Área temática: Migração e mobilidade humana
Grupo de trabalhoMigração Sul-Sul
[+ Ver produções e conteúdo]ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Apresentação
A migração é simultaneamente um produto e uma força motriz do sistema capitalista. Desde a década de 1970, a emigração da América Latina e do Caribe tem crescido de forma constante, primeiro para os Estados Unidos e, posteriormente, para o sul da Europa.
No início do século XXI, a Espanha tornou-se o principal destino da migração de países sul-americanos, especialmente Equador, Colômbia, Brasil e, posteriormente, Bolívia e Paraguai. Duas características marcantes dessas migrações foram a alta proporção de migração irregular e a presença de mulheres como primeiro elo nas cadeias migratórias, refletindo o processo de precarização e feminização da força de trabalho em nível global (Sassen 2003). A partir de 2008, as consequências da crise socioeconômica global afetaram principalmente os contextos de emigração, como a Europa, e impactaram desproporcionalmente as populações jovens e imigrantes. A perda de bem-estar das famílias migrantes, juntamente com o endurecimento das políticas e controles migratórios, somou-se à crescente problematização da presença imigrante, gerando mudanças nos projetos e trajetórias da população migrante latino-americana, incluindo o retorno seletivo e escalonado de seus membros e/ou deslocamentos para outros países europeus (Pedone, Echeverri e Gil Araujo 2014).
Diante das atuais transformações políticas, econômicas, sociais e territoriais no sistema migratório transatlântico entre a Europa e a América Latina, países como Argentina, Brasil, México, Chile, Equador, Peru e Colômbia tornaram-se destinos de novos fluxos populacionais. Essas dinâmicas migratórias na América do Sul estão redefinindo novas geografias da mobilidade que respondem a fenômenos globais, gerando rotas cada vez mais complexas, muitas delas organizadas por redes de tráfico de pessoas. Esses novos fluxos não se originam apenas de movimentos populacionais intrarregionais (Colômbia, Venezuela, Cuba, Haiti), mas também de alguns países da Europa, África (Senegal, Nigéria) e Oriente Médio (Síria, Irã, Iraque, Afeganistão, Iêmen e Palestina).
Nos últimos 15 anos, com a ascensão de governos populistas, mudanças foram promovidas na legislação imigratória, onde uma abordagem baseada em direitos permeou diversas novas leis migratórias na América do Sul, como as do Equador, Argentina e Brasil. Isso contrastou fortemente com a persistência de uma abordagem baseada no controle e na restrição na Europa e nos Estados Unidos, destinos tradicionais da migração Sul-Norte. Um ponto de inflexão ocorreu em 2015., A ascensão da direita ao poder por meio de eleições reinstaurou políticas neoliberais que implicam restrições à livre mobilidade humana e alterações punitivas nas leis e regulamentações de imigração. Nesse sentido, as políticas de imigração foram alteradas por meio de decretos presidenciais que restringem o acesso dos migrantes a direitos sociais e políticos e facilitam a expulsão de estrangeiros. Isso é acompanhado por campanhas midiáticas e retórica que reforçam a associação entre migração e crime (Pedone e Mallimaci 2019).
No atual cenário migratório da América do Sul, nos últimos anos, a maioria dos membros do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul tem analisado essas novas dinâmicas migratórias que refletem as transformações populacionais, socioeconômicas, políticas e territoriais. Entre elas, destacam-se as ligadas à migração circular e à migração de retorno, às chamadas migrações qualificadas e aos novos corredores migratórios, alguns dos quais são produtos de deslocamentos forçados. A crise econômica no Brasil permitiu observar a migração circular e a reemigração da população haitiana na América do Sul (Feldman-Bianco e Cavalcanti 2018); mudanças na direção dos fluxos migratórios evidenciaram o problema da migração qualificada na região, muitos desses deslocamentos ligados a políticas públicas de repatriação e atração de pessoal altamente qualificado (Pedone e Alfaro 2018). A migração familiar ao longo dos corredores migratórios ocidental e oriental revela estratégias e trajetórias migratórias complexas, bem como novas formas de organização familiar que colocam crianças e jovens migrantes em primeiro plano, particularmente nas áreas de fronteira entre Chile e Peru (Pávez e Galaz 2018). Da mesma forma, a região tem vivenciado uma situação complexa há aproximadamente uma década em termos de fluxos migratórios e do número de pessoas que necessitam de proteção internacional, buscando refúgio de diversas situações de violência generalizada, conflitos internos, violações massivas de direitos humanos e graves perturbações da ordem pública (Echeverri, 2016; Gómez Martín, 2016). Por fim, é importante destacar a crescente relevância da migração venezuelana em nossa região, transformando países que historicamente foram fontes de migração, como Peru, Bolívia e Paraguai, em países receptores. Países receptores, como Argentina, Colômbia e Brasil, também desenvolveram políticas e disposições especiais (Blouin, 2019; Gandini, Lozano e Prieto, no prelo).
Dadas as mudanças políticas e econômicas em curso em alguns dos países mencionados, também é importante questionar como as visões e ações dos novos governos afetarão o rumo dos fluxos migratórios, bem como a vida, o trabalho e os direitos das populações migrantes.
Castles, S. e Miller, M. (2004) A Era da Migração. Movimentos Populacionais Internacionais no Mundo Moderno. Cidade do México: Universidade Autônoma de Zacatecas e Câmara dos Deputados.
Echeverri, M. (2016) Alteridade racializada na migração forçada de afro-colombianos para Antofagasta – Chile. Revista Nómadas 45, 91-103.
Feldman-Bianco, B. e Cavalcanti, L. (2017) (Coord.) Monografia. Imigração Haitiana no Brasil: Estado da Arte, PERIPLOS. Revista de Pesquisa em Migração, Vol. 1, nº 1. Universidade de Brasília - GT CLACSO Migração Sul-Sul. http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/issue/view/646/x
Pávez, I. e Galaz, C. (2018) Filhas e filhos de migrantes no Chile: direitos sob a perspectiva da inclusão social. Diálogo Andino. N° 57, 69-82
Gandini, L.; Lozano, F. e Prieto, V. Crise e migração da população venezuelana. Entre a vulnerabilidade e a segurança jurídica nas cidades latino-americanas. Cidade do México: UNAM. (no prelo)
Gómez Martín, (2016).). “Por que falamos de uma crise global de refugiados?”. Andinamigrante, nº 20.
Pedone, C.; Mallimacci, A. (2019), “Trajetórias laborais da população venezuelana na Cidade Autônoma de Buenos Aires” (129-148). In: Blouin, C. (Coord.) Depois da chegada. Realidades da migração venezuelana. Lima: THEMIS.
Pedone, C. e Alfaro, Y. (2018) Migração qualificada na América Latina: uma revisão das abordagens teóricas e metodológicas e seus desafios, PERIPLOS. Revista de Pesquisa sobre Migração, Vol. 2, pp. 3-18, Universidade de Brasília- GT CLACSO Migração Sul-Sul. http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/article/view/21223
Pedone, C.; Echeverri, MM; Gil Araujo, S. (2014) “Entre duas margens. Mudanças nas formas de organização das famílias migrantes latino-americanas na Espanha em tempos de crise global” (109-138). In Zavala Castelo, ME e Rosee, V. (orgs.) Gênero em movimento. Famílias e migrações. México: Colegio de México.
Sassen, S. (2003) Contra-geografias da globalização. Gênero e cidadania em circuitos transfronteiriços, Madrid: Traficantes de Sueños.
Justificação
As análises sobre migração e políticas migratórias frequentemente consideram a existência de Estados-nação como um fato dado e natural (Torpey 2000) e tipicamente concentram seus estudos nas sociedades de destino. Analisar os processos migratórios a partir da perspectiva da sociedade de destino é fundamental. perspectiva transnacional No entanto, isso implica reconhecer a existência de diversos tipos de relações sociais que cruzam fronteiras, conectam contextos de origem e destino e constroem relações interpessoais. campos sociais transnacionais (Levitt e Glick Schiller 2004) que situam as práticas sociais em vários lugares ao mesmo tempo e transcendem os limites do Estado-nação e sua suposição como uma unidade privilegiada de análise.
No entanto, o contexto específico em que estão ocorrendo reconfiguração dos fluxos migratórios na América do SulIsso evidencia as limitações inerentes à noção de origem-destino (Álvarez Velazco 2011). As trajetórias migratórias da população migrante nos corredores migratórios ocidentais e orientais demonstram a emergência de novas territorialidades e a simultaneidade de processos, estratégias e práticas multissituadas.
Consideramos também que a perspectiva do interseccionalidade Possui potencial explicativo, pois abre a análise para a rede de diferenças que emergem ao se considerar as dimensões de raça/etnia/nacionalidade, classe e gênero nos níveis macro, meso e micro. Dessa forma, a interseccionalidade se concentra em articulações múltiplas e simultâneas a fim de encontrar pontos de convergência em um dado tempo e espaço (Anthias 2006).
Com relação às relações entre os processos de integração regional, os sentidos e funções atribuídos ao fronteiras nacionais E à medida que surgem mudanças nas políticas destinadas a regular a migração, certos regimes de práticas emergem, operando e se transformando, a fim de demonstrar que formas atuais de pensar e intervir (ou seja, governar) as migrações São produto de uma história que precisa ser reconstruída. Explorar as premissas e os objetivos teóricos que alimentam as formas atuais de ver (e dividir) fronteiras e migrações na América do Sul implica considerar as políticas públicas, e especialmente as políticas migratórias, como ferramentas para classificar populações (Thayer 2017).
Esses três eixos teóricos e metodológicos nortearam as discussões e pesquisas iniciais do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul, a partir de uma perspectiva interdisciplinar sobre as novas transformações da migração na América do Sul. Nosso principal objetivo foi realizar o projeto editorial. PERIPLOS: Revista de Pesquisa sobre Migração Lançada em 2017, a revista visa fomentar a reflexão e o debate na esfera regional no campo dos estudos de migração internacional e interna. Promove a publicação de pesquisas a partir de uma perspectiva crítica, considerando os fluxos migratórios Sul-Norte, Sul-Sul e Norte-Sul. Nesse sentido, a produção do Grupo de Trabalho tem apresentado avanços teóricos e metodológicos significativos nas seguintes áreas: a) migração haitiana na América do Sul, com foco em sua circularidade e reemigração para outros países da região após a crise econômica brasileira[2]; b) migração intrarregional qualificada a partir de uma perspectiva comparativa, transnacional e interseccional, e sua conexão com as políticas públicas de repatriação e atração de pessoal altamente qualificado[3]; c) migração indígena, um tema negligenciado no campo dos estudos de migração internacional, investigada sob a ótica das fronteiras internacionais na América do Sul[4]; c) os debates, práticas e regulamentações na América do Sul referentes às políticas de migração e controle populacional no século XX[5] e d) a situação complexa das pessoas que necessitam de proteção internacional na América Latina, investigando as contradições e tensões entre o direito internacional e a soberania estatal[6].
Além disso, as conclusões das pesquisas de alguns membros do Grupo de Trabalho exploraram mais a fundo a relação entre os novos fluxos migratórios na região e as políticas públicas de controle de fronteiras, educação, saúde, trabalho e infância no contexto da integração regional. Essas análises destacaram como as visões e ações dos novos governos influenciam a direção dos fluxos migratórios, bem como a vida, o trabalho e os direitos das populações migrantes.
De abril a outubro de 2018, a Rede Temática sobre Mobilidades e Migrações (Migrare), da UNAM, México, coordenou o projeto. Crise e migração da população venezuelana: entre vulnerabilidade e segurança jurídica nas cidades latino-americanasonde participaram membros do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul. Este trabalho conjunto consolidou as abordagens teóricas e metodológicas do Grupo de Trabalho, bem como os vínculos profissionais e interinstitucionais que nos permitiram incorporar duas equipes nacionais do Paraguai e do Peru.
Neste novo período de três anos, o Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul propõe atividades para a produção de conhecimento; formação em investigação e divulgação da produção científica:
a) Na reconfiguração dos fluxos migratórios inter-regionais, analise: as políticas migratórias e seu impacto sobre a população migrante; a organização familiar nas trajetórias e estratégias da população migrante na América do Sul; o papel das organizações internacionais e a politização de experiências migratórias como a venezuelana; e as trajetórias laborais e jurídicas da população migrante a partir de perspectivas transnacionais e interseccionais.
b) Ênfase especial na formação pré e pós-doutoral de estudantes e jovens pesquisadores. Nesse sentido, os pesquisadores pós-doutorais serão responsáveis por organizar atividades de formação e divulgar projetos de pesquisa em estágio inicial, a fim de promover o desenvolvimento de componentes teóricos e metodológicos para teses de doutorado e proporcionar um espaço para a apresentação de pesquisas concluídas que estimule o debate e a disseminação de resultados.
c) Dar continuidade à publicação da PERIPLOS, Revista de Pesquisa sobre Migração. Estão previstas três monografias entre o final de 2019 e o final de 2020: Sistema Internacional de Proteção na América Latina; Migração, Juventude e Educação; Corredores Migratórios na América Latina.
d) Reforçar os laços com as organizações sociais de migrantes e com aquelas que trabalham com populações migrantes e contribuir para a elaboração de políticas públicas sobre migração na região.
[1] Projeto editorial com apoio logístico e financeiro da Universidade de Brasília. http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos
[2]http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/issue/view/646
[3]http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/issue/view/1528
[4]http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/issue/view/1527
[5]http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/announcement/view/61
[6]http://periodicos.unb.br/index.php/obmigra_periplos/announcement/view/142
Anthias, F. (2006) “Gênero, etnia, classe e migração: interseccionalidade e pertencimento translocalizacional” (49-68). In P. Rodríguez, (org.), Feminismos periféricos. Granada: Editorial Alhulia.
Levitt, P. e Glick Schiller, N. (2004) “Perspectivas internacionais sobre migração: conceitualizando a simultaneidade”, Migrações e Desenvolvimento 3.
Thayer, E. (2017) Situação jurídica precária e condicionalidade no acesso aos direitos: uma abordagem à regulação da migração na Argentina e no Canadá. Si Somos Americanos. Revista de Estudos Transfronteiriços. 1-43
Torpey, J. (2000) A invenção do passaporte. Vigilância, cidadania e o Estado. Cambridge: Cambridge University Press.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Produzir análises comparativas a partir de uma perspectiva transnacional e interseccional.
Discussão sobre os editais de submissão de monografias da PERIPLOS.
Organize o calendário da revista para 2020.
Coordenação da edição da revista PERIPLOS sobre Proteção Internacional na América Latina, final de 2019 (Equipe Equador).
Coordenação da edição da revista PERIPLOS sobre Corredores Migratórios na América Latina, 2020 (Equipes da Argentina e do Equador).
Desenvolver projetos de pesquisa conjuntos em torno dos eixos temáticos detalhados no ponto 3 da apresentação.
Desenvolvo pesquisas na fronteira norte do Equador com populações afro-equatorianas deslocadas internamente e colombianas deslocadas internacionalmente.
Sistematização da experiência da implementação da Comissão para o
Esclarecimento da Verdade, Coexistência.
Divulgar e capacitar outros pesquisadores de GT no uso de dados derivados do recente levantamento etnográfico sobre imigração realizado entre as comunidades peruana, cubana, dominicana e venezuelana em Montevidéu (2018).
Consolidar o Grupo de Pesquisa Transnacional em torno do estudo da migração venezuelana na América do Sul.
Publicação semestral do PERIPLOS. Revista de Pesquisa sobre Migração. Universidade de Brasília-GT CLACSO Migração Sul-Sul.
Pesquisa teórica sobre os conceitos de migração Sul-Sul e transnacionalidade no âmbito de acordos regionais, liderada pela equipe brasileira.
Estudos sobre crianças e adolescentes migrantes no Chile, Paraguai e Brasil.
Pesquisa comparativa sobre políticas para refugiados e as condições socioeconômicas da população refugiada, especialmente a migração forçada de colombianos para a Argentina, Brasil, Chile e Equador.
Desenvolver pesquisa sobre a migração de bolivianos para o Chile com uma perspectiva de gênero e geracional.
Atualização do perfil migratório no Paraguai em relação aos fluxos predominantes (provenientes da Argentina e do Brasil, com base em pesquisas domiciliares).
Aprofundar o conhecimento sobre os processos de estratificação por origem nacional no exercício dos direitos sociais dos imigrantes em contextos de migração Sul-Sul, por meio do estudo comparativo dos níveis de inclusão social de imigrantes cubanos, dominicanos, peruanos e venezuelanos em Montevidéu.
Desenvolver pesquisas sobre mudanças e tendências recentes nas políticas de controle migratório em níveis global, regional e nacional que impactam os movimentos populacionais nos países da América do Sul.
Desenvolvimento de pesquisa sobre as relações entre ação coletiva e migrações regionais na Argentina.
Aprofundar os estudos sobre migração qualificada e políticas públicas para atrair e repatriar pessoal altamente qualificado.
Avançar na medição crítica do fluxo migratório venezuelano através da comparação de estimativas demográficas, registros administrativos de residência e dados derivados de rastros digitais (rastros digitais, desenvolvedores do Facebook, tendências do Google).
Atualização do perfil da imigração no Paraguai em relação aos fluxos emergentes do Uruguai e da Venezuela, com base em registros administrativos.
Compreender criticamente as estratégias, trajetórias e novos arranjos familiares do fluxo migratório venezuelano na Argentina.
Aprofundar o conhecimento sobre a migração venezuelana por meio de estudos comparativos entre Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Peru e Uruguai.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Seminários de treinamento conduzidos por jovens pesquisadores do GT
Divulgação de atividades por meio de redes.
Painel II: “Novas configurações migratórias na América do Sul: Ação coletiva, refúgio e retorno”. ALAS, Lima, 2019.
Apresentação da PERIPLOS. Revista de Pesquisa sobre Migração, pela Equipe Editorial: Carolina Rosas, Claudia Pedone e Leonardo Cavalcanti
Apresentação do livro: Depois da Chegada. Realidades da Migração Venezuelana, ALAS, Lima, 2019, por Cécile Blouin e Claudia Pedone.
Apresentação do livro Crise e migração da população venezuelana: entre a falta de proteção e a segurança jurídica na América Latina, ALAS, Lima, 2019, de autoria de Victoria Prieto, Cécile Blouin e Claudia Pedone.
Apresentação do livro: Sociedades em Movimento, de Márcio de Oliveira, Universidade Federal do Paraná, primeiro semestre de 2020.
Seminário Regional sobre Migração Internacional na América do Sul: Vulnerabilidades e Desafios para a Integração, Quito, Equador, 2019.
Mesa-redonda sobre vítimas no exterior. Conferência sobre Justiça de Transição, Paz e Reconciliação na Colômbia, Quito, Equador, 2019.
Cátedra Internacional Ignacio Martín Baró. 2020. Bogotá. Pontifícia Universidade Javeriana.
III Seminário Internacional sobre Migração Qualificada na América Latina: desafios teóricos e metodológicos, e Apresentação da Monografia sobre Migração Qualificada, PERIPLOS, março de 2020, Buenos Aires.
Seminário sobre possibilidades de inclusão de crianças migrantes no Chile. Segundo semestre de 2020.
Seminário sobre Gênero e Migração organizado pela equipe da Argentina, Instituto Interdisciplinar de Estudos de Gênero (UBA), Buenos Aires-Argentina, outubro de 2020.
Workshop pré-doutoral conduzido por jovens pesquisadores do GT.
Seminário anual organizado e direcionado a jovens pesquisadores, aberto também a pesquisadores externos ao Grupo de Trabalho. Apresentações online (videoconferência) serão realizadas.
Desenvolvimento de um espaço web no Facebook, Twitter e Instagram.
Criação de um espaço para a apresentação de projetos de pesquisa em fase inicial, visando promover o desenvolvimento dos componentes teórico-metodológicos das teses de doutorado.
O seminário anual proporcionará um espaço para discussão entre recém-doutores, mestrandos e doutorandos sobre os resultados de suas pesquisas.
Fortalecer o espaço de formação pós-doutoral do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul.
Promover o debate e o contato entre jovens pesquisadores e pesquisadores experientes.
Divulgação de atividades por meio de redes.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Clínica Jurídica da Pontifícia Universidade Católica do Peru sobre os direitos dos migrantes e refugiados.
Coordenação do Observatório de Migração de Brasília.
Atividades coordenadas com o Movimento de Ação Migratória (MAM) no Chile.
Atividades coordenadas com governos locais e sociedade civil que promovem ações de inclusão social de migrantes no Chile (municípios, SJM, clínicas jurídicas).
Atividades de treinamento com o Ministério das Relações Exteriores do Equador no âmbito de projetos de cooperação com a GIZ alemã e o ACNUR.
Colaboração na reforma dos registros informatizados do Ministério do Trabalho e da Previdência Social do Uruguai para a coleta de informações sociodemográficas sobre migrantes, necessárias para a gestão. Inclui treinamento para funcionários.
Realizar atividades com diversos atores, públicos (nacionais, regionais e locais), coordenar ações com movimentos sociais e ONGs para aumentar a conscientização sobre questões de migração interna, internacional e transnacional.
Atividades com movimentos sociais, organizações da sociedade civil e governos locais, ligadas à defesa e organização de migrantes na Argentina.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecimento das relações com os seguintes grupos e redes especializadas:
- Rede U-Nomads CHILE
- Rede de Gênero, Migração e Desenvolvimento, Grupo ESOMI, Universidade da Corunha, Rede Euro-Americana sobre Migração, Retorno e Circularidade, Grupo GEDIME da Universidade Autônoma de Barcelona.
- Rede MIGRARE, Rede Temática sobre Migração e Mobilidade, Instituto de Pesquisa Jurídica, Universidade Nacional Autônoma do México.
- Rede Latino-Americana de Mobilidades e Migrações Qualificadas (RMMCAL), Universidade de Morelos, Pontifícia Universidade Javeriana, Universidade de Buenos Aires e FLACSO-Equador.
- Rede de Mobilidade da Associação Latino-Americana de População (ALAP).
- Promover a criação de uma rede de pesquisadores sobre migrações internas, internacionais e transnacionais nas 3 principais metrópoles bolivianas por meio das Universidades de La Paz, El Alto, Santa Cruz e Cochabamba.
- Rede IAMIC (Pesquisadores argentinos sobre migrações internacionais contemporâneas)
- Área de Gênero e Migração do IIEGE, Universidade de Buenos Aires
- Grupo de Estudos sobre Migração, Famílias e Políticas Públicas (MIFAPP) IIGG-UBA.
Desenvolvimento de atividades conjuntas e apoio na disseminação dessas atividades por país.
Reunião de discussão e publicação conjunta com pesquisadores espanhóis (Universidade da Corunha). Tema: cuidado e comunidade.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Produzir estudos comparativos a partir de uma perspectiva transnacional e interseccional.
Promover o desenvolvimento de projetos de pesquisa comparativa.
Progresso nos projetos de pesquisa conjunta em torno dos eixos temáticos detalhados no ponto 3 da apresentação.
Divulgação de chamadas para monografias da PERIPLOS.
Avanços no conhecimento sobre a migração venezuelana por meio de estudos comparativos entre Argentina, Paraguai, Peru, Equador, Brasil e Uruguai.
Progresso da pesquisa em relação a uma perspectiva interseccional e a partir de estudos críticos da infância (Chile).
Avanços no conhecimento sobre os conceitos de migração Sul-Sul e transnacionalidade.
Avanços na compreensão da realidade da população refugiada na Argentina, no Brasil e no Chile.
Avanços no conhecimento sobre a realidade das crianças migrantes no Paraná/Brasil.
Progresso das pesquisas na fronteira norte do Equador com populações afro-equatorianas deslocadas internamente e colombianas deslocadas internacionalmente.
Migração forçada da população colombiana para o Chile.
Realizar mais pesquisas sobre venezuelanos no Equador.
Aprofundar o conhecimento sobre os processos de estratificação por origem nacional no exercício dos direitos sociais dos imigrantes em contextos de migração Sul-Sul, por meio do estudo comparativo dos níveis de inclusão social de imigrantes cubanos, dominicanos, peruanos e venezuelanos em Montevidéu.
Para promover a medição crítica dos fluxos migratórios Sul-Sul através da comparação de estimativas demográficas, registros administrativos de residências e dados derivados de rastros digitais (desenvolvedores do Facebook, Google Trends).
Realizar mais pesquisas sobre a migração venezuelana na Bolívia e a migração boliviana no Chile, com o objetivo de gerar influência e conscientização sobre questões migratórias nas políticas públicas.
Avaliação das continuidades e mudanças na emigração paraguaia para a Argentina e a Espanha com base em censos populacionais e pesquisas domiciliares nos países de destino.
Avanços na realização de pesquisas comparativas sobre a relação entre gênero, estudos de cuidado e migração.
Avanços da pesquisa sobre mudanças e tendências recentes nas políticas de controle migratório em níveis global, regional e nacional que impactam os movimentos populacionais nos países da América do Sul.
Avanços nos estudos sobre trajetórias e dinâmicas migratórias nos corredores ocidental e oriental da América do Sul.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Seminários de treinamento conduzidos por jovens pesquisadores do GT
Divulgação de atividades por meio de redes.
Seminário sobre as condições de vida de crianças migrantes no Paraná, Brasil. Segundo semestre de 2020.
Seminário: Reconfiguração dos Fluxos Migratórios na América do Sul. Debates e Desafios Atuais, Faculdade de Ciências Sociais e Políticas, Universidade Nacional de Cuyo, Segundo Semestre de 2020.
Seminário internacional sobre deslocamento forçado na América Latina. Apresentação da monografia PERIPLOS sobre deslocamento forçado. Quito, Equador.
Fim de 2020
Sessão de estudos sobre teses para a Especialização em Migração, Desenvolvimento e Direitos Humanos, conduzida por membros do grupo. Turma de 2019-2020. Primeiro semestre de 2021.
Seminário sobre Interseccionalidade, Gênero e Infância no Chile. Segundo semestre de 2020.
Cátedra Internacional Ignacio Martín Baró. 2021. Bogotá. Pontifícia Universidade Javeriana.
Organização de painéis temáticos em conferências científicas nacionais e internacionais. Práticas sistemáticas de divulgação do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul desde 2016. (Ver Relatório).
Workshop pré-doutoral conduzido por jovens pesquisadores do GT: o desenvolvimento de projetos de pesquisa sobre migrações Sul-Sul.
Seminário anual organizado e direcionado a jovens pesquisadores, aberto também a pesquisadores externos ao Grupo de Trabalho. Apresentações online (videoconferência) serão realizadas.
Desenvolvimento de um site no Facebook, uma conta no Twitter e uma conta no Instagram para a divulgação das atividades.
Criação de um espaço para a apresentação de projetos de pesquisa em fase inicial, visando promover o desenvolvimento dos componentes teórico-metodológicos das teses de doutorado.
Fortalecer o espaço de formação pós-doutoral do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul.
Promover o debate e o contato entre jovens pesquisadores e pesquisadores experientes.
Divulgação de atividades por meio de redes
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
organizações públicas e sociais
Clínica Jurídica da Pontifícia Universidade Católica do Peru sobre os direitos dos migrantes e refugiados.
Atividades de cooperação com associações de migrantes venezuelanos no Equador.
Participação da Comissão para o Esclarecimento da Verdade
No exílio, Colômbia.
Coordenação do Observatório de Migração de Brasília
Atividades coordenadas com o Movimento de Ação Migratória (MAM) no Chile.
Atividades coordenadas com governos locais e organizações da sociedade civil que promovem a inclusão social de migrantes no Paraná, Brasil. Lideradas pelo Programa de Políticas de Migração e Universidades Brasileiras/Universidade Federal do Paraná.
Atividades coordenadas com governos locais e sociedade civil que promovem ações de inclusão social de migrantes no Chile (municípios, SJM, clínicas jurídicas).
Atividades com diversos atores e públicos (nacionais, regionais e locais), em coordenação com movimentos sociais e ações de ONGs para conscientizar sobre a questão da migração interna, internacional e transnacional.
Atividades com movimentos sociais, organizações da sociedade civil e governos locais, ligadas à defesa e organização de migrantes na Argentina.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecimento das relações com os seguintes grupos e redes especializadas:
- Rede U-Nomads Chile.
- Rede de Gênero, Migração e Desenvolvimento, Grupo ESOMI, Universidade da Corunha.
- Rede Euro-Americana sobre Migração, Retorno e Circularidade, Grupo GEDIME da Universidade Autônoma de Barcelona.
- Rede MIGRARE, Rede Temática sobre Migração e Mobilidade, Instituto de Pesquisa Jurídica, Universidade Nacional Autônoma do México.
- Rede Latino-Americana de Mobilidades e Migrações Qualificadas (RMMCAL), Universidade de Morelos, Pontifícia Universidade Javeriana, Universidade de Buenos Aires e FLACSO-Equador.
- Rede de Mobilidade da Associação Latino-Americana de População (ALAP).
- Promover a criação de uma rede de pesquisadores sobre migrações internas, internacionais e transnacionais nas 3 principais metrópoles bolivianas por meio das Universidades de La Paz, El Alto, Santa Cruz e Cochabamba.
- Rede IAMIC (Pesquisadores argentinos sobre migrações internacionais contemporâneas).
- Área de Gênero e Migração do IIEGE, Universidade de Buenos Aires
- Grupo de Estudos sobre Migração, Famílias e Políticas Públicas (MIFAPP) IIGG-UBA.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Promover o desenvolvimento de projetos de pesquisa comparativa.
Produzir estudos comparativos a partir de uma perspectiva transnacional e interseccional.
Uma reunião virtual com a equipe de coordenação de cada país.
Encerramento das investigações conjuntas em torno dos eixos temáticos detalhados no ponto 3 da apresentação.
Promoção da revista PERIPLOS
Organização do Grupo de Trabalho sobre Migração Internacional no Congresso da Sociedade Brasileira de Sociologia, por Márcio de Oliveira e Leonardo Cavalcanti
Organização do Grupo de Trabalho sobre Migrações Latino-Americanas no Congresso da Associação Latino-Americana de Sociologia, liderado por Márcio de Oliveira, Leonardo Cavalcanti e Jesus Diaz (Universidade da República Dominicana)
Organize o calendário da revista.
Avaliar a continuidade e os novos projetos do GT.
Desenvolvimento final da pesquisa sobre migração venezuelana com estudos comparativos entre Argentina, Paraguai, Peru, Equador e Uruguai.
Avaliação da pesquisa em relação a uma perspectiva interseccional e a partir de estudos críticos da infância (Chile).
Desenvolvimento final da pesquisa sobre a fronteira norte do Equador e as migrações venezuelanas no Equador.
Relatório final sobre a sistematização da experiência de implementação da Comissão para o
Esclarecimento da verdade, coexistência e não repetição na Colômbia
Exílio.
Aprofundar o conhecimento sobre os processos de estratificação por origem nacional no exercício dos direitos sociais de imigrantes em contextos de migração Sul-Sul, por meio do estudo comparativo dos níveis de inclusão social de imigrantes cubanos, dominicanos, peruanos e venezuelanos em Montevidéu.
Sistematização e relato da medição crítica do fluxo migratório venezuelano por meio da comparação de estimativas demográficas, registros administrativos de residência e dados derivados de rastros digitais (rastros digitais, desenvolvedores do Facebook, tendências do Google).
Resultados de pesquisa sobre a migração venezuelana na Bolívia e de bolivianos no Chile, com o objetivo de gerar influência e conscientização sobre a questão migratória nas políticas públicas.
Desenvolvimento final da atualização do cenário migratório paraguaio, integrando as linhas de investigação à população imigrante/emigrante.
Relatório sobre os impactos das recentes mudanças e tendências nas políticas de controle migratório nos níveis global, regional e nacional, por meio da análise de casos específicos em países da América do Sul.
Relatório final e compartilhamento de pesquisa comparativa sobre o fluxo migratório venezuelano na América do Sul: Argentina, Brasil, Equador, Peru, Paraguai e Uruguai.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Seminários de treinamento conduzidos por jovens pesquisadores do GT
Divulgação de atividades por meio de redes.
Seminário regional sobre migração e trabalho. Primeiro semestre de 2022.
Cátedra Internacional Ignacio Martín Baró. 2022. Bogotá. Pontifícia Universidade Javeriana.
Seminário sobre Migração, Refúgio e Espaço Urbano organizado pela equipe argentina, a ser realizado no Centro de Pesquisas e Estudos sobre Cultura e Sociedade (CONICET e UNC), em Córdoba, Argentina.
Seminário sobre Novas Territorialidades no Corredor Oeste, organizado pelo grupo de trabalho argentino, a ser realizado na Faculdade de Ciências Políticas e Sociais da Universidade Nacional de Cuyo, Mendoza, Argentina. Segundo semestre de 2022.
Seminário sobre Migração, Refúgio e Espaço Urbano organizado pela equipe argentina, a ser realizado no Centro de Pesquisas e Estudos sobre Cultura e Sociedade (CONICET e UNC), em Córdoba, Argentina.
Organização de painéis temáticos em conferências científicas nacionais e internacionais. Práticas sistemáticas de divulgação do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul desde 2016. (Ver Relatório).
Publicação dos resultados da pesquisa em revistas indexadas, livros, brochuras e promoção de atividades de disseminação do conhecimento por meio de diversas estratégias de divulgação.
Workshop pré-doutoral conduzido por jovens pesquisadores do GT.
Seminário anual organizado e direcionado a jovens pesquisadores, aberto também a pesquisadores externos ao Grupo de Trabalho. Apresentações online (videoconferência) serão realizadas.
Desenvolvimento de um site no Facebook, uma conta no Twitter e uma conta no Instagram para a divulgação das atividades.
Criação de um espaço para a apresentação de projetos de pesquisa em fase inicial, visando promover o desenvolvimento dos componentes teórico-metodológicos das teses de doutorado.
Fortalecer o espaço de formação pós-doutoral do Grupo de Trabalho sobre Migração Sul-Sul.
Promover o debate e o contato entre jovens pesquisadores e pesquisadores experientes.
Divulgação de atividades por meio de redes
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Organizações públicas e sociais.
Clínica Jurídica da Pontifícia Universidade Católica do Peru sobre os direitos dos migrantes e refugiados.
Participação da Comissão para o Esclarecimento da Verdade
No exílio, Colômbia.
Coordenação do Observatório de Migração de Brasília.
Atividades coordenadas com governos locais e organizações da sociedade civil para promover a inclusão social de migrantes no Paraná, Brasil. Lideradas pelo Programa de Políticas de Migração e Universidades Brasileiras/Universidade Federal do Paraná.
Atividades coordenadas com o Movimento de Ação Migratória (MAM) no Chile.
Atividades coordenadas com governos locais e sociedade civil que promovem ações de inclusão social de migrantes no Chile (municípios, SJM, clínicas jurídicas).
Fortalecimento das relações com diversos atores, incluindo o setor público (nacional, regional e local), movimentos sociais e ONGs que atuam em questões de migração interna, internacional e transnacional.
Desenvolver atividades com movimentos sociais, organizações da sociedade civil e governos locais, ligadas à defesa e organização de migrantes na Argentina.
Atividades coordenadas com governos locais e organizações da sociedade civil que promovem a inclusão social de migrantes no Paraná. Lideradas pelo Programa de Políticas Migratórias e Universidades Brasileiras.
Universidade Federal do Paraná
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecimento das relações com os seguintes grupos e redes especializadas:
- Rede U-Nomads Chile.
- Rede de Gênero, Migração e Desenvolvimento, Grupo ESOMI, Universidade da Corunha.
- Rede Euro-Americana sobre Migração, Retorno e Circularidade, Grupo GEDIME da Universidade Autônoma de Barcelona.
- Rede MIGRARE, Rede Temática sobre Migração e Mobilidade, Instituto de Pesquisa Jurídica, Universidade Nacional Autônoma do México.
- Rede Latino-Americana de Mobilidades e Migrações Qualificadas (RMMCAL), Universidade de Morelos, Pontifícia Universidade Javeriana, Universidade de Buenos Aires e FLACSO-Equador.
- Rede de Mobilidade da Associação Latino-Americana de População (ALAP).
- Promover a criação de uma rede de pesquisadores sobre migrações internas, internacionais e transnacionais nas 3 principais metrópoles bolivianas por meio das Universidades de La Paz, El Alto, Santa Cruz e Cochabamba.
- Rede IAMIC (Pesquisadores argentinos sobre migrações internacionais contemporâneas).
- Área de Gênero e Migração do IIEGE, Universidade de Buenos Aires
- Grupo de Estudos sobre Migração, Famílias e Políticas Públicas (MIFAPP) IIGG-UBA.
Número total de pesquisadores admitidos: 48
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Instituto de Justiça e Direitos Humanos
Universidade Nacional de Lanús
Argentina
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Centro de Planejamento e Gestão
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Universidad del Valle
Colômbia
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Pontificia Universidad Javeriana
Colômbia
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais, Universidade da República
Uruguai
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Centro de Estudos Socioeconômicos para o Desenvolvimento com Equidade
Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Centro de Planejamento e Gestão
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
Centro de Planejamento e Gestão
Faculdade de Ciências Econômicas
Universidade Principal de San Simón
Bolívia
CEDEPLAR/Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Universidade Bernardo O'Higgins
Chile
Universidade da República
Uruguai
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia (CONACYT)
Paraguai
Centro de Estudos da Metrópole, USP, Cebrap
Brasil
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Centro de Pesquisa em Ciências Sociais e Juventude
Departamento de Sociologia
Cardeal da Universidade Católica Raúl Silva Henríquez
Chile
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Observatório de Ecologia Política da Venezuela
Venezuela
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Departamento de Sociologia
Universidade Federal do Paraná
Brasil
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Faculdade de Ciências Sociais, Universidade da República
Argentina
ELA - Departamento de Estudos Latino-Americanos
Universidade de Brasília
Brasil
Universidade Autônoma de Barcelona
Espanha
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
[widget id=”custom_html-11″]
[impressão]