Epistemologias do Sul e saúde: ecologia de experiências, saberes e cuidados
Seminário 2046
Coordenação: Susana de Noronha (Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra, Portugal), João Arriscado Nunes (Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra, Portugal)
Equipe de ensino: João Arriscado Nunes (Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra, Portugal), Reni Barsaglini (Instituto de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Mato Grosso, Brasil), Lucas Pereira Melo (Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Brasil), Sílvia Portugal (Faculdade de Economia e Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra, Portugal), Marta Maia (CRIA-IUL, Pólo do ISCTE-IUL do Centro em Rede de Investigação em Antropologia, Portugal), Claudia Souza (Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, Fundação Oswaldo Cruz, Brasil), Patrícia Ferreira (Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra, Portugal), Cristina Larrea-Killinger (Departamento de Antropologia Social, Universidade de Barcelona, Espanha), Daniel Neves da Costa (Faculdade de Economia e Centro de Estudos Sociais, Universidade de Coimbra, Portugal), Raquel Siqueira (Universidade Federal do Sul da Bahia, Portugal), Brasil), Rebeca Pardo (Universidade Internacional da Catalunha (UIC), Espanha), Montse Morcate (Faculdade de Belas Artes, Universidade de Barcelona, Espanha), Susana de Noronha (Centro de Estudos Associados, Universidade de Coimbra, Portugal)
Home: 20 / 08 / 2020 | Registo: 20/05/2020 al 19/08/2020
Carga horária: 12 semanas – 90 horas.
Este seminário está estruturado em torno de temas de saúde, com diversas representações de saúde, cuidados, medicamentos, terapias e cura, em duas perspectivas distintas.
Conhecimentos, práticas e vozes de resistência(s) e alternativas que emergem do Sul geográfico, geopolítico e epistêmico, centrados em uma vida mais digna e em mais conhecimento.
farto, horizontal e heterogêneo. Como narrativas expressas, lutas e movimentos de cidadãos, pacientes, terapeutas, cuidadores, pesquisadores e ativistas, como seus
demandas, estratégias de luta e sucessos, o ponto de partida, algo que une a equipe docente em suas diferentes reflexões, obviamente inseridas na matriz de ideias.
“Epistemologias do Sul”. As abordagens teóricas e empíricas serão apresentadas por professores/pesquisadores da América do Sul, do Sul da Europa e da África, com linhas de
Trabalho articulado com estratégias atuais que partem de outros conhecimentos, onde a ciência é apenas duas entre muitas peças de conhecimento em diálogo. Ligando-se ao restante.
esferas da existência, este seminário visa repensar a saúde, abrindo-se à reflexão como um entrelaçamento de aspectos corporais, performativos, científicos e
artístico, aprendizado acadêmico ou ativismo, com imaginação e experiência vivida. Nosso seminário online, com duração de três meses, terá 12 salas de aula, primeira e segunda.
A última (abertura e fechamento) apresenta pelos coordenados.
Entre o sofrimento e o cuidado: desafios à monocultura da saúde global
Cronicidade, diversidade sociocultural e cuidados online: experiências situadas
- Sorofobia e discriminação contra pessoas vivendo com HIV no século XXI em Portugal
- Uma “consulta de promoção da saúde”: contribuições para uma reflexão sobre as interseções entre pesquisa clínica, promoção da saúde e vulnerabilidade estrutural.
- Estratégias de cuidado em comunidades pesqueiras e quilombolas na região do Baixo Sul da Bahia, Brasil
- Gaguez, Ciência e Cidadania
Saúde com Arte: sons sociais no desafio da pandemia de COVID-19
Narrativas visuais da doença e da diversidade funcional: representação, dignidade e estigma.
Doença, luto e cuidado através do projeto de criação fotográfica. Câncer entre texto e imagem: ou o uso de metodologias criativas, visuais e emocionais para dar forma a corpos invisíveis, corpos e corpos.
- Arriscado Nunes, João; Siqueira-Silva, Raquel (2016)
- como políticas no Brasil”, Ensaios & Diálogos em Saúde Coletiva, pp.
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- Hanefeld J. (2008), “Como as Iniciativas Globais de Saúde impactaram a equidade em saúde?”
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- MAIS PARTICIPAÇÃO melhor saúde (2016), Carta para a Participação Pública em Saúde.
- Maria Helena Barros de (2012), “Reforma Psiquiátrica Brasileira e estética musical
- Marques, T. P. (2018). Doença e a política do sofrimento social: rumo a uma abordagem crítica.
- Martinez, Paul Hersch (2013), “Entidades nosológicas e epidemiologia sociocultural:
- Martins, Paulo Henriques (2016) “Epistemologias do Sul e seus Impactos sobre as ações e
- Matos, Ana Raquel (2016), “Eu participo, você participa... a gente protesta”: ações de
- Matos, Ana Raquel; Serapioni, Mauro (2017), "O desafio da participação dos cidadãos nos sistemas de saúde do Sul da Europa: uma revisão da literatura", Cadernos de Saúde Pública.
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- Siqueira-Silva, Raquel; Moraes, Márcia, Nunes, João Arriscado; Amarante, Paulo; Oliveira,
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- Tinta, Borboleta e Metástase: arte como experiência, conhecimento e ação sobre o câncer de mama. Porto: Edições Afrontamento, pp.111-140.
- Ugalde, A.; Homedes, N. (2005), “Reformas neoliberais no setor da saúde: déficit gerencial e alienação de recursos humanos na América Latina”, Revista Pan-Americana de Saúde Pública, 17(3), 202–209.
Se você tiver algum vínculo com um Centro Associado da CLACSO:
- Pagamento único: USD 95 (inclui custos de emissão e envio do certificado digital).
- Pagamento único: USD 140 (inclui custos de emissão e envio do certificado digital).
- Pagamento único ANTES de 10/08/2020: USD 150 (inclui custos de emissão e envio do certificado digital).
- Pagamento único: USD 190 (inclui custos de emissão e envio do certificado digital).
Perguntas frequentes
Os requisitos básicos para participar de um seminário são:
- Disponibilidade de pelo menos 4 horas por semana para se dedicar ao curso do seminário.
- Acesso à Internet.
- Domínio adequado das ferramentas de comunicação e informática.
- Proficiência no idioma em que o curso será ministrado. Os idiomas oficiais são o espanhol e o português.
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