Artigo acadêmico: Expansão comercial capitalista e a Amazônia como uma nova fronteira de recursos no século XXI

 Artigo acadêmico: Expansão comercial capitalista e a Amazônia como uma nova fronteira de recursos no século XXI

A região amazônica abrange uma complexa diversidade ecossistêmica, biológica, econômica e cultural. A exploração indiscriminada de seus recursos naturais — sejam eles petróleo, gás, mineração, florestas, terra ou água — é acompanhada por novas dinâmicas demográficas e pressões sobre os assentamentos, que exacerbam as condições precárias de trabalho e a exploração desenfreada dos recursos.

A expansão do comércio capitalista nas regiões amazônicas nos obriga a examinar os processos que afetam diferentes áreas e seu impacto nos territórios. Exige também que compreendamos a dinâmica socioeconômica e espacial de diversos projetos geopolíticos e seus atores no âmbito do desenvolvimento capitalista, bem como suas consequências ideológicas, sociais, econômicas e políticas.

O PRAZO PARA INSCRIÇÕES É 21 DE FEVEREIRO DE 2020.

A ocupação do espaço amazônico e as dinâmicas que, no último século, vêm gerando mudanças profundas e um processo acelerado de alteração da paisagem e das atuais condições de vida, confrontam essa região com uma realidade sem precedentes.

O novo lugar que a Amazônia vem conquistando nos espaços nacional e global é moldado pela lógica da expansão do capital, que estende rapidamente as relações comerciais até as últimas fronteiras da extração de riquezas naturais.

Nesse contexto, a Amazônia, até recentemente considerada “natureza”, uma “fonte inesgotável de recursos” e um “vazio demográfico”, também categorizada como uma região “atrasada” ou “improdutiva”, volta a estar no centro dos debates estratégicos globais e como espaço de disputas ideológicas, políticas e econômicas, bem como de tensões territoriais exacerbadas pela ameaça da crise ambiental e climática. A região também atravessa um estágio de transformação sociogeográfica acelerada e um processo de reterritorialização, no qual o uso do espaço, a biodiversidade e as relações sociais estão sendo repensados.

No espaço amazônico, em sua complexa diversidade ecossistêmica, biológica, econômica e cultural, a exploração indiscriminada das riquezas naturais, sejam elas petróleo, gás, mineração, florestas, terra ou água, é acompanhada por novas dinâmicas demográficas e pressões ocupacionais que exacerbam a precariedade do trabalho e a exploração ilimitada dos recursos.

O exposto acima inclui investimentos em megaprojetos de infraestrutura e energia resultantes de processos planejados que parecem concentrar a atenção em investimentos nessa região, como projetos que, sob o pretexto de "integração regional", atravessam e fragmentam o território amazônico e o subcontinente sul-americano.

Com base em múltiplas evidências da expansão mercantilista capitalista nas regiões amazônicas dos países da bacia e no impacto externo do superciclo sobre os preços de commodities Entre 2003 e 2013, consideramos que o estudo da Amazônia como uma nova fronteira de recursos nos desafia a problematizar os processos aos quais diferentes espaços estão sujeitos – socioculturais, políticos e economicamente relevantes para as populações – e seus efeitos sobre os territórios, seja devido aos atores envolvidos ou às disputas que surgem diante da acumulação de bens comuns.

Nesse contexto, abordar a análise da Amazônia é um desafio para o presente e envolve confrontar o papel da América Latina no cenário global e compreender a dinâmica socioeconômica e espacial dos diferentes projetos geopolíticos e seus atores dentro da estrutura do desenvolvimento capitalista e seus resultados em termos ideológicos, sociais, econômicos e políticos.

Este edital visa aprofundar a compreensão das causas das transformações socioeconômicas e espaciais que ocorrem atualmente na Amazônia, concentrando a pesquisa em uma destas 5 áreas:

  1. Novos usos produtivos versus o uso sustentável do território
  2. Dinâmicas da ocupação territorial e as formas/relações de produção
  3. Assentamentos humanos, migrações e processos de urbanização
  4. Formas de intervenção estatal na ocupação e utilização do território
  5. Lutas sociais e atores econômicos e políticos em jogo

O período de análise deve abranger os anos de 2000 a 2019. No entanto, o contexto histórico que embasa a pesquisa deve ser levado em consideração.

Nos estudos de ciências sociais, tende a prevalecer uma abordagem analítica limitada, focada no nível nacional ou em uma região ou área geográfica com características comuns ou semelhantes. Nesse caso, o objetivo é utilizar uma análise multiescalar, partindo da definição do âmbito espacial, para aprofundar a explicação do fenômeno ou processo em estudo, explorando as conexões e a complexidade das relações em diferentes escalas.

Dessa perspectiva, os principais temas da chamada (que orientam a abordagem metodológica das propostas) são aqueles indicados no objetivo:

  • Perfil do candidato - Os candidatos devem ser pesquisadores (ou fazer parte de uma equipe de pesquisa de até 2 membros) com experiência acadêmica e possuir um diploma acadêmico de nível de bacharelado e/ou superior.
  • No caso de equipes, o membro que se candidata como responsável ou coordenador da proposta deve possuir um diploma de bacharelado e/ou superior.
  • Os pesquisadores devem, preferencialmente, ter o endosso institucional de um dos centros membros da Rede CLACSO.
  • Cada pesquisador ou equipe de pesquisa poderá participar com apenas uma proposta nesta chamada.
  • Até dez (10) bolsas de estudo de USD 5.000 (cinco mil dólares americanos) cada serão concedidas para desenvolver a pesquisa proposta em um período máximo de seis (6) meses.
  • As bolsas de estudo serão pagas em parcelas por meio de transferências bancárias realizadas aos vencedores.
  • O valor da bolsa não inclui quaisquer impostos de transferência estabelecidos por lei ou encargos bancários, que serão cobertos pelas instituições responsáveis ​​pelo edital de seleção.
  • Os dez projetos vencedores contarão com o apoio de tutores indicados pela CLACSO e pela CEDLA, que acompanharão o processo de suas pesquisas.
  • Os vencedores serão responsáveis ​​por cobrir os custos de viagem e seguro médico caso realizem alguma viagem relacionada ao concurso.

Os estudos de caso devem se limitar aos países da América Latina localizados na bacia amazônica, ou fornecer uma perspectiva regional ou internacional sobre a Amazônia que abranja diferentes países e possa conectar o contexto latino-americano com outros.

 As dez (10) bolsas de estudo a serem concedidas serão distribuídas da seguinte forma:

  • Quatro bolsas de estudo para a Bolívia serão garantidas, e
  • 6 bolsas de estudo para qualquer um dos outros países da bacia amazônica (Brasil, Colômbia, Equador, Peru e Venezuela), exceto Bolívia.
  • As propostas devem incluir um Perfil de Pesquisa e o respectivo Plano de Trabalho.
  • As propostas podem ser submetidas individualmente ou por equipes de no máximo dois membros. Cada pesquisador ou equipe poderá participar com apenas uma proposta nesta chamada de propostas.
  • No caso de equipes, cada equipe deve nomear um representante que será o ponto de contato com os organizadores da bolsa de estudos. Essa pessoa deve possuir um diploma de bacharelado ou superior.
  • Candidaturas coletivas devem ter pelo menos uma integrante do sexo feminino.
  • Os centros membros da CLACSO aos quais os candidatos estão vinculados não devem ter quaisquer dívidas pendentes relativas ao pagamento de quotas de filiação referentes ao ano de 2018.
  • Projetos de pesquisa já concluídos não serão aceitos. As propostas podem estar vinculadas a processos de pesquisa em andamento, mas os trabalhos finais devem ser originais, inéditos e desenvolvidos dentro do prazo estabelecido na chamada de propostas.
  • Membros do Comitê Diretivo ou funcionários da Secretaria Executiva da CLACSO e membros da CEDLA não podem participar.
  • Propostas de pesquisadores que atualmente recebem bolsas de pesquisa, auxílios ou participam de projetos de pesquisa organizados pela CLACSO não serão aceitas. Candidaturas de pesquisadores que já receberam uma bolsa de pesquisa da CLACSO serão aceitas, desde que o beneficiário tenha cumprido todas as obrigações em tempo hábil.
  • As propostas serão analisadas pelas instituições convocadoras em seus aspectos formais e administrativos para verificar sua conformidade com as regras da Chamada.
  • Os projetos de pesquisa selecionados desenvolverão seus Planos de Trabalho entre 1º de março e 31 de agosto de 2020. Ao longo da pesquisa, serão elaborados relatórios intermediários, em conformidade com o acordo firmado entre as partes.
  • Na versão final, os trabalhos de pesquisa submetidos devem ter entre 20.000 e 30.000 palavras (excluindo apêndices e bibliografia), redigidos em fonte Times New Roman, tamanho 12, com espaçamento simples. Esta é uma diretriz aproximada, e as instituições organizadoras reservam-se o direito de aceitar revisões ou exceções, caso julguem necessário.
  • O trabalho de pesquisa deve ser enquadrado nos tópicos indicados e deve estabelecer os marcos temporais e espaciais da pesquisa.
  • A estrutura do texto será livre, respeitando as convenções de apresentação de um texto acadêmico e os padrões editoriais da CLACSO.
  • Serão aceitos textos escritos nos dois idiomas mais utilizados na América Latina e no Caribe (espanhol e português), dependendo do país de origem da proposta.
  • A avaliação das apresentações será realizada por um Comitê Internacional composto por membros das entidades organizadoras, que avaliarão a qualidade e a relevância das propostas submetidas anonimamente.
  • O concurso de propostas poderá ser declarado nulo ou um número menor de beneficiários poderá ser selecionado, caso as propostas apresentadas não atendam aos padrões de qualidade exigidos.
  • Situações não contempladas neste documento serão resolvidas pelas instituições convocantes. Os critérios de avaliação das propostas serão os seguintes:

O projeto apresentou a hipótese de pesquisa, o quadro de referência, o referencial teórico e a estrutura da pesquisa a ser realizada de forma coerente, demonstrando capacidade analítica.  

(Até 40 pontos)

O projeto de pesquisa está em consonância com a metodologia de pesquisa e o arcabouço teórico propostos.

(Até 20 pontos)

O plano de trabalho é viável e sólido.

(até 15 pontos)

A bibliografia sugerida e as referências teóricas são consistentes e atualizadas.

(até 5 pontos)

A proposta apresenta contribuições inovadoras e/ou relevantes para os debates atuais sobre os temas do concurso.

(até 20 pontos)

  • As versões finais dos trabalhos de pesquisa vencedores serão publicadas em acesso aberto pelas instituições organizadoras.
  • Com relação aos direitos de publicação, reprodução e exibição, os trabalhos aprovados poderão ser publicados e divulgados na comunidade acadêmica internacional pelas instituições organizadoras. Portanto, os bolsistas cederão integralmente à CLACSO e à CEDLA os direitos de publicação, reprodução e/ou exibição dos produtos finais desenvolvidos no âmbito da bolsa, em qualquer formato, devendo solicitar autorização expressa para publicação por outros meios.
  • É imprescindível que o cadastro seja feito através do sistema online disponibilizado pela CLACSO.
  • Inscrições impressas ou enviadas por e-mail não serão aceitas. Candidaturas que não estejam em conformidade com as diretrizes estabelecidas serão rejeitadas. Recomenda-se acessar o sistema online para visualizar o formulário de inscrição.
    1. Acesse o site da CLACSO para realizar o cadastro.
    2. Cadastre-se no Sistema Único de Registro da CLACSO (SUIC). Sempre que o solicitante desejar acessar o sistema para consultar, modificar, adicionar ou enviar informações nesta ou em qualquer outra atividade da CLACSO, deverá fazer login com seu nome de usuário e senha pessoais.
    3. Identifique a proposta indicando o título, a área temática em que se enquadra e o pseudônimo escolhido para a candidatura. Candidaturas cujos pseudônimos correspondam ao nome e/ou sobrenome do candidato não serão aceitas.
    4. Caso aplicável, preencha a declaração juramentada indicando a afiliação dos candidatos a um centro membro da rede CLACSO. Consulte o banco de dados de centros membros em:https://www.clacso.org/institucional/centros-asociados/
    5. Preencha o formulário com informações pessoais e acadêmicas e anexe os documentos necessários.
    6. Preencha o formulário do projeto de pesquisa. A estrutura do formulário é padronizada no formulário online.
    7. Para finalizar sua inscrição na competição, clique no botão "encerrar inscrição". O sistema gerará um certificado eletrônico que servirá como comprovante de sua inscrição. O sistema considerará apenas inscrições válidas que tenham sido concluídas com sucesso.

O PRAZO PARA INSCRIÇÕES É 21 DE FEVEREIRO DE 2020.


Em caso de dúvidas, escreva para: [email protected]



Resultados

OPINIÃO

O Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e o Centro de Estudos do Trabalho e do Desenvolvimento Agrário (CEDLA) anunciam os resultados da chamada para bolsas de pesquisa intitulada “Expansão mercantil capitalista e a Amazônia como nova fronteira de recursos no século XXI”.

Eles foram recebidos 150 aplicações. Após a revisão técnica, 146 Dentre esses, alguns foram considerados elegíveis para avaliação pelo Comitê Internacional. O Comitê avaliou a qualidade, a relevância e a coerência dos projetos de acordo com o edital de propostas.

Devido à excelente qualidade da maioria das propostas submetidas. Foi decidido duplicar o apoio e conceder um total de 20 (vinte) bolsas de estudo..

O processo de avaliação foi realizado por um Comitê Internacional composto por dezesseis (16) avaliadores especialistas: Silvia Molina (Bolívia), Javier Gómez Aguilar (Bolívia), Walter Arteaga (Bolívia), María Elena Rodríguez (Brasil), Fabio Barbosa (Brasil), Antonio de Lisio (Venezuela), Denisse Roca-Servat (Peru), Felipe Milanez (Brasil), Narciso Barrera Bassols (México), Nora Estela Fernández Mora (Equador), Urphy Vasquez Baca (Peru), Carlos Walter Porto Gonçalves (Brasil), Elizabeth Bravo (Equador), Marcos Leite De Matos Todt (Brasil), María Luisa Eschenhagen (Colômbia) e Juan Wahren (Argentina).

De acordo com o exposto acima, a folha de pagamento de 20 projetos Os vencedores são os seguintes:

EstagiárioinstituiçãoPaís da instituiçãoPaís da pesquisaTítulo do projeto
Juan Pablo Neri PereyraUniversidade Católica Boliviana "San Pablo"BolíviaBolíviaEstudo sobre a construção de identidades indígenas amazônicas, no contexto da cadeia de valor da castanha brasileira e de outros produtos locais, na Bolívia.
Huascar Freddy Salazar LohmanInstituto de Estudos Sociais e Econômicos – IESE/UMSSBolíviaBolíviaGeopolítica dos bens comuns no norte da Amazônia boliviana: lutas indígenas e camponesas pela sobrevivência e contra o capital no século XXI
Luis Fernando Novoa Garzón e Daniele Severo da SilvaInstituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional – IPPUR/UFRJBrasilBolíviaConfluência do agronegócio, projetos hidrelétricos e desmatamento na Amazônia: o caso da região fronteiriça entre Brasil (Rondônia) e Bolívia (Beni).
Juan Carlos Guzmán SalinasUniversidade Principal de San SimónBolíviaBolíviaCidades e comunidades na Amazônia boliviana: abordagens para uma realidade energética contraditória
Neyer Maximiliano Nogales Vera e Lizandra Jannette Paye VargasCentro de Planejamento e Gestão – CEPLAG/UMSSBolíviaBolíviaRelações de produção e criação de terras entre capital, camponeses e comunidades indígenas na Amazônia boliviana: o caso da zona norte de expansão da fronteira agrícola.
Nelson Eduardo Bernal DávalosUniversidade de Brasília UNB. Centro de Desenvolvimento Sustentável CDSBolíviaBolíviaConsequências da exploração da Amazônia. Migração e perda cultural do povo indígena Mosetén – Bolívia.
Nohely Guzmán Narváez e José Octavio Orsag MolinaUniversidade do Texas em AustinEstados UnidosBolíviaAmazônia sob ataque: regime neoliberal-agroindustrial na fronteira sul. Bolívia-Brasil (2000-2019).
Elizabeth López CanelasCentro de Estudos sobre Trabalho e Desenvolvimento Agrário – CEDLABolíviaBolíviaAusências atuais do Estado e seu impacto nos direitos dos povos indígenas e camponeses da Amazônia Setentrional da Bolívia.
Mabel Lizbeth Martínez Carpeta e Julián Andrés Neira CarreñoInstituto Colombiano de Bem-Estar Familiar e Programa Mundial de AlimentosColômbiaColômbiaGestão territorial indígena no Alto Rio Caquetá. Cenários estratégicos multiescalares na Amazônia colombiana.
Gustavo Adolfo Muñoz GaviriaKavilando – KAVILANDOColômbiaColômbiaJustificativas e contradições do Estado colombiano na expansão do capital extrativista na Amazônia, entre 2002 e 2019.
Maria Cristina Chuquimarca MosqueraCentro de Estudos Sociológicos – CES/COLMEXMéxicoEquadorA presença do Estado equatoriano nos territórios mineiros da Amazônia. Estudo de caso da paróquia de Tundayme, o primeiro megaprojeto de mineração do país.
Manuel Bayón JiménezFaculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Equador – FLACSOEquadorEquadorUrbanização extensiva e a formação de sujeitos urbano-indígenas na Amazônia equatoriana.
Jorge Efraín Paucar Achayranco e Natividad Quillahuaman LasterosUnidade de Pós-Graduação – UPG/UNMSMPeruPeruCiclos de mercado, políticas econômicas e a marginalização das economias dos povos indígenas Shipibo-Konibo pela extração de óleo de palma e ouro em dois corredores econômicos da Amazônia peruana.
Claudia Josefina Rodríguez Gilly e Omar Gabriela Vazquez HerediaUniversidade Simón BolívarVenezuelaVenezuelaExpansão da fronteira extrativista na Venezuela: o Arco Mineiro do Orinoco. O Estado e as organizações paramilitares em relação aos povos indígenas desse território.
Débora Assumpção e Lima e Andrea Patrícia SosaDepartamento de Geografia – DG/USPBrasilBrasilAvanço da fronteira agrícola, grilagem de terras e resistência na Amazônia brasileira.
Isabella Cristina Lunelli e Marina Corrêa de AlmeidaInstituto de Pesquisa Econômica Aplicada, Diretoria de Estudos e Políticas Sociais (IPEA, DISOC)BrasilBrasilFAVELAS INDÍGENAS: PROCESSOS DE URBANIZAÇÃO DA POPULAÇÃO INDÍGENA COMO CONSEQUÊNCIA DA EXPANSÃO COMERCIAL CAPITALISTA NA AMAZÔNIA BRASILEIRA ENTRE OS ANOS DE 2003-2019
Bruno Cezar Pereira MalheiroPrograma de Pós-Graduação em Geografia – PPGEO/UFFBrasilBrasilGeografias da Execução e dos Grandes Projetos Mineiros na Amazônia: uma análise dos processos de territorialização corporativa da Vale na província mineral de Carajás-Pará-Brasil
Milson Betancourt SantiagoCentro de Pesquisa sobre Dinâmicas Sociais – CIDS/UEXTERNADOColômbiaBacia Amazônica (vários países)Disputas territoriais globais e locais na Amazônia Andina (Colômbia, Equador, Peru e Bolívia)
Martha Cecília Moncada ParedesFaculdade de Ciências Políticas e Sociologia – Universidade Complutense de MadridEspanhaBacia Amazônica (vários países)Colômbia, Equador, Peru e Venezuela
Rinaldo de Castilho RossiUniversidade Federal da BahiaBrasilBacia Amazônica (vários países)PONTOS PARA MERCADOS: A IIRSA EA URBANIZAÇÃO NA TÍPLICE FRONTEIRA PERU-BRASIL-BOLÍVIA

Esta decisão é irrevogável e não pode ser contestada.

Buenos Aires, 20 de abril de 2020