Ciências sociais no Brasil de Bolsonaro

 Ciências sociais no Brasil de Bolsonaro

Professora de História na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e professora do Instituto de Ciências Políticas da Universidade de Brasília, a pesquisadora Flávia Biroli preside a Associação Brasileira de Ciências Políticas, onde coordena o Grupo de Pesquisa em Democracia e Desigualdade. Em passagem por Buenos Aires, ela falou à CLACSO TV sobre os cortes e perseguições nas universidades do país, denunciando "o bloqueio do financiamento necessário para manter as atividades das universidades públicas" desde a chegada de Jair Bolsonaro ao governo.

Flávia Biroli foi editora da Revista Brasileira de Ciência Política (2009-2016), vice-diretora do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília (2011-2015) e diretora da Associação Nacional de Pós-Graduandos e Pesquisadores em Ciências Sociais (2011-12). Também foi membro do Grupo Consultivo da Sociedade Civil da ONU Mulheres no Brasil (2016-2018). Ela publicou, entre outros, os livros «Convexa Caleidoscópio: mulheres, mídia e política» (UNESP, 2011, com Luis Felipe Miguel), «Autonomia e desigualdades de gênero: contribuições feministas para a crítica democrática» (UFF e Editora Horizonte, 2013), «Família: novos conceitos» (Perseo Abramo, 2014), «Feminismo e política: uma introdução» (Editora Boitempo, 2014, com Luis Felipe Miguel), «Notícias de controvérsia: a mídia, a democracia e a formação de preferências» (Contexto, 2017, com Luis Felipe Miguel) e «Desigualdades de gênero: limites da democracia no Brasil» (Editora Boitempo, 2018).