Área temática: Saúde pública e coletiva
Grupo de trabalhoSaúde internacional e soberania sanitária
[+ Ver produções e conteúdo]Departamento de Ciências Sociais, Escola de Pós-Graduação em Saúde Pública
Universidade de Porto Rico, Campus de Ciências Médicas
Porto Rico
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Enfrentamos um contexto global de desigualdades sociais crescentes, iniquidades em saúde e expansão de setores excluídos da sociedade. Nesse contexto, a integração dos direitos sociais e dos bens públicos universais na sociedade, particularmente nos sistemas e políticas de saúde, são pontos centrais de controvérsia, moldando o próprio significado e a estrutura das bandeiras da mudança e transformação social versus regressão e desapropriação nos países da região. O acesso inadequado à saúde, a fragilidade dos sistemas de saúde, a dependência contínua da ciência e da tecnologia e o acesso limitado a medicamentos permanecem um problema coletivo do século XXI, reconhecido como determinantes sociais de processos injustos e evitáveis de saúde e doença, bem como das crescentes desigualdades sociais que estruturam a América Latina. Soma-se a isso o aumento dos problemas transfronteiriços, epidemias, migração devido à falta de emprego e às más condições de vida, desastres socioambientais e emergências causadas por eventos climáticos extremos, urbanização insalubre, capitalismo extrativista com sua destruição de ecossistemas e geração de novas crises epidemiológicas, entre outras questões. Em outras palavras, os países latino-americanos ainda têm dívidas profundas e precisam dar respostas às suas sociedades, no que diz respeito à ênfase na saúde coletiva vista a partir de uma perspectiva decolonial, intercultural e feminista do Sul.
Nesse cenário, a saúde internacional foi e continua sendo condicionada por um viés que Aníbal Quijano denomina "colonialidade do poder e do saber", por meio dos interesses econômicos e geopolíticos de países (autodefinidos como centrais ou "desenvolvidos") (Aragón, 2006). Isso implica tornar visíveis ou invisíveis, dependendo do caso, as desigualdades sociais e seu impacto nas iniquidades em saúde globais, regionais e nacionais, no empobrecimento dos serviços públicos no Sul Global, na incidência injusta de processos de saúde e doença com base em etnia, classe social e gênero, e nos determinantes globais da saúde coletiva. Inclui também a cooperação vertical em doenças, sem o fortalecimento das capacidades e da soberania pública.
Assim, o objetivo central e primordial que nos permite compreender as bases fundamentais da saúde internacional é o tema recorrente da geopolítica colonial: as relações metrópole-periferia, Norte-Sul e Centro-Periferia; conhecimento e soluções no Norte, problemas e dependência no Sul.
Para situar o objeto de estudo deste Grupo de Trabalho, é necessário compreender que a genealogia do sistema-mundo contemporâneo possui dois dispositivos conceituais no Setor da Saúde que, devido à sua proeminência e repetição, figuram como eixos disciplinares e estruturantes das reflexões, estudos, agendas, políticas e ações na área da saúde na América Latina e no Caribe: o que denominamos quadro de referência do Pan American International Health (SPI) y saúde global liberal(SGI) (BASILE, G. 2018).
Ou seja, estudar, investigar, problematizar, repolitizar e agir sobre as dimensões do internacional no campo da saúde, como a geopolítica do poder e do conhecimento influencia a agenda regional de saúde e como a saúde se insere nas relações internacionais no atual sistema mundial (Wallerstein, I. 1995), implica trabalhar as interseccionalidades do colonialismo, do capitalismo e do patriarcado no campo da saúde coletiva, e especialmente na Saúde Internacional vista a partir do Sul.
Uma hipótese assumida nesta análise é que, ao aprofundarmos a genealogia e o desenvolvimento histórico e contemporâneo da saúde pública internacional (Cueto, M. 2015) — expressa hoje como Pan-Americana — e seu contínuo pós-moderno de saúde global (Brown, Th. M; Cueto, M; e Fee, E. 2006), estamos, de certa forma, imersos no âmago da razão e das relações coloniais, e em suas linguagens antigas e novas como condutos de reprodução e relações de poder Norte-Sul (Mignolo, W. 2016), que também estão profundamente enraizadas no campo da saúde. Esses termos não são simplesmente artifícios de dois modelos para abordar e compreender os aspectos históricos, conceituais, políticos e metodológicos da saúde e das relações internacionais, ou do que ocorreu com a biomedicina e a saúde pública em nossa região nos últimos séculos. Nem a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) nem a Organização Global da Saúde (OGS) liberal são uma metáfora estritamente geográfica ou simplesmente uma referência explicativa à saúde fora das fronteiras dos Estados-nação; Na verdade, ambas foram e são instrumentos de geopolítica que cristalizam, representam e reproduzem as relações de poder entre os blocos globais dentro do sistema mundial. Em outras palavras, tanto a OPAS quanto a OGS se tornaram aparatos para reproduzir o poder do atual sistema mundial, atuando no setor da saúde.
Nesse sentido, eles conseguiram produzir e moldar diplomacias de saúde na América Latina e no Caribe, formando gerações de profissionais de saúde pública e biomedicina em universidades e centros de pesquisa, enquanto instituições de ensino em saúde, para reproduzir e administrar suas lógicas, agendas e políticas com base em abordagens pré-fabricadas que expressam suas prioridades geopolíticas e interesses de poder e conhecimento. Podemos supor que certos atores globais no atual sistema mundial construíram, por décadas, um conjunto de estruturas simbólicas, culturais e políticas que, como “hegemônico“(GRAMSCI, A. 1978) reproduzem narrativas totalizantes, conseguindo estabelecer um conjunto de ideias, crenças, valores e interesses que são internalizados como supostas grandes “verdades” da saúde pública internacional e o novo conceito de saúde global na América Latina e no Caribe. Muitas dessas reproduções impactam não apenas no nível epistêmico, mas também as políticas públicas, as instituições de saúde dos Estados — isto é, a realidade material da vida e da saúde em nossas sociedades latino-americanas e caribenhas hoje.”
Essa evolução entre os trópicos, a colonialidade e a doença pública do pan-americanismo são os fundamentos da nossa saúde pública latino-americana. Alguns autores, como Anne Emmanuel Birn, consideram que a saúde internacional se baseia numa tradição ligada ao passado das potências coloniais dos séculos XVIII e XIX. Foi nessa época que começaram a desenvolver mecanismos para gerir a saúde nas suas colónias, impulsionados pelas próprias preocupações dos colonizadores (BIRN, AE. 2009). Podemos expressar isso em dois termos: a necessidade de saúde pública para a governação da ação colonial, juntamente com a higiene sanitária e, mais tarde, a medicina tropical, que fortaleceram as capacidades dessa colonialidade. De um modo geral, a saúde internacional pan-americana, também conhecida como saúde internacional (Godue, C. 1999), define-se como um campo que analisa a situação de saúde das populações ou da comunidade internacional como um todo. Concentra-se particularmente em questões relacionadas com doenças que transcendem as fronteiras nacionais e no papel dos Estados-nação. Embora o campo se tenha tornado mais complexo década após década, abordando os desafios da saúde a partir de uma perspetiva supranacional, priorizando o comércio, a segurança e o desenvolvimento económico.
A realocação acelerada de capital líquido e o crescente desequilíbrio na distribuição de poder, que se agravou nas décadas de 80 e 90, construíram o que vários autores denominaram “globalização”, que alguns, como Arturo Guillén, chamam de “neoliberal” (Breilh e Ylonka Muñoz 2009). Isso está associado à intensificação de processos econômicos e sociais que afetaram severamente o bem-estar coletivo das sociedades devido às condições inerentes que geram maiores desigualdades, situação que persiste até hoje. As transformações radicais produzidas pelos slogans do fim da história (FUKUYAMA, F., 1992) e profecias do Consenso de Washington (LECHINI, G. 2008) que muitos governos (DUARTE, M. 2002) e países acompanharam sacramentalmente durante as décadas de 80 e 90 e que buscam se recriar atualmente na América Latina com a intervenção oficiosa de organizações internacionais como o FMI, o Banco Mundial e o BID; Eles não apenas tiveram consequências diretas na financeirização (VILAS, A. 1994) da economia, na mercantilização da vida (BREIL. J, 2009), na destruição dos direitos e da natureza, no aprofundamento das condições de vida insalubres e desiguais (BREILH, J. 2009), no impacto sobre a soberania econômica e política, entre outras dimensões, mas também trabalharam fervorosamente na construção do nascimento de uma nova conceitualização: saúde global baseada na racionalidade liberal e na economia neoclássica.
É nesse contexto, conforme descrito por Antonio Ugalde, que fundações filantrópicas, grupos farmacêuticos e organizações financeiras e comerciais como o Banco Mundial (BM), o BID, a OCDE, a OMC e o FMI se tornaram atores centrais na agenda global de saúde, especialmente nas reformas de políticas e sistemas de saúde (Ugalde, A., & Homedes, N. 2007). Com o declínio do ciclo de desenvolvimento na região da América Latina, a saúde internacional pan-americana perdeu sua centralidade e poder global e regional para um complexo sistema político liberal, no qual os Estados perderam influência como atores e agentes extra-saúde foram incorporados tanto ao financiamento quanto à definição da direção das políticas de saúde. Francisco Armada, Carlos Muntaner e Vicente Navarro documentam meticulosamente a convergência cada vez mais evidente das decisões da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Banco Mundial e das corporações transnacionais (Armada F, Muntaner C, Navarro V. 2001). O filantrocapitalismo na saúde também se tornará mais prevalente (BIRN, AE. 2018).
Assim, vale destacar três processos centrais que se consolidaram com o nascimento e o apogeu da saúde global liberal, os quais se definem não por seus pronunciamentos louváveis, mas pelas agendas, políticas e ações globais que são operacionalizadas, sobretudo, nos países do Sul:
1. Reformas sociais regressivas no Estado e reformas setoriais nos sistemas de saúde de natureza neoliberal. Financeirização de bens públicos, especialmente serviços de saúde e cobertura, e proteções sociais (ex.: pensões).
2. A subordinação da saúde pública às demandas do mercado, ou seja, a mercantilização da saúde e da vida e o papel residual do Estado. Isso foi denominado Funções Essenciais de Saúde Pública (FESP), refletindo a convergência de agendas complementares entre a OPAS/OMS, o Banco Mundial e as corporações. A política pan-americana de saúde se adaptará ao seu novo papel e ao contexto atual.
3. A consolidação como atores hegemônicos do complexo médico-industrial-farmacêutico-financeiro e das corporações transnacionais (incluindo o chamado filantrocapitalismo), com as parcerias público-privadas desempenhando um papel estruturante na nova agenda global de saúde mundial.
Partindo dessa perspectiva analítica, partimos da premissa de que qualquer discussão sobre a construção intelectual e política da saúde internacional pan-americana e seu contínuo de saúde global deve abordar dois exercícios simultâneos: uma crítica interna às lógicas hegemônicas do Ocidente em relação a esses conceitos e a formulação de interesses e estratégias do Sul Global com base na autonomia, geopolítica, emancipação, história e cultura. O primeiro é um projeto de desconstrução e desmantelamento do campo dominante; o segundo, de construção e criação. Esses projetos — o primeiro funcionando negativamente e o segundo positivamente — parecem contraditórios, mas é necessário realizar essas respectivas tarefas simultaneamente.
A tese apresentada e desenvolvida na perspectiva crítica do Grupo de Trabalho Internacional de Saúde da CLACSO consiste em caracterizar o pan-americanismo e a saúde global liberal como mecanismos de reprodução da geopolítica do poder do sistema-mundo em seus diversos estágios e ciclos do capitalismo global: colonial, industrial e líquido-financeiro. Esse sistema-mundo é profundamente assimétrico, predatório, excludente e reproduz a colonialidade Centro-Periferia (PRECIADO, J. 2008), com uma aceleração desumanizadora que deixa cada vez menos espaço para a saúde e a vida. Isso gera dependência em saúde, reproduz a geopolítica Norte-Sul e estabelece políticas de saúde pública baseadas em sua ocidentalização, mercantilização e transferência da teoria do desenvolvimento. Em outras palavras, construíram uma periodização da saúde baseada no pensamento, nos interesses e nas políticas do Norte Global. Portanto, a atenção não deve ser voltada tanto para suas teorias, periodizações e pronunciamentos, mas sim para o que fazem: suas agendas, políticas, ações, interesses e impactos.
Partindo dessa localização do tema e do problema, esta GT assume a ideia de que um primeiro exercício de desconstrução é essencial, o que implica delinear um objetivo metodológico primordial na necessidade de descolonização da saúde internacional rumo a uma geopolítica Sul-Sul, uma virada decolonial e emancipadora baseada na reconstrução da soberania regional em saúde.
Armada F, Muntaner C, Navarro V. Reformas de saúde e seguridade social na América Latina: a convergência da Organização Mundial da Saúde, do Banco Mundial e das corporações transnacionais. Revista Internacional de Serviços de Saúde. 2001;31(4):729-768.
Birn, AE, & Richter, J. (2018). Filantropocapitalismo dos EUA e a agenda global de saúde: As fundações Rockefeller e Gates, passado e presente. Medicina Social, 11(3), 135-152.
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Breilh, Jaime e Ylonka Tillería Muñoz. Aceleração global e desapropriação no Equador: o retrocesso do direito à saúde na era neoliberal. Universidade Andina Simón Bolívar, 2009.
Marrom, Th. M; Cueto, M e Fee, E. A transição da saúde pública 'internacional' para 'global' e a Organização Mundial da Saúde. Rev. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, v. 3, julho-setembro. 2006. pp.
Cueto, Marcos. A “cultura da sobrevivência” e a saúde pública internacional na América Latina: a Guerra Fria e a erradicação das doenças em meados do século XX. História, Ciências, Saúde – Manguinhos, Rio de Janeiro, v.22, n.1, jan.-mar. 2015, p.255-273.
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Ugalde, A., & Homedes, N. (2007). América Latina: acumulação de capital, saúde e o papel das instituições internacionais. Saúde Coletiva, 3(1), 33-48.
Ugalde, A., & Homedes, N. (2009). Medicamentos para lucro: A transformação da indústria farmacêutica. Saúde Coletiva, 5, 305-322.
Wallerstein, Immanuel Maurice. Reestruturação Capitalista e o Sistema Mundial. Centro Fernand Braudel para o Estudo de Economias, Sistemas Históricos.
A Saúde Internacional Sul-Sul (SISS) e a Soberania em Saúde constituem um novo campo interdisciplinar de conhecimento, pesquisa e ação em políticas públicas, fundamentado em uma epistemologia e geopolítica Sul-Sul e decolonial (BASILE, G. 2018). Essa abordagem não se limita a questões relacionadas à saúde coletiva, à doença e ao cuidado das populações, bem como a sistemas e políticas que transcendem as fronteiras nacionais, mas também estuda e atua sobre os determinantes, dinâmicas e agendas globais estabelecidos pelo Norte Global e reproduzidos pelo sistema mundial atual em nossas políticas, sistemas e agendas de saúde. O eurocentrismo, em suas variantes de "pan-americanismo da saúde internacional" e "saúde global" liberal pós-moderna (BIRN, AE. 2009), representa duas variações da mesma lógica de dependência e visão de mundo do sistema mundial contemporâneo. Assim, a necessidade de estudar questões internacionais e saúde a partir de uma perspectiva Sul não está isenta de disputas epistemológicas e geopolíticas. Nas últimas décadas, desenvolveu-se uma nova direcionalidade chamada SISS, cujo objetivo central é promover uma virada decolonial (MALDONADO-TORRES, N.2008) e a construção da soberania em saúde na América Latina e no Caribe.
Desde 2016, o Grupo de Trabalho da CLACSO tem examinado o campo dos Sistemas de Segurança Sanitária (SSS) em nossa região, os fundamentos da virada decolonial e da soberania sanitária, os atores globais e as políticas de saúde, os sistemas de saúde comparados, a epidemiologia internacional, a migração, as emergências e desastres em saúde, a geopolítica e o sistema de cooperação em saúde no século XXI. O grupo investiga diferentes referenciais teóricos e metodológicos e discute epistemologicamente conceitos hegemônicos dominantes e alternativos.
Esta proposta foi desenvolvida pelo Grupo de Trabalho da CLACSO sobre Saúde Internacional e Soberania em Saúde, fomentando sinergias e redes de cooperação para produzir conhecimento latino-americano e pensamento crítico sobre saúde coletiva. Ela surge da necessidade de criar uma nova plataforma para formação, estudo, pesquisa e reflexão no campo das relações internacionais e da saúde a partir de uma perspectiva do Sul. Pressupõe, antes de tudo, a integração e o enquadramento das ciências sociais aplicadas à saúde, o desenvolvimento da teoria crítica da saúde corporificada no paradigma da Medicina Social e da Saúde Coletiva (Granda, E. 2008), e suas implicações e tensões com a biomedicina clínica hegemônica (Menéndez, E. 2005).
Consideramos a Saúde Internacional Sul-Sul (SISS) como um campo de conhecimento, gestão da governança e ação geopolítica que, além de estudar e trabalhar as dimensões para a desconstrução da matriz dominante, é também essencial para fundamentar abordagens de uma busca epistemológica a partir do Sul, com o objetivo de produzir um novo quadro entre emancipação, autonomia e soberania no campo da saúde, visando o desenvolvimento da Saúde Internacional Sul-Sul (SISS).
O objetivo fundador do SISS é promover a construção da soberania em saúde e uma mudança decolonial para a América Latina e o Caribe. Busca fornecer um arcabouço explicativo que estimule a reflexão e o questionamento: como podemos identificar do que o campo da saúde na América Latina e no Caribe precisa ser descolonizado? Isso implica perguntar: qual é o problema colonial na saúde internacional pan-americana e na saúde global liberal? Essas questões foram amplamente abordadas e estudadas na primeira etapa do Grupo de Trabalho da CLACSO, de 2016 a 2019. Na segunda etapa, aprofundaremos o arcabouço teórico e metodológico da proposta do SISS, expandiremos as redes regionais e internacionais, promoveremos a disseminação e o alcance e consolidaremos a CLACSO como um ator-chave no campo da saúde em nível regional.
Para realizar este exercício de desconstrução e análise, bem como de construção teórico-metodológica, a Saúde Internacional Sul-Sul procura fundamentar as suas teses em três dimensões contra-hegemónicas indispensáveis que ajudam a pensar e problematizar novas bases fundacionais de uma geopolítica emancipadora da saúde:
1. A primeira dimensão: A colonialidade do poder e do saber aplicada ao campo da saúde como primeiro elemento constitutivo (QUIJANO, A. 1999).
2. A segunda dimensão é a teorização do desenvolvimento (GUDYNAS, E. 2011) e seu caráter reprodutivo de dependência da saúde.
3. A dimensão final da análise será a geopolítica Norte-Sul e a produção de diplomacias de saúde capacitadas para sua gestão, reprodução e administração.
A proposta do Grupo de Trabalho argumenta que é essencial abordar essas três dimensões a partir de uma perspectiva nacional/regional para desenvolver uma estrutura conceitual e uma abordagem de formulação de políticas públicas diferentes, que considerem os desafios que transcendem as fronteiras nacionais e afetam a saúde no Sul Global. Este é um debate epistêmico fundamental, pois reflete as tensões atuais em torno da saúde: se ela é entendida como um bem público, um direito humano e social universal ou como um serviço individual e uma mercadoria privada com fins lucrativos.
Assim, este Grupo de Trabalho propõe contribuir para o desenvolvimento de capacidades de investigação-ação de âmbito nacional e regional, de natureza comparativa, e contribuir para a formação de redes de estudo e cooperação em investigação, formação e divulgação em saúde internacional Sul-Sul, a fim de fomentar o diálogo entre investigadores, centros de estudo, universidades, movimentos sociais e organizações da sociedade civil, bem como com gestores públicos nacionais, regionais e internacionais.
Desde meados da década de 80, várias tentativas têm sido feitas para conceituar a saúde internacional na América Latina e no Caribe, buscando desmantelar o etnocentrismo dos países centrais que enxergam os problemas de saúde global a partir de sua própria perspectiva, seus próprios interesses e suas próprias abordagens, análises e respostas conceituais e metodológicas. Como definiu a pioneira Dra. María Isabel Rodríguez (MINSAL, 2010), ex-Ministra da Saúde de El Salvador e fundadora do Programa Internacional de Saúde Edmundo Granda, “a saúde dos outros na medida em que nos afeta”As conexões com a medicina social latino-americana e a saúde coletiva são inegáveis, e as bases fundamentais do pensamento crítico em saúde são nutridas por essas produções e autores da medicina social (Paim, JS, & Almeida Filho, NMD 1999).
QQuais são as implicações de reinterpretar este campo, e é necessário desenvolver uma conceitualização da Saúde Internacional Sul-Sul? O desafio é abraçar a descolonização do conhecimento no estudo, na ação geopolítica e nas políticas de saúde pública em níveis regional e internacional.
Partindo do pressuposto dos fundamentos de pensamento crítico latino-americano com a proposta do epistemologias do Sul (De Sousa Santos, B., & Meneses, MP 2014) parte de uma posição no Sul geopolítico. Boaventura de Sousa Santos define-o como "a busca por saberes e critérios de validade do saber que deem visibilidade e credibilidade às práticas cognitivas das classes, povos e grupos sociais que foram historicamente vitimados", ou, como ele diria, "dos oprimidos" do Sul. Na prática, isso significa construir uma nova epistemologia da Saúde Internacional a partir do SulUma nova epistemologia do mundo representada numa visão da saúde a partir do Sul.
Os 5 princípios de estruturação Numa abordagem à saúde internacional Sul-Sul:
1. Soberania da Saúde. Complementando Teoria da dependência e os desafios do século XXI e a teoria da autonomia de Hélio Jaguaribe (JAGUARIBE, H. 2009)Definiremos isso da seguinte forma: buscar a máxima capacidade de tomada de decisão dentro do contexto global vigente e contrariar as lógicas hegemônicas da SIP e da SGI é talvez uma premissa fundamental que permite uma capacidade genuína de formular políticas, metas e estratégias emancipatórias com base em nossos próprios atores e decisões. Chamamos isso de Soberania da Saúde.
2. Descolonialidade / Virada Descolonial. Conforme detalhado na seção de Maldonado Torres, Arturo Escobar e Chantra Mohanty, a revitalização de uma mudança nas coordenadas do pensamento emancipatório a partir do qual se concebe a modernidade liberal do Centro e cujas estruturas e reproduções são subvertidas.
3. Interculturalidade. Se as situações epidemiológicas de nossas populações são únicas, se o processo saúde-doença é um fenômeno historicamente construído e determinado em cada sociedade, se o próprio conceito de doença depende da construção sociocultural, por que nossos modelos, serviços e sistemas de saúde continuam sendo, em muitos aspectos, quase copiados e padronizados? A interculturalidade deve ser entendida não apenas como uma medida instrumental de comunicação, linguagem ou multiculturalismo assimétrico de crenças, mas a partir de uma dimensão política onde a interculturalidade implica desocidentalização, uma ecologia do conhecimento e uma distribuição de poder.
4. Sul Sul. Envolve pensar e agir como sujeito epistemológico do Sul geopolítico. Orientação geopolítica, cartografia e práxis contra-hegemônica a partir de uma perspectiva gramsciana.
5. Horizontalidade: Tem ligações com o diálogo intercultural e a ecologia dos saberes. Não se trata apenas de relações não assimétricas entre pessoas, grupos e/ou representações coletivas. Trata-se, sobretudo, de O princípio que consagra a limitação das relações hierárquicas, condicionantes e assimétricas, entendendo que as perspectivas assumidas no SISS devem basear-se no reconhecimento do Outro, na reciprocidade, na cooperação entre iguais e na associação solidária.
Basile, G. Saúde Internacional Sul-Sul: Rumo a uma Virada Decolonial e Epistemológica. In II Dossiê sobre Saúde Internacional Sul-Sul, Edições do Grupo de Trabalho de Saúde Internacional da CLACSO. Dezembro de 2018.
Birn, Anne-Emanuelle. "Remodelando a saúde internacional: perspectivas refrescantes da América Latina", Pan American Journal of Public Health 30, nº 2 (2011): 101-105.
Maldonado-Torres, Nelson. "Descolonização e a virada decolonial." Tabula rasa 9 (2008).
Menéndez, Eduardo L. "O modelo médico e a saúde dos trabalhadores." Saúde Coletiva 1.1 (2005): 9-32.
Mignolo, Walter, e Walsh, Catherine. "A geopolítica do conhecimento e a colonialidade do poder." (entrevista de Catherine Walsh), em Walsh, Schiwy e Castro-Gómez, editores, op. cit (2002): 17-44.
Paim, Jairnilson Silva e Naomar Monteiro de Almeida Filho. “A crise da saúde pública e o movimento de saúde coletiva na América Latina”. (1999).
De Sousa Santos, Boaventura, and Maria Paula Meneses. Epistemologias do Sul. Vol. 75. Edições Akal, 2014.
Gudynas, Eduardo, e Alberto Acosta. "A renovação da crítica do desenvolvimento e do bem viver como uma alternativa." Utopia e Práxis Latino-Americanas 16.53 (2011).
Jaguaribe, Helio. "A condição imperial." The Economic Quarter 45.177 (1 (1978): 21-50.
Mohanty, Chandra Talpade. "Sob os olhos ocidentais: estudos feministas e discursos coloniais." Revista feminista 30 (1988): 61-88.
Escobar, Arthur. A virada decolonial: reflexões para uma diversidade epistêmica além do capitalismo global. Século do Homem, 2007.
Mignolo, Walter, e Walsh, Catherine. "A geopolítica do conhecimento e a colonialidade do poder." (entrevista de Catherine Walsh), em Walsh, Schiwy e Castro-Gómez, editores, op. cit (2002): 17-44.
Ministério da Saúde de El Salvador. "Dimensão Internacional", Capítulo 14. Relatório de Atividades 2010-2011 (junho de 2010 a maio de 2011). San Salvador: MINSAL.
Navarro, Vicente. Neoliberalismo e o Estado de bem-estar social. Ariel, 1998.
Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS) - "Saúde Internacional: Um Debate Norte-Sul". Série de Desenvolvimento de Recursos Humanos. Nº 95. Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS). Washington, DC, EUA
Samaja, Juan. Epistemologia da saúde: reprodução social, subjetividade e transdisciplinaridade. Lugar Editorial, 2004.
Ugalde, A., & Homedes, N. (2007). América Latina: acumulação de capital, saúde e o papel das instituições internacionais. Saúde Coletiva, 3(1), 33-48.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Descreva e analise as características do campo da Cooperação Internacional e Saúde nos países da América do Sul, América Central e Caribe durante as últimas décadas (1990-2018).
3. Descreva as mudanças produzidas no Complexo Industrial Farmacêutico global como resultado de fusões, concentração econômica e seu impacto no acesso a medicamentos, oportunidades de emprego e ética profissional em saúde no setor.
4. Desenvolver produções de artigos científicos no formato de dossiês sobre "Saúde Internacional Sul-Sul" nas edições do Grupo de Trabalho de Saúde Internacional da CLACSO 2019-2022.
A1.2. Seleção de Estudos de Caso
A1.3. Pesquisa e Publicação.
A.2.1. Desenho do estudo sobre cooperação internacional e modelos de saúde na América Latina e no Caribe.
A.2.2. Revisão sistemática, análise de conteúdo e estudos de caso.
A.2.3. Busca de financiamento.2.4. Identificar e sistematizar o papel da saúde global e da saúde internacional pan-americana.
A2.5. Selecione as dimensões para o desenvolvimento da tipologia de Cooperação Internacional e Saúde nos países da região (em particular, os participantes do GT).
A.2.6. Publicação do 3º Livro do GT.
A3.1. Desenho do estudo, 3.2. Trabalho de campo e 3.3. Revisão e edição do estudo CMIFF.
A4.1. Seleção e redação de artigos de acordo com o tema, 4.2. Revisão e edição, 4.3. Publicação do dossiê
Geopolítica entre reformas regressivas e lutas emancipatórias por Sistemas Universais" e publicou 2 artigos em revistas científicas sobre Casos extraídos do Livro.
R2. Publicação e apresentação do 3º livro "Colonialidade e Saúde: rumo à virada emancipadora da Saúde Internacional Sul-Sul" e 2 artigos em periódicos indexados.
R3. Primeiro estudo do Observatório Nacional de Medicamentos e Saúde Coletiva da Argentina (IEPS-APM e GT CLACSO) sobre “Caracterização do Complexo Médico-Industrial-Farmacêutico Financeiro na atualidade: fusões multinacionais, concentração econômica e impacto no acesso a medicamentos e destruição de empregos no setor”.
R.4 Publicado 2 Dossiê SISS sobre: *A Saúde da Integração Regional, *G20: ameaça à Proteção Social e à Saúde
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Fortalecer e promover a formação socioacadêmica nos centros regionais por meio da plataforma virtual CLACSO.
3. Desenvolver cursos monográficos intensivos sobre "Sistemas Comparativos de Saúde e Segurança Social"
4. Promover a formação de pós-graduação em regime de ensino misto na área da Saúde e Cooperação Internacional Sul-Sul na Argentina, República Dominicana, Venezuela e México.
5. Promover espaços estratégicos de encontro regionais a nível organizacional e académico para os membros da GT, em conjunto com as redes regionais.
6. Promover e desenvolver um espaço nacional para debate e reflexão crítica sobre "Saúde Internacional Sul-Sul e Medicina Social" no Haiti.
7. Reforçar os processos de formação em Investigação Internacional em Saúde Sul-Sul e Medicina Social para novos investigadores no Haiti.
8. Conceber um Observatório regional em conjunto com o Grupo de Trabalho da CLACSO sobre "Cooperação Sul-Sul e Políticas de Desenvolvimento"
9. Promover processos de intercâmbio com o Centro de Políticas Públicas da Universidade Pompeu Fabra (Vicenc Navarro) e o Grupo de Trabalho CLACSO.
10. Reforçar a divulgação através das redes sociais, dos meios de comunicação de massa e dos mecanismos de divulgação na CLACSO TV.
11. Promover a divulgação de artigos de análise da Teoria Fundamentada por meio dos Cadernos de Pensamento Crítico Latino-Americano do CLACSO.
A.2.1. Desenvolver e programar a edição de 2020 do Curso Virtual da CLACSO sobre SISS e Soberania em Saúde. A.2.2. Validar e credenciar o Seminário Virtual da CLACSO como Diploma de Pós-Graduação na CLACSO, na UAM Xochimilco e em outras universidades. A.2.3. Abrir inscrições, divulgar e realizar o cadastro. A.2.4. Realizar o Terceiro Curso Virtual do Grupo de Trabalho da CLACSO.
A.3.1. Desenvolver o programa e o edital de inscrições para o Curso Monográfico Intensivo. A.3.2. Prestar assistência técnica aos Núcleos Nacionais para os Cursos Monográficos. A.3.3. Desenvolver e conduzir o Seminário Nacional sobre a Reforma do Sistema de Saúde no Haiti.
A.4.1. Propostas de design para programas de diploma de pós-graduação. 4.2. Programa acadêmico, unidades curriculares e avaliação. A.4.3. Acreditação por universidades na Argentina, República Dominicana e México ou Venezuela. A.4.2. Inclusão do programa de diploma como disciplina eletiva no Programa de Mestrado em Saúde Pública do IAE (Venezuela). A.4.4. Edital de candidaturas e inscrição nos países participantes.
A.5.1. Convocação da 4ª Reunião Regional do GT (Santo Domingo, 2019) e da 3ª Reunião Regional da CLACSO sobre Serviços de Saúde e Soberania (Porto Príncipe, 2020). A.5.2. Transferências, logística e implementação. A.5.3. Relatório e declaração final.
A.6.1 Convocatória e planejamento do III Seminário Nacional sobre SISS e Medicina Social na UEH e GT CLACSO 2020. A.6.2. Cobertura audiovisual. A.6.3. Transferências, logística e apoio institucional.
A.7.1. Elaborar uma proposta preliminar para um "Diploma em Pesquisa Internacional em Saúde Sul-Sul" para novos pesquisadores no Haiti. A.7.2. Credenciamento do programa acadêmico pela UAM X, FLACSO RD e Universidade do Haiti. A.7.3. Abertura da chamada de inscrições para o primeiro Diploma de Pesquisa em 2021.
A.8.1. Reuniões de trabalho (3) entre o ICyD da UCM (Espanha) e o FLACSO RD (ambos Grupos de Trabalho) para elaborar a proposta do Observatório. A.8.2. Validação e correções em cada Grupo de Trabalho. A.8.3. Apresentação pública da iniciativa e busca de financiamento.
A.9.1. Elaborar uma agenda de trabalho entre o Centro de Políticas Públicas da UPF e o Grupo de Trabalho da CLACSO. A.9.2. Convocar e realizar sessões de trabalho entre Joan Benach (Centro de Políticas Públicas da UPF) e a Coordenação do Grupo de Trabalho da CLACSO. A.9.3. Analisar as fontes de informação dos países para estudos e treinamentos conjuntos.
10. Divulgação de notícias, posicionamentos e atividades da GT nas redes sociais e na mídia.
11. Dois artigos de análise foram preparados para os PCL Notebooks.
R2. O III Curso Virtual CLACSO sobre "Saúde Internacional Sul-Sul e Soberania em Saúde" é realizado (e o seminário virtual é convertido em um Diploma Superior).
R3. Três cursos monográficos intensivos sobre "Sistemas Comparativos de Saúde e Seguridade Social" são ministrados no Peru, Porto Rico, Haiti e República Dominicana.
R4. Concluiu um Diploma Superior de Pós-Graduação semipresencial em Saúde e Cooperação Internacional Sul-Sul na Argentina, República Dominicana e Venezuela, com um total de 100 participantes.
R5. Realização da 4ª Reunião Regional da CLACSO GT e da 3ª Reunião Regional da CLACSO sobre Saúde Internacional Sul-Sul e Soberania em Saúde.
R6. Realização do III Seminário Nacional sobre SISS e Medicina Social no Haiti, com 80 participantes.
R7. Foi apresentado o projeto do Diploma em Pesquisa do SISS para fontes de financiamento e cooperação para universidades latino-americanas.
R8. Concebido para a implementação do "Observatório de Integração Regional, Cooperação Sul-Sul e Políticas Sociais", iniciativa conjunta do Grupo de Trabalho "CSS e Políticas de Desenvolvimento" e do Grupo de Trabalho "Saúde Internacional" da CLACSO.
R9. Duas sessões de trabalho são realizadas com o PPC-UPF e o GT CLACSO nas Repúblicas Argentina e Dominicana.
R10. A notícia é publicada no Boletim FANPAGE, a cobertura é veiculada na CLACSO TV e 10 entrevistas são obtidas na mídia por pesquisadores do Grupo de Trabalho da CLACSO.
R11. Serão publicados dois Cadernos de Pensamento Crítico Latino-Americano da CLACSO com temas relacionados à Saúde.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Cooperação técnica e ações para apoiar e influenciar políticas públicas com atores de organizações da sociedade civil, movimentos sociais e da comunidade acadêmica e científica crítica.
A2. Articulação ativa com a Rede Latino-Americana de Sistemas e Políticas de Saúde da ALAMES (Associação Latino-Americana de Medicina Social) e participação em eventos do CLACSO GT nos Congressos Latino-Americanos de Medicina Social e Saúde Coletiva, realizados a cada dois anos.
A3. Articulação e intercâmbios com a Federação em Defesa da Saúde Pública na Espanha
A6. Oficinas e exercícios da Escola de Governo para ativistas de organizações e movimentos de saúde e seguridade social, especialmente no Paraguai, El Salvador, Honduras, Guatemala, Peru, entre outros.
A7. Reuniões de trabalho e intercâmbios com as Centrais Operárias (CTAA-Argentina, CLATE, CSA, CUT do Brasil, CGTP Peru e outras) sobre saúde e previdência social.
A8. Atividades conjuntas e intercâmbios com ONGs como Médicos do Mundo, OXFAM, Federação Internacional da Cruz Vermelha, entre outras.
A1. Participação ativa em eventos de debate social e político, apoiando a agenda de organizações da sociedade civil e movimentos sociais pelo direito à saúde.
A2. Articulação ativa com a Rede Latino-Americana de Sistemas e Políticas de Saúde da ALAMES (Associação Latino-Americana de Medicina Social) e participação em eventos do CLACSO GT nos Congressos Latino-Americanos de Medicina Social e Saúde Coletiva, realizados a cada dois anos.
A3. Articulação e intercâmbios com a Federação em Defesa da Saúde Pública na Espanha
A6. Oficinas e exercícios da Escola de Governo para ativistas de organizações e movimentos de saúde e seguridade social, especialmente no Paraguai, El Salvador, Honduras, Guatemala, Peru, entre outros.
A7. Reuniões de trabalho e intercâmbios com as Centrais Operárias (CTAA-Argentina, CLATE, CSA, CUT do Brasil, CGTP Peru e outras) sobre saúde e previdência social.
A8. Atividades conjuntas e intercâmbios com ONGs como Médicos do Mundo, OXFAM, Federação Internacional da Cruz Vermelha, entre outras.
A9. Desenvolver e implementar cursos de pós-graduação em "Emergências e Desastres sob uma perspectiva de Saúde Coletiva" entre Médicos do Mundo e o Grupo de Trabalho da CLACSO na Argentina, Paraguai e Venezuela.
R2: Contribuir para a consolidação de uma perspectiva latino-americana na cooperação internacional e na saúde, visando abordar as principais questões da agenda global e regional em saúde e segurança social.
R3. Articulação e atividades conjuntas com a Rede Latino-Americana de Sistemas e Políticas de Saúde da ALAMES e participação em eventos nos Congressos da ALAMES.
R4. Apoio e cooperação técnica ao movimento de mulheres latino-americanas e caribenhas na interseccionalidade de cuidados, saúde e gênero.
R5. Projeto para o relançamento do Observatório Ibero-Americano de Sistemas de Saúde, em colaboração com a GT e a Federação Espanhola de Saúde.
A8. Atividades conjuntas com sindicatos de trabalhadores da saúde, faculdades e associações médicas e centrais sindicais da América Latina e do Caribe.
R9. São ministrados três cursos de pós-graduação com 100 alunos sobre "Emergências e Desastres sob uma perspectiva de Saúde Coletiva".
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
A2. Reuniões de trabalho com o UNFPA (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) no Haiti, na República Dominicana e na América Central sobre temas como Migração e Saúde, e Saúde da Mulher.
A3. Espaços de encontro e intercâmbio com a Organização Andina de Saúde (Comunidade Andina), com a Agência de Saúde Pública da CARICOM (Comunidade do Caribe), com o COMISCA (Sistema de Integração Centro-Americana e República Dominicana) e com a ALBA (Venezuela-Cuba).
A.4. Reuniões de trabalho com o Instituto de Cooperação e Desenvolvimento da Universidade Complutense de Madrid (UCM)
A5. Intercâmbio e possíveis articulações com a gestão pública do Ministério da Saúde Pública e Secretarias de Saúde locais, como os Ministérios das Relações Exteriores.
A6. Realizar revisão sistemática e identificação de redes temáticas e atores relacionados nas atividades do Grupo de Trabalho e promover espaços de troca e (re)conhecimento.
R2. Apresentação de projetos ao UNFPA no Haiti-República Dominicana e na região da NCA.
R3. Reunião com o Secretário Executivo da Organização Andina de Saúde (Comunidade Andina) e da Agência de Saúde Pública da CARICOM entre 2019 e 2020.
R4. Realizar 1 seminário conjunto em 2020 e/ou 2021 sobre Cooperação Sul-Sul e Saúde Internacional em Madrid.
R5. Reunião com os Ministérios da Saúde da Venezuela, Bolívia, República Dominicana e Haiti. Possíveis outras instituições públicas e/ou privadas locais (por exemplo, Instituto Guatemalteco de Seguridade Social, etc.).
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Desenvolver um exercício de pesquisa colaborativa de um Observatório Nacional para a produção de conhecimento inovador sobre Medicamentos e Medicamentos de Precaução sob uma perspectiva de saúde coletiva para a Argentina e a região.
3. Desenvolver produções de artigos científicos no formato de dossiês sobre "Saúde Internacional Sul-Sul" nas edições do Grupo de Trabalho de Saúde Internacional da CLACSO 2019-2022.
4. Estudo sobre "Saúde no Haiti: entre a colonialidade da cooperação internacional e as lutas emancipatórias"
A1.2. Seleção de Estudos de Caso
A1.3. Pesquisa.
A2.1. Projeto do observatório e implementação de estudos. 2.2. Trabalho de campo e 2.3. Revisão e edição de relatórios do Observatório CMIFF.
A3.1. Seleção e redação de artigos de acordo com o tema, 3.2. Revisão e edição, 3.3. Publicação do dossiê
A4.1. Matriz de projeto e análise para estudo entre CRESFED-FLACSO RD.
A4.2. Estudo do Sistema de Saúde no Haiti e das atuais crises epidemiológicas. Papel da Cooperação Internacional. A4.3. Pesquisa e resultados.
R2. Conclusão de 4 Estudos/Publicações do Observatório Nacional de Medicamentos e Saúde Coletiva da Argentina (IEPS-APM e GT CLACSO).
R.3. Publicou 2 dossiês do SISS sobre: *Estudos Sociais de Desastres e Emergências de Saúde Pública, *Epidemiologia Internacional
R4. Primeiras Descobertas do Livro "Saúde no Haiti". Publicação em 2022.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Fortalecer e promover a formação socioacadêmica nos centros regionais por meio da plataforma virtual CLACSO.
3. Desenvolver cursos monográficos intensivos sobre "Sistemas Comparativos de Saúde e Segurança Social"
4. Promover a formação de pós-graduação em regime de ensino misto na área da Saúde e Cooperação Internacional Sul-Sul no Brasil e no México.
5. Promover espaços estratégicos de encontro regionais a nível organizacional e académico para os membros da GT, em conjunto com as redes regionais.
6. Reforçar os processos de formação em Investigação Internacional em Saúde Sul-Sul e Medicina Social para novos investigadores no Haiti.
7. Promover processos de trabalho entre o Centro de Políticas Públicas da Universidade Pompeu Fabra (Vicenc Navarro) e o Grupo de Trabalho da CLACSO, com base no Plano de Trabalho 2019-2022.
8. Reforçar a divulgação através das redes sociais, dos meios de comunicação de massa e dos mecanismos de divulgação na CLACSO TV.
9. Promover a divulgação de artigos de análise da Teoria Fundamentada por meio dos Cadernos de Pensamento Crítico Latino-Americano do CLACSO.
10. Desenvolver pesquisa-ação sobre saúde nas fronteiras, especialmente entre Argentina, Brasil e Paraguai.
A.1.2. Realizar a cobertura audiovisual e a sistematização dos Diálogos para o Livro 2022.
A.2.1. Desenvolver e programar a edição de 2021 do Curso Virtual da CLACSO sobre SISS e Soberania em Saúde. A.2.2. Implementar o programa de Pós-Graduação na CLACSO, na UAM Xochimilco e em outras universidades. A.2.3. Lançar edital de inscrições, divulgar e realizar as inscrições. A.2.4. Realizar o 4º Curso Virtual do Grupo de Trabalho da CLACSO.
A.3.1. Elaborar o programa e o edital de inscrições para o Curso Monográfico Intensivo 2020-2021. A.3.2. Cooperação técnica para Cursos Monográficos com os Núcleos Nacionais. A.3.3. Iniciar a sistematização dos artigos monográficos por país para publicação.
A.4.1. Elaborar propostas de diplomas de pós-graduação. 4.2. Credenciamento por universidades na Argentina, República Dominicana e Venezuela. Expandir para o México e o Brasil. A.4.4. Chamada para inscrições e registro nos países.
A.5.1. Convocação da 5ª Reunião Regional do GT e da 4ª Reunião Regional da CLACSO sobre SISS e Soberania em Saúde, coincidindo com a Conferência da CLACSO. A.5.2. Relatório e Declaração Final.
A.6.1. Implementação do 1º "Diploma em Pesquisa Internacional em Saúde Sul-Sul" para novos pesquisadores no Haiti, A.6.2. Acreditação do programa acadêmico pela UAM X, FLACSO RD e Universidade do Haiti.
A.7.1. Oficinas entre o Centro de Políticas Públicas da UPF e o GT CLACSO, de acordo com o Plano de Trabalho 2019-2022. A.7.2. Primeiros artigos de colaboração conjunta e treinamento conjunto.
8. Divulgação de notícias, posicionamentos e atividades da GT nas redes sociais e na mídia.
9. Dois artigos de análise foram preparados para os PCL Notebooks.
10. Conceber e implementar o II Seminário sobre "Saúde nas Fronteiras e Cooperação Sul-Sul" entre a GT CLACSO, a UniOeste (Brasil), a USC-UFB (Brasil) e outros atores regionais.
R2. O 4º curso virtual sobre "Saúde Internacional Sul-Sul e Soberania em Saúde" CLACSO (Diploma Superior) está sendo realizado.
R3. Três cursos monográficos intensivos sobre "Sistemas Comparativos de Saúde e Seguridade Social" são realizados anualmente no Peru, Porto Rico, Haiti, República Dominicana e Argentina. Uma matriz para sistematizar os artigos foi elaborada.
R4. Uma segunda turma de Diplomas Superiores semipresenciais de pós-graduação em Saúde e Cooperação Internacional Sul-Sul foi realizada na Argentina, República Dominicana, Venezuela e México, com um total de 100 alunos (o início no Brasil está planejado).
R5. Realização da 5ª Reunião Regional do Grupo de Trabalho da CLACSO e da 4ª Reunião Regional da CLACSO sobre Saúde Internacional Sul-Sul e Soberania em Saúde (no âmbito da Conferência da CLACSO)
R6. A primeira turma do Diploma em Pesquisa SISS está sendo realizada no Haiti com um mínimo de 40 novos pesquisadores.
R7. Um workshop é realizado e um artigo/relatório conjunto é publicado entre o PPC-UPF e o GT CLACSO.
R8. A notícia é publicada no Boletim FANPAGE, a cobertura é veiculada na CLACSO TV e 10 entrevistas são obtidas na mídia por pesquisadores do Grupo de Trabalho da CLACSO.
R9. Dois Cadernos de Pensamento Crítico Latino-Americano da CLACSO serão publicados sobre temas de saúde. Um sobre "Emergências e Desastres" e outro sobre "Feminismo Decolonial e Saúde".
R10. O Segundo Seminário sobre "Saúde na Fronteira e Cooperação Sul-Sul" foi realizado em Foz do Iguaçu (Brasil) entre o GT CLACSO e centros e instituições acadêmicas do Brasil, Argentina, Paraguai e outros países da América Latina.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Cooperação técnica e ações de apoio e influência em políticas públicas com atores de organizações da sociedade civil, movimentos sociais e da comunidade acadêmica e científica crítica nos países prioritários da CLACSO: América Central, Caribe e Paraguai.
A2. Planejamento do 2º livro sobre sistemas de seguridade social, sistematização de cursos monográficos com a Rede Latino-Americana de Sistemas e Políticas de Saúde da ALAMES (Associação Latino-Americana de Medicina Social) e participação em eventos da CLACSO GT nos congressos bienais latino-americanos de Medicina Social e Saúde Coletiva.
A3. Articulação e intercâmbios com a Federação em Defesa da Saúde Pública na Espanha
A4. Oficinas e exercícios da Escola de Governo para ativistas de organizações e movimentos de saúde e seguridade social, especialmente no Paraguai, El Salvador, Honduras, Guatemala, Peru, entre outros.
A5. Reuniões e seminários de trabalho conjunto com as Centrais Sindicais de Trabalhadores (CTAA-Argentina, CLATE, CSA, CUT do Brasil, CGTP Peru e outras) sobre saúde e previdência social. Está em andamento a elaboração de uma publicação conjunta sobre Sistemas e Proteções de Seguridade Social.
A6. Atividades conjuntas e intercâmbios com ONGs como Médicos do Mundo, OXFAM, Federação Internacional da Cruz Vermelha, entre outras.
A7. Implementação de novos cursos de pós-graduação em "Emergências e Desastres sob uma perspectiva de Saúde Coletiva" entre Médicos do Mundo e o Grupo de Trabalho da CLACSO na Argentina, Paraguai, Venezuela e El Salvador.
R2. Elaborei a 2ª Matriz para o Livro sobre Sistemas de Seguridade Social com a Rede Latino-Americana de Sistemas e Políticas de Saúde da ALAMES/Sindicatos e participei de eventos nos Congressos da ALAMES.
R3. Apoio e cooperação técnica ao movimento de mulheres latino-americanas e caribenhas na interseccionalidade de cuidados, saúde e gênero.
R4. Sessão de trabalho em Madrid entre Espanha-Portugal e América Latina no Observatório Ibero-Americano de Sistemas de Saúde.
A5. Atividades conjuntas com sindicatos de trabalhadores da saúde, faculdades e associações médicas e centrais sindicais da América Latina e do Caribe.
R6. São ministrados três cursos de pós-graduação com 100 alunos sobre "Emergências e Desastres sob uma perspectiva de Saúde Coletiva".
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
A2. Estabelecer espaços de encontro e intercâmbio com a Organização Andina de Saúde (Comunidade Andina), com a Agência de Saúde Pública da CARICOM (Comunidade do Caribe), com o COMISCA (Sistema de Integração Centro-Americana e República Dominicana) e com a ALBA (Venezuela-Cuba), além de promover intercâmbios com organizações regionais da África e de países de língua portuguesa (Angola, Moçambique, entre outros).
A.3. Desenvolver um seminário presencial com o Instituto de Cooperação e Desenvolvimento da Universidade Complutense de Madrid (UCM) sobre "Cooperação Sul-Sul e Saúde".
A4. Intercâmbio e possíveis articulações com a gestão pública do Ministério da Saúde Pública e Secretarias de Saúde locais, como os Ministérios das Relações Exteriores.
A5. Realizar revisão sistemática e identificação de redes temáticas e atores relacionados nas atividades do Grupo de Trabalho e promover espaços de troca e (re)conhecimento.
R2. Reunião com o Secretário Executivo da COMISCA (SICA) e do GT11 MERCOSUL entre 2020 e 2021.
R3. Realização do 1º Seminário sobre Cooperação Sul-Sul e Saúde Internacional em Madrid, com 30 participantes.
R4. Reunião com os Ministérios da Saúde do México, Uruguai e Equador. Possivelmente outras instituições públicas e/ou privadas locais.
R5. Intercâmbios e comunicações iniciais com agências de saúde e entidades governamentais em África.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Promover exercícios de pesquisa colaborativa do Observatório Nacional para a produção de conhecimento inovador em Medicamentos e Medicamentos de Precaução, sob uma perspectiva de saúde coletiva, para a Argentina e a região.
3. Fortalecer a produção de artigos científicos no formato de dossiês sobre "Saúde Internacional Sul-Sul" nas edições do Grupo de Trabalho de Saúde Internacional da CLACSO 2019-2022.
4. Estudo "Saúde na República Dominicana: Reforma Regressiva, Privatização e Negação"
A1.2. Seleção de estudos de caso e temas (violência, aborto, feminismo, etc.)
A1.3. Pesquisa.
A2.1. Projeto do observatório e implementação de estudos. 2.2. Trabalho de campo e 2.3. Revisão e edição de relatórios do Observatório CMIFF.
A3.1. Seleção e redação de artigos de acordo com o tema, 3.2. Revisão e edição, 3.3. Publicação do dossiê
A4.1. Matriz de projeto e análise para estudo entre FLACSO RD e INSIS-UASD.
A4.2. Estudo do Sistema de Saúde na República Dominicana e crises epidemiológicas atuais. Papel da Cooperação Internacional. A4.3. Pesquisa e resultados.
R.2. Publicou 2 dossiês SISS sobre: *"Feminismos, Descolonialidade e Saúde, * Campo da Saúde e Movimentos Sociais-
R3. Primeiras Descobertas do Livro "Saúde na República Dominicana". Publicação em 2023.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Fortalecer e promover a formação socioacadêmica nos centros regionais por meio da plataforma virtual CLACSO.
3. Desenvolver cursos monográficos intensivos sobre "Sistemas Comparativos de Saúde e Segurança Social"
4. Promover a formação de pós-graduação em regime de ensino misto na área da Saúde e Cooperação Internacional Sul-Sul.
5. Promover espaços estratégicos de encontro regionais a nível organizacional e académico para os membros da GT, em conjunto com as redes regionais.
6. Promover e desenvolver um espaço nacional para debate e reflexão crítica sobre "Saúde Internacional Sul-Sul e Medicina Social" no Haiti.
7. Reforçar o Observatório Regional em conjunto com o Grupo de Trabalho da CLACSO sobre "Cooperação Sul-Sul e Políticas de Desenvolvimento"
8. Consolidar as produções conjuntas entre o Centro de Políticas Públicas da Universidade Pompeu Fabra (Vicenc Navarro) e o Grupo de Trabalho CLACSO.
9. Reforçar a divulgação através das redes sociais, dos meios de comunicação de massa e dos mecanismos de divulgação na CLACSO TV.
10. Promover a divulgação de artigos de análise da Teoria Fundamentada por meio dos Cadernos de Pensamento Crítico Latino-Americano do CLACSO.
A.1.2. Realizar cobertura audiovisual.
A.2.1. Desenvolver e programar a edição 2021-2022 do Curso Virtual da CLACSO sobre SISS e Soberania em Saúde. A.2.2. Elaborar o Diploma Avançado da CLACSO, da UAM Xochimilco e de outras instituições universitárias. A.2.3. Lançar a chamada para candidaturas, divulgar e realizar as inscrições. A.2.4. Realizar o IV Curso Virtual do Grupo de Trabalho da CLACSO.
A.3.1. Elaboração do programa e edital de inscrições para o Curso Monográfico Intensivo Anual. A.3.2. Cooperação técnica para Cursos Monográficos com os Núcleos Nacionais.
A.4.1. Propostas de design para diplomas de pós-graduação, 4.2. Programa acadêmico, unidades curriculares e avaliação. A4.3. Chamada para candidaturas e inscrição nos países.
A.5.1. Convocação da 5ª Reunião Regional do GT e da 4ª Reunião Regional sobre SISS e Soberania Sanitária da CLACSO. A.5.2. Transferências, logística e implementação. A.5.3. Relatório e declaração final.
A.6.1 Convocatória e planejamento do IV Seminário Nacional sobre SISS e Medicina Social na UEH e GT CLACSO 2020. A.6.2. Cobertura audiovisual. A.6.3. Transferências, logística e apoio institucional.
A7.1. Primeiro relatório do Observatório da Integração Regional, da Cooperação Sul-Sul e das Políticas Sociais
A.8.1. Editar publicação conjunta do Centro de Políticas Públicas da UPF e da GT CLACSO.
9. Divulgação de notícias, posicionamentos e atividades da GT nas redes sociais e na mídia.
10. Dois artigos de análise foram preparados para os PCL Notebooks.
R2. O IV Curso Virtual sobre "Saúde Internacional Sul-Sul e Soberania em Saúde CLACSO (Diploma Avançado)" está sendo realizado.
R3. Três cursos monográficos intensivos sobre "Sistemas Comparativos de Saúde e Seguridade Social" são realizados no Peru, em Porto Rico e no Haiti/República Dominicana.
R4. Concluiu um Diploma Superior de Pós-Graduação semipresencial em Saúde e Cooperação Internacional Sul-Sul no Brasil e no México, com um total de 60 participantes.
R5. Realização da 5ª Reunião Regional da CLACSO GT e da 4ª Reunião Regional da CLACSO sobre Saúde Internacional Sul-Sul e Soberania em Saúde.
R6. Realização do IV Seminário Nacional sobre SISS e Medicina Social no Haiti, com 100 participantes.
R7. Publicado o 1º Relatório sobre "Cooperação Sul-Sul em Saúde: experiências na América Latina e no Caribe e na África" do Observatório de Integração Regional, Cooperação Sul-Sul e Políticas Sociais, conjunto do Grupo de Trabalho sobre "Segurança Social e Políticas de Desenvolvimento" e "Saúde Internacional" da CLACSO.
R8. Dois artigos científicos conjuntos foram publicados entre PPC-UPF e GT CLACSO.
R9. A notícia é publicada no Boletim FANPAGE, a cobertura é veiculada na CLACSO TV e 10 entrevistas são obtidas na mídia por pesquisadores do Grupo de Trabalho da CLACSO.
R10. Serão publicados dois Cadernos de Pensamento Crítico Latino-Americano da CLACSO com temas relacionados à Saúde.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Cooperação técnica e ações de apoio e influência em políticas públicas com atores de organizações da sociedade civil, movimentos sociais e da comunidade acadêmica e científica crítica nos países prioritários da CLACSO: América Central, Caribe e Paraguai.
A2. Trabalho no 2º Livro sobre Sistemas de Saúde e sistematização de Cursos Monográficos com a Rede Latino-Americana de Sistemas e Políticas de Saúde da ALAMES (Associação Latino-Americana de Medicina Social) e participação em eventos do CLACSO GT nos Congressos Latino-Americanos Bienais de Medicina Social e Saúde Coletiva.
A3. Oficinas e exercícios da Escola de Governo para ativistas de organizações de saúde e previdência social e movimentos sociais, especialmente no Paraguai, El Salvador, Honduras, Guatemala, Peru, entre outros.
A4. Reuniões e seminários de trabalho conjunto com as Centrais Operárias (CTAA-Argentina, CLATE, CSA, CUT do Brasil, CGTP Peru e outras) sobre saúde e previdência social.
A5. Implementação de novos cursos anuais de pós-graduação em "Emergências e Desastres sob uma perspectiva de Saúde Coletiva" entre Médicos do Mundo e o Grupo de Trabalho da CLACSO na Argentina, Paraguai, Venezuela e El Salvador.
A6. Encontro com a Rede Latino-Americana e Caribenha para a "Saúde da Mulher"
R2. Primeira versão e compilação regional do 2º Livro sobre Sistemas de Seguridade Social com a Rede Latino-Americana de Sistemas e Políticas de Saúde da ALAMES e Centros Sindicais/ participação em eventos nos Congressos da ALAMES.
R3. Apoio e cooperação técnica ao movimento de mulheres latino-americanas e caribenhas na interseccionalidade de cuidados, saúde e gênero.
R4. Atividades conjuntas com sindicatos de trabalhadores da saúde, faculdades e associações médicas e centros sindicais da América Latina e do Caribe.
R5. São ministrados três cursos de pós-graduação com 100 alunos sobre "Emergências e Desastres sob uma perspectiva de Saúde Coletiva".
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
A.2. Desenvolver o 1º Seminário Internacional de Saúde Sul-Sul na África.
A3. Intercâmbio e possíveis articulações com a gestão pública do Ministério da Saúde Pública e Secretarias de Saúde locais, como os Ministérios das Relações Exteriores.
A4. Realizar revisão sistemática e identificação de redes temáticas e atores relacionados nas atividades do Grupo de Trabalho e promover espaços de troca e (re)conhecimento.
R2. Reunião com os Ministérios da Saúde da América Latina e do Caribe. Possivelmente com outras instituições públicas e/ou privadas locais.
R3. Realização do 1º Seminário com organizações de saúde e representantes governamentais da África.
Número total de pesquisadores admitidos: 167
Departamento de Saúde Pública da Universidade de La Frontera
Chile
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA – ISC, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
Brasil
Conferência Interamericana sobre Previdência Social
México
Instituto de Saúde Socioambiental (FCM-UNR)
Argentina
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Médicos del mundo
Chile
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA – ISC, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
Brasil
Faculdade de Ciências Humanas, UNCPBA
Argentina
ESCOLA NACIONAL DE SAÚDE
Bolívia
Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade de Antioquia
Colômbia
Centro de Estudos da Mulher
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Departamento de Saúde Pública - Universidade Industrial de Santander
Colômbia
Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia
-Universidade Complutense de Madri
Espanha
Instituto de Saúde Socioambiental (FCM-UNR)
Argentina
Grupo Central da Argentina em Saúde Internacional CLACSO
Argentina
Faculdade de Ciências Humanas e Artes - Universidade de Tolima
Colômbia
Instituto Transnacional
Costa Rica
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA – ISC, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
Brasil
Faculdade de Saúde, Universidade do Vale
Colômbia
Programa de Pós-Graduação em Estudos Latino-Americanos
Área de Coordenação de Pós-Graduação, Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, El Salvador
El Salvador
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Chile
Chile
Centro de Estudos Científicos
Instituto Venezuelano de Pesquisa Científica
Venezuela
Instituto de Farmácia. Faculdade de Ciências. Universidade Austral do Chile
Chile
Centro Brasileiro de Estudos em Saúde (CEBES)
Brasil
Instituto de Serviço Autônomo de Estudos Superiores
Venezuela
Vice-presidente do Sindicato Central Unitário dos Trabalhadores (CUT)
Chile
FES Zaragoza UNAM
México
Escola Técnica de Saúde do Ministério da Saúde e Esportes do Estado Plurinacional da Bolívia
Bélgica
Faculdade de Psicologia
Universidade da República
Uruguai
Escola Nacional de Saúde
Bolívia
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Instituto de Estudos de Saúde Coletiva (IESC) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
Brasil
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Departamento de História, Universidade de Havana
Faculdade de Filosofia e História
Universidade de Havana
Cuba
Instituto de Serviço Autônomo de Estudos Superiores
Venezuela
Escola Técnica de Saúde do Ministério da Saúde e Esportes do Estado Plurinacional da Bolívia
Bolívia
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Guatemala
Guatemala
Departamento de Medicina Preventiva e Saúde Pública da Universidade Nacional de San Marcos
Peru
Centro de Estudos Interculturais e Indígenas (CIIR-UC)
Chile
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Programa Uruguai
Uruguai
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Programa Uruguai
Uruguai
Universidade Estadual de Minas Gerais
Brasil
Núcleo do México - Grupo de Trabalho Internacional de Saúde da CLACSO
México
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA (ISC), UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
Brasil
Instituto de Estudos Estratégicos para o Desenvolvimento Humano
Sociedade Educacional para o Desenvolvimento Humano
Chile
Um espaço laboratorial para arte, performance, política, saúde e subjetividade. Faculdade de Psicologia. UNC
Argentina
ICW Latina - Comunidade Internacional de Mulheres Vivendo com HIV
Argentina
Instituto de Física de Líquidos e Sistemas Biológicos (IFLYSIB/CONICET-UNLP)
Argentina
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Movimento Ayiti Asante
Haiti
Colégio Oficial de Químicos, Sevilha, Espanha
Espanha
Instituto de Estudos sobre o Estado e a Participação
Associação dos Trabalhadores do Estado da República Argentina (ATE)
Argentina
Instituto Mexicano de Seguridade Social (IMSS)
México
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana
-Faculdade de Filosofia e História.
-Universidade de Havana
Cuba
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Instituto de Saúde Socioambiental (FCM-UNR)
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Faculdade de Ciências Naturais e Ciências da Saúde/Universidade Nacional da Patagônia San Juan Bosco
Argentina
Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia
-Universidade Complutense de Madri
Espanha
Fundo de Desenvolvimento Local Kennedy
Colômbia
Centro Nacional de Diagnóstico e Pesquisa em Endemias-Epidemias (CeNDIE/ ANLIS-Malbrán)
Argentina
Secretaria Distrital de Integração Social, Subdiretoria de Assuntos LGBT, Centro de Atendimento Integral à Diversidade Sexual e de Gênero, Zona Sul / Corporação Universitária da República
Colômbia
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Universidade Autônoma do Estado do México
México
Centro de Documentação e Estudos
Paraguai
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Instituto de Serviço Autônomo de Estudos Superiores
Venezuela
Peru Core - Grupo de Trabalho Internacional de Saúde da CLACSO
Peru
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, El Salvador
El Salvador
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Instituto de Serviço Autônomo de Estudos Superiores
Venezuela
Instituto de Estudos sobre o Estado e a Participação
Associação dos Trabalhadores do Estado da República Argentina (ATE)
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Instituto de Serviço Autônomo de Estudos Superiores
Venezuela
Núcleo El Salvador - Grupo de Trabalho Internacional de Saúde da CLACSO
El Salvador
Centro de Relações Internacionais em Saúde - Fundação Oswaldo Cruz/Fiocruz - MS
Brasil
Médicos del mundo
Uruguai
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde
Universidade Nacional de Santiago del Estero
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Cuba
Ministério do Ensino Superior
Universidade de La Havana
Cuba
Universidade Nacional de Agricultura (UNAG)
Honduras
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, El Salvador
El Salvador
Centro de Ciências da Saúde, Universidade Federal da Bahia
Brasil
Instituto Nacional de Parasitologia Dr. "Mario Fatala Chaben" (ANLIS)
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Universidade Autônoma do Estado do México
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Instituto de Serviço Autônomo de Estudos Superiores
Venezuela
Associação Brasileira de Saúde Coletiva (ABRASCO)
Brasil
Faculdade de Ciências Políticas e Sociologia
-Universidade Complutense de Madri
Espanha
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Faculdade de Ciências Humanas, Sociais e da Saúde
Universidade Nacional de Santiago del Estero
Argentina
Centro Latino-Americano de Pesquisa em Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Equador
Equador
Universidade Adolfo Ibáñez
Chile
FES Zaragoza UNAM
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
El Colégio de la Frontera Sur
México
Laboratório de arte, performance, política, saúde e subjetividade. Faculdade de Psicologia, Universidade Nacional de Córdoba.
Argentina
Departamento de Sociologia, Universidade de Havana
-Faculdade de Filosofia e História.
-Universidade de Havana
Cuba
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Universidade Autônoma da Cidade do México
Coordenação acadêmica
Universidade Autônoma da Cidade do México
México
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Argentina
Programa Argentina
Argentina
Escola Técnica de Saúde do Ministério da Saúde e Esportes do Estado Plurinacional da Bolívia
Bolívia
Instituto de Pesquisa em Ciências Odontológicas (ICOD) da Faculdade de Odontologia - Universidade do Chile
Chile
Faculdade de Ciências Sociais - UNA
Universidade Nacional de Assunção
Paraguai
Instituto de Serviço Autônomo de Estudos Superiores
Venezuela
Faculdade de Ciências Sociais - Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Brasil
Brasil
Departamento de Ciências Sociais, Escola de Pós-Graduação em Saúde Pública
Universidade de Porto Rico, Campus de Ciências Médicas
Porto Rico
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, El Salvador
El Salvador
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA – ISC, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
Brasil
Universidade Nacional Autônoma do México / Coordenação de Ciências Humanas / Faculdade de Contabilidade e Administração
México
Médicos del mundo
Argentina
Associação Coletiva da Memória Viva dos Povos
Espanha
Departamento de Ciências Sociais, Escola de Pós-Graduação em Saúde Pública
Universidade de Porto Rico, Campus de Ciências Médicas
Porto Rico
Universidade Federal de Minas Gerais
Brasil
Médicos do Mundo Venezuela
Venezuela
Centro de Pesquisa e Treinamento Econômico e Social para o Desenvolvimento
Haiti
Centro de Estudos Sociais
Faculdade de Economia
Universidade de Coimbra
Portugal
Doutorado Interdisciplinar em Saúde Pública/Universidade Nacional da Colômbia
Colômbia
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA – ISC, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
Brasil
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Fundo de Saúde Petrolífero
Bolívia
Centro de Farmacoepidemiologia e Uso Racional de Medicamentos - Escola de Saúde Pública - Faculdade de Ciências Médicas - Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Departamento de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Avellaneda
Argentina
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA – ISC, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
Brasil
Faculdade de Medicina - Universidade Autônoma de San Luis Potosí (UASLP)
México
Departamento de Medicina Familiar e Comunitária, Faculdade de Medicina (Universidade da República de Udelar)
Uruguai
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guanajuato, Campus León
México
Associação Latino-Americana de Medicina Social HAITI
Haiti
Escola Nacional de Saúde Pública - Universidade de Antioquia
Colômbia
Instituto de Serviço Autônomo de Estudos Superiores
Venezuela
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Escola Técnica de Saúde do Ministério da Saúde e Esportes do Estado Plurinacional da Bolívia
Bolívia
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, El Salvador
El Salvador
Diretor do CESS (Centro de Estudos Sociais da Saúde). UNIVERSIDADE DA GRANDE ROSÁRIO (UGR)
Argentina
Escola Nacional de Antropologia e História
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
INSTITUTO DE SAÚDE COLETIVA – ISC, UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA (UFBA)
Brasil
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, República Dominicana
República Dominicana
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Escola Nacional de Saúde
Bolívia
Departamento de Ciências Sociais, Escola de Pós-Graduação em Saúde Pública
Universidade de Porto Rico, Campus de Ciências Médicas
Porto Rico
Associação Civil pela Igualdade e Justiça
Argentina
Instituto Peruano de Ciências
Peru
Dr. José A. Portuondo Centro de Estudos Sociais Cubanos e Caribenhos
Universidade do Oriente
Cuba
Ministro da Saúde e Proteção Social
Colômbia
Fundação Oswaldo Cruz
Brasil
Escola Nacional de Saúde Pública
Cuba
Instituto Peruano de Ciências
Peru
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais - Programa Uruguai
Uruguai
Fundação Juan Bosch
República Dominicana
Ministério da Saúde e Esportes da Bolívia
Bolívia
Associação Latino-Americana de Medicina Social - Equador
Equador
Núcleo do Paraguai - Grupo de Trabalho Internacional de Saúde da CLACSO
Paraguai
Centro de Estudos das Transformações Sociais
Instituto Venezuelano de Pesquisa Científica
Venezuela
Escola Nacional de Antropologia e História
México
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