Memórias coletivas, direitos humanos e resistência

 Memórias coletivas, direitos humanos e resistência

3ª Turnê (2021-2022) | Segunda chamada

MODO VIRTUAL

Especialização: 40 créditos, 360 horas/cadeira

Curso internacional:
9 créditos, 90 horas/cadeira

Duração:
Fevereiro a dezembro de 2022

A certificação da Especialização e do Curso Internacional será realizada pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil) e pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso).


COORDENAÇÃO GERAL
Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile)

COORDENAÇÃO ACADÊMICA
Belén Rojas (LCSP, Universidade Paris Diderot, França)

COMISSÃO ACADÊMICA
Andrea Azevedo (Flacso, Brasil), Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile e CLACSO), Pilar Calveiro Garrido (Universidade Autônoma da Cidade do México) e Peter Winn (Universidade Tufts, Estados Unidos)

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA
Belén Rojas (LCSP, Universidade Paris Diderot, França)
Andrea Azevedo (Flacso, Brasil)


A preocupação com a memória coletiva surge em sociedades que buscam deixar para trás a violência de uma guerra, de confrontos armados ou de uma luta para construir formas democráticas de convivência. A memória coletiva é proposta como parte do mecanismo de transição, como estratégia de reparação pelos danos causados ​​pela violência e como elemento que permitiria que a violência jamais se repetisse. Portanto, no século XXI, a preocupação com o tema desloca as reflexões sobre a violência e seus efeitos traumáticos, a fim de buscar a compreensão do presente a partir de sua articulação com o passado. A preocupação central não reside exclusivamente na recuperação da memória das vítimas de violações de direitos humanos, mas na multiplicidade de vozes que criam narrativas sobre o passado, na recuperação não apenas de experiências humanas, mas sobretudo de lutas e resistências, e sua articulação com processos como as relações de gênero e os processos migratórios.

Partimos do pressuposto de que a memória coletiva constitui um campo de conflito onde o que está em questão não são apenas as interpretações do passado, mas os significados de quem somos como sociedade e nossos futuros possíveis. A força simbólica da memória reside em seu caráter produtor de sujeitos, relações e imaginações sociais, um poder que se torna uma fonte potencial de resistência, instabilidade e transformação. Mais ou menos, o simples fato de nomear ou esboçar certos eventos não garante seu caráter transformador, mas depende da capacidade de suas práticas de enfatizar os versos hegemônicos vigentes em uma dada ordem social. Assumindo esse desafio, neste espaço de formação buscamos analisar conjuntamente as ações em que nos engajamos no mundo, problematizando os versos do passado que elas produzem e, ao mesmo tempo, promovendo a construção de novas interpretações e significados que incentivem formas diversas e móveis de produção de sujeitos sociais. O ressurgimento de regimes autoritários na América Latina torna urgente não apenas relembrar a violência que exercem em nossa história recente, mas também compreender os elementos que contribuem para sua restauração.

Utilizando sempre a memória como chave para a compreensão, exploraremos suas articulações com as lutas políticas que não estão presentes. Façamos uma reflexão crítica sobre a construção e os usos políticos dos espaços de memória, a categoria de desaparecimento forçado e seus usos atuais, bem como o fenômeno das migrações contemporâneas. Convidamos você a pensar sobre as possíveis relações entre memória e gênero, a partir de uma perspectiva feminista.

 

OBJETIVOS GERAIS

Conhecer e compreender os debates contemporâneos sobre a memória coletiva, suas políticas e práticas; bem como as relações entre esta e a violência contemporânea, especialmente aquelas relacionadas à ação política, à violência de gênero e aos processos migratórios.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Descubra e analise experiências de desenvolvimento e implementação de políticas de memória, direitos humanos e práticas de resistência na América Latina.
Reflete criticamente sobre:
1. As articulações entre os processos de memória coletiva e as lutas políticas na América Latina.
2. As potencialidades que os espaços de memória têm para intervir não questionam dois dilemas atuais que envolvem novas formas de violência ou violação de direitos.
3. Para articular o campo da memória e as perspectivas de gênero e feministas, costumo considerar as consequências teóricas, metodológicas e políticas dessa estrutura.
4. A transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento a partir de sua transnacionalização e usos atuais em diversos contextos.
5. As potencialidades da análise inseridas entre as memórias coletivas e as migrações para enfatizar as compreensões tradicionais de ambos os fenômenos e abrir espaços para sua reconsideração.
6. As articulações entre lutas políticas e a elaboração de memórias na arte latino-americana

A Especialização em Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resiliências terá duração anual e exigirá certificação para a realização de um seminário intensivo, um curso internacional e dois seminários virtuais eletivos da oferta curricular, além de um escritório de apoio para a elaboração do trabalho final e a elaboração de uma monografia final.

Os alunos da especialização e do curso internacional contarão com o apoio de tutores e orientadores acadêmicos que acompanharão os seminários virtuais e os guiarão na realização de seus trabalhos finais.

Após a conclusão de dois seminários, os alunos terão um prazo de quatro meses para entregar o trabalho final. Caso ainda precisem concluir créditos, esse prazo também será utilizado para isso.

Especialização com Certificação: 360 horas no Curso Internacional ou um total de 90 horas.


Pilar Calveiro (Universidade Autônoma da Cidade do México)
Pilar Calveiro (Universidade Autônoma da Cidade do México)
Ana Cacopardo (Universidade de Lanús, Argentina)
Ana Cacopardo (Universidade de Lanús, Argentina)
Ricard Vinyes (Universidade de Barcelona)
Ricard Vinyes (Universidade de Barcelona)
Margarita Vannini (Universidade Centro-Americana, Nicarágua)
Margarita Vannini (Universidade Centro-Americana, Nicarágua)
Lupicinio Iñiguez (Universidade Autônoma de Barcelona)
Lupicinio Iñiguez (Universidade Autônoma de Barcelona)
Alejandro Castillejo (Universidade dos Andes, Colômbia)
Alejandro Castillejo (Universidade dos Andes, Colômbia)
Bruno Groppo (Centro Nacional de Pesquisa Científica, França)
Bruno Groppo (Centro Nacional de Pesquisa Científica, França)
Javier Trimboli (Universidade Pedagógica Nacional, Argentina)
Javier Trimboli (Universidade Pedagógica Nacional, Argentina)
Ana_Rüsche (FLACSO, Brasil)
Ana Rüsche (FLACSO, Brasil)
 
Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)
Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)
Ana Barletta (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)
Ana Barletta (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)
Belén Rojas (Universidade Paris Diderot - Paris 7, França)
Belén Rojas (Universidade Paris Diderot - Paris 7, França)
Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona)
Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona)
Loreto Lopez (Universidade do Chile)
Loreto Lopez (Universidade do Chile)
Caterine Galaz (Universidade do Chile)
Caterine Galaz (Universidade do Chile)
Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires, Argentina)
Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires, Argentina)

Os seminários virtuais serão oferecidos igualmente em espanhol, português ou inglês. A bibliografia poderá ser apresentada nas três línguas oficiais do curso, de acordo com a disponibilidade. Como dois alunos participam dos fóruns de discussão, estes também podem ser utilizados em diferentes idiomas. O trabalho monográfico final poderá ser em espanhol, português ou inglês.

 

Debates atuais sobre memórias coletivas, gênero e direitos humanos

Esta unidade curricular visa dialogar sobre os conhecimentos e experiências produzidos em torno de dois processos de memória coletiva: as práticas de resistência e os Direitos Humanos. Contará com a participação de pensadores de diversas disciplinas e contextos, que abordarão a análise desses dois processos de memória coletiva em relação às políticas públicas, gênero e feminismo, arte e cultura, processos migratórios, Direitos Humanos, violência política, práticas de resistência, museus, lugares de memória e monumentos.

Coordenação

Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile, Chile)

Eu resumir: Na América Latina, o conceito de memória coletiva tem sido associado à reflexão sobre a violência política de guerras, confrontos armados e ditaduras militares nas últimas décadas. O enfrentamento da violência no passado resultou no desenvolvimento de políticas de memória, entendidas tanto como políticas de Estado quanto como ações políticas de organizações sociais ou grupos políticos envolvidos no processo de rememoração dos conflitos políticos vivenciados em seus contextos locais. Analisaremos alguns casos emblemáticos em nossa região, como Nicarágua, Colômbia, Argentina e Chile.

Veremos como, nos contextos atuais, em diferentes regiões e países da América Latina, as diversas práticas de resistência aos cenários vigentes de exploração, expropriação, concentração de riqueza e violência pública e privada remetem a uma memória que recupera os diferentes saberes da luta política, tornando-se uma memória ativa. Não se trata de um contexto global; a resistência tende a ser local. Faremos uma revisão e análise das experiências de resistência no México e no interior andino do Peru, Argentina e Chile.

Uma análise crítica das políticas de memória implementadas em diferentes países da América Latina leva-nos a argumentar que, apesar das significativas contribuições para a compreensão dos processos autoritários, ditaduras e transições políticas na região, bem como para o enfrentamento e a elaboração das consequências que estes acarretam para a sociedade e para as pessoas, o grande desafio reside em decodificar ou estabelecer conexões com as novas realidades sociopolíticas que se desenvolvem na região, à medida que novos desdobramentos da violência política e formas de resistência se articulam.

No entanto, analisar experiências de resistência em que a memória se transforma em um recurso político para agir na ausência nos ajudará a repensar a memória como um agente que contribui para a transformação.

Coordenação:  Isabel Piper (Universidade do Chile)

Eu resumir: O curso aborda a relação entre gênero e memória, enfatizando duas formas de compreender essa articulação: por um lado, a compreensão da memória coletiva construída por sujeitos de gênero e, por outro, a exploração de diferentes abordagens feministas presentes nesse campo de estudo. Nessa perspectiva, analisamos as memórias preparadas por ativistas, guerrilheiros, vítimas e outros agentes sociais em relação às suas posições de gênero não presentes e não passadas; bem como as continuidades e descontinuidades de dois pais e as dinâmicas de gênero que ocorrem em eventos significativos que eles narram.

Por meio dessas análises, busca-se analisar exercícios de contramemória (ARFUCH, 2013; LUONGO, 2013) ou memórias subalternas que enfatizam temas e perspectivas pouco explorados nas memórias hegemônicas: por exemplo, visualizar como as ordens de gênero são desestabilizadas ou preservadas na construção dessas memórias, ou como processos híbridos de emoção, ação política e resistência à rememoração de certos eventos e contextos são estruturados. É necessário compreender que os sujeitos das memórias são agentes multiposicionais que se articulam por meio de eventos/espaços (ZALAQUET, 2011).

Por fim, o curso analisará diversos estudos sobre a memória coletiva de países ibero-americanos que refletem precisamente uma perspectiva de gênero na compreensão de dois processos de construção da memória coletiva: tornar visíveis as experiências – de vitimização e/ou resistência política – que são silenciadas por uma memória hegemônica masculinizada e heterossexista, ou instalar entendimentos de gênero do passado por meio de uma leitura crítica das formas como diferentes episódios são narrados a partir do presente.

Coordenação: Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona, ​​Espanha) e Caterine Galaz (Universidade do Chile)

Eu resumir: O objetivo desta unidade curricular é dialogar com os processos de memória coletiva e migração, com o intuito de elucidar novos contornos que nos permitam compreender melhor a complexidade de cada um, no contexto da globalização e do capitalismo avançado.

Neste sentido, abordaremos as nuances particulares de dois problemas considerados fundamentais para os estudos da memória, como lugares e comemorações; disputas entre relatos oficiais e relatos informativos; museificação e patrimonialização. Também com o objetivo de examinar dinâmicas como memórias em lugar e “em lugar nenhum” das migrações; de questionar duas imaginações de exclusão e os limites do pertencimento; iniciativas culturais como alternativas para lidar com tensões políticas, seu caráter conflituoso e também seu potencial.

Da mesma forma, vamos nos deparar com problemas que não estudamos nas migrações contemporâneas, como a diáspora e os espaços transnacionais; a subjetividade dos migrantes e os impactos dos regimes de mobilidade em seu futuro. Busca-se analisar a tensão das fronteiras nacionais como contornos da memória coletiva e o potencial das memórias e contramemórias na configuração da resistência à subordinação e nas articulações das diferenças (BRAIDOTTI, 2006), durante as trajetórias migratórias.

Coordenação: Belén Rojas (Universidade de Utrecht, Holanda)

Eu resumir: O curso reflete sobre a genealogia, a transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento. Utilizada nos casos da Argentina, do Chile ou do Uruguai na década de 70, no México ou na Colômbia hoje, e há muito esquecida na Guerra Civil Espanhola, na Alemanha nazista na década de 40, no Camboja sob o Khmer Vermelho na década de 70 ou na Bósnia durante a guerra na década de 90, são casos que são chamados de desaparecimentos e sumidades.

Coordenação: Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)

 

Eu resumir: Este seminário busca refletir sobre as maneiras pelas quais as sociedades latino-americanas enfrentaram a violência política no passado, como os distúrbios ou conflitos armados internos vivenciados ao longo do século XX e parte do século XXI, por exemplo, dois processos de memória empreendidos por diferentes atores sociais. Por meio deste seminário, abordaremos as formas públicas de memória construídas sobre a violência passada, analisando criticamente os processos de memória implementados em diferentes países da região, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, questionando o presente dessas sociedades, em particular no que diz respeito à nova violência e aos conflitos atuais.

Coordenação: Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires, Argentina) e Loreto López (Universidade do Chile)

Eu resumir: Este seminário busca refletir sobre as maneiras pelas quais as sociedades latino-americanas enfrentaram a violência política no passado, como os distúrbios ou conflitos armados internos vivenciados ao longo do século XX e parte do século XXI, por exemplo, dois processos de memória empreendidos por diferentes atores sociais. Por meio deste seminário, abordaremos as formas públicas de memória construídas sobre a violência passada, analisando criticamente os processos de memória implementados em diferentes países da região, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, questionando o presente dessas sociedades, em particular no que diz respeito à nova violência e aos conflitos atuais.

Coordenação: Ana María Barletta e Emmanuel Kahan (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)

Eu resumir: Este curso tem como objetivo abordar a memória da história e das lutas populares na produção estética latino-americana em suas diferentes formas: nas artes visuais, na música popular, na poesia, na literatura, no cinema e no teatro.


Coordenação: Ana Rüsche (Flacso, Brasil)

O gabinete é um espaço de formação destinado a orientar a preparação do trabalho final de especialização em monografia. Os alunos receberão acompanhamento e orientação na elaboração do objeto de análise, na sua tradução em um problema prático de estudo, na construção de um plano de trabalho, no desenvolvimento de redes argumentativas e na definição de conclusões analíticas. Estas tarefas serão realizadas individualmente e coletivamente, por meio da troca de ideias entre pares e com o professor responsável pelo gabinete, através do fórum de discussão. O objetivo do gabinete é produzir o esboço do trabalho final da especialização. O trabalho final de especialização poderá ser escrito em espanhol ou português.

 

CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO E INTERNACIONAL - 3ª TURMA | Segunda chamada (2022)  
   
feb-22   Seminário intensivo                
mar-22   Seminário Opcional I "Desaparecimentos: uma categoria latino-americana transnacionalizada" Seminário Opcional I "Espaço e memória: passados ​​de violência política na América Latina" Seminário Opcional I "História recente, usos públicos do passado e presente coletivo" Seminário Opcional I "Lutas e a memória na arte latino-americana"        
         
         
         
         
         
         
         
         
         
abr-22 Curso Internacional “Debates atuais sobre memórias coletivas, gênero e direitos humanos”          
may-22          
Jun-22          
         
         
jul-22                  
ago-22                  
Set-22           Escritório de apoio para a preparação do trabalho final Seminário Opcional II "Memórias coletivas e lutas políticas" Seminário Opcional II "Memórias coletivas e perspectivas feministas" Seminário Opcional II "Memórias de Migrantes"
         
         
         
         
oct-22            
nov-22            
dic-22              

CM Pleno: Você pertence a um Centro Plenário de Membros da CLACSO.

Associado de CM: Você pertence a um Centro Associado à CLACSO.

Link do Sem: Você não possui nenhum vínculo com a CLACSO.

  Pagamento em parcela até 01/21

Pagamento de encomenda após 01/22

Pagamento em 3 parcelas
CM Pleno 400 USD 570 USD USD 750 (3 x USD 250)
Associado de CM 530 USD 700 USD USD 1020 (3 x USD 340)
Ligação Sem 660 USD 960 USD USD 1290 (3 x USD 430)

Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por carta de crédito, depósito ou transferência bancária.

A certificação da Especialização e do Curso Internacional será realizada pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso Brasil) e pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (Clacso).

CM Pleno: Você pertence a um Centro Membro Plenário da CLACSO.

Associado de CM: Você pertence a um Centro Associado à CLACSO.

Link do Sem: Você não possui nenhum vínculo com a CLACSO.

 

  Pagamento em parcela até 01/21

Pagamento de encomenda após 01/22

Pagamento em 3 parcelas
CM Pleno 115 USD 230 USD USD 315 (3 x USD 105)
Associado de CM 175 USD 290 USD USD 360 (3 x USD 140)
Ligação Sem 240 USD 360 USD USD 450 (3 x USD 180)

Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por carta de crédito, depósito ou transferência bancária.

 

O Curso de Especialização Internacional destina-se a estudantes de graduação e pós-graduação; professores de todas as idades; ativistas e militantes de organizações sindicais, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos e agentes da área jurídica, trabalhadores diaristas, comunicadores e consultores de imprensa; membros e líderes de organizações não governamentais e profissionais interessados ​​no assunto.

Para participar, você precisa se cadastrar no site.

As inscrições estarão abertas entre 12 de dezembro e 11 de fevereiro.

Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação por e-mail.

Caso alguma das sessões de treinamento obrigatórias não seja concluída, em todos os casos, um valor adicional deverá ser pago para recuperar o crédito mencionado.

Caso o aluno decida não participar da Especialização ou do Curso Internacional antes do seu início formal, poderá solicitar o reembolso da taxa de inscrição. A CLACSO calculará o valor equivalente a 10% das despesas administrativas.

Critérios excepcionais: Em casos excepcionais, durante os dois primeiros meses do início da especialização, é possível solicitar o desligamento do curso e o retorno no ano seguinte. Em todos os casos, as razões que justificam a solicitação devem ser apresentadas por escrito. Após dois meses do início do curso, não será mais possível solicitar esse procedimento.

Caso o aluno decida não frequentar o Curso Internacional ou de Especialização antes do seu início formal, poderá solicitar o reembolso da taxa de inscrição. A CLACSO calculará o valor equivalente a 10% das despesas administrativas. Após esse período, não haverá reembolso integral.

As obras das salas de aula começarão em fevereiro de 2022 e serão concluídas em dezembro de 2022.

Todos os participantes inscritos receberão as instruções necessárias para acessar as salas de aula, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio do Espaço de Treinamento Virtual da CLACSO.

O acesso à plataforma de treinamento virtual é feito de forma simples e intuitiva. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre à sua disposição.

Você deve credenciar o Curso Internacional, dois (2) Seminários Virtuais eletivos, um escritório de apoio para realizar o trabalho final e realizar o trabalho final.

Para obter o título de Especialização, você deve concluir um trabalho monográfico final. O serviço de apoio à conclusão do trabalho final é obrigatório e irá auxiliá-lo durante todo o processo.

Você deve participar das aulas e atividades propostas pelos professores e realizar o trabalho monográfico final.

No entanto, o Curso de Especialização Internacional exige certificados da Flacso Brasil e da CLACSO.

A especialização tem uma carga horária total de 360 ​​horas e um curso internacional de 90 horas.

A entrega da declaração de conclusão será feita digitalmente e é totalmente gratuita. Da mesma forma, em formato físico, poderá ser obtida gratuitamente na sede da CLACSO, em Buenos Aires, ou nas sedes da Flacso no Brasil (Brasília, Rio de Janeiro ou São Paulo).

O diploma internacional de Especialista é emitido pela Secretaria-Geral do Flacso, localizada na Costa Rica. Os valores e procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados na página do Flacso Brasil: https://flacso.org.br/?page_id=24376

A especialização no Curso Internacional exige credenciais da Flacso Brasil e da CLACSO.

O diploma internacional de Especialista é emitido pela Secretaria-Geral do Flacso, localizada na Costa Rica. Os valores e procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados na página do Flacso Brasil: https://flacso.org.br/?page_id=24376.

Consulte a tabela de preços e modalidades, disponível acima.

Caso a certificação internacional não seja emitida pela Secretaria Geral da Flacso, será cobrada uma taxa adicional.*

 

*A emissão do diploma impresso, juntamente com o histórico escolar, custa USD 200,00 (dois dólares). O valor inclui o envio de duas vias impressas e autenticadas para o endereço residencial do aluno. Os procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados na página do Flacso Brasil: https://flacso.org.br/?page_id=24376.



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