Área temática: Teoria Social

Grupo de trabalhoTeoria social e realidade latino-americana

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1. Nome do Grupo de Trabalho.
Teoria social e realidade latino-americana
Coordenador(es) do Grupo de Trabalho
Esteban Torres
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
José Maurício Domingués
Instituto de Estudos Sociais e Políticos
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil

2. Localização crítica do tema no contexto latino-americano e caribenho e em relação à dinâmica global.

A construção de teorias sociológicas para a pesquisa social apresenta-se atualmente como uma missão essencial e extremamente desafiadora para abordar os principais problemas da América Latina. Esse desafio se insere em um contexto sociocientífico desanimador. Desde o início do ciclo neoliberal, no final da década de 70, temos sido afetados por profundos processos socio-históricos na região. Entre os aspectos mais significativos, podemos destacar o colapso do horizonte do entendimento coletivo nas ciências sociais, o processamento reducionista da crise do marxismo, a gradual eliminação da agenda de pesquisa macrossociológica regional, a ênfase excessiva em lógicas relativistas e na virada linguística, a ascensão do ceticismo científico (não dissociado de um certo ceticismo político), bem como a ruptura dos vínculos e contratos normativos entre as práticas teóricas e políticas. Por sua vez, esses processos fazem parte de uma preocupante tendência institucional-acadêmica que acentua cada vez mais a autonomização disciplinar, a fragmentação temática, bem como a hiperespecialização e a mercantilização das ciências sociais. Atualmente, habitamos um campo das ciências sociais na América Latina onde prevalece a fragmentação teórica. Essa atomização é frequentemente reforçada pela apropriação acrítica de outras teorias, com predominância de objetos teóricos construídos a partir de interesses exclusivamente individuais, desconectados dos principais problemas sociais da região. No entanto, como é evidente, o mero reconhecimento da existência de uma patético O contexto geopolítico que ameaça a própria constituição da prática teórico-social é insuficiente para tentar imaginar soluções satisfatórias para um conjunto de fenômenos sociais atuais que são altamente complexos e, portanto, difíceis de conceituar.

Partindo desse diagnóstico geral, o presente Grupo de Trabalho vem se consolidando no âmbito do CLACSO desde 2016 como um ambicioso espaço de encontro e experimentação, cujo objetivo geral é contribuir para a reconstrução teórica autônoma da sociologia e das ciências sociais latino-americanas. Para tanto, adotamos como ponto de partida comum uma série de premissas de atualização, entre as quais destacamos: a) a priorização do global, b) o reconhecimento dos objetos-quadro da teoria social moderna, c) o questionamento da especificidade latino-americana dentro do sistema mundial e d) a problematização das lógicas de demarcação disciplinar.

Em relação ao primeiro ponto, o grupo compartilha da premissa metodológica de que, atualmente, quanto mais acentuada se torna a necessidade de compreender a evolução dos processos políticos, culturais e econômicos na América Latina, mais necessário se torna adotar um quadro global de observação. Assim, abraçamos uma certa tendência à reescala espacial dos objetos de pesquisa social, à relativa desnacionalização da prática teórica, o que implica o abandono do nacionalismo metodológico.

Em relação ao segundo aspecto, trata-se de consolidar uma estratégia para recuperar e reestabilizar os objetos-quadro da teoria social moderna e, paralelamente, promover a recuperação de seu horizonte histórico e epocal inerente. Esses objetos são, fundamentalmente, a forma do Estado, a forma da economia (primordialmente corporificada como capitalismo) e a forma da ciência. Assim, partimos do pressuposto de que não haveria possibilidade de avançar em um processo de reconstrução teórica sem considerar um quadro que integre esses objetos. Diferentemente de outras conjunturas na América Latina, a abordagem desses quadros se dá assumindo uma realidade teórica pluralista que emerge do reconhecimento da fecundidade de uma diversidade de abordagens socioteóricas, entre as quais se destacam certas perspectivas sistêmicas, neoinstitucionalistas, marxistas e neomarxistas. No caso da forma do Estado, a recuperação de sua centralidade inclui, em nível prático e operacional, o interesse em contribuir para a criação e o fortalecimento de políticas públicas progressistas, bem como para a expansão da democracia.

O terceiro aspecto mencionado é o que mais distingue este plano de trabalho de outros igualmente dedicados à produção de teoria sociológica. Envolve a reafirmação do compromisso com a elucidação das especificidades da realidade latino-americana dentro do contexto histórico global. Para tanto, defende a necessidade de desconstruir a componente universalista da teoria social norte-cêntrica como um passo necessário para a criação de novos conceitos e teorias atentas a uma dinâmica global que reconheça a existência de um processo de regionalização latino-americana.

Finalmente, embora consideremos a tradição sociológica como o campo privilegiado para a construção teórica dentro das coordenadas mencionadas, reconhecemos que as demarcações disciplinares nas ciências sociais muitas vezes funcionam como obstáculos epistemológicos difíceis de superar.

Levando em consideração os aspectos mencionados, a agenda de pesquisa do grupo para este novo período está estruturada em torno de quatro grandes linhas temáticas, intimamente interligadas. Cada uma delas combina estudos teórico-empíricos com trabalhos puramente teóricos. Vamos examinar cada uma:

1. Modernidade / crítica da modernidade: Este eixo contém quatro sublinhas de ação: i) o desenvolvimento de novas perspectivas gerais sobre a modernidade global a partir da América Latina e atentas à especificidade da região; ii) a revisão das projeções universalistas da teoria crítica alemã contemporânea; iii) o exame da ligação entre o desenvolvimento moral da modernidade e a situação de dependência na América Latina; e iv) a identificação de convergências e divergências entre os processos de globalização e regionalização da sociedade mundial.

2. Formato científico: Esta segunda linha de pesquisa estrutura-se em torno de três eixos: i) A análise da divisão do trabalho acadêmico-intelectual que prevalece globalmente no campo das ciências sociais; ii) a observação das formas como a sociologia afeta as formas públicas de comunicação e gera efeitos sociais e políticos; iii) a exploração das maneiras pelas quais o conhecimento sociológico e tecnossocial é apropriado pelas novas gerações dentro e fora das instituições acadêmicas.  

3. Estado da forma: Aqui, desenvolveremos seis linhas analíticas secundárias. Estas envolvem: i) o desenvolvimento de novas perspectivas sobre a formação do Estado na América Latina, bem como a elaboração de novas teorias sistemáticas dos Estados latino-americanos; ii) a análise das formas como a autoridade e o autoritarismo regional são conceituados na teoria social e política latino-americana; iii) a revisão do conceito de soberania estatal à luz do crescente efeito desnacionalizador da globalização econômica; iv) a exploração das formas paradigmáticas que a ligação entre a burocracia estatal e a prática política assume no campo da teoria social global/regional; v) a análise de como os conceitos de decisão e tomada de decisão são utilizados na política contemporânea; vi) a pesquisa sobre como a tributação molda as múltiplas relações entre o Estado e a sociedade na América Latina, com ênfase particular nas modalidades de intervenção estatal na economia; e vii) a análise das formas como os Estados e os movimentos sociais se relacionam no continente.

4. Capitalismo de forma: Finalmente, no que diz respeito ao objeto do capitalismo, propomos o desenvolvimento das seguintes linhas de produção teórica: i) a exploração de novas explicações sobre as relações e contradições existentes entre capitalismos e democracias na região e em nível global; ii) o desenvolvimento de novas perspectivas gerais sobre o capitalismo, atentas à especificidade latino-americana; iii) a oferta de um novo modelo de interpretação sobre as múltiplas dinâmicas de entrelaçamento existentes entre a difusão dos direitos humanos e a expansão do capitalismo; iv) a exploração de como as dinâmicas interligadas do desenvolvimento econômico e do desenvolvimento humano estão ligadas às transformações tecno-informacionais e culturais na América Latina; v) a renovada caracterização de modelos econômicos e políticos alternativos ao neoliberalismo na região; vi) o desenvolvimento de uma nova teoria das classes sociais que busque transcender o produtivismo marxista e as ideologias sociológicas pluralistas.

Abend, Gabriel (2018). “Esboço de uma sociologia do decisionismo”. British Journal of Sociology, N°69, pp.237-264.
Araújo, Kathya (2016). O medo dos subordinados. Uma teoria da autoridade. Santiago do Chile: LOM.
Botelho, Adré (2015). “Um programa forte para o pensamento social brasileiro”. Prismas - Revista de História Intelectual, Vol. 19, não. 2, dezembro de 2015, pp.
Brachet-Márquez, Viviane (2019). "A construção histórica do Estado na América Latina. Um campo em formação." In: Ribera, Liliana; Xóchitl, Bada (orgs.). Manual de Sociologia Latino-Americana. Oxford University Press, 2019.
Calderón, Fernando; CASTELOS, Manuel (2019). A Nova América Latina. Buenos Aires: FCE.
Cardoso, Fernando H.; Faletto, Enzo (1969). Dependência e desenvolvimento na América Latina: um ensaio de interpretação sociológica. Cidade do México: Siglo XXI.
Castells, Manuel (2009). Comunicação e Poder. Madrid: Alianza.
De la Garza, Enrique (1995). A Formação Socioeconômica Neoliberal. Cidade do México: Plaza y Valdés.
DOMINGUES, José Maurício (2009). Modernidade contemporânea na América Latina. Buenos Aires: CLACSO e Século XXI.
Domingues, José Mauricio (2019). Teoria crítica e modernidade política. Londres: Palgrave Macmillan.
Dörre, Klaus (2012). "Die neue Landnahme. Dynamiken und Grenzen des Finanzmarktkapitalismus." In: Klaus Dörre, Stephan Lessenich & Hartmut Rosa (eds.), Soziologie – Kapitalismus – Kritik: Eine Debatte. Frankfurt a. M.: Suhrkamp.pp.21-86.
Exeni, José Luis; De Sousa Santos, Boaventura (2019). Estado Plurinacional e democracias. ALICE na Bolívia. La Paz, FES e ALICE-CES [no prelo].
Falero, Alfredo (2018). “Excepcionalidades territoriais nos Estados-nação da América Latina: uma tendência crescente”. Artigo apresentado no 56º Congresso Internacional de Americanistas, Salamanca.
Fraser, Nancy (2019). O velho está morrendo e o novo não pode nascer. Londres-Nova York: Verso.
Garretón, Manuel Antonio (2016). “Modernidade política, democracia e relações Estado-sociedade na América Latina: uma nova problemática sócio-histórica?”. In: Rosich, Gerard; Wagner, Peter (orgs.). O problema da democracia. Modernidade política no século XXI. Edimburgo: Edinburgh University Press.
Leite Goncalves, Guilherme; Costa, Sergio (2019). “Da acumulação primitiva à acumulação emaranhada: Descentralizando a teoria marxista da expansão capitalista”, European Journal of Social Theory, janeiro de 2019, pp.1-19.
Ilizarbe Pizarro, Carmen (2016) “Autorrepresentação e desacordo: Estado e conflito social no Peru”. In: Grompone, Romeo (org.). Incertezas e distâncias. O papel controverso do Estado no Peru. Lima: Instituto de Estudos Peruanos, pp. 379 – 402.
Kalyvas, Andreas (2016). Democracia e a política do extraordinário: Max Weber,
Carl Schmitt e Hannah Arendt. Cambridge: Cambridge University Press.
Pignuoli Ocampo, Sergio (2019). “Superando a antinomia entre realismo e construtivismo em Luhmann e Bhaskar. Rumo a uma fundação paradoxal do conhecimento científico”, International Journal of Sociology, Vol. 77, No. 1, 116, pp. 1-14.
Rivoir, Ana; e outros. (2018). “O modo de desenvolvimento uruguaio: inflexão histórica ou estagnação estrutural.” In: Calderón, Fernando (2018). Navegando contra o vento. A América Latina na era da informação. Buenos Aires: UNSAM EDITA, pp.
Torres, Esteban; Borrastero, Carina (2019). “Capitalismo e Estado na América Latina: Concentração de Poder, Desigualdade Social e Depleção Ambiental”. In: Ribera Sanchez, Liliana; Bada, Xóchitl (orgs.). Manual de Sociologia Latino-Americana. Nova York: Oxford University Press, 2019.
Torres, Esteban (2019). “Rumo a uma nova teoria das classes sociais: a dialética do orgânico e do molecular”. In: Torres, Esteban; Leite Gonçalves, Guilherme (2019). Rumo a uma nova sociologia do capitalismo. Um diálogo com a Alemanha. Buenos Aires-Jena: CLACSO-Universidade de Jena [no prelo]
3. Justificação e análise da relevância teórica do tema em relação ao contexto analisado.

A construção de teorias sociais atentas à realidade social latino-americana é uma resposta à já mencionada imprecisão da teoria social regional, bem como à escassez de projetos de pesquisa fundamentados em um arcabouço intelectual. Por arcabouço intelectual, entendemos um modo de engajamento científico-político com os principais problemas de nosso tempo e lugar. Definido dessa forma, esse modo de engajamento evoca um senso de responsabilidade em relação a dois aspectos que se regulam mutuamente: a dimensão do problema em questão e um registro historicamente situado de apropriação coletiva. A “dimensão” do problema torna-se o vetor científico por excelência desse engajamento, na medida em que projeta uma episteme relacional para a compreensão analítica dos processos socio-históricos, neste caso, os de nosso continente. É dentro desse arcabouço que situamos os objetos de enquadramento comuns: a modernidade global, a instituição da ciência, os Estados-nação e os capitalismos. Para maior clareza do escopo desta proposta coletiva, especificaremos agora as referências relacionadas às linhas temáticas definidas.

1. Modernidade / crítica da modernidade: As quatro sublinhas de ação mencionadas para este ponto são especificadas nos seguintes termos: i) o desenvolvimento teórico das noções de “terceira fase da modernidade global” e de “dupla ambivalência da modernidade”; ii) a interpelação da teoria crítica alemã, em particular das obras de Habermas e Honneth, com base na equação centro-periferia global; e iii) a análise das tensões e contradições entre a reivindicação da realização global dos valores morais da sociedade moderna e a crescente desigualdade de poder entre regiões e países.  

2. Formulário científico: Aqui, os eixos são concretizados a partir da análise concreta de: i) os modos de reprodução da divisão internacional do trabalho acadêmico-intelectual no campo global das ciências sociais; ii) o estabelecimento de padrões de circulação do conhecimento sociológico no Brasil e em outros países da região, incluindo diferentes circuitos de comunicação cromáticos, como a imprensa e as “mídias sociais” (entre eles o Twitter e o YouTube); iii) o uso de referenciais sociológicos pelas novas gerações dentro e fora das instituições acadêmicas, bem como a apropriação dos “códigos do informacionalismo”.

3. Estado da forma: As sublinhas analíticas deste eixo são especificadas a seguir: i) o desenvolvimento de três perspectivas do Estado latino-americano: a) uma noção de Estado como ordens institucionais dinâmicas; b) o conceito de “sistema interestatal”, associado a uma ideia de dupla estruturação do Estado e a uma tipologia que distingue, em primeira instância, entre Estados vassalos e autonomistas; e c) a noção de Estado plurinacional; ii) a verificação da especificidade de um tipo de exercício da autoridade estatal baseado na justificação pela eficiência, em vez de por processos de legitimação (principalmente uma análise do caso chileno); iii) a identificação de novas coordenadas teóricas para a análise da prática política contrademocrática; iv) a revisão do conceito de soberania em relação às novas modalidades estatais de operação territorial (principalmente em diálogo com Saskia Sassen); v) o desenvolvimento de uma crítica sistemática das teorias do Estado que estabelecem uma relação de externalidade entre a burocracia estatal e a prática política. vi) a análise de como os Estados influenciam a construção dos indivíduos como tomadores de decisão; vii) o desenvolvimento preliminar de uma nova teoria crítica da tributação que permita compreender seu papel central na constituição dos processos de formação e transformação dos Estados na América Latina; e viii) a construção de uma nova perspectiva sobre a dinâmica política regional, levando em consideração a interação entre Estados e movimentos sociais.

 4. Capitalismo de forma: As linhas de produção teórica contempladas neste eixo são especificadas nos seguintes pontos: i) a exploração de novos vínculos e contradições na relação entre capitalismos e democracias nos países centrais da América Latina; ii) o desenvolvimento do conceito de “sistema intercapital” e do princípio da dupla estruturação do capitalismo; iii) a revisão crítica do conceito de “estilos de desenvolvimento” da CEPAL, no âmbito da investigação sobre a possibilidade de transcender o modelo maquilador que está sendo constituído no México; iv) a atualização do conceito de acumulação primitiva de capital, com base em um diálogo crítico com Rosa Luxemburgo, David Harvey e Klaus Dorré; v) o desenvolvimento e a revisão dos conceitos de capitalismo informacional e desenvolvimento humano informacional e, a partir disso, a análise da expansão do Google na América Latina; v) o desenvolvimento de uma nova perspectiva sobre as classes sociais, enfatizando os conceitos de classes orgânicas e classes moleculares, bem como seus modos de entrelaçamento.

Em todo caso, o que é verdadeiramente promissor nesta proposta coletiva é que cada uma das linhas de investigação, de alguma forma, considera as outras. Assim, o conjunto de linhas aborda, em certo sentido, a relação entre Estados e capitalismo, entre política e economia, e também se situa no horizonte epocal da modernidade. Paralelamente, uma parte significativa do trabalho trata, direta ou indiretamente, da questão da equação sociocausal geral, de um modo de acoplamento entre tempo e espaço, do desenvolvimento socio-histórico geral e do continente – a América Latina –, ou seja, dos enigmas centrais que acompanham o pensamento social desde os seus primórdios.

Considerando os elementos apresentados até o momento, entendemos que o objetivo central do Grupo de Trabalho nesta segunda edição é consolidar a dinâmica de discussão e produção teórica coletiva iniciada em 2016. Com base nesse plano de trabalho, buscaremos impulsionar a produção coletiva e alcançar sinergias substanciais entre nossas contribuições individuais. Nesse contexto, exploraremos a possibilidade de definir um espaço para o desenvolvimento de novos objetos teóricos e novos debates, no qual as semelhanças e diferenças teóricas, políticas e ideológicas que coexistem em qualquer comunidade pluralista sejam colocadas a serviço de um projeto intelectual-científico com consensos.

Abend, Gabriel (2019). “Decisionismo moral e seus descontentamentos”. Journal for the Theory of Social Behavior, 49, pp.59-83.
Bobbio, Norberto et al (1976). O marxismo e o estado. Roma: Monoperario.
Calderón, Fernando (2018) (comp). Navegando contra o vento. América Latina na informação. Buenos Aires: UNSAM.
Costa, Sérgio; Leite Gonçalves, Guilherme (2019). Um porto no capitalismo global: revelando a acumulação emaranhada no Rio de Janeiro. Londres: Routledge.
Brachet Márquez, Viviane (2018). “Em busca do Estado latino-americano em mudança: uma trajetória de vida”. Cuadernos de Teoría Social, Ano 3, No. 6, Santiago do Chile, março de 2018, pp.
De la Garza, Enrique (1995). Contribuição para o estudo do Estado Social Autoritário. Cidade do México: UAM;
Exeni, José Luis (2016). Democracia (Im)pactada na Bolívia. La Paz: IDEA Internacional-CLACSO-Plural.
Falero, Alfredo (2015). “A expansão da economia de enclave na América Latina e a ficção do desenvolvimento: seguindo uma velha discussão em novas formas”, Revista Mexicana de Ciências Agrícolas, vol. 1, 2015, pp. 145-157.
García Linera, Álvaro; Gutierrez, Raquel; Tapia, Luis (2007): “A forma multiplicidade da política das necessidades vitais”. In: Garcia Linera, Álvaro (2007). O retorno da Bolívia plebéia. La Paz: Muela del Diablo.
Garretón, Manuel Antonio (2016). “Os desafios do Estado contemporâneo”. In: Loreto Rebolledo (org.). Pensando o Chile a partir das Ciências Sociais e Humanas. Território, ausência, crise e emergência. Santiago: Editorial Universitaria.
Germani, Gino (1965). Política e sociedade em uma era de transição. Buenos Aires: Paidos.
Guimarães, Alice (2014). Um ressurgimento das identidades étnicas na modernidade: movimentos sociais e estatais na Bolívia contemporânea. Rio de Janeiro: UERJ.
Gonnet, Juan Pablo (2015). “Durkheim, Luhmann e a delimitação do problema da ordem social”. Revista Mexicana de Ciências Políticas e Sociais (UNAM). Vol. 3, No. 224, pp. 287-310.
Inda, Graciela (2019). “De povos, multidões e populismos: sujeitos políticos e transformação social nas novas teorias críticas”. In: Ferrari, Florencia e Galafassi, Guido (orgs.). Antagonismo, hegemonia e subjetividade. Buenos Aires: Theomai-Extramuros, pp. 95-116.
Jessop, Bob (2017). O Estado. Passado, presente e futuro. Madri: Los Livros de la Catarata.
Luhmann, Niklas. (1998). Observações sobre a modernidade. Stanford: Stanford University Press.
Meiksins Wood, Ellen (1995). Democracia contra o capitalismo: renovando o materialismo histórico. Londres e Nova Iorque: Verso, 2016.
MARX, Karl (1867). "Das Capital. Kritik der politischen Ökonomie." Banda Erster. In: Marx, Karl; Engels, Fredrich, Werke, Bd. 23. Berlim: Dietz, 1962.
O'Donnell, Guillermo (1982). O estado burocrático autoritário. Buenos Aires: Belgrano.
Rancière, Jacques (1999). Desacordo: Política e Filosofia. Minneapolis: University of Minnesota Press.
Rivoir, Ana; Landinelli, Javier (2018). “Governo aberto e participação em políticas públicas mediadas por tecnologias digitais: análise de um caso no Uruguai”, Democracia Digital e Governo Eletrônico, v.: 1 17 , p.:60 - 81, 2018.
Sassen, Saskia (2010). Território, autoridade e direitos. Das assembleias medievais às assembleias globais. Buenos Aires: Katz editores.
Streeck, Wolfgang (2013). Comprando tempo: a crise adiada do capitalismo democrático. Buenos Aires: Katz, 2016.
Tilly, Charles (2007). Democracia. Cambridge: Cambridge University Press
Torres, Esteban (2018). “Os três motores da teoria social de Marx: rumo a uma renovação da esquerda”. Criticize. Vol. 46. Edição 4, 2018. Routledge. Taylor & Francis, Reino Unido, pp. 529-540.
Torres, Esteban (2019) “O sistema intercapital: rumo a uma globalização expandida da economia capitalista”. Encuentros. [No prelo: A ser publicado no Vol. 19, janeiro-junho de 2020].
Wolin, Sheldon (2008). Democracia Incorporada. Democracia Gerenciada e o Espectro do Totalitarismo Invertido. Nova Jersey: Princeton University Press.

4. Plano de trabalho de três anos (36 meses), detalhado por ano.
PLANO DE TRABALHO PARA O PRIMEIRO ANO (01/11/2019 al 31/10/2020)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
> Avançar no trabalho de reflexão e discussão regional/global em torno dos quatro eixos temáticos do plano de trabalho.

Contribuir para a inovação teórica na/da sociologia latino-americana através da ativação de dinâmicas heterodoxas de produção coletiva e individual.
Organização de encontros presenciais com o objetivo de fomentar a discussão em grupo, promover a produção teórica coletiva e, em menor grau, compartilhar o progresso da pesquisa individual dos membros do GT.

Produção de textos coletivos que reúnem os resultados do processo de construção do conhecimento gerado nas interações na GT.
>>Primeira Reunião do Grupo de Trabalho (2020)

>>Criação do Boletim GT e produção da primeira e segunda edições (nº 1 e 2).

>>Produção do primeiro livro coletivo, de preferência em regime de coedição com a CLACSO.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
> Dar visibilidade às iniciativas do GT, em especial às produções criadas pelo grupo.

Compartilhar o conhecimento produzido pelo GT com a comunidade regional e global de ciências sociais.

Promover a formação rigorosa e crítica de pesquisadores, estudantes de doutorado e mestrado, funcionários de políticas públicas e do público em geral.
Participar em eventos académicos regionais e internacionais de prestígio com o objetivo de divulgar a produção teórico-social da GT.

Propor e coordenar iniciativas de publicação coletiva em revistas científicas de renome mundial.

> Aproveite os espaços de publicação, formação de pós-graduação e comunicação disponíveis no CLACSO para compartilhar os avanços da pesquisa do GT.


>Criar novos canais de comunicação online e realizar atividades de networking para compartilhar as iniciativas e o conhecimento produzidos pelo GT.

Oferecer formação de pós-graduação de alto nível nos temas da GT.

>> Apresentação de pelo menos uma mesa-redonda e um painel em um evento acadêmico internacional de prestígio, com prioridade para aqueles organizados pela CLACSO, ALAS, ISA e LASA.

>> Organização de um dossiê temático em uma revista científica de reconhecida importância mundial (de preferência vinculada às redes acadêmicas de referência em ciências sociais em relação à América Latina).

>>Concordar com a CLACSO na publicação de uma edição dos “Cadernos do Pensamento Crítico Latino-Americano”

>>Apresentação e possível realização de um seminário virtual no CLACSO, com foco em um ou mais eixos temáticos do plano de trabalho.

>>Ministrar cursos em alguns dos Programas de Doutoramento conduzidos ou integrados por membros do GT nas suas respectivas universidades.

>> Avalie a adequação da criação de uma página no Facebook para o GT gerenciar informações e comunicações relacionadas ao Grupo.

> Filmar as principais atividades do GT em 2020 e ver a possibilidade de compartilhar o conteúdo através da CLACSO TV e outras mídias.

Organizar apresentações públicas de livros produzidos pela GT e seus membros.

> Realizar e conceder entrevistas sobre aspectos-chave do projeto coletivo e do plano de trabalho do GT.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Intervir no debate público nacional, regional e global.

> Reduzir a lacuna entre a pesquisa em tecnologia agrícola e as políticas públicas.

Estimular o desenvolvimento do pensamento crítico em diferentes espaços de discussão democrática.
> Desenvolver uma estratégia de intervenção pública a partir do GT sobre os temas do plano de trabalho que constam das agendas públicas dos diferentes países da região.

Promover a participação do GT na elaboração de documentos de trabalho que orientem a formulação de políticas públicas sobre questões relacionadas ao plano de trabalho do grupo.

>> Presença ativa dos membros da GT em espaços públicos de debate por meio de intervenções em revistas, jornais, debates em universidades, em espaços abertos, reuniões com ONGs, outros grupos, etc.

>>Possível participação na elaboração de documentos de trabalho que contribuam para a formulação de programas e políticas universitárias relacionados ao ensino de sociologia e teoria social/sociológica.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Promover o intercâmbio de informações entre o Grupo de Trabalho e outros importantes centros de pesquisa na região e no mundo sobre temas relacionados.

> Criar novas redes acadêmicas sobre temas relacionados ao plano de trabalho do GT

Expandir a cooperação e o diálogo acadêmico Sul-Sul e Norte-Sul e fortalecer a dinâmica de internacionalização da GT.
> Explorar oportunidades de cooperação acadêmica e desenvolvimento de projetos conjuntos com programas de pesquisa relacionados, localizados em unidades acadêmicas na região e no mundo.

Promover iniciativas que permitam expandir o âmbito de atuação do GT para as regiões com as quais atualmente não existem canais consistentes de diálogo acadêmico.

> Descrever as ações destinadas a otimizar o posicionamento do GT nas principais redes acadêmicas associadas aos eixos temáticos do plano de trabalho do grupo.
>>Estabelecer as bases para a criação de um Fórum Alemanha-América Latina que promova a produção socioteórica e a pesquisa social na/sobre a América Latina. Espera-se que este fórum crie um espaço de colaboração entre o Grupo de Trabalho, o Secretariado da CLACSO e os diversos centros acadêmicos alemães dedicados à pesquisa socioteórica sobre a América Latina.

>Abrir novos canais de diálogo com centros de estudos latino-americanos na Rússia e na China, particularmente aqueles dedicados à produção de perspectivas teórico-sociais sobre a América Latina.

Consolidar a presença da GT na ALAS, na ISA e no Consórcio Internacional de Teoria Social.

PLANO DE TRABALHO PARA O SEGUNDO ANO (01/11/2020 al 31/10/2021)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
> Avançar no trabalho de reflexão e discussão regional e global em torno dos quatro eixos temáticos do plano de trabalho.

Contribuir para a inovação teórica na/da sociologia latino-americana através da ativação de dinâmicas heterodoxas de produção coletiva e individual.
Organização de encontros presenciais com o objetivo de fomentar a discussão em grupo, promover a produção teórica coletiva e, em menor grau, compartilhar o progresso da pesquisa individual dos membros do GT.

Produção de textos coletivos que reúnem os resultados do processo de construção do conhecimento gerado nas interações na GT.
>>II Reunião do Grupo de Trabalho (2021).

>>Produção da terceira e quarta edições do Boletim (nº 3 e 4).

>>Produção do segundo livro coletivo, de preferência em regime de coedição com a CLACSO.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
> Dar visibilidade às iniciativas e produções desenvolvidas pela GT.

Compartilhar o conhecimento produzido pelo GT com a comunidade regional e global de ciências sociais.

Promover a formação rigorosa e crítica de pesquisadores, estudantes de doutorado e mestrado, funcionários de políticas públicas e do público em geral.
Participar em eventos académicos regionais e internacionais de prestígio com o objetivo de divulgar a produção teórico-social da GT.

Propor e coordenar iniciativas de publicação coletiva em revistas científicas de renome mundial.

> Aproveite os espaços de publicação, formação de pós-graduação e comunicação disponíveis no CLACSO para compartilhar os avanços da pesquisa do GT.

Oferecer formação de pós-graduação de alto nível nos temas da GT.
>> Apresentação de pelo menos uma mesa-redonda e um painel em um evento acadêmico internacional de prestígio, priorizando aqueles organizados pela CLACSO, ALAS, ISA e LASA.

>>Elaboração de um dossiê ou publicação de alguns textos de membros do GT na revista “Crítica e Emancipação” da CLACSO.

>>Criação de uma “Revista Latino-Americana de Teoria Social”, com o apoio de instituições acadêmicas de prestígio em nível regional e internacional.

>>Avaliar a possibilidade de organizar e ministrar um Curso Internacional no CLACSO sobre temas diretamente relacionados ao plano de trabalho proposto.

>>Ministrar cursos em alguns dos Programas de Doutoramento conduzidos ou integrados por membros do GT nas suas respectivas universidades.

> Filmar as principais atividades do GT em 2021 e ver a possibilidade de compartilhar o conteúdo através da CLACSO TV e outras mídias.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Intervir no debate público nacional, regional e global.

> Reduzir a lacuna entre a pesquisa em tecnologia agrícola e as políticas públicas.

Estimular o desenvolvimento do pensamento crítico em diferentes espaços de discussão democrática.
Atualizar a estratégia de intervenção pública do Grupo de Trabalho sobre os temas do plano de trabalho que constam das agendas públicas dos diferentes países da região.

Promover a participação do GT na elaboração de documentos de trabalho que orientem a formulação de políticas públicas sobre questões relacionadas ao plano de trabalho do grupo.
>> Presença ativa em espaços públicos de debate por meio de intervenções em revistas, jornais, debates em universidades, em espaços abertos, encontros com ONGs, outros grupos, etc.

>>Possível participação na elaboração de documentos de trabalho que contribuam para a formulação de programas e políticas universitárias relacionados ao ensino de sociologia e teoria social/sociológica.
ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Promover o intercâmbio de informações entre o Grupo de Trabalho e outros importantes centros de pesquisa na região e no mundo sobre temas relacionados.

> Criar novas redes acadêmicas sobre temas relacionados ao plano de trabalho do GT

Expandir a cooperação e o diálogo académico Sul-Sul e Norte-Sul e reforçar a dinâmica da internacionalização académica do GT.
Promover iniciativas que permitam expandir o âmbito de atuação do GT para as regiões com as quais atualmente não existem canais consistentes de diálogo acadêmico.

> Descrever as ações destinadas a otimizar o posicionamento do GT nas principais redes acadêmicas associadas aos eixos temáticos do plano de trabalho do grupo.
>> Estabelecer as bases para a criação de um Fórum França-América Latina que promova a produção socioteórica e a pesquisa social na/sobre a América Latina. Espera-se que este fórum crie um espaço de colaboração entre o Grupo de Trabalho, o Secretariado da CLACSO e os diversos centros acadêmicos franceses dedicados à pesquisa socioteórica sobre a América Latina.

> Avançar as discussões com programas de pesquisa teórica sediados em centros de estudos latino-americanos na Rússia e na China, com vistas ao futuro desenvolvimento de projetos conjuntos.

Consolidar a presença da GT na ALAS, ISA, LASA e no Consórcio Internacional de Teoria Social.
PLANO DE TRABALHO PARA O TERCEIRO ANO (01/11/2021 al 31/10/2022)
OBJETIVOS
ATIVIDADES
RESULTADOS ESPERADOS
PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
> Avançar no trabalho de reflexão e discussão regional/global em torno dos quatro eixos temáticos do plano de trabalho.

Contribuir para a inovação teórica na/da sociologia latino-americana através da ativação de dinâmicas heterodoxas de produção coletiva e individual.
Organização de encontros presenciais com o objetivo de fomentar a discussão em grupo, promover a produção teórica coletiva e, em menor grau, compartilhar o progresso da pesquisa individual dos membros do GT.

Produção de textos coletivos que reúnem os resultados do processo de construção do conhecimento gerado nas interações na GT.
>>III Reunião do Grupo de Trabalho (2022).

>>Produção da quinta e sexta edições do Boletim (Números 5 e 6).

>>Produção do terceiro livro coletivo, de preferência em regime de coedição com a CLACSO.
DIVULGAÇÃO DO CONHECIMENTO
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
> Dar visibilidade às iniciativas e produções desenvolvidas pela GT.

Compartilhar o conhecimento produzido pelo GT com a comunidade regional e global de ciências sociais.

Promover a formação rigorosa e crítica de pesquisadores, estudantes de doutorado e mestrado, funcionários de políticas públicas e do público em geral.
Participar em eventos académicos regionais e internacionais de prestígio com o objetivo de divulgar a produção teórico-social da GT.

Propor e coordenar iniciativas de publicação coletiva em revistas científicas de renome mundial.

> Aproveite os espaços de publicação, formação de pós-graduação e comunicação disponíveis no CLACSO para compartilhar os avanços da pesquisa do GT.

Oferecer formação de pós-graduação de alto nível nos temas da GT.
>> Apresentação de pelo menos uma mesa-redonda e um painel em um evento acadêmico internacional de prestígio, priorizando aqueles organizados pela CLACSO, ALAS, ISA e LASA.

>>Ministrar cursos em alguns dos Programas de Doutoramento conduzidos ou integrados por membros do GT nas suas respectivas universidades.

> Filmar as principais atividades do GT em 2022 e ver a possibilidade de compartilhar o conteúdo através da CLACSO TV e outras mídias.
PROMOÇÃO DA RESPONSABILIDADE PÚBLICA E AÇÕES DE INTERVENÇÃO SOCIAL
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
Intervir no debate público nacional, regional e global.

> Reduzir a lacuna entre a pesquisa em tecnologia agrícola e as políticas públicas.

Estimular o desenvolvimento do pensamento crítico em diferentes espaços de discussão democrática.

Atualizar a estratégia de intervenção pública do GT sobre os temas do plano de trabalho que constam das agendas públicas dos diferentes países da região.

Promover a participação do GT na elaboração de documentos de trabalho que orientem a formulação de políticas públicas sobre questões relacionadas ao plano de trabalho do grupo.

>> Presença ativa em espaços públicos de debate por meio de intervenções em revistas, jornais, debates em universidades, em espaços abertos, encontros com ONGs, outros grupos, etc.

>>Possível participação na elaboração de documentos de trabalho que contribuam para a formulação de programas e políticas universitárias relacionados ao ensino de sociologia e teoria social/sociológica.

ARTICULAÇÃO COM OUTRAS REDES E INSTITUIÇÕES LATINO-AMERICANAS, CARIBENHAS E GLOBAIS
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
Promover o intercâmbio de informações entre o Grupo de Trabalho e outros importantes centros de pesquisa na região e no mundo sobre temas relacionados.

> Criar novas redes acadêmicas sobre temas relacionados ao plano de trabalho do GT

Expandir a cooperação e o diálogo académico Sul-Sul e Norte-Sul e reforçar a dinâmica da internacionalização académica do GT.
Promover iniciativas que permitam expandir o âmbito de atuação do GT para as regiões com as quais atualmente não existem canais consistentes de diálogo acadêmico.

> Descrever as ações destinadas a otimizar o posicionamento do GT nas principais redes acadêmicas associadas aos eixos temáticos do plano de trabalho do grupo.
>> Promover a institucionalização dos Fóruns América Latina-Alemanha e América Latina-França.

>> Preparar o terreno para o desenvolvimento de projetos conjuntos com os programas de
Estudos latino-americanos da Rússia e da China dedicados à produção de perspectivas teórico-sociais sobre a América Latina.


>> Consolidar a presença da GT na ALAS, ISA, LASA e no Consórcio Internacional de Teoria Social.

5. Membros do Grupo de Trabalho
Número total de pesquisadores admitidos: 36
Thomas Jeffrey Miley
Universidade de Cambridge
Reino Unido
Alexis Emanuel Gros
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Santiago Roggerone
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Jacinta Gorriti
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Mariana Heredia
Escola Interdisciplinar de Estudos Sociais Avançados
Universidade Nacional de San Martín (UNSAM)
Argentina
Gabriel Abend
Universidade de Lucerna
Suíça
Manuel Antonio Garretón Merino
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade do Chile
Chile
Felipe torres
Max Weber Kolleg
Alemanha
Carmen Margarita Ilizarbe Pizarro
Centro de Pesquisa Sociológica, Econômica, Política e Antropológica
Pontifícia Universidade Católica do Peru
Peru
Sebastião Raza
Centro Latino-Americano de Pesquisa em Ciências Sociais e Humanas
Faculdade de Ciências Humanas
Pontifícia Universidade Católica do Equador
Equador
Rodrigo Cordeiro
Universidad Diego Portales
Chile
Mariana Fry
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Enrique De La Garza Toledo
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Iztapalapa
México
Juan Fernando Calderón Gutiérrez
Universidade Nacional de San Martín - Reitoria
Argentina
Alice Soares Guimarães
Instituto de Pesquisa Socioeconômica (IISEC-UCB), Universidade Católica Boliviana “San Pablo”
Bolívia
Alice Soares Guimarães
Estudos de pós-graduação em Ciências do Desenvolvimento
Universidade de San Andres
Bolívia
Rubén Fernando José Peirone
Faculdade Livre de Rosário
Argentina
Sérgio Costa
ZI Lateinamerika-Institut, Freie Universität Berlim
Alemanha
Juan Pablo Gonet
Centro de Estudos Avançados
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Alfredo Falero Cirigliano
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Antonio Da Silveira Brasil Júnior
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Hector Ignacio Rios Jara
Centro de Estudos sobre Conflito e Coesão Social
Universidade do Chile
Chile
Graciela Inda
Secretaria de Pesquisa e Publicação Científica
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional de Cuyo
Argentina
José Maurício Domingués [Coordenador]
Instituto de Estudos Sociais e Políticos
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Bruna Mariz Bataglia Ferreira
Centro de Ciências Sociais
Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Brasil
Isidora Iñigo Valderma
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Ana Rivoir
Departamento de Sociologia
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade da República
Uruguai
Kathya Araujo
Instituto de Estudos Avançados
Universidade de Santiago do Chile
Chile
Sergio Pignuoli Ocampo
Instituto de Pesquisa Gino Germani
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Esteban Torres [Coordenador]
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional de Córdoba
Argentina
Guilherme Leite Gonçalves
Faculdade de Direito, UERJ
Brasil
Matilde Gonzalez Izas
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Guatemala
Guatemala
José Luis Exeni Rodríguez
Comunidade de Estudos JAINA
Bolívia
Aldo Mascareño
Centro de Estudos Públicos
Chile
Catalina María Tabares Ochoa
Instituto de Estudos Políticos
Universidade de Antioquia
Colômbia
Viviane Brachet-Marquez
Centro de Estudos Sociológicos
O Colégio do México
México




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