Diploma Avançado em Estudos Críticos sobre Livre Comércio e Extrativismo
1ª Turma | Modalidade Virtual
COORDENAÇÃO ACADÊMICA
Alhelí González Cáceres (Flacso Paraguai) Carla Mariela Poth (Instituto da Região Metropolitana da Grande Buenos Aires, Universidade Nacional de General Sarmiento, Argentina) | Fiorella Ricagno (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador)
CORPO DOCENTE
Rodrigo Pascual (Universidade Nacional da Terra do Fogo, Argentina) Luciana Ghiotto (Universidade Nacional de San Martín, Argentina) | Ana Saggioro García (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Brasil) | Alhelí González Cáceres (Flacso Paraguai) | Carla Mariela Poth (Instituto da Região Metropolitana da Grande Buenos Aires, Universidade Nacional de General Sarmiento, Argentina) | Fiorella Ricagno (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador) Álvaro Álvarez (Universidade Nacional do Centro da Província de Buenos Aires, Argentina) Andrea Taborri (Universidade para estrangeiros de Perugia, Itália) | Juan Camilo Sarmiento Lobo (Universidade Complutense de Madrid, Espanha) Darío Clemente (Universidade Nacional de Quilmes, Argentina) | Adrian Piva (Universidade Nacional de Quilmes, Argentina)
Formato virtual | Agosto a novembro de 2026
Início: 19/08/2026 | Inscrição: 15/05/2026 a 18/08/2026
Com o apoio de:
- Plataforma para a América Latina e o Caribe: Melhor sem acordos de livre comércio
- Instituto Transnacional (TNI)
O Diploma Avançado visa proporcionar uma formação abrangente com uma perspectiva crítica sobre as novas formas de acumulação de capital, em particular os Acordos de Livre Comércio (ALCs) e os Tratados Bilaterais de Investimento (TBIs). Esses instrumentos remodelaram o quadro jurídico regional em favor do poder corporativo global, gerando profundas implicações econômicas, sociais e socioterritoriais na América Latina e no Caribe. A partir de uma abordagem interdisciplinar, o programa busca dotar os participantes de ferramentas teóricas e metodológicas para analisar as mudanças institucionais em diversas dimensões, compreender os impactos dos acordos comerciais e aproveitar as experiências de organização comunitária em defesa de territórios afetados pelo modelo extrativista do capital transnacional.
A formação combina apresentações teóricas, estudos de caso e análises comparativas de experiências de resistência e defesa territorial na região, culminando em um projeto integrador final. Por meio de debates críticos e atividades participativas, o curso promove a aplicação do conteúdo à análise das realidades concretas em que os alunos estão inseridos. Além disso, o curso fomenta a criação de uma plataforma regional voltada para a análise, o monitoramento e a denúncia de projetos extrativistas.
Nas últimas décadas, o capital adquiriu novas formas de acumulação. A convergência de Acordos de Livre Comércio (ALCs) e Tratados Bilaterais de Investimento (TBIs), juntamente com outras dinâmicas de arbitragem internacional, como estratégias para fomentar o investimento, aumentar a competitividade e promover o desenvolvimento econômico, e o extrativismo, como meio de ancorar o capital em territórios e garantir novas commodities e recursos para a produção, são aspectos fundamentais que se entrelaçam e se aprofundam na América Latina. Essas dinâmicas geraram transformações significativas nas esferas econômica, política, social, ambiental e de saúde, que exigem uma análise crítica e reflexiva.
Este programa de diploma avançado visa proporcionar uma formação abrangente e interdisciplinar que permita aos participantes compreender plenamente a dinâmica e as consequências dessas formas de acumulação em nossos territórios. Através de uma perspectiva crítica, o programa busca capacitar os alunos para se tornarem agentes de mudança, capazes de avaliar e questionar como os benefícios econômicos são distribuídos e como as comunidades locais, muitas vezes marginalizadas, lidam com os impactos dessas políticas.
Num mundo cada vez mais interconectado, é crucial compreender como as decisões internacionais afetam o quotidiano das comunidades locais e a sustentabilidade dos seus ambientes. Ao mesmo tempo, é importante refletir sobre as diversas formas que o capital global assume em relação ao antagonismo de classes que se desenrola em diferentes territórios. Por esta razão, a formação oferecida permitirá aos participantes abordar estas questões a partir de uma perspetiva transescalar.
Este programa de diploma, além de apresentar as principais consequências do extrativismo e dos acordos de livre comércio (ALCs) e tratados bilaterais de investimento (TBI), possibilitará uma abordagem a partir de uma perspectiva histórica, entendendo a história não como mero contexto ou compilação de fatos, mas como um processo que moldou a existência dessas dinâmicas de capital. Ao fomentar uma perspectiva crítica, os alunos estarão mais bem preparados para formular alternativas viáveis e sustentáveis.
Os temas abordados abrangem diversas áreas do conhecimento, incluindo economia política, direito, sociologia e ecologia. Essa diversidade permitirá aos participantes desenvolver uma abordagem holística que considere os efeitos multifacetados dos tratados sobre as comunidades afetadas.
Por fim, a formação crítica oferecida por este diploma avançado busca romper com a tradicional divisão teórica entre sujeito e objeto de pesquisa, promovendo o poder da práxis e problematizando o papel social da pesquisa, entendendo que “(...) uma filosofia da práxis só pode inicialmente apresentar-se numa atitude polêmica e crítica, como uma transcendência do modo de pensar precedente e do pensamento concreto existente (...)” (Gramsci, 2003: 14). Ao fortalecer suas capacidades analíticas e de intervenção, o programa facilitará a construção de redes de ação que promovam a justiça social e ambiental.
Em conclusão, o programa de diploma proposto não só responde à necessidade de formar especialistas na análise dos efeitos dos acordos de livre comércio e dos tratados bilaterais de investimento sobre as atividades extrativas, como também se torna um instrumento vital para a promoção do desenvolvimento humano integral, num quadro de respeito pelos direitos humanos e pela sustentabilidade ambiental. Este projeto baseia-se na convicção de que o pensamento crítico e a educação são ferramentas essenciais para a mudança social e para a melhoria das condições de vida das comunidades afetadas.
OBJETIVO GERAL
Promover uma educação abrangente e crítica sobre as transformações econômicas, políticas, sociais, ambientais e de saúde que os Acordos de Livre Comércio, os Tratados Bilaterais de Investimento e o sistema de arbitragem internacional geram nos territórios onde as atividades extrativas são fomentadas, analisando suas principais implicações históricas.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Que os alunos:
- Acesso a referenciais teóricos e metodológicos para a análise histórica crítica das diversas formas de capital atual.
- Analise a dinâmica do livre comércio e do extrativismo de forma articulada, compreendendo sua natureza dialética.
- Reflita sobre as discussões em torno do desenvolvimento baseado nas tendências do capital, a configuração do livre comércio e o extrativismo nos territórios da América Latina.
- Analise criticamente diversas perspectivas teóricas associadas à Economia Política Internacional Crítica, ao Bem Viver, ao Ecofeminismo, à Bioeconomia e à Economia Ecológica.
- Adquirir ferramentas teóricas e conceituais relativas às formas do Estado-nação no contexto das atuais formas de livre comércio e extrativismo.
- Aprenda e elabore uma avaliação das consequências e modificações em múltiplas escalas do livre comércio e do extrativismo nos territórios.
- Desenvolva um debate teórico sobre as perspectivas econômicas e políticas futuras do capital na América Latina.
- Desenvolver estratégias teóricas e práticas críticas contra o livre comércio e o extrativismo em termos econômicos, políticos, jurídicos, etc.
O Diploma Superior em Estudos Críticos sobre Livre Comércio e Extrativismo destina-se a estudantes de graduação e pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados no tema.
O programa consiste em 5 módulos de 3 aulas semanais cada, ministradas consecutivamente e interligadas.
Carga horária total de 128 horas.
Os módulos que compõem o Diploma Superior são:
- Classe 1: O livre comércio como forma histórica de antagonismo de classes.
Professor: Rodrigo Pascual
Esta disciplina apresenta uma série de ferramentas teóricas e conceituais que nos permitem compreender o livre comércio como uma expressão de antagonismo de classes, como uma forma histórica concreta de acumulação de capital global e as formas territoriais que a luta entre capital e trabalho assume. - Aula 2: As formas históricas do livre comércio. Do GATT à arbitragem internacional.
Professora: Luciana Ghiotto
Esta disciplina explora os diferentes momentos históricos em que o comércio se cristalizou. Neste capítulo, examinaremos a configuração do GATT como uma expressão da luta de classes no âmbito dos estados de bem-estar social e a transição para a globalização neoliberal na Organização Mundial do Comércio. Observaremos também a crise do sistema multilateral e os novos sistemas de arbitragem e regulamentações globais para a “segurança jurídica”. - Aula 3: Acordos de Livre Comércio, Tratados Bilaterais de Investimento e o Sistema Internacional de Arbitragem
Professores: Luciana Ghiotto e Ana Saggioro García
Nesta disciplina, examinaremos detalhadamente cada um dos aspectos abordados nas diversas formas atuais de livre comércio, seus mecanismos operacionais e as principais abordagens teóricas e midiáticas sobre o tema. Exploraremos também algumas linhas de investigação relativas ao desenvolvimento de acordos de investimento no âmbito dos BRICS, analisando as relações Sul-Sul.
- Aula 4: Livre Comércio e Desenvolvimento?
Professor: Alhelí González Cáceres
Esta sessão busca revisitar os debates sobre desenvolvimento e as formas específicas pelas quais as relações sociais capitalistas se desenrolam na América Latina, desmantelando a narrativa convencional que apresenta o livre comércio como o motor ou a alavanca necessária para alcançar o desenvolvimento. Em vez disso, visa revelar como os mecanismos do mercado global e as relações de poder globais que dele emergem operam, produzindo e reproduzindo simultaneamente economias desenvolvidas e dependentes, como duas faces da mesma moeda. - Aula 5: As faces do livre comércio na América Latina: Extrativismo e luta de classes
Professores: Alhelí González Cáceres e Carla Poth
O objetivo desta disciplina é examinar o desenvolvimento histórico do extrativismo na América Latina a partir de uma perspectiva de antagonismo de classes. Especificamente, explorará conceitos relacionados às diversas maneiras pelas quais o capital incorpora o meio ambiente em sua dinâmica de acumulação e os consequentes conflitos de luta de classes. A disciplina fornecerá ferramentas teóricas que definem a relação entre livre comércio e extrativismo, possibilitando um debate multiescalar sobre transições e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). - Aula 6: Como pensar sobre comércio justo?
Professora: Fiorella Ricagno
A proposta desta disciplina é analisar múltiplas experiências comerciais regionais e globais que, sob a perspectiva da justiça ecológica, questionam os limites do paradigma econômico dominante, tornam visíveis as interdependências entre natureza, trabalho e cuidado, e problematizam as assimetrias que permeiam as trocas comerciais; à luz de uma série de referenciais conceituais associados à Economia Ecológica, ao Bem Viver, ao Ecofeminismo e à Bioeconomia.
A proposta está estruturada em torno de um painel de discussão com representantes de organizações que desenvolvem iniciativas de comércio justo, com o objetivo de conectar referenciais teóricos a práticas concretas. O painel concluirá explorando as interseções entre essas experiências e as perspectivas discutidas, identificando tensões, lições aprendidas e o potencial para a construção de modelos alternativos de comércio focados na sustentabilidade, equidade e na ampliação da reprodução da vida.
- Aula 7: Reconfiguração de territórios no livre comércio
Professor: Álvaro Álvarez
Em um contexto de múltiplas crises e colapso metabólico do capital, este estudo busca problematizar teoricamente a construção espacial da extração, produção, circulação e consumo capitalistas, examinando criticamente a noção de território. Nesse sentido, serão introduzidos conceitos que permitam considerar os sistemas macrotécnicos – principalmente infraestrutura – como relações sociais e de poder, identificando como eles expressam atualmente as dinâmicas de acumulação na América Latina. Da mesma forma, o estudo visa compreender a reestruturação do território – a reorganização vertical da região – e, a partir disso, a reconfiguração dos vínculos e escalas econômicas, políticas, ambientais e sociais. - Aula 8: Expansão do extrativismo - novos espaços de acumulação: entre os bens comuns e a produção de mercadorias
Professora: Andrea Taborri
O objetivo desta disciplina é problematizar as estratégias de produção de capital, analisando a dinâmica da desapropriação e a configuração de novos espaços de acumulação. Para tanto, examinam-se alguns dos conceitos fundamentais que permitem compreender o desenvolvimento do chamado capitalismo verde, a fim de observar as estratégias políticas e econômicas com que ele se desenrola em diferentes territórios. A disciplina propõe analisar como a acumulação por desapropriação gera novos nichos para a produção de lucros capitalistas. - Aula 9: Reconfigurações nas estruturas comunitárias. Uma abordagem aos problemas do trabalho e do gênero no âmbito do livre comércio extrativista.
Professora: Carla Poth
Esta disciplina propõe analisar como a nova dinâmica do livre comércio e a expansão das atividades extrativas estão remodelando as estratégias de organização comunitária em territórios locais, afetando as economias locais, as estruturas institucionais e as formas de organização do trabalho e do cuidado. A proposta para esta disciplina é criar uma mesa-redonda com organizações locais para explorar esses processos por meio de experiências concretas e dos desafios que enfrentam.
- Aula 10: Reconfiguração do Estado: marcos regulatórios e legais
Professora: Carla Poth
Esta disciplina oferece uma breve introdução teórica que nos permite considerar o Estado como uma forma política de acumulação de capital. Dessa forma, buscamos compreender como a nova dinâmica do livre comércio, expressa em suas formas extrativistas em nossos territórios, reestrutura as regras do jogo e o funcionamento do Estado para facilitar a circulação de capital e mercadorias, garantindo a segurança jurídica. - Aula 11: Transnacionalização do Direito? Uma abordagem teórica ao conflito entre o direito internacional e a legalidade nacional.
Professor: Juan Camilo Sarmiento Lobo
O objetivo desta disciplina é refletir e empatizar, a partir da crítica jurídica latino-americana, sobre o sistema normativo global do comércio, entendido como uma estrutura que molda e gera mudanças concretas nos sistemas jurídicos estatais, em conflito com o direito alternativo constituído e organizado pelos Territórios e seus Povos. - 12º ano: Livre Comércio, Extrativismo e Democracia?
Professora: Carla Poth
O objetivo desta disciplina é discutir, a partir de uma perspectiva crítica sobre a democracia, as tendências atuais nas relações democráticas. Paralelamente ao discurso da livre circulação de capitais, observa-se um aumento na intervenção estatal e em projetos militares, a criminalização e militarização de protestos e a concentração radical da propriedade dos meios de comunicação. Como essas questões afetam as formas de democracia (e a dinâmica da participação social)? Como é possível conciliar o livre comércio e a democracia moderna?
- Aula 13: Para onde caminha a América Latina? Uma análise da produção e do comércio de nossos bens comuns em tempos turbulentos.
Professor: Darío Clemente
Este curso propõe analisar o lugar da América Latina na atual reconfiguração do capitalismo global, em um contexto de múltiplas crises que impulsionam novas estratégias de acumulação. Nessa perspectiva, examina-se como o capitalismo busca resolver suas contradições gerando novas redes de produção e comércio, nas quais a região ocupa um papel estratégico como fornecedora de bens comuns e campo de batalha para as grandes potências. As noções de cadeias globais de valor, transição energética, racionalidade logística e capitalismo digital são abordadas não como uma forma de superar o extrativismo, mas como uma reformulação deste em um novo estágio de integração do continente ao mercado global. Longe de romper com a lógica histórica de inserção dependente, essas dinâmicas tendem a aprofundar as assimetrias na divisão internacional do trabalho e as disputas territoriais em tempos de crescente turbulência global. Para tanto, o estudo se concentrará em casos como o Regime de Incentivos a Grandes Investimentos (RIGI) na Argentina e o da Venezuela. - Aula 14: Política de direita, direito e política
Professor: Adrian Piva
No âmbito desta disciplina, a proposta é problematizar como as reconfigurações territoriais da produção e circulação de capital, no atual cenário de crise e reestruturação global, constituem o contexto para novas estratégias de dominação política. A crise global do neoliberalismo, iniciada em 2008, perturbou as condições de acumulação e dominação em escala global. Primeiro, após a recessão de 2008-2009, seguiu-se uma fase de crescimento fraco e pressões por reestruturação produtiva, alimentando as ofensivas do capital contra o trabalho em diversos territórios. Segundo, a crise da dominação política neoliberal proporcionou terreno fértil para o surgimento e expansão de respostas tendencialmente autoritárias, dando origem a debates sobre sua natureza: neoliberalismo autoritário, neofascismo, novos movimentos de extrema-direita, etc. Terceiro, a crise neoliberal foi simultaneamente a crise do sistema imperialista que surgiu no contexto da internacionalização do capital e após o colapso dos regimes socialistas existentes. Isso levou a tensões geopolíticas, uma tendência à guerra e novas formas de intervencionismo. Nesse contexto, analisaremos as manifestações territoriais da “nova Doutrina Monroe”, suas potenciais conexões com o livre comércio e o extrativismo, a formação de alianças e conflitos, e seu impacto nas lutas sociais. - Aula 15: Além do extrativismo e do livre comércio
Professora: Fiorella Ricagno
Como proposta final, esta disciplina nos permite abordar a noção de transições, particularmente a transição energética, não como uma superação do extrativismo, mas como uma reformulação deste. No âmbito do capitalismo verde, aprofundamos a nova forma que a desapropriação assume em decorrência da crise climática e da transição energética corporativa, com o Estado atuando como o principal garantidor por meio de subsídios e marcos regulatórios que reforçam direitos extraordinários para o capital. Com base nesse diagnóstico, facilitamos um debate com o objetivo de delinear possíveis tendências para a construção de formas populares de produção e troca ambientalmente sustentáveis e justas. Examinaremos alguns casos concretos que oferecem uma visão de algumas das práticas já desenvolvidas.
- Rodrigo Pascual (Universidade Nacional da Terra do Fogo, Argentina)
- Luciana Ghiotto (Universidade Nacional de San Martín, Argentina)
- Ana Saggioro García (Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Brasil)
- Alhelí González Cáceres (Flacso Paraguai)
- Carla Mariela Poth (Instituto da Região Metropolitana da Grande Buenos Aires, Universidade Nacional de General Sarmiento, Argentina)
- Fiorella Ricagno (Universidade Andina Simón Bolívar, Equador)
- Alvaro Alvarez (Universidade Nacional do Centro da Província de Buenos Aires, Argentina)
- Andrea Taborri (Universidade para estrangeiros de Perugia, Itália)
- Juan Camilo Sarmiento Lobo (Universidade Complutense de Madrid, Espanha)
- Dario Clemente (Universidade Nacional de Quilmes, Argentina)
- Adrian Piva (Universidade Nacional de Quilmes, Argentina)
A TNI, a Plataforma América Latina e Caribe Melhor Sem Acordos de Livre Comércio e a CLACSO concederão o prêmio. 10 bolsas integrais Destinado a ativistas de movimentos sociais, membros de organizações comunitárias, estudantes, pesquisadores, funcionários públicos e ao público em geral na América Latina e no Caribe que desenvolvem atividades relacionadas ao tema deste documento. diploma.
As candidaturas serão submetidas através do site da CLACSO.
Os interessados devem:
- Preencha o formulário de inscrição.
- Descreva brevemente seu interesse em participar e explique a relevância do tema para sua organização, território ou área de atuação.
As bolsas de estudo serão concedidas garantindo a diversidade regional e a igualdade de gênero.
Este edital de convocação de candidaturas permanecerá aberto até 25 de junho de 2026.
| Inscrições antecipadas (até 07/07) | Inscrições gerais (6 a 12 de maio) | Inscrições sem desconto (de 13 a 19 de maio) | Pagamento em 3 parcelas | |
| Centro de Membros Plenos ou Associados | 190 USD | 260 USD | 340 USD | USD 420 (3 x USD 140) |
| Sem link | 340 USD | USD 410 | 460 USD | USD 630 (3 x USD 210) |
* Os residentes da Argentina pagarão o equivalente em pesos argentinos de acordo com a taxa de câmbio oficial do Banco de la Nación Argentina (BNA) no dia do pagamento.
Você precisa estar cadastrado no Sistema Único de Cadastro da CLACSO (SUIC) e inserir seu nome de usuário e senha. Se você não estiver cadastrado, clique aqui. aquiPara acessar o formulário de inscrição, você deve clicar no botão "Inscrever-se" na página do diploma de seu interesse.
Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação por e-mail.
As aulas começarão em agosto e terminarão em dezembro de 2026.
Todos os participantes inscritos receberão, no primeiro dia de atividades, as instruções necessárias para acessar as aulas, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio do [inserir plataforma/plataforma]. Espaço de Treinamento Virtual CLACSO.
Acessar e navegar no Ambiente Virtual de Aprendizagem é muito simples e intuitivo. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre disponível. Para dúvidas, entre em contato pelo e-mail [inserir e-mail aqui]. [email protected]
Você deve enviar um e-mail com a solicitação para [email protected] Enviaremos o certificado solicitado assim que possível.
Critérios excepcionais: Em casos excepcionais e nos primeiros 20 dias de início do Diploma Superior, o aluno poderá escrever para [email protected] O pedido de cancelamento de matrícula deve ser feito mediante justificativa. Após avaliação do caso, uma resposta será enviada. Se aprovado, o aluno poderá retomar o programa de Diploma Superior caso uma nova turma seja formada no ano seguinte. Após decorrido esse período desde o início do curso, nenhum pedido será aceito.
O valor pago só será reembolsado nos casos em que as instituições organizadoras decidirem cancelar a atividade.
Sim, o diploma avançado é certificado pela CLACSO. O diploma será enviado digitalmente e é totalmente gratuito.
O pagamento pode ser feito em uma única parcela, por cartão de crédito ou transferência bancária. Também oferecemos a opção de pagamento em 3 parcelas.
Sim. Haverá descontos para estudantes pertencentes a Centros Membros da CLACSO e Centros Associados da CLACSO, para Pesquisadores Associados da CLACSO e para todos aqueles que pagarem dentro do período de desconto.
Você pode verificar se pertence a um centro de membros aqui:
O programa de Diploma Avançado integra uma dinâmica de aulas assíncronas e síncronas. As aulas são predominantemente assíncronas. O cronograma das sessões síncronas será comunicado pelo coordenador do Diploma no início do programa, e a participação nessas sessões não é um pré-requisito para a aprovação.
Consultas: WhatsApp: +54 9 11 3880 – 1388
E-mail: [email protected]