Memórias coletivas, direitos humanos e resistência
1ª Turma (2019-2020)
MODO: VIRTUAL
Especialização: 52 créditos, 480 horas de aula
Curso internacional: 12 créditos, 120 horas de aula
Duração: Setembro de 2019 a agosto de 2020
O credenciamento e a certificação da Especialização e do Curso Internacional serão realizados pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO).
COORDENAÇÃO GERAL:
Isabel Piper Shafir – Universidade do Chile
Pilar Calveiro Garrido – Universidade Autônoma da Cidade do México
COORDENAÇÃO ACADÊMICA:
Belen Rojas – Universidade de Utrecht, Países Baixos
As inscrições estão abertas até 15 de setembro de 2019.
A preocupação com a memória coletiva surge em sociedades que buscam superar a violência da guerra, dos conflitos armados ou das ditaduras para construir formas democráticas de coexistência. A memória coletiva é apresentada como parte do processo de transição, como uma estratégia para reparar os danos causados pela violência e como um elemento que garantiria que tais atos de violência jamais se repitam. Contudo, no século XXI, o foco dessa questão está se deslocando das reflexões sobre a violência e seus efeitos traumáticos para uma busca pela compreensão do presente por meio de sua conexão com o passado. A preocupação central não se limita mais à recuperação da memória das vítimas de violações dos direitos humanos, mas sim à multiplicidade de vozes que constroem narrativas sobre o passado, e à recuperação não apenas das experiências de dor, mas, sobretudo, das lutas e da resistência, e sua conexão com processos como as relações de gênero, os padrões migratórios e as práticas atuais de desaparecimento forçado.
Partimos do pressuposto de que a memória coletiva constitui um campo de conflito onde o que está em jogo não são apenas as interpretações do passado, mas também os significados de quem somos como sociedade e de nossos futuros possíveis. O poder simbólico da memória reside em sua capacidade de produzir sujeitos, relações e imaginários sociais – um poder que a torna uma fonte potencial de resistência, instabilidade e transformação. Mas o mero ato de lembrar ou esquecer certos eventos não garante seu caráter transformador; antes, isso depende da capacidade de suas práticas de desafiar as versões hegemônicas prevalecentes dentro de uma dada ordem social. Abraçando esse desafio, neste espaço educativo buscamos analisar conjuntamente as ações que empreendemos ao lembrar, problematizando as versões do passado que elas produzem e, ao mesmo tempo, promovendo a construção de novas interpretações e significados que alimentem diferentes e dinâmicas formas de produção de sujeitos sociais. O ressurgimento de regimes autoritários na América Latina torna urgente não apenas lembrar a violência que perpetraram em nossa história recente, mas também compreender os elementos que contribuíram para seu restabelecimento.
Utilizando sempre a memória como chave para a compreensão, exploraremos suas conexões com as lutas políticas em curso no presente. Refletiremos criticamente sobre a construção e os usos políticos dos espaços de memória, a categoria de desaparecimento forçado e suas aplicações atuais, o fenômeno das migrações contemporâneas e as possíveis relações entre memória e gênero, a partir de uma perspectiva feminista.
Objetivo geral
Realizar treinamentos de alto nível com o objetivo de compreender os debates contemporâneos sobre a memória coletiva, suas políticas e práticas, bem como as relações entre ela e a violência contemporânea, especialmente aquelas relacionadas à ação política, à violência de gênero, aos processos migratórios e ao desaparecimento forçado.
Os objetivos específicos
- Para conhecer experiências no desenvolvimento e implementação de políticas de memória na América Latina e na Europa.
- Refletir criticamente sobre as conexões entre os processos de memória coletiva e as lutas políticas na América Latina.
- Refletir criticamente sobre a articulação do campo da memória com as perspectivas de gênero e feministas, levando em consideração as consequências teóricas, metodológicas e políticas dessa estrutura.
- Refletindo sobre o potencial crítico dos espaços de memória para intervir no debate sobre os dilemas atuais que envolvem novas formas de violência ou violações de direitos.
- Refletindo sobre a transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento a partir de sua transnacionalização e usos atuais em diversos contextos.
- Descrever e analisar como a análise da intersecção entre memórias coletivas e migrações coloca em tensão as compreensões tradicionais de ambos os fenômenos e abre espaço para sua reconsideração.
- Capacitar a capacidade de construir memórias críticas e feministas em torno de conflitos políticos violentos e experiências de resistência.
O Curso de Especialização e Internacional destina-se a estudantes de graduação e pós-graduação; professores de todos os níveis; ativistas e membros de organizações, movimentos e partidos políticos; funcionários públicos; profissionais da imprensa; membros e gestores de organizações não governamentais e profissionais interessados nas áreas da memória, direitos humanos, feminismo e organizações de migrantes, bem como aqueles ligados à sua defesa.




























A especialização em Memórias Coletivas, Direitos Humanos e Resistência terá duração de um ano e, para sua acreditação, exige a conclusão de: um curso internacional e dois seminários virtuais opcionais do currículo; uma oficina de apoio à escrita; e a elaboração de uma monografia final.
O curso internacional terá duração de um ano e exige, para sua acreditação, a conclusão e aprovação de um projeto final, além da participação em pelo menos 80% das atividades e tarefas propostas pelos professores.
A especialização e o curso internacional ocorrerão entre fevereiro de 2020 e dezembro de 2020.
Os alunos dos cursos de especialização e internacionais contarão com o apoio de tutores acadêmicos que os acompanharão nos seminários virtuais e os orientarão na conclusão de seus projetos finais.
Após a conclusão dos seminários, os alunos terão quatro meses para entregar o projeto final. Caso ainda precisem concluir algum crédito, também terão quatro meses para fazê-lo.
A especialização e o curso internacional são certificados pela CLACSO.
A especialização certifica 480 horas/cátedra de trabalho; o curso internacional, 120 horas/cátedra.
Os seminários online serão oferecidos em espanhol, português ou inglês. Os materiais do curso poderão ser disponibilizados em qualquer um dos três idiomas oficiais do curso, dependendo da disponibilidade. As contribuições dos alunos nos fóruns de discussão também poderão ser feitas nesses idiomas. O trabalho de pesquisa final poderá ser escrito em espanhol, português ou inglês.
Curso Internacional “Debates Atuais sobre Memórias Coletivas, Gênero e Direitos Humanos”
Resumo: Este curso visa fomentar o diálogo entre o conhecimento e as experiências que envolvem os processos de memória coletiva, as práticas de resistência e os direitos humanos. Contará com a participação de pensadores de diversas disciplinas e contextos, que analisarão os processos de memória coletiva em relação a: políticas públicas, gênero e feminismo, arte e cultura, processos migratórios, direitos humanos, violência política, práticas de resistência, museus, memoriais e monumentos.
Coordenação: Isabel Piper Shafir
SEMINÁRIOS OPCIONAIS
Resumo: Na América Latina, o conceito de memória coletiva tem sido associado à reflexão sobre a violência política das guerras, conflitos armados e ditaduras militares das últimas décadas. O confronto com esses passados violentos levou ao desenvolvimento de políticas de memória, entendidas tanto como políticas de Estado quanto como ações políticas empreendidas por organizações sociais ou grupos políticos envolvidos na preservação da memória dos conflitos políticos vivenciados em seus contextos locais. Analisaremos alguns casos emblemáticos em nossa região, como Nicarágua, Colômbia, Argentina e Chile.
Analisaremos como, nos contextos atuais de diferentes regiões e países da América Latina, diversas práticas de resistência diante da exploração, da desapropriação, da concentração de riqueza e da violência pública e privada se baseiam em uma memória coletiva que recupera as várias formas de saber da luta política, transformando-se em uma memória ativa. No contexto global, os movimentos de resistência tendem a ser locais. Revisaremos e analisaremos experiências de resistência no México e nos Andes peruanos, argentinos e chilenos.
A análise crítica das políticas de memória implementadas em diferentes países da América Latina leva-nos a argumentar que, apesar das contribuições significativas para a compreensão dos processos autoritários, ditaduras e transições políticas na região, bem como para o enfrentamento e a elaboração das consequências que estes tiveram na sociedade e nos indivíduos, persiste o desafio de compreender, decodificar ou estabelecer ligações com as novas realidades sociopolíticas que se desenvolvem na região, nas quais se articulam novas e antigas formas de violência e resistência política.
No entanto, analisar experiências de resistência em que a memória se transforma em um recurso político para agir no presente nos ajudará a repensar a memória como um agente que contribui para a transformação.
Coordenação: Pilar Calveiro (Universidade Autônoma do México) e Isabel Piper (Universidade do Chile)
Resumo: O curso aborda a relação entre gênero e memória, enfatizando duas maneiras de compreender essa conexão: primeiro, entendendo a memória coletiva como construída por sujeitos generificados e, segundo, explorando diferentes abordagens feministas presentes nesse campo de estudo. Nessa perspectiva, analisamos as memórias construídas por ativistas, guerrilheiros, vítimas e outros atores sociais em relação às suas posições de gênero tanto no presente quanto no passado; bem como as continuidades e descontinuidades dos papéis e dinâmicas de gênero que ocorreram em eventos significativos que eles relatam.
Por meio dessas análises, buscamos examinar exercícios de contramemória (Arfuch, 2013; Luongo, 2013) ou memórias subalternas que enfatizam temas e perspectivas pouco explorados nas narrativas hegemônicas: por exemplo, visualizando como as estruturas de gênero são desestabilizadas ou preservadas na construção dessas memórias, ou como processos híbridos de afetividade, ação política e resistência são estruturados ao se recordar certos eventos e contextos. Isso porque entendemos que os sujeitos das memórias são agentes multiposicionais que estão conectados por meio de eventos/espaços (Zalaquet, 2011).
Por fim, o curso analisará diversos estudos sobre memória coletiva de países ibero-americanos que incorporam precisamente uma perspectiva de gênero na compreensão dos processos de construção da memória coletiva, seja para tornar visíveis experiências – de vitimização e/ou resistência política – que foram silenciadas por uma memória hegemônica, masculinizada e heterossexista, seja para estabelecer entendimentos de gênero do passado por meio de uma leitura crítica das maneiras como diferentes episódios são narrados a partir do presente.
Coordenação: Marisela Montenegro (Universidade Autônoma de Barcelona) e Caterine Galaz (Universidade do Chile)
Resumo: O objetivo deste curso é colocar em diálogo os processos de memória coletiva e migrações, visando iluminar novas facetas que nos permitam compreender melhor a complexidade de cada um, num contexto de globalização e capitalismo avançado.
Nesse sentido, abordaremos as nuances específicas de questões consideradas fundamentais pelos estudos da memória, como lugares e comemorações; as disputas entre memórias oficiais e não oficiais; e a museificação e a preservação do patrimônio. Isso será feito com o objetivo de examinar dinâmicas como memórias sem lugar e o "não-lugar" das migrações; o questionamento dos imaginários de exclusão e os limites do pertencimento; e as iniciativas culturais como alternativas para a gestão de tensões políticas, sua natureza conflituosa e também seu potencial.
Também examinaremos questões que estão ganhando destaque no estudo das migrações contemporâneas, como diáspora e espaços transnacionais; a subjetividade migrante e os impactos dos regimes de mobilidade em seu desenvolvimento. Isso nos permitirá analisar a tensão em torno das fronteiras nacionais como contornos da memória coletiva; e o potencial das memórias e contramemórias na formação da resistência à subordinação e na articulação de relações baseadas na diferença (Braidotti, 2006) durante as trajetórias migratórias.
Coordenação: Belén Rojas - Universidade de Utrecht, Holanda)
Resumo: O curso reflete sobre a genealogia, a transformação e as possibilidades analíticas da categoria de desaparecimento. Ela foi utilizada para descrever casos na Argentina, no Chile e no Uruguai na década de 70, no México e na Colômbia atualmente e, olhando ainda mais para trás, na Guerra Civil Espanhola, na Alemanha nazista na década de 40, no Camboja do Khmer Vermelho na década de 70 e na Bósnia durante a guerra na década de 90. Existem centenas, milhares, milhões de casos que são referidos como desaparecimentos e pessoas desaparecidas.
Coordenação: Gabriel Gatti (Universidade do País Basco, Espanha)
Resumo: Este seminário busca refletir sobre como as sociedades latino-americanas confrontaram suas experiências passadas de violência política — sejam ditaduras ou conflitos armados internos — durante os séculos XX e XXI, por meio dos processos de memorialização empreendidos por diversos atores sociais. Através deste seminário, exploraremos as formas públicas de memória construídas a partir desses passados violentos, analisando a capacidade crítica dos processos de memorialização implementados em diferentes países da região, como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Peru e Uruguai, para questionar o presente dessas sociedades, particularmente no que diz respeito às novas formas de violência e aos conflitos atuais.
Coordenação: Ana Gugliemucci (Universidade de Buenos Aires) e Loreto López (Universidade do Chile)
Resumo: Este curso visa explorar os usos públicos do passado e as interpretações políticas da memória coletiva, a fim de compreender como os significados, as práticas e as políticas da memória e do esquecimento são construídos na esfera pública por organizações da sociedade civil, intelectuais e agências estatais. Nesse sentido, descreverá e analisará — por meio de diversos casos empíricos e em múltiplas escalas — os usos públicos do passado através dos quais os atores intervieram no passado e continuam a intervir no presente.
Coordenação: Ana María Barletta e Emmanuel Kahan (Universidade Nacional de La Plata, Argentina)
Oficina de escrita acadêmica
Resumo: A oficina de escrita acadêmica é um espaço de treinamento projetado para orientar o desenvolvimento da monografia final do curso de especialização. Ela auxiliará os alunos na formulação do seu objeto de análise, na sua tradução em um problema de pesquisa viável, na construção de um plano de trabalho, no desenvolvimento de estruturas argumentativas e na elaboração de conclusões analíticas. Essas tarefas serão realizadas individualmente e coletivamente por meio da troca de ideias entre os alunos e com o instrutor da oficina, seguindo um formato de fórum de discussão.
Coordenação: Belén Rojas Silva - Universidade Paris Diderot (Paris 7)
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CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO E INTERNACIONAL - TURMA 2019-2020 |
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2019-2020 |
Cursos Virtuais
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sep-19 |
Curso internacional |
Seminário opcional |
Seminário opcional |
Seminário opcional "Memórias de Migrantes" |
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oct-19 |
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nov-19 |
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dic-19 |
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ene-20 |
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feb-20 |
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mar-20 |
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Seminário opcional "Desaparecimentos. Genealogia e transformações de uma categoria latino-americana transnacionalizada" |
Seminário opcional |
Seminário opcional |
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abr-20 |
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may-20 |
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Jun-20 |
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Workshop escrita acadêmica |
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jul-20 |
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ago-20 |
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CM PlenosSe você pertence a um Centro membro pleno da CLACSO.
CM Associates: Sim Você pertence a um Centro Associado CLACSO.
Sem linkSe você NÃO tem alguma dessas ligações com CLACSO.
| Pagamento único | Pagamento antes de 08/09 | Pagamento em 3 parcelas | |
| CM Plenos | 530 USD | 450 USD | USD 660 (3 x USD 220) |
| CM Associates | 700 USD | 600 USD | USD 870 (3 x USD 290) |
| Sem link | 880 USD | 750 USD | USD 1080 (3 x USD 360) |
CM PlenosSe você pertence a um Centro de Membros Plenos da CLACSO
CM Associates: Sim Você pertence a um Centro Associado CLACSO
Sem linkSe você NÃO tem alguma dessas ligações com CLASSO
| Pagamento único | Pagamento antes de 08/09 | Pagamento em 3 parcelas | |
| CM Plenos | 200 USD | 135 USD | USD 270 (3 x USD 90) |
| CM Associates | 250 USD | 180 USD | USD 360 (3 x USD 120) |
| Sem link | 320 USD | 225 USD | USD 450 (3 x USD 150) |
O credenciamento e a certificação da Especialização e do Curso Internacional serão realizados pelo Conselho Latino-Americano de Ciências Sociais (CLACSO).
Caso o aluno decida não se matricular na Especialização ou no Curso Internacional antes da data oficial de início, poderá solicitar o reembolso das taxas de matrícula. A CLACSO reterá o equivalente a 10% para cobrir custos administrativos.
Após o início do curso, se o aluno tiver pago a totalidade da mensalidade, poderá repetir apenas um seminário eletivo na turma do ano seguinte. Esta política não se aplica a cursos internacionais. Em todos os casos, o valor pago não será reembolsado.
Critérios Excepcionais: Em casos excepcionais, e durante os dois primeiros meses da especialização, os alunos podem solicitar o desligamento da turma e o retorno no ano seguinte. Em todos os casos, as razões que justificam a solicitação devem ser apresentadas por escrito. Nenhuma solicitação será aceita após dois meses do início do curso.
A Especialização e o Curso Internacional são certificados pela CLACSO.
A Especialização certifica 480 horas/cátedra de trabalho; o Curso Internacional, 120 horas/cátedra.
As inscrições estão abertas até 15 de setembro de 2019.
Para quaisquer outras dúvidas, entre em contato conosco pelo endereço: [email protected]
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