Diploma Avançado em Educação Midiática e Comunicação Política

 Diploma Avançado em Educação Midiática e Comunicação Política


2ª turma | Modalidade virtual | Início em abril de 2025

COORDENAÇÃO ACADÊMICA

Pablo Iglesias Turrion (Universidade Complutense de Madrid, Espanha)
Anita Fuentes (Instituto de Estudos Feministas da Universidade Complutense de Madrid, Espanha)

CORPO DOCENTE

Pablo Iglesias Turrión (Universidade Complutense de Madrid, Canal Vermelho, Espanha) | Assunção Bernárdez Rodal (Universidade Complutense de Madrid, Espanha) | Daiana Bruzzone (Universidade Nacional de La Plata, Argentina) | Manu Levin (Canal Vermelho, Espanha) | Amparo Marroquín Parducci (Universidade Centro-Americana, El Salvador) | Anita Fuentes (Universidade Complutense de Madrid, Espanha) | Omar Rincón (Universidade dos Andes, Colômbia) | Irene Zugasti (Canal Vermelho, Espanha) | Ekaitz Cancela Rodríguez (Universitat Oberta de Catalunya, Espanha) | Pablo Echenique (Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha, Diario Red, Espanha) | Laura Arroio (Canal Vermelho, Espanha) | Inna Afinogenova (Canal Vermelho Espanha e América Latina) | Daniela Pastrana (Latin American Network Daily, México) | Nacho Ramos (Canal Vermelho, Diário Vermelho, Espanha).

Home: 09 / 04 / 2025 | Registo: 28/11/2024 al 08/04/2025

Modalidade virtual | Abril a Julho 2025


Hoje, a linguagem e as imagens que consumimos por meio da televisão, rádio, mídia impressa e redes sociais definem os limites e as possibilidades do imaginário coletivo e, por extensão, do pensamento político. Embora a digitalização tenha trazido consigo a democratização de espaços antes monopolizados por poderes políticos, econômicos e midiáticos, as plataformas digitais se tornaram um dos principais veículos para boatos, propaganda e discurso de ódio. Em tempos de desinformação e ascensão da extrema direita, a alfabetização midiática desempenha um papel essencial em nossa sociedade. Neste programa de diploma, forneceremos aos alunos as ferramentas teóricas e práticas necessárias para compreender, questionar e desafiar a hegemonia dos poderes midiáticos a partir de uma perspectiva global e interdisciplinar.

“As guerras sempre começam antes do primeiro tiro ser disparado; começam com uma mudança no vocabulário da mídia.” Esta citação de Ryszard Kapuściński, longe de perder sua relevância, tornou-se ainda mais significativa nos últimos anos. Se a mídia de massa tradicional já exercia considerável influência sobre as ideias e crenças da população, a hipermediação que vivenciamos nas últimas décadas, desde o surgimento da internet, deu origem a um mundo no qual é cada vez mais difícil distinguir entre o físico e o virtual, entre informação e manipulação, entre verdade e mentira. 

Nessa nova realidade, a linguagem e as imagens que consumimos por meio da televisão, rádio, jornais, entretenimento e redes sociais definem os limites e as possibilidades do imaginário coletivo e, por extensão, do pensamento político. O surgimento das redes sociais provou ser uma faca de dois gumes. Se, por um lado, a digitalização trouxe consigo a democratização de espaços antes monopolizados pelos poderes políticos, econômicos e midiáticos, por outro, as plataformas digitais se tornaram um dos principais veículos de disseminação de mentiras e discursos de ódio.

Em tempos de desinformação, boatos e propaganda, a alfabetização midiática desempenha um papel essencial. Este programa de diploma visa fornecer aos alunos as ferramentas teóricas e práticas necessárias para compreender, questionar e desafiar a hegemonia dos poderes midiáticos a partir de uma perspectiva global e interdisciplinar.

Para tanto, abordaremos uma série de teorias e conceitos, desenvolvidos no âmbito da ciência da informação, dos estudos culturais e da ciência política, necessários para uma compreensão crítica do funcionamento da mídia. Uma vez estabelecidos os fundamentos teóricos do curso, exploraremos diferentes áreas de interesse. Primeiramente, analisaremos as estratégias de comunicação da mídia jornalística e o trabalho ideológico realizado por esse setor. Em seguida, abordaremos a necessidade de interpretar a mídia criticamente, enfatizando como o entretenimento e as redes sociais influenciam a formação do pensamento político do público. Por fim, exploraremos diferentes maneiras de desafiar a hegemonia do poder midiático a partir de espaços alternativos, como o jornalismo independente, podcasts e outros projetos audiovisuais relevantes na Espanha e na América Latina.

OBJETIVO GERAL

Adquirir as ferramentas teóricas e práticas necessárias para compreender, questionar e desafiar a hegemonia dos poderes midiáticos a partir de uma perspectiva global e interdisciplinar.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

  1. Estude os principais debates e abordagens teóricas necessárias para a compreensão do funcionamento dos principais meios de comunicação e plataformas digitais.
  2. Analise as estratégias de comunicação e o trabalho ideológico dos setores jornalístico, digital e audiovisual.
  3. Explore novas maneiras de combater a guinada à direita da mídia e das plataformas por meio do estudo e da criação de espaços midiáticos alternativos.
  4. Colocar em prática os conhecimentos teóricos adquiridos nos diferentes módulos do curso.

O Diploma Superior em Educação Midiática e Comunicação Política destina-se a estudantes de graduação e pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados ​​no tema.

  • Pablo Iglesias Turrión (Universidade Complutense de Madrid, Canal Vermelho, Espanha)
  • Assunção Bernárdez Rodal (Universidade Complutense de Madrid, Espanha)
  • Daiana Bruzzone (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)
  • Manu Levin (Canal Red, Espanha) 
  • Amparo Marroquín Parducci (Universidade Centro-Americana, El Salvador)
  • Anita Fuentes (Universidade Complutense de Madrid, Espanha) 
  • Omar Rincón (Universidade dos Andes, Colômbia) 
  • Irene Zugasti (Canal Vermelho, Espanha) 
  • Ekaitz Cancela Rodríguez (Universitat Oberta de Catalunya, Espanha) 
  • Pablo Echenique (Conselho Nacional de Pesquisa da Espanha, Diario Red, Espanha) 
  • Laura Arroyo (Canal Vermelho, Espanha) 
  • Inna Afinogenova (Canal Vermelho Espanha e América Latina) 
  • Daniela Pastrana (Diario Red América Latina, México) 
  • Nacho Ramos (Canal Red, Diario Red, Espanha)

O programa consiste em módulos de aula semanais, cada um ministrado consecutivamente e interligado. O curso combina aprendizagem síncrona e assíncrona.


Carga horária total de 128 horas.

Os módulos que compõem o diploma avançado são:

AULA 1: Por que a educação midiática é necessária?

Professor: Pablo Iglesias Turrión

Em sociedades saturadas de mídia, o poder midiático é a força ideológica, cultural e política mais relevante. A alfabetização midiática é um conjunto essencial de habilidades para o exercício da cidadania ativa. Nesta sessão, exploraremos os principais aspectos da análise crítica da mídia e trabalharemos com as técnicas mais importantes da comunicação política contemporânea.

AULA 2: Um Século de Mídia de Massa e Efeitos Políticos: Da 'Teoria da Bala' ao Poder da Audiência

Professora: Assunção Bernárdez Rodal

Desde o surgimento da mídia de massa em nossas sociedades, tem havido uma preocupação constante com seus efeitos sobre a vida social e pessoal. Nesta sessão, exploraremos diversas teorias: da Teoria da Agulha Hipodérmica aos Estudos Culturais, incluindo a Teoria dos Efeitos Limitados, a Teoria da Persuasão, a Teoria Funcionalista e a Teoria dos Usos e Gratificações. Essas perspectivas nos permitirão refletir sobre a evolução das práticas informacionais e da participação do público no debate público após a ascensão da internet.

AULA 3: Entre efeitos e afetos políticos: mídia, público/cidadania e batalhas pela soberania cultural

Professora: Daiana Bruzzone

A comunicação é um dos principais recursos estratégicos das comunidades, crucial para que as sociedades alcancem a soberania comunicacional. No contexto atual — adverso para a maioria da população — a lógica do sistema midiático se baseia nas economias da individualização e da reputação. Nesse contexto, os efeitos e impactos políticos gerados pelas corporações de mídia e plataformas tecnológicas se manifestam como polarização, discurso de ódio, desinformação, desinteresse público e erosão democrática. Em resposta, a resistência da esfera cultural, por meio da mídia popular, comunitária e pública, fomenta experiências que geram e sustentam projetos compartilhados, estabelecendo agendas que representam os interesses da maioria, onde a comunidade, a arte e o humor desempenham um papel vital.

AULA 4: Sete coisas impossíveis antes do café da manhã: desafios da alfabetização midiática na era do Bukelismo.

Professor: Amparo Marroquín Parducci

Alice riu. "Não adianta tentar", disse ela. "Você não pode acreditar em coisas impossíveis."

'Acho que você não teve muita prática', disse a Rainha. 'Quando eu tinha a sua idade,

Ele sempre fazia isso por meia hora por dia.

Nossa, às vezes já cheguei a acreditar em até seis coisas impossíveis antes do café da manhã.

- Lewis Carroll

Durante a última década, o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, se consolidou como um dos mais bem-sucedidos exemplos de comunicação política. De fato, cinco anos após assumir a presidência, seu índice de aprovação, segundo pesquisas, oscila entre 80% e 90%, tornando-o o presidente mais popular das Américas. A estratégia de popularidade de Bukele se baseia, entre outros fatores, na disseminação de uma série de narrativas temperadas com dados falsos, apelos emocionais intensos e boatos que são mais ilusões do que realidade. Como é possível cultivar a alfabetização midiática em um país onde um líder populista e sua equipe de comunicação buscam constantemente seduzir todos os públicos? Educar o público em El Salvador exigiu que nos esforçássemos para imaginar o impossível, como disse a Rainha para Alice. Esta sessão apresentará para discussão as estratégias concretas — tanto bem-sucedidas quanto malsucedidas — que desenvolvemos com uma equipe de professores, pesquisadores e jovens estudantes, em um país que vivencia uma intensa campanha midiática.

 

AULA 5: Estratégias para analisar o discurso midiático

Professor: Manu Levin

Esta aula consistirá na aplicação prática de diferentes técnicas de análise do discurso midiático, tanto quantitativas (análise de conteúdo) quanto qualitativas (análise de estrutura). preparação, definição de agenda, etc.), até exemplos específicos de conteúdo presente na mídia espanhola e latino-americana.

AULA 6: Batalhas Culturais e Guerras Contra a Cultura. A Reação da Direita Contra o Movimento "Woke"

Professora: Anita Fuentes

A palavra inglesa "woke" tem origem no vernáculo afro-americano e se refere a alguém informado, educado e consciente da injustiça social e da desigualdade racial. Embora o uso do termo remonte a 1938 com a canção "Scottsboro Boys", a expressão ultrapassou as fronteiras dos EUA com a ascensão do movimento Black Lives Matter. No entanto, o que começou como um grito de guerra para o movimento antirracista americano acabou sendo cooptado pela direita, pela extrema-direita e pelas empresas de tecnologia do Vale do Silício para silenciar as denúncias e reivindicações de grupos oprimidos. Nesta sessão, analisamos a reação contra a chamada "cultura woke". Essa rejeição, que durante anos se concentrou em criticar filmes e séries acusados ​​de suposta "inclusão forçada", intensificou-se com a recente vitória de Trump e se manifesta no desmantelamento de políticas de diversidade e inclusão, sob o argumento de defender a chamada "energia masculina".

AULA 7: Telenovelas e séries como educação sentimental popular e pop

Professor: Omar Rincón

As telenovelas são o meio pelo qual os latino-americanos contam suas próprias histórias; elas refletem muito mais a realidade do que os noticiários e se tornaram a "universidade" da nossa educação emocional, ética e política. As novas gerações consomem séries em plataformas de streaming, e é ali que somos educados emocionalmente, politicamente e eticamente dentro do capitalismo pop, ou melhor, do "yopitalismo". Nesta disciplina dissertativa, analisaremos as subjetividades, os valores, a ética e a política inscritas nas telenovelas e séries — algo semelhante às pré-modernidades da vida rural e às pós-modernidades da globalização.

AULA 8: Narrativas transformadoras no esporte e no coração

Professora: Irene Zugasti

O esporte e a informação e comunicação social, respectivamente, são frequentemente tratados como um segmento especializado da profissão ou descartados como um ramo menor dentro do campo, inclusive nos estudos de comunicação, análise de mídia e análise de conteúdo. No entanto, os veículos de comunicação dedicados a temas populares como esportes — especialmente futebol — ou fofocas sociais ou de celebridades não são apenas uma indústria midiática e cultural robusta, mas também uma poderosa ferramenta de politização e construção de discursos e identidades. Nesta sessão, abordaremos o papel e o impacto da imprensa esportiva e dos comentários sociais como dispositivos comunicativos e políticos, bem como as estratégias para criar e construir narrativas contra-hegemônicas nesses espaços.

AULA 9: Utopias Digitais: Desafiando o Poder do Vale do Silício.

Professor: Ekaitz Cancela.

Na última década, as corporações de tecnologia dos EUA renovaram a promessa moderna de progresso, reforçando a hegemonia cultural do sistema por meio de uma utopia neoliberal baseada na privatização, desregulamentação e mercantilização de todas as esferas da vida. O poder dessas empresas influencia decisivamente a economia, a política, as guerras e a crise climática, colocando-as no centro da análise do capitalismo contemporâneo. Contudo, especialmente no Sul Global, a história oferece inúmeros exemplos de países, movimentos sociais e organizações da sociedade civil que experimentaram tecnologias alternativas às corporativas, dando origem a utopias não mercantis baseadas em práticas democráticas, sustentáveis ​​e solidárias. Esta sessão se concentrará, primeiramente, nas lógicas que permitem aos capitalistas manter sua legitimidade e, posteriormente, nas experiências que contribuíram para desafiá-la.

 

AULA 10. Como criar um jornal digital de esquerda. 

Professor: Pablo Echenique

Esta disciplina abordará os aspectos políticos, editoriais e práticos que devem ser levados em consideração para criar e manter um jornal digital com linha editorial de esquerda, sem grandes recursos econômicos e com o desejo de fazer parte de um projeto político transformador mais amplo do que a própria ferramenta de mídia.

11ª AULA. Programas de notícias e debates para questionar o poder.

Professora: Laura Arroyo

Em sociedades saturadas de mídia, as disputas políticas ocorrem na própria mídia. Se algo ficou claro com a ascensão sistemática da extrema direita, que integra a internacional reacionária, é que ela compreendeu o momento e tem sido eficaz nessa batalha cultural a partir de seu bastião: a mídia. Isso ocorre por meio de seu próprio ecossistema midiático (o poder midiático reacionário), bem como pela inclusão de suas pautas preferidas na agenda pública, utilizando tanto seus veículos de comunicação afiliados quanto obtendo acesso a veículos que supostamente se opõem a ela, mas que, na realidade, cedem espaço às estratégias discursivas da atual extrema direita. Nesse contexto, nós, da esquerda, temos o dever de desenvolver estratégias discursivas e performativas capazes não apenas de romper com a estrutura de poder midiático, mas também de construir discursos que ressoem com o senso comum predominante.

Nesta sessão, discutiremos possíveis estratégias discursivas e performativas a serem utilizadas em espaços de debate audiovisual, com base em exemplos práticos.

12ª AULA: Contação de histórias. Criação de vídeos informativos e de análise de notícias.

Professora: Inna Afinogenova

Nesta sessão, abordaremos três questões-chave para a produção de vídeos analíticos informativos. Em primeiro lugar, exploraremos maneiras de apresentar informações audiovisuais que se afastem do discurso dominante da imprensa. corrente principalEm segundo lugar, analisaremos as vantagens e limitações do uso da ironia e do humor em vídeos jornalísticos contra-hegemônicos. Por fim, discutiremos a importância do rigor jornalístico, da documentação e do pensamento crítico diante de qualquer acontecimento noticioso.

AULA 13: Jornalismo feminista e pacifista

Professora: Daniela Pastrana

Nesta sessão, analisaremos como o jornalismo feminista e pacifista pode atuar como uma vacina contra as formas contemporâneas de guerra e violência. Essa abordagem contrasta com o jornalismo tradicional, herdeiro da escola anglo-saxônica do século XIX, que ainda predomina na maioria dos veículos de comunicação e permanece como o modelo ensinado em muitas escolas nas Américas. Em contraste com essa tradição, exemplos como o jornalismo do Canal Red oferecem uma perspectiva renovada, adaptada aos desafios do século XXI.

AULA 14: O podcast como voz de resistência

Professora: Anita Fuentes

A ascensão dos podcasts nas últimas décadas redefiniu a dinâmica do debate público, consolidando-se como uma ferramenta política e cultural completa. Nesta sessão, exploraremos o potencial dos podcasts como meio de resistência diante da ascensão da direita e do surgimento da manosfera, um fenômeno que tem se aproveitado da... podcasters como atores-chave na disseminação de ideias reacionárias. Nesta sessão, analisaremos as tensões decorrentes da plataformização do meio, desde sua cooptação pelas forças de mercado até o impacto da integração de imagens, e refletiremos sobre como os podcasts podem documentar o cotidiano como um ato político. Por fim, discutiremos como esse formato pode continuar sendo um espaço para o empoderamento coletivo, resistindo às dinâmicas de exclusão e mercantilização para priorizar a construção de comunidades engajadas.

AULA 15. Televisão para redes sociais.

Professor: Nacho Ramos.

Nesta aula, abordaremos a importância de pensar nos formatos de televisão também levando em consideração as redes sociais, já que plataformas como X, TikTok, Instagram, Telegram e WhatsApp são as vitrines que viralizam conteúdo e amplificam mensagens para a população.

AULA 16: Reunião de Encerramento

Professor(a): Coordenação e tutoria de equipes.

  
 

Em um único pagamento até 31/03

Em um único pagamento após 31/03

Pagamento em 3 parcelas

Centro de Membros Plenos ou Associados

185 USD

240 USD

USD 315 (3 x USD 105)

Sem link

310 USD

370 USD

USD 540 (3 x USD 180)


 
Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por cartão de crédito ou transferência bancária.

* Os residentes da Argentina pagarão o equivalente em pesos argentinos de acordo com a taxa de câmbio oficial do Banco de la Nación Argentina (BNA) no dia do pagamento. 
 
*Ao se inscrever nesta atividade de treinamento, você receberá 3 meses de acesso gratuito ao Aula CLACSO. Acesso ilimitado a todo o conteúdo. 

Você precisa estar cadastrado no Sistema Único de Cadastro da CLACSO (SUIC) e inserir seu nome de usuário e senha. Se você não estiver cadastrado, clique aqui. aquiPara acessar o formulário de inscrição, você deve clicar no botão "Inscrever-se" na página do diploma de seu interesse.

Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação por e-mail.

As aulas começarão em abril e terminarão em julho de 2025.

De 9 a 13 de junho de 2025 Nosso X Conferência Latino-Americana e Caribenha de Ciências Sociais em Bogotá, Colômbia. #CLACSO2025 (mais informação aquiPara garantir a participação de todos, planejamos uma pausa nas atividades de treinamento durante essa semana.

Todos os participantes inscritos receberão, no primeiro dia de atividades, as instruções necessárias para acessar as aulas, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio do [inserir plataforma/plataforma]. Espaço de Treinamento Virtual CLACSO.

Acessar e navegar no Ambiente Virtual de Aprendizagem é muito simples e intuitivo. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre disponível. Para dúvidas, entre em contato pelo e-mail [inserir e-mail aqui]. [email protected] 

 Você deve enviar um e-mail com a solicitação para [email protected] Enviaremos o certificado solicitado assim que possível.

Critérios excepcionais: Em casos excepcionais e nos primeiros 20 dias de início do Diploma Superior, o aluno poderá escrever para [email protected] O pedido de cancelamento de matrícula deve ser feito mediante justificativa. Após avaliação do caso, uma resposta será enviada. Se aprovado, o aluno poderá retomar o programa de Diploma Superior caso uma nova turma seja formada no ano seguinte. Após decorrido esse período desde o início do curso, nenhum pedido será aceito.

O valor pago só será reembolsado nos casos em que as instituições organizadoras decidirem cancelar a atividade. 

Sim, o diploma avançado é certificado pela CLACSO. O diploma será enviado digitalmente e é totalmente gratuito.

O pagamento pode ser feito em uma única parcela, por cartão de crédito ou transferência bancária. Também oferecemos a opção de pagamento em 3 parcelas.

Sim. Haverá descontos para estudantes pertencentes a Centros Membros da CLACSO e Centros Associados da CLACSO, para Pesquisadores Associados da CLACSO e para todos aqueles que pagarem dentro do período de desconto.

Você pode verificar se pertence a um centro de membros aqui: 

https://www.clacso.org/institucional/centros-asociados/

O programa de Diploma Avançado integra uma dinâmica de aulas assíncronas e síncronas. As aulas são predominantemente assíncronas. O cronograma das sessões síncronas será comunicado pelo coordenador do Diploma no início do programa, e a participação nessas sessões não é um pré-requisito para a aprovação.



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