Plataforma para a Promoção de Programas de Pós-Graduação
Mestrado em Sociologia Política
Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política - Universidade Federal de Santa Catarina - PPGSP/UFSC - Brasil
Programa acadêmico
A Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) foi criada pela Lei Federal nº 3.849, de 18/12/1960, que agrupou estabelecimentos de ensino superior isolados existentes na cidade de Florianópolis (SC). A instituição funciona atualmente, em seu espaço principal, no Campus Universitário localizado no Bairro Trindade, na cidade de Florianópolis.
A UFSC possui 57 Departamentos e 2 Coordenações Especiais, que integram 11 Unidades Universitárias. Oferece 39 cursos de graduação com 52 habilitações e conta com 38.323 alunos matriculados. Além disso, oferece 26 cursos de doutorado, 104 cursos de mestrado e 88 especializações.
O embrião deste Programa foi criado em 1976, quando foi implementado o Curso de Especialização em Ciências Sociais, com áreas de concentração em Antropologia e Sociologia. Diante dos resultados positivos obtidos, optou-se, em 1978, por uma proposta mais ambiciosa, criando o Mestrado em Ciências Sociais, mantendo-se, assim, as duas áreas de concentração anteriores. Um amplo processo de reestruturação interna, realizado em 1985, levou, por fim, ao desmembramento desta estrutura em dois mestrados distintos, cada um com sua própria coordenação: Sociologia Política e Antropologia Social.
No início de 1999, o Programa foi aprovado pela CAPES mediante a proposta de um curso de doutorado, que já havia sido elaborado, em novembro de 2004, pelos professores. No contexto das instituições federais de ensino superior, somos o único programa de Sociologia Política em funcionamento com mestrado e doutorado.
Objetivos
O Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política tem como principais objetivos:
Promover o desenvolvimento teórico e metodológico na área da Sociologia Política, visando à formação de pessoas qualificadas para o ensino e a pesquisa;
Estimular a criação de projetos e programas de pesquisa sobre fenômenos socioculturais e políticos, no contexto da globalização, no Brasil e, em especial, na região Sul; e
Estimular o desenvolvimento de módulos integrados de ensino, pesquisa e extensão, baseados nos temas constantes das linhas de pesquisa atuais.
A UFSC possui 57 Departamentos e 2 Coordenações Especiais, que integram 11 Unidades Universitárias. Oferece 39 cursos de graduação com 52 habilitações e conta com 38.323 alunos matriculados. Além disso, oferece 26 cursos de doutorado, 104 cursos de mestrado e 88 especializações.
O embrião deste Programa foi criado em 1976, quando foi implementado o Curso de Especialização em Ciências Sociais, com áreas de concentração em Antropologia e Sociologia. Diante dos resultados positivos obtidos, optou-se, em 1978, por uma proposta mais ambiciosa, criando o Mestrado em Ciências Sociais, mantendo-se, assim, as duas áreas de concentração anteriores. Um amplo processo de reestruturação interna, realizado em 1985, levou, por fim, ao desmembramento desta estrutura em dois mestrados distintos, cada um com sua própria coordenação: Sociologia Política e Antropologia Social.
No início de 1999, o Programa foi aprovado pela CAPES mediante a proposta de um curso de doutorado, que já havia sido elaborado, em novembro de 2004, pelos professores. No contexto das instituições federais de ensino superior, somos o único programa de Sociologia Política em funcionamento com mestrado e doutorado.
Objetivos
O Programa de Pós-Graduação em Sociologia Política tem como principais objetivos:
Promover o desenvolvimento teórico e metodológico na área da Sociologia Política, visando à formação de pessoas qualificadas para o ensino e a pesquisa;
Estimular a criação de projetos e programas de pesquisa sobre fenômenos socioculturais e políticos, no contexto da globalização, no Brasil e, em especial, na região Sul; e
Estimular o desenvolvimento de módulos integrados de ensino, pesquisa e extensão, baseados nos temas constantes das linhas de pesquisa atuais.
A admissão ao Programa está condicionada à aprovação no processo seletivo. Os procedimentos utilizados avaliam objetivamente o desempenho intelectual dos candidatos e não abordam fenômenos sociais; avaliam sua capacidade de situar conceitualmente determinados temas, de analisar consistentemente problemas teóricos e empíricos e, por fim, de desenvolver uma argumentação demonstrativa.