Diploma Avançado em Mensuração da Violência de Gênero contra as Mulheres e Feminicídio

 Diploma Avançado em Mensuração da Violência de Gênero contra as Mulheres e Feminicídio

O Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e a Divisão de Assuntos de Gênero da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), com o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e da Entidade das Nações Unidas para a Igualdade de Gênero e o Empoderamento das Mulheres (ONU Mulheres), convidam você a participar do Diploma Avançado em Mensuração da Violência de Gênero contra Mulheres e de feminicídio-feminicídio.

COORDENAÇÃO ACADÊMICA: Alejandra Valdés (Consultora da Divisão de Assuntos de Gênero da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe, CEPAL)

EQUIPE DE PROFESSORES: Alejandra Valdés (CEPAL) Alejandra Negrete (UNAM, México/UA, Espanha) Karen García (Oficial de Estatística da CEPAL) Andrea Llerenas (ONU-Mulheres) | Manuel Contreras Urbina (Banco Mundial) | Maite Albagly (Eurossocial) | Luz Patricia Mejía (MESECVI) | Favela Tere Guerra (ONU-Mulheres) Adriana Oropeza (UNODC-INEGI, México) Diana Arango (Banco Mundial) | Teresa Inchaustegui (UNAM, FLACSO-México) Helena Suárez (Dados contra o feminicídio) Vivian Souza (PNUD Brasil) | Marcela Smutt (PNUD)
 
EQUIPE DE TUTORIA: Laura García (Chile) | Patricia Vera Traslaviña (Chile-Países Baixos) | Andrea Pequeño Bueno (Chile-Espanha) Valentina Pineda (Chile)

Início: 15/04/2026 | Candidaturas para bolsas de estudo: 15/01/2026 al 17/02/2026

*A CLACSO e a ONU Mulheres irão premiar o grupo. 40 bolsas de estudo integrais Destinado a funcionários públicos de instituições estatais e membros de organizações da sociedade civil, responsáveis ​​pela produção de informações socioestatísticas sobre violência contra a mulher e feminicídio.

Agradecemos a enorme resposta a este convite à participação. Recebemos mais de 1000 candidaturasEssas candidaturas foram cuidadosamente avaliadas. Após esse processo, os seguintes indivíduos foram selecionados para participar do programa de Diploma Avançado:

NomeSobrenome / sPaís de residência
SilviaLescanoArgentina
YaninaTorruellaArgentina
Alejandra SilviaBenagliaArgentina
ZulemaLopez AyzaBolívia
Mireya VirgíniaQuinta PacosilloBolívia
Maria Clara TeresaFernandes SilveiraBrasil
Francisca Evangelista da Silva NetaFranciscaBrasil
Maria PatríciaCabeças de BaezaChile
Karla FranciscaEspinoza JiménezChile
Viviana do TrânsitoSepúlveda VillegasChile
Angie CarolinaBeltran UrbinaColômbia
Laura CarolinaDíaz ParraColômbia
MayraVargas marromCosta Rica
Maria lauraZamora EsquivelCosta Rica
ÍsisAlonsoCuba
RachelLambert CorreosoCuba
EdierkysRamos ConcepciónCuba
DaysiReascoEquador
DianaSimbañaEquador
RuthArguetaEl Salvador
Yara ElizamaBenítez AldanaEl Salvador
Samara EstefaniaCastroGuatemala
Eugenia MariaVielman Ramos de RodríguezGuatemala
Victor ManuelMorales RodasHonduras
Danny GabrielaHernandez SanchezHonduras
MarianaMatus RuizMéxico
KarenSanta Cruz BretãMéxico
ArlenNavasNicarágua
Henrique AntônioRodríguez AvilésNicarágua
Margien JeanineAtoche GonzalezPanamá
Maria Glória YolandaRodríguez DuarteParaguai
Aurora SofiaRojas PeraltaParaguai
Kelly DecireGonzales BarrientosPeru
AlecrimJuyo JuyoPeru
MileykaDe la Rosa CabreraRepública Dominicana
Anmy GabrielaGuzmán NúñezRepública Dominicana
Elisa AndreaDi Giovanni ZabaletaUruguai
Jenny AnabellaSegóvia BustosUruguai
Ana CarolinaSantiago RoldánVenezuela
MonicaVillarreal GómezVenezuela

A violência de gênero contra mulheres e meninas, bem como sua expressão mais extrema, o feminicídio, na América Latina e no Caribe, demonstra a persistência de um dos nós estruturais mais complexos da desigualdade de gênero a serem desmantelados: padrões culturais discriminatórios e violentos que impedem a autonomia das mulheres. Como uma das violações de direitos humanos mais normalizadas, constitui um obstáculo significativo ao desenvolvimento nos países da América Latina e do Caribe. Além disso, viola e restringe o gozo dos direitos e liberdades fundamentais das mulheres, com graves consequências para sua saúde, oportunidades econômicas, direitos e bem-estar. Segundo pesquisas na região, afeta entre 30% e 77% das mulheres. Suas consequências não apenas afetam profundamente a vida das mulheres vítimas, mas também ameaçam a estabilidade, a segurança e o bem-estar de suas famílias e comunidades, bem como o desenvolvimento de seus países. Há mais de três décadas, esse flagelo tem sido uma das questões mais relevantes na agenda internacional e regional para a igualdade de gênero e os direitos humanos.

Os Estados da América Latina e do Caribe têm incorporado cada vez mais em suas legislações a necessidade de gerar estatísticas sobre violência de gênero contra as mulheres, e muitos estabeleceram regulamentações para a coleta periódica de informações e a criação de sistemas de registro de violência contra as mulheres. Essas regulamentações empregam um arcabouço conceitual abrangente que amplia a compreensão da violência de gênero contra mulheres e meninas, os diferentes contextos em que ocorre e os perpetradores, especificando também as áreas de intervenção e as ações de diversas instituições estatais nos níveis intersetorial e subnacional. Isso é complementado pelo amplo escopo de leis de proteção abrangentes e planos de ação nacionais, que estabelecem funções e responsabilidades para os operadores estatísticos setoriais, bem como para os institutos ou escritórios nacionais de estatística, na prevenção, atendimento, punição e reparação da violência contra as mulheres. 

Os desafios institucionais, culturais e metodológicos que se colocam à mensuração da violência contra as mulheres e ao monitoramento dos indicadores dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável relacionados à violência contra as mulheres refletem-se na diversidade de instrumentos e metodologias utilizadas para a coleta de dados de prevalência. Isso dificulta a comparabilidade entre países e dentro de um mesmo país ao longo do tempo, impossibilitando a geração de estimativas regionais. Da mesma forma, persiste a falta de regulamentação e financiamento para a institucionalização e a implementação periódica de pesquisas que visem mensurar a magnitude da violência. Contudo, avanços significativos têm sido feitos na produção de dados, incorporando análises de gênero e interseccionais para aprimorar os diagnósticos e considerar a diversidade da violência contra as mulheres. Cada vez mais, esforços nacionais estão sendo empreendidos para incluir dimensões territoriais, origem étnica e racial, identidade de gênero e idade, além do nível de renda, e para levar em conta a heterogeneidade das experiências com a desigualdade de gênero em diferentes contextos. 

Além disso, os Estados estão progredindo na criação de Sistemas de Registros Administrativos que contabilizam a violência contra as mulheres em todas as suas manifestações e, especialmente, em casos de violência extrema, como feminicídio ou mortes violentas de mulheres por motivos relacionados ao gênero.

A mensuração da prevalência e incidência da violência de gênero contra as mulheres foi incluída no âmbito das normas internacionais e regionais de direitos humanos em todo o mundo. Na América Latina e no Caribe, a Declaração sobre a Eliminação da Violência contra as Mulheres (1993), a Declaração e Plataforma de Ação de Pequim (1995), a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), a Convenção de Belém do Pará (1994), a Agenda Regional de Gênero e a Agenda 2030 estabeleceram que os esforços para acabar com a violência contra as mulheres devem ser acompanhados por estatísticas rigorosas e confiáveis.

O dever de diligência dos Estados, consagrado na CEDAW e na Convenção de Belém do Pará, obriga-os a adotar todas as medidas adequadas para prevenir, investigar, processar, punir e reparar os atos ou omissões de agentes estatais e não estatais que dão origem à violência de gênero contra as mulheres, o que obriga os Estados a investigar e registrar a resposta em matéria de prevenção, assistência, reparação, proteção das vítimas, acesso à justiça e monitoramento dos processos judiciais.   

Para acabar com a violência de gênero contra as mulheres, a concepção e a implementação de políticas públicas, a sua alocação orçamentária e o acompanhamento da sua gestão devem ser acompanhados de estatísticas confiáveis ​​sobre as diferentes manifestações, características, causas e consequências da violência de gênero sofrida por mulheres e meninas em sua diversidade, em todos os contextos e situações, a fim de se ter informações sobre a eficácia das políticas públicas e a evolução dos processos de erradicação desse flagelo.

A análise acumulada dos processos de mensuração e investigação da violência de gênero contra as mulheres foi construída graças ao consenso de atores internacionais, estatais, acadêmicos e da sociedade civil, o que permitiu avançar no fortalecimento de um campo analítico socioestatístico de grande importância para as ciências sociais e suas implicações em diferentes áreas do conhecimento.


  1. Compreender o quadro regulamentar internacional e regional sobre a violência de género contra mulheres e raparigas, em particular os mandatos e recomendações sobre a medição da sua prevalência e incidência. 

  2. Descrever o quadro analítico para a produção de informações sobre violência de gênero contra mulheres e os parâmetros éticos necessários para a coleta e disseminação de informações a partir de uma perspectiva de igualdade de gênero e interseccionalidade.

  3. Identificar as principais fontes e procedimentos para medir a violência de gênero contra as mulheres.

  4. Conhecer os resultados dos inquéritos nacionais sobre violência contra as mulheres e os módulos dos inquéritos específicos sobre violência contra as mulheres desenvolvidos no âmbito dos inquéritos demográficos e de saúde.

  5. Identificar os desafios metodológicos e quantitativos dos indicadores de monitorização dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, priorizados no âmbito da violência contra as mulheres na Agenda 2030.

  6. Desenvolver capacidades para gerar estatísticas a partir de registros administrativos e sua utilidade na contabilização das respostas estatais e civis à violência feminicida e às manifestações de violência de gênero contra mulheres e meninas em contextos de violência extrema.

  7. Analisar a disponibilidade e a qualidade dos dados sobre o tráfico de mulheres e relatar os desafios para aprimorar a obtenção de dados desagregados, coerentes, atualizados e públicos, que otimizem o registro e a análise desses problemas.

  8. Relatar o progresso na qualidade da mensuração do feminicídio nos países da região, bem como as ferramentas para a comparabilidade internacional dos dados sobre feminicídio na região.

  9. Trocar conhecimentos e práticas sobre propostas e mecanismos de monitorização e produção de dados sobre violência de género contra as mulheres, elaborados por organizações da sociedade civil.

  10. Analisar o impacto das crises econômicas, políticas, sociais e de saúde na produção de informações sobre violência extrema contra as mulheres, especialmente feminicídios. 


  • Desafios metodológicos dos procedimentos utilizados e das fontes para mensurar a violência de gênero contra mulheres e meninas

  • Pesquisas nacionais que medem a prevalência da violência contra as mulheres.  

  • Monitoramento dos indicadores dos ODS priorizados na região para erradicar todas as formas de violência contra todas as mulheres e meninas (Objetivo 5: indicadores 5.2.1; 5.2.2 e C-5.2) e indicador de casamento infantil e uniões precoces (indicador 5.3.1). 

  • Monitoramento da Convenção de Belém do Pará e seus indicadores de conformidade.

  • Registros administrativos sobre violência contra a mulher, padronização para a geração de estatísticas sobre violência contra a mulher em geral e sobre feminicídio em particular.

  • Progresso rumo à padronização e a um registro único de feminicídio na América Latina e no Caribe.

  • O quadro estatístico global para medir os homicídios de mulheres e meninas motivados por questões de gênero.

  • Resultados e conclusões sobre a qualidade da mensuração do feminicídio e das mortes violentas de mulheres por motivos de gênero.

  • Análise das práticas de mensuração da violência contra a mulher e do feminicídio.

  • Sistemas de registro de violência contra a mulher: a experiência da Cidade do México.

  • Novas dimensões de análise na violência contra as mulheres: desaparecimentos, tráfico de pessoas e feminicídio. Desafios na coleta de informações.

  • Os desafios da interseccionalidade na mensuração da violência extrema contra as mulheres.

  • Medindo a violência contra mulheres e meninas em contextos de crise: problemas antigos de mensuração versus respostas novas e urgentes.

  • Os desafios da mensuração da violência contra a mulher em contextos de crime organizado: a experiência de produção e comparabilidade de dados na América Central.

  • Feminicídio, dados e ativismo: a produção de dados a partir da sociedade civil e das organizações feministas.

  • Lições aprendidas e desafios na mensuração da violência de gênero contra as mulheres.

Agradecemos as contribuições da ONU Mulheres, do Escritório Regional do PNUD, do Mecanismo de Acompanhamento da Convenção de Belém do Pará (MESECVI), do UNODC e do Banco Mundial.

  • Alejandra Valdés (Planejadora Social. Pesquisadora. Especialista em monitoramento de políticas públicas sobre igualdade de gênero e em mensuração da violência contra a mulher. Consultora da Divisão de Assuntos de Gênero da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL))

  • Alejandra Negrete (Advogado, UNAM-México. Mestrado em Argumentação Jurídica, Universidade de Alicante, Espanha) 

  • Marisa Weinstein, pesquisadora da Divisão de Assuntos de Gênero da CEPAL, e Andrea Llerenas, assessora de dados e estatísticas do Escritório Regional para as Américas e o Caribe da ONU Mulheres.

  • Manuel Contreras Urbina (Líder Global em Violência de Gênero para a América Latina e o Caribe - Banco Mundial) 

  • Maite Albagly (Especialista em pesquisas sobre violência contra mulheres e meninas, Consultora da Eurosocial) 

  • Andrea Llerenas (Assessora de Dados e Estatísticas no Escritório Regional para as Américas e o Caribe da ONU Mulheres)
     
  • Luz Patricia Mejía (Secretariado Técnico do Mecanismo de Acompanhamento da Convenção de Belém do Pará (MESECVI)) 

  • Favela Tere Guerra (Coordenadora do Centro Global de Excelência em Estatísticas de Gênero da ONU Mulheres México, ONU Mulheres) 

  • Adriana Oropeza (Coordenador do Centro de Excelência UNODC-INEGI para Informação Estatística sobre Governo, Segurança Pública, Vitimização e Justiça, México) 

  • Diana Arango (Banco Mundial)

  • Teresa Inchaustegui (Sociólogo-UNAM, Doutor em Ciência Política com especialização em política social pela FLACSO-México) 

  • Vivian Souza (Socióloga, Mestre em Ciências Sociais e Bacharel em Relações Internacionais. Consultora do PNUD Brasil) 

  • Marcela Smutt (Coordenador do Projeto Regional Infosegura do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento na América Latina e no Caribe (PNUD)) 

  • Helena Suárez (Comunicadora social e pesquisadora feminista. Co-líder do projeto de pesquisa-ação participativa Dados Contra o Feminicídio)

EQUIPE DE TUTORIA:

  • Laura Garcia (Socióloga e demógrafa. Especialista em indicadores e análise de informações sobre gênero e povos indígenas e afrodescendentes; sistematização de pesquisas sobre a prevalência da violência contra a mulher) 

  • Patrícia Vera Traslaviña (Socióloga e antropóloga cultural formada pela Universidade de Amsterdã, UvA. Pesquisadora e ativista na área de mulheres migrantes) 

  • Andrea Pequeño Bueno (Doutora em Antropologia Social e Cultural, Mestre em Ciências Sociais com especialização em Gênero e Desenvolvimento, Comunicadora Social e Bacharel em Ciências Humanas) 

  • Valentina Pineda (Geógrafo formado pela Pontifícia Universidade Católica do Chile, Mestre em Planejamento Urbano pela Universidade do Chile)

O Diploma Superior será desenvolvido em 16 sessões conduzidas pela equipe docente.

Cada aula será acompanhada de leituras essenciais e complementares, que servirão de base para discussões, reflexões e projetos individuais e em grupo em fóruns e outras ferramentas disponíveis na sala de aula virtual. Todas as atividades contarão com o apoio da equipe de tutores.

No início de cada semana, os participantes terão acesso, na sala de aula virtual, aos materiais referentes aos tópicos da semana, bem como às leituras obrigatórias e opcionais. Os participantes poderão revisar os materiais e participar das atividades propostas. Posteriormente, o instrutor de cada turma desenvolverá os tópicos de cada sessão e dialogará com os participantes em um encontro síncrono semanal. Quarta-feira às 18h (ARG).

Serão realizados dois fóruns de discussão online na sala de aula virtual para promover o diálogo entre os alunos. Esses fóruns serão conduzidos pela equipe de tutoria. A participação nos fóruns permitirá que os alunos revisem os tópicos abordados em aula, compartilhem experiências e metodologias de avaliação, explorem parcerias interinstitucionais e muito mais.

O processo de avaliação baseia-se na avaliação contínua e gradual ao longo do período acadêmico, utilizando questionários relacionados ao conteúdo desenvolvido nas sessões e aplicados em momentos específicos (90%), e na avaliação da participação em oficinas síncronas e assíncronas (10%). Esses componentes determinam a nota final para a obtenção do Diploma.

A CLACSO, a CEPAL, o PNUD e a ONU Mulheres irão premiar o grupo. 40 bolsas integrais Destinado a funcionários públicos de instituições estatais e organizações da sociedade civil, responsáveis ​​pela produção de informações socioestatísticas sobre violência contra a mulher e feminicídio.

Requisitos para a candidatura:

  • Os participantes serão selecionados por uma comissão de avaliação nomeada pelas organizações organizadoras. 
  • As candidaturas serão submetidas através do site da CLACSO.
  • Os candidatos devem:

1- Preencha seus dados pessoais.
2- Apresente sua afiliação institucional como funcionário público e/ou profissional dedicado ao assunto.

  • As bolsas de estudo disponíveis serão atribuídas respeitando a diversidade regional e a igualdade de género.
  • Um Comitê Acadêmico analisará as candidaturas e concederá as bolsas de estudo; a decisão é irrecorrível. Os resultados serão divulgados pela CLACSO.
  • Este edital de convocação de candidaturas permanecerá aberto. até 17 de fevereiro.
  Inscrições antecipadas (até 04/03) Inscrições gerais (6 a 15 de maio) Inscrição sem desconto (16/04) Pagamento em 3 parcelas
Centro de Membros Plenos ou Associados 150 USD 220 USD 300 USD USD 360 (3 x USD 120)
Sem link 300 USD 370 USD 420 USD USD 600 (3 x USD 200)
 
Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por cartão de crédito ou transferência bancária.

* Os residentes da Argentina pagarão o equivalente em pesos argentinos de acordo com a taxa de câmbio oficial do Banco de la Nación Argentina (BNA) no dia do pagamento. 
 
*Ao se inscrever nesta atividade de treinamento, você receberá 3 meses de acesso gratuito ao Aula CLACSO. Acesso ilimitado a todo o conteúdo. 

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