Ecologia, capital e cultura

 Ecologia, capital e cultura

A partir de uma crítica ao discurso da globalização e do desenvolvimento sustentável, Enrique Leff desvenda as raízes profundas da crise ambiental, como a crise da racionalidade econômica e da razão instrumental dominante, e elabora os fundamentos de um novo paradigma produtivo apoiado nos valores da diversidade biológica, da produtividade ecológica, da heterogeneidade cultural, da democracia participativa e da justiça ambiental. Esses princípios constituem potenciais produtivos para um paradigma produtivo alternativo, por meio do qual se territorializa uma nova racionalidade ambiental baseada nas condições da evolução criativa da vida, numa política da diferença e numa ética da ousadia, orientando uma transição histórica para a sustentabilidade da vida no planeta Terra.


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