Diploma Avançado em Processos Socio-históricos da América Latina
1ª Turma | Modalidade Virtual
COORDENAÇÃO ACADÊMICA
Ana López Molina (FLACSO, Argentina), Julieta Rostica (CONICET/UBA, Argentina), Kristina Pirker (Instituto de Pesquisa Dr. José María Luis Mora, México) e Laura Yanina Sala (UNPAZ / UBA, Argentina)
CORPO DOCENTE
Alberto Consuegra Sanfield (UNSAM, Argentina); Alberto Martín Álvarez (Universidade de Girona, Espanha); Alejandro Flores-Aguilar (Universidade de Edimburgo, Guatemala); Ana López Molina (FLACSO, Argentina); Carlos Figueroa Ibarra (Universidade Autônoma Meritória de Puebla, México); Glória Graterol (UNAM, México), Juan Manuel Ledezma (UNAM, México); Julieta Rostica (CONICET/UBA, Argentina); Kristina Pirker (Instituto de Pesquisa Dr. José Maria Luis Mora, México); Laura Yanina Sala (UNPAZ / UBA, Argentina); Omar Núñez Rodríguez (UNAM, México); René Villaboy (Universidade de Havana, Cuba); Roberto García Ferreira (UDELAR, Uruguai); Rodrigo Véliz Estrada (Freie Universität Berlim, Alemanha); Santiago Bastos Amigo (CIESAS, México) e Vanni Pettina (Università Ca' Foscari-Venezia, Itália)
Formato virtual | Agosto a novembro de 2025
Início: 20/08/2025 | Inscrição: 09/05/2025 a 19/08/2025
O Diploma Avançado aborda a história social e política da América Latina desde a consolidação dos Estados-nação até o início do século XXI. Adota uma perspectiva epistemológica e teórica enraizada na sociologia histórica, na qual a realidade histórica e empírica concreta é interpretada por meio de um arcabouço conceitual situado no tempo e no espaço.
Essa perspectiva abrange a ordem social e a mudança nas intersecções formadas por estruturas e ações sociais, políticas, econômicas e culturais. Ela nos permite considerar a história de longo prazo, conjunturas e eventos, ao mesmo tempo que nos possibilita analisar os efeitos de estruturas de grande escala — como o patriarcado, o racismo e as relações de classe — e processos de mudança de longo prazo na região, compreendendo como o passado se manifesta no presente. Como uma estrutura transdisciplinar, a sociologia histórica nos permite — seguindo a sugestão de Wallerstein (1996) — analisar os processos sociopolíticos latino-americanos e explorar escalas espaciais.
Utilizando a metodologia comparativa cujo loci Trata-se de um Estado-nação, mas com ênfase no âmbito regional e até mesmo no “Terceiro Mundo”, facilitando sua integração com perspectivas transnacionais. Além disso, graças a um corpo docente formado por gerações anteriores de pensadores da região (S. Guerra, G. Caetano, C. Naranjo Orovio, W. Ansaldi, M. Casaús, M. Quijada), a América Central e do Sul recebem atenção equilibrada.
A pós-modernidade e o fim das grandes narrativas fomentaram um excesso de especialização e compartimentalização do conhecimento, o que, no campo da história, impactou o estreitamento das escalas geográficas e das periodizações em estudo. Diante desse panorama, o historiador Akira Iriye, em um artigo provocativo de 1989, analisou a Associação Histórica AmericanaEle fez um apelo para que “historiadores de diferentes partes do mundo” se esforçassem para “debater problemas cuja importância transcende as fronteiras locais” e para traduzir “seus respectivos conhecimentos especializados e fragmentados em uma linguagem mais universal” e explorar seu significado. Alguns anos depois, Immanuel Wallerstein, como presidente da Comissão Gulbenkian, também defendeu a abertura das ciências sociais, não apenas para integrar as disciplinas, mas para superar as barreiras que as separam, uma vez que estas foram institucionalizadas pelas demandas impostas pela consolidação dos Estados-nação, e estes deixaram de constituir uma referência espacial para os problemas sociais que emergiram após os processos de globalização.
O programa de Diploma Avançado concentra-se na exploração de problemas históricos que transcendem a escala local a partir de uma perspectiva transdisciplinar, sem recorrer a generalizações amplas. Nosso objetivo é examinar o passado de uma vasta região, a América Latina, moldada pela homogeneização imposta por três séculos de domínio colonial, desde o início do processo de individualização e formação dos Estados-nação, sempre utilizando conceitos historicamente relevantes. Dessa forma, evitamos grandes teorizações que não captam as especificidades locais, mas, por outro lado, buscamos identificar e destacar as similaridades que nos permitem desenvolver hipóteses explicativas compartilhadas.
Buscamos estudar os principais processos socio-históricos da América Latina, como a formação e consolidação dos Estados-nação, as revoluções políticas e sociais bem-sucedidas e malsucedidas, os populismos clássicos, as ditaduras institucionais das forças armadas e as transições para a democracia que encerraram a Guerra Fria na América Latina, analisando-os à luz de fatores estruturais essenciais como gênero, raça e classe. Acreditamos que a história social e política da América Latina não pode ser compreendida sem um exame minucioso do patriarcado, do racismo e do classismo.
O método comparativo, que será utilizado para abordar esses fenômenos, oferece a possibilidade de examinar semelhanças e diferenças entre casos nacionais, situando-os simultaneamente em um contexto regional. Contudo, o Estado-nação não será a única abordagem; quando o problema transcender a escala local, uma perspectiva transnacional será incorporada. Ao longo do programa e das aulas, uma ênfase intencional é dada à região da América Central, mantendo-se o foco na América do Sul, a fim de suprir certas lacunas e omissões nos estudos históricos e sociológicos latino-americanos que, ao negligenciarem a região, exigem revisão.
A contribuição das ciências sociais para a construção de um presente e um futuro mais justos e equitativos exige uma compreensão profunda das estruturas fundamentais, do "coeficiente histórico", de nossas sociedades, bem como dos sucessos e fracassos nas tentativas de transformá-las.
OBJETIVO GERAL
Oferecer uma visão geral da história sociopolítica da América Latina do século XIX ao XXI sob a perspectiva da sociologia histórica comparada, permitindo aos participantes do programa de diploma analisar a região no tempo e no espaço, gerar hipóteses explicativas e desenvolver uma perspectiva estrutural sobre o passado e o presente da região.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Fornecer ferramentas teóricas, metodológicas e empíricas transdisciplinares para a análise dos processos sociopolíticos da América Latina.
- Abordar as regiões da América do Sul e da América Central de forma equilibrada.
- Promover a busca e a análise de fontes históricas primárias.
- Para alcançar uma compreensão profunda das complexidades sociopolíticas da América Latina, desestabilizando preconceitos sobre mulheres, populações indígenas e afrodescendentes, e relações de gênero.
O Diploma Superior em Processos Socio-históricos da América Latina destina-se a estudantes de graduação e pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de organizações sindicais, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados no tema.
O programa consiste em 5 módulos de 3 aulas semanais cada, ministradas consecutivamente e interligadas.
Carga horária total de 128 horas.
Os módulos que compõem o Diploma Superior são:
CLASSE 1: Formação, consolidação e crise do Estado-nação na América Latina
Professores: Glória Graterol e Juan Manuel Ledezma
Resumo conceitual da aula
Os principais tópicos desta disciplina serão a formação, a consolidação e a crise do Estado oligárquico latino-americano. Além de conceituar esse Estado a partir das perspectivas de diversos autores, serão examinados os principais problemas enfrentados pelas oligarquias em sua formação. Ademais, será explorada a conceituação de nação durante o século XIX na América espanhola.
AULA 2: Estruturas fundamentais: racismo, nação e cidadania exclusiva
Professores: René Villaboy e Julieta Rostica
Resumo conceitual da aula
Esta disciplina estudará as estruturas sociais herdadas da ordem colonial — a fazenda e a plantação — suas semelhanças e diferenças, e sua localização geográfica. Analisará a articulação dessas estruturas sociais com as estruturas políticas que se consolidariam ao longo do século XIX, como o Estado oligárquico, a nação “civilizada” e a cidadania exclusiva. Revisará as formas de transição para o capitalismo periférico (a abolição da escravatura e as reformas liberais). face a face As formas de legitimação daqueles excluídos da nação e da cidadania: discurso pseudocientífico, racismo e políticas públicas de discriminação e segregação.
AULA 3: Sexualidade e raça nas estruturas fundadoras da nação
Professor: Alejandro Flores-Aguilar
Resumo conceitual da aula
Esta disciplina abordará o papel dos imaginários sociais em torno de raça e sexualidade na formação das sociedades latino-americanas, tanto durante a formação dos Estados-nação quanto em estágios subsequentes. Nosso foco será analisar como a branquitude se tornou uma construção desejante que facilita a mobilidade social e serve como ponto de referência fundamental na transformação das identidades de classe. A partir dessa perspectiva, examinaremos os imaginários de raça, sexualidade e classe — entendidos como construções reificadas — que foram essenciais na formação das estruturas fundacionais da América Latina.
AULA 1: As revoluções sociais triunfantes: México, Bolívia e Cuba
Professor: Alberto Consuegra Sanfield
Resumo conceitual da aula
Nesta disciplina, utilizando o conceito de "Revolução Social" de Theda Skocpol, analisaremos comparativamente as principais mudanças sociais e políticas ocorridas durante os processos revolucionários no México (1910), na Bolívia (1952) e em Cuba (1959). Com base em uma ampla gama de fontes, a disciplina visa analisar como esses processos levaram a transformações socioclasses nesses países, bem como seus pontos fortes e fracos.
AULA 2: Revoluções sociais frustradas: Guatemala e Nicarágua
Professor: Roberto García Ferreira
Resumo conceitual da aula
Esta disciplina analisa as revoluções na Guatemala (1944-1954) e na Nicarágua (1979-1990), que foram frustradas ou não alcançaram resultados revolucionários, segundo a conceituação de Charles Tilly. Ou seja, a transformação das estruturas sociais (o sistema de fazendas na Guatemala e os latifúndios da era Somoza na Nicarágua) e das estruturas políticas (o Estado oligárquico na Guatemala e o regime de Somoza na Nicarágua) foi interrompida por processos contrarrevolucionários. Essas contrarrevoluções surgiram de divisões internas, conflitos de classe, interesses econômicos e dinâmicas de gênero. Mas também foram em grande parte influenciadas pela intervenção externa e pela dinâmica da Guerra Fria em um contexto altamente transnacional. Ambas as revoluções foram transformadoras em termos de gênero, com as mulheres desempenhando um papel fundamental na luta e na redefinição dos papéis sociais — questões que serão exploradas na disciplina.
AULA 3: A “Nova Esquerda” na América Latina e projetos revolucionários
Professor: Alberto Martín Álvarez
Resumo conceitual da aula
A apresentação refletirá sobre o que foi a Nova Esquerda Latino-Americana, como e quando ela surgiu na região e a partir de quais organizações e redes preexistentes. Um elemento central desta parte da apresentação será uma reflexão sobre o contexto histórico: por que ela surgiu naquele momento específico? Isso está ligado a uma reflexão mais ampla, porém breve — dado o formato da sessão — sobre alguns dos efeitos cumulativos da reconfiguração do capitalismo pós-guerra e da mudança cultural em escala regional e global.
A sessão irá então analisar brevemente as principais organizações e grupos da Nova Esquerda em cada país, destacando os elementos básicos de seus programas e objetivos políticos – com ênfase particular em sua interpretação da hierarquia das formas de dominação (capital-trabalho; patriarcado; racismo, etc.).
Em seguida, será aberta uma reflexão sobre as estratégias e formas de organização, com ênfase especial no tipo de relações que estabeleceram com diferentes expressões do movimento popular (campesinato, classe trabalhadora, estudantes) e nos efeitos diferenciados de cada uma dessas formas de articulação.
Por fim, a exposição será encerrada com uma análise sucinta dos tipos de relações – cooperação, conflito, solidariedade internacionalista – estabelecidas pelas diversas organizações da nova esquerda no continente ao longo das diferentes fases de seu desenvolvimento.
AULA 1: O conceito de populismo
Professor: Carlos Figueroa Ibarra
Resumo conceitual da aula
Esta disciplina revisitará o conteúdo conceitual do populismo abordado pela sociologia latino-americana da primeira metade do século XX, nomeadamente as abordagens de autores como Torcuato di Tella, Francisco Weffort, Gino Germani, Ottavio Ianni e a teoria da dependência. Este conteúdo será contrastado com a reconceitualização depreciativa promovida pelo neoliberalismo em resposta à ascensão de governos progressistas na América Latina.
AULA 2: Populismo Clássico
Professor: Rodrigo Véliz Estrada
Resumo conceitual da aula
Esta disciplina analisará os casos paradigmáticos do populismo, conhecidos como "populismo clássico": o cardenismo mexicano, o vargasismo brasileiro e o peronismo argentino. Esses movimentos serão estudados em seu contexto histórico, incluindo as condições socioeconômicas que os originaram, seus fundamentos ideológicos e os mecanismos que utilizaram para mobilizar o apoio popular. Será dada especial atenção às suas conexões transnacionais, explorando se e como esses movimentos influenciaram-se mutuamente por meio de estratégias compartilhadas, contatos e alianças com países vizinhos, bem como sua atuação diante das pressões globais durante a Segunda Guerra Mundial, a Guerra Fria e as principais transições econômicas do século XX.
AULA 3: Os outros populismos: classe, etnia, nação.
Professor: Omar Núñez Rodríguez
Resumo conceitual da aula:
Partindo de um caso aparentemente atípico — a relação entre o regime de Somoza e o movimento operário na Nicarágua — será realizado um exercício comparativo com experiências paradigmáticas do populismo (Argentina e Brasil), mas também com casos menos estudados, como El Salvador, Bolívia e Costa Rica, para analisar como a aliança entre a burguesia e os trabalhadores industriais transformou a relação com o Estado e expandiu a cidadania.
AULA 1: A Guerra Fria na América Latina
Professor: Vanni Pettina
Resumo conceitual da aula
O curso visa proporcionar aos alunos uma reflexão sobre os problemas da definição conceitual e da periodização da Guerra Fria na América Latina. A primeira parte do curso buscará definir as características específicas da Guerra Fria na região. Embora inicialmente tenha sido um confronto no coração da Europa entre os Estados Unidos e a URSS, como demonstraremos aos alunos, o conflito impactou a dinâmica das transformações sociais, políticas, econômicas e culturais da região, dando origem a um novo período histórico. O curso também abordará o problema de uma periodização que, com base em discussões conceituais, esteja alinhada à cronologia clássica do conflito bipolar. Em uma terceira parte, o curso se concentrará em uma série de estudos de caso que permitirão uma visualização mais concreta das conclusões referentes às discussões sobre definições conceituais e periodização.
AULA 2: O ator militar, a política dos EUA para a América Latina e as reformulações doutrinárias
Professor: Laura Sala
Resumo conceitual da aula
Nesta disciplina, abordaremos o ator militar no contexto que caracterizou a Guerra Fria na América Latina. Estudaremos o processo de profissionalização e politização das Forças Armadas da região e as reformulações doutrinárias derivadas da Doutrina de Segurança Nacional (DSN) e a Teoria da Guerra Revolucionária Francesa. Analisaremos a política dos EUA em relação à América Latina.Da Aliança para o Progresso de Kennedy à administração de Ronald Reagan, passando pelos órgãos de defesa interamericanos e programas de treinamento militar. Finalmente, Investigaremos a dimensão de gênero tanto na construção da identidade dos soldados quanto na configuração do inimigo político: recrutas na Operação Independência em Tucumán e os “108” no Paraguai.
CLASSE 3: Estados burocrático-autoritários, Estados terroristas e ditaduras institucionais das Forças Armadas da América Latina
Professor: Julieta Rostica
Resumo conceitual da aula
Esta Esta disciplina reflete sobre a emergência de estados burocrático-autoritários, as características de estados terroristas e as ditaduras institucionais das Forças Armadas no Cone Sul e na Guatemala. Compara suas formas de organização do poder político, as maneiras pelas quais se legitimaram, seus modelos econômicos, aparatos repressivos, as motivações dos perpetradores e as violações de direitos humanos que cometeram, como desaparecimentos forçados e genocídio. Aborda as redes transnacionais entre as Forças Armadas e sua articulação com redes civis de extrema-direita na América Latina, a transnacionalização do aparato repressivo e a violência política: da Operação Condor à América Central. Por fim, investiga as interseções entre raça, classe e gênero nas motivações dos perpetradores e na configuração do inimigo político: recrutas da Operação Independência em Tucumán, o povo Ixil na Guatemala e o grupo “108” no Paraguai.
AULA 1: Os “longos anos noventa”: neoliberalismo e democracia política
Professor:Kristina Pirker
Resumo conceitual da aula
Esta sessão estabelece os elementos-chave que nos permitem compreender a multiplicidade de transformações que ocorreram entre 1979 (transição democrática no Equador, transição revolucionária na Nicarágua) e 2000 (alternância de partidos através de eleições no México): (1) A mudança de regimes autoritários para governos civis; (2) a implementação de reformas estruturais neoliberais; (3) o impacto do fim da Guerra Fria e da derrota eleitoral do sandinismo na Nicarágua sobre as subjetividades e os projetos políticos da esquerda; e (4) as mudanças socioculturais que possibilitaram o advento de uma sociedade de mercado.
AULA 2: Movimentos feministas e a expansão da cidadania
Professor: Ana López Molina
Resumo conceitual da aula
Nesta disciplina, examinaremos como os processos de transição para a democracia na América Central, após os conflitos armados das décadas de 70 e 80, deram origem a novas formas de organização social, nas quais os movimentos de mulheres adquiriram um papel central. A repressão e a violência diluíram a fronteira entre as esferas pública e privada, impulsionando a participação das mulheres na vida política e comunitária, seja pela ausência de homens, seja pela necessidade de resistir e se organizar. Além disso, as reivindicações por melhores condições de vida, acesso à terra e reconhecimento das identidades culturais ampliaram o escopo das lutas desses movimentos, que em poucos casos se identificaram como feministas. Nesse contexto, é necessário considerar o papel da cooperação internacional e a influência de organizações como a ONU na consolidação de sua participação na construção democrática. Por meio da comparação com a América do Sul, observaremos a articulação desses movimentos em torno dos direitos humanos e da memória, defendendo justiça, verdade e reparações.
CLASSE 3:Movimentos indígenas e exclusão étnico-racial na América Latina
Professor: Santiago Bastos Amigo
Resumo conceitual da aula
Por meio de diversos processos associados ao neoliberalismo e dependendo do contexto de cada país, desde o último quarto do século XX, os povos indígenas começaram a se organizar com base em sua identidade étnica para pôr fim à sua exclusão histórica. Atualmente, eles se tornaram atores-chave em vários países e estão presentes em praticamente todos. Nesta disciplina, examinaremos seu papel nas mudanças políticas e o contrastaremos com os objetivos desse movimento na região.
| Inscrições antecipadas (até 04/08) | Inscrições gerais (de 5 a 14 de agosto) | Inscrição sem desconto (15 a 19 de agosto) | Pagamento em 3 parcelas | |
| Centro de Membros Plenos ou Associados | 125 USD | 185 USD | 240 USD | USD 315 (3 x USD 105) |
| Sem link | 250 USD | 310 USD | 370 USD | USD 540 (3 x USD 180) |
* Os residentes da Argentina pagarão o equivalente em pesos argentinos de acordo com a taxa de câmbio oficial do Banco de la Nación Argentina (BNA) no dia do pagamento.
Você precisa estar cadastrado no Sistema Único de Cadastro da CLACSO (SUIC) e inserir seu nome de usuário e senha. Se você não estiver cadastrado, clique aqui. aquiPara acessar o formulário de inscrição, você deve clicar no botão "Inscrever-se" na página do diploma de seu interesse.
Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação por e-mail.
As aulas começarão em agosto e terminarão em dezembro de 2025.
Todos os participantes inscritos receberão, no primeiro dia de atividades, as instruções necessárias para acessar as aulas, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio do [inserir plataforma/plataforma]. Espaço de Treinamento Virtual CLACSO.
Acessar e navegar no Ambiente Virtual de Aprendizagem é muito simples e intuitivo. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre disponível. Para dúvidas, entre em contato pelo e-mail [inserir e-mail aqui]. [email protected]
Você deve enviar um e-mail com a solicitação para [email protected] Enviaremos o certificado solicitado assim que possível.
Critérios excepcionais: Em casos excepcionais e nos primeiros 20 dias de início do Diploma Superior, o aluno poderá escrever para [email protected] O pedido de cancelamento de matrícula deve ser feito mediante justificativa. Após avaliação do caso, uma resposta será enviada. Se aprovado, o aluno poderá retomar o programa de Diploma Superior caso uma nova turma seja formada no ano seguinte. Após decorrido esse período desde o início do curso, nenhum pedido será aceito.
O valor pago só será reembolsado nos casos em que as instituições organizadoras decidirem cancelar a atividade.
Sim, o diploma avançado é certificado pela CLACSO. O diploma será enviado digitalmente e é totalmente gratuito.
O pagamento pode ser feito em uma única parcela, por cartão de crédito ou transferência bancária. Também oferecemos a opção de pagamento em 3 parcelas.
Sim. Haverá descontos para estudantes pertencentes a Centros Membros da CLACSO e Centros Associados da CLACSO, para Pesquisadores Associados da CLACSO e para todos aqueles que pagarem dentro do período de desconto.
Você pode verificar se pertence a um centro de membros aqui:
O programa de Diploma Avançado integra uma dinâmica de aulas assíncronas e síncronas. As aulas são predominantemente assíncronas. O cronograma das sessões síncronas será comunicado pelo coordenador do Diploma no início do programa, e a participação nessas sessões não é um pré-requisito para a aprovação.
Consultas: WhatsApp: +54 9 11 3880 – 1388
E-mail: [email protected]