Branquituras / Brancura
O que significa ser branco na América Latina? Este novo livro, fruto de uma colaboração com a MECILA, aborda uma questão historicamente ignorada, focando nas diversas formas e contextos que a branquitude assume na região. Não se trata apenas de atributos físicos, mas também de estruturas de privilégio, afetos, práticas culturais e narrativas nacionais que sustentaram o racismo sob o disfarce de mestiçagem e harmonia. A partir de uma perspectiva crítica e coletiva do Sul Global, esta obra reúne pesquisas pioneiras que exploram as dinâmicas cotidianas e históricas do privilégio branco no Brasil, México, Colômbia, Chile e outros contextos.
Mário Augusto Medeiros da Silva, Patrícia de Santana Pinho, Roosbelinda Cárdenas e Hugo Cerón-Anaya (eds.)
O que significa ser branco na América Latina? O livro Branquitudes/Blanquitudes: Diálogos Latino-Americanos sobre Convivialidade e Desigualdade responde a uma questão historicamente ignorada, focando nas diversas formas que a branquitude assume na região. Não se trata apenas de atributos físicos, mas também de estruturas de privilégio, afetos, práticas culturais e narrativas nacionais que sustentaram o racismo sob o disfarce de mestiçagem e harmonia. A partir de uma perspectiva crítica e coletiva do Sul Global, esta obra reúne pesquisas pioneiras que abordam as estruturas cotidianas e históricas do privilégio branco no Brasil, México, Colômbia, Chile e outros contextos. Longe de replicar estruturas eurocêntricas, introduz categorias como “branquitude extraordinária”, “branquitudegrafia” e “raça confessional”, que permitem uma compreensão renovada das relações entre racismo, convivialidade e neoliberalismo. Com vozes de diferentes gerações, disciplinas e países, esta obra nos convida a descentralizar o debate racial e a pensar a América Latina a partir de suas próprias condições históricas, sociais e epistêmicas, a fim de ampliar as fronteiras do pensamento crítico global. Mara Viveros Vigoya (Universidade Nacional da Colômbia).
