Memórias coletivas, direitos humanos e resistência

3ª Turma | Modalidade virtual (2021-2022)
MODALIDADE VIRTUAL
Especialização: 40 créditos, 360 horas de aula
Curso internacional: 9 créditos, 90 horas de aula
Duração: Setembro de 2021 a agosto de 2022
O credenciamento e a certificação da Especialização e do Curso Internacional serão realizados pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO) e pela Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (FLACSO Brasil).
COORDENAÇÃO GERAL:
Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile)
COORDENAÇÃO ACADÊMICA:
Belén Rojas (LCSP, Universidade Paris Diderot, França)
COMISSÃO ACADÊMICA: Andrea Azevedo (FLACSO, Brasil), Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile e CLACSO), Pilar Calveiro Garrido (Universidade Autônoma da Cidade do México) e Peter Winn (Universidade Tufts, Estados Unidos)
COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA:
Belén Rojas (LCSP, Universidade Paris Diderot, França)
Andrea Azevedo (FLACSO, Brasil)
A preocupação com a memória coletiva surge em sociedades que buscam superar a violência da guerra, dos conflitos armados ou das ditaduras para construir formas democráticas de coexistência. A memória coletiva é apresentada como parte do processo de transição, como uma estratégia para reparar os danos causados pela violência e como um elemento que garantiria que tais atos de violência jamais se repitam. Contudo, no século XXI, o foco dessa questão está se deslocando das reflexões sobre a violência e seus efeitos traumáticos para uma busca pela compreensão do presente por meio de sua conexão com o passado. A preocupação central não se limita mais à recuperação da memória das vítimas de violações dos direitos humanos, mas sim à multiplicidade de vozes que constroem narrativas sobre o passado, e à recuperação não apenas das experiências de dor, mas, sobretudo, das lutas e da resistência, e sua conexão com processos como as relações de gênero e a migração.
Partimos do pressuposto de que a memória coletiva constitui um campo de conflito onde o que está em jogo não são apenas as interpretações do passado, mas também os significados de quem somos como sociedade e de nossos futuros possíveis. O poder simbólico da memória reside em sua capacidade de produzir sujeitos, relações e imaginários sociais – um poder que a torna uma fonte potencial de resistência, instabilidade e transformação. Mas o mero ato de lembrar ou esquecer certos eventos não garante seu caráter transformador; antes, isso depende da capacidade de suas práticas de desafiar as versões hegemônicas prevalecentes dentro de uma dada ordem social. Abraçando esse desafio, neste espaço educativo buscamos analisar conjuntamente as ações que empreendemos ao lembrar, problematizando as versões do passado que elas produzem e, ao mesmo tempo, promovendo a construção de novas interpretações e significados que alimentem diferentes e dinâmicas formas de produção de sujeitos sociais. O ressurgimento de regimes autoritários na América Latina torna urgente não apenas lembrar a violência que perpetraram em nossa história recente, mas também compreender os elementos que contribuíram para seu restabelecimento.
Utilizando sempre a memória como chave para a compreensão, exploraremos suas conexões com as lutas políticas em curso no presente. Refletiremos criticamente sobre a construção e os usos políticos dos espaços de memória, a categoria de desaparecimento forçado e suas aplicações atuais, bem como o fenômeno das migrações contemporâneas. Convidamos você a considerar as possíveis relações entre memória e gênero a partir de uma perspectiva feminista.
OBJETIVOS GERAIS
Conhecer e compreender os debates contemporâneos sobre a memória coletiva, suas políticas e práticas, bem como as relações entre ela e a violência contemporânea, especialmente aquelas relacionadas à ação política, à violência de gênero e aos processos migratórios.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
- Descrever e analisar experiências de desenvolvimento e implementação de políticas de memória, direitos humanos e práticas de resistência na América Latina.
- Reflita criticamente sobre:
1. As relações entre os processos de memória coletiva e as lutas políticas na América Latina.
2. O potencial dos espaços de memória para intervir no debate sobre dilemas atuais envolvendo novas formas de violência ou violações de direitos.
3. A articulação do campo da memória com as perspectivas de gênero e feministas, levando em consideração as consequências teóricas, metodológicas e políticas dessa estrutura.
4. A transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento com base em sua transnacionalização e usos atuais em diversos contextos.
5. O potencial da análise interligada entre memórias coletivas e migrações para desafiar as compreensões tradicionais de ambos os fenômenos e abrir espaços para sua reconsideração.
6. As relações entre as lutas políticas e a elaboração de memórias na arte latino-americana
A especialização destina-se a estudantes de pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de organizações, movimentos e partidos políticos; funcionários públicos; profissionais da imprensa; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados nas áreas da memória, direitos humanos, feminismo e organizações de migrantes e afins à sua defesa.
















A Especialização em Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistência terá duração de um ano e, para sua acreditação, exige a conclusão de: um seminário intensivo, um Curso Internacional e dois seminários virtuais eletivos do currículo; uma oficina de apoio à escrita; e a elaboração de uma monografia final.
Os alunos dos cursos de especialização e internacionais contarão com o apoio de tutores acadêmicos que os acompanharão nos seminários virtuais e os orientarão na conclusão de seus projetos finais.
Após a conclusão dos seminários, os alunos terão quatro meses para entregar o projeto final. Caso ainda precisem concluir algum crédito, também terão quatro meses para fazê-lo.
A especialização certifica 360 horas/cátedra de trabalho; o curso internacional, 90 horas/cátedra.
Os seminários online serão oferecidos em espanhol, português ou inglês. Os materiais do curso poderão ser disponibilizados em qualquer um dos três idiomas oficiais do curso, dependendo da disponibilidade. As contribuições dos alunos nos fóruns de discussão também poderão ser feitas nesses idiomas. O trabalho de pesquisa final poderá ser escrito em espanhol, português ou inglês.
“Debates atuais em torno de memórias coletivas, gênero e direitos humanos”
Resumo: Este curso visa fomentar o diálogo entre o conhecimento e as experiências que envolvem os processos de memória coletiva, as práticas de resistência e os direitos humanos. Contará com a participação de pensadores de diversas disciplinas e contextos, que analisarão os processos de memória coletiva em relação a: políticas públicas, gênero e feminismo, arte e cultura, processos migratórios, direitos humanos, violência política, práticas de resistência, museus, memoriais e monumentos.
Coordenação: Isabel Piper Shafir (Universidade do Chile)
Resumo: Na América Latina, o conceito de memória coletiva tem sido associado à reflexão sobre a violência política das guerras, conflitos armados e ditaduras militares das últimas décadas. O confronto com esses passados violentos levou ao desenvolvimento de políticas de memória, entendidas tanto como políticas de Estado quanto como ações políticas empreendidas por organizações sociais ou grupos políticos envolvidos na preservação da memória dos conflitos políticos vivenciados em seus contextos locais. Analisaremos alguns casos emblemáticos em nossa região, como Nicarágua, Colômbia, Argentina e Chile.
Analisaremos como, nos contextos atuais de diferentes regiões e países da América Latina, diversas práticas de resistência diante da exploração, da desapropriação, da concentração de riqueza e da violência pública e privada se baseiam em uma memória coletiva que recupera as várias formas de saber da luta política, transformando-se em uma memória ativa. No contexto global, os movimentos de resistência tendem a ser locais. Revisaremos e analisaremos experiências de resistência no México e nos Andes peruanos, argentinos e chilenos.
A análise crítica das políticas de memória implementadas em diferentes países da América Latina leva-nos a argumentar que, apesar das contribuições significativas para a compreensão dos processos autoritários, ditaduras e transições políticas na região, bem como para o enfrentamento e a elaboração das consequências que estes tiveram na sociedade e nos indivíduos, persiste o desafio de compreender, decodificar ou estabelecer ligações com as novas realidades sociopolíticas que se desenvolvem na região, nas quais se articulam novas e antigas formas de violência e resistência política.
No entanto, analisar experiências de resistência em que a memória se transforma em um recurso político para agir no presente nos ajudará a repensar a memória como um agente que contribui para a transformação.
Coordenação: Isabel Piper (Universidade do Chile)
Resumo: O curso aborda a relação entre gênero e memória, enfatizando duas maneiras de compreender essa conexão: primeiro, entendendo a memória coletiva como construída por sujeitos generificados e, segundo, explorando diferentes abordagens feministas presentes nesse campo de estudo. Nessa perspectiva, analisamos as memórias construídas por ativistas, guerrilheiros, vítimas e outros atores sociais em relação às suas posições de gênero tanto no presente quanto no passado; bem como as continuidades e descontinuidades dos papéis e dinâmicas de gênero que ocorreram em eventos significativos que eles relatam.
Por meio dessas análises, buscamos examinar exercícios de contramemória (Arfuch, 2013; Luongo, 2013) ou memórias subalternas que enfatizam temas e perspectivas pouco explorados nas narrativas hegemônicas: por exemplo, visualizando como as estruturas de gênero são desestabilizadas ou preservadas na construção dessas memórias, ou como processos híbridos de afetividade, ação política e resistência são estruturados ao se recordar certos eventos e contextos. Isso porque entendemos que os sujeitos das memórias são agentes multiposicionais que estão conectados por meio de eventos/espaços (Zalaquet, 2011).
Por fim, o curso analisará diversos estudos sobre memória coletiva de países ibero-americanos que incorporam precisamente uma perspectiva de gênero na compreensão dos processos de construção da memória coletiva, seja para tornar visíveis experiências – de vitimização e/ou resistência política – que foram silenciadas por uma memória hegemônica, masculinizada e heterossexista, seja para estabelecer entendimentos de gênero do passado por meio de uma leitura crítica das maneiras como diferentes episódios são narrados a partir do presente.
Coordenação: Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona) e Caterine Galaz (Universidade do Chile)
Resumo: O objetivo deste curso é colocar em diálogo os processos de memória coletiva e migrações, visando iluminar novas facetas que nos permitam compreender melhor a complexidade de cada um, num contexto de globalização e capitalismo avançado.
Nesse sentido, abordaremos as nuances específicas de questões consideradas fundamentais pelos estudos da memória, como lugares e comemorações; as disputas entre memórias oficiais e não oficiais; e a museificação e a preservação do patrimônio. Isso será feito com o objetivo de examinar dinâmicas como memórias sem lugar e o "não-lugar" das migrações; o questionamento dos imaginários de exclusão e os limites do pertencimento; e as iniciativas culturais como alternativas para a gestão de tensões políticas, sua natureza conflituosa e também seu potencial.
Também examinaremos questões que estão ganhando destaque no estudo das migrações contemporâneas, como diáspora e espaços transnacionais; a subjetividade migrante e os impactos dos regimes de mobilidade em seu desenvolvimento. Isso nos permitirá analisar a tensão em torno das fronteiras nacionais como contornos da memória coletiva; e o potencial das memórias e contramemórias na formação da resistência à subordinação e na articulação de relações baseadas na diferença (Braidotti, 2006) durante as trajetórias migratórias.
Coordenação: Belén Rojas - Universidade de Utrecht, Holanda)
Resumo: O curso reflete sobre a genealogia, a transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento. Ela foi utilizada para descrever casos na Argentina, no Chile e no Uruguai na década de 70, no México e na Colômbia atualmente e, olhando ainda mais para trás, na Guerra Civil Espanhola, na Alemanha nazista na década de 40, no Camboja do Khmer Vermelho na década de 70 e na Bósnia durante a guerra na década de 90. Existem centenas, milhares, milhões de casos que são referidos como desaparecimentos e pessoas desaparecidas.
Coordenação: Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)
Resumo: Este seminário busca refletir sobre como as sociedades latino-americanas confrontaram suas experiências passadas de violência política — sejam ditaduras ou conflitos armados internos — durante os séculos XX e XXI, por meio dos processos de memorialização empreendidos por diversos atores sociais. Através deste seminário, exploraremos as formas públicas de memória construídas a partir desses passados violentos, analisando a capacidade crítica dos processos de memorialização implementados em diferentes países da região, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, para questionar o presente dessas sociedades, particularmente no que diz respeito às novas formas de violência e aos conflitos atuais.
Coordenação: Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires) e Loreto López (Universidade do Chile)
Resumo: Este curso visa explorar os usos públicos do passado e as interpretações políticas da memória coletiva, a fim de compreender como os significados, as práticas e as políticas da memória e do esquecimento são construídos na esfera pública por organizações da sociedade civil, intelectuais e agências estatais. Nesse sentido, descreverá e analisará — por meio de diversos casos empíricos e em múltiplas escalas — os usos públicos do passado através dos quais os atores intervieram no passado e continuam a intervir no presente.
Coordenação: Ana María Barletta e Emmanuel Kahan (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)
Resumo:Este curso tem como objetivo abordar a memória da história e das lutas populares na produção estética latino-americana em suas diversas formas: artes visuais, música popular, poesia, literatura, cinema e teatro.
Coordenação:Ana Rüsche (Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais, Brasil)
Resumo: A oficina é um espaço de formação concebido para orientar o desenvolvimento da monografia final da especialização. Apoiará os alunos na definição do seu objeto de análise, na sua tradução num problema de investigação viável, na construção de um plano de trabalho, no desenvolvimento de quadros argumentativos e na formulação de conclusões analíticas. Estas tarefas serão realizadas individualmente e em grupo, através da troca de ideias entre pares e com o instrutor da oficina, seguindo um formato de fórum de discussão. O objetivo da oficina é produzir uma versão preliminar da monografia final da especialização. A monografia final poderá ser escrita em espanhol, português ou inglês.
2021-2022
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Especialização em memórias coletivas, direitos humanos e resistência. |
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sep-21 |
Curso internacional “Debates atuais em torno de memórias coletivas, gênero e direitos humanos” |
Seminário opcional "Memórias de Migrantes" |
Seminário opcional "Memórias coletivas e lutas políticas" |
Seminário opcional "Memórias coletivas e perspectivas feministas" |
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oct-21 |
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nov-21 |
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dic-21 |
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ene-22 |
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feb-22 |
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mar-22 |
Seminário opcional "Desaparecimentos. Uma categoria latino-americana transnacionalizada" |
Seminário opcional "Espaço e memória: passados de violência política na América Latina" |
Seminário opcional "História recente, usos públicos do passado e ação coletiva" |
Seminário opcional "Lutas e memória na arte latino-americana" |
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abr-22 |
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may-22 |
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Jun-22 |
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Workshop apoio para a preparação do TIF |
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jul-22 |
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ago-22 |
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CM PlenosSe você pertence a um Centro membro pleno da CLACSO.
CM Associates: Sim Você pertence a um Centro Associado CLACSO.
Sem linkSe você NÃO tem alguma dessas ligações com CLACSO.
| Um pagamento antes de 10/09 |
Um pagamento após 10/09 |
Pagamento em 3 parcelas | |
| CM Plenos | 400 USD | 500 USD | USD 660 (3 x USD 220) |
| CM Associates | 450 USD | 600 USD | USD 870 (3 x USD 290) |
| Sem link | 500 USD | 800 USD | USD 1080 (3 x USD 360) |
Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por cartão de crédito, depósito ou transferência bancária.
CM PlenosSe você pertence a um Centro de Membros Plenos da CLACSO
CM Associates: Sim Você pertence a um Centro Associado CLACSO
Sem linkSe você NÃO tem alguma dessas ligações com CLASSO
| Um pagamento até 10/09 |
Um pagamento após 10/09 |
Pagamento em 3 parcelas | |
| CM Plenos | 150 USD | 200 USD | USD 270 (3 x USD 90) |
| CM Associates | 200 USD | 250 USD | USD 360 (3 x USD 120) |
| Sem link | 250 USD | 320 USD | USD 450 (3 x USD 150) |
Em todos os casos, o pagamento pode ser feito por cartão de crédito, depósito ou transferência bancária.
O credenciamento e a certificação da Especialização e do Curso Internacional serão realizados pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO).
As propostas de formação destinam-se a estudantes universitários de licenciatura e pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de organizações sindicais, movimentos sociais e partidos políticos; funcionários públicos e profissionais da área jurídica; jornalistas, comunicadores e trabalhadores da imprensa; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados no tema.
Para participar, é essencial que você se inscreva através do site.
As inscrições estarão abertas entre 8 de julho e 21 de setembro.
Após a conclusão do processo de inscrição, você receberá uma confirmação por e-mail.
Caso haja alguma das sessões de treinamento obrigatórias em atraso, em todos os casos, um valor adicional deverá ser pago para que o crédito possa ser recuperado.
Caso o aluno decida não se matricular na Especialização ou no Curso Internacional antes da data oficial de início, poderá solicitar o reembolso das taxas de matrícula. A CLACSO reterá o equivalente a 10% para cobrir custos administrativos.
Critérios excepcionais: Em casos excepcionais, e durante os dois primeiros meses da especialização, os alunos podem solicitar o desligamento da turma e retornar no ano seguinte. Em todos os casos, os motivos da solicitação devem ser apresentados por escrito. Nenhuma solicitação será aceita após dois meses do início do curso.
Caso o aluno decida não se matricular na especialização ou no curso internacional antes da data oficial de início, poderá solicitar o reembolso da taxa de matrícula. A CLACSO reterá o equivalente a 10% para cobrir custos administrativos. Não haverá reembolso após o início do curso.
As aulas começarão em setembro de 2021 e terminarão em agosto de 2022.
Todos os participantes inscritos receberão as instruções necessárias para acessar as aulas, a bibliografia e os fóruns de discussão por meio do Espaço de Treinamento Virtual da CLACSO.
Acessar e navegar no Ambiente Virtual de Aprendizagem é muito simples e intuitivo. Em qualquer caso, uma equipe de suporte técnico e acadêmico estará sempre à sua disposição.
Você deve ser aprovado no Curso Internacional, em dois (2) Seminários Virtuais eletivos, no workshop metodológico e concluir o trabalho integrativo final.
Para obter o grau de Especialização, você deve concluir uma monografia final. O workshop metodológico é obrigatório e tem como objetivo auxiliá-lo na elaboração deste projeto final.
Você deve participar das aulas e atividades propostas pelos professores e concluir a monografia final.
Sim, a Especialização e o Curso Internacional são certificados pela CLACSO e pela Flacso Brasil.
A especialização tem uma carga horária total de 360 horas e o curso internacional, 90 horas.
O certificado de conclusão será enviado digitalmente e é totalmente gratuito.
O diploma de Especialista Internacional é emitido pela Secretaria Geral da FLACSO, localizada na Costa Rica. As taxas e os procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados no site da FLACSO Brasil: https://flacso.org.br/?page_id=24434
A especialização é credenciada pela CLACSO e pela FLACSO Brasil.
O diploma de Especialista Internacional é emitido pela Secretaria Geral da FLACSO, localizada na Costa Rica. As taxas e os procedimentos para emissão e envio do diploma internacional podem ser consultados no site da FLACSO Brasil: https://flacso.org.br/?page_id=24434
Veja a tabela de preços e opções acima.
Se desejar obter a certificação da FLACSO, será necessário pagar uma taxa adicional.*
Para quem desejar solicitar apenas o diploma, o custo é de USD 160,00 (cento e sessenta dólares americanos). Para quem desejar solicitar tanto o diploma quanto o histórico acadêmico, o custo é de USD 200,00 (duzentos dólares americanos). Esses custos cobrem a produção, os processos administrativos e o processamento dos carimbos e selos mencionados, bem como as despesas de envio. O pagamento pode ser feito com cartão de crédito via fatura do PayPal, que será enviada por e-mail.
*Valores sujeitos a alterações
Consulte a tabela de preços e as opções de pagamento. O pagamento não inclui os custos de emissão e envio do diploma físico.
O pagamento pode ser feito em uma única parcela por cartão de crédito, depósito bancário ou transferência bancária. Também oferecemos a opção de pagamento em 3 parcelas.
Sim. Haverá descontos para estudantes pertencentes a Centros Membros da CLACSO e Centros Associados da CLACSO, para Pesquisadores Associados da CLACSO e para todos aqueles que pagarem antes de 05/09.
Para quaisquer outras dúvidas, entre em contato conosco pelo endereço: memória3@clacso.edu.ar
Ou envie uma mensagem pelo WhatsApp para +5491138801388
Para descontos para grupos e instituições, entre em contato conosco. [email protected]
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