Estado de emergência no Equador

 Estado de emergência no Equador

O presidente do Equador, Lenin Moreno, decretou toque de recolher e militarização de Quito, reforçando o estado de emergência imposto em 3 de outubro, sob o qual mobilizou as Forças Armadas para enfrentar o crescente descontentamento popular gerado pelo forte aumento dos preços dos combustíveis e outras medidas econômicas impopulares, em consonância com o Fundo Monetário Internacional.

De Quito, Apawki Castro, líder da Confederação das Nacionalidades Indígenas do Equador (CONAIE), passou um relatório à Rádio CLACSO sobre a situação no fim de semana de 12 e 13 de outubro.



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Com relação à situação no Equador, o Comitê Diretivo da CLACSO emitiu um comunicado:
https://www.clacso.org/por-el-derecho-a-la-protesta-en-ecuador/


Veja também: Diante da crise no Equador, instamos a uma solução soberana, democrática e pacífica, guiada pelo interesse geral do povo.
https://www.clacso.org/ante-la-crisis-en-ecuador/