Diploma Avançado em Ecologia Política e Territórios Disputados
1ª Turma | Modalidade Virtual
COORDENAÇÃO ACADÊMICA
Ana María De Veintimilla (Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo, Equador) | Antonia Manresa Axisa (Universidade de Durham, Inglaterra)
CORPO DOCENTE
Ana María De Veintimilla (Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo, Equador) | Antonia Manresa Axisa (Universidade de Durham, Inglaterra) | Alberto Acosta (Pacto Ecossocial e Intercultural do Sul, Equador) Nathalia Bonilla (Coletivo de Ação Ecológica e Coletivo de Antropólogos, Equador) Elena Gálvez (Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal) | Geovana Lasso (Universidade Andina Simón Bolívar / Membro do Coletivo Agroecológico do Equador) | Horacio Machado Aráoz (CONICET, Argentina) Catalina Pérez Toro (Universidade Nacional da Colômbia) Jeremy Rayner (Instituto Max Planck de Antropologia Social, Alemanha) Leonardo Rossi (CONICET, Argentina) | Juan Pablo Soler (Organização CENSAT-AGUA VIVA, Colômbia) Fernanda Solíz Torres (Universidade Andina Simón Bolívar, Colômbia) Emiliano Terán Mantovani (Centro de Estudos para o Desenvolvimento, Universidade Central da Venezuela / Observatório de Ecologia Política da Venezuela) | Ivonne Yánez (Coletivo de Ação Ecológica, Equador) | Felipe Bonilla (Coletivo de Ação Ecológica, Equador)
Formato virtual | Agosto a novembro de 2026
Início: 19/08/2026 | Inscrição: 15/05/2026 a 18/08/2026
Com o apoio de:
Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo
O Diploma Avançado em Ecologia Política e Territórios Disputados visa proporcionar formação crítica e contextualizada sobre os principais problemas socioecológicos no Equador e na América Latina, as lutas pela defesa dos bens comuns e da vida no contexto da crise civilizatória. Através da participação de organizações ambientais e das contribuições de autores latino-americanos de referência em Ecologia Política, o programa oferece um espaço para historicizar, refletir e trocar ideias sobre as múltiplas dimensões dos conflitos socioecológicos, a expansão das atividades extrativistas, os projetos de mega-infraestrutura e o agronegócio, as lutas dos povos para defender seus territórios e as propostas pós-extrativistas do Sul Global.
Historicamente, a América Latina tem sido uma região-chave na lógica do capitalismo global, por meio da exploração sistemática de seu povo e da natureza. Esse problema se intensificou com a consolidação do modelo extrativista, que agora expande as fronteiras das indústrias extrativas, abrindo novas áreas para a extração mineral, enquanto a exploração de petróleo e do agronegócio continua, gerando graves impactos socioambientais, deslocamentos forçados e a destruição das possibilidades de reprodução da vida, afetando mulheres e povos indígenas, camponeses e comunidades rurais e urbanas.
A Ecologia Política Latino-Americana, como campo interdisciplinar e transdisciplinar, tem sido fundamental para a compreensão e denúncia dessas dinâmicas, ao mesmo tempo que articula elementos-chave para a transformação ecossocial. A partir de uma perspectiva crítica, decolonial e territorial, essa abordagem analisa as relações de poder que estruturam os conflitos ecológicos, bem como a resistência e as propostas que emergem de mulheres, comunidades e povos em defesa da produção da vida coletiva e da natureza.
Figuras de destaque como Héctor Alimonda, Maristella Svampa, Enrique Leff, Esperanza Martínez, Arturo Escobar, Joan Martínez Alier, Horacio Machado Aráoz, Walter Porto Gonçalves e Catalina Toro, entre muitos outros, juntamente com organizações e movimentos sociais, desenvolveram reflexões profundas, ferramentas e estruturas analíticas e políticas que conectam ecologia, economia, cultura e poder. Seu trabalho oferece ferramentas fundamentais para a consideração de paradigmas alternativos centrados no cuidado com a vida e no engajamento ético com o planeta, como o Buen Vivir (Bom Viver), os Direitos da Natureza, a justiça ambiental e a interculturalidade, entre outros.
Este diploma avançado faz parte da tradição crítica da CLACSO e busca fortalecer os processos de formação e pesquisa comprometidos com a transformação ecossocial da região, a partir de propostas comunitárias, movimentos sociais, academia engajada e coletivos ambientais.
OBJETIVO GERAL
Contribuir para a formação crítica, política e metodológica de ativistas, líderes territoriais, defensores da natureza, membros de organizações sociais, estudantes e pessoas interessadas, por meio de uma abordagem interdisciplinar da Ecologia Política Latino-Americana, que permita compreender as relações entre colonialidade, natureza e poder, analisar conflitos socioambientais contemporâneos e fortalecer as capacidades de ação coletiva e a construção de alternativas a partir dos territórios.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Analisar os fundamentos teóricos, históricos e ontológicos da Ecologia Política Latino-Americana, reconhecendo suas ligações com a colonialidade da natureza, as disputas epistemológicas e os debates sobre as ontologias da Terra.
- Compreender a dinâmica do extrativismo, a financeirização da natureza e as novas formas de colonização verde, bem como seus impactos socioambientais, territoriais, alimentares e metabólicos na América Latina.
- Analisando os conflitos socioambientais a partir de uma perspectiva geopolítica, ecológica e sociometabólica, considerando as relações entre água, energia, minerais, alimentos, trabalho, conhecimento e território.
- Tornar visíveis as lutas e a resistência dos povos e comunidades locais, com ênfase no papel das mulheres na defesa da floresta, do mar, da saúde coletiva e dos bens comuns.
- Para aprofundar o estudo da Ecologia Política como um campo de ação coletiva, é necessário explorar ferramentas para pensar sobre a ação coletiva.
- Refletindo sobre o pós-extrativismo diante do desenvolvimento hegemônico, incorporando as contribuições dos direitos da natureza, dos direitos dos povos, do pós-extrativismo, das energias comunitárias e da agroecologia.
- Fortalecimento da perspectiva de saúde coletiva e natureza a partir da Ecologia Política, com base em experiências de pesquisa-ação participativa com comunidades afetadas por conflitos socioambientais.
- Promover o intercâmbio entre o conhecimento acadêmico, o conhecimento comunitário, as metodologias plurais e as ações políticas, favorecendo a produção de conhecimento situado e plural a partir dos territórios.
O Diploma Superior em Ecologia Política e Territórios Disputados destina-se a estudantes de graduação e pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de sindicatos, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados no tema.
O programa consiste em 5 módulos de 3 aulas semanais cada, ministradas consecutivamente e interligadas.
Carga horária total de 128 horas.
Os módulos que compõem o Diploma Superior são:
- Aula 1: A entidade “América” e a colonialidade da Natureza. Debates sobre ontologias da Terra.
Professores: Horacio Machado Araóz e Leonardo Rossi
A invenção da "América" foi um ato colonial que definiu esse território não como um espaço de civilizações, mas como "natureza pura", como uma geografia, matéria-prima, território a ser conquistado. Assim, analisamos a natureza na modernidade, onde se constrói uma ontologia que separa os seres humanos da natureza, transformando-a em uma entidade passiva, explorável e mercantilizável. Revisitamos o conceito de "colonialidade" para explicar como os padrões de poder do colonialismo persistem mesmo após a independência política, perpetuando relações assimétricas. A colonialidade da natureza implica a imposição de uma visão eurocêntrica, utilitarista e cientificista da Terra, tornando invisíveis outras formas de relações humano-ambientais. Questionamos a noção de "Antropoceno" (a era do homem) e propomos considerar o termo "Capitaloceno". Por fim, trazemos à tona perspectivas de que a atual crise ecológica tem suas raízes no século XVI com a conquista da América, um marco que reconfigurou o metabolismo global do capital. - Aula 2: Ecologia Política como campo de disputa epistemológica e política. Contribuições do pensamento ambiental crítico na América.
Professores: Horacio Machado Araóz e Leonardo Rossi
Nesta disciplina, a Ecologia Política é analisada como um campo de batalha fundamental onde se contestam as formas de conceber, habitar e atribuir significado à natureza, intrinsecamente ligadas às lutas sociais contra o extrativismo na América Latina. Propomos uma crítica profunda à racionalidade moderno-colonial que reduz a "Natureza" a "recursos naturais" ou meras mercadorias. - Aula 3: A Terra como uma comunidade de comunidades coexistentes: Geometabolismo e Sociometabolismo
Professores: Horacio Machado Araóz e Leonardo Rossi
Esta disciplina explora a ideia de uma ontologia relacional, baseando-se em cosmovisões andinas e correntes do ambientalismo popular. Refletimos sobre a Terra não como um conjunto de "recursos" para exploração, mas como uma teia da vida onde os seres humanos são parte integrante de uma comunidade complexa; chamamos a isso de "Terra que Sente e Pensa". Analisaremos o sociometabolismo do capital versus o geometabolismo, enquadrando a atual crise ecológica como uma "fratura metabólica", onde o metabolismo social capitalista (sociometabolismo) destrói os ritmos e as formas da natureza (geometabolismo).
- Aula 4: Regimes extrativistas na América Latina: Megaprojetos, ecologias de desapropriação e conflitos socioambientais
Professor: Emiliano Terán Mantovani
Na América Latina e no Caribe, está ocorrendo uma significativa reorganização geoeconômica do território em torno do extrativismo: uma expansão em direção às novas “fronteiras de commodities”, na qual a mineração em larga escala se incorpora entre as atividades econômicas mais importantes. Este curso analisa as características da atual expansão das fronteiras extrativistas sob a perspectiva da ecologia política e da economia ecológica. Serão examinadas também algumas modalidades discursivas de apropriação da natureza e territorialização derivadas dessa política sobre o “tecido da vida”. Além disso, serão destacadas algumas consequências e implicações potenciais desses processos, com ênfase nos danos socioambientais e nos diversos conflitos e disputas que eles geram. - Aula 5: Geopolítica, extrativismo marinho, militarização e a luta pela defesa do mar
Professora: Catalina Pérez Toro
Esta disciplina analisa, por meio da pesquisa conduzida pela Professora Catalina Pérez Toro, a geopolítica do extrativismo marinho e suas ameaças aos processos de autodeterminação dos povos indígenas. A história do colonialismo na América Latina se expressa na forma como a geopolítica do desenvolvimento extrativista em escala planetária é compreendida (sob a perspectiva da história e filosofia ambiental, da economia política, dos estudos culturais e da geografia crítica da América Latina) como um modelo de extração da natureza e desapropriação dos povos (corpos, mentes, saberes, territórios), dentro de relações de produção estruturadas pelo processo de incessante acumulação de capital. A partir dessa perspectiva histórico-política ecológica, o extrativismo será analisado não apenas como um modo de produção, mas como uma forma de participação no desenvolvimento do capitalismo global, por meio de uma concentração e centralização do poder econômico, político e cognitivo que desloca os processos históricos de construção de modos e estilos de convivência entre sociedade e natureza, expressos no saber, na tecnologia, na organização social e nas elaborações míticas e simbólicas. - Aula 6: Financeirização da natureza e novas formas de colonização verde
Professora: Ivonne Yánez
Esta disciplina explora a ideia de uma ontologia relacional, baseando-se em cosmovisões andinas e correntes do ambientalismo popular. Refletimos sobre a Terra não como um conjunto de "recursos" para exploração, mas como uma teia da vida onde os seres humanos são parte integrante de uma comunidade complexa; chamamos a isso de "Terra que Sente e Pensa". Analisaremos o sociometabolismo do capital versus o geometabolismo, enquadrando a atual crise ecológica como uma "fratura metabólica", onde o metabolismo social capitalista (sociometabolismo) destrói os ritmos e as formas da natureza (geometabolismo).
- Aula 7: Ferramentas para pensar sobre ação coletiva
Instrutor: Jeremy Rayner
Esta disciplina oferece ferramentas para refletir sobre a ação coletiva. Algumas delas focam na resistência e na construção de poder "de baixo para cima" em territórios específicos; outras centram-se na política como um espaço público de liberdade e expressão pluralista; outras ainda representam uma mudança paradigmática na teoria econômica e política, demonstrando que as comunidades podem gerir recursos compartilhados de forma sustentável, sem privatização ou controle estatal centralizado. A disciplina apresentará diversas abordagens à ação coletiva de vários autores e examinará estudos de caso específicos de processos de organização social na América Latina. - Aula 8: Lutas de mulheres camponesas e comunidades afrodescendentes em defesa da floresta de Chocó
Professora: Natalia Bonilla
Esta aula aborda a luta das comunidades afro-equatorianas e indígenas para defender a floresta do Chocó, um ecossistema megadiverso considerado um dos dez hotspots de biodiversidade do mundo. Atualmente, tanto o ecossistema quanto seus habitantes enfrentam ameaças significativas devido à extração agroindustrial de óleo de palma. Essa atividade, que tem raízes no racismo estrutural — um conceito que será abordado na aula —, tem um efeito palpável, embora não exclusivo: a destruição de fontes vitais de subsistência por meio da devastação ambiental.
Serão analisadas também as estratégias das comunidades e das mulheres para defender seus territórios, assim como as ações das empresas de óleo de palma para manter o controle territorial, aproveitando-se da fragilidade do sistema judiciário, da corrupção e de seu poder político e econômico. - Aula 9: De território de recursos a território sujeito: Emancipação da natureza do regime de commodities
Professora: Elena Gálvez
Esta disciplina aborda diversos conceitos, incluindo o regime de mercantilização e o território-recurso, bem como a transição do território-recurso para o território-como-sujeito. Essa análise representa uma mudança epistêmica e política fundamental na América Latina, buscando a emancipação da natureza e das comunidades do regime extrativista de mercantilização. Essa mudança propõe deixar de ver a natureza como uma fonte inesgotável de matérias-primas para exportação e reconhecê-la como uma entidade viva, detentora de direitos e um tecido que sustenta a vida. Explora a ideia de território como sujeito e as novas subjetividades que ela engloba.
- 10ª aula: Direitos dos povos e direitos da natureza para a transição ecossocial
Professor: Alberto Acosta
Esta palestra, proferida por Alberto Acosta, uma das figuras de proa no reconhecimento dos Direitos da Natureza, propõe uma reconfiguração radical da relação entre o ser humano e a natureza, essencial para uma transição ecossocial. Sua proposta baseia-se na superação do antropocentrismo, do extrativismo e da visão tradicional de "desenvolvimento", propondo o Sumak Kawsay (Bom Viver) como uma alternativa civilizacional. Acosta analisa a ligação entre os direitos da natureza e os direitos dos povos indígenas à soberania sobre seus territórios, incorporando elementos de sua cosmovisão e a ecologia política do cuidado com a terra e a interdependência da vida humana com ela. Ele se concentra em uma crítica à desapropriação, uma reflexão sobre a transição e sobre o extrativismo, abrindo o debate sobre propostas pós-extrativistas a partir da perspectiva das comunidades indígenas. - Aula 11: Saúde coletiva e ecologia política: experiências de pesquisa-ação participativa com comunidades afetadas por conflitos socioambientais
Professora: Fernanda Solíz Torres
Esta disciplina analisa os conceitos de determinantes sociais da saúde, a relação entre sociedade e natureza, os conflitos socioambientais e suas graves consequências. Também oferece reflexões sobre o metabolismo social capitalista em casos específicos, como resíduos e saúde pública.
Apresenta experiências de pesquisa-ação participativa com comunidades afetadas por diferentes indústrias e pelo Estado, abrindo um debate sobre o que significam justiça ambiental, organização social, trabalho coletivo e compartilhado. - Aula 12: Transições pós-extrativas: Energias comunitárias, desafios e oportunidades
Professor: Juan Pablo Soler
Esta disciplina analisa o modelo energético predominante, baseado na queima de combustíveis fósseis, e seus impactos na crise climática. Descreve seus impactos irreversíveis, como deslocamento forçado, extinção de comunidades inteiras, poluição da água, desequilíbrio climático global, efeitos nocivos à saúde e à cultura das comunidades locais, perda de biodiversidade e violação sistemática dos direitos humanos. Em resposta, apresenta estudos de caso de diversas organizações comunitárias de base que desenvolveram práticas e processos transformadores para desafiar o modelo energético vigente. Também descreve e analisa a implementação de iniciativas de energia comunitária, juntamente com uma proposta de programa de capacitação em energia comunitária para agricultores envolvidos em movimentos sociais.
- Aula 13: Metodologias de pesquisa-ação participativa e mapeamento colaborativo para a defesa de nossos territórios contra o extrativismo.
Professoras: Geovanna Lasso e Ana María de Veintimilla
Esta disciplina oferece uma visão geral de diversas metodologias sob as perspectivas da ecologia política e da geografia crítica, como a pesquisa-ação participativa e o mapeamento colaborativo, com o objetivo de contribuir para o fortalecimento dos processos de defesa territorial de comunidades e povos contra as indústrias extrativistas, incluindo mineração, extração de petróleo e agronegócio. Por meio de um diálogo entre duas experiências concretas, os aspectos positivos dessas metodologias são destacados, permitindo-nos vislumbrar coletivamente novos horizontes emancipatórios a partir de nossos próprios conhecimentos e práticas, e encontrando no diálogo com o "outro" uma porta de entrada para o aprendizado descolonizador. - Aula 14: Diálogo entre duas experiências de pesquisa participativa: Agroecologia e suas geografias de resistência ao extrativismo e Receitas de Resistência
Professoras: Geovanna Lasso e Ana María de Veintimilla
Dando continuidade ao diálogo iniciado na aula anterior, esta aula apresenta duas experiências de pesquisa participativa sob as perspectivas da ecologia política e da geografia crítica. Uma delas é do Coletivo Agroecológico do Equador, que explica a metodologia de mapeamento colaborativo com 13 organizações no Equador. Nesse caso, são discutidos os resultados da pesquisa e do mapeamento de territórios agroecológicos, juntamente com ideias como geografias da resistência, condições materiais de vida e reprodução do trabalho de cuidado, e subjetividades políticas em ressonância com seus contextos e territórios específicos. O outro projeto de pesquisa participativa, "Receitas de Resistência", apresenta a experiência de criação de um livro de receitas com mulheres defensoras do meio ambiente de diversos territórios do Equador afetados pelo extrativismo, e explora a culinária como estratégia para sustentar a defesa dos territórios e fomentar a unidade. - Aula 15: Resistência criativa ao extrativismo: arte, comunidade e ação política
Professor: Felipe Bonilla Ramos
Esta disciplina oferece conhecimento sobre teatro espontâneo na luta ativista em defesa da natureza. Ela descreve tipos de ações de protesto por meio da arte e da criatividade, através da não violência ativa e da ocupação do espaço público. Também aborda práticas de democracia direta, como consultas populares em favor da natureza e contra o extrativismo, evocando imagens que apelam à sensibilidade humana em relação à nossa conexão com a Terra.
- Ana María De Veintimilla (Instituto de Estudos Ecológicos do Terceiro Mundo, Equador)
- Antonia Manresa Axisa (Universidade de Durham, Inglaterra)
- Imagem de espaço reservado de Alberto Acosta (Pacto Ecossocial e Intercultural do Sul, Equador)
- Nathalia Bonilla (Coletivo de Ação Ecológica e Coletivo de Antropólogos, Equador)
- Elena Gálvez (Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, Portugal)
- Laço Geovana (Universidade Andina Simón Bolívar / Membro do Coletivo Agroecológico do Equador)
- Horacio Machado Aráoz (CONICET, Argentina)
- Catalina Pérez Toro (Universidade Nacional da Colômbia)
- Jeremy Rayner (Instituto Max Planck de Antropologia Social, Alemanha)
- Leonardo Rossi (CONICET, Argentina)
- Juan Pablo Soler (Organização CENSAT-AGUA VIVA, Colômbia)
- Fernanda Solíz Torres (Universidade Andina Simón Bolívar, Colômbia)
- Emiliano Terán Mantovani (Centro de Estudos para o Desenvolvimento, Universidade Central da Venezuela / Observatório de Ecologia Política da Venezuela)
- Ivonne Yanez (Coletivo de Ação Ecológica, Equador)
- Felipe Bonilla (Coletivo de Ação Ecológica, Equador)
| Inscrições antecipadas (até 07/07) | Inscrições gerais (6 a 12 de maio) | Inscrições sem desconto (de 13 a 19 de maio) | Pagamento em 3 parcelas | |
| Centro de Membros Plenos ou Associados | 190 USD | 260 USD | 340 USD | USD 420 (3 x USD 140) |
| Sem link | 340 USD | USD 410 | 460 USD | USD 630 (3 x USD 210) |
* Os residentes da Argentina pagarão o equivalente em pesos argentinos de acordo com a taxa de câmbio oficial do Banco de la Nación Argentina (BNA) no dia do pagamento.
Você precisa estar cadastrado no Sistema Único de Cadastro da CLACSO (SUIC) e inserir seu nome de usuário e senha. Se você não estiver cadastrado, clique aqui. aquiPara acessar o formulário de inscrição, você deve clicar no botão "Inscrever-se" na página do diploma de seu interesse.
Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação por e-mail.
As aulas começarão em agosto e terminarão em dezembro de 2026.
Todos os participantes inscritos receberão, no primeiro dia de atividades, as instruções necessárias para acessar as aulas, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio do [inserir plataforma/plataforma]. Espaço de Treinamento Virtual CLACSO.
Acessar e navegar no Ambiente Virtual de Aprendizagem é muito simples e intuitivo. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre disponível. Para dúvidas, entre em contato pelo e-mail [inserir e-mail aqui]. [email protected]
Você deve enviar um e-mail com a solicitação para [email protected] Enviaremos o certificado solicitado assim que possível.
Critérios excepcionais: Em casos excepcionais e nos primeiros 20 dias de início do Diploma Superior, o aluno poderá escrever para [email protected] O pedido de cancelamento de matrícula deve ser feito mediante justificativa. Após avaliação do caso, uma resposta será enviada. Se aprovado, o aluno poderá retomar o programa de Diploma Superior caso uma nova turma seja formada no ano seguinte. Após decorrido esse período desde o início do curso, nenhum pedido será aceito.
O valor pago só será reembolsado nos casos em que as instituições organizadoras decidirem cancelar a atividade.
Sim, o diploma avançado é certificado pela CLACSO. O diploma será enviado digitalmente e é totalmente gratuito.
O pagamento pode ser feito em uma única parcela, por cartão de crédito ou transferência bancária. Também oferecemos a opção de pagamento em 3 parcelas.
Sim. Haverá descontos para estudantes pertencentes a Centros Membros da CLACSO e Centros Associados da CLACSO, para Pesquisadores Associados da CLACSO e para todos aqueles que pagarem dentro do período de desconto.
Você pode verificar se pertence a um centro de membros aqui:
O programa de Diploma Avançado integra uma dinâmica de aulas assíncronas e síncronas. As aulas são predominantemente assíncronas. O cronograma das sessões síncronas será comunicado pelo coordenador do Diploma no início do programa, e a participação nessas sessões não é um pré-requisito para a aprovação.
Consultas: WhatsApp: +54 9 11 3880 – 1388
E-mail: [email protected]