Área temática: Políticas de integração, cooperação e multilateralismo
Grupo de trabalhoIntegração regional e unidade latino-americana
[+ Ver produções e conteúdo]Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Chile
Chile
Esta perspectiva crítica aborda, mais especificamente, a análise do ponto de inflexão ou reconfiguração do processo de globalização e seu correspondente sistema multilateral hegemônico, bem como as implicações de tais mudanças para os esquemas de integração da América Latina e do Caribe. Esses fenômenos são analisados tendo como pano de fundo a crise financeira de 2008 nos Estados Unidos e sua subsequente transformação em uma crise global, que ainda não foi totalmente superada.
Entre os aspectos mais relevantes desta crise global e das transformações aceleradas, destacam-se, em primeiro lugar, o esgotamento do ciclo econômico expansionista baseado principalmente na extração de matérias-primas, vivenciado pela América Latina entre 2003 e 2013, e o novo cenário de estagnação econômica global, agravado e incerto pela forte contração do mercado mundial e pela emergência de tendências protecionistas que desafiam o multilateralismo e os acordos de livre comércio (incluindo megaacordos como o TPP-11 e o TTIP). Os principais fatores que impulsionaram essa situação foram as medidas tomadas pelo governo Donald Trump, como o voto do Brexit, que enfraquece ainda mais as instituições da União Europeia. Outro passo nessa direção é a recente guerra comercial declarada pelos Estados Unidos contra a China, que provavelmente levará a uma maior volatilidade cambial e a um crescimento global mais lento.
Em segundo lugar, uma das mudanças tectônicas mais significativas desencadeadas pela eclosão da crise global é a acentuada intensificação da transferência do dinamismo econômico do Atlântico para o Pacífico e a emergência da Ásia-Pacífico, do Indo-Pacífico e da Grande Eurásia como epicentros regionais da atividade econômica global, onde a China desempenha um papel cada vez mais proeminente. Da mesma forma, a legitimidade das regras e valores da chamada “governança” global, baseada nas instituições de Bretton Woods (Organização Mundial do Comércio, Fundo Monetário Internacional e Banco Mundial), começou a ser questionada com o surgimento de novas iniciativas patrocinadas por potências emergentes (BRICS, Banco Asiático de Investimento em Infraestrutura, Banco dos BRICS, etc.) e de normas que não necessariamente se conformam àquelas tradicionalmente estabelecidas pela ordem neoliberal desenvolvida pelo Ocidente, por exemplo, no que diz respeito às suas concepções de soberania e direitos humanos.
Atores como a China, a Índia e a Rússia, entre outros, também têm apresentado modelos econômicos que oferecem alternativas ao neoliberalismo, mais semelhantes a variantes do capitalismo de Estado, com taxas de crescimento mais elevadas e melhor gestão econômica. Todos esses fenômenos aumentaram a importância geopolítica dessas regiões emergentes, dando origem a um sistema internacional caracterizado por diversos analistas como “pós-ocidental” ou “pós-hegemônico”.
Em terceiro lugar, as mudanças de posição sobre a integração regional demonstradas por vários países latino-americanos podem ser explicadas pelo desenvolvimento da crise global e sua correspondente ordem liberal (e seu modelo de governança), bem como pela reconfiguração das relações de poder globais; mas, sobretudo, as transformações políticas e sociais em curso em nossas sociedades devem ser consideradas. Várias dessas mudanças foram lideradas pela nova direita latino-americana, que defende a globalização e laços mais estreitos com as antigas potências centrais, empregando um discurso supostamente “despolitizado” e “pragmático”. No entanto, essa abordagem está se mostrando tardia e, muitas vezes, se materializa de maneira contraditória e caótica, abrindo caminho para possíveis retrocessos em alguns casos.
Os novos governos baseiam-se num “regionalismo” aberto, mas parcial, com uma tendência para um bilateralismo resistente; fundamentam-se na promoção de grandes volumes de capital privado nacional e estrangeiro; estão alinhados com a ordem liberal através das políticas, normas e práticas dominantes do decadente sistema multilateral, e em particular, são determinados pelas instituições de Bretton Woods e pela OCDE; e estão enraizados numa concepção policêntrica do sistema político global, mas, ao mesmo tempo, estão alinhados com a agenda de segurança da administração Trump para a América Latina.
Isso fica evidente na decisão dos governos da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Paraguai e Peru de suspenderem indefinidamente sua participação na UNASUL e no cancelamento da cúpula bienal da CELAC com a União Europeia, que seria realizada em 2017; ambas as decisões com a intenção de substituir esses espaços pelo Grupo de Lima e pela fragmentada OEA, que agora coordenam seus ataques à Venezuela em conjunto com o governo dos EUA.
No que diz respeito aos esquemas de integração sub-regional, os governos da Argentina e do Brasil tentaram revitalizar o debilitado MERCOSUL, promovendo sua reorientação em direção à União Europeia e à Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), ao Canadá, à Coreia do Sul e à Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). Ambos os países, contudo, encontraram diversas dificuldades na implementação de um acordo entre o MERCOSUL e a União Europeia, em parte devido à crescente oposição social e política ao livre comércio na Europa. Enquanto isso, algumas nações europeias e asiáticas estão adotando políticas mais focadas em seus mercados internos.
Na realidade, hoje os principais obstáculos à “integração inteligente” não parecem ser os aspectos mencionados acima, mas sim a extrema fragilidade econômica e institucional dos próprios mecanismos de integração que deveriam facilitá-la — uma situação que se estende à Comunidade Andina de Nações e até mesmo à convergência entre o Mercosul e a Aliança do Pacífico. Quando um acordo é assinado com sucesso (como o TPP-11 após a saída dos EUA), ele se mostra frágil e quase insignificante. Portanto, a chamada “integração inteligente” exige uma grande dose de pragmatismo, como demonstram as tentativas de aprofundar os acordos estratégicos com a China. Por vezes, o pragmatismo parece prevalecer sobre a retórica.
Ao considerar os aspectos comerciais dessa dinâmica de integração regional, a situação atual está longe de ser animadora, levando-se em conta alguns dos indicadores de referência utilizados para medir seu alcance e profundidade: a região sofreu meia década de queda nos preços de sua cesta de exportações e fraco crescimento no volume de exportações, situação que supostamente teria sido superada em 2017; o comércio exterior latino-americano entrou em colapso em 2015 e 2016; o nível do comércio intrarregional é baixo e apresenta uma tendência crônica de declínio durante períodos de desaceleração ou recessão; e a extrema volatilidade cambial teve efeitos desastrosos sobre o comércio e as economias regionais. Como resultado, o fraco desempenho do comércio exterior teve efeitos diferenciados nos diversos países e sub-regiões do continente, contribuindo para acentuar suas diferenças (assimetrias) com base na orientação produtiva e comercial das diferentes economias.
Apesar da evolução desses indicadores, as visões ideológicas dos governos de direita ainda parecem acreditar nos efeitos benéficos da globalização, ignorando suas consequências traumáticas anteriores.
Contudo, dada a atual reconfiguração do mapa político continental, a tendência aponta para o esgotamento do "regionalismo latino-americano desafiador" associado àquele ciclo que privilegiava a cooperação política intergovernamental (UNASUL e CELAC) e um papel ativo do Estado na proteção social. Iniciativas desse tipo de regionalismo focavam na complementaridade com a globalização e os acordos de livre comércio existentes. Paradoxalmente, não desafiavam os padrões econômicos dominantes nem os marcos sub-regionais vigentes, com a única exceção da ALBA-TCP, que gerou enormes expectativas devido aos seus princípios subjacentes. Mas atualmente enfrenta problemas muito sérios que levaram à sua virtual estagnação.
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Onze anos após o início da crise econômica e financeira de 2008, o comércio global está praticamente estagnado, evitando uma recessão apenas graças às contribuições dos países em desenvolvimento. A superficialidade com que os economistas tradicionais tentam explicar esse fenômeno é impressionante.
Especialistas internacionais estão preocupados com o fato de o comércio global ainda não ter recuperado o dinamismo demonstrado durante a maior parte do período pós-guerra, apresentando indicadores que permanecem bem abaixo dos níveis pré-crise. Além disso, seu crescimento é mais lento do que o do Produto Interno Bruto (PIB) global. Segundo estimativas consensuais, o crescimento do PIB global deverá desacelerar de 3,7% em 2018 para 3,5% em 2019 e 3,6% em 2020.
Ao examinar mais detalhadamente esses fatores, pode-se afirmar que “em geral, a literatura concorda que a persistente fragilidade da atividade econômica global é o principal fator por trás da desaceleração do comércio”. Essa situação se reflete no dinamismo reduzido dos investimentos, um dos componentes da demanda agregada que mais dependem de importações. Além disso, como segundo fator, a maioria dos autores também concorda que a contração das transações globais “é parcialmente atribuível a um ritmo mais lento de expansão das cadeias de valor globais e regionais”. Isso se deve tanto à “maturidade dessas cadeias” quanto ao “encurtamento das cadeias em algumas economias-chave, especialmente a China”, que agora produz muitos insumos que antes precisava importar. Um terceiro fator explicativo é o “ritmo mais lento da liberalização comercial” devido à aplicação de certas regulamentações (requisitos de conteúdo local, por exemplo) e ao fracasso de importantes negociações comerciais. Soma-se a isso a crise prolongada que assola a OMC e a incerteza gerada pela… referendo proposto sobre a adesão do Reino Unido da União Europeia.
Uma combinação de fatores contribuiu para a desaceleração do crescimento global. Entre eles, destacam-se as novas tarifas e medidas retaliatórias que afetam os bens mais comercializados, o enfraquecimento do crescimento econômico global, a volatilidade dos mercados financeiros e a imposição de condições monetárias mais restritivas nos países desenvolvidos. Essa situação foi agravada nos últimos 12 meses pela guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, que não demonstra sinais de arrefecimento em curto prazo.
O lento crescimento do comércio global e o aumento do protecionismo ocorrem em um contexto de rápidas mudanças tectônicas no padrão de acumulação global na última década e meia, afastando-se da histórica hegemonia Norte-Sul. Segundo um relatório da OMC, mais da metade das exportações totais dos países em desenvolvimento, em termos de valor agregado, estão ligadas a cadeias globais de produção, demonstrando que a fragmentação da produção global se acelerou, especialmente na Ásia. De fato, a proporção do comércio entre países em desenvolvimento baseado em cadeias globais de valor quadruplicou nos últimos 25 anos. Também nesse mesmo período, os países em desenvolvimento, principalmente graças às economias latino-americanas, aumentaram sua participação nas exportações agrícolas globais de 27% para 36%, o que especialistas descrevem como reflexo do "novo papel das matérias-primas nas estratégias de desenvolvimento".
Apesar do exposto, é importante ressaltar que a América Latina e o Caribe precisam aumentar seus limitados níveis de comércio intrarregional e produtividade como pontos-chave para avançar rumo a um crescimento econômico sustentável e inclusivo.
Essas transformações na acumulação global não encontraram apoio no sistema multilateral de comércio. O fracasso da Rodada de Doha, iniciada em 2001, evidenciou as profundas divergências entre seus membros. Os países em desenvolvimento resistiram à dominância dos Estados Unidos e seus aliados, expressa por meio do apoio governamental à agricultura e aos bens manufaturados, entre outros setores. Esse cenário mudou quando o governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, desafiou essas negociações e, por fim, o multilateralismo e a OMC.
A atual crise na OMC reflete a confluência de três eventos-chave: (i) a crescente polarização nas relações de poder globais entre países ricos e pobres, nações poderosas e fracas, potências emergentes e em declínio; (ii) a ampla politização que se manifestou no referendo do Brexit no Reino Unido e, posteriormente, no debate sobre acordos de livre comércio nas eleições presidenciais dos Estados Unidos; (iii) a escolha da administração de Donald Trump pelo bilateralismo e por políticas protecionistas que bloquearam o multilateralismo e, recentemente, desencadearam uma guerra comercial com a China.
Todos esses fatores colocaram em xeque não apenas a OMC e o sistema de Bretton Woods em geral, mas também os próprios fundamentos teóricos do livre comércio. Sua ideia central — de que ele só cria vencedores e que todas as nações se beneficiam — estava sendo refutada. Até mesmo o conceito de “vantagem comparativa”, um pilar da teoria do livre comércio que havia naturalizado a divisão internacional do trabalho entre países produtores e extratores de matérias-primas, estava sendo contradito pela realidade das economias “emergentes”. Além disso, o bilateralismo estadunidense leva a uma compreensão das relações comerciais entre países baseada na força e em ameaças constantes, ressaltando a importância da geopolítica.
Por outro lado, a China e outros países asiáticos estão emergindo com a capacidade de propor regulamentos e regras que prenunciam uma nova forma de regionalização ou, mais amplamente, do sistema global. Essas forças emergentes reconhecem a magnitude dos desafios atuais e estabelecem metas de longo prazo com a convicção e os recursos necessários para alcançá-las. Declaram-se defensoras do multilateralismo e do livre comércio.
As consequências da estagnação global e dessa fratura ideológica têm sido devastadoras para a América do Sul. Por um lado, desde o final de 2013, sua produção e comércio têm apresentado o pior desempenho em décadas, incluindo o comércio intrarregional, que em 2016 acumulava quatro anos consecutivos de declínio, com uma leve recuperação nos anos subsequentes. Por outro lado, os governos, agora em sua maioria de direita, insistem no modelo de exportação primária e no "regionalismo aberto", cujos fundamentos ideológicos estão sendo questionados.
Dado que essa teorização do livre comércio tem sido fundamentalmente eurocêntrica, a responsabilidade por esses fracassos deve ser buscada, antes de tudo, nas correntes de pensamento europeias ou norte-americanas. Nesse sentido, qualquer tentativa de explicar os dilemas atuais da integração latino-americana — e, mais especificamente, da integração sul-americana — a partir dessas perspectivas seria contraproducente. Ao contrário, essa tentativa deve ser feita a partir do nosso continente, com teorias que tomem como ponto de referência primordial a sua própria realidade e participação no capitalismo global. Outros atores de fora da região atlântica, especificamente a China e outros países asiáticos, podem contribuir para essa importante tarefa.
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ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DO COMÉRCIO (2019). RELATÓRIO ANUAL. JULHO.
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(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Fortalecer o debate teórico sobre a América Latina e o Caribe a partir da perspectiva da construção de alternativas para a crise da integração regional.
3. Analise a situação na América Latina e no Caribe, considerando as implicações da crise econômica global e do aumento da concorrência.
4. Promover a visibilidade das melhores práticas e das iniciativas de Cooperação Sul-Sul na região a nível global.
i) Projetos de Estado, democracia e integração regional;
ii) A América Latina e o Caribe no contexto da estagnação do mercado global e do aumento do protecionismo;
iii) Enfraquecimento e tentativas de reduzir a integração regional a acordos de livre comércio.
1.2 - Organizar a reunião de trabalho anual com os pesquisadores que são membros do Grupo de Trabalho.
Encontro anual de 2020 no Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas da Universidade de Guadalajara.
1.3 - Organizar reuniões para troca de conteúdo de pesquisa entre membros do Grupo e pesquisadores de Centros Membros vinculados ao Grupo.
2.1 - Realizar reuniões por videoconferência entre os membros do Comitê de Trabalho "Alternativas de Construção".
2.2 - Realizar reuniões por videoconferência entre os pesquisadores membros para discutir a proposta elaborada pelo Comitê de Trabalho "Construindo Alternativas".
3.1 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais da Argentina.
3.2 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais do Brasil.
3.3 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais do Chile.
3.4 - Ministrar um curso de curta duração no âmbito do II Congresso Internacional de Pensamento e Pesquisa sobre a América Latina / IV Simpósio Internacional Pensando e Repensando a América Latina. Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina.
PROLAM - USP.
3.5 - Organizar um painel com membros do grupo no 11º Congresso da ALACIP em 2020.
4.1 - Conceber e divulgar ferramentas para facilitar a Cooperação Sul-Sul.
1.1.2 - Artigos publicados no Boletim “Integração Regional: Uma Análise Crítica”.
1.1.3 - Tópicos definidos para a publicação de um livro anual com o progresso da pesquisa dos membros do Grupo.
1.1.4.- 3 boletins “Integração regional. Uma análise crítica”.
1.2.1.- Reunião anual realizada no CUCSH da Universidade de Guadalajara.
1.2.2 - Declaração emitida pelo Grupo.
1.2.3 - Documento elaborado com um resumo dos tópicos da reunião.
1.2.4 - Intercâmbio gerado entre pesquisadores do Grupo e acadêmicos e estudantes de pós-graduação da CUCSH, Universidade de Guadalajara.
1.2.5 - Livro publicado com os avanços na pesquisa dos membros do Grupo.
1.3.1 - Reuniões realizadas entre os Centros Membros para troca e divulgação de resultados de pesquisa.
2.1.1 - 3 reuniões realizadas por videoconferência entre membros do Comitê de Trabalho “Alternativas de Construção”.
2.1.2 - Documento elaborado com os elementos para a construção de propostas alternativas face à crise da integração regional.
2.2.1 - Foram realizadas 3 reuniões por videoconferência para discutir a proposta elaborada pela Comissão de Trabalho "Alternativas de Construção".
2.2.2 - Ata elaborada com as opiniões e sugestões a serem incorporadas no documento base para a construção de alternativas à crise da integração regional.
3.1.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais argentinas.
3.1.2 - Manual preparado para organizações sociais argentinas.
3.2.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais brasileiras.
3.2.2 - Manual preparado para organizações sociais brasileiras.
3.3.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais chilenas.
3.3.2 - Manual preparado para organizações sociais chilenas.
3.4.1.- Curso ministrado no Congresso PROLAM – USP.
3.4.2 - Material de apoio preparado para alunos que frequentam o curso.
3.4.3 - Intercâmbio gerado entre membros do Grupo e acadêmicos e estudantes de pós-graduação do PROLAM - USP.
3.5.1 - Apresentações preparadas pelos pesquisadores do Grupo.
3.5.2 - Intercâmbio gerado entre os membros do Grupo e os acadêmicos e estudantes de pós-graduação participantes do 11º Congresso da ALACIP.
4.1.1 - Ferramentas desenvolvidas para facilitar a Cooperação Sul-Sul.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Contribuir para a formação de líderes sociais, sindicais e políticos nas áreas de integração regional, Estado e democracia.
3. Promover acordos para a publicação de um livro anual em coedição entre o CLACSO e os centros membros dos quais os pesquisadores do GT fazem parte.
4. Criar espaços para a troca de conhecimento entre pesquisadores qualificados e em formação.
1.2 - Publicação de artigos e/ou documentos digitais com o conteúdo da pesquisa dos membros.
1.3 - Fazer apresentações em seminários acadêmicos, sociais e políticos em diversos países da América Latina e do Caribe.
2.1 - Desenvolver oficinas que contribuam para a formação de líderes sociais e políticos.
3.1 - Preparar o conteúdo da pesquisa em formato de artigo.
4.1 - Preparar artigos e/ou documentos de trabalho em colaboração entre pesquisadores qualificados e estagiários.
1.1.2 - Boletim informativo e seu conteúdo divulgados através do Facebook, Instagram, Twitter, podcasts, vídeos, etc.
1.2.1 - Artigos e/ou documentos digitais promovidos e divulgados em diversas plataformas virtuais, como CLACSO, ALAI, NODAL, Global Research, entre outras.
1.2.2 - Artigos e/ou conteúdo de pesquisa divulgados por meio do Facebook, Instagram, Twitter, podcasts, vídeos, etc.
1.3.1 - Apresentações realizadas nos seguintes eventos:
-. XXV ENEP;
- Reunião Anual da REDEM 2020;
- 8º ENPS;
-. XIII JEC;
- XIII Congresso Internacional de Economia e Gestão;
-. XXXII Congresso da ALAS;
- 11º Congresso da ALACIP.
- Congresso Anual da AMEC.
2.1.1 - Oficinas realizadas com as seguintes organizações sindicais e sociais:
Internacional de Serviços Públicos (PSI), Confederação Sindical das Américas (CSA) e Marcha Mundial das Mulheres (MMM).
2.1.2 - Oficinas realizadas com organizações políticas de diferentes países da América Latina e do Caribe.
3.1.1.- Livro publicado em coedição entre a CLACSO e os centros membros.
4.1.1 - Artigos publicados em periódicos de programas acadêmicos em universidades e centros de estudo da região, incluindo:
- Revista Textos e Contextos;
-. Revista Argumentum,
Revista Realidade Econômica,
-. Revista Nova Sociedade,
- Cadernos USP,
-. Revista de Estudos Latino-Americanos,
-. Revista de Análise e Debate sobre o Caribe e a América Central, entre outras.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Promover a colaboração e o intercâmbio com organizações não governamentais que abordam questões de integração regional, Estado e democracia.
3. Reforçar a colaboração e o intercâmbio com organizações sociais e sindicais, com vista a contribuir para o desenvolvimento de propostas de políticas públicas.
4. Promover o desenvolvimento de relações com os Programas de Pós-Graduação dos quais os pesquisadores membros do GT fazem parte, a fim de aprofundar o debate crítico sobre as limitações das políticas públicas neoliberais.
2.1 - Reforçar os laços existentes com as ONGs que abordam questões comuns.
2.2 - Reuniões introdutórias com diretores e membros de ONGs. Etapa 1.
3.1 - Sessões de trabalho com representantes de organizações sociais e sindicais. Primeira etapa:
-. Porto Rico;
- Haiti;
-. Argentina;
Brasil e
-. Paraguai.
4.1 - Ministrar aulas e realizar estágios em programas de pós-graduação.
4.2 - Participar nas publicações periódicas dos Programas de Pós-Graduação vinculados ao Grupo.
2.1.1 - Oficinas realizadas em países prioritários para 2020:
-. Porto Rico;
- Paraguai;
-. Argentina;
- Brasil;
- Haiti.
Elas também podem ser realizadas em outros países.
2.2.1 - Atas elaboradas e possíveis acordos de trabalho conjunto.
3.1.1 - Documento elaborado com base na análise das dificuldades e desafios enfrentados pela implementação de políticas públicas alternativas no contexto atual da América Latina e do Caribe.
4.1.1 - Materiais de apoio preparados para os participantes do curso.
4.1.2 - Estabelecimento de intercâmbio e realização de debates críticos nos programas de pós-graduação.
4.2.1 - Artigos e/ou documentos de trabalho elaborados sobre o debate crítico das limitações das políticas públicas neoliberais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Promover a colaboração com outros Grupos de Trabalho da rede CLACSO que abordam temas e preocupações comuns, a fim de aprimorar seus resultados.
3. Coordenar os pesquisadores que são membros da GT e da rede FLACSO na região.
4. Fortalecer o trabalho conjunto com agências de cooperação internacional.
2.1 - Realizar atividades e publicações conjuntas com outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
3.1 - Reuniões introdutórias com diretores e pesquisadores da Rede FLACSO. Etapa 1.
4.1 - Continuar o trabalho colaborativo com a Fundação Friedrich Ebert. Escritórios no Brasil, Argentina e México.
4.2 - Continuar trabalhando com a Fundação CAPES. Brasil.
4.3 - Continuar o trabalho colaborativo com a Fundação Rosa Luxemburgo. Escritórios no Brasil, Argentina e México.
4.4 - Reunião de trabalho com os escritórios da OXFAM no México.
4.5 - Reunião de trabalho com a Fundação Heinrich Böll. Escritórios do México e do Chile.
1.1.2 - Realizar workshops com redes.
1.1.3 - Ministrar cursos e cursos de curta duração em programas de pós-graduação.
1.1.4 - Realizar colóquios com redes.
2.1.1 - Boletim publicado em conjunto com o Grupo de Trabalho sobre Geopolítica, Integração Regional e o Sistema Mundial.
Dezembro 2019.
2.1.2 - Boletim publicado em conjunto com o Grupo de Trabalho sobre Estudos dos Estados Unidos.
Abril 2020.
2.1.3 - Caderno de anotações publicado com a GT Crise, respostas e alternativas no Grande Caribe.
setembro 2020
3.1.1 - Atas elaboradas e possíveis acordos de trabalho conjunto para 2020-2021.
4.1.1 - Livros publicados em coedição.
4.1.2 - Oficinas realizadas.
4.2.1 - Pedidos apresentados para o desenvolvimento de reuniões em 2020.
4.3.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2020.
4.4.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2020.
4.5.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2020.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Fortalecer o debate teórico sobre a América Latina e o Caribe a partir da perspectiva da construção de alternativas para a crise da integração regional.
3. Analise a situação na América Latina e no Caribe, considerando as implicações da crise econômica global e do aumento da concorrência.
4. Promover a visibilidade das melhores práticas e das iniciativas de Cooperação Sul-Sul na região a nível global.
i) Projetos de Estado, democracia e integração regional;
ii) A América Latina e o Caribe no contexto da estagnação do mercado global e do aumento do protecionismo;
iii) Enfraquecimento e tentativas de reduzir a integração regional a acordos de livre comércio.
1.2 - Organizar a reunião de trabalho anual com os pesquisadores que são membros do Grupo de Trabalho.
Encontro anual de 2021 no Centro de Análise e Divulgação da Economia Paraguaia - CADEP, Paraguai.
1.3 - Organizar reuniões para troca de conteúdo de pesquisa entre membros do Grupo e pesquisadores de Centros Membros vinculados ao Grupo.
2.1 - Realizar reuniões por videoconferência entre os membros do Comitê de Trabalho "Alternativas de Construção".
2.2 - Realizar reuniões por videoconferência entre os pesquisadores membros para discutir a proposta elaborada pelo Comitê de Trabalho "Construindo Alternativas".
3.1 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais da Costa Rica.
3.2 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais da Colômbia.
3.3 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais do Equador.
3.4 - Ministrar um curso de curta duração no âmbito do III Congresso Internacional de Pensamento e Pesquisa sobre a América Latina / V Simpósio Internacional Pensando e Repensando a América Latina. Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina.
PROLAM - USP.
3.5 - Organizar um painel com membros do grupo no 11º Congresso da ALACIP em 2021.
3.6 - Organizar um painel com membros do GT no
VI Conferência CIPI sobre Estudos Estratégicos, Cuba, 2021.
4.1 - Conceber e divulgar ferramentas para facilitar a Cooperação Sul-Sul.
1.1.2 - Artigos publicados no Boletim “Integração Regional: Uma Análise Crítica”.
1.1.3 - Tópicos definidos para o livro anual com atualizações de pesquisa.
1.1.4.- 3 boletins “Integração regional. Uma análise crítica”.
1.1.5.- Artigos publicados na Revista OIKOS da UFRJ.
1.2.1 - Reunião anual realizada no CADEP, Paraguai.
1.2.2 - Declaração emitida pelo Grupo de Trabalho.
1.2.3 - Documento elaborado com um resumo da reunião anual.
1.2.4 - Intercâmbio gerado entre membros do Grupo e pesquisadores do CADEP, Paraguai.
1.2.5.- Livro publicado em colaboração entre os Grupos de Trabalho sobre “Integração Regional e Unidade Latino-Americana” e “Estudos sobre os Estados Unidos”. Dezembro de 2021.
1.3.1 - Reuniões realizadas entre os Centros Membros e os pesquisadores do GT.
2.1.1 - 3 reuniões realizadas por videoconferência.
2.1.2 - Documento elaborado com propostas alternativas em resposta à crise da integração regional.
2.2.1 - Foram realizadas 3 reuniões por videoconferência para discutir as alternativas propostas.
2.2.2 - Ata elaborada com opiniões e sugestões para o documento de alternativas à crise da integração regional.
3.1.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais da Costa Rica.
3.1.2 - Manual preparado para organizações sociais da Costa Rica.
3.2.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais colombianas.
3.2.2 - Manual preparado para organizações sociais colombianas.
3.3.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais equatorianas.
3.3.2 - Manual preparado para organizações sociais equatorianas.
3.4.1.- Curso ministrado no PROLAM - USP.
3.4.2 - Material de apoio preparado para alunos que frequentam o curso.
3.4.3 - Intercâmbio gerado entre membros do Grupo e acadêmicos e estudantes de pós-graduação do PROLAM - USP.
3.5.1 - Painel realizado no 12º Congresso da ALACIP em 2021.
3.5.2 - Apresentações preparadas pelos pesquisadores do Grupo.
3.5.3 - Intercâmbio gerado entre os membros do Grupo e os acadêmicos e estudantes de pós-graduação participantes do 12º Congresso ALACIP 2021.
3.6.1 - Painel realizado na VI Conferência de Estudos Estratégicos em 2021.
3.6.2 - Apresentações preparadas pelos membros do Grupo.
4.1.1 - Ferramentas desenvolvidas para facilitar a Cooperação Sul-Sul.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Contribuir para a formação de líderes sociais, sindicais e políticos nas áreas de integração regional, Estado e democracia.
3. Promover acordos para a publicação de um livro anual em coedição entre o CLACSO e os centros membros dos quais os pesquisadores do GT fazem parte.
4. Criar espaços para a troca de conhecimento entre pesquisadores qualificados e em formação.
1.2 - Publicação de artigos e/ou documentos digitais com o conteúdo da pesquisa dos membros.
1.3 - Fazer apresentações em seminários acadêmicos, sociais e políticos em diversos países da América Latina e do Caribe.
2.1 - Desenvolver oficinas que contribuam para a formação de líderes sociais e políticos.
3.1 - Preparar o conteúdo da pesquisa em formato de artigo.
4.1 - Preparar artigos e/ou documentos de trabalho em colaboração entre pesquisadores qualificados e estagiários.
1.1.2 - Boletim informativo e seu conteúdo divulgados através do Facebook, Instagram, Twitter, podcasts, vídeos, etc.
1.2.1 - Artigos e/ou documentos digitais promovidos e divulgados em diversas plataformas virtuais, como CLACSO, ALAI, NODAL, Global Research, entre outras.
1.2.2 - Artigos e/ou conteúdo de pesquisa divulgados por meio do Facebook, Instagram, Twitter, podcasts, vídeos, etc.
1.3.1 - Apresentações realizadas nos seguintes eventos:
-. XXVI ENEP;
- Reunião Anual da REDEM 2021;
- 9º ENPS;
-. XIV JEC;
- XIV Congresso Internacional de Economia e Gestão;
-. XXXIII Congresso da ALAS;
- 12º Congresso da ALACIP.
- Congresso Anual da AMEC;
- Conferência sobre Estudos Estratégicos – CIPI.
2.1.1 - Oficinas realizadas com as seguintes organizações sindicais e sociais:
Confederação Sindical das Américas (CSA); Centro Feminino Flora Tristán (Peru) e Fundación entre Mujeres (Nicarágua).
2.1.2 - Oficinas realizadas com organizações políticas de diferentes países da América Latina e do Caribe vinculadas ao Grupo.
3.1.1.- Livro publicado em coedição entre a CLACSO e os centros membros.
4.1.1.- Artigos publicados em revistas de programas acadêmicos de universidades e centros de estudos da região, incluindo: Revista Textos y Contextos; Revistas Argumentum, Realidad Económica, Nueva Sociedad, Cuadernos, Revista Estudios Latinoamericanos, Revista de Análisis y Debate sobre el Caribe y Centroamérica, Revista OIKOS, entre outras.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Promover a colaboração e o intercâmbio com organizações não governamentais que abordam questões de integração regional, Estado e democracia.
3. Reforçar a colaboração e o intercâmbio com organizações sociais e sindicais, com vista a contribuir para o desenvolvimento de propostas de políticas públicas.
4. Promover o desenvolvimento de relações com os Programas de Pós-Graduação dos quais os pesquisadores membros do GT fazem parte, a fim de aprofundar o debate crítico sobre as limitações das políticas públicas neoliberais.
2.1 - Reforçar os laços existentes com as ONGs que abordam questões comuns.
2.2 - Reuniões introdutórias com diretores e membros de ONGs. Etapa 2.
3.1 - Sessões de trabalho com representantes de organizações sociais e sindicais. Segunda etapa:
- Equador;
- Costa Rica;
-. Pimenta;
-. Peru;
- Venezuela.
4.1 - Ministrar aulas e realizar estágios em programas de pós-graduação.
4.2 - Participar nas publicações periódicas dos Programas de Pós-Graduação vinculados ao Grupo.
2.1.1 - Oficinas realizadas em países prioritários para 2021:
- Equador;
- Costa Rica;
-. Pimenta;
-. Peru;
- Venezuela.
Elas também podem ser realizadas em outros países.
2.2.1 - Atas elaboradas e possíveis acordos de trabalho conjunto.
3.1.1 - Documento elaborado com base na análise das dificuldades e desafios enfrentados pela implementação de políticas públicas alternativas no contexto atual da América Latina e do Caribe.
4.1.1 - Materiais de apoio preparados para os participantes do curso.
4.1.2 - Estabelecimento de intercâmbio e realização de debates críticos nos programas de pós-graduação.
4.2.1 - Artigos e/ou documentos de trabalho elaborados sobre o debate crítico das limitações das políticas públicas neoliberais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Promover a colaboração com outros Grupos de Trabalho da rede CLACSO que abordam temas e preocupações comuns, a fim de aprimorar seus resultados.
3. Coordenar os pesquisadores que são membros da GT e da rede FLACSO na região.
4. Fortalecer o trabalho conjunto com agências de cooperação internacional.
2.1 - Realizar atividades e publicações conjuntas com outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
3.1 - Reuniões introdutórias com diretores e pesquisadores da Rede FLACSO. Etapa 2.
4.1 - Continuar o trabalho colaborativo com a Fundação Friedrich Ebert. Escritórios no Brasil, Argentina e México.
4.2 - Continuar a colaboração com a Fundação CAPES. Brasil
4.3 - Continuar o trabalho colaborativo com a Fundação Rosa Luxemburgo. Escritórios no Brasil, Argentina e México.
4.4 - Reunião de trabalho com o escritório da OXFAM no México.
4.5 - Reunião de trabalho com a Fundação Heinrich Böll. Escritórios do México e do Chile.
1.1.2 - Oficinas realizadas com redes.
1.1.3 - Cursos e cursos de curta duração ministrados em programas de pós-graduação.
1.1.4.- Colóquios realizados com redes.
2.1.1.- Livro publicado com a GT de Estudos sobre os Estados Unidos.
Dezembro 2021.
2.1.2 - Colóquio realizado com o Grupo de Trabalho sobre Economia Política e a Cidade.
2021 de Novembro.
2.1.3 - Colóquio realizado com a GT sobre Crise, respostas e alternativas no Grande Caribe.
2021 de Novembro.
3.1.1 - Reunião realizada entre pesquisadores que são membros do Grupo e da rede FLACSO.
4.1.1 - Livros publicados em coedição.
4.1.2 - Oficinas realizadas.
4.2.1 - Pedidos apresentados para o desenvolvimento de reuniões em 2021.
4.3.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2021.
4.4.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2021.
4.5.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2021.
(Ações de articulação para pesquisa social comparativa relevante e rigorosa)
2. Fortalecer o debate teórico sobre a América Latina e o Caribe a partir da perspectiva da construção de alternativas para a crise da integração regional.
3. Analise a situação na América Latina e no Caribe, considerando as implicações da crise econômica global e do aumento da concorrência.
4. Promover a visibilidade das melhores práticas e das iniciativas de Cooperação Sul-Sul na região a nível global.
i) Projetos de Estado, democracia e integração regional;
ii) A América Latina e o Caribe no contexto da estagnação do mercado global e do aumento do protecionismo;
iii) Enfraquecimento e tentativas de reduzir a integração regional a acordos de livre comércio.
1.2 - Organizar a reunião de trabalho anual com os pesquisadores que são membros do Grupo de Trabalho.
Reunião anual de 2022 na FLACSO Equador.
1.3 - Organizar reuniões para troca de conteúdo de pesquisa entre membros do Grupo e pesquisadores de Centros Membros vinculados ao Grupo.
2.1 - Realizar reuniões por videoconferência entre os membros do Comitê de Trabalho "Alternativas de Construção".
2.2 - Realizar reuniões por videoconferência entre os pesquisadores membros para discutir a proposta elaborada pelo Comitê de Trabalho "Construindo Alternativas".
3.1 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais do México.
3.2 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais da Bolívia.
3.3 - Organizar um colóquio com membros do grupo e representantes de organizações sociais da Nicarágua.
3.4 - Ministrar um curso de curta duração no âmbito do IV Congresso Internacional de Pensamento e Pesquisa sobre a América Latina / VI Simpósio Internacional Pensando e Repensando a América Latina. Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina.
PROLAM - USP
3.5 - Organizar um painel com membros do grupo no 13º Congresso da ALACIP em 2022.
3.6 - Organizar um painel com membros do grupo em
VII Conferência CIPI sobre Estudos Estratégicos em 2022.
4.1 - Conceber e divulgar ferramentas para facilitar a Cooperação Sul-Sul.
1.1.2 - Artigos publicados no Boletim “Integração Regional: Uma Análise Crítica”.
1.1.3 - Tópicos definidos para o livro com base nos avanços da pesquisa dos membros do Grupo.
1.1.4.- 3 boletins “Integração regional. Uma análise crítica” publicados.
1.2.1 - Reunião anual realizada na FLACSO Equador.
1.2.2 - Declaração emitida pelo Grupo de Trabalho.
1.2.3 - Documento elaborado com um resumo da reunião anual de 2022.
1.2.4 - Intercâmbio gerado entre os membros do Grupo e acadêmicos e estudantes de pós-graduação da FLACSO Equador.
1.2.5 - Livro anual publicado com os avanços na pesquisa dos membros do Grupo.
1.3.1 - Reuniões realizadas entre os Centros Membros para divulgar pesquisas.
2.1.1 - 3 reuniões realizadas por videoconferência.
2.1.2 - Documento elaborado com propostas alternativas em resposta à crise da integração regional.
2.2.1 - 3 reuniões por videoconferência entre os pesquisadores membros para discutir a proposta.
2.2.2 - Ata elaborada com opiniões e sugestões para o documento de alternativas à crise da integração regional.
3.1.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais do México.
3.1.2 - Manual preparado para organizações sociais mexicanas.
3.2.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais bolivianas.
3.2.2 - Manual preparado para organizações sociais bolivianas.
3.3.1 - Colóquio realizado com membros do Grupo e organizações sociais nicaraguenses.
3.3.2 - Manual preparado para organizações sociais nicaraguenses.
3.4.1.- Curso ministrado no PROLAM – USP.
3.4.2 - Material de apoio preparado para alunos que frequentam o curso.
3.4.3 - Intercâmbio gerado entre membros do Grupo e acadêmicos e estudantes de pós-graduação do PROLAM – USP.
3.5.1 - Painel realizado com membros do Grupo no 13º Congresso da ALACIP em 2022.
3.5.2 - Apresentações preparadas pelos pesquisadores do Grupo.
3.5.3 - Intercâmbio gerado entre os membros do Grupo e os acadêmicos e estudantes de pós-graduação participantes do 13º Congresso da ALACIP.
3.6.1 - Painel realizado na VII Conferência CIPI sobre Estudos Estratégicos em 2022.
3.6.2 - Apresentações preparadas pelos pesquisadores do Grupo.
4.1.1 - Ferramentas desenvolvidas para facilitar a Cooperação Sul-Sul.
(Ações para formação, visibilidade e comunicação da produção)
2. Contribuir para a formação de líderes sociais, sindicais e políticos nas áreas de integração regional, Estado e democracia.
3. Promover acordos para a publicação de um livro anual em coedição entre o CLACSO e os centros membros dos quais os pesquisadores do GT fazem parte.
4. Criar espaços para a troca de conhecimento entre pesquisadores qualificados e em formação.
1.2 - Publicação de artigos e/ou documentos digitais com o conteúdo da pesquisa dos membros.
1.3 - Fazer apresentações em seminários acadêmicos, sociais e políticos em diversos países da América Latina e do Caribe.
2.1 - Desenvolver oficinas que contribuam para a formação de líderes sociais e políticos.
3.1 - Preparar o conteúdo da pesquisa em formato de artigo.
4.1 - Preparar artigos e/ou documentos de trabalho em colaboração entre pesquisadores qualificados e estagiários.
1.1.2 - Boletim informativo e seu conteúdo divulgados através do Facebook, Instagram, Twitter, podcasts, vídeos, etc.
1.2.1 - Artigos e/ou documentos digitais promovidos e divulgados em diversas plataformas virtuais, como CLACSO, ALAI, NODAL, Global Research, entre outras.
1.2.2 - Artigos e/ou conteúdo de pesquisa divulgados por meio do Facebook, Instagram, Twitter, podcasts, vídeos, etc.
1.3.1 - Apresentações realizadas nos seguintes eventos:
-. XXVI ENEP;
- Reunião Anual da REDEM 2022;
- 10º ENPS;
-. XV JEC;
- XV Congresso Internacional de Economia e Gestão;
-. XXXIV Congresso da ALAS;
- 13º Congresso da ALACIP.
- Congresso Anual da AMEC.
- Conferência sobre Estudos Estratégicos.
2.1.1 - Oficinas organizadas com as seguintes organizações sindicais:
Central Sindical dos Trabalhadores, Organizações Estudantis Universitárias (Federações) e Plataforma Contra os Acordos de Livre Comércio.
2.1.2 - Oficinas realizadas com organizações políticas de diferentes países da América Latina e do Caribe.
3.1.1 - Livro publicado em coedição entre a CLACSO e os centros membros.
4.1.1.- Artigos publicados em revistas de programas acadêmicos de universidades e centros de estudos da região, incluindo: Revista Textos y Contextos; Revistas Argumentum, Realidad Económica, Nueva Sociedad, Cuadernos, Revista Estudios Latinoamericanos, Revista de Análisis y Debate sobre el Caribe y Centroamérica, Revista OIKOS, entre outras.
(Relações com organizações de ciência e tecnologia, organizações não governamentais, sindicatos, movimentos sociais, etc.)
2. Promover a colaboração e o intercâmbio com organizações não governamentais que abordam questões de integração regional, Estado e democracia.
3. Reforçar a colaboração e o intercâmbio com organizações sociais e sindicais, com vista a contribuir para o desenvolvimento de propostas de políticas públicas.
4. Promover o desenvolvimento de relações com os Programas de Pós-Graduação dos quais os pesquisadores membros do GT fazem parte, a fim de aprofundar o debate crítico sobre as limitações das políticas públicas neoliberais.
2.1 - Reforçar os laços existentes com as ONGs que abordam questões comuns.
2.2 - Reuniões introdutórias com diretores e membros de ONGs. Etapa 3.
3.1 - Sessões de trabalho com representantes de organizações sociais e sindicais. Terceira etapa:
- Brasil;
- Paraguai;
- Haiti;
-. Porto Rico;
-. Argentina.
4.1 - Ministrar aulas e realizar estágios em programas de pós-graduação.
4.2 - Participar nas publicações periódicas dos Programas de Pós-Graduação vinculados ao Grupo.
2.1.1 - Oficinas planejadas. Prioridades para 2020:
- Brasil;
- Paraguai;
- Haiti;
-. Porto Rico;
-. Argentina.
Elas também podem ser realizadas em outros países.
2.2.1 - Atas elaboradas e possíveis acordos de trabalho conjunto
3.1.1 - Documento elaborado com base na análise das dificuldades e desafios enfrentados pela implementação de políticas públicas alternativas no contexto atual da América Latina e do Caribe.
4.1.1 - Materiais de apoio preparados para os participantes do curso.
4.1.2 - Estabelecimento de intercâmbio e realização de debates críticos nos programas de pós-graduação.
4.2.1 - Artigos e/ou documentos de trabalho elaborados sobre o debate crítico das limitações das políticas públicas neoliberais.
(Redes científicas, organizações de cooperação internacional, instituições acadêmicas)
2. Promover a colaboração com outros Grupos de Trabalho da rede CLACSO que abordam temas e preocupações comuns, a fim de aprimorar seus resultados.
3. Coordenar os pesquisadores que são membros da GT e da rede FLACSO na região.
4. Fortalecer o trabalho conjunto com agências de cooperação internacional.
2.1 - Realizar atividades e publicações conjuntas com outros Grupos de Trabalho da CLACSO.
3.1 - Reuniões introdutórias com diretores e pesquisadores da Rede FLACSO. Etapa 3.
4.1 - Continuar o trabalho colaborativo com a Fundação Friedrich Ebert. Escritórios no Brasil, Argentina e México.
4.2 - Continuar trabalhando com a Fundação CAPES. Brasil.
4.3 - Continuar o trabalho colaborativo com a Fundação Rosa Luxemburgo. Escritórios no Brasil, Argentina e México.
4.4 - Reunião de trabalho com os escritórios da OXFAM no México.
4.5 - Reunião de trabalho com a Fundação Heinrich Böll. Escritórios do México e do Chile.
1.1.2 - Oficinas realizadas com redes.
1.1.3 - Cursos e cursos de curta duração ministrados em programas de pós-graduação.
1.1.4.- Colóquios realizados com redes.
3.1.1 - Ata elaborada e possíveis acordos de trabalho conjunto para 2022.
4.1.1 - Livros publicados em coedição.
4.1.2 - Oficinas realizadas.
4.2.1 - Pedidos apresentados para o desenvolvimento de reuniões em 2022
4.3.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2022.
4.4.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2022.
4.5.1 - Ata de trabalho elaborada e possíveis acordos para atividades conjuntas em 2022.
Número total de pesquisadores admitidos: 48
NÃO
México
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Xochimilco
México
Instituto Argentino para o Desenvolvimento Econômico
Argentina
Escola Nacional Florestan Fernandes
Brasil
Universidade Central da Venezuela
Venezuela
Centro de Estudos da Realidade Econômica e Social
Bolívia
Instituto para o Desenvolvimento Humano
Universidade Nacional de General Sarmiento
Argentina
Instituto Argentino para o Desenvolvimento Econômico
Argentina
Departamento de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Humanas
Universidade Centro-Americana
Nicarágua
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
Brasil
Instituto de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Secretaria de Pesquisa
Faculdade de Filosofia e Letras
Universidade de Buenos Aires
Argentina
Centro de Análise e Divulgação da Economia Paraguaia
Paraguai
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Chile
Chile
Faculdade de Ciências Políticas e Sociais
Universidade Nacional Autônoma do México
México
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Chile
Chile
Programa de Pós-Graduação em Economia Política Internacional
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Instituto de Cooperativismo, Faculdade de Ciências Sociais, Universidade de Porto Rico, Campus de Rio Piedras
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Porto Rico
Porto Rico
ESCOLA SUPERIOR DE PROPAGANDA E MARKETING
Brasil
Programa de Pós-Graduação em Integração da América Latina
Universidade de São Paulo
Brasil
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Cienfuegos.
Cuba
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Chile
Chile
Faculdade de Economia
Benemérito Universidad Autónoma de Puebla
México
Instituto de Estudos Estratégicos para o Desenvolvimento Humano
Sociedade Educacional para o Desenvolvimento Humano
Chile
Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador
Equador
Instituto de Estudos Avançados da América Latina
Universidade Simón Bolívar
Venezuela
Divisão de Ciências Sociais e Humanas
Universidade Autônoma Metropolitana - Unidade Azcapotzalco
México
Centro de Pesquisa e Gestão da Economia Solidária
Argentina
UNIVERSIDADE DE LA PLATA
Argentina
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Centro de Pesquisa Urbana
Equador
Unidade de Pós-Graduação
Faculdade de Ciências Sociais
Universidad Nacional Mayor de San Marcos
Peru
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
Departamento de Ciências Sociais e Políticas
Universidade Ibero-Americana
México
ISEPCI
Argentina
Centro de Estudos e Promoção do Desenvolvimento
Peru
Centro Universitário de Ciências Sociais e Humanas
Universidade de Guadalajara
México
Faculdade de Ciências Sociais
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade Nacional
Costa Rica
CARTAGENA UNIVERSITÁRIA
Colômbia
PAPDA
Haiti
Programa de Pós-Graduação em Políticas Sociais
Centro de Ciências Jurídicas e Econômicas
Universidade Federal do Espirito Santo
Brasil
Centro de Pesquisa Social, Porto Rico
Faculdade de Ciências Sociais
Universidade de Porto Rico
Porto Rico
Universidade de Ciências Humanas e Tecnologias de Lisboa, de língua portuguesa
Portugal
Programa de Pós-Graduação em Ciência Política
Instituto de Filosofia e Ciências Políticas
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Brasil
Centro Universitário da Costa da Universidade de Guadalajara
Universidade de Guadalajara
México
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