Área temática: Política, subjetividades e cidadanias

Grupo de trabalhoTerritorialidades, espiritualidades e corpos

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Territorialidades, espiritualidades e corpos
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Luís Alberto Herrera Montero
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Claudia Luz Piedrahita Echandía
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Para esta chamada de propostas, o Grupo de Trabalho “Territorialidades, Corpos e Espiritualidades” baseia-se na experiência do Grupo de Trabalho “Subjetivações, Cidadanias Críticas e Transformações Sociais”, que desenvolveu uma série de projetos focados na formação do pensamento crítico e na construção de territorialidades da paz. Este grupo incorporou conceitos poderosos e avançou na compreensão dos cenários a partir dos quais a paz é construída em nossas sociedades latino-americanas e caribenhas, bem como na compreensão dos territórios e territorialidades que emergem da desterritorialização e reterritorialização das dinâmicas sociais envolvidas nos complexos desafios enfrentados pela América Latina e pelo Caribe em um contexto global de constante mudança, lutas e expressões de resistência que constituem os novos mundos que estão sendo forjados.

 

O objetivo agora é fomentar o intercâmbio e o diálogo entre pesquisadores sociais da região, consolidando a convergência crítica na constituição de um novo campo de relações em torno do arcabouço conceitual de Territorialidades/Corpos/Espiritualidade. Essa busca é cada vez mais importante no pensamento crítico em todo o continente e globalmente, pois envolve a exploração de novos problemas epistemológicos e metodológicos que dotarão os estudos sociais de ferramentas analíticas e desenvolverão a capacidade de proposição. diante dos problemas decorrentes do aprofundamento da crise do modo de produção capitalista, de seu desastre ecológico, de sua propensão à guerra, ao desapossamento e ao empobrecimento das populações.

Questões como as novas tendências migratórias, o crescimento exponencial do número de refugiados e o declínio da cidadania moderna; as mudanças climáticas resultantes da atividade humana; a concepção e utilização de estratégias biopolíticas e necropolíticas cada vez mais extremas; e a emergência da Zoé-política, para citar algumas das mais significativas, tornam o estudo das formas de resistência que se desenvolvem a partir dos corpos e territórios, e o renovado interesse pelas formas de reativar e revitalizar as espiritualidades a eles ligadas, extremamente relevantes e importantes. Uma ética social do bem comum como dimensão espiritual da mudança social. Ou seja, coloca-se em primeiro plano o problema das possibilidades ontológicas, epistemológicas e metodológicas de abordar a questão dos novos modos de existência que emergem das condições territoriais resultantes da resistência e, em conjunto com eles, o papel da experimentação corporal que desencadeia novos poderes do ser, bem como a constituição ético-política da subjetividade em termos de espiritualidade.

 

Assim, pesquisadores latino-americanos e caribenhos estão abordando questões territoriais e territorialidades emergentes a partir de perspectivas como os estudos sociais do território, onde abordagens rizomáticas estão ganhando terreno. Essas abordagens baseiam suas análises na interconexão de experiências como as de territórios afrodescendentes ou indígenas e as forças de resistência que confrontam guerras ou a exploração do capital transnacional nesses territórios, dando origem a novas formas de existência (Escobar, 2010; Montañez, 2016; Useche, 2016; Vommaro, 2017). Além disso, emerge uma geografia crítica renovada que aborda problemas por meio das relações entre territorialidade, espaço e poder; ou propõe ferramentas para representar e gerir o território, especialmente em torno de novas formas de cartografia, e vislumbra uma nova abordagem para o planejamento territorial para a vida, como parte de uma ecologia política emergente (Zaragocín, Moreano e Álvarez, 2018). Outros também levantaram a hipótese de “territorialidades sobrepostas” (Agnew e Osiander (2010)), que enfatizam processos específicos de reterritorialização, constituindo autoridades territoriais fora ou em disputa com a autoridade territorial do Estado-nação. Isso para mencionar apenas alguns dos estudos que buscam se distanciar da hegemonia eurocêntrica nessas questões, sem abandonar conceitos muito fortes derivados, por exemplo, da filosofia pós-estruturalista (Deleuze, Guattari; 1975), da reavaliação da obra de Michel Foucault sobre governamentalidade (2014), ou das obras de Virno (2003) ou Serres (1995).  

Algo semelhante ocorre com a perspectiva crítica latino-americana e caribenha sobre o problema dos corpos e da corporeidade. Os estudos do corpo permitem-nos aprofundar as possibilidades ontológicas, estéticas e políticas dos atos de resistência que emergem do poder de afirmação da vida, o qual se desdobra nas múltiplas experiências envolvidas nos processos que dissolvem identificações preconcebidas, minam mecanismos disciplinares e anunciam novas formas de ser.

Investigar as linhas de fuga a partir das quais a diferença se expressa é uma perspectiva fundamentada no pensamento de Deleuze (2002) e Braidotti (2016) e desenvolvida por especialistas latino-americanos que se debruçam sobre a questão das subjetividades pós-humanas (Piedrahita, 2017). Existem também abordagens ao problema a partir de perspectivas culturais e estéticas que examinam sua interação com novas compreensões do espaço político na América Latina (Pedraza, 2007). A produção biopolítica do corpo é igualmente uma abordagem frequentemente adotada na América Latina, baseando-se em ideias como as de Hardt e Negri (2000) e Agamben (2003) e, naturalmente, nas análises de Foucault, que na América Latina têm sido interpretadas a partir de diversas correntes de pensamento, incluindo as da virada decolonial (Quijano, 2000; Grosfogel, 2006; Castro-Gómez, 2010).   

O mapa conceitual da GT conclui com a categoria de espiritualidade. Os pesquisadores da GT visam construir um espaço de investigação que recupere a noção de potencialidade de Spinoza (2002), que concebe o corpo como um campo de relações manifestado em intensidades afetivas capazes de se conectar com o desejo. Esse desdobramento de forças está em constante busca por conexões que desenvolvam formas contingentes, as quais podem levar a resistências emergentes ou serem controladas e disciplinadas como formas corporais sujeitas à soberania. Na visão de Deleuze (2002), por exemplo, o caminho para a espiritualidade surge dentro de uma estrutura de experimentação, mutação, desidentificação e ruptura do ego, que carregam consigo uma linha de fuga estratégica composta por alianças, encontros e eventos conectados à vida.

Assim, para a filosofia da diferença, a espiritualidade é um compromisso com a vida e está relacionada ao campo da imanência, ou ao campo invisível de possibilidades disponível a cada pessoa. O desejo — em sua imanência — é a presença do espírito como potencial; não como representação, mas como evento. Desvendar a espiritualidade, então, significa seguir o caminho da produção e da experiência do desejo, abraçando-o como agente, compreendendo-o como vida (inorgânica) onde cada indivíduo ou grupo compõe um plano de imanência para trilhar o caminho do espírito, para escapar pelas margens do confronto constante e do dualismo da guerra.

Outras contribuições, como a de Negri (1993), indicam que, a partir dessa dimensão, é possível cultivar emoções de alegria e encontrar na solidariedade e no amor maneiras de estabelecer laços duradouros, repensando as relações dos indivíduos consigo mesmos e experimentando um poder crescente para alcançar a felicidade compartilhada. Isso se relaciona às possibilidades da constituição ético-política da subjetividade em termos de espiritualidade.

Autores de outras correntes de pensamento, como as que emergiram da teologia da libertação latino-americana (Polis. Editorial Team, 2004), propõem um processo duplo de revitalização e renovação da espiritualidade, juntamente com a ampliação do escopo das políticas voltadas para a mudança social, de modo a incluir questões éticas, epistemológicas, ecológicas, de direitos humanos, de gênero, de identidade cultural, de senso comum e de desenvolvimento da consciência. Nesse contexto, torna-se relevante uma política da vida, que permita a integração das experiências espirituais no cotidiano.

Em resumo, o campo conceitual proposto pela GT (Territorialidades/Corpo/Espiritualidade) visa contribuir para a constituição de aberturas epistemológicas, éticas e políticas a serviço da produção de novos saberes sociais em áreas como subjetividades, resistências, cidadanias críticas, perspectivas de gênero e pós-gênero e as transformações sociais mais profundas.

Agamben, G. (2003) Homo Sacer. Valência: Pretextos.
Agnew, J; Oslender, U (2010), Territorialidades sobrepostas, soberania disputada: lições empíricas da América Latina. Tabula Rasa [online] 2010, (julho-dezembro) : [Acessado em: 5 de agosto de 2019] Disponível em: http://redalyc.org/articulo.oa?id=39617525008
Braidotti, R. (2016) O pós-humano. Barcelona: Gedisa
Castro-Gómez, S. (2010) História da Governamentalidade. SIGLO DEL HOMBRE. BOGOTÁ
Deleuze, G. e Guattari, F. (2015) Mil Platôs: Valência: Pretextos.
Deleuze, G. (2002) Diferença e Repetição. Buenos Aires: Amorrortu
Escobar, A (2010). Territórios da diferença: Lugar, movimentos, vida, redes. Ambiente editores. Popayán.
Foucault, M. (2014) Tecnologias do Eu. Barcelona: Paidos
Grosfoguel, Ramón (2006). “A descolonização da economia política e dos estudos pós-coloniais: transmodernidade, pensamento de fronteira e colonialidade global”, Tabula Rasa. Revista de Humanidades, (4): 17-48.
Hardt, Michael e Antonio Negri (2000). Império. Buenos Aires: Paidos.
Mignolo, Walter (2000). “Colonialidade em toda a sua extensão: o hemisfério ocidental no horizonte colonial da modernidade”, Lander, E. (org.), A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires, CLACSO; UNESCO, pp. 55-85.
Montañez, G. (2016) Territórios para a paz na Colômbia: processos entre vida e capital. In: Bitácora Urbano Territorial Journal, vol.26, no.2 Universidade Nacional da Colômbia. Bogotá, 11-28. Disponível em: https://revistas.unal.edu.co/index.php/bitacora/issue/view/4561.
Negri, A. (1993) A Anomalia Selvagem. Barcelona: Anthropos
Pedraza, Z. (2007). Perspectivas sobre estudos do corpo na América Latina. XXVI Congresso da Associação Latino-Americana de Sociologia. Associação Latino-Americana de Sociologia, Guadalajara.
Piedrahita, C. (2017). Subjetivações pós-humanas: uma perspectiva ética e política. Revista Iztapalapa nº 82. Janeiro-junho de 2017. UAAM, México, pp: 49-74
Equipe Editorial da Polis (2004) «Espiritualidade e mudança social: realidades antinômicas?», Polis [Online], 8 | Publicado em 03 de setembro de 2012, acessado em 05 de agosto de 2019. URL: http://journals.openedition.org/polis/5954.
Quijano, Aníbal (2000). “Colonialidade do poder, eurocentrismo e América Latina”, Lander, E. (org.), A colonialidade do saber: eurocentrismo e ciências sociais. Perspectivas latino-americanas. Buenos Aires, CLACSO; UNESCO. pp. 201-246.
Serres, M (1995). Atlas. Cátedra. Madri.
Spinoza, B. (2002) Ética Demonstrada em Ordem Geométrica. Madrid: Trotta
Useche, O (2016). Cidadania em Resistência. Trillas, Uniminuto. Bogotá.
Virno, P. (2003) Gramática da Multidão. Madrid: Traficantes de sonhos
Vommaro, P (2017). Territórios e resistências: configurações geracionais e processos de politização na Argentina sob uma perspectiva latino-americana. Revista Iztapalapa, nº 82, janeiro-junho de 2017. UAAM, México, pp. 101-136.
Saragoça, S; Moreano, M; Álvarez, S. (2018). Rumo a uma reapropriação da geografia crítica na América Latina. Apresentação de dossiê. Revista de Ciências Sociais. Nº 61, Quito, maio de 2018, pp. Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais-Sede Acadêmica do Equador
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

O processo investigativo e crítico empreendido pelo Grupo de Trabalho sobre Subjetivações, Cidadanias Críticas e Transformações Sociais, durante o triênio 2016-2019, permitiu a consolidação de um programa de pesquisa que tornou visível a construção de um modo particular de conhecer, articular e agir, baseado no pensamento crítico conectado ao âmbito criativo. As convergências epistemológicas que emergiram desses exercícios críticos possibilitaram a consolidação de caminhos para a subjetivação, a consolidação da cidadania e o desenvolvimento de processos de transformação social, gerando novas problematizações relacionadas a emergências territoriais, espiritualidades e corpos. Assim, torna-se necessário que o Grupo de Trabalho investigue essas mudanças conceituais e as abordagens experimentais que se desdobram atualmente nos contextos latino-americano, caribenho e global.

A relevância teórica do estudo das territorialidades e territorializações decorre da necessidade urgente de romper com a noção de território contaminada pelos modelos de desenvolvimento que nortearam a modernidade, sobretudo nesta última fase do capitalismo (Useche, 2008). Requerem-se outras lógicas, outras formas de compreender os espaços de vida, baseadas na aprendizagem contínua e em trocas substantivas entre todos os atores dentro do território (Assman, 2002). Isso se refere ao ato de habitar, ou seja, às maneiras pelas quais o território é construído como um organismo em constante movimento, não imune às lutas de poder: algumas buscando construir espaços fechados propícios à dominação, outras emergindo como forças que buscam criar lugares plenos de significado, adequados à vida, povoados de sentido, onde a questão diz respeito às relações vitais entre mulheres e homens e entre eles e a natureza, bem como à relação do indivíduo consigo mesmo, com seus territórios espirituais e corporais, e com suas escolhas éticas e políticas. Isso nos imerge na riqueza e complexidade dos processos caóticos que dão origem à vida.

Assim, as territorialidades transcendem visões topológicas ou a mera concepção como unidades administrativas de poder, propondo, em vez disso, cartografias existenciais que buscam os pontos de conexão entre as forças sociais e seus espaços, tanto no plano físico quanto em ambientes simbólicos, e, além disso, nas possibilidades de geração de agência coletiva. Isso implica a consolidação de convergências com conceitos como territorialidades da paz (Useche, Pérez e Martínez, 2019), mas também com múltiplas visões e modos de conceber os processos de territorialização, desterritorialização e reterritorialização, que se tornam, portanto, um desafio tanto teórico quanto prático. A territorialidade é uma fonte complexa de vitalidade; portanto, é uma fonte de conhecimento que produz identidades e subjetividades capazes de reconhecer e empoderar a diversidade. A partir daí, podemos fundamentar outras existências que se desenvolvem de maneira situada e em conexões profundas e complexas com questões como o saber ancestral e outras possibilidades de pensamento.

Em relação à questão do corpo, é extremamente importante compreender que ele não pode mais ser visto apenas como um texto inscrito nas estruturas de poder e cultura, como considerado no pensamento de Foucault (2010), Kristeva (2005) e outros, mas também como um espaço de resistência e um campo de possibilidades aberto à experimentação, como indicam os referenciais conceituais de perspectivas como as de Braidotti (2016), Butler (2017) e Haraway (1995). O corpo tornou-se um espaço para consolidar novas formas de tornar visíveis outras epistemologias que, a partir do Sul Global, começam a configurar a corporeidade como um palco para a crítica criativa, no qual se constituem outras formas de existir e de existir, de desvincular-se e de inserir-se em novas montagens e cartografias que desvendam seu potencial como exercício político. A pele torna-se a tela para a denúncia, a tecelagem de novas formas de enunciação, a construção de alianças e a configuração de máquinas de guerra (Deleuze, 2015) para o fortalecimento de organizações e coletivos sociais que encontram a melhor maneira de fazer sentir a sua presença nos corpos e a sua capacidade transformadora.

Nesse sentido, o corpo torna-se tanto síntese quanto veículo para as lutas pela vida, servindo como forma de resistência que transcende a superficialidade para aprofundar a constituição de novas formas de existir. Representa uma fuga da organização e da segmentação, permitindo-nos, a partir de novas perspectivas, começar a tornar visíveis outras epistemologias ocultas pela colonialidade do pensamento. Nas palavras de Boaventura de Sousa Santos (2019), essa perspectiva possibilita romper com o império cognitivo a partir de corpos que rompem fronteiras clássicas, mas que também incorporam outras subjetividades e novas territorializações. Assim, essas corporeidades tornam visíveis processos em espaços como o queer, o abjeto, o pós-humano, o transumano e as formas estéticas em que é possível pensar-se em outros corpos, em outras composições de poder que vão do genético ao performativo. Portanto, em contextos como a América Latina e o Caribe, surge a necessidade de fundamentar e consolidar abordagens teóricas e críticas capazes de dialogar com as possibilidades oferecidas pelo trabalho com o corpo na atualidade.

Mas, paralelamente a isso, emerge uma questão fundamental que se torna essencial para a compreensão das lutas políticas e da resistência nas sociedades contemporâneas, bem como uma preocupação central no atual panorama do debate político, social e cultural. Trata-se da espiritualidade entendida em um nível ético e ontológico, que “implica mutações e metamorfoses e se refere à verdade, não como a produção de conhecimento, mas como a vontade de poder sobre nós mesmos; isto é, explicita uma ética que se expressa em um trabalho de autocuidado e autoconhecimento” (Piedrahita, 2014, p. 29). E, por essa mesma razão, dada a conjuntura atual, em meio a rupturas e “crise de legitimidade política” no âmbito da “política do medo” global (Castells, 2017), ela se apresenta como uma possibilidade para o sujeito se reencontrar a fim de superar o arrefecimento do político e potencializar ações micropolíticas tanto no plano teórico quanto na fundamentação que permita a implementação de novas ações de resistência situadas nos territórios.  

 

Em última análise, trata-se de fazer da espiritualidade um eixo decisivo para consolidar a crítica como um exercício ético-prático, não apenas questionando os poderes e as "verdades" que proliferam nos ecossistemas midiáticos e nos sistemas de poder contemporâneos, mas também um caminho para o empoderamento individual por meio da capacidade de autocuidado. A partir daí, o autoconhecimento e formas alternativas de existir podem ser construídos, assim como a emergência de novas territorialidades que resistem às ordens hegemônicas derivadas dos aspectos mais sombrios da globalização neoliberal, no espírito das redes digitais e da configuração de mundos unidimensionais através de telas, alimentadas por fenômenos como a pós-verdade.

Dessa forma, os três eixos de trabalho do Grupo de Trabalho emergem como elementos relevantes no presente e pilares para o pensamento tanto da reflexão teórica quanto da ação prática, tornando-se não apenas elementos para o aprofundamento da ordem conceitual, mas também recursos que conduzem ao desenvolvimento de processos de empoderamento nos territórios e à criação de novas formas de agência e resistência. Esses eixos, consequentemente, permitem a construção de novas resistências minoritárias, criativas, comunitárias e afirmativas que tecem outras formas de existir e, ao mesmo tempo, as transformações sociais que, na perspectiva do pensamento crítico entendido como criação, são necessárias em uma era como a atual, na qual o poder dos corpos, das espiritualidades e das territorializações se torna a força motriz das lutas políticas presentes e futuras.

Assman, H. (2002). Prazer e ternura na educação. Rumo a uma sociedade de aprendizagem. Madrid: Narcea Ediciones.
Braidotti, R. (2016) O pós-humano. Barcelona: Gedisa
Butler, J. (2017) Corpos em Aliança e Luta Política. Barcelona: Paidos
Castells, M. (2018) Ruptura. Madrid: Alianza
Deleuze, Gy Guattari, F. (2015) Mil Platôs. Valência: Pretextos.
De Souza Santos, B. (2019) O fim do império cognitivo. A afirmação das epistemologias do sul. Madrid: Trotta,
Foucault, M. (2014) Tecnologias do Eu. Barcelona: Paidos
Haraway, D. (1995) Ciência, ciborgues e mulheres. Madrid: Cátedra.
Kristeva, J. (2015) Poderes de Perversão. Buenos Aires: Catálogos
Piedrahita, C. (2014). Reflexões metodológicas. Uma abordagem ontológica das subjetivações políticas. In: Piedrahita, C., Diaz, A., Vommaro, P. (2014). Abordagens metodológicas da subjetivação política. Debates latino-americanos. Bogotá: Magisterio.
Piedrahita, C., Useche, O., Perez, C., & Martinez, C. (2019). Construindo territórios de paz: subjetividades, resistência cidadã e pedagogias para a não violência. Bogotá: Magisterio.
Useche, O (2008). Os novos significados do desenvolvimento. Santiago: Universidade Bolivariana do Chile.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Consolidar as diretrizes teóricas e convergências que organizarão os objetos de estudo, as abordagens teóricas e os desenhos metodológicos dos diversos subgrupos de pesquisa (territorialidades, corpos e espiritualidades), bem como o planejamento de projetos situados.
Reunião por subgrupos temáticos para estabelecer diretrizes e convergências teóricas.
Elaboração de subprojetos da linha de pesquisa para cada subgrupo.
Desenvolvimento de diretrizes de pesquisa e metodologia.
Seminários internacionais de pós-graduação para jovens pesquisadores
Documento com diretrizes teóricas e pontos de convergência.
Abordagem de projeto de pesquisa para cada subgrupo.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Estabelecer os elementos iniciais para a visibilidade e comunicação da produção acadêmica da GT, com ênfase no contato com comunidades e grupos sociais.
Preparação de um texto publicável por cada subgrupo de trabalho.
Desenvolvimento de um modelo de articulação do conhecimento adaptado a programas de conhecimento e institutos de pesquisa em níveis nacional e internacional.
Elaboração de uma proposta de curso virtual por cada subgrupo.
Proposta de uma estratégia multimodal de comunicação e visibilidade em diferentes meios audiovisuais.
1 documento publicável por subgrupo de trabalho.
1. Documento de design de articulação de conhecimento desenvolvido para programas de conhecimento
1 proposta de curso virtual de cada subgrupo
1. Documento que descreve a estratégia de comunicação multimodal em diversos meios audiovisuais.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Elabore um plano estratégico para abordar organizações e movimentos sociais a fim de construir interações e alianças proativas.
Identificação, nos territórios dos países envolvidos na GT, de instituições sociais que trabalham com corpos, espiritualidades e territorialidades.
Elaboração de propostas para projetos de extensão social junto a instituições governamentais. Exploração de potenciais parcerias com organizações sociais em diversos países.
1 documento de levantamento territorial, corporal e religioso
1. Documento de propostas para ações de extensão social
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Desenvolver um diretório e um plano de trabalho para consolidar a articulação com outras redes acadêmicas e instituições globais.
Prospecção de contatos e desenvolvimento de um diretório e plano de trabalho para a criação de vínculos com redes europeias através dos programas ERASMUS+ e Horizonte 2020 da Comunidade Europeia e do Mercosul. Educação
1 diretório de contatos com seu respectivo caminho de trabalho.
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Identificar estratégias metodológicas articuladas com o horizonte teórico definido a partir da convergência crítica.
Reuniões semestrais, presenciais e virtuais, para enfatizar e aprofundar os eixos de trabalho dos projetos e temas de cada subgrupo.
Desenvolvimento de um plano anual abrangente de atividades de pesquisa e trabalho de campo vinculadas aos projetos de cada subgrupo.
Elaboração de relatórios semestrais.
6 reuniões bimestrais e 1 reunião semestral do GT
1 plano bienal formulado
6 relatórios de acompanhamento sobre a articulação teórico-metodológica nos subgrupos GT e o desenvolvimento inicial dos projetos propostos.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Posicionar a GT como referência nas ciências sociais nas áreas de corpos, espiritualidades e territorialidades.
Desenvolva uma série radiofônica composta por 12 programas.
Crie uma série de 8 videoclipes temáticos que destaquem as principais convergências dentro do grupo.
Criar uma plataforma web GT para reunir os documentos, artigos e reflexões produzidos em cada subgrupo.
Em cada subgrupo, elabore 2 artigos publicáveis ​​relacionados às conexões entre teoria e metodologia.

1 série de rádio com 12 programas
1 série de 8 videoclipes temáticos
1 plataforma web construída
2 artigos publicáveis ​​por subgrupo.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Estabelecer ações de comunicação e visibilidade relativas ao relacionamento com organizações e coletivos sociais.
Realizar reuniões regulares de diálogo e coleta de feedback com grupos e organizações sociais.
Realizar um evento em cada país com a participação de grupos e organizações sociais relacionados a problemas emergentes nos territórios.
6 reuniões com grupos sociais em cada país.
Um evento em cada país com a participação de grupos e organizações sociais.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Estabelecer acordos com organizações e redes de pesquisa na Europa e em outros continentes.
Realização de reuniões regulares com contatos e centros de relações interinstitucionais.
Elaboração de acordos com organizações e redes de pesquisa.
4 reuniões com contatos
1 acordo materializado
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Sistematizar os processos de pesquisa e intervenção social realizados e consolidar as conclusões no âmbito das convergências críticas propostas pela GT
Desenvolver processos de intervenção nos territórios com base nos projetos propostos por cada subgrupo.
Elaboração do relatório, sistematização e análise dos dados à luz das intervenções realizadas no território.
Consolidação das conclusões e formulação de novos conceitos resultantes do processo de investigação realizado por cada subgrupo.
Reunião para apresentação dos resultados da pesquisa nas linhas temáticas.
Projeção para nova chamada GT.
1. Memorização e sistematização dos dados preparados.
1. Documento preliminar com as conclusões resultantes do processo de investigação realizado.
2 reuniões de socialização realizadas por cada subgrupo.
1 documento que projeta uma nova chamada GT.

DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Divulgar e tornar visíveis os processos de pesquisa realizados no âmbito do desenvolvimento da pesquisa da GT.
Produção de um vídeo documentário que captura os elementos de funcionamento do GT
Publicação de três livros como resultado do processo de investigação.
Reunião final de encerramento do GT
a partir de temas. construídos em conjunto.
1 vídeo documentário produzido
3 livros publicados
Realizou-se 1 reunião internacional.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Consolidar os processos de formação e interação com líderes de organizações e movimentos.
Implementação de processos de formação para líderes sociais e coletivos no âmbito da relação entre pesquisa social, convergências críticas e ação em territórios, a partir da relação entre corpo, espiritualidades e territorialidades.
1 série de workshops de formação em liderança nos territórios de cada país.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Consolidar relações e acordos com redes científicas e organizações de cooperação internacional.
Realização de reuniões com redes científicas e agências de cooperação internacional para consolidar acordos e propor ações conjuntas para o futuro.
1 série de reuniões apoiadas pelos respectivos relatórios, que incluem as ações para fortalecer as articulações consolidadas pelo GT.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 83
Álvaro Diaz Gomez
Observatório de Políticas para a Infância e a Juventude
Universidade Tecnológica de Pereira
Colômbia
Carlos Arturo Reina Rodríguez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Luís Alberto Herrera Montero [Coordenador]
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Maria Eugenia Covarrubias Hernández
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Dana Milena Chavarro Bermeo
Programa de Pós-Graduação em Sociologia
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Marta Cecília Lozano Ardila
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Justo Cuño Bonito
O Colégio da América
Centro de Estudos Avançados para a América Latina e o Caribe
Universidade Pablo de Olavide
Espanha
Alejandro Gamboa Medina
Mestrado em Estudos Artísticos
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Santiago Abel
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Jorge Eliécer Martínez Posada
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Carmen Cerdá Mondéjar
UNIVERSIDADE DE MÚRCIA
Espanha
Rafael Lorenzo Martín
Diretoria de Ciência, Tecnologia e Inovação da Universidade de Holguín
Cuba
Jeison Herley Camacho Tellez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Javiera Cubillos Almandra
Universidade Católica de Maule
Chile
Mario Montoya Castillo
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Alba Elena Avila Gonzalez
NÃO REGISTRA
México
Nestor Daniel Sánchez Londoño
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Genoveva Echeverria Galvez
Universidade Católica de Maule
Chile
Hernán Javier Riveros Solorzano
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Valeria Sardi
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Jorge Jairo Posada Escobar
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Daysi Alejandra Rodríguez Prieto
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Francisco Ramallo
Centro de Pesquisa Multidisciplinar em Educação
Universidade Nacional de Mar da Prata
Argentina
Manuel Amador Velázquez
FES ACATLÁN - UNAM
México
Ana Laura Carou
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Elizabeth Martinez Pineda
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Doris Lise García Ortiz
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Andrea Catalina Suárez Bautista
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Marta Lucia Bustos Gomez
Mestrado em Estudos Artísticos
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Patricia Del Pilar Briceño Alvarado
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Andrés Camilo Nieto Ramírez
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Mônica Priscila Avila Larriva
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE CUENCA
Equador
Carrillo alemão
UNIVERSIDADE DE MÚRCIA
Espanha
Alfonso Hernandez Gomez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Alfonso Torres Carrillo
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
M'bare N'gom
Universidade Estadual Morgan
Estados Unidos
Catalina Maria Sepúlveda Zapata
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade Católica do Leste
Colômbia
Derly Andrea Neira Cruz
Instituto de Estudos Sociais Contemporâneos
universidade central
Colômbia
Juliana Garces Sarmiento
Pós-graduação
Universidade Autônoma Latino-Americana
Colômbia
Adrian José Perea Acevedo
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Ariel Humberto Gómez Gómez
Pós-graduação
Universidade Autônoma Latino-Americana
Colômbia
Claudia Luz Piedrahita Echandía [Coordenador]
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Wilmer Villa Amaya
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Maria Cristina Fuentes Zurita
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Maria Cristina Martinez Pineda
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Christian Giovanni Garcia González
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Luz Diana Ocampo Montoya
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Luís Gabriel Porta Vazquez
Centro de Pesquisa Multidisciplinar em Educação
Universidade Nacional de Mar da Prata
Argentina
Yanina Marjorie Gutiérrez Valdés
Vice-Reitoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade do Humanismo Cristão
Chile
Adriana Anacona Muñoz
Universidade de Santiago de Cali
Colômbia
José Torres Duarte
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Rosa Martha Gutierrez Rodriguez
FACULDADE DE ESTUDOS SUPERIORES ACATLÁN - UNAM (FES ACATLÁN- UNAM)
México
Stephanie Angelica Varela Gutierrez
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Cristina Hellen Yañez Medrano
Real e Pontifícia Universidade de São Francisco Xavier de Chuquisaca
Bolívia
Marcelo Fabian Vitarelli
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
Laura Pavón Benítez
UNIVERSIDADE DE GRANADA
Espanha
Wendy Rebeca Davezies Martinez
Real e Pontifícia Universidade de São Francisco Xavier de Chuquisaca
Bolívia
Victor German Sanchez Arias
Coordenação da Universidade Aberta e Educação a Distância (CUAED) - UNAM
México
Diana Priscila Nocua Caro
Centro de Educação para o Desenvolvimento
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
David Almaguer La Rosa
Sociedade Econômica dos Amigos do País
Cuba
Emilio Guacheta Gutierrez
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Pedagógica Nacional
Colômbia
Wellington Pinheiro
Faculdade Osman da Costa Lins
Brasil
Nuria Romo Avilés
UNIVERSIDADE DE GRANADA
Espanha
Juan López Morales
UNIVERSIDADE DE GRANADA
Espanha
Oscar Useche Aldana
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Victor Julio Armas Davila
Instituto Superior Tecnológico Luís Tello - Pontifícia Universidade Católica de Esmeraldas
Equador
Norman José Solorzano Alfaro
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Jaime Andrés Wilches Tinjaca
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Magda Angélica Garcia Von Hoegen
Instituto de Pesquisa e Projeção sobre Dinâmicas Globais e Territoriais
Vice-Reitoria de Pesquisa e Extensão
Universidade Rafael Landivar
Guatemala
Alejandra Machado Maturana
REDE DE PROFESSORES ETNOEDUCADORES AFRO-COLOMBIANOS “SEGUINDO OS PASSOS DE ANANSE”.
Colômbia
José Manuel Castellano Gil
Coordenação de Pesquisa
Universidade Nacional de Educação
Equador
Ana Catalina Rodríguez Moreno
Centro de Educação para o Desenvolvimento
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Sergio Mateo Bustamante Salamea
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador
Martin Gonzalo Zapico
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
Pilar Cobeñas
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Angela Maria Urrego Tovar
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade Católica do Leste
Colômbia
Gina Marcela Reyes Sánchez
Faculdade de Ciências da Educação da Universidade La Salle, Colômbia
Faculdade de Ciências da Educação
Universidade de La Salle
Colômbia
Gustavo Federico Chavero
Departamento de Educação e Formação de Professores
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Nacional de San Luis
Argentina
Hector Dominguez Ruvalcaba
UNIVERSIDADE DE AUSTIN
Estados Unidos
Nicolás Alexander Londoño Osorio
Centro de Estudos Avançados em Infância e Juventude do CINDE e da Universidade de Manizales
Campo de Pesquisa e Desenvolvimento
Fundação Centro Internacional para Educação e Desenvolvimento Humano CINDE
Colômbia
Andrés Fernando Castiblanco Roldan
Doutorado em Estudos Sociais
Faculdade de Ciências e Educação
Universidade Francisco Jose de Calda
Colômbia
Raysa Hernandez Batista
Sociedade Econômica dos Amigos do País
Cuba
Juan Fernando Vera Cabrera
Vice-Reitoria de Pesquisa e Inovação
Universidade de Cuenca
Equador




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