Área temática: Comunicação e Poder

Grupo de trabalhoComunicação, política e cidadania

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Comunicação, política e cidadania
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Amparo Marroquín Parducci
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Carlos Del Valle
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Florença Saintout
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

Abordar a tríade comunicação, política e cidadania é uma questão fundamental para a região da América Latina e do Caribe, pois constitui um território incontornável para as nossas democracias. Atualmente, a hiperconcentração midiática, bem como a falta de regulamentação na comunicação e na tecnologia, colocam em xeque o exercício da cidadania e as democracias dos nossos países, a ponto de minar a própria ideia do poder regulatório dos Estados-nação e dos sujeitos de direito. É claro que não é apenas a mídia que, por si só, pode condicionar a vontade popular; pelo contrário, ela o faz em clara conivência com as elites, o judiciário e o mercado financeiro nacional e transnacional. 

Esses são os pilares que operam na região há décadas, empregando campanhas de desinformação e a deslegitimação da política e das lideranças populares por meio da despolitização da cultura, da politização do judiciário, da criminalização dos protestos sociais e da estigmatização generalizada pela mídia. A partir da chamada mídia tradicional ou hegemônica, são semeadas discussões e proferidas decisões, obscurecendo o papel do judiciário e nos colocando nos limites da democracia. Nesse contexto, campanhas políticas, operações midiáticas e judiciais, a proliferação de notícias falsas, o controle de big data e o assédio a veículos de comunicação públicos e comunitários e a jornalistas comprometem os direitos dos cidadãos.

Dessa forma, a hiperconcentração midiática — que é simultaneamente econômica, ideológica e cognitiva — ancorada na doutrina da segurança cidadã e enraizada na pedagogia da crueldade (Segato, 2014), põe em risco a cidadania por meio de democracias mediadas que postulam novas formas de convivência baseadas na lógica do capital financeiro. E, nesse ponto, a luta pelo sentido do bem comum, o caminho para a emancipação, está fortemente ligada à ação política, às mobilizações, à gestão econômica e ao tecido cultural, ideológico e espiritual de nossos povos (García Linera, 2015). Entendemos, portanto, que a comunicação é reconhecida como constitutiva da cidadania enquanto interação que possibilita a coletivização de interesses, necessidades e propostas; mas também porque confere existência pública e política aos sujeitos, permitindo-lhes ver e representar a si mesmos e aos outros. Esse reconhecimento da comunicação como condição de possibilidade para a cidadania é, ao mesmo tempo, condição de possibilidade para a política e para nossas democracias.

Essa asfixia da democracia se intensifica a cada líder popular e prisioneiro político assassinado, mas também a cada direito cerceado (concentração da mídia, desemprego e trabalho precário, desmantelamento da saúde pública, da educação, da ciência e da tecnologia e da previdência social), a cada medida governamental que implementa uma transferência regressiva de renda. Essas ações são sistematicamente apresentadas nas pautas da mídia e na consciência pública como se tivessem sido acordadas com a população, violando constantemente o direito à comunicação. Enquanto tudo isso acontece, ou talvez para tornar esse cenário possível, o número de jornalistas, profissionais da mídia e proprietários de veículos de comunicação críticos que são demitidos, perseguidos, estigmatizados ou assassinados em nossa região está aumentando, colocando-nos em um estado de emergência comunicacional, política e cívica.

Tudo isso ocorre no contexto de um neoliberalismo em crise, onde cada comunidade da região conhece e identifica seus opressores. No entanto, esses opressores parecem se deleitar em punir aqueles que se recusam a submeter-se à violência e à injustiça. Das posições de poder que representam (governos autoritários, o sistema judiciário e os principais meios de comunicação), tratam as lutas populares e a regulação da comunicação como assunto de Estado, retratando-as como inimigas. Portanto, é crucial continuar alertando que a mídia de massa, entendida como corporações que representam interesses regionais e globais específicos, emprega uma série de operações semióticas e políticas que revelam seus objetivos. Demoniza o Estado e a política, reivindica ser a árbitra da história e mina a memória coletiva e as lutas do povo (Saintout e Varela, 2015).

É necessário reiterar que, como expoentes das chamadas elites latino-americanas, os meios de comunicação estabelecem um senso comum que associa políticas de inclusão social ao populismo, ao fascismo e às ditaduras; e contribuem fortemente para o descrédito de governos progressistas e de esquerda, construindo agendas em que o argumento da corrupção do Estado público se torna um dos principais focos — e desculpas — da ofensiva neoliberal. Ao fazer isso, equiparam o Estado — e a expansão dos direitos — à corrupção, na busca de uma administração tecnocrática que ignora a dimensão política de toda administração estatal (Astarita, 2014).

Assim, temos observado e constatado como os processos políticos que promovem a democratização da comunicação, entendida como um direito, representam uma clara ameaça para aqueles que buscam monopolizar a palavra, contribuindo para o estabelecimento de uma ordem conservadora que mina os direitos sociais, censurando, ignorando ou distorcendo as vozes, demandas e expressões do movimento popular, ao rejeitarem a aplicação de decretos que ameaçam a soberania e a dignidade de nossos povos, manipulam medos e ódios e promovem julgamentos de duvidosa relevância contra os governantes e líderes sociais da região. 

Vale ressaltar, portanto, que a história da mídia e das elites em nossa região está intrinsecamente ligada, resultando em um papel proeminente nos eventos mais horríveis da história de nosso povo, como ditaduras, guerras civis e golpes contra governos democráticos durante o século XX (como o caso emblemático de El Mercúrio no Chile, cuja intervenção direta levou à queda do governo democraticamente eleito da Unidade Popular entre 1970 e 1973), e também na atualidade. Casos como os de Honduras (2009), Paraguai (2012) e Brasil (2016) são exemplos claros, aos quais devemos acrescentar as operações destinadas a desacreditar e exigir julgamentos de ex-presidentes como Lula da Silva (ainda injustamente preso), Cristina Fernández de Kirchner e Rafael Correa, todos em apoio aos atuais governos de direita de Jair Bolsonaro, Mauricio Macri e Lenin Moreno. 

Esses grupos regionais de direita — sempre em colaboração com as potências hegemônicas globais — foram e continuam sendo cúmplices — e até mesmo perpetradores — da fome, das armas, dos tanques, da tortura, dos desaparecimentos e da estigmatização que pesam sobre a história de nossos povos. Hoje, sua campanha de pressão não se baseia mais no derramamento de sangue; em vez disso, eles instilam seu ódio e horror contra o povo, escondendo-se atrás dos mesquinhos interesses das instituições, como expresso na ordem neoliberal.

Contudo, neste cenário de tempos confusos e difíceis para os nossos povos, a resistência dos movimentos sociais e políticos está organizada, pronta para construir alternativas democráticas, abertas e populares. A nossa América tem sido e continua a ser uma plataforma vital para o surgimento e a potencial transformação face ao avanço do neoliberalismo. A comunicação foi e é uma das principais arenas de conflito e lutas pelo poder. Temos assistido a isso nos últimos anos, à medida que governos progressistas e populares na região a têm tornado uma questão de Estado, abrindo assim a possibilidade de reconhecimento e empoderamento para diversos setores sociais que, antes das discussões parlamentares sobre a regulamentação da comunicação, eram claramente desfavorecidos pela monopolização da liberdade de expressão por meios de comunicação concentrados, ou mesmo por aqueles que eram privados dela por completo.

Hoje, uma das questões que nos une diz respeito ao reconhecimento dos espaços onde se constroem diálogos e resistências, e como os habitamos quando parece que os vencedores já triunfaram. Para tanto, o desenvolvimento de certas cartografias pode ser útil para explorar novas categorias com as quais se possa nomear e abordar a tríade comunicação, política e cidadania. Assim, deparamo-nos com uma série de questões urgentes que permeiam a atual agenda de trabalho do grupo, tais como: abordar os processos de memória, paz, violência e migração; o reencantamento dos piores aspectos da religião através do estabelecimento de uma visão de mundo fundamentalista (pentecostalismo, Opus Dei, etc.); e os novos populismos que, tanto de esquerda quanto de direita, ameaçam diminuir a profundidade da política ou legitimar abusos de poder, seja qual for a sua origem. 

Precisamos também repensar as mediações, as tecnicalidades, as sociabilidades e os rituais em uma época em que a chamada revolução digital opera em todas as esferas da comunicação, da política e da cidadania. Analisar as mutações, contradições e interseções dentro dessa tríade é fundamental para entender que tipos de cidadania estão sendo construídos a partir desses outros sentidos. Por sua vez, as discussões sobre acesso à informação, responsabilidade, transparência, liberdade de expressão e big data exigem uma linguagem matemática para precisão, e devemos nos aprofundar nisso, visto que vivemos em uma época em que os algoritmos adquiriram um caráter decisivo, e é essencial saber decifrá-los e intervir neles intencionalmente. Os algoritmos não são neutros. Eles são projetados para conceder favores e empoderar alguns, enquanto privam outros de seus dados.

Assim, a urgência dessas questões se reflete na brutal erosão dos direitos, que aprofunda as divisões existentes, especialmente a desigualdade (inclusive na comunicação) que ameaça nossas democracias. Além disso, abordar a tríade comunicação, política e cidadania no atual contexto regional visa desenvolver coletivamente estratégias que nos permitam transformar agendas de ódio e opressão em agendas de justiça social soberanas e equitativas, fundamentadas em uma comunicação democrática, ampla, pluralista e diversa.

 

Astarita, Martín (2014). “Os usos políticos da corrupção na Argentina”. In: Revista Estado e Políticas Públicas nº 3, pp. 171-190.
Del Valle, Carlos (2018). "Comunicação (e) política: propaganda, suas técnicas e o nascimento do regime de notícias-mentiras". In: Saintout, Florencia et al. Comunicação para a resistência: conceitos, tensões e estratégias. La Plata: EPC-FES COL-CLACSO, pp. 35-52.
García Linera, Álvaro (2015). O processo boliviano em uma perspectiva regional. Discurso de abertura no II Encontro Progressista Latino-Americano (ELAP 2015, Quito).
Marroquín, Amparo (2018). “Pensando em comunicação, pensando em resistência.” In: Saintout, Florencia et al. Comunicação para resistência: conceitos, tensões e estratégias. La Plata: EPC-FES COL-CLACSO, pp.
Saintout, Florencia e Varela, Andrea (2015). “Ainda há um longo caminho a percorrer. História recente e a mídia.” In: Saintout, Florencia e Varela, Andrea (Orgs.) e Bruzzone, Daiana (Coord.). Vozes Abertas. Comunicação, política e cidadania na América Latina. La Plata: EPC-CLACSO, pp. 33-42.
Segato, Rita (2014) “Existe uma pedagogia da crueldade na mídia.” Entrevista conduzida pela FPyCS/UNLP disponível em: http://perio.unlp.edu.ar/node/4602
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

Este Grupo de Trabalho teve dois períodos de desenvolvimento (2013-2016 e 2016-2019) durante os quais fomentou a consolidação de um espaço académico e político interdisciplinar e pluralista, problematizando as relações entre comunicação, política e cidadania na nossa região, à luz dos acontecimentos contemporâneos, através de uma abordagem crítica, criativa e historicamente situada. Assim, os seus encontros, produções e intercâmbios contribuem para a compreensão do papel da comunicação nas nossas democracias e nas suas estruturas políticas e culturais em cada um dos nossos países. Além disso, durante ambos os períodos, este Grupo de Trabalho expandiu as suas redes e debates, a sua articulação com outros espaços dentro da rede, nas esferas académica, científica, pública e comunitária, fomentando sempre o diálogo entre cada um destes espaços e tradições (e longe de os considerar como esferas separadas). 

Dada a importância deste espaço, sua renovação contínua promove a atualização de debates e perspectivas, a expansão da rede e a diversidade de seus atores constituintes, com o objetivo de ampliar os compromissos com a soberania de nossa região e a emancipação de nossos povos por meio da produção e troca de saberes a partir de uma perspectiva geopolítica centrada na comunicação, na política e na cidadania. Assim, a proposta deste Grupo de Trabalho pressupõe um projeto e lutas políticas a partir dos quais se produza um saber emancipatório, atento às demandas sociais e à emergência de práticas e discursos que desafiem aqueles impostos pelos poderes hegemônicos. Essas práticas e discursos resgatam as particularidades de cada região da América Latina e do Caribe, cuja riqueza se vincula a entendimentos populares capazes de fortalecer as lutas de acesso ao espectro midiático e aos espaços de enunciação, conduzindo, em última instância, à soberania da comunicação.

A tríade comunicação, política e cidadania é um dos principais espaços na constituição das sociedades democráticas contemporâneas. Nesse sentido, adotar uma perspectiva latino-americana é fundamental para compreender e abordar as práticas e os processos comunicacionais, midiáticos, sociais, culturais e políticos em nosso continente e no mundo. Ao mesmo tempo, é essencial examinar como a história dos estudos da comunicação tem sido narrada por uma academia "dependente das metrópoles e de suas condições, para falar com legitimidade" — uma revisão capaz de contar essa história a partir de uma perspectiva diferente (Saintout, 2016). Trata-se de epistemologias do Sul, da esperança, das bases, emergentes dos conflitos e imbuídas do potencial das lutas populares como ferramentas capazes de transformar o mundo em um lugar mais justo e equitativo. 

A ascensão ao poder de partidos de direita e elites latino-americanas representa um retrocesso alarmante nos direitos humanos e no direito à comunicação em toda a nossa região. Forças regionais de direita, em colaboração com potências econômicas globais, estabeleceram três estruturas que atuam como um bloco hegemônico: o sistema financeiro, o judiciário e a mídia. Na última década, os países do Cone Sul promoveram o debate em torno da comunicação como um direito humano fundamental. Com diversas ferramentas e graus variados de sucesso, governos populistas confrontaram a aliança entre os poderes midiático, financeiro e judiciário, colocando na agenda pública a necessidade de democratizar o espectro de vozes e a propriedade dos meios de comunicação por meio de instrumentos legislativos e políticas públicas que fomentassem o pluralismo e a equidade de perspectivas. Isso levou à criação de regulamentações voltadas à democratização da comunicação em nossa região, substituindo as leis impostas por ditaduras e governos neoliberais que davam voz a uma lógica comercial, tendendo à concentração da propriedade dos meios de comunicação.

Nesse sentido, é essencial continuar denunciando o fato de que as desvantagens decorrentes da distribuição injusta do acesso a frequências e tecnologias perpetuam desigualdades materiais e simbólicas em uma das regiões mais desiguais do mundo, a nossa. A partir desta plataforma (entre outras, é claro), demonstramos como uma das formas mais evidentes de exclusão cidadã hoje reside na negação do direito de ser visto e ouvido. Assim, seguindo Jesús Martín Barbero — que aponta que a cidadania se fundamenta na política, mas não se esgota nela, uma vez que a cidadania significa também a reinvenção da política (Martín Barbero, 2015) — acreditamos que desvendar e desmantelar o paradigma mercantilista da comunicação e do sistema midiático continua sendo uma necessidade premente.

Para enfrentar esses desafios, adotamos uma abordagem enraizada na economia política da mídia, bem como na cultura dentro da estrutura da cultura política, como meio essencial de lutar pela transformação dos cenários comunicacionais na América Latina. Nesse contexto adverso de retrocessos nos direitos humanos em nossos Estados, a resistência por meio da comunicação desempenha um papel fundamental. Mesmo com dificuldades (principalmente políticas e econômicas), ela consegue ampliar seu alcance, amplificando vozes por meio de mídias comunitárias e de base, como rádios e emissoras de televisão, mas também, e sobretudo, pelas possibilidades oferecidas pela internet (redes sociais, plataformas digitais etc.). Portanto, é imprescindível desenvolver mapas ou cartografias de comunicação mais complexos na América Latina e no Caribe para analisar a formação de novas formas de cidadania e a organização política dos povos da região. 

O atual cenário geopolítico nos desafia a levantar novas questões e/ou reformular as existentes, bem como a desenvolver novas avaliações sobre o papel da comunicação e da mídia na vida cotidiana e política. Portanto, estamos comprometidos em aprofundar um espaço cuja constituição implique o reconhecimento da comunicação como um direito humano, a deslegitimação dos monopólios midiáticos, a promoção da mídia pública, alternativa e comunitária e o fomento de produções nacionais e locais como elementos essenciais para a democratização da comunicação.

Auyero, Javier (1995). De volta aos trilhos novamente. Buenos Aires: Editorial Espaço.
Del Valle, Carlos (2018). "Comunicação (e) política: propaganda, suas técnicas e o nascimento do regime de notícias-mentiras". In: Saintout, Florencia et al. Comunicação para a resistência: conceitos, tensões e estratégias. La Plata: EPC-FES COL-CLACSO, pp. 35-52.
Garcia Linera, Álvaro (1999). “Cidadania e democracia na Bolívia 1900-1998”. Na Revista Ciência Política, Ano IV, Nº 4.
García Linera, Álvaro (2015). O processo boliviano em uma perspectiva regional. Discurso de abertura no II Encontro Progressista Latino-Americano (ELAP 2015, Quito).
Marroquín, Amparo (2018). “Pensando em comunicação, pensando em resistência.” In: Saintout, Florencia et al. Comunicação para resistência: conceitos, tensões e estratégias. La Plata: EPC-FES COL-CLACSO, pp.
Martín Barbero, Jesus (1999). "O medo nos meios de comunicação. Política, comunicação e novos modos de representação". In: Nueva Sociedad, No. 61, maio-junho, Caracas, pp.
Martín Barbero, Jesús (2001). “Transformações comunicativas e tecnológicas da esfera pública”. In: Revista Metapolítica, nº 5, pp. 46-55. Disponível em: http://cronicasetnograficas.blogspot.com/2008/10/anlisis-de-la-televisin-colombiana-segn.html
Martín Barbero, Jesus (2015). Prólogo. In: Saintout, Florencia e Varela, Andrea (Dir.) e Bruzzone, Daiana (Coord.). Vozes abertas. Comunicação, política e cidadania na América Latina. La Plata: EPC-CLACSO, pp.
Rincón, Omar (2015). “O popular está na moda: nas culturas bastardas e nos quilombos pop-políticos”. In: Saintout, Florencia e Varela, Andrea (Ed.) e Bruzzone, Daiana (Coord.). Vozes abertas. Comunicação, política e cidadania na América Latina. La Plata: EPC-CLACSO, pp.
Saintout, Florença (2018). “Mídia Hegemônica na América Latina: Cinco Estratégias Disciplinadoras”. In: Saintout, Florencia et al. Comunicação para Resistência: Conceitos, Tensões e Estratégias. La Plata: EPC-FES COL-CLACSO, pp.
4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
- Analisar e compreender as novas práticas e a mutação contemporânea dos processos de comunicação, mídia, sociais, culturais e políticos em nossa região.

-Contribuir para o intercâmbio e a geração de conhecimento em relação à tríade comunicação, política e cidadania a partir do Sul, de forma crítica e historicamente situada, sob uma perspectiva latino-americana.
-Revisão e atualização das epistemologias, objetos, problemas e linhas de trabalho desenvolvidas, bem como das agendas de pesquisa em comunicação, política e cidadania, com base na análise, reflexão e compreensão dos processos sociais atuais.

-Reforçar os estudos comparativos sobre as questões e os problemas propostos.

-Criação de espaços para debate e formação em torno dos temas abordados pelo GT.

- Realização periódica de reuniões do Grupo de Trabalho que promovam o intercâmbio e o trabalho conjunto, bem como a expansão da Rede através da gestão de concursos públicos com especial interesse em países prioritários para a Rede CLACSO e jovens investigadores.

- Constituição de quadros acadêmicos com uma perspectiva regional crítica e comprometida.

-Produção de textos curtos e colaborativos que expressem os principais debates e temas abordados.

- Organização de eventos internacionais sobre o tema.

-Organização das contribuições dos membros do GT com base em três ou quatro linhas de trabalho que englobam cada uma das trajetórias, perspectivas e linhas de estudo e intervenção em torno da tríade comunicação, política e cidadania.

-Trabalhando em prol de uma Rede Latino-Americana de Estudos e Programas de Pós-Graduação em Comunicação.
-2 reuniões gerais da GT (uma no âmbito da ALAS 2019 no Peru e outra no âmbito da ALAIC 2020 na Colômbia)

-1 reunião virtual do GT

-3 painéis de discussão

-3 espaços de trabalho onde as perspectivas dos membros do Grupo de Trabalho podem ser discutidas em relação aos objetivos propostos.

-Elaboração de um projeto conjunto de pesquisa de revisão epistemológica.

-2 breves textos conjuntos

-2 eventos internacionais

-Definição das linhas de trabalho do GT em relação às diferentes contribuições e trajetórias de seus membros.
Elaboração da proposta para a Rede Latino-Americana de Estudos e Programas de Pós-Graduação em Comunicação
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
-Dar visibilidade à pesquisa e ao trabalho de divulgação em comunicação, política e cidadania desenvolvido pelo GT, através dos canais criados pelo CLACSO; bem como aos desenvolvidos por cada um dos países dos centros membros da rede e da região.
- Escritos e publicações conjuntas entre os membros do GT.

-Produção de podcasts sobre as abordagens teóricas, políticas e territoriais dos problemas abordados, com base na relevância, nas demandas sociais e nos contextos sociopolíticos.

-Apresentações acadêmicas e/ou científicas em eventos de ciência e tecnologia nos diferentes países que compõem a GT.

-Compilação ou construção de repositórios públicos com base em cada uma das linhas de interesse propostas.

- Projeto de espaços de treinamento para cursos de graduação e pós-graduação.

- Desenho de espaços de intervenção territorial.

-Realizar entrevistas para a mídia pública, comunitária ou popular e para a CLACSO TV.
-3 publicações conjuntas

-5 podcasts de rádio

-10 apresentações em eventos de ciência e tecnologia

-1 repositório para cada uma das linhas de trabalho definidas.

-3 cursos de graduação

-3 cursos de pós-graduação

-2 projetos de intervenção territorial

-3 entrevistas para a mídia e para a Clacso TV
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
-Criar espaços de encontro e troca de conhecimentos e experiências entre os membros do GT e diferentes representantes da comunidade e dos meios de comunicação públicos; representantes ou atores de projetos de comunicação popular – ligados a organizações sociais, políticas, educativas, etc.–; representantes ou membros de políticas de comunicação nacionais e/ou regionais (públicas, privadas, fundações, etc.) – para contribuir para o desenvolvimento de projetos comuns com uma perspectiva de comunicação como direito humano.
- Consultar organizações sociais e políticas regionais que atuam na área de engajamento e comunicação cidadã para definir suas prioridades de pesquisa/intervenção.

-Desenvolver oficinas e materiais que promovam a reflexão crítica, a análise e a produção criativa em torno do tema da comunicação, política e cidadania, com diferentes atores e líderes comunitários nos diversos países que compõem a GT, com especial interesse em escolas e contextos educacionais formais e não formais.
-1 consulta com organizações que permita a coordenação na definição das prioridades de pesquisa e intervenção

-2 workshops com organizações

-1 documento digital e impresso, além de materiais audiovisuais preparados pelos diferentes atores.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
- Expandir e fortalecer o trabalho da GT com redes locais de seus países membros, redes regionais e internacionais.
- Contribuir para a produção conjunta de atividades com as redes mencionadas e para a divulgação do trabalho da GT.

- Implementação de projetos de pesquisa, intercâmbios e programas de mobilidade com os programas mencionados anteriormente.

- Criar espaços conjuntos para formação e desenvolvimento profissional.
-2 projetos conjuntos com diferentes redes dos países que compõem a GT

-1 troca ou mobilidade

-Planejamento de 1 reunião com dinâmica de fórum ou workshop
PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
-Promover a reflexão sobre a necessária transformação dos mapas de comunicação na América Latina, atentando para a relevância do papel da mídia nas democracias e nos processos históricos, sociais, econômicos, culturais e políticos de nossa região.
-Elaboração de estudos de caso, de acordo com a situação dos mapas de comunicação dos países da região.

-Identificar e elaborar estudos conjuntos sobre o papel da mídia hegemônica e da mídia popular nas campanhas políticas da região.

- Analisar como a tríade comunicação, política e cidadania é abordada nos parlamentos, nos discursos e nas práticas dos Estados e dos principais atores da região.

-Criação de espaços para debate e formação em torno dos temas abordados pelo GT.

- Realização periódica de reuniões do Grupo de Trabalho que promovam o intercâmbio e o trabalho conjunto, bem como a expansão da Rede através da gestão de concursos públicos com especial interesse em países prioritários para a Rede CLACSO e jovens investigadores.

-Produção de textos curtos e colaborativos que expressem os principais debates e temas abordados.

- Organização de eventos internacionais sobre o tema.
-1 mapa digital que será atualizado durante este ano e o próximo do GT

-Desenvolvimento de 1 estudo conjunto

-Produção de 2 materiais científico-acadêmicos sobre a abordagem contemporânea da tríade comunicação, política e cidadania.

- Desenvolvimento de três grupos de trabalho ou painéis de discussão sobre os temas abordados pelo GT

-2 reuniões parciais de grupo (Chile e Argentina)

-1 reunião virtual do GT

-2 breves textos conjuntos

-2 eventos internacionais
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
- Contribuir para a formação (nos níveis de graduação e pós-graduação) e para a atualização sobre questões de comunicação, política e cidadania nos centros de cada país e da região, em relação aos processos sociopolíticos contemporâneos.
-Desenvolver uma presença nos programas de comunicação de graduação por meio de palestras, eventos e cursos.

-Desenvolver cursos presenciais e virtuais para estudos de pós-graduação na região.

-Gerar documentos impressos e em plataformas digitais para divulgar as questões urgentes que surgirem na situação atual.

- Contribuir com as produções e reflexões do GT para os boletins informativos divulgados na Rede e nas redes das instituições e organizações com as quais os diferentes membros do GT estão vinculados.

- Escritos e publicações conjuntas entre os membros do GT.

-Produção de podcasts sobre as abordagens teóricas, políticas e territoriais dos problemas abordados, com base na relevância, nas demandas sociais e nos contextos sociopolíticos.

- Desenho de espaços de intervenção territorial.

-Realizar entrevistas para a mídia pública, comunitária ou popular e para a CLACSO TV.

-Apresentações acadêmicas e/ou científicas em eventos de ciência e tecnologia nos diferentes países que compõem a GT.
-3 publicações conjuntas

-5 podcasts de rádio

-10 apresentações em eventos de ciência e tecnologia

-1 repositório para cada uma das linhas de trabalho definidas.

-3 cursos de graduação

-3 cursos de pós-graduação

-2 projetos de intervenção territorial

-3 entrevistas para a mídia e para a Clacso TV

-1 declaração sobre a rede e coordenação de um boletim ou questão do Megafone

-Desenvolvimento de 1 projeto de intervenção
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
-Promover projetos de cooperação com diferentes atores sociais e políticos que contribuam para a democratização do sistema midiático, bem como para o exercício da comunicação cidadã capaz de fortalecer os processos de soberania e emancipação de nossos povos.
-Articulação e desenvolvimento de atividades conjuntas com diferentes GTs da Rede CLACSO, de acordo com as abordagens temáticas das atividades propostas, levando em consideração os diferentes espaços da Rede dos quais os diferentes membros deste GT fazem parte.

-Promover um encontro entre centros de pesquisa e organizações sociais e políticas para a produção de experiências de democratização da comunicação.
-Participação em 2 redes de cooperação

- Dois dias de reuniões com atores sociais e políticos com o objetivo de fortalecer a democratização da comunicação.

-1 material desenvolvido em conjunto, resultante das oficinas ou reuniões realizadas.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
- Geração de instâncias de diálogo, intercâmbio e formação local, regional e internacional com redes e programas como: Rede de Carreiras em Comunicação da Argentina, redes regionais de formação da CLACSO, Associação Latino-Americana de Pesquisadores em Comunicação (ALAIC), Fundação Latino-Americana de Faculdades de Comunicação Social, programas como Horizonte 20/20, Programa Sul-Sul da rede CLACSO, entre outros.
- Implementação de projetos de pesquisa, eventos, conferências e publicações em conjunto com as redes e programas mencionados anteriormente.

- Contribuir para a produção conjunta de atividades com as redes mencionadas e para a divulgação do trabalho da GT.

- Implementação de projetos de pesquisa, intercâmbios e programas de mobilidade com os programas mencionados anteriormente.

- Criar espaços conjuntos para formação e desenvolvimento profissional.
-2 espaços para mobilidade e intercâmbio no âmbito de reuniões ou conferências

- Elaboração de uma agenda de atividades conjuntas com redes ou organizações.

-1 desenvolvimento de pesquisa articulada

-2 espaços de treinamento e atualização para e com os diferentes atores mencionados.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
-Avaliar os processos de recuperação da comunicação como direito humano, prática política e empoderamento dos cidadãos em diferentes experiências ou casos na região da América Latina.
-Desenvolver instrumentos para avaliar os processos de comunicação da região.

-Relacionar os estudos de Teoria Fundamentada com diferentes experiências ligadas à comunicação e ao exercício da cidadania.

-Elaborar documentos conjuntos que analisem processos relacionados à comunicação como um direito humano.
-2 reuniões gerais do grupo no âmbito da ALAS 2021 e da ALAIC 2022.

-2 reuniões parciais de grupo (México e Bolívia)

-1 reunião virtual do GT

-1 espaço de intercâmbio com experiências regionais e/ou projetos vinculados às abordagens do grupo.

-2 documentos conjuntos

-2 eventos internacionais
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
- Consolidar uma rede regional de formação pós-graduada de alta qualidade em comunicação, política e cidadania nos processos sociopolíticos atuais, levando em consideração diferentes perspectivas de análise, pesquisa comparativa e experiências em sistemas de mídia, comunicação popular, TIC e democracia, comunicação/educação; e suas relações com a política, a justiça e a configuração de novas cidadanias.
-Manter as alianças existentes e gerar novas conexões com atores como a mídia, instituições estatais e instituições do setor civil.

-Promoção de espaços de debate através de fóruns para a análise das linhas propostas e das formas como estas podem contribuir para as diferentes territorialidades que habitam a GT.

- Desenvolvimento de tarefas de pesquisa conjuntas e comparativas.

-Elaboração de tarefas de intervenção e/ou articulação com diferentes territórios para abordar novas cidadanias.

-Criação de espaços para debate e formação em torno dos temas abordados pelo GT.

- Realização periódica de reuniões do Grupo de Trabalho que promovam o intercâmbio e o trabalho conjunto, bem como a expansão da Rede através da gestão de concursos públicos com especial interesse em países prioritários para a Rede CLACSO e jovens investigadores.
Crie um livro que aborde os principais tópicos tratados pelo grupo ao longo do período.

- Incorporar os temas e problemas da tríade comunicação-política-cidadania nos programas de pós-graduação existentes na rede, como os programas de doutorado em comunicação; por meio de linhas de pesquisa para teses, disciplinas eletivas, etc.
-1 projeto conjunto de pesquisa e intervenção

-1 documento de perspectivas comparativas

-1 fórum

-3 vagas para debate e treinamento

-2 dias em áreas como escolas, mídia e programas de graduação e pós-graduação

-Lançamento da Rede Latino-Americana de Estudos e Programas de Pós-Graduação em Comunicação.

-3 publicações conjuntas

-5 podcasts de rádio

-10 apresentações em eventos de ciência e tecnologia

-1 repositório para cada uma das linhas de trabalho definidas.

-3 cursos de graduação

-3 cursos de pós-graduação, articulados entre os doutorados em comunicação dos centros.

-2 projetos de intervenção territorial

-3 entrevistas para a mídia e para a Clacso TV

-1 livro do grupo (digital e impresso)
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
- Contribuir para o desenvolvimento e fortalecimento das organizações e movimentos sociais, políticos e populares na região por meio de pesquisas, índices e consultas sobre o estado atual da comunicação popular, da comunicação em redes ou da comunicação digital e do exercício da cidadania.
-Reforçar a articulação e o desenvolvimento de atividades conjuntas com diferentes GTs da Rede CLACSO, de acordo com as abordagens temáticas das atividades propostas, levando em consideração os diferentes espaços da Rede dos quais fazem parte os diversos membros deste GT.

-Realizar um fórum entre centros de pesquisa e organizações sociais e políticas para a produção de experiências de democratização da comunicação.
-1 fórum

-Articulação com pelo menos 5 Grupos de Trabalho, onde perspectivas e resultados do trabalho do grupo possam ser trocados.

-Elaboração de 1 material escrito e 1 material audiovisual que sintetizem ambas as atividades.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
-Posicionar a abordagem à atual mutação na tríade comunicação, política e cidadania nas agendas públicas, políticas, acadêmicas e científicas, promovendo espaços de diálogo com agências de pesquisa, instituições de ensino, projetos e organizações políticas e civis.
- Implementação de projetos de pesquisa, eventos, conferências e publicações em conjunto com as redes e programas mencionados, levando em consideração suas agendas.

- Contribuir para a produção conjunta de atividades com as redes mencionadas e para a divulgação do trabalho da GT.

- Implementação de projetos de pesquisa, intercâmbios e programas de mobilidade com os programas mencionados anteriormente.

- Criar espaços conjuntos para formação e desenvolvimento profissional.
-2 espaços para mobilidade e intercâmbio no âmbito de reuniões ou conferências

- Elaboração de uma agenda de atividades conjuntas com redes ou organizações.

-1 desenvolvimento de pesquisa articulada

-2 espaços de formação e desenvolvimento profissional para e com os diferentes intervenientes mencionados.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 65
Marcela Román
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Verónica García Martínez
Universidade Autônoma do México
México
Damian Loreti
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Diego De Charras
Faculdade de Ciências Sociais - UBA
Argentina
Lida Ximena Tabares Higuita
Universidade Autônoma do México
México
Oscar Moreno Martínez
Universidad de los Andes
Colômbia
Karla Lara
Departamento de Ciências da Comunicação da Universidade Centro-Americana da Nicarágua
Nicarágua
Axel Velázquez
Universidade Autônoma do México
México
Maria Magdalena Sofia Palau Cardona
Instituto Tecnológico e de Estudos Superiores do Oeste (ITESO)
México
Brenda Focas
Instituto de Pesquisa em Ciências Humanas e Sociais
Universidade Nacional de La Plata - Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica
Argentina
Manuel Chaparro Escudero
Universidade de Málaga
Espanha
Fernando Fuente-Alba Cariola
Observatório de Estudos Sociais da UCSC, OES-UCSC. Chile.
Chile
Leonardo González
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Eduardo Álvarez Pedrosian
Universidade da República
Uruguai
Jeisil Aguilar
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Programa Uruguai
Uruguai
Maria Florencia Pannunzio
Centro de Estudos Sociais
Reitoria da UNNE
Universidade Northeastern
Argentina
Manuela Papaleo
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Josefina Bolis
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Fanny Franco
Universidade Javeriana de Cali
Colômbia
Fabio López De La Roche
Instituto de Estudos Políticos e Relações Internacionais
Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
Daniel Badenes
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Betsy Malely Linares Sánchez
Centro de Pesquisa sobre a América Latina e o Caribe
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Cláudia Villamayor
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Ester Cofré
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Lorena Antezana
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Nora Merlin
Faculdade de Psicologia - Universidade de Buenos Aires
Argentina
Guadalupe Peres Cajías
Universidade Católica Boliviana
Bolívia
Mariela Baladrón
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Mariela Parisi
CIPECO (Centro de Pesquisa da FCC. UNC). Faculdade de Ciências da Comunicação da Universidade Nacional de Córdoba.
Argentina
Dalia Chévez
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Bárbara Natalia Lages Lobos
Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra
Brasil
Javiera Olivares
Centro de Estudos Culturais Latino-Americanos
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade do Chile
Chile
Alfredo Afonso
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Quilmes
Argentina
Felip Gascón
Faculdade de Ciências Sociais. Observatório de Participação Social e Território. Centro de Estudos Avançados (CEA). Universidade de Playa Ancha. Valparaíso.
Chile
Maria Belén Espoz Dalmasso
Centro de Pesquisa em Jornalismo e Comunicação (CIPeCo) “Héctor Toto Schmucler”. FCC. Universidade Nacional de Córdoba.
Argentina
Pedro Santander Molina
Mestrado em Comunicação
Pontifícia Universidade Católica de Valparaíso
Chile
César Pacheco Silva
Universidade de Playa Grande, Chile
Chile
jorge acevedo
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Lina María Patrícia Manrique Villanueva
Centro de Pesquisa Louis Joseph Lebret OP para Economia e Humanismo
Universidade de Santo Tomás
Colômbia
Alejandra García Vargas
Centro de Estudos Socioeconômicos para o Desenvolvimento com Equidade
Universidade Nacional de Jujuy
Argentina
Sebastião Gago
Centro de Pesquisa e Estudos sobre Cultura e Sociedade (CIECS - Conicet e UNC). Córdoba, Argentina.
Argentina
Luis Lozano
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Estela Machicado Montaño
Estudos de pós-graduação em Ciências do Desenvolvimento
Universidade de San Andres
Bolívia
Rodolfo Gomez
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Amparo Marroquín Parducci [Coordenador]
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Sebastião Mariano Giorgi
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Claudio Salinas
Centro de Estudos Culturais Latino-Americanos
Faculdade de Filosofia e Humanidades
Universidade do Chile
Chile
Omar Rincón
Centro de Pesquisa e Formação em Educação
Universidad de los Andes
Colômbia
Andrea Alvarado Vargas
Centro de Pesquisa em Comunicação
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Andrea Cristancho Cuesta
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Andrea Varela
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Gerly Lissette Corzo Ramírez
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Hans Stange
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Francisco Silva
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Wanda Fraiman
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
René Eduardo Jara Reyes
Universidade do Chile
Chile
Florença Saintout [Coordenador]
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Evandro Vieira Ouriques
Centro de Estudos da Teoria e Consciência Psicopolítica/Escola de Comunicação/Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Carlos Del Valle [Coordenador]
Núcleo de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de la Frontera
Chile
Carlos Ossa
Centro de Estudos de Comunicação
Instituto de Comunicação e Imagem
Universidade do Chile
Chile
Gilberto Eduardo Gutiérrez
Departamento de Comunicação, Pontifícia Universidade Javeriana, Bogotá
Colômbia
Margarita Marroquín Parducci
Departamentos de Ciências Sociais e Humanas - UCA
Universidade Centro-Americana
El Salvador
Cláudia Isabel Serrano Otero
Faculdade de Ciências Humanas e Sociais
Corporação Universitária Minuto de Deus
Colômbia
Daiana Bruzzone
Faculdade de Jornalismo e Comunicação Social
Universidade Nacional de La Plata
Argentina
Francisco Sierra Caballero
Grupo Interdisciplinar de Estudos em Comunicação, Política e Mudança Social
Departamento de Jornalismo I. Faculdade de Comunicação
Universidade de Sevilha
Espanha




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