Área temática: Teoria Social

Grupo de trabalhoExtensão crítica: teorias e práticas na América Latina e no Caribe

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Extensão crítica: teorias e práticas na América Latina e no Caribe
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Fabio Erreguerena
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Merlin Ivania Padilla Contreras
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Humberto Tomasino
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Em um trabalho recente sobre as semelhanças entre as universidades latino-americanas, Martín Unzué conclui que as similaridades residem não nos modelos institucionais (que, na verdade, são bastante diversos), mas nas “missões comuns” que assumiram — isto é, em suas formas de responder às demandas e de se posicionar em relação à sociedade e ao Estado. Ele destaca que uma das características adquiridas pela universidade latino-americana no século XX é o desenvolvimento precoce de um movimento estudantil politizado, preocupado não apenas com seu lugar dentro da universidade, mas também com o papel da universidade na sociedade. Partindo desse ponto, e considerando a importância da Reforma Universitária de 18 para todo o continente, ele identifica a politização, o caráter democrático e os mandatos de secularização e compromisso social como características definidoras da universidade latino-americana (Unzué, 2018). Nesse sentido, ao longo da história da universidade em nossa região, as estratégias para cristalizar o que genericamente se denomina “compromisso social universitário” têm sido variadas e distintas. No entanto, como argumenta Agustín Cano, é principalmente a extensão universitária que condensou e expressou as diferentes maneiras pelas quais a universidade organiza, em diferentes contextos históricos e sociais, seu compromisso com os processos sociais, culturais, econômicos e políticos do contexto (Cano, 2014). Polissêmica e heterogênea, a extensão é uma função distintiva das universidades latino-americanas e, atualmente, em nenhum outro lugar do mundo existe um nível de integração e desenvolvimento equivalente ao encontrado na América Latina e no Caribe (Tünnermann, 2000). 

As características, implicações e pressupostos da relação entre a universidade e os atores sociais têm sido objeto de intensos debates teóricos, políticos e metodológicos desde que o próprio termo "extensão", originário da Europa do século XIX, foi associado à ideia de um centro intelectual do qual a ciência, a tecnologia e a arte se irradiam. Desde cedo, os movimentos sociais que dinamizaram a relação universidade/sociedade desafiaram essa noção paternalista da universidade e contestaram os rumos dessa relação. Merecem destaque as manifestações nesse sentido do nascente movimento estudantil nos Congressos de Montevidéu (1908) e Buenos Aires (1910), posteriormente ratificadas no processo da Reforma Universitária de 1918. Mas foi Paulo Freire quem, no início da década de 1970, escreveu um texto fundamental para o debate: "Extensão ou Comunicação? Conscientização no Meio Rural" (1971). Nesse texto, o educador brasileiro faz uma crítica profunda ao modelo de transferência tecnológica para as comunidades rurais e, juntamente com ela, uma crítica devastadora ao tipo de vínculo tradicionalmente proposto entre universidade e comunidade, bem como suas implicações pedagógicas. 

“…a teoria implícita no ato de estender, na extensão, é uma teoria antidialógica. Como tal, é incompatível com a educação autêntica.” (Freire, 2013: 43-44).

Antes e depois de Freire, inúmeros pensadores latino-americanos também refletiram sobre os significados e rumos da relação entre universidades e movimentos sociais: José Carlos Mariátegui; Juan Antonio Mella; Leopoldo Zea; Aníbal Quijano; Augusto Salazar Bondy; Isabel Larguía; Darcy Ribeiro; Heleieth Saffioti; Enrique Dussel; Eva Giberti; Orlando Fals Borda; Silvia Rivera Cusicanqui; Rodolfo Stavenhagen; Agustín Cueva; Pablo González Casanova; Arturo Roig; Elizabeth Jelin, entre outros. Dessa reflexão, sempre acompanhada por uma dinâmica práxis social e política, emergiram diversos paradigmas teóricos e metodológicos para dar sentido a esse vínculo: Educação Popular; Pesquisa-Ação Participativa; Filosofia para a Libertação; Educação para a Libertação; Comunicação Popular; entre outros. Após um período relativamente curto, mas de grande intensidade em sua implantação territorial e desenvolvimento conceitual, a longa noite das ditaduras militares no continente provocará o recuo dos diferentes formatos de trabalho entre o setor universitário e o popular. 

Já na década de 1990, em contraste com o diagnóstico otimista da universidade e seu papel no desenvolvimento nacional e em algumas transições democráticas, as universidades foram marcadas por uma nova era caracterizada pelo foco nos efeitos regulatórios do mercado e pela convicção de que, assim como outras instituições estatais, a universidade necessitava de uma transformação profunda. Assim, avaliação, qualidade, eficácia/eficiência, diretrizes objetivas para a alocação de recursos e prestação de contas tornaram-se os princípios norteadores de um discurso que ganhou consenso entre os formuladores de políticas educacionais, que viam a universidade como uma instituição ossificada, com sérios déficits de qualidade, carente de mecanismos de avaliação, empregando critérios irracionais de alocação orçamentária e desconectada dos problemas relevantes do país (Erreguerena, 2017). Esse contexto de globalização neoliberal, queda do bloco soviético, recuo territorial das classes populares e surgimento de novos atores na ação coletiva (Svampa, 2008; Merklen, 2005) trouxe consigo revisões e atualizações dos marcos teóricos da década de 1970. A extensão universitária envolveu-se na dinâmica de provisão de financiamento adicional, fragmentando as formas anteriores de engajamento social e, em muitos casos, sendo substituída pela colaboração tecnológica e pela venda de serviços. Uma nova geração de autores, impulsionada pela dinâmica social e política, promoveu a renovação teórica e metodológica dos referenciais conceituais clássicos. Entre eles, destacam-se Carlos Rodríguez Brandão; Oscar Jara; Alfredo Ghiso; Claudia Korol; Alfonso Torres Carrillo; Roberto Elisalde; Norma Michi; Bernardo Manzano Fernández; María Teresa Sirvent; Hugo Zemelman; e Marco Raúl Mejía. José Luis Rebellato, incluindo a reflexão autocrítica de Freire e contribuições relevantes de outras latitudes, especialmente a proposta epistemológica de Boaventura de Sousa Santos. 

Nesse contexto, com uma sólida base educacional freireana e defendendo metodologias de pesquisa participativa (especialmente a proposta de Fals Borda), emergiu a corrente conhecida como "Extensão Crítica" ("Extensão Popular" em sua versão brasileira), especificamente no campo universitário e como resposta ao modelo de extensão focado na transferência de tecnologia e na venda de serviços. Enquanto no modelo de transferência de tecnologia o extensionista atua como mediador na relação entre os avanços científicos e indivíduos/empresas/clientes, no modelo de extensão crítica o extensionista é um participante consciente das tensões e contradições históricas e sociais que sobredeterminam essa relação, bem como da impossibilidade de permanecer neutro em relação a elas (Tommasino e Cano, 2016). Nesse sentido, a extensão crítica mantém um núcleo comum de convênios teóricos, políticos e metodológicos para o trabalho com movimentos sociais, atores e organizações, entre outros.

Uma leitura crítica da ordem social vigente na América Latina e no Caribe, questionando o papel integrador e reprodutivo que a educação em geral, e a educação universitária em particular, têm desempenhado nesse contexto.

 

ü Um dos objetivos é contribuir para o fortalecimento e a emancipação dos setores dominados como sujeitos históricos e protagonistas da mudança social; fortalecer a autonomia de suas organizações e democratizar o poder em direção à base social. 

 

Trabalhar em campo com movimentos sociais, atores e organizações como um processo educativo transformador, onde não existem papéis estereotipados de educador e aluno (todos podem aprender e ensinar). Esse processo contribui para a produção de novos conhecimentos e estabelece uma conexão crítica entre o conhecimento acadêmico e o conhecimento popular.

 

ü Uma abordagem interdisciplinar e trabalho conjunto entre movimentos/atores e organizações sociais, em todas as etapas: definição do problema, planejamento, execução e avaliação (TOMMASINO et al, 2006).  

É nessa tradição latino-americana e caribenha de extensão universitária, em suas diversas abordagens teóricas, políticas, pedagógicas e metodológicas, que o presente Grupo de Trabalho se propõe a aprofundar, atualizar e recuperar experiências e conteúdos. 

 

 

CANO MENONI, AGUSTÍN: Extensão universitária na transformação da universidade latino-americana no século XXI: disputas e desafios. CLACSO, 2014.
ERREGUERENA, FÁBIO (2017). O poder dos reitores universitários na Argentina (1985-2015). Buenos Aires: Editorial Prometeo. ISBN 978-987-574-885-9.
FREIRE, PAULO: Extensão ou comunicação? Conscientização nas áreas rurais. PP. 17-29. Montevidéu, Siglo XXI Editores, 2013.
MERKLEN, Denis: “Cidadãos Pobres. As Classes Populares na Era Democrática (Argentina, 1983-2003). Buenos Aires, 1ª ed., Gorla, 2005.
TOMASSINO, HUMBERTO E CANO, AGUSTÍN: Modelos de extensão universitária em universidades latino-americanas no século XXI: tendências e controvérsias. In Revista UNIVERSIDADES. União das Universidades da América Latina e do Caribe, n. 67, 2016.
SVAMPA, MARISTELLA (2008) Mudança de época. Movimentos Sociais e Poder Político. Buenos Aires: CLACSO / Século XXI.
TÜNNERMANN, C. (2000). O novo conceito de extensão universitária e disseminação cultural e sua relação com as políticas de desenvolvimento cultural na América Latina. In: Anuário de Estudos Centro-Americanos, 4: 93-126.
UNZUÉ, MARTÍN: Podemos falar de uma “universidade latino-americana”? Exclaustração e compromisso como legado. In: Políticas e tendências no ensino superior dez anos após o CRES 2008. Caderno 2: Contribuições para pensar a universidade latino-americana. Buenos Aires, CLACSO, IEC-CONADU, UN de las artes, 2018.


3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

A extensão universitária, característica definidora das universidades latino-americanas, possui atualmente uma forte tradição expressa em inúmeras atividades, programas e projetos, bem como em diversos eventos continentais sobre o tema. Contudo, essa prática nem sempre foi acompanhada da necessária sistematização teórico-metodológica, complementos essenciais para conferir inteligibilidade e vigor às propostas de transformação da universidade e sua relação com a sociedade. Embora, como mencionado anteriormente, seu desenvolvimento na América Latina e no Caribe seja singular em outras partes do mundo, não tem sido foco de interesse da pesquisa educacional em geral, resultando em escassez de pesquisas e reflexões sobre o tema. Além disso, o conhecimento desenvolvido nesse âmbito tem circulado fora dos circuitos de publicação acadêmica e além do escopo dos critérios estabelecidos. corrente principal (ou corrente principal) que dominam a circulação da produção científica. Agustín Cano (2014) identifica duas circunstâncias principais para explicar uma assimetria existente entre o ensino e a pesquisa, que impacta a marginalização da extensão: 

a) o desenvolvimento fragmentado e desigual que as principais funções universitárias têm tido historicamente, fazendo com que a pesquisa e o ensino geralmente ocorram sem conexões sólidas com a extensão, relegando esta última a uma lógica de trabalho "prático" que a distancia dos mecanismos de pesquisa e escrita acadêmica sistemática.  

b) uma distribuição desigual do prestígio universitário, expressa na já mencionada divisão do trabalho e nas políticas de incentivos salariais e institucionais vinculadas à produtividade, valorizadas pelas agências de financiamento e que, portanto, beneficiam principalmente aqueles que se dedicam à pesquisa e ao ensino. 

Apesar das circunstâncias mencionadas, observa-se um crescente interesse em atividades de extensão em um número significativo de universidades da região, juntamente com inúmeros eventos e fóruns regionais e continentais dedicados ao tema e, sobretudo, a presença de uma massa crítica vigorosa e ativa que, por meio de diversos formatos e tradições, incorpora o multifacetado compromisso social das universidades. Nesse contexto, problematiza-se o próprio conceito de “extensão universitária” Este tem sido um tema recorrente, especialmente desde a publicação, em 1971, do texto de Paulo Freire mencionado no ponto anterior. O termo "extensão", longe de ser banido, persiste em muitas universidades como resultado de intensos debates coletivos que ocorrem no próprio processo de atividades de extensão, em oficinas de reflexão e em conferências. Como afirma Rosa Buenfil, as noções não são definidas apenas por sua etimologia ou semântica literal, mas também por sua historicidade e contextos de enunciação (Buenfil, 1994). Além disso, dada a forte e persistente influência do termo, mesmo as perspectivas mais críticas optaram por redefini-lo em vez de abandonar seu uso e, assim, aceitar as desvantagens daí decorrentes na luta diária pelo significado e importância da relação universidade/sociedade. Lembremos que a extensão continua sendo uma das funções tradicionalmente aceitas da universidade, e sua importância permitiu a articulação de projetos político-acadêmicos capazes de desafiar as formas hegemônicas de se fazer o trabalho universitário, buscando vincular os processos de ensino aos principais problemas nacionais e às necessidades dos setores populares da sociedade. No sentido da proposta de De Sousa Santos “diálogo e ecologia do conhecimento”Diego Tatián propõe a noção de “intenção universitária”, como um processo complementar à extensão, enfatizando a importância de incorporar nas universidades e em suas agendas de pesquisa um conjunto de problemas, temas e conhecimentos dos movimentos sociais, processos que redefinem a autonomia universitária, que passa de uma autonomia puramente defensiva para uma autonomia “heterogênea”, positiva e proativa (Tatián, 2013). 

Além da natureza controversa da noção de extensão, como revelam essas discussões conceituais e terminológicas, é necessário também considerar sua heterogeneidade. Múltiplas atividades coexistem sob o rótulo de “extensão”. Assim, as atividades que as universidades denominam “extensão” apresentam características distintas, dependendo se envolvem disseminação cultural, disseminação científica, colaboração com outros subsistemas do sistema educacional e/ou com o setor produtivo, estágios pré-profissionais, atividades de educação popular realizadas voluntariamente por organizações estudantis, descentralização territorial de programas acadêmicos, cursos de verão ou conferências abertas ao público, venda de serviços ou transferência de tecnologia em diferentes áreas do conhecimento, etc. (Cano 2014). Esses dois aspectos que observamos — a controvérsia conceitual e nominativa e a enorme heterogeneidade de atividades denominadas da mesma forma — deixam claro que a extensão universitária é um espaço contestado. Como apontaram Laclau e Mouffe (2011), os processos de significação são processos de hegemonia e, nesse sentido, o significante “extensão”, em sua polissemia e ambiguidade constitutivas, pode ser entendido como um conceito cujo significado varia de acordo com diferentes articulações discursivas que buscam fixar provisoriamente seu sentido, em consonância com as tensões e conflitos do processo hegemônico na universidade e no campo social. Assim, “responsabilidade social”, “compromisso social”, “transferência de tecnologia”, “articulação”, “vinculação”, “extensão-intensão”, “extensão crítica”, etc., são articulações discursivas que se esforçam para atribuir sentido ao vínculo universidade-sociedade com base em certos interesses, concepções, propósitos e implicações (Tommasino e Cano, 2016). Trata-se de uma disputa que não pode ser resolvida administrativamente e que, ao contrário, vale a pena manter, destacando as implicações políticas das formas como os processos de vinculação universidade-sociedade são concebidos e organizados.

No atual contexto sociopolítico da região, marcado pela erosão dos avanços na expansão das políticas de direitos nas últimas décadas e pelo retorno de agendas neoliberais, por vezes acompanhadas de práticas autoritárias e antidemocráticas, observa-se um ataque sistemático às universidades estatais e às instituições públicas de ciência. Essas instituições estão sendo submetidas a estrangulamento financeiro e descrédito midiático, num processo de crescente mercantilização que ameaça minar o compromisso social da universidade. Nesse contexto, propomos este grupo de trabalho para coordenar esses esforços de resistência em uma discussão necessária para sistematizar e aprofundar o conteúdo teórico, político, pedagógico e metodológico da abordagem... extensão crítica latino-americana e caribenha, com a convicção de que a forma como o conhecimento é produzido e democratizado afeta a viabilidade, o significado e a direção dos processos de transformação da sociedade.

BUENFIL, ROSA NIDIA (1997) Educação, pós-modernidade e discurso (três abordagens) (Cidade do México: documento nº 39 do die-cinvestav).
CANO MENONI, AGUSTÍN: Extensão universitária na transformação da universidade latino-americana no século XXI: disputas e desafios. Clacso, 2014.
FALS BORDA, Orlando (1973) “Reflexões sobre a aplicação do método de estudo-ação na Colômbia”. Revista Mexicana de Sociologia, v. 35, n. 1.
LACLAU, ERNESTO E MOUFFE, CHANTAL (2011) Hegemonia e Estratégia Socialista. Rumo a uma Radicalização da Democracia (Buenos Aires: Fondo de Cultura Económica).
TATIÁN, DIEGO. (2013). Invenção e herança. Notas preliminares para uma universidade aberta. In II colóquio internacional nupsi-usp, São Paulo.
TOMASSINO, HUMBERTO E CANO, AGUSTÍN: Modelos de extensão universitária em universidades latino-americanas no século XXI: tendências e controvérsias. In Revista Universidades. União das Universidades da América Latina e do Caribe, n. 67, 2016.

4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
Ordenação e classificação da produção bibliográfica existente relacionada ao quadro teórico, metodológico e prático da extensão crítica.

Identificação dos núcleos teóricos e metodológicos (e práticas concretas) de interesse para o desenvolvimento e aprofundamento da perspectiva de extensão crítica, registrando temas e áreas de lacunas.

Promover a publicação de pesquisas (em diversos formatos) que permitam a sistematização e o aprofundamento dos núcleos teóricos e metodológicos do paradigma da extensão crítica.

Aprofundar a reflexão crítica sobre o trabalho colaborativo entre universidades e movimentos sociais, organizações e atores.


Realização da primeira reunião do Grupo de Trabalho com o objetivo de estabelecer uma agenda comum, coordenar o processo e distribuir coletivamente as funções e responsabilidades.

O “Primeiro Seminário-Oficina sobre Diretrizes Teóricas, Políticas, Pedagógicas e Metodológicas para a Extensão Crítica na América Latina e no Caribe” será realizado. Este seminário-oficina promoverá a reflexão, a identificação e a apropriação do conteúdo teórico, político, pedagógico e metodológico da extensão crítica a partir de uma perspectiva latino-americana e caribenha. Movimentos e organizações sociais, juntamente com seus programas de formação, terão ampla participação no seminário-oficina.


Definição do Comitê Acadêmico que coordenará as tarefas para a publicação do primeiro texto do Grupo de Trabalho. Este primeiro texto reunirá pesquisas sobre diferentes áreas temáticas relacionadas à divulgação crítica (Saúde, Cultura, Gênero, Universidade, Movimento Camponês, Povos Indígenas, Práticas Sociais Educacionais, Pedagogia, Epistemologia, Meio Ambiente, etc.).
Realização da primeira reunião do Grupo de Trabalho.

Estabelecer uma agenda e um cronograma de trabalho comuns.

Implementação do “Primeiro Seminário-Oficina sobre Diretrizes Teóricas, Políticas, Pedagógicas e Metodológicas da Extensão Crítica Latino-Americana e Caribenha”.

Definição do Comitê Acadêmico que coordenará as tarefas inerentes à primeira publicação do Grupo de Trabalho.


DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Facilitar o acesso à produção teórica existente (em todos os formatos disponíveis) a partir da perspectiva da extensão crítica latino-americana e caribenha, bem como gerar novas ferramentas teóricas e metodológicas nessa perspectiva.

Contribuir para a formação através da reflexão, identificação e apropriação do conteúdo teórico, político, pedagógico e metodológico da extensão crítica na perspectiva latino-americana e caribenha.


Criação de um site e uma página no Facebook para fornecer feedback sobre práticas de extensão, com uma seção especial para estudantes.

Articulação com bibliotecas e repositórios de acesso aberto de literatura relacionada à extensão universitária em geral.

Criação de um banco de dados com os membros da equipe do Grupo de Trabalho e pesquisadores interessados, com o objetivo de compartilhar material, progresso e produções do Grupo de Trabalho, bem como material de outros Grupos de Trabalho e/ou redes relacionadas.

Implementação do: “I Seminário-Oficina sobre Diretrizes Teóricas, Políticas, Pedagógicas e Metodológicas da Extensão Crítica Latino-Americana e Caribenha”.

Implementação do website e da página do Facebook, que são de importância crucial.

Implementação do “I Seminário-Oficina sobre Diretrizes Teóricas, Políticas, Pedagógicas e Metodológicas da Extensão Crítica Latino-Americana e Caribenha”.

Implementação do banco de dados de membros da GT, pesquisadores da GT e redes relacionadas.



PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)

Criar espaços para discussão e análise, em conjunto com movimentos, organizações e atores sociais, sobre as abordagens da Extensão Crítica.

Aprofundar a reflexão sobre o trabalho conjunto entre universidades, movimentos, organizações e atores sociais.

Gerar ferramentas para influenciar os processos de desenvolvimento e implementação de políticas em universidades da América Latina e do Caribe.

Promover a assinatura de convênios com espaços educativos/de formação de movimentos e organizações populares.

Estabelecer uma ligação crítica entre o conhecimento académico e o conhecimento popular, promovendo processos de organização e autonomia dos setores populares.




Realização de workshops e seminários em conjunto com movimentos e organizações sociais para analisar a abordagem da Extensão Crítica.

Oficinas e espaços permanentes para formação conjunta com movimentos e organizações sociais.

Espaços de reflexão sobre as implicações da colaboração entre universidades e movimentos sociais, organizações e atores.

Promover práticas de sistematização de experiências de movimentos e organizações sociais populares, bem como de projetos de movimentos/organizações e universidades.

Publicação dos resultados dos processos de análise crítica, discussão das experiências dos movimentos e do trabalho conjunto com a universidade.

Discussão teórica e metodológica com movimentos e organizações sociais sobre abordagens críticas de extensão.

Consolidar relações de confiança com diferentes movimentos e organizações sociais por meio do trabalho colaborativo.

Influenciar os processos de desenvolvimento e implementação de políticas em universidades da América Latina e do Caribe.

Geração de materiais teóricos e práticos sobre experiências e projetos conjuntos entre atores universitários e movimentos e organizações sociais.

ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articulação com movimentos e organizações sociais na região, especialmente: Via Campesina, movimentos feministas, ambientais, urbanos, rurais, povos indígenas, Organização Continental de Estudantes da América Latina e do Caribe (OCLAE), etc.

Coordenar o trabalho com as redes nacionais e regionais de extensão universitária e, em particular, com a União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).

Promover a assinatura de convênios com espaços educativos/de formação de movimentos e organizações populares.

Promover e fortalecer os processos de divulgação essenciais já existentes no âmbito da América Latina e do Caribe.

Promover o intercâmbio acadêmico com grupos de extensão e pesquisa de universidades da região e com os Grupos de Trabalho da CLACSO que tenham objetivos semelhantes.



Trabalho conjunto entre a equipe de comunicação do Grupo de Trabalho sobre Extensão Crítica e a equipe de comunicação da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU) para a criação, manutenção e atualização do site, da página do Facebook e do conteúdo do canal do YouTube sobre Extensão Crítica.

Criar uma rede regional para divulgação crítica no âmbito da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).

Desenvolver atividades em conjunto com outras redes e grupos de trabalho com objetivos semelhantes (Grupos de Trabalho sobre Pesquisa Militante; Pensamento Crítico; Epistemologias do Sul, etc.).

Estabelecer convênios com espaços educativos, escolas e universidades de movimentos sociais (por exemplo, Escola Florestán Fernández, Instituto Educar e Iterra do MST, Universidade Camponesa do MOCASE, Escola de Formação da FUCVAM e outras).
Será gerado apoio mútuo para as tarefas de formação e educação dos membros das organizações e dos estudantes universitários (com ênfase nos estudantes).
Atividades e trabalho conjunto com diferentes redes, grupos de trabalho, movimentos sociais e organizações.

Sinergia entre as equipes de comunicação da GT e a equipe de comunicação da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).

Criação e fortalecimento de redes regionais sobre extensão crítica e trabalho conjunto com movimentos, organizações e atores sociais.

Acordos e convenções assinados e em vigor entre organizações de formação e educação dos movimentos/organizações e redes universitárias.



PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)

Consolidar o grupo de trabalho de divulgação crítica para a América Latina e o Caribe, criando um espaço para monitorar e avaliar o processo de trabalho.

Identificação e mapeamento, em nível latino-americano e caribenho, de experiências de trabalho conjunto com movimentos e organizações sociais a partir da perspectiva da extensão crítica.

Promover a publicação de pesquisas (em diversos formatos) que permitam a sistematização e o aprofundamento dos núcleos teóricos e metodológicos do paradigma da extensão crítica.


Continuação do trabalho de identificação das áreas e núcleos teóricos de interesse para o desenvolvimento da perspectiva de extensão crítica, registrando tópicos e áreas de lacunas.


Aprofundar a reflexão crítica sobre o trabalho colaborativo entre universidades e movimentos sociais, organizações e atores.



Realização da segunda reunião do Grupo de Trabalho para analisar o progresso, os resultados iniciais e coordenar novas tarefas.

Realizar um mapeamento, em nível latino-americano e caribenho, de experiências de trabalho conjunto com movimentos e organizações sociais a partir da perspectiva da extensão crítica.

Geração de um Sistema de Informação Geográfica que permita ordenar e classificar as informações produzidas nos mapas.


O “Segundo Seminário-Oficina sobre Diretrizes Teóricas, Políticas, Pedagógicas e Metodológicas para a Extensão Crítica na América Latina e no Caribe” será realizado. Este seminário-oficina ampliará o conteúdo da primeira oficina, enfatizando propostas para a democratização do conhecimento e buscando conectar os processos de ensino às necessidades de setores tradicionalmente excluídos de nossas sociedades. Movimentos e organizações sociais, juntamente com seus programas de formação, terão ampla participação no seminário-oficina.

Livro: “Textos-chave da Extensão Crítica Latino-Americana e Caribenha”: definição do Comitê Acadêmico que coordenará os trabalhos deste segundo texto do Grupo de Trabalho. Este texto reunirá, com um estudo introdutório, os “textos-chave” de autores latino-americanos e caribenhos que, na opinião do Comitê Acadêmico, são essenciais para a abordagem teórico-metodológica da Extensão Crítica.

Realização da 2ª reunião do Grupo de Trabalho.

Implementação do: “II Seminário-Oficina sobre Diretrizes Teóricas, Políticas, Pedagógicas e Metodológicas da Extensão Crítica Latino-Americana e Caribenha”.

Mapa regional das experiências de extensão crítica na América Latina e no Caribe.

Sistema de informação geográfica que permite a ordenação e classificação das informações produzidas em mapas.

Definição do Comitê Acadêmico que ficará responsável pelas tarefas do segundo livro do Grupo de Trabalho: “Textos-chave da extensão crítica latino-americana e caribenha”.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)

Facilitar o acesso à produção teórica existente (em todos os formatos disponíveis) a partir da perspectiva da extensão crítica latino-americana e caribenha.

Promover a publicação de pesquisas (em diversos formatos) que permitam a sistematização e o aprofundamento dos núcleos teóricos e metodológicos do paradigma da extensão crítica.

Contribuir para a formação através da reflexão, identificação e apropriação do conteúdo teórico, político, pedagógico e metodológico da extensão crítica na perspectiva latino-americana e caribenha.
Criação de um canal no YouTube para compartilhar vídeos de treinamento e experiências de extensão universitária em formatos audiovisuais. O canal conterá todo o conteúdo produzido pelo Grupo de Trabalho e também será vinculado a bibliotecas com acervos relacionados à Extensão Universitária.

Publicação do livro que reúne pesquisas sobre diferentes áreas temáticas ligadas à extensão crítica (Saúde, Cultura, Gênero, Universidade, Movimento Camponês, Práticas Sociais Educacionais, Pedagogia, Epistemologia, Meio Ambiente, etc.).

Implementação do “II Seminário-Oficina sobre Diretrizes Teóricas, Políticas, Pedagógicas e Metodológicas da Extensão Crítica Latino-Americana e Caribenha”.

Livro “Textos-chave da extensão crítica latino-americana e caribenha”. Definição do Comitê Acadêmico que coordenará o trabalho de desenvolvimento deste segundo livro do Grupo de Trabalho.

Expansão e consolidação da base de dados de membros da equipe do Grupo de Trabalho e pesquisadores interessados, a fim de divulgar material, progressos e produções do Grupo de Trabalho, bem como material de outros Grupos de Trabalho e/ou redes relacionadas.

Continuidade e atualização do conteúdo do site e das páginas do Facebook da GT.

Lançamento do canal do YouTube da extensão crítica.

Publicação do primeiro livro do GT compilando pesquisas sobre diferentes campos temáticos relacionados à extensão crítica.

Definição do Comitê Acadêmico que coordenará os trabalhos para a elaboração do segundo livro do GT.

Implementação do “II Seminário-Oficina sobre Diretrizes Teóricas, Políticas, Pedagógicas e Metodológicas da Extensão Crítica Latino-Americana e Caribenha”.

Operação e expansão da base de dados de membros e pesquisadores do GT, bem como das redes relacionadas.

Continuidade e atualização do conteúdo das páginas da GT na Web e no Facebook.

PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Criar espaços para discussão e análise, em conjunto com movimentos, organizações e atores sociais, sobre as abordagens da Extensão Crítica.

Aprofundar a reflexão sobre o trabalho conjunto entre universidades, movimentos, organizações e atores sociais.

Gerar ferramentas para influenciar os processos de desenvolvimento e implementação de políticas em universidades da América Latina e do Caribe.


Estabelecer uma ligação crítica entre o conhecimento académico e o conhecimento popular, promovendo processos de organização e autonomia dos setores populares.
Realização de workshops e seminários em conjunto com movimentos e organizações sociais para analisar a abordagem da Extensão Crítica.

Oficinas e espaços permanentes para formação conjunta com movimentos e organizações sociais.

Espaços de reflexão sobre as implicações da colaboração entre universidades e movimentos sociais, organizações e atores.

Discussão teórica e metodológica com movimentos e organizações sociais sobre abordagens críticas de extensão.

Consolidar relações de confiança com diferentes movimentos e organizações sociais por meio do trabalho colaborativo.

Influenciar os processos de desenvolvimento e implementação de políticas em universidades da América Latina e do Caribe.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articulação com movimentos e organizações sociais na região, especialmente: Via Campesina, movimentos feministas, ambientais, urbanos, rurais, povos indígenas, Organização Continental de Estudantes da América Latina e do Caribe (OCLAE), etc.


Coordenar o trabalho com as redes nacionais e regionais de extensão universitária e, em particular, com a União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).

Promover e fortalecer os processos de divulgação essenciais já existentes no âmbito da América Latina e do Caribe.

Promover o intercâmbio acadêmico com grupos de extensão e pesquisa de universidades da região e com os Grupos de Trabalho da CLACSO que tenham objetivos semelhantes.
Trabalho conjunto entre a equipe de comunicação do Grupo de Trabalho sobre Extensão Crítica e a equipe de comunicação da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU) para a criação, manutenção e atualização do site, da página do Facebook e do conteúdo do canal do YouTube sobre Extensão Crítica.

Criar uma rede regional para divulgação crítica no âmbito da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).


Desenvolver atividades em conjunto com outras redes e grupos de trabalho com objetivos semelhantes (Grupos de Trabalho sobre Pesquisa Militante; Pensamento Crítico; Epistemologias do Sul, etc.).


Atividades e trabalho conjunto com diferentes redes, grupos de trabalho, movimentos sociais e organizações.

Sinergia entre as equipes de comunicação da GT e a equipe de comunicação da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).

Criação e fortalecimento de redes regionais sobre extensão crítica e trabalho conjunto com movimentos, organizações e atores sociais.

Acordos e convenções gerais e específicas assinados e em vigor entre organizações de formação e educação dos movimentos/organizações e Redes Universitárias.


PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)

Realizar uma revisão e sistematização do trabalho desenvolvido pelo GT, definindo propostas para a sua continuidade.

Promover a publicação de pesquisas (em diversos formatos) que permitam a sistematização e o aprofundamento dos núcleos teóricos e metodológicos do paradigma da extensão crítica.


Continuação do trabalho de identificação das áreas e núcleos teóricos de interesse para o desenvolvimento da perspectiva de extensão crítica, registrando tópicos e áreas de lacunas.


Atualização do mapa regional de experiências de trabalho conjunto com movimentos e organizações sociais sob a perspectiva da extensão crítica.




Facilitar o acesso à produção teórica existente (em todos os formatos disponíveis) a partir da perspectiva da extensão crítica latino-americana e caribenha.

Promover a publicação de pesquisas (em diversos formatos) que permitam a sistematização e o aprofundamento dos núcleos teóricos e metodológicos do paradigma da extensão crítica.

Contribuir para a formação através da reflexão, identificação e apropriação do conteúdo teórico, político, pedagógico e metodológico da extensão crítica na perspectiva latino-americana e caribenha.
Publicação do segundo livro do GT: “Textos-chave da extensão crítica latino-americana e caribenha”.

Continuação do trabalho de atualização do conteúdo do canal do YouTube para compartilhar vídeos de treinamento e experiências complementares em formatos audiovisuais.

Divulgação de materiais gerados pelo GT.

Expansão e consolidação da base de dados de membros da equipe do Grupo de Trabalho e pesquisadores interessados, a fim de divulgar material, progressos e produções do Grupo de Trabalho, bem como material de outros Grupos de Trabalho e/ou redes relacionadas.

Continuidade e atualização do conteúdo do site e das páginas do Facebook da GT.
Operação do canal crítico de extensão do YouTube.

Publicação do segundo livro do GT: “Textos-chave da extensão crítica latino-americana e caribenha”.

Continuidade e atualização do conteúdo das páginas da GT na Web e no Facebook.

Operação e expansão da base de dados de membros e investigadores do GT e redes relacionadas.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)

Facilitar o acesso à produção teórica existente (em todos os formatos disponíveis) a partir da perspectiva da extensão crítica latino-americana e caribenha.

Promover a publicação de pesquisas (em diversos formatos) que permitam a sistematização e o aprofundamento dos núcleos teóricos e metodológicos do paradigma da extensão crítica.

Contribuir para a formação através da reflexão, identificação e apropriação do conteúdo teórico, político, pedagógico e metodológico da extensão crítica na perspectiva latino-americana e caribenha.
Publicação do segundo livro do GT: “Textos-chave da extensão crítica latino-americana e caribenha”.

Continuação do trabalho de atualização do conteúdo do canal do YouTube para compartilhar vídeos de treinamento e experiências complementares em formatos audiovisuais.

Divulgação de materiais gerados pelo GT.

Expansão e consolidação da base de dados de membros da equipe do Grupo de Trabalho e pesquisadores interessados, a fim de divulgar material, progressos e produções do Grupo de Trabalho, bem como material de outros Grupos de Trabalho e/ou redes relacionadas.

Continuidade e atualização do conteúdo do site e das páginas do Facebook da GT.
Discussão teórica e metodológica com movimentos e organizações sociais sobre abordagens críticas de extensão.

Consolidar relações de confiança com diferentes movimentos e organizações sociais por meio do trabalho colaborativo.

Influenciar os processos de desenvolvimento e implementação de políticas em universidades da América Latina e do Caribe.


PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Criar espaços para discussão e análise, em conjunto com movimentos, organizações e atores sociais, sobre as abordagens da Extensão Crítica.

Aprofundar a reflexão sobre o trabalho conjunto entre universidades, movimentos, organizações e atores sociais.

Gerar ferramentas para influenciar os processos de desenvolvimento e implementação de políticas em universidades da América Latina e do Caribe.


Estabelecer uma ligação crítica entre o conhecimento académico e o conhecimento popular, promovendo processos de organização e autonomia dos setores populares.

Realização de workshops e seminários em conjunto com movimentos e organizações sociais para analisar a abordagem da Extensão Crítica.

Oficinas e espaços permanentes para formação conjunta com movimentos e organizações sociais.

Espaços de reflexão sobre as implicações da colaboração entre universidades e movimentos sociais, organizações e atores.






Discussão teórica e metodológica com movimentos e organizações sociais sobre abordagens críticas de extensão.

Consolidar relações de confiança com diferentes movimentos e organizações sociais por meio do trabalho colaborativo.

Influenciar os processos de desenvolvimento e implementação de políticas em universidades da América Latina e do Caribe.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Articulação com movimentos e organizações sociais na região, especialmente: Via Campesina, movimentos feministas, ambientais, urbanos, rurais, povos indígenas, Organização Continental de Estudantes da América Latina e do Caribe (OCLAE), etc.


Coordenar o trabalho com as redes nacionais e regionais de extensão universitária e, em particular, com a União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).

Promover e fortalecer os processos de divulgação essenciais já existentes no âmbito da América Latina e do Caribe.

Promover o intercâmbio acadêmico com grupos de extensão e pesquisa de universidades da região e com os Grupos de Trabalho da CLACSO que tenham objetivos semelhantes.

Trabalho conjunto entre a equipe de comunicação do Grupo de Trabalho sobre Extensão Crítica e a equipe de comunicação da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU) para a criação, manutenção e atualização do site, da página do Facebook e do conteúdo do canal do YouTube sobre Extensão Crítica.

Criar uma rede regional para divulgação crítica no âmbito da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).


Desenvolver atividades em conjunto com outras redes e grupos de trabalho com objetivos semelhantes (Grupos de Trabalho sobre Pesquisa Militante; Pensamento Crítico; Epistemologias do Sul, etc.).

Atividades e trabalho conjunto com diferentes redes, grupos de trabalho, movimentos sociais e organizações.

Sinergia entre as equipes de comunicação da GT e a equipe de comunicação da União Latino-Americana de Extensão Universitária (ULEU).

Criação e fortalecimento de redes regionais sobre extensão crítica e trabalho conjunto com movimentos, organizações e atores sociais.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 186
Yenny Aminda Eguigure Torres
Universidade Pedagógica Nacional Francisco Morazán
Honduras
Elizabeth Centeno Torres
Universidade de Playa Ancha
Chile
Marcela Mastrocola
Universidade Nacional do Centro da Província de Buenos Aires
Argentina
Carina Alejandra Cassanello
Faculdade de Ciências Humanas e da Educação
Universidade da República
Uruguai
Stefany Dayana Horta Franco

Jilma Romero Arrechavala
Faculdade de Ciências Humanas e Jurídicas
Universidade Nacional Autônoma da Nicarágua
Nicarágua
José María Bompadre
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Mariana Soledad Castro
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Álvaro Javier Di Matteo
Universidade Nacional de Luján
Argentina
Sandra De Fátima Batista De Deus
Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Brasil
Javier Mejuto González
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Diego Tatián
Centro de pesquisa
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Márcio Alberto Cruz Torres
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Mónica Alejandra Morant
Faculdade de Ciências Aplicadas à Indústria
Argentina
Alicia rodriguez

Marian Álvarez Martínez
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Sebastião Álvarez

Boris González López
Universidade de Playa Ancha
Chile
Mirian Anabel Pascual
Universidade Nacional de La Pampa
Argentina
Galel Briceño
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Juan Ignacio Rucci
Secretaria de Extensão - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Irma Alejandra Valladares Salinas
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Melina González
Universidade Nacional del Nordeste
Argentina
Oscar Jara Holliday
Conselho de Educação Popular da América Latina e do Caribe
Costa Rica
Oscar Juárez Matute
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Oscar Soto
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Ramírez Gretel Maria
Universidade Nacional de Entre Rios
Argentina
Julieta Marcela Filippi Villar
Universidade Nacional de Mar da Prata
Argentina
Guido Enrique Mastrantonio Garrido
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Mercedes Barischetti
Faculdade de Filosofia e Letras
Argentina
Mercedes González Larrea
Cátedra de Ciência, Tecnologia e Sociedade + Inovação. Ministério da Educação Superior de Cuba.
Universidade de La Havana
Cuba
Viviana Macchiarola
Universidade Nacional de Rio Cuarto
Argentina
Miguel Céspedes Araya
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Felipe Gascón I Martín
Universidade de Playa Ancha
Chile
Laura Inés Lonardi
Universidade Nacional de Entre Rios
Argentina
Manuel Ferrer
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Manuel Schneider
Universidade Nacional de Rio Cuarto
Argentina
Mariela Beatriz Meljin Lombardi
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Labecki María Bárbara
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Eduardo Paz Rada
Estudos de pós-graduação em Ciências do Desenvolvimento
Universidade de San Andres
Bolívia
Gabriela Andrea Toloza González
Universidade Nacional de Catamarca
Argentina
Néstor Horácio Cecchi
UNIVERSIDADE NACIONAL DE MAR DEL PLATA
Argentina
Luís Fernando Chave Gomez
Universidade Técnica Nacional UTN
Costa Rica
Marta Ines Giacomino
Universidade Nacional de Entre Rios
Argentina
Tania Miladi Zambrano Loor

Ana María Chávez
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Hugo Javier Pereira Cardozo
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Claudio Alberto Carucci
UNIVERSIDADE NACIONAL DO RIO NEGRO
Argentina
Mariana De Jesús Buzó Garay

Mirtha Lischetti
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Rodrigo García Ferreira

Rodrigo Touza
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Rodrigo Ávila Huidobro
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Vitória Aldana Ruscelli
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jazmín De Los Ángeles Pereira Ortega
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Breno Bringel
Instituto de Estudos Sociais e Políticos
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Jonathan Henri Sebastião Jaumont
Brigadas Populares
Brasil
Mariela Alejandra Edelstein
Universidade Provincial de Córdoba
Argentina
Ethel Maldonado Molina
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Miguel Olicetti Espina
Departamento de Ciências Sociais
Centro Universitário Regional da Costa Norte
Universidade da República
Uruguai
Mariana Fry
Departamento de Sociologia - FCS - Universidade Nacional da República
Uruguai
Nélida Gabriela Lucero
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Fabio Erreguerena [Coordenador]
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Ricardo Antonio Pastrana Sánchez
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Daniel De Michele
Universidade Nacional de Entre Rios
Argentina
Daniel Fauré
Departamento de Psicologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Eliana Cristina Ortubia Díaz
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Rita María Gamboa Conejo
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Hilda Salgado
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Norma Lizzeth Espinal Baggia
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Norma Elena Bregagnolo
Universidade Nacional del Nordeste
Argentina
Virgínia Miranda Gassull
UNCUYO
Argentina
Priscila Mena García
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Soledad Vercellino
Universidade Nacional do Rio Negro
Argentina
Gustavo Ricardo Nieto
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Liliana Carmen Carrizo
Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Paula Gambino
Faculdade de Ciências Humanas da Universidade Nacional de Mar del Plata
Argentina
Maria Alejandra Blanc
Faculdade de Serviço Social
Universidade Nacional de Entre Rios
Argentina
Martín Facundo Damián
Faculdade de Filosofia e Letras
Argentina
Sandra Guadalupe Gezmet
Secretaria de Extensão Universitária da UNC e Faculdade Nacional de Montserrat da UNC
Argentina
Guadalupe Hindi
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
José Agustín Cano Menoni
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Maria Guadalupe Nuñez Salgado
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Juan Pablo Cervera Novo
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Rodolfo Fabricio Oyarbide
Universidade Nacional de Mar da Prata
Argentina
Ofelia Patricia Assunto
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Julieta Chichizola
UNIVERSIDADE NACIONAL DE ENTRE RIOS
Argentina
Miguel Angel Genti
Secretaria de Extensão Universitária - Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Elba Beatriz Núñez Ibáñez
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Sylvia Maria Valenzuela Tovar
Rede Nacional ASCUN e Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Matías Roberto Delgado Soto
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Emília Elisa Molina
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Ana María T. Rodríguez
Universidade Nacional de La Pampa
Argentina
Gonzalo Gabriel Navarro Sanz
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Ivanna Lys Petz
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Ayelén Gandolfo
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Ayelén Gandolfo
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
César Roberto Leal Soto
Instituto de Ciências Alejandro Lipschutz
Chile
Pedro Díaz García
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Silvia Margarita Reyes Corea
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
María José López
Faculdade de Ciências Médicas, UNCuyo
Argentina
Simone Imperatore

Paula Elizabeth Abdala
Instituto Universitário Nacional de Direitos Humanos Mães da Praça de Maio (IUNMa)
Argentina
Sol Maria Benavente
Universidade Nacional de Buenos Aires
Argentina
Ana Lorena Platero

Romina Colacci
Secretaria de Extensão - Universidade Nacional de Mar del Plata
Argentina
Mynor René Cordón Y Cordón
CSUCA SICAUS Sistema Centro-Americano de Relações Universidade-Sociedade
Guatemala
Humberto Tomasino [Coordenador]
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Pablo García Giménez
Secretaria de Extensão - Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Pablo Saravia Ramos
Observatório de Participação Social e Território. Universidade de Playa Ancha
Chile
Luís Márquez Borbolla
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana, Unidade Cuajimalpa
México
Federico José Matus Vega
Universidade Nacional de Engenharia
Nicarágua
Valeria Cavalli Dalla Rizza
Universidade da República UDELAR
Uruguai
Valeria Gili Diez
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Ignacio Garaño Garaño
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Franco Brutti
UNIVERSIDADE NACIONAL DO CENTRO DA PROVÍNCIA DE BUENOS AIRES
Argentina
Nicolasa Terreros Barrios
Vice-Reitoria de Extensão
Universidade especializada das Américas
Panamá
Facundo Martín Harguinteguy
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Carlos Maximiliano Toni
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Anayant Delcid Ramírez
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
María Limpia Díaz Ortega
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Adriana Beatriz Guajardo
Faculdade de Ciências Aplicadas à Indústria
Argentina
Isabel Calvo González
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Letícia Soledad Núñez Jorge
Unidade Regional de Extensão – CENUR LN.
Uruguai
Gabriela Diaz
Faculdade de Ciências Exatas e Naturais, Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Nicolás Rodríguez González

Carla Sabrina Buj
Faculdade de Filosofia e Letras, Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Renata Versiani Scott Varella
Instituto de Estudos Sociais e Políticos
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Indira María Ferrer González
Cátedra de Ciência, Tecnologia e Sociedade + Inovação. Ministério da Educação Superior de Cuba.
Universidade de La Havana
Cuba
Merlin Ivania Padilla Contreras [Coordenador]
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Aminta Margarita Navarro Herrera
Coordenação Geral de Estudos de Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Sociais
-Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Francisco Javier Parajón
Universidade Nacional Autônoma de León
Nicarágua
Maria Emília Greco
Faculdade de Artes e Design, Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Anabel Riero
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Luís Hector Amaranto Barreras
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Oscar Garcia
UNIVERSIDADE NACIONAL DE SAN MARTIN
Argentina
Susana Montenegro
Universidade Nacional de Tucumán
Argentina
Maria Gabriela Hernández López
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Ángel Ortega Ortega
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Lía Mabel Norverto
Universidade Nacional de La Pampa
Argentina
Júlia Del Carmen
UNIVERSIDADE NACIONAL DO RIO NEGRO
Argentina
Benjamin Andrés Monti Falicoff
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Folgar Letícia
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Maria Milagros Molina Guiñazú
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Eduardo Enrique Rodas-Quito
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Sandra Maria Lovo Jerez
Universidade Nacional Agrária
Nicarágua
Daniel Eduardo Herrero
Universidade Nacional do Centro da Província de Buenos Aires
Argentina
Maria Cecília Montani
Universidade Nacional de San Juan
Argentina
Pascual Lascano Ana
Universidade da República
Uruguai
Silvia Elena Camacho Prado
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Maria Elisa Ingold Leguísamo

Bianchi Delia
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Liliana Mercedes Elsegood
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Fernando José Zorto Aguilera
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Natania Tommasino Comesaña
Universidade da República
Uruguai
Cecília Petray
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Camila Ríos Peñafiel
Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Ricardo Santiago Puca Molina
Universidade Nacional da Patagônia Austral
Argentina
Edith Del Carmen Rivera
Universidade Autônoma de Chiriqui
Panamá
Carla Gabriela Pinto
Faculdade de Ciências Médicas da UNCUYO
Argentina
Alejandro Javier Tonolli
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Gil Ramón González González
Cátedra de Ciência, Tecnologia e Sociedade + Inovação. Ministério da Educação Superior de Cuba.
Universidade de La Havana
Cuba
Brian Martin Erazo Muñoz
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Marcelo Carrasco
Universidade de La Frontera
Chile
Marcelo Pérez Sánchez
Universidade da República UDELAR
Uruguai
Maria Letícia Benelli Rodríguez
Centro Universitário Regional da Costa Norte da Universidade da República do Uruguai
Uruguai
Eleonora Gómez Castrilli
Universidade Nacional de La Pampa
Argentina
Juan Carlos Molinas Cáceres
Escola de Pós-Graduação do Reitorado
Universidade Nacional do Leste
Paraguai
Nelson Carroza Atenas
Universidade de Playa Ancha
Chile
Francisco Antonio Portillo Nuñez
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Adriana Villalobos Araya
Universidade Nacional de Educação a Distância (UNED)
Costa Rica
Janicce Marcela Andino Tinoco
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Maria Bonicatto
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Maria Borgobello
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Graciela Irene Corbato
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Ramón Antonio Romero Cantarero
Centro de Documentação de Honduras
Honduras
Marco Antonio Tinoco Hernández
Diretoria de Pesquisa Científica
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Luciana Carla Fioerda
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
Maria Milena Quiroz
FCE-UNCUYO
Argentina
Lisa Furlani
Universidade Nacional de Rosário
Argentina
Roberto Bernardo Salim
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Dein Giovanni Portela Valenzuela
Faculdade de Ciências Sociais
Diretoria de Pesquisa e Estudos de Pós-Graduação
Universidade Alberto Hurtado
Chile
Edward Odelyn Carranza Flores
Universidade Nacional Autônoma de Honduras
Honduras
Laura Nudelman
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
Rocio Daniela Peterle
Faculdade de Filosofia e Letras da UNCUYO
Argentina
Leandro Martín Ortega
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina




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