Quatro anos após o assassinato de Marielle Franco

Quatro anos se passaram desde o assassinato de Marielle Franco, e o Estado e o sistema judiciário brasileiros continuam a ignorar o fato e ainda não forneceram respostas sobre quem ordenou seu assassinato.
Socióloga, feminista e ativista pelos direitos humanos e pelos direitos das mulheres negras no Brasil, Marielle foi assassinada a tiros na noite de 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro. Ela tinha 38 anos. Na época, denunciava a violência nas favelas e as ações de grupos paramilitares.
Desde então, sua imagem cresceu imensamente, e na CLACSO mantemos viva a chama de seu exemplo e ensinamentos. Unimo-nos àqueles que exigem respostas das autoridades responsáveis pela investigação deste crime hediondo, que também vitimou o motorista Anderson Gomes. Sem dúvida, o caso tornou-se um símbolo da impunidade no Brasil contemporâneo.
Em memória de Marielle Franco, neste 14 de março, Lula da Silva publicou: “Hoje fazem 4 anos do assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Um crime brutal e político. Ainda não sabemos quem são os autores. Continuamos a exigir justiça! A luta de Marielle não foi em vão.”
“O assassinato de Marielle Franco, vereadora e ativista dos direitos civis, teve um mentor. Quatro anos depois, o nome da pessoa que ordenou os tiros em seu rosto, da maneira mais covarde possível, não foi revelado. Os fascistas estão comemorando. Repugnante”, compartilhou ele em seu Twitter.
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