15M, Greve Geral da Educação no Brasil
Os cortes na educação pública anunciados pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, resultaram em uma reação que, talvez, o governo federal não esperasse: uma união de estudantes, professores, pesquisadores e profissionais que atuam como educadores, desde a educação básica até a pós-graduação. Neste quarto dia do 15º Dia Nacional de Mobilização pela Educação Pública e de Qualidade, todos se unem nessas cidades tão diversas do Brasil.
Para Maria Caramez Carlotto, representante da Associação de Professores da Universidade Federal do ABC (UFABC), o apoio dado ao dia de paralisação pelo Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo demonstra a importância do movimento. “Quando chegam os comunicados convocando para o dia de mobilização, é porque todos concordam que esse dia está sendo realizado nas universidades, institutos federais e escolas de todo o Brasil”, pondera.
O novo Ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou um duro ataque à educação brasileira: um corte de 30% não será repassado às universidades e institutos federais. Ele também emitiu uma declaração de cortes drásticos nas áreas de Filosofia e Ciências Sociais, numa tentativa de limitar o pensamento crítico.
Os ataques de Bolsonaro e de seu novo ministro da Educação, Abraham Weintraub, provocarão reações diversas em todo o Brasil. Inicialmente convocado para demonstrar a insatisfação de dois educadores com a Reforma da Previdência, o Greve Nacional da Educação ganhou novos adeptos nas últimas semanas.
15M, Greve geral da educação no Brasil
Os cortes na educação pública anunciados pelo presidente Jair Bolsonaro e pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, provocaram uma reação que o governo federal não previa: uma frente unida de estudantes, professores, pesquisadores e profissionais da educação, da educação básica à pós-graduação. Nesta quarta-feira, dia 15, Dia Nacional de Mobilização pela Educação Pública e Qualidade, todos se unem em manifestações em cidades de todo o Brasil.
Para María Caramez Carlotto, representante da Associação de Professores da Universidade Federal do ABC (UFABC), o apoio dado ao dia de greve pelo Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo demonstra a importância do movimento. "Quando os reitores começam a convidar as pessoas para o dia de mobilização, aí sim se vê a unanimidade, já que esse dia está acontecendo em universidades, institutos federais e escolas de todo o Brasil", reflete.
O novo Ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou um duro ataque à educação brasileira: um corte de 30% no financiamento de universidades e institutos federais. Ele também anunciou cortes nos departamentos de Filosofia e Ciências Sociais, numa tentativa de sufocar o pensamento crítico.
Os ataques de Bolsonaro e de seu novo Ministro da Educação, Abraham Weintraub, provocaram reações negativas em todo o Brasil. Inicialmente convocada para demonstrar a insatisfação dos educadores com a Reforma da Previdência, a Greve Nacional da Educação ganhou novos adeptos nas últimas semanas.