14 de marzo, 2020

Somos todos Marielle Franco


Dois anos após o seu assassinato

Mulher, negra, bissexual, defensora das minorias, nascida na favela e ativista dos direitos humanos, a memória da vereadora brasileira Marielle Franco está mais viva do que nunca dois anos depois do seu assassinato, crime ainda sem respostas e para o qual seguimos pedindo justiça.

Marielle Franco, membro do Partido Socialismo e Liberdade, foi baleada em 14 de março de 2018, junto com seu motorista, Anderson Gomes, depois de participar de um evento de mulheres negras no centro do Rio de Janeiro.

Dois anos após a sua partida física, Marielle Franco continua presente em todas as manifestações, salas de aula e conferências, nas lutas pelos direitos dos negros, das mulheres e da comunidade LGBT que soube liderar tão bem.

Neste 14 de março de 2020, vários setores da sociedade civil no Brasil convocaram manifestações para lembrar os dois anos do crime e pedir Justiça para Franco e Gomes.

Em CLACSO, celebramos e reivindicamos a luta de todas as Marielles anônimas do mundo que foram assassinadas pela arma da discriminação racial e política.

Somos todos Marielle Franco.


Todas y todos somos Marielle Franco
A dos años de su asesinato

Mujer, negra, bisexual, defensora de las minorías, nacida en una favela y activista de derechos humanos, la memoria de la concejala brasileña Marielle Franco sigue más viva que nunca a dos años de su asesinato, un crimen aún sin esclarecer y por el que se sigue clamando justicia.

Marielle Franco, militante del Partido Socialismo y Libertad, fue acribillada el 14 de marzo de 2018 junto a su conductor, Anderson Gomes, tras participar en un acto de mujeres negras en el centro de Río de Janeiro.

A dos años de su partida física, Marielle Franco sigue presente en cada manifestación, aula y conferencia, en las luchas por los derechos de los negros, las mujeres y la comunidad LGTB que ella supo encabezar.

Este 14 de marzo de 2020, diversos sectores de la sociedad civil en Brasil han convocado manifestaciones para recordar los dos años del crimen y pedir Justicia para Franco y Gomes.

Desde CLACSO, conmemoramos y reivindicamos la lucha de todas las Marielle anónimas en el mundo que fueron asesinadas por el arma de la discriminación racial y política.

Todas y todos somos Marielle Franco.


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