Área temática: Políticas educacionais e o direito à educação
Grupo de trabalhoPolíticas educacionais e o direito à educação
[+ Ver produções e conteúdo]Diretoria de Pesquisa Social
Ministério da Educação, Governo Federal
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Pesquisa para o Desenvolvimento.
Paraguai
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
A proposta do Grupo de Trabalho (GT) sobre Políticas Educacionais e o Direito à Educação dá continuidade às linhas de trabalho que vêm sendo desenvolvidas no âmbito da CLACSO nas últimas duas décadas, especialmente o GT ativo aprovado na chamada de propostas de 2016-19. Este grupo é composto por pesquisadores de diferentes países da região que historicamente se reúnem em torno dos Grupos de Trabalho da CLACSO e da Rede Latino-Americana de Estudos sobre o Trabalho Docente (Red ESTRADO), criada nesse âmbito. Pesquisadores de projetos e grupos de pesquisa de universidades nacionais de diversos países — Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Equador, Espanha, Guatemala, México, Paraguai, Peru e Uruguai — bem como sindicatos e observatórios de professores da região, convergem para este grupo.
Ao longo dos anos, consolidamos uma ampla rede de pesquisadores na área da educação, particularmente em políticas públicas. Os estudos que realizamos compartilham o objetivo comum de contribuir para a análise das orientações e tendências das políticas educacionais na região, para a produção de informações e propostas relacionadas à concretização do direito à educação e para o desenvolvimento de estratégias de resistência contra avanços conservadores e a violação de direitos.
Nos anos anteriores, estudamos as formas que o pós-neoliberalismo assumiu no campo da educação, identificando políticas relativas à expansão de direitos e ao reconhecimento de novos grupos, como povos indígenas, pessoas LGBTQ+ e pessoas negras (Gentili, 2017; Gluz et al., 2018; Danani et al., 2018). Avançamos na sistematização das propostas de movimentos emancipatórios (movimentos sociais populares, o movimento pedagógico latino-americano, redes e campanhas pelo direito à educação, entre outros). Também demonstramos como, ao lado dos avanços significativos na concretização do direito à educação durante governos progressistas na América Latina, tendências privatizantes, hierárquicas e excludentes persistiram em nossos sistemas educacionais. De fato, embora vários países tenham promulgado novas leis educacionais, apenas alguns avançaram na redefinição do quadro institucional do aparato burocrático-administrativo e das formas de implementação das políticas públicas, enquanto outros continuaram a implantar políticas neoliberais baseadas na racionalidade de mercado (Saforcada e Vassiliades, 2011; Oliveira, 2015; Feldfeber e Oliveira, 2016; Feldfeber e Gluz, no prelo).
No último período, o GT dedicou-se a produzir conhecimento sobre as reorientações das políticas educacionais na região, discutindo as agendas que estavam sendo definidas e o lugar dos coletivos de professores em uma fase de transição de governos progressistas para governos liderados por forças sociais de direita, conservadoras e neocoloniais (Sverdick, 2018; Martinis e Falkin, 2017) que estavam construindo uma comunidade de ideias que possibilitava o acesso ao governo inicialmente por meio do que alguns autores chamam de "golpes brandos" e, posteriormente, a assunção de uma posição central nas disputas eleitorais (Borón, 2013; Davies, 2016).
Nesse contexto, observa-se um retrocesso na elaboração de políticas mais universais e abrangentes que haviam norteado alguns governos da região e que possibilitaram o questionamento de mecanismos institucionais seletivos e uma maior responsabilização pública. Think tanks de inspiração neoliberal e conservadora estão se reposicionando e formando redes políticas globais que defendem um discurso único. No campo educacional, isso se evidencia em novas parcerias público-privadas; na terceirização de funções estatais; na centralidade da nova gestão pública e suas novas expressões ligadas ao empreendedorismo; bem como na disseminação de novas explicações individualizantes que, sob o pretexto de resiliência, educação emocional, liderança educacional e coaching, operam simultaneamente na atribuição de responsabilidade pelas trajetórias dos estudantes e na desvalorização do trabalho pedagógico dos professores (Feldfeber et al., 2019; Cornejo, 2018; Saforcada, 2018; Croso, 2016).
Isso afetou principalmente a profissão docente, iniciando e/ou perpetuando políticas educacionais baseadas na deslegitimação do ensino e das organizações de educadores (Burns e Luque, 2014). Estratégias como o desmantelamento de sistemas estatais de formação de professores ou a contratação de professores formados em outras disciplinas e sua promoção com certificações alternativas são alguns dos mecanismos atualmente em vigor. Programas como o Teach for America, que teve origem nos EUA e foi posteriormente implementado em diversos países da América Latina sob o nome de Teach for All, exemplificam essa lógica.
Em resposta, movimentos de resistência estudantil e sindicatos de professores também estão surgindo e/ou se fortalecendo nos níveis nacional, latino-americano e internacional (Cornejo et al. 2019; Imen 2018).
No contexto de uma restauração conservadora e de políticas que promovem um sistema educacional a serviço da formação de um sujeito global-colonial, torna-se necessário compreender a complexidade do cenário por meio de estudos comparativos. Esses estudos podem, por um lado, produzir e disseminar conhecimento regionalmente e, por outro, contribuir para sustentar o compromisso do Grupo de Trabalho com a formação de um núcleo de intelectuais-pesquisadores-ativistas capazes de fortalecer a luta pela produção de sentido — dimensão fundamental para uma subversão cognitiva voltada à emancipação — e contribuir para as lutas populares pela concretização do direito à educação. Propomos situar nossa produção de conhecimento no âmbito das lutas políticas por uma ordem social mais justa, acompanhando a compreensão das novas dinâmicas de produção e reprodução das desigualdades com novos referenciais analíticos.
Mantemos uma perspectiva comparativa que permite revelar tanto os padrões comuns quanto os atores sociais que disputam a definição das agendas educacionais globais, assim como as especificidades de cada país, as políticas implementadas e os avanços e as lacunas na concretização do direito à educação.
Nosso interesse se concentra no estudo da educação no contexto dos processos sociais e políticos da região e de cada país, considerando as políticas públicas específicas em desenvolvimento, os atores em disputa e os movimentos de resistência.
Três eixos centrais organizam a análise e a troca de ideias, dando continuidade ao trabalho desenvolvido ao longo destes anos.
1) Desigualdades sociais e políticas educacionais
O Grupo de Trabalho tem analisado a complexidade das desigualdades qualitativas ocultas por trás da massificação escolar e sua articulação com uma expansão estratificada que as políticas educacionais tendem a aprofundar ou atenuar, e que pretendemos compreender em conjunto com os outros dois eixos de análise.
2) Formas antigas e novas de privatização e mercantilização da educação.
A proposta é dar continuidade ao trabalho realizado em conjunto com organizações sindicais nacionais e internacionais sobre estudos que revelem as novas e sutis dinâmicas da privatização e da mercantilização, ao mesmo tempo que se fortalece a participação em campanhas contra a privatização, como a realizada pela Internacional da Educação.
3) Políticas de formação e emprego de professores
A persistência e a reconfiguração dos mecanismos globais que regulam a profissão docente, os quais padronizam a tarefa de ensinar e promovem um modelo pedagógico social e culturalmente descontextualizado que aprofunda a colonialidade do saber, constituem um foco central de análise. Pesquisas e intercâmbios de experiências articulados em torno da Rede ESTRADO e do Movimento Pedagógico Latino-Americano orientam os estudos e debates nessa área.
Cornejo, R.; Assaél, J.; Redondo, J. & Insunza. J. (2019) Educação Pública e Movimentos Estudantis: A Rebelião Chilena sob um Experimento Neoliberal. British Journal of Sociology of Education, VOL. 40 (4).
Croso, C; Magalhães, G. (2016) Privatização da educação na América Latina e no Caribe: tendências e riscos para os sistemas públicos de educação. Educação e Sociedade, v. 37
Danani, C.; Arias, A., Chiara, M. e Gluz, N. (2018); Instrumentos, estratégias, apoio e oposição na contrarreforma da Política Social. Argentina, 2002-2015, Mercosul Journal of Social Policies, 2018
Davies, W. (2016) Neoliberalismo 3.0. In New Left Review, 101, novembro-dezembro de 2016. https://mail.google.com/mail/u/0/#search/claudiokatz1%40gmail.com?projector=1
Feldfeber, M e Oliveira, D (2016). Políticas educacionais na América Latina no século XXI. Equilíbrio e perspectivas. Revista do Instituto de Pesquisa em Ciências da Educação, v. 1.
Feldfeber, M. e Gluz, N. “Políticas educacionais desde a virada do século: alcance e limitações na expansão do direito à educação na Argentina”, in Revista Estado y Políticas Públicas, Dossier Agendas de Políticas Educacionais na América Latina. Coordenadoras: Dora Niedzwiecki e Perla Zelmanovi, no prelo.
Feldfeber, M. A educação como direito desde a virada do século: perspectivas democratizantes e restaurações conservadoras. In: ACOSTA, F. O direito à educação na América Latina: experiências, alcance e desafios. UNGS, Buenos Aires. No prelo.
Gluz, N.; Oliveira, D.; Lima Rodrigues, C. (2018) Políticas de inclusão e extensão da escolaridade obrigatória: alcance, deficiências e desafios na concretização do direito à educação. AAPE v. 26,
Imen, P. (2018); Educação como campo de disputa. In: https://www.lacapital.com.ar/educacion/la-educacion-como-campo-disputa-n1528812.htm.
Martinis, P. e Falkin, C. (2017). Aspectos pedagógicos e de política educacional envolvidos nos processos de universalização do direito à educação. In: (Cirstóforo, A.; Martinis, P.; Míguez, M. e Viscardi, N.) (orgs.). Direito à educação e mandato da educação obrigatória no ensino secundário. UdelaR.
Oliveira, D. A. (2015). Nova Gestão Pública e governos democrático-populares: contradições entre a busca por eficiência e a expansão da direção para a educação. Educação & Sociedade 36(132), 625-646.
Saforcada, F. “Fora da ordem. Considerações sobre o direito à educação em tempos adversos”. In Acosta, F. (Org.) O direito à educação na América Latina: experiências, alcance e desafios. UNGS, Buenos Aires. No prelo.
Saforcada, F. e Vassiliades, A. (2011) “Leis educacionais no início do século 21: do neoliberalismo ao pós-Consenso de Washington na América do Sul”. Na Revista Educação&Sociedade, vol. 32 n.115, Campinas, São Paulo: CEDES, abril/junho.
Sverdlick, I. (2019). Inclusão educacional e o direito à educação: a disputa de significados. Educational Policy Analysis Archives, 27(26).
Políticas educacionais e desigualdades sociais.
A extraordinária concentração da riqueza global nas mãos de uma elite e sua aceleração desde 2010, bem como as “democracias capturadas” (OXFAM, 2018), afetam significativamente a América Latina, que permanece a região mais desigual do mundo, apesar das políticas públicas de redistribuição e reconhecimento social implementadas por governos progressistas que possibilitaram a redução da pobreza, embora não necessariamente da desigualdade. Diferentes maneiras de conceber e agir politicamente sobre as desigualdades demarcam distintas concepções de direitos sociais, políticos e econômicos e suas garantias, afetando a concretização do direito à educação. Essas perspectivas divergentes incluem aquelas que propõem políticas de desmercantilização e descomunitarização para expandir os bens comuns, e aquelas que colocam as condições para o gozo do direito à educação nos próprios indivíduos, em suas decisões, esforços e capacidades – posições características da nova direita, que concentra suas ações nos indivíduos em vez dos contextos e relações em que vivem (Vilas, 2006; Gluz, 2018). A educação torna-se um campo de disputa pela igualdade diante de políticas e dinâmicas sociais impulsionadas por elites que limitam os direitos dos cidadãos (OXFAM; 2018; Oliveira, 2018, Dubet, 2015)
Daí a relevância das contribuições acadêmicas para a compreensão da natureza política e multidimensional da desigualdade. Trata-se de demonstrar como a desigualdade afeta o “bem-estar corporal (igualdade vital) e a autonomia pessoal (igualdade existencial, particularmente no que diz respeito às estruturas étnico-racistas e de gênero familiar)” (Thernborn, 2017). Nesse sentido, propomos gerar informações sobre as dinâmicas centrais para nossa análise de como a discriminação estrutural subjaz aos processos de socialização e à construção de estereótipos de gênero, étnicos e socioeconômicos no ambiente escolar: a acumulação de vantagens e os mecanismos de expansão condicional; a hierarquização/fragmentação interinstitucional; e as formas que a exclusão da escola e do conhecimento assume (Gentili, 2017; Bottinelli, 2017; Saraví, 2015). É importante analisar tanto os mecanismos e dispositivos estruturados globalmente quanto aqueles que afetam especificamente a concretização do direito à educação em cada país, em conjunto com as diversas equipes de pesquisa e observatórios que compõem o grupo.
Novas e antigas formas de privatização e mercantilização da educação
Estudos sobre as diversas formas de privatização e mercantilização promovidas pelas políticas educacionais neoliberais globais desde as décadas de 70 e 80 (EUA, Reino Unido, Austrália, Chile) demonstraram os resultados em termos de desigualdade, segregação e fragmentação do sistema escolar (Ball e Joudel, 2008; Ball, 2009). Esta linha de pesquisa propõe o estudo dos modos tradicionais de privatização, como a desregulamentação do mercado escolar, a transferência de serviços do setor público para o privado e o financiamento da oferta privada; bem como as novas dinâmicas que caracterizam esse processo, como a padronização por meio de testes externos coordenados pela OCDE, a participação cada vez mais significativa de corporações (incluindo bancos) e ONGs no campo da educação pública e a crescente expansão das parcerias público-privadas. Programas educacionais pré-fabricados; softwares; Livros didáticos, a adoção e/ou aquisição de modelos educacionais internacionais, a flexibilização de certos aspectos do trabalho docente, avaliações de qualidade e a promoção de linguagem e dinâmicas características do mundo empresarial são algumas das dimensões a serem estudadas para tornar esses processos visíveis não apenas localmente, mas também regional e transnacionalmente. Essas dinâmicas podem ser caracterizadas como neocolonialismo, juntamente com outros processos recentes de controle ideológico que devolvem à esfera privada a politização de temas como a educação sexual integral, ou a concepção da pedagogia como matéria política em movimentos contra o que se denomina "ideologia de gênero" em toda a região, ou projetos como Escolas Sem Partidos no Brasil (Castro, 2017). Outra expressão desse processo é a inclusão da educação entre os serviços comercializáveis em acordos de livre comércio. A respeito dessa questão, propõe-se examinar criticamente as consequências em termos de mercantilização dos sistemas. (Verger et. al, 2016; Verger et. al, 2017; Oliveira et. al; 2017; Cornejo 2018; Bordoli et. al, 2017)
Por fim, continuaremos a coordenar ações com movimentos que atuam contra a assinatura desses tratados e os diversos mecanismos de privatização, como a campanha antiprivatização promovida pela Internacional da Educação em nível global e pela IE-AL em nível regional. Temos produzido conhecimento em conjunto com movimentos sociais e trabalhistas para denunciar os processos de privatização e suas consequências negativas (CLADE, 2014; Duhalde e Feldfeber, 2016; Feldfeber et al., 2018).
Políticas de formação e emprego de professores
Nos discursos hegemônicos promovidos por governos, organizações internacionais e outras agências na América Latina, o declínio na qualidade da educação atual é apresentado como indiscutível (Barroso e Carvalho, 2011). Esse argumento sustenta as avaliações padronizadas que essas mesmas instituições produzem, aplicam e disseminam (Feldfeber et al., 2018), juntamente com a atribuição de responsabilidade por esses resultados aos professores. O Banco Mundial afirma que “a qualidade de uma escola é definida pela qualidade de seus professores” (Burns e Luque, 2014).
Essa dupla tendência (deterioração da qualidade, aumento da responsabilização dos professores) é gerada, por um lado, por tecnologias de avaliação cada vez mais sofisticadas (Tenti Fanfani, 2009), ligadas à produção de desconfiança pública (Rosanvallon, 2007), e, por outro, pela proliferação de discursos, textos e intervenções midiáticas que colocam o ensino sob suspeita. São novos modos de regulação que permeiam a formação e a prática docente. A formação de professores é afetada porque novas agendas estão sendo elaboradas, com foco no conteúdo priorizado pelo PISA, na educação emocional e na responsabilidade pela própria aprendizagem (Birgin, 2019; Martinez, 2018). No caso do trabalho docente, isso se deve à sua regulação pela onipresença de avaliações externas (Sisto, 2011), pela formação continuada por meio de plataformas padronizadas e por modificações legais que precificam o emprego (Oliveira, 2005; Saforcada, 2012). A isso se somam os movimentos da sociedade civil e os grupos eclesiais que buscam o controle ideológico e político do trabalho docente e do currículo (Alvarenga et al, 2019; Frigotto, 2017).
Em resposta, múltiplas formas de resistência e projetos alternativos se desenvolveram nas últimas duas décadas, baseando-se em antigas tradições regionais. Propostas de formação docente (tanto iniciais quanto em andamento) provenientes de movimentos sociais desempenham um papel fundamental na educação de professores. No setor trabalhista, movimentos autogeridos de professores, cooperativas de pais e professores e sindicatos regionais têm se engajado em uma forte luta pública para defender as escolas e seus trabalhadores. Além disso, é importante mencionar o desenvolvimento do Movimento Pedagógico Latino-Americano, um espaço de reflexão, diálogo, análise e desenvolvimento pedagógico impulsionado por diversos setores e organizações de educadores. Esse movimento busca apresentar propostas alternativas às políticas de privatização e à perpetuação das desigualdades promovidas pela perspectiva neoliberal (Education International, 2013).
Barroso, J e Carvalho, L (2011). Comentários sobre os “novos modos de regulação” à luz dos estudos sobre as relações entre conhecimento e política. Proposta educacional, 2(36).
Birgin, A. (2019). Políticas de formação de professores hoje, entre receitas e resultados. Voices in the Phoenix, 9(75).
Bordoli, E; Martinis, P; Moschetti, M; Conde, S e Alfonzo, M (2017). Privatização da educação no Uruguai: políticas, atores e posicionamentos. Education International
Botinelli, L. (2017) Educação e desigualdade: Uma revisão de algumas contribuições da sociologia da educação, Rev. Sociedad, UBA.
CLADE (2014). Mapeamento das tendências da privatização da educação na América Latina e no Caribe. São Paulo.
Castro, J. (4 de março de 2017). O poderoso reino dos evangélicos e seus prósperos operadores na Terra. Public Eye.
Cornejo, R. (2018) Políticas e reformas escolares: a experiência educacional chilena e sua evolução. In Ruiz, C.; Reyes, L. e Herrera, F. (orgs.): Privatização do público no sistema escolar. Chile e a agenda global da educação. Santiago: LOM.
Dubet, F. (2015) Por que preferimos a desigualdade? (Mesmo que digamos o contrário); SXXI Eds, México
Elias, R. (2015); Educação e formação de mulheres: O sistema educacional paraguaio entre a expansão da demanda social e o ataque conservador. In: Line Bareiro e Clyde Soto (Eds.). Paraguai 20 anos depois de Pequim 1995, Assunção.
Feldfeber, M. (2016). Fac-símile: Algumas notas para analisar o discurso hegemônico sobre qualidade e avaliação. In Brener, G. e Galli, G. (orgs.) Inclusão e qualidade como políticas educacionais estatais ou mérito como a única opção de mercado. Buenos Aires: Editorial La Crujía, Stella e Fundação La Salle Argentina.
Feldfeber, M.; Puiggros, A.; Robertson, SY Duhalde; M. Privatização educacional na Argentina, CABA: CTERA, 2018.
Frigotto, G (organizador). Escola “Sem” Partido: esfinge que ameaça a educação e a sociedade brasileira. Rio de Janeiro: UERJ, LPP, 2017.
Gentili, P. (2017) Desigualdade estrutural e o sequestro da democracia na América Latina. In: Universidade Estadual de São Petersburgo. (Org.). Rússia e Ibero-América no mundo globalizado. Universidade Estadual de São Petersburgo,
Gluz, N. (2018); “A América Latina de pé: lutas sindicais, estudantis e de movimentos sociais pelo direito à educação. O caso da Argentina”. Artigo apresentado no Primeiro Fórum Mundial de Pensamento Crítico / 8ª Conferência Latino-Americana e Caribenha de Ciências Sociais, Buenos Aires.
Martínez, Ma. E. (2018). Positivo e motivado: uma crítica da educação emocional na formação e no trabalho de professores. In Anais do IV Seminário da Rede ESTRADO Argentina, dezembro de 2017, FFyL, UBA.
Oliveira, D (2018). Educação como campo de disputa de saberes e afirmação social: para a construção de uma pedagogia latino-americana. Educação e Emancipação (UFMA), v. 11.
Oliveira,D; Duarte, A; Silva, A.(2017) A Nova Gestão Pública no contexto escolar e os dilemas dos diretores. Revista Brasileira de Política e Administração da Educação, v.
Saraví, G. (2015) Juventude Fragmentada. México: FLACSO
Silva, E., Alvarenga, E., Amorim, F., & Ferreira, E. (2019). A “Ideologia De Gênero” e a “Escola Sem Partido”: Faces De Uma Mesma Moeda Em Ações Políticas Conservadoras No Brasil E No Espírito Santo. Revista Inter Ação, 43(3)
Sisto, V. (2011). Novo profissionalismo e professores: uma reflexão baseada na análise das atuais políticas de profissionalização para a educação no Chile. Signo y Pensamiento, 31(59).
Therborn, G. (2017); “A dinâmica da desigualdade”, In: New Left Review 103, 2017
Verger, A., Moschetti, M. e Fontdevila, C. (2017) Privatização educacional na América Latina. Uma cartografia de políticas, tendências e trajetórias, IEAL. Barcelona.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
- Contribuir para a formação de jovens pesquisadores que desenvolvem suas teses sobre os temas de trabalho do GT
- Fortalecer as posições epistemológicas e as abordagens metodológicas das equipes de pesquisa. Fortalecer o diálogo do conhecimento entre acadêmicos, sindicatos e movimentos sociais.
Organização de subgrupos de trabalho com base nos eixos temáticos, atores e níveis do sistema educacional definidos para o estudo das políticas educacionais.
Trocas virtuais (e-mails e videoconferências) sobre abordagens epistemológicas e metodológicas em pesquisas em andamento.
Mapeamento documental das políticas educacionais vigentes nos diferentes países da região que compõem a GT.
Documento interno com análise inicial das orientações, estratégias de intervenção e arquitetura institucional em que se articulam as intervenções das principais políticas educacionais dos países que compõem a GT e que afetam as condições de exercício do direito à educação (desigualdades sociais, privatização e regulamentação do trabalho docente).
Artigos apresentados em conferência contendo uma reflexão teórica sobre o impacto da agenda global estruturada e dos mecanismos de controle transnacionais nos países da América Latina.
Artigos e documentos que fornecem evidências sobre os avanços e retrocessos dos processos político-educacionais (atores e regulamentações) relativos à concretização do direito à educação.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Elaborar uma proposta de formação de pós-graduação de relevância social e política no campo dos estudos sobre políticas educacionais e o direito à educação em nossa América.
Promover o acesso aberto às produções da GT
Painel especial no Encontro Restratedo Brasil Recife, 19 a 21 de setembro de 2019.
Organização de um curso de pós-graduação virtual a ser apresentado em 2020 com os seguintes temas em estudo.
Organização de um repositório digital para partilhar as produções dos membros do GT
Trabalhos de conclusão de curso submetidos a programas de pós-graduação, relatórios de progresso da tese e teses defendidas.
Repositório digital com produções atualizadas dos membros do GT
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Criar oportunidades de colaboração entre a produção de conhecimento e a concepção e o desenvolvimento de políticas e intervenções sociais destinadas a fortalecer e expandir o direito à educação.
Criar mecanismos de apoio e aconselhamento mútuo entre equipes acadêmicas, autoridades políticas e ativistas sociais que promovam projetos educacionais emancipatórios.
Participar ativamente na luta pela ampliação do direito à educação e pelo fortalecimento da educação pública e popular, por meio de espaços de análise e reflexão com outros grupos de trabalho e organizações sociais e de ensino.
Participação em reuniões e fóruns de discussão com autoridades e ativistas da região.
Produção de trabalhos que contribuam para os observatórios sobre políticas educacionais e o direito à educação dos países que compõem a GT
Levantamento e sistematização contínuos de experiências educacionais com o objetivo de ampliar o direito à educação.
Articulação e participação em campanhas pelo direito à educação e resistência à privatização da educação com coletivos sociais que promovem projetos emancipatórios na região.
Especificamente com a Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE), o Movimento Pedagógico Latino-Americano; a Internacional da Educação para a América Latina (EIAL); a Rede Social para a Educação Pública nas Américas (SEPA); o Fórum Latino-Americano de Políticas Educacionais (FLAPE), o movimento Stop the Simce e os movimentos sociais populares que desenvolvem propostas alternativas no campo educacional.
Organização de painéis com outros Grupos de Trabalho (Políticas Educacionais e o Direito à Educação, Crianças e Jovens e Pesquisa Militante), organizações sociais e sindicatos de professores em torno das lutas pela defesa da educação pública e popular.
Documentos sistematizados de informação e divulgação
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecer a presença pública do GT como ponto de referência nos debates sobre políticas educacionais.
Organizar atividades em conjunto com outros Grupos de Trabalho no âmbito das atividades promovidas pela CLACSO e dos Congressos a serem realizados nas instituições-membro às quais pertencem os pesquisadores do Grupo de Trabalho.
Organização de ações conjuntas com o Movimento Pedagógico Latino-Americano; os sindicatos de professores agrupados na Internacional da Educação para a América Latina; os movimentos estudantis ligados à democratização da educação e contra o avanço da privatização (por exemplo, o movimento estudantil no Chile, os estudantes de escolas normais no México, etc.) e outros movimentos sociais que desenvolvem alternativas educacionais.
Colaboração com a seção de educação da LASA e da ALAS
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Concurso aberto para apresentação de pesquisas de jovens estagiários no âmbito do primeiro encontro do GT
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Promover o acesso aberto às produções da GT
Atividade aberta no âmbito da Primeira Reunião GT
Articulação de um painel e apresentações individuais no âmbito do Seminário Internacional do Redestrado
Atualizar o repositório digital das produções da GT
Seminário virtual de pós-graduação realizado na CLACSO.
Apresentação do conhecimento construído pelo grupo no curso de pós-graduação
Alunos de pós-graduação com formação em temas como políticas educacionais e desigualdades sociais; novas e antigas formas de privatização e mercantilização da educação; e políticas de formação e trabalho de professores.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Criar oportunidades de colaboração entre a produção de conhecimento e a concepção e o desenvolvimento de políticas e intervenções sociais destinadas a fortalecer e expandir o direito à educação.
Criar mecanismos de apoio e aconselhamento mútuo entre equipes acadêmicas, autoridades políticas e ativistas sociais que promovam projetos educacionais emancipatórios.
Participação em reuniões e fóruns de discussão com autoridades e ativistas da região.
Produção de trabalhos que contribuam para os observatórios sobre políticas educacionais e o direito à educação dos países que compõem a GT
Levantamento e sistematização contínuos de experiências educacionais com o objetivo de ampliar o direito à educação.
Articulação e participação em campanhas pelo direito à educação e resistência à privatização da educação com coletivos sociais que promovem projetos emancipatórios na região.
Especificamente com a Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE), o Movimento Pedagógico Latino-Americano; a Internacional da Educação para a América Latina (EIAL); a Rede Social para a Educação Pública nas Américas (SEPA); o Fórum Latino-Americano de Políticas Educacionais (FLAPE), o movimento Stop the Simce e os movimentos sociais populares que desenvolvem propostas alternativas no campo educacional.
Documentos sistematizados de informação e divulgação
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecer a presença pública do GT como ponto de referência nos debates sobre políticas educacionais.
Conceber e gerar condições de viabilidade para a primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública e Popular”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
Organizar atividades em conjunto com outros Grupos de Trabalho no âmbito das atividades promovidas pela CLACSO e dos Congressos a serem realizados nas instituições-membro às quais pertencem os pesquisadores do Grupo de Trabalho.
Organização de ações conjuntas com o Movimento Pedagógico Latino-Americano; os sindicatos de professores agrupados na Internacional da Educação para a América Latina; os movimentos estudantis ligados à democratização da educação e contra o avanço da privatização (por exemplo, o movimento estudantil no Chile, os estudantes de escolas normais no México, etc.) e outros movimentos sociais que desenvolvem alternativas educacionais.
Colaboração com a seção de educação da LASA e da ALAS
Desenvolver, em conjunto com o Grupo de Trabalho sobre “Políticas Educacionais e o Direito à Educação”, a primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
Apresentação do projeto e programa da primeira Escola Internacional de Pós-Graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Desenvolver uma conceitualização comum capaz de promover explicações sobre a complexidade e a multidimensionalidade das desigualdades educacionais e como as políticas educacionais intervêm nelas.
Aprofundar a análise da dinâmica e dos mecanismos de privatização e mercantilização da educação.
Gerar um quadro conceitual para a análise da regulamentação da formação e do trabalho docente.
Desenvolvendo critérios para organizar um livro
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Ampliar e consolidar os temas e a agenda da pesquisa científica no campo das políticas educacionais e da concretização do direito à educação.
Promover o acesso aberto às produções da GT
Promover o intercâmbio de produções entre funcionários públicos, acadêmicos e ativistas no âmbito da primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, dentro da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
Organização de três dossiês em diferentes revistas científicas; um para cada eixo, destacando políticas, atores em disputa e lutas contra-hegemônicas pelo direito à educação.
Seleção de trabalhos a serem apresentados na primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”.
Organização de painéis e conferências com atores relevantes para a primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
Publicação dos resultados em revistas científicas.
Publicação de trabalhos selecionados da primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Promover o desenvolvimento de alternativas políticas e educacionais que ampliem o significado do direito à educação e garantam sua concretização.
Criar oportunidades de colaboração entre a produção de conhecimento e a concepção e o desenvolvimento de políticas e intervenções sociais destinadas a fortalecer e expandir o direito à educação.
Criar mecanismos de apoio e aconselhamento mútuo entre equipes acadêmicas, autoridades políticas e ativistas sociais que promovam projetos educacionais emancipatórios.
Influenciar a agenda política e educacional por meio da formação de pós-graduados de líderes sociais, funcionários públicos e acadêmicos, com base no desenvolvimento da primeira escola internacional de pós-graduação "Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública".
Participação em reuniões e fóruns de discussão com autoridades e ativistas da região.
Produção de trabalhos que contribuam para os observatórios sobre políticas educacionais e o direito à educação dos países que compõem a GT
Levantamento e sistematização contínuos de experiências educacionais com o objetivo de ampliar o direito à educação.
Articulação e participação em campanhas pelo direito à educação e resistência à privatização da educação com coletivos sociais que promovem projetos emancipatórios na região.
Especificamente com a Campanha Latino-Americana pelo Direito à Educação (CLADE), o Movimento Pedagógico Latino-Americano; a Internacional da Educação para a América Latina (EIAL); a Rede Social para a Educação Pública nas Américas (SEPA); o Fórum Latino-Americano de Políticas Educacionais (FLAPE), o movimento Stop the Simce e os movimentos sociais populares que desenvolvem propostas alternativas no campo educacional.
Organização de um percurso de formação relevante e pertinente no formato de uma Escola Internacional de Pós-Graduação (CLACSO)
Levantamento no âmbito da Escola Internacional de Pós-Graduação sobre as necessidades futuras de formação.
Documentos sistematizados de informação e divulgação
Formação de funcionários, acadêmicos e ativistas
Documento com recomendações para a concepção de percursos de formação de acordo com as ofertas possíveis no âmbito do CLACSO.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Fortalecer a presença pública do GT como ponto de referência nos debates sobre políticas educacionais.
Promover a articulação de conhecimentos e experiências em torno do direito à educação pública e popular através do desenvolvimento da primeira escola internacional de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Estudos de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
Organizar atividades em conjunto com outros Grupos de Trabalho no âmbito das atividades promovidas pela CLACSO e dos Congressos a serem realizados nas instituições-membro às quais pertencem os pesquisadores do Grupo de Trabalho.
Organização de ações conjuntas com o Movimento Pedagógico Latino-Americano; os sindicatos de professores agrupados na Internacional da Educação para a América Latina; os movimentos estudantis ligados à democratização da educação e contra o avanço da privatização (por exemplo, o movimento estudantil no Chile, os estudantes de escolas normais no México, etc.) e outros movimentos sociais que desenvolvem alternativas educacionais.
Colaboração com a seção de educação da LASA e da ALAS
Organização da chamada, seleção de trabalhos e implementação, em conjunto com o Grupo de Trabalho de “Políticas educacionais e direito à educação”, da primeira escola de pós-graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”, no âmbito da Rede de Estudos de Pós-Graduação em Educação (2020-2022).
Apresentações individuais e em grupo em conferências.
Primeira Escola Internacional de Pós-Graduação “Educação Popular, Pedagogias Críticas e Defesa da Educação Pública”.
Número total de pesquisadores admitidos: 61
Centro de Pesquisa Interdisciplinar em Ciências e Humanidades
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Instituto de Ciências Sociais e Administração
Universidade Nacional Arturo Jauretche
Argentina
Diretoria de Pesquisa Social
Ministério da Educação, Governo Federal
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Educação
Universidade Federal de Pernambuco
Brasil
Faculdade de Educação
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Instituto de Estudos Sociais Contemporâneos
universidade central
Colômbia
Escola de Psicologia
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso
Chile
Universidade da República. Faculdade de Ciências Humanas e da Educação.
Uruguai
Diretoria de Pesquisa Social
Ministério da Educação, Governo Federal
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Diretoria de Pesquisa Social
Ministério da Educação, Governo Federal
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Instituto de Estudos Sociais em Contextos de Desigualdades
Universidade Nacional José C. Paz
Argentina
O Colégio de Saint Louis AC
México
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Campanha Pare com a SIMCE
Chile
Instituto de Estudos e Formação
Federação Nacional de Professores Universitários
Argentina
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Universidade Federal da Paraíba
Brasil
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Diretoria de Pesquisa Social
Ministério da Educação, Governo Federal
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Faculdade de Educação
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Escola Marina Vilte. Formação Pedagógica e Sindical.
Confederação de Trabalhadores da Educação da República Argentina
Argentina
Coordenação de Pesquisa
Universidade Nacional de Educação
Equador
Programa de Pós-Graduação em Educação / Universidade Federal do Espírito Santo
Brasil
Diretoria de Pesquisa Social
Ministério da Educação, Governo Federal
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Faculdade de Educação
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
CNTE - Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação
Brasil
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Laboratório de Políticas Públicas
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Centro Cultural de Cooperação FLOREAL GORINI
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Universidade de Massachusetts Amherst
Estados Unidos
Pesquisa para o Desenvolvimento.
Paraguai
Faculdade de Educação
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Mestrado em Comunicação e Desenvolvimento. Universidade da Costa Rica
Costa Rica
Serviço de Paz e Justiça, Paraguai
Paraguai
Instituto Peruano de Ciências
Peru
Faculdade de Educação
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
UChile
Chile
Universidade de Mar del Plata
Argentina
Universidade Nacional de Educação - UNE
Peru
Departamento de Ciência Política
Faculdade de Direito, Ciências Políticas e Ciências Sociais
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Organização dos Estados Ibero-Americanos (OEI)
Paraguai
Instituto de Pesquisa Política e Social
Faculdade de Ciências Políticas
Universidade de São Carlos da Guatemala
Guatemala
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Diretoria de Pesquisa Social
Ministério da Educação, Governo Federal
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Secretaria de Pesquisa
UNIPE
Argentina
Escola de Psicologia
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso
Chile
Faculdade de Ciências da Educação, Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Diretoria de Pesquisa Social
Ministério da Educação, Governo Federal
Fundação Joaquim Nabuco
Brasil
Instituto de Pesquisa Educacional e Desenvolvimento Pedagógico
Colômbia
Faculdade de Educação. Universidade Estadual de Campinas /UNICAMP
Faculdade de Educação
Universidade Estadual de Campinas/UNICAMP
Brasil
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Faculdade de Ciências da Educação. Universidade de Málaga
Espanha
[widget id=”custom_html-11″]
[impressão]