entre ocupações precárias do espaço, pobreza e a massificação de programas sociais. Para além das diferentes conceitualizações que podem ser atribuídas a cada tipo de intervenção, estas têm se mostrado eficazes na gestão das sensibilidades daqueles que só podem ser "assistidos", como práticas estatais que performam a esfera social com a capacidade de construir a sociabilidade.

Em direta conexão com o estado atual tanto dos vetores de estruturação social quanto dos nós da política das sensibilidades, surge um conjunto de desafios para a compreensão e explicação da sociedade, para a justificativa desse conhecimento e para a intervenção no social, os quais consolidam e tensionam as conjecturas aqui utilizadas:

 

1) O cérebro, os nutrientes, os desreguladores endócrinos, a nanogestão e a gestão genômica da vida são os aspectos centrais das condições materiais da vida no século XXI; os modos sociais de produzir, concentrar e reproduzir poder sobre e a partir desses aspectos exigem investigações críticas sistemáticas.

2) As formas sociais de imediatismo implicam superfícies específicas onde as condições de experiências particulares são tomadas como certas e as sociabilidades são presumidas.

3) As condições de produtividade e a mercantilização das sensações convergem numa "pré-origem" comum que se elabora no "uso do corpo" para se relacionar com instrumentos/máquinas/dispositivos.

5) As formas sociais de conexão com o mundo migraram para nossas mãos, dedos e pontas dos dedos, principalmente por meio de dispositivos de comunicação. Assim, nosso cotidiano está repleto de celulares, cartões de crédito, cartões de transporte, fogões, micro-ondas e outros itens, que se tornaram onipresentes em todas as classes sociais, gêneros, etnias e faixas etárias.

4) Sociedades que paradoxalmente se tornam espetaculares e ao mesmo tempo se concentram no indivíduo, que se entusiasmam "com tudo", mas se limitam àqueles mais próximos, são sociedades que redefinem a política do toque, as condições das normas/regras de tocar, ser tocado e ser tocado.

6) Todas as políticas sensoriais são atividades voltadas para a resolução de situações (sensu Thomas), para o sucesso na apresentação social da pessoa (sensu Goffman) e para o desenvolvimento de conhecimento prontamente disponível (sensu Schütz) que os sujeitos utilizam no mundo da vida e a partir dele. É nesse contexto que o tato se torna relevante.

7) Milhões de pessoas em trânsito: deslocamentos, expulsões, exílios, fomes e miséria criam um mapa global complexo onde a pobreza, a dependência e o autoritarismo se espalham pelo mundo, redefinindo paisagens e horizontes.

8) Milhões de pessoas em jornadas: buscas, explorações, investigações, rotas e viagens que criam mapas de proximidade/distâncias, de diferenças/desigualdades, de deficiências/habilidades que implicam modificações nas representações do mundo dos corpos/emoções no início do século.

9) Transições e jornadas que colorem áreas de bifurcações onde o ser/existir no mundo social implica novas modalidades de corpos/emoções. Bifurcações (no sentido de Arnold), singularidades e “morfogênese” renovada onde o trauma, a tristeza e o sofrimento se tornam “contexto estrutural” para as sensibilidades reestruturadas.

 

Hoje vivemos em sociedades normalizadas pela busca da gratificação imediata através do consumo. Testemunhamos uma reestruturação constante da economia política da moralidade por meio do prazer. Crédito ao consumidor, subsídios ao consumidor e incentivos “oficiais” ao consumo se intercruzam e se sobrepõem ao estado consolidado e em constante desenvolvimento do capitalismo, em sua contradição inerente entre predação e consumo. Assim, as sociedades são produzidas e reproduzidas em torno de um conjunto de sensibilidades cujo contexto de desenvolvimento é o esforço contínuo para “continuar consumindo”.

Nessas sociedades, as jornadas e transições inerentes à sua precariedade, incerteza e variabilidade levam a bifurcações, exigindo novas epistemologias do cotidiano que inscrevam, nas práticas cognitivo-afetivas dos indivíduos, instâncias de certeza e um reexame da verdade. Surgem intervenções que buscam mitigar essas situações e colocam o indivíduo em posição de dependência. A sociedade do século XXI deve refletir se isso continua sendo uma forma de diluir situações conflituosas ou simplesmente a nova questão social: milhões de indivíduos que são consumidores, pobres e dependentes de auxílio.

AGUILAR, P. (2010) “Discurso de desenvolvimento e políticas sociais: desafios à teoria e debates contemporâneos”. Revista do Subaltern-Popular Workshop, um grupo de pesquisa multicampi da Universidade da Califórnia, Santa Bárbara.

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ÁLVAREZ LEGUIZAMÓN, S. (2011) “Governamentalidade neoliberal e focopolítica na América Latina: programas de transferência de renda condicionada e políticas de coesão social com os pobres”. In: Barba Solano, C. e Cohen, N. (coord.) Perspectivas críticas sobre coesão social. Desigualdade e tentativas frustradas de integração social na América Latina. Buenos Aires: CLACSO-CROP, pp. 251-284.

BARRIENTOS, A. & DEJONG, J. (2004) Pobreza infantil e transferências monetárias. Relatório CHIP nº 4, publicado pelo Childhood Poverty Research and Policy Center (CHIP), Londres.
________________________ (2006) Reduzindo a pobreza infantil com transferências de dinheiro: uma certeza? Development Policy Review, 24 (5), pp. 537-552.

CECCHINI, S. e ATUESTA, B. (2017) Programas de transferência condicionada de renda na América Latina e no Caribe. Cobertura e tendências de investimento. Série: Políticas Sociais nº 224. Santiago, Chile: Nações Unidas/CEPAL.

CEPAL (2009) Panorama Social da América Latina 2008. ISBN: 9789213232163. Disponível em: https://www.cepal.org/es/publicaciones/1229-panorama-social-america-latina-2008

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https://www.cepal.org/es/publicaciones/44395-panorama-social-america-latina-2018

De Sena, A. (2016) Da renda universal às transferências condicionais de renda, caminhos sinuosos. Buenos Aires: ESEditora.

GRASSI, E. (2003) “Políticas de assistência focadas no desemprego e na pobreza”. In Políticas e problemas sociais na sociedade neoliberal. A outra década infame (I). Buenos Aires: Espacio Editorial, pp. 221-302.

LO VUOLO, RM, & BARBEITO, AC (1993). A nova escuridão da política social: do Estado populista ao neoconservador. Minho e Dávila.

MARTÍNEZ FRANZONI, J. (2005) “Regimes de bem-estar na América Latina: Considerações gerais e itinerários regionais. Revista Centro-Americana de Ciências Sociais N 2, Vol. II, pp. 41-77.

MURILLO, S. (2008) “Produção da pobreza e construção da subjetividade” In Produção da pobreza e desigualdade na América Latina. Bogotá: Siglo del Hombre, CLACSO, pp. 41-78
PERELMITER, L. (2011) “Saber como ajudar: técnica, política e sentimentos na assistência estatal. Argentina (2003-2008)”. In Morresi S. (Org.) Saber o que se faz. Especialistas e política na Argentina. Buenos Aires: Prometeo Libros, pp. 135-170.

TABOR, SR (2002) “Assistência aos pobres com dinheiro: concepção e implementação de programas de transferência social”. Documento de discussão sobre proteção social 0223, Série de Introdução à Rede de Segurança Social. Washington, DC: Banco Mundial.
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

A América Latina e o Caribe são moldados por uma constante reestruturação da economia política da moralidade, através da normalização da gratificação imediata via consumo. Para caracterizar adequadamente o "estado" dessas sociedades, é necessário esclarecer a experiência da gratificação imediata como o eixo central através do qual ocorrem as elaborações das possíveis normalizações. A centralidade operativa das conexões entre consumo, gratificação e normalização torna-se fundamental para a compreensão da economia política da moralidade na atualidade. A gratificação imediata é o mecanismo pelo qual se atualizam as diversas e múltiplas formas de gerar substitutos, compensações e satisfação através do consumo, servindo como um mecanismo para a redução de ansiedades.

As conexões entre consumo, prazer e objetos assumem a estrutura processual dos vícios: existe um objeto que libera momentos de contenção/adaptação a um estado específico de sensibilidade com tal poder/capacidade que sua ausência exige sua imediata substituição/reprodução. Sem esses objetos, ocorre uma ruptura nas estruturas emocionais indeterminadas, de modo que se experimenta uma falta; uma experiência que induz/produz a necessidade de um novo e imediato consumo do objeto em questão. Assim, o prazer pode ser compreendido como o resultado complexo e contingente vivenciado como um parêntese do "aqui e agora", como uma continuidade no tempo, e que produz um estado de distanciamento subjetivo.

Por sua vez, a política das sensibilidades é entendida como o conjunto de práticas sociais cognitivo-afetivas voltadas para a produção, gestão e reprodução de horizontes de ação, disposição e cognição. Nesse sentido, pode-se compreender como a normalização do social é tanto consequência quanto geradora da repetição, ao longo do tempo, dos mecanismos de tolerabilidade social e dos dispositivos de regulação das sensações, que regulam expectativas e promovem a evitação de conflitos. Os primeiros incorporam as práticas de supressão de conflitos e antagonismos que contribuem para que a vida seja vivida como um perpétuo "sempre será assim". Os últimos normalizam a tensão entre sentidos, percepções e sensações que estruturam as formas individuais e coletivas de apreciar e ser apreciado no mundo.

A pobreza tem sido uma das formas pelas quais as expressões da questão social ganharam relevância nas sociedades contemporâneas. Por sua vez, os processos de estruturação social sob o capitalismo acarretaram sensibilidades particulares ligadas às condições de produção e reprodução da vida para populações em circunstâncias específicas. Nesse sentido, as condições materiais de existência das populações foram afetadas pelos processos de estruturação capitalista, que se tornaram práticas e sensibilidades no contexto da formação do cotidiano dos indivíduos.

Os regimes de acumulação envolvem não apenas a produção, distribuição e consumo de bens, mas também a regulação do comportamento individual. Nesse sentido, a política dos corpos e das emoções é fundamental para a compreensão do papel das políticas sociais dentro de um regime que persiste apesar de, e até mesmo desde o início, gerar condições de pobreza e exclusão. As políticas e sensibilidades sociais constituem um aspecto central do modo de regulação social e política (NEFFA, 2006). Assim, o que parece residir na intimidade subjetiva dos atores, como as sensibilidades, possui forte correlação com normas sociais, costumes, tradições institucionais e assim por diante.

Sob a perspectiva sociológica das políticas sociais, argumenta-se que estas "moldam a sociedade", uma vez que se posicionam como intervenções estatais voltadas para a produção e reprodução das condições de vida de diferentes setores da sociedade. Assim, embora sejam produtos de processos de estruturação social, elas constroem novas realidades, transmitindo "cosmovisões" específicas que moldam a forma como indivíduos e grupos pressupõem seu modo de existência, tempo, espaço e relações com a realidade. Pesquisas têm demonstrado que as políticas sociais impactam corpos e emoções, influenciando as maneiras pelas quais as vidas de suas populações-alvo são produzidas e reproduzidas (De Sena, 2014; Cena, 2015; De Sena, 2016). Além disso, pesquisas recentes indicam que as transferências proporcionadas por programas sociais são utilizadas principalmente para o consumo: seja para quitar dívidas antigas ou para a compra imediata de bens e serviços. Isso empodera os beneficiários, permitindo que se posicionem como consumidores, impactando diretamente suas sensibilidades e o processo de estruturação das relações sociais.

A dimensão que se cristaliza nas políticas sociais como construtoras de sensibilidades específicas entrelaça, entre outras coisas, as tensões entre pobreza, intervenção estatal e gestão de conflitos sociais. Essas dimensões produzem modificações nas geometrias dos corpos e nas gramáticas das ações que constituem a política dos corpos e a política das emoções, que se apresentam como nós centrais da política das sensibilidades em transformação. Entendemos que as políticas sociais, ao atuarem sobre as condições materiais e simbólicas da vida, constroem e moldam subjetividades e sensibilidades; isto é, criam sociedade ou sociedades. Estas constituem formas de intervenção estatal que, devido ao seu lugar nos processos de estruturação social, são ambíguas; expressam, definem e instituem a questão social; possuem um potencial normativo, não apenas por padronizarem e normalizarem um problema social e aqueles que o encarnam, mas também por serem potencialmente suscetíveis de serem posicionadas como direitos reconhecidos pelo governo.

A análise das políticas sociais permite compreender como se aborda a transformação das condições de produção e as possibilidades de reprodução das populações; ou seja, a relação entre acumulação de capital e consumo. É nesse contexto que as conexões entre compensação sistêmica e políticas públicas emergem como de suma importância (Halperín Weisburd, 2008).

Está amplamente documentado que esses sistemas regulam os níveis de acumulação de capital e os níveis de produção/reprodução das populações incluídas ou excluídas do mercado de trabalho, regulando, assim, os níveis de conflito social. Por um lado, estabelecem os limites e as possibilidades da reprodução ampliada da vida (Grassi, 2003; Danani, 2004 e 2005b; e Andrenacci e Soldano, 2006); por outro lado, permitem a reprodução do regime de acumulação capitalista, sendo parte nodal do modo de regulação social e política (Titmuss, 1974; Esping-Andersen, 1993; Adelantado, Noguera e Rambla, 2000; Greffe, 1975; Corvalán, 1994; Bickel, 2009; e Yazbek, 2000). Assim, a funcionalidade das políticas sociais consiste não apenas em seu caráter compensatório, mas também em sua funcionalidade sistêmica (Offe, 1990; Gough, 2003; Halperin Weisburd, 2008).

Assim, essas relações são tomadas como fundamento da relevância teórica para os desafios que o contexto social ligado às sensibilidades, subjetividades e pobreza nos impõe, expressos como as dimensões centrais dos processos estruturantes supracitados que influenciam a política das sensibilidades em contextos de sociedades normalizadas pelo gozo imediato através do consumo.

ADELANTADO, J., NOGUERA, J. e RAMBLA, X. (2000) “O Quadro de Análise: as relações complexas entre a estrutura social e as políticas sociais”. In Adelantado, J. (Org.) Mudanças no Estado de Bem-Estar Social. Políticas Sociais e Desigualdades na Espanha. Barcelona: Editorial Icaria, pp. 23-62.

ANDRENACCI, L. e SOLDANO, D. (2006) “Uma abordagem às teorias de política social baseada no caso argentino”. In Andrenacci, L. (org.). Problemas de política social na Argentina contemporânea. Buenos Aires: Editorial Prometeo, Universidade Nacional de General Sarmiento, pp. 17-79.

BICKEL, JF (2009) Introdução à análise das políticas sociais Tema 1: Qu'est-ce que les politiques sociales? Universidade de Friburgo.

BOYER, R., & SAILLARD, Y. (Eds.). (1996). Teoria da regulação: estado do conhecimento. Buenos Aires: Associação Trabalho e Sociedade.

CENA, RB (2015) “Políticas sociais, corpos e emoções no início do século XIX na Argentina. Convergencia, 22(69), pp. 213-232.

CORVALÁN, J. (1994) Os paradigmas do social e as concepções de intervenção na sociedade. CIDE. Documentos nº 4, Santiago, Chile.

DANANI, C. (2004) “O pino na cadeira: significados, projetos e alternativas no debate sobre políticas sociais e economia social. Introdução”, em Política social e economia do trabalho. Buenos Aires: UNGS/OSDE/Altamira, pp. 9-38.
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_________ (2005b) “Trabalho e reconhecimento de necessidades: duas condições de uma abordagem orientada para a equidade.” Em VVAA Integração, equidade e desenvolvimento, FLACSO. pp. 177-190

DE SENA, A. (2014). Políticas que se tornam carne e o social se torna emoção: leituras sociológicas de políticas sociais. Buenos Aires: ESEditora.
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ESPING-ANDERSEN, G. (1993) Os três mundos do Estado de bem-estar social. Valência: Edicions Alfons El Magnanim.

GOUGH, I. (2003) Capital global, necessidades básicas e políticas sociais: ensaios selecionados, 1994-99 [traduzido do inglês por Valeria Duran e Hernan Seiguer]. Mino y Davila.

GRASSI, E. (2003) “Políticas de assistência focadas no desemprego e na pobreza”. In Políticas e problemas sociais na sociedade neoliberal. A outra década infame (I). Buenos Aires: Espacio Editorial, pp. 221-302.

GREFFE, X. (1975) La politique sociale: étude critique. Vol. 55. Presses universitaires de France, França.

HALPERIN WEISBURD, L. (2008). Políticas sociais na Argentina. Caderno CEPED 10. Buenos Aires.

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TITMUSS, R. (1974) “O que é política social?” Em: Estados de bem-estar social: construção, desconstrução, reconstrução I, pp. 138-147.

YAZBEK, M. (2000) “Políticas sociais e de bem-estar: estratégias contraditórias de gestão estatal da pobreza das classes subalternas”. In Borgianni, E. e Montaño, C. (orgs.). Política social hoje. San Pablo: Cortez Editora, pp.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
* Identificar os principais desenvolvimentos teóricos e metodológicos para a análise de sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Estudar comparativamente a relação entre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Produzir uma compilação anual das pesquisas mais relevantes na América Latina e no Caribe sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Reunião anual para planejamento, gestão de fundos e definição de linhas de pesquisa sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, levando em consideração os diferentes temas abordados pelos membros do GT.
* Análise comparativa de referenciais teóricos e metodológicos para o estudo de sensibilidades, subjetividades e pobreza, utilizados na América Latina e no Caribe.
* Produção de artigos regionais sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* 1 reunião anual do Grupo de Trabalho sobre planejamento, gestão de fundos e coordenação (virtual)
*Linhas de pesquisa do GT sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, definidas.
* Análise comparativa de referenciais teóricos e metodológicos sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, concluída.
* 3 artigos sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, produzidos (um para cada área geográfica: América Central, América do Sul - parte norte e América do Sul - parte sul), sobre pesquisas em andamento realizadas por membros do GT.
* 1 artigo regional resultante de pesquisa comparativa.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
* Divulgar pesquisas relevantes desenvolvidas na América Latina e no Caribe sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Divulgar as principais conclusões da pesquisa teórico-comparativa sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Contribuir para a formação de pesquisadores de pós-graduação e para o intercâmbio com pesquisadores com vasta experiência.
* Compilação e divulgação de artigos em nível regional sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Publicação de um artigo regional sobre as conclusões da pesquisa teórico-comparativa sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Dia anual de pesquisa e intercâmbio com estudantes de graduação e pós-graduação sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza. (Guatemala)
* Encontro acadêmico presencial para compartilhamento de resultados de pesquisa dos membros do Grupo de Trabalho e troca de melhores práticas sobre metodologias alternativas.
* Criação de um blog sobre GT que permita o compartilhamento de atividades, resultados de pesquisas e apresentação de livros pelos membros do grupo relacionados a sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Elaboração de um relatório anual de progresso sobre a implementação do GT.
* Envio de informações à CLACSO sobre o monitoramento das atividades de GT.
* 1 publicação física anual de artigos sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* 1 artigo regional publicado em periódico indexado (digital)
* 3 artigos publicados em revistas indexadas, sobre pesquisas em andamento realizadas por membros do GT.
* Um dia anual de pesquisa e intercâmbio com alunos de graduação e pós-graduação sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, concluído.
* 1 encontro acadêmico presencial para a divulgação dos resultados da pesquisa por membros do GT e troca de boas práticas sobre metodologias alternativas, concluído.
* Blog sobre GT criado e atualizado.
* 1 Relatório anual sobre o progresso na implementação do GT, concluído
* Envio mensal de informações à CLACSO sobre o monitoramento das atividades, concluído.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
*Identificar os principais atores para a troca de experiências sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe (gestores de políticas públicas, organizações da sociedade civil, etc.).
* Promover a troca de experiências sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe com atores-chave dos diferentes setores envolvidos.
* Desenvolvimento de um mapa de intervenções sociais e atores-chave para a troca de experiências sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Definição de uma proposta para realizar um projeto de pesquisa aplicada.
* Mapa de intervenções sociais e principais atores para a troca de experiências sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe, concluído.
*Proposta para a realização de um projeto de pesquisa aplicada, concluída.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
* Contribuir para a formação de pesquisadores de pós-graduação e para o intercâmbio com pesquisadores com vasta experiência.
* Promover a participação dos membros do Grupo de Trabalho nas reuniões da Associação Internacional de Sociologia, da Associação Latino-Americana de Sociologia e da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades.
* Promoção de intercâmbios entre estudantes de pós-graduação e/ou pesquisadores especializados em universidades da América Latina, Europa e China.
* Oficina regional anual para reflexão teórica e epistemológica sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza (rotação por área geográfica: América Central, norte da América do Sul e sul da América do Sul). * Participação dos membros do Grupo de Trabalho nas reuniões anuais da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades (virtuais e presenciais).
*Participação de membros da GT em reuniões da Associação Internacional de Sociologia e da Associação Latino-Americana de Sociologia.
* 1 intercâmbio concluído entre estudantes de pós-graduação e/ou pesquisadores especializados, em universidades da América Latina, Europa e China.
* 1 Oficina regional anual para reflexão teórica e epistemológica sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza. Será realizada virtualmente com a participação presencial de um especialista no tema.
* Encontro anual da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades, com a participação de membros do Grupo de Trabalho
* Duas reuniões da Associação Internacional de Sociologia e da Associação Latino-Americana de Sociologia, com a participação de pelo menos dois membros do Grupo de Trabalho.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
* Estudar comparativamente a relação entre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Produzir uma compilação anual das pesquisas mais relevantes na América Latina e no Caribe sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Reunião anual para planejamento, gestão de fundos e definição de linhas de pesquisa sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, levando em consideração os diferentes temas abordados pelos membros do GT.
* Desenvolvimento de um estudo comparativo para a análise de sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe, vinculado a um projeto de pesquisa aplicada.
* Produção de artigos regionais sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* 1 reunião anual de planejamento, gestão de fundos e coordenação semestral do Grupo de Trabalho (virtual)
*Linhas de pesquisa do GT sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, definidas para o segundo ano.
* 3 artigos sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, produzidos em relação ao estudo comparativo realizado (um para cada área geográfica: América Central, América do Sul - parte norte e América do Sul - parte sul).
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
* Divulgar pesquisas relevantes desenvolvidas na América Latina e no Caribe sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Divulgar as principais conclusões da pesquisa comparativa sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Contribuir para a formação de pesquisadores de pós-graduação e para o intercâmbio com pesquisadores com vasta experiência.
* Compilação e divulgação de artigos em nível regional sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Publicação de três artigos regionais sobre resultados de pesquisas comparativas sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
*Disseminação do conhecimento por meio de meios alternativos de comunicação.
* Encontro acadêmico presencial para compartilhamento de resultados de pesquisa dos membros do Grupo de Trabalho e troca de melhores práticas sobre metodologias alternativas. (Argentina)
* Atualização do blog sobre o GT, que permite a socialização de atividades, resultados de pesquisas e apresentação de livros pelos membros do grupo relacionados a sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Elaboração de um relatório anual de progresso sobre a implementação do GT.
* Envio de informações à CLACSO sobre o monitoramento das atividades de GT.
* 1 publicação física anual de artigos sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* 3 artigos regionais publicados em revistas indexadas, sobre pesquisa comparativa.
* Meios alternativos de comunicação utilizados para a disseminação do conhecimento.
* 1 encontro acadêmico presencial para a divulgação dos resultados da pesquisa por membros do GT e troca de boas práticas sobre metodologias alternativas, concluído.
* Blog atualizado sobre GT.
* Relatório anual sobre o progresso na implementação do GT, concluído
* Envio mensal de informações à CLACSO sobre o monitoramento das atividades, concluído.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
* Promover a troca de experiências sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe com atores-chave dos diferentes setores envolvidos.
* Implementação de um projeto de pesquisa aplicada vinculado a um estudo comparativo para a análise de sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Implementação de um Encontro Criativo Expressivo (ECE) com atores-chave para coletar dados empíricos-exploratórios para pesquisa comparativa.
* Criação de um caderno de exercícios resultante da ECE com as principais partes interessadas.
* Projeto de pesquisa aplicada vinculado a um estudo comparativo para a análise de sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe, iniciado e em execução.
* Reunião criativa e expressiva com as principais partes interessadas, concluída.
*Caderno de atividades resultante da Educação Infantil com as principais partes interessadas, preenchido e impresso.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
* Contribuir para a formação de pesquisadores de pós-graduação e para o intercâmbio com pesquisadores com vasta experiência.
* Promover a participação dos membros do Grupo de Trabalho nas reuniões da Associação Internacional de Sociologia, da Associação Latino-Americana de Sociologia e da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades.

* Promoção de intercâmbios entre estudantes de pós-graduação e/ou pesquisadores especializados em universidades da América Latina, Europa e China.
* Oficina regional anual para reflexão teórica e epistemológica sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza (rotação por área geográfica: América Central, norte da América do Sul e sul da América do Sul). * Participação dos membros do Grupo de Trabalho nas reuniões anuais da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades (virtuais e presenciais).
*Participação de membros da GT em reuniões de associações internacionais de sociologia.
* 1 intercâmbio concluído entre estudantes de pós-graduação e/ou pesquisadores especializados, em universidades da América Latina, Europa e China.
* 1 Oficina anual-regional de reflexão teórico-epistemológica sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza. Será realizada virtualmente com a presença física de um especialista temático (rodízio sub-regional).
* Encontro anual da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades, com a participação de membros do Grupo de Trabalho
* Duas reuniões de associações internacionais de sociologia, com a participação de pelo menos dois membros do Grupo de Trabalho.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
* Estudar comparativamente a relação entre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Produzir uma compilação anual das pesquisas mais relevantes na América Latina e no Caribe sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Reunião anual para planejamento, gestão de fundos e definição de linhas de pesquisa sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, levando em consideração os diferentes temas abordados pelos membros do GT.
* Desenvolvimento de um estudo comparativo para a análise de sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe, vinculado a um projeto de pesquisa aplicada.
* Produção de artigos regionais sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* 1 reunião anual de planejamento, gestão de fundos e coordenação semestral do Grupo de Trabalho (virtual)
*Linhas de pesquisa do GT sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, definidas para o terceiro ano.
* 3 artigos sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, produzidos em relação ao estudo comparativo realizado (um para cada área geográfica: América Central, América do Sul - parte norte e América do Sul - parte sul).
*1 artigo regional resultante de pesquisa comparativa.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
* Divulgar pesquisas relevantes desenvolvidas na América Latina e no Caribe sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Divulgar as principais conclusões da pesquisa comparativa sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Contribuir para a formação de pesquisadores de pós-graduação e para o intercâmbio com pesquisadores com vasta experiência.
* Compilação e divulgação de artigos em nível regional sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Publicação de três artigos regionais sobre resultados de pesquisas comparativas sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
*Disseminação do conhecimento por meio de meios alternativos de comunicação.
* Apresentação de livros/compilações preparados por membros do GT.
* Dia anual de pesquisa e intercâmbio com estudantes de graduação e pós-graduação sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza (rotação de países e sub-regiões).
* Curso de pós-graduação online sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe, ministrado por membros do Grupo de Trabalho.
* Encontro acadêmico presencial para compartilhamento de resultados de pesquisa dos membros do Grupo de Trabalho e troca de melhores práticas sobre metodologias alternativas.
* Atualização do blog sobre o GT, que permite a socialização de atividades, resultados de pesquisas e apresentação de livros pelos membros do grupo relacionados a sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* Elaboração de relatórios anuais de progresso e relatórios finais sobre a implementação do GT
* Envio de informações à CLACSO sobre o monitoramento das atividades de GT.
* 1 publicação física anual de artigos sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza.
* 3 artigos regionais publicados em revistas indexadas, sobre pesquisa comparativa.
* Meios alternativos de comunicação utilizados para a disseminação do conhecimento.
* 1 Curso virtual de pós-graduação sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe, ministrado em sala de aula.
* 1 apresentação de livros/compilações preparadas por membros do GT, concluída.
* Um dia anual de pesquisa e intercâmbio com alunos de graduação e pós-graduação sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza, concluído.
* 1 encontro acadêmico presencial para a divulgação dos resultados da pesquisa por membros do GT e troca de boas práticas sobre metodologias alternativas, concluído.
* Blog atualizado sobre GT.
* Relatório anual de progresso e relatório final sobre a implementação do GT, concluídos.
* Envio mensal de informações à CLACSO sobre o monitoramento das atividades, concluído.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
* Promover a troca de experiências sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe com atores-chave dos diferentes setores envolvidos.
* Promover propostas de políticas públicas baseadas nos resultados de pesquisas comparativas na América Latina e no Caribe.
* Implementação de um projeto de pesquisa aplicada vinculado a um estudo comparativo para a análise de sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe.
* Identificação de ações de políticas públicas com base em resultados de pesquisas comparativas
* Promoção de um fórum aberto para compartilhar os resultados de pesquisas comparativas.
* Projeto de pesquisa aplicada vinculado a um estudo comparativo para a análise de sensibilidades, subjetividades e pobreza na América Latina e no Caribe, concluído.
* Ações de políticas públicas baseadas nos resultados de pesquisas comparativas, identificadas.
* Fórum aberto para compartilhar resultados de pesquisa comparativa, concluído.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
* Contribuir para a formação de pesquisadores de pós-graduação e para o intercâmbio com pesquisadores com vasta experiência.
* Promover a participação dos membros do Grupo de Trabalho nas reuniões da Associação Internacional de Sociologia, da Associação Latino-Americana de Sociologia e da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades.
* Promoção de intercâmbios entre estudantes de pós-graduação e/ou pesquisadores especializados em universidades da América Latina, Europa e China.
* Oficina regional anual para reflexão teórica e epistemológica sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza (rotação por área geográfica: América Central, norte da América do Sul e sul da América do Sul). * Participação dos membros do Grupo de Trabalho nas reuniões anuais da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades (virtuais e presenciais).
*Participação de membros da GT em reuniões da Associação Internacional de Sociologia e da Associação Latino-Americana de Sociologia.
* 1 intercâmbio concluído entre estudantes de pós-graduação e/ou pesquisadores especializados, em universidades da América Latina, Europa e China.
* 1 Oficina anual-regional de reflexão teórico-epistemológica sobre sensibilidades, subjetividades e pobreza. Será realizada virtualmente com a presença física de um especialista temático (rodízio sub-regional).
* Encontro anual da Rede Internacional de Sociologia das Sensibilidades, com a participação de membros do Grupo de Trabalho
* Duas reuniões da Associação Latino-Americana de Sociologia, com a participação de pelo menos dois membros do Grupo de Trabalho.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 24
Angélica De Sena [Coordenador]
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gina Cinthya Cecilia Pérez
Universidade de San Andres
Bolívia
Maria Del Carmen García Aguero
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Paola Andrea Cano Molina
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Adriano Oscar Scribano
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Pedro Matías Lisdero
- Faculdade de Ciências Sociais – Universidade Nacional de Córdoba - Centro de Pesquisa e Estudos sobre Cultura e Sociedades (CONICET)
Argentina
Silvana Maria Bitencourt
Universidade Federal de Mato Grosso
Brasil
Edwin Catacora [Coordenador]
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional do Altiplano
Peru
Ana Lucia Cervio
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Gabriela Vergara

Manuel Rivera
Instituto de Pesquisa Política e Social
Faculdade de Ciências Políticas
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala
Aldana Boragnio
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Lillian Tatiana Paz Lemus
Universidade do Vale da Guatemala
Guatemala
Jantar de Rebecca
FACULDADE DE HUMANIDADES
Universidade Nacional de Rio Cuarto
Argentina
Jeanie Maritza Herrera Nájera [Coordenador]
Instituto de Pesquisa Política e Social
Faculdade de Ciências Políticas
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala
Brenda Araceli Bustos García
INSTITUTO DE PESQUISA SOCIAL
UNIVERSIDADE AUTONOMA DE NOVO LEAO
México
Vitória D'hers
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Andrea Dettano
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Maria Virgínia Jiménez Tuy
Instituto de Pesquisa Política e Social
Faculdade de Ciências Políticas
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala
Eduardo Osiel Martell Hernández
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Javier Enrique Romano Silva
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Mónica Monge Mora
Centro de Pesquisa em Estudos da Mulher
Vice-Reitoria de Pesquisa
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Luís Alberto Herrera Montero
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Adriana Rojas Ugalde
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Costa Rica
Costa Rica




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[impressão]