Área temática: Estado e Políticas Públicas
Grupo de trabalhoElites empresariais, o Estado e a dominação.
[+ Ver produções e conteúdo]Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Instituto de Pesquisa Social
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad de Costa Rica
Costa Rica
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
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Após as vitórias de forças conservadoras e de direita em diversos países da América Latina no século XXI, um debate histórico emergiu nas ciências sociais a respeito da dominação política, das elites e dos grupos de poder. A proliferação de empresários ou tecnocratas ascendendo à presidência ou se tornando candidatos viáveis atraiu a atenção e se consolidou como um tema recorrente nos círculos jornalísticos e acadêmicos. Evidências disso podem ser vistas nos governos de Vicente Fox no México (2000-2006), Elías Antonio Saca González (2004-2009) em El Salvador, Sebastián Piñera (2010-2014/2018-) no Chile, Horacio Cartes (2013-2018) no Paraguai, Mauricio Macri (2015-) na Argentina, Pedro Pablo Kuczynski (2016-2018) no Peru, e em dois casos menos estudados: Ricardo Martinelli (2009-2014) e Juan Carlos Varela (2014-2019) no Panamá. Na Colômbia, Álvaro Uribe Vélez (2002-2010), embora não represente o empresário típico, vem de uma família de proprietários de terras, o que suscita reflexões sobre a relação entre diferentes facções da burguesia e o poder estatal em um país assolado pela violência. Da mesma forma, houve candidatos com experiência empresarial que concorreram a eleições, como Samuel Doria Medina na Bolívia e Álvaro Fernando Noboa Pontón no Equador, Edgardo Novick e Juan Sartori no Uruguai, Dagoberto Gutiérrez na Guatemala, Antonio Álvarez Desanti na Costa Rica e Carlos Callejas em El Salvador. Globalmente, os governos de Donald Trump (2017-) nos Estados Unidos e, em certa medida, de Emmanuel Macron (2017-) na França, exemplificam um fenômeno semelhante. Líderes empresariais e elites econômicas parecem ter optado por exercer o poder diretamente, ocupando diversas alavancas do Estado, e, nos casos em que essa ocupação direta não é percebida, o vínculo entre o poder político e o econômico se fortaleceu. A participação de empresários na política não é um fenômeno novo e exclusivo do século XXI. No Cone Sul e na América Central, durante as ditaduras militares das décadas de 1960 e 70, tanto empresários quanto profissionais tecnocratas com formação em ideologia mercantilista se ligavam aos regimes, oferecendo-lhes diversas formas de apoio em cada país. Um caso emblemático foi o da ditadura chilena, que incorporou às suas equipes econômicas um grupo de economistas formados sob o paradigma neoliberal nos Estados Unidos; daí o apelido de "os economistas [imprecisos]". Garotos de ChicagoApós a transição democrática, um momento crucial em que os laços entre empresas e política se fortaleceram foi durante as reformas estruturais implementadas na década de 1990. O impulso para o neoliberalismo em um contexto de democratização facilitou a transformação de líderes empresariais em competidores eleitorais, sua crescente politização e sua ascensão a posições de poder por meio de partidos políticos (Serna e Bottinelli, 2018). Segundo Durand (2010), o neoliberalismo da década de 1990 facilitou a entrada de empresários no governo, decorrente das profundas mudanças ocorridas na estrutura do poder econômico. Indivíduos com experiência empresarial, tecnocratas e especialistas foram incorporados a cargos governamentais importantes. No entanto, a participação de figuras com esse perfil foi fragmentada e particularista, por vezes focada em políticas específicas ou na ocupação de cargos (Viguera, 1996). Durante o período pós-neoliberal, embora a concentração e a propriedade estrangeira das estruturas econômicas tenham permanecido praticamente inalteradas, diversos governos incluíram figuras de movimentos sociais que ocuparam vários cargos públicos, um desenvolvimento relativamente novo. A característica definidora observada desde 2000, mas que se tornou mais pronunciada na última década, é a participação cada vez mais sistemática das elites empresariais nos gabinetes executivos. Esse fenômeno reacendeu debates históricos sobre as formas de exercício do poder político. As respostas a essas questões têm se concentrado em três áreas principais: estudos elitistas que enfatizam as trajetórias de carreira de funcionários públicos; análises das transformações dos grupos de poder econômico; e aqueles que se dedicam a estudar a relação entre o poder econômico e as formas de exercício do poder político. Embora cada país apresente características semelhantes que os tornam objetos comparáveis, seus perfis governamentais são diversos: em alguns casos, há uma maioria de funcionários com formação empresarial; em outros, uma classe política e um funcionalismo público com histórico de atuação na esfera pública, mesmo que as políticas socioeconômicas tenham uma clara orientação para o mercado. O contexto atual do capitalismo globalizado e financeirizado redefiniu as relações entre capital, Estado e sociedade em cada país. A formação de parcerias público-privadas, o endividamento, o papel das ONGs e a Grupos de reflexão As redes internacionais fazem parte da agenda de questões urgentes e problemas que exigem investigação. Ligada a essas questões está uma clássica e histórica: a autonomia do Estado. Fenômenos mais recentes, como a captura de decisões estatais, conflitos de interesse e a porta giratória, completam o conjunto de perguntas. O Grupo de Trabalho busca estudar a presença de elites econômicas ou empresariais na política latino-americana. A crescente participação de grupos empresariais nos poderes executivo e legislativo e sua influência na definição de políticas públicas são apresentadas como um fenômeno recorrente no desenvolvimento da democracia e na reprodução da desigualdade na região. Entendemos que é essencial desenvolver análises complexas que desafiem estruturas rígidas e coloquem sob escrutínio conceitos clássicos, muitas vezes descartados com base em supostas tendências teóricas. Ao mesmo tempo, uma perspectiva territorial, implementada em nível nacional, onde os diferentes níveis – municipal, provincial e nacional – são articulados, e uma perspectiva comparativa latino-americana constituem contribuições substanciais. Devemos também questionar as perspectivas metodológicas utilizadas e desenvolver pontes disciplinares sólidas que nos permitam ter uma visão holística do fenômeno estudado. A formação do Grupo de Trabalho (GT) visa institucionalizar um processo colaborativo que seus membros vêm desenvolvendo nos últimos anos, resultando em diversas atividades, participação conjunta em painéis, workshops e conferências. O GT busca reunir as diversas redes de trabalho preexistentes para criar um espaço que fomente o intercâmbio. Entre as redes que o compõem estão a Rede Latino-Americana de Pesquisa sobre Elites, que inclui cerca de 200 pesquisadores da América Latina, Europa e Estados Unidos, e a rede de estudos sobre elites e grupos de poder na Argentina, que inclui pesquisadores de diversas instituições. O GT propõe as seguintes linhas de trabalho: - Transformações nos grupos de poder e suas ligações com o Estado. - Elites econômicas e poder político. - Trajetórias e perfis das elites. - Redes internacionais, grupos de reflexão e ONGs. Capitalismo, Estado e políticas públicas |
ATRIA, Jorge; AMENÁBAR, Josefina; SÁNCHEZ, Javiera; CASTILLO, Juan Carlos e COCIÑA, Matías (2017). Investigando a elite econômica: Lições e desafios do caso do Chile. No Cuhso Journal, pp.
DURAND, Francisco (2010). Empresários para a presidência. Em Nueva Sociedad, 225.
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GIORDANO, Verónica (2014). O que há de novo na “nova direita”? Nova Sociedade. Nº 254 (novembro-dezembro). Argentina, pp. 46-56.
JOIGNANT, Alfredo (2011). Capítulo 2. Tecnocratas, tecnopóis e líderes partidários: tipos de agentes e espécies de capital nas elites governamentais da Concertación (1990-2010). In JOIGNANT, Alfredo e GÜELL, Pedro (orgs.). Notáveis, tecnocratas e mandarins. Elementos de sociologia das elites no Chile (1990-2010). Lima: Universidade Diego Portales.
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LUCI, Florença (2016). A era dos gestores. Buenos Aires: Planeta.
NERCESIAN, Inés; CASSAGLIA, Roberto (2019). “Raio-X dos gabinetes ministeriais no Brasil e no Peru (2016-2018). Uma análise comparativa”. Telos. Vol. 21 No. 2, maio-agosto.
RODERICO, Ai Camp (2006). As elites do poder no México. Buenos Aires: Século XXI.
SERNA Miguel, BOTINELLI, Eduardo (2018). “O poder de facto das elites empresariais na política latino-americana: um estudo comparativo de oito países”. Buenos Aires: OXFAM-CLACSO.
VIGUERA, Aníbal (1996). Empreendedores e ação política na América Latina. Uma perspectiva comparativa. Nova Sociedade. Nº 143 (maio-junho). Argentina (pp. 174-189).
WRIGHT MILSS, Charles ([1956] 1963). A Elite do Poder. México: Fundo de Cultura Económica (FCE).
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Em 1997, Thomas Piketty publicou o livro. Economia das Desigualdades (2015 [1997]), onde ele levantou a discussão sobre as desigualdades do capitalismo e desafiou a tese que associava o crescimento econômico ao aumento da igualdade social. Dados empíricos mostraram que a concentração de riqueza e os ganhos de capital nunca recuperaram o nível astronômico que tinham antes da Primeira Guerra Mundial; portanto, o autor afirma que “a explicação mais plausível envolve a revolução fiscal”. Ou seja, “a ferramenta privilegiada da redistribuição pura é a redistribuição fiscal, que permite a correção da desigualdade por meio de impostos e transferências” (Piketty, 2015:159). Essa abordagem é fundamental para a interpretação em dois sentidos: primeiro, ela desloca o foco do debate, que durante a década de 1990 estava associado à pobreza, para a desigualdade; e segundo, se o problema da desigualdade não está associado ao crescimento econômico, mas sim às políticas públicas implementadas por certos atores socio-históricos, o estudo das elites econômicas, do poder e do Estado torna-se um vetor fundamental. No campo da ciência política, existe um conjunto significativo de trabalhos que analisam o fenômeno das elites. Entre as obras pioneiras, destacam-se as de Gaetano Mosca (1939), Robert Michels (1949) e Vilfredo Pareto (1965). O estudo de Charles Wright Mills ([1956] 1963) também abriu caminho para um conjunto de trabalhos sobre elites, baseado em sua análise da sociedade americana, onde descreveu elementos para a compreensão das elites econômicas, políticas e militares. Na América Latina, o estudo das elites foi extenso até a década de 1990. Na Argentina, um trabalho pioneiro foi o de José Luis De Imaz (1962, 1964), que ampliou o escopo dos estudos sobre o tema e definiu as elites de acordo com a posição institucional que ocupam em espaços ligados ao poder, à riqueza e ao prestígio. Após esse estudo, surgiram outros, inspirados pelo marxismo, como os de Juan Carlos Portantiero (1973) e Guillermo O'Donnell (1977). Entre os trabalhos mais recentes que estudaram o fenômeno das elites no Estado na América Latina, destacam-se os de Ana Castellani (coord. 2016) na Argentina; José Francisco Puello-Socarrás (2005) na Colômbia; Francisco Durand (2010) no Peru; Renato Boschi e Eli Diniz (2004) e Luiz Carlos Bresser-Pereira e Eli Diniz (2009) no Brasil; Yves Dezala e Bryant Garth (2002) no Chile; Cárdenas Benedicte Bull (2014) e Alexander Segovia (2018) na América Central; e Alejandra Salas Porras no México (2014), entre outros. Uma análise comparativa e latino-americana das transformações nos grupos de poder econômico pode ser encontrada na obra organizada por Wilson Peres (1998) e na pesquisa de Paloma Fernández Pérez e Andrea Lluch (2015), sobre famílias empresariais na América Latina. Francisco Durand (2010) argumenta que o neoliberalismo da década de 1990 facilitou a entrada de empresários na política, decorrente das modificações ocorridas na estrutura do poder econômico. Segundo Aníbal Viguera (1996), durante esses anos, a participação empresarial era fragmentada e não apresentava características inovadoras devido à ausência de mecanismos institucionalizados que vinculassem empresários à política. Somente uma modificação nesse sentido — afirmou o autor na época — teria permitido uma transformação substancial do padrão histórico da atuação política empresarial. Embora seja verdade que a América Latina tenha um histórico de governos que implementaram políticas pró-mercado ou que contaram com autoridades de origem empresarial, um fato é inegável: nos últimos anos, como em nenhum outro momento histórico, coincidiu um número significativo de governos liderados por empresários. De modo geral, os empresários optaram por eliminar a intermediação política, fundando seus próprios partidos ou acessando o poder por meio de partidos políticos tradicionais. Compreender quem são aqueles que representam o poder político e como governam é uma questão que historicamente desafiou as ciências sociais. As respostas a essa questão têm se concentrado em três áreas principais: estudos elitistas que enfatizam a trajetória de funcionários do Estado ou da câmara legislativa (Camp, 2006; Joignant, 2011; Dargent, 2014; González-Bustamante e Alejandro Olivares, 2016; North e Clark, 2017; Codato e Espinoza, 2018; Vommaro e Gené, 2018; Gessaghi, Landau e Luci, 2020); as análises referentes às transformações dos grupos de poder econômico (Boito, 2012; Gaggero e Schorr, 2016; Castellani, 2016; Durand, 2013; Robles-Rivera, 2014; Luci, 2016; Segovia, 2018); e aqueles que se esforçam analiticamente para estudar a relação entre o poder econômico e os modos que o exercício do poder político adquire (Castellani, 2016; Durand, 2006/2017; Basualdo, 2017; Segovia, 2018; Waxneker, 2018). Embora não sejam abundantes, existe um conjunto de trabalhos que desenvolveram análises abrangentes sobre a América Latina, e estudos comparativos são ainda mais escassos (Viguera, 1996; Durand, 2010; Giordano, 2014; Ansaldi, 2017; Serna e Bottinelli, 2018; Nercesian e Cassaglia, 2019). Em um trabalho recente, Waldo Ansaldi (2017) insiste na necessidade de manter categorias clássicas como a classe social. Segundo o autor, em termos analíticos, os sujeitos podem ser sociais ou políticos. Essa abordagem fornece uma estrutura útil para caracterizar as elites dentro do Estado, tanto como sujeitos políticos quanto, ao mesmo tempo, para elucidar qual classe ou fração de classe elas representam, como sujeitos sociais. Em sua reflexão sobre as formas de representação capitalista, Goran Thernborn ([1978]2016) postulou a existência de um tipo de “institucionalização capitalista”, em que os líderes estatais são recrutados dentre o pessoal que ocupa os aparatos econômicos capitalistas; ou seja, uma institucionalização direta da burguesia — ou frações da burguesia, para usar os conceitos de Poulantzas — como classe dominante. Uma das transformações nos processos contemporâneos de globalização tem sido a formação progressiva de classes capitalistas transnacionais (Sklair, 2005), entre as quais quatro facções importantes foram identificadas: i) a facção corporativa, aqueles que controlam grandes corporações transnacionais; ii) a facção estatal, composta por políticos e burocratas globalizados; iii) a facção técnica, formada por profissionais em redes globalizadas; e iv) a facção consumidora, composta por comerciantes e meios de comunicação responsáveis pelo marketing e pela formação das preferências do consumidor. As teorias contemporâneas da globalização argumentam que esses processos dão origem a novas classes globais (Sassen, 2007) estruturadas em torno do posicionamento estratégico e do controle de redes globais. Nesse sentido, destacam-se as posições-chave na gestão de empresas multinacionais, o comércio intragrupo e transfronteiriço, bem como o papel do Estado na estrutura de poder. |
BULL, Benedicte, CASTELACCI, Flavio., & KASAHARA, Yuri (2014). Grupos empresariais e capitalismo transnacional na América Central: estratégias econômicas e políticas. Palgrave Macmillan.
CANELO, Paula. (2019). Estamos mudando? A batalha cultural pelo senso comum. Buenos Aires: Siglo XXI editores.
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CODATO, Adriano; ESPINOZA, Fran (comp.) (2018). Elites nas Américas: diferentes perspectivas. Editor da UFPR-UNGS.
DARGENT, Eduardo (2014). Tecnocracia e democracia na América Latina: os especialistas que governam. Nova York: Cambridge University Press.
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LEIVA, Fernando (2019). "Elites econômicas e novas estratégias para a expansão do extrativismo no Chile. European Journal of Latin American and Caribbean Studies.
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PIKETTY, Thomas (2015 [1997]). Economia das Desigualdades. Buenos Aires: Século XXI.
ROBLES RIVERA, Francisco (2014). Transformações e concentração em grupos de poder econômico na Costa Rica (1980-2012). In Revista Mexicana de Sociologia, nº 76, 37–58.
SALAS PORRAS, Alejandra (2017). A economia política neoliberal no México: Quem a concebeu e como a concebeu? Madrid: AKAL Editions.
SASSEN, Saskia (2007). A sociologia da globalização. Buenos Aires: Ed. Katz.
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VOMMARO, Gabriel e GENÉ, Mariana (2018). As elites políticas do Sul. Buenos Aires: Edições UNGS.
WAXNECKER, Harald (2017). Elites políticas e econômicas em El Salvador: Captura do Estado? San Salvador: Fundação Heinrich Böll.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Promover um espaço de formação virtual para jovens investigadores em relação aos eixos da Teoria Fundamentada.
Publicação de documentos de trabalho, artigos, ensaios, blogs e livros preparados por membros do GT e em conjunto com universidades e outros GTs da CLACSO.
REUNIÃO DE COORDENAÇÃO DA GT EM BUENOS AIRES.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Workshop e curso virtual sobre pesquisa, problemas e metodologias no estudo das elites.
Publicação de documentos de trabalho, artigos, ensaios, blogs e livros preparados por membros do GT e em conjunto com universidades e outros GTs da CLACSO.
REUNIÃO DE COORDENAÇÃO DA GT NA COSTA RICA.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
Publicação de documentos de trabalho, artigos, ensaios, blogs e livros preparados por membros do GT e em conjunto com universidades e outros GTs da CLACSO.
Espaço virtual de formação para jovens investigadores.
REUNIÃO DE COORDENAÇÃO DA GT EM MONTEVIDÉU.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Número total de pesquisadores admitidos: 47
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Centro de Inovação dos Trabalhadores
CONICET e UMET (Universidade Metropolitana de Educação e Trabalho)
Argentina
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Centro de Inovação dos Trabalhadores
CONICET e UMET (Universidade Metropolitana de Educação e Trabalho)
Argentina
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Brasil
Universidade Sergio Arboleda
Colômbia
Departamento de Sociologia
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Uruguai
Centro de Pesquisa Dolores Huerta para a América
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Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
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Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos (LAI - ZI Lateinamerika-institut)
FU - Freie Universitat
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CENTRO DE INOVAÇÃO DOS TRABALHADORES
Argentina
-
Guatemala
Instituto de Pesquisa Gino Germani
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Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
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Argentina
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Departamento de Sociologia
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Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
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México
Centro de Estudos sobre Conflito e Coesão Social
Universidade do Chile
Chile
Universidade Federal do Maranhão
Brasil
-
Chile
Centro de Inovação dos Trabalhadores
CONICET e UMET (Universidade Metropolitana de Educação e Trabalho)
Argentina
INSTITUTO DE CIÊNCIAS ANTROPOLÓGICAS - FACULDADE DE FILOSOFIA E LETRAS
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
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Faculdade de Ciências Sociais
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Argentina
Centro de Pesquisa Dolores Huerta para a América
Universidade da Califórnia
Estados Unidos
Instituto de Filosofia e Ciências Humanas
Pós-graduação em Filosofia e Ciências Humanas
Universidade Estadual de Campinas
Brasil
-
Argentina
Departamento de Gestão e Políticas Públicas, Faculdade de Administração e Economia, Universidade de Santiago, Chile
Chile
Instituto de Soziologia Leibniz Universität
Alemanha
-
Estados Unidos
Centro de Estudos de Pesquisa Trabalhista
Programa de Pesquisa Econômica sobre Tecnologia, Trabalho e Emprego
Conselho Nacional de Pesquisa Científica e Técnica (CONICET)
Argentina
Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais
Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul
Brasil
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Equador
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
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