Em resposta à violência estatal no Equador

 Em resposta à violência estatal no Equador

Do Grupo de Trabalho da CLACSO: O Estado como uma Contradição Denunciamos e condenamos veementemente o grave escalada da violência estatal por parte do Governo As ações de Daniel Noboa contra as mobilizações sociais. Essa repressão alarmante inclui militarização de territórios indígenas e cidades inteiras, uso desproporcional da força contra manifestantes pacíficos, povos indígenas, agricultores, estudantes, prisões arbitrárias, criminalização de líderes e execuções extrajudiciais, como a do líder comunitário Efraín Fuerez.

La crise generalizada e medidas econômicas Medidas executivas, como a eliminação do subsídio ao diesel, exacerbaram o descontentamento entre os setores mais pobres e vulneráveis ​​do país, gerando a protestos que estão em vigor desde 21 de setembro.

Nós nos juntamos à declaração da comunidade internacional de direitos humanos, redes acadêmicas, movimentos sociais e organizações multilaterais em sua afirmação de que Essas ações constituem graves violações dos direitos humanos e dos direitos dos povos indígenas. e lembre-se disso seus direitos, o direito de protestar e de resistir Está protegido por múltiplos instrumentos.
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Da mesma forma Exigimos do Governo equatoriano:

• Retirada imediata das forças militares e policiais das áreas mobilizadas e dos territórios indígenas, e cessação da repressão.
•Proteção para defensores dos direitos humanos, jornalistas e líderes sociais perseguidos.
• Investigação independente de todas as violações dos direitos humanos.
• Libertação das pessoas detidas por exercerem o seu direito de protesto.
• Restabelecimento dos direitos violados.
• Proteção para defensores dos direitos humanos, jornalistas e líderes sociais perseguidos.

O protesto pacífico é um direito fundamental. A militarização, estratégia de controle estatal disseminada por toda a América Latina, não pode ser a resposta de um Estado democrático. Hoje, mais do que nunca, o Equador precisa de justiça, dignidade e diálogo.

O povo equatoriano não está sozinho! O Equador resiste! O Equador não se rende!

15 outubro 2025
Grupo de Trabalho CLACSO: O Estado como uma contradição

Este texto expressa a posição do referido Grupo de Trabalho e não necessariamente a dos centros e instituições que compõem a rede internacional CLACSO, seu Comitê Diretivo ou seu Secretariado Executivo.